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VELO CAB2012


MONTOYA DE REGRESSO À FÓRMULA INDY

PABLO MONTOYA DE REGRESSO À FÓRMULA INDY

 

 

O piloto colombiano está de regresso à Fórmula Indy, e já começou os testes com vista á preparação para a próxima época.mont-voltaaindyusamont1mont2mont3mont4mont5mont5mont5mont6mont7

 

NOVOS REGULAMENTOS PARA A F 1 EM 2014

NOVOS REGULAMENTOSD PARA A FÓRMULA 1 EM 2014

 

O ano de 2014 irá marcar uma nova era no Mundial de Fórmula 1, onde os motores V 8 aspirados utilizados nas últimas épocas, irão dar lugar aos novos V 6 Turbo, com 1.6 litros.Estes novos motores, serão menos ruidosos, poluentes, e irão gastar menos combustivel, e irão debitar cerca de 575 cv de potencia.Por seu lado o depósito de combustivel, apenas comporta 135 litros.

 

Outra das alterações é que o sistema kers é extinto, e dão lugarr a dois motores electricos, que geram energia adicional de 160 cv, que em conjunto com o motor de combustão originam os 735 cv de potencia.

 

 

Por outro lado, as caixas de velocidades terão oito mudanças, e o peso total dos novos Fórmula 1, não poderão ser inferiores a 690 kg.Em termos estéticos, o bico é mais baixo, com alterações na frente e no ailleron  traseiro, originando que os carro ficam assim mais lentos, principalmente à saida das curvas.f1dif1f1dif2f1dif3f1dif4

 

DOIS SENHORES DA F 1

DOIS SENHORES DA FÓRMULA 1

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Foto obtida no passado final de semana no Grande Prémio do Brasil de Fórmula 1 quando o antigo Campeão do Mundo, Emerson Fitipaldi, encontrou-se com outro Campeão, de seu nome Jacques Villeneuve.

 

GALERIA DE IMAGENS

GALERIA DE IUMAGENS

 

 

FÓRMULA 1 NO BRASILf1f2f3f4f5f6f7f8f9f10f11f12f14f15f16f17f18f19f20f21f22f23f24f25f26f27f28f29f30f31f32f33f34f35f36f37f38f39f40f42f43f45f46f47f48f49f50f52f53f54f55f56f444f512f646f647f648f649f650f660f661f662f663f664

 

PARA VARIAR VETTEL VENCE DE NOVO

 

GP do Brasil de F1 2013 – Corrida

VETTEL VENCE A ÚLTIMA CORRIDA COM DUAS PARAGENS NAS BOXES

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O seu companheiro de equipa na Red Bull, Mark Webber, terminou em segundo com uma estratégia idêntica, no seu último GP da F1 antes de passar a competir em corridas de endurance. Fernando Alonso da Ferrari foi terceiro depois de ter optado por uma estratégia diferente de duas paragens nas boxes, usando os pneus duros na sua tirada intermédia.

O único piloto antes de Vettelque venceu nove corridas seguidas foi Alberto Ascari nos anos 1950 – mas isso foi ao longo de duas épocas e não numa única como piloto alemão. Então, Ascari também utilizou pneus Pirelli.

O maior desafio enfrentado por todas as equipas e pilotos foi não terem efetuado quaisquer tiradas em piso secocom os pneus duros e médiosantes da partida para o próprio GP, devido à chuva persistente que caiu na sexta e no sábado. A corrida iniciou-se com tempo seco sob uma temperatura ambiente de 20º C e ao nível da pista de 28º C, com 50% de possibilidades de ocorrência de chuva.

Todos os pilotos começaram com pneus médios, com as exceções de Jenson Button da McLaren, que partiu da 14.ª posição da grelha de partida, e Esteban Gutierrez da Sauber que começou no 17.º lugar. O primeiro piloto a mudar de pneus médios para duros foi Jean-Eric Vergne daToro Rosso, na volta 10. Button montou o seu primeiro jogo de pneus médios na volta 20, sendo dos dois pilotos que tinham começado com pneus duros o que foi mais cedo às boxes – e voltou a montar pneus médios na volta 43. A estratégia ajudou-o a conseguir um quarto lugar no final: o seu melhor resultado do ano.

Vettel, que estava na liderança,foi às boxes na volta 24 para montar novo jogo de médios e regressou à pista ainda à frente, tornando a parar na volta 47: a mesma que o seu companheiro de equipa, pois a Red Bull receava a entrada em pista do safety car. Embora não tivesse ocorrido chuva forte, algumas gotas começaram a cair nesse momento – adicionando umelemento extra deincerteza. A chuva tornou-se ligeiramente mais intensa nas últimas voltas, mas não o suficiente para qualquer dos pilotos decidir mudar para os pneus intermédios Cinturato Verdes.

Os pneus tiverem uma performance perfeitamente em linha com o que era esperado, apesar do tempo variável. Ocorreram furos no Mercedes de Lewis Hamilton e no Williams de Valtteri Bottas, mas isso foi resultado de um contato entre os dois.

O recorde final desta temporada – a última da era dos motores V8 – foi estabelecido por Max Chilton da Marussia, que se tornou o primeiro rookie a acabar todas as corridas no seu ano de estreia.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “O facto de não ter havido qualquer tirada sobre piso seco antes do início deste GP fez com que a formulação da estratégia de pneus adequada fosse pura conjetura. E sem nenhuma borracha depositada previamente na superfície da pista, tornou-se extremamente difícil calcular os níveis de desgaste e degradação. Para complicar ainda mais as coisas, as previsões meteorológicas permaneceram instáveis durante toda a corrida. Contudo, também tinham que ter presente a sua obrigação de usar ambos os compostos se o tempo permanecesse seco – o que acabou por ser o caso. Esta corrida marcou o fim de uma era e agora os carros, bem como os pneus, irão mudar completamente no próximo ano. Parabéns a Sebastian Vettel e à Red Bull por uma temporada em que bateram recordes e a melhor sorte futura para Mark Webber, que terminou a sua distinta carreira na Fórmula 1 aqui no Brasil.”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

 

Médio

Duro

Intermédio

Chuva

Primeiro

ALO – 1m15,496 

WEB – 1m15,436 

N/A

N/A

Segundo

SUT – 1m16,049 

VET – 1m15,624 

N/A

N/A

Terceiro

BUT – 1m16,450 

PER – 1m16,246 

N/A

N/A

Tiradas mais longas da corrida:

Médio

28 voltas

J. Button

Duro

37 voltas

H. Kovalainen

Intermédio

  N/A

   N/A

Chuva

  N/A

   N/A

Avaliação da correção de previsões:

Sem qualquer prévia experiência das equipas de correr com piso seco, pensámos que seria difícil prever uma estratégia específica para as 71 voltas do GP do Brasil, para além de dizer que uma estratégia de duas paragens nas boxes deveria ser a mais rápida. Verificou-se ser esse o caso, com Vettel a pararnas voltas 24 e 47. Apenas seis dos 19 pilotos que terminaram a corrida pararam três vezes.

 

G.P.BRASIL DE F 1

 

Grande Prémio do Brasil 2013 – Qualificativa 

A ESTRATÉGIA EM ABERTO PARA A CORRIDA FINAL DA ÉPOCA DE 2013

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Apenas quatro pilotos conseguiram uma pole position este ano – Vettel, o seu companheiro de equipa Mark Webber, Nico Rosberg da Mercedes e Lewis Hamilton – mas nos últimos quatro anos nunca foi quem partiu da pole position que venceu em Interlagos.

 

Esta semana, não houve muita corrida com os pneus slick, o que significa que se os nomeados P Zero Orange (Laranja) duros e os P Zero White (Brancos) médios forem usados amanhã, as equipas não terão quaisquer dados em que se basearem. Isto leva a que as estratégias estejam em aberto – com as equipas a terem que reagir às mudanças nas circunstâncias à medida que elas surgirem e não com informação prévia.

 

A primeira qualificativa à chuva desde o Grande Prémio da Bélgica em Agosto deu-se com chuva cerrada e temperaturas ambientes na ordem dos 19ºC. A maioria dos carros saíram cedo no Q1 para estabelecer uma volta de referência, com todos os pilotos a usarem os pneus intermédios. A chuva intensificou-se durante a sessão, com um tempo do Mercedes de Lewis Hamilton a liderar a tabela desde cedo na Q1.

 

As condições no início da Q2 permaneceram as mesmas, o que significou que a maioria dos pilotos voltou a sair cedo, com os intermédios. A primeira saída de Vettel deu-lhe o tempo mais rápido, que foi então batido pelo piloto da Lotus Romain Grosjean. Com as condições de chuva a intensificarem-se ao longo da sessão, foi difícil para os pilotos melhorarem os tempos.

 

A última competição dos 10 primeiros foi atrasada para permitir ao pior da chuva passar. Uma vez retomada a acção, os carros começaram a sessão com os pneus de chuva Cinturato Blue – que conseguem afastar 60 litros de água por segundo a toda a velocidade. Vettel foi o primeiro piloto a estabelecer um tempo com os pneus de chuva, com Grosjean a ser o primeiro com os intermédios. Com a pista a secar, os tempos de volta foram ficando mais baixos até ao fim da sessão. Vettel estabeleceu o seu melhor tempo com os pneus intermédios nos últimos momentos da sessão.

 

Webber foi o mais rápido na última sessão de treino livre esta manhã, corrida sob chuva. Os pilotos usaram os pneus de chuva na maior parte da sessão, com Webber a ser o primeiro a usar os intermédios. A sua primeira volta com intermédios foi o suficiente para o tempo mais rápido.

 

Disse o director de motorsport da Pirelli Paul Hembery: “Uma sessão de qualificação sob chuva levou a que os pilotos e as equipas lidassem com muitas incertezas, mas ao menos conseguiram muita informação relevante da corrida à chuva de ontem. A chave para uma performance forte foi assegurar que os pneus estivessem operacionais no intervalo correto de temperatura, e o timing das voltas mais rápidas. O pneu certo na altura certa também foi essencial, e com esta pista a conseguir secar muito rapidamente, o circuito teve o potencial de se tornar mais rápido no final da sessão. Ao mesmo tempo, as equipas tiveram de se proteger constantemente quanto à possibilidade das condições ficarem piores. As equipas conseguiram alguma informação para amanhã, mas não conseguiram informações sobre os pontos de mudança entre os pneus slick – que podem ser muito importantes para a corrida amanhã, com as condições variáveis a acontecerem provavelmente outra vez. Mesmo senão houver chuva, com tão pouca corrida a seco até agora, as equipas continuarão a operar com dados limitados. O desgaste e a degradação para os pneus intermédios e de chuva não deverão ser um problema amanhã, se forem usados. A estratégia será obviamente dependente do clima e no momento está tudo em aberto: as equipas que conseguirem ler as mudanças de circunstâncias da corrida mais eficazmente serão as equipas vencedoras.”

  

O previsor mistério de estratégia da Pirelli

 

A estratégia será muito difícil de prever e depende inteiramente do clima. A complicar as coisas está o facto de os pilotos poderem começar com o composto que quiserem (se o tempo estiver seco) – e todos têm jogos novos de slicks para usarem. Se a corrida permanecer seca durante as 71 voltas – que parece improvável – a estratégia mais rápida será teoricamente a de duas ou três paragens, mas sem dados concretos em que nos basearmos será difícil prever o timing das paragens.

 

Compostos mais rápidos na sessão FP3:

1.

Webber

1m27.891s

   Intermédios

2.

Grosjean 

1m28.195s 

   Intermédios

3.

Kovalainen 

1m28.595s 

   Intermédios

Uso dos pneus pelo Top 10:

Vettel 

Intermédios 

1m26.479s 

Rosberg 

Intermédios 

1m27.102s 

Alonso 

Intermédios 

1m27.539s 

Webber 

Intermédios 

1m27.572s 

Hamilton 

Intermédios 

1m27.677s 

Grosjean 

Intermédios 

1m27.737s 

Ricciardo 

Intermédios 

1m28.052s 

Vergne 

Intermédios 

1m28.081s 

Massa 

Intermédios 

1m28.109s 

Hulkenberg 

Intermédios 

1m29.582sÂÂ

 

G.P.BRASIL DE F1

GP do Brasil de F1 de 2013 – Treinos Livres

INÍCIO DO FIM DE SEMANA NO GP DO BRASIL À CHUVA

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As equipas também tinham à sua disposição os novos pneus desenvolvidos pela Pirelli para 2014, mas as condições meteorológicas não permitiram que eles fossem experimentados. Tal como já referido, só Vettel saiu para fazer uma volta com os pneus-protótipo. No entanto, como se espera mais chuva para o resto do fim-de-semana, todos os treinos feitos hoje em piso molhado foram extremamente úteis.

O tempo mais rápido do dia foi feito pelo piloto da Mercedes Nico Rosberg, no início daTL1 com os pneus intermédios Cinturato Verdes: 1m24,781s. Rosberg foi o mais rápido durante grande parte da TL2, tendo estabelecido um registo de referência com os pneus de chuva Cinturato Azuis, antes de ser superado por Vettel numa tirada que este fez com pneus intermédios. Contudo, Rosberg conseguiu voltar a fazer um melhor tempo mesmo no fim da TL2, numa tirada final com pneus intermédios, com os quais conseguiu fazer um tempo de 1m27,306s.

A chuva abrandou um pouco no final da TL2, com Esteban Gutierrez da Sauber a ser o único piloto que não mudou para pneus intermédios no final da sessão. A maioria dos pilotos usou apenas um jogo de pneus intermédios e outro de pneus chuva durante todo o dia, embora os regulamentos permitam a utilização de um jogo extra de pneus intermédios se as sessões de sexta-feira decorrerem com tempo molhado.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “Foi um início complicado do fim de semana, aqui em Interlagos, mas as condições de tempo que tivemos irão provavelmente continuar nos dias restantes, pelo que foi útil para as equipas poderem estabelecer uma afinação dos carros para tempo molhado e avaliar a performance dos pneus intermédios e de chuva com diferentes cargas de combustível. Foi pena que os pilotos não tenham tido hipótese de experimentar os novos pneus desenvolvidos, pois esta era uma oportunidade importante: por outro lado, os pneus para 2014 foram obviamente concebidos para um tipo completamente diferente de carros em comparação com os que veremos a competir pela última vez neste fim-de-semana. Por isso, de qualquer modo o que se iria aprender seria algo limitado. Em última análise,houve apenas um pouco de azar, pois nas duas prévias ocasiões em que trouxemos pneus em desenvolvimento para o Brasil, em 2011 e 2012, o tempo esteve seco na sexta-feira. Porém, o tempo é algo que não se pode controlar e isso sempre fez parte do desafio da Fórmula 1. É, sem dúvida, limitada a quantidade de dados que se podem coligir ao treinar em molhado e o risco de ocorrência de danos nos carros é superior ao que existe com tempo seco, pelo que as equipas tendem a restringir as tiradas, apesar de serem baixos o desgaste edegradação dos pneus, tanto os intermédios como os de chuva, desde de que continue a chover e não se registe um sobreaquecimento dos compostos. O pneu intermédio, em particular, tem mostrado ser muito adaptável e ainda assim durável sob uma vasta gama de condiçõesde tempo. É difícil de prever uma estratégia nestas circunstâncias. No final, serão as táticas mais flexíveis e derivadas dos pensamentos mais rápidos que tenderão a vencer a corrida – e, claro, há também sempre um elemento de sorte nisto tudo.”

TL1:

TL2:

1.Rosberg

1m24,781s

IntermédioNovo

1.Rosberg

1m27,306s

IntermédioUsado

2.Hamilton

1m25,230s

IntermédioNovo

2.Vettel

1m27,531s

IntermédioUsado

3.Vettel

1m25,387s

IntermédioNovo

3.Webber

1m27,592s

IntermédioUsado

Estatísticas do dia dos pneus:

 

Protótipo

Duro

Intermédio

Chuva

Quilómetros percorridos*

4

8

2533

550

Total de jogos utilizados **

1

1

25

20

Maior número de voltas **

1

2

37

17

 * Este número indica a quantidade total de quilómetros feitos hoje nas sessões 1 e 2 de treinos livres pelo conjunto de todos os pilotos.

** Por composto, pelo conjunto de todos os pilotos.

 

Que a Força esteja contigo:

O que é popularmente conhecido como força G é, na realidade, aceleração. Estes são os valores máximos em travagem e em curva:

- Máximo de força G na travagem (forçalongitudinal):                                -4,3 @ Curva 1

 

- Máximo de força G em curva (força lateral): 4.11 @ Curva 7

 

Factos do dia da Pirelli:

Ontem, a edição de 2014 do Calendário Pirelli, comemorativa do seu 50.º aniversário, foi apresentada em Milão.Na verdade, a edição de 2014 contém algumas imagens da temporada de 1985 da Fórmula 1. Este Calendário Pirellifoi originalmente fotografado em 1986 pelo célebre fotógrafo Helmut Newton, mas foi depois arquivado para uso futuro. Parte das fotos foram tiradas durante o GP do Mónaco de 1985, mostrando a equipa Ligier-Renault,que usava pneus Pirelli. As sessões de fotos trouxeramsem dúvida, sorte à Ligier-Renault: os carros acabaram na quarta e sextaposição – dos melhores resultados conseguidos pela equipa nessa temporada.

 

 

VETTEL NO BRASIL

Vettel vence e bate recorde com nono triunfo consecutivo numa época

 

 

Com esta vitória, Vettel conseguiu a 13ª vitória nesta temporada, igualando o recorde do compatriota Michael Schumacher.

Vettel vence e bate recorde com nono triunfo consecutivo numa época

O piloto alemão Sebastian Vettel (Red Bull Renault) venceu hoje o Grande Prémio do Brasil em Fórmula 1, disputado no circuito de Interlagos (São Paulo), fixando um recorde de nove vitórias consecutivas numa época.

O alemão, que já se tinha sagrado tetracampeão mundial, terminou as 71 voltas da corrida brasileira em 1:32.36,300 horas, à frente do seu companheiro de equipa Mark Webber - que hoje se despediu da Fórmula 1 - e do piloto espanhol da Ferrari, Fernando Alonso.

Com esta vitória, Vettel conseguiu a 13ª vitória nesta temporada, igualando o recorde do compatriota Michael Schumacher, e a nona vitória consecutiva numa só época, batendo uma marca que durava desde os anos 1950, quando o italiano Alberto Ascari conseguiu o mesmo feito, mas conjugando resultados das de 1952 e 1953.


Conteúdo publicado por SportInforma c/ Lusa

 

INTERLAGOS PRONTO PARA A F 1

INTERLAGOS PRONTO PARA A FÓRMULA 1

 

 

Tudo a postos no circuito de Interlagos situado em plena urbe da cidade de S.Pf1f2f3f4f5f6f7f8f10f11f15f16f17f18f19f20f21f22f23f24f25f26f28f29f30f31f32f33f34f36f37f38f39f40f45f60f61f70f71f72f100f102aulo no Brasil, onde irá decorrer este fim de semana a derradeira prova do Mundiasl deste ano.

 

INTERLAGOS PRONTO

INTERLAGOS PRONTO

 

A pista de Interlagos já está pronta poara receber a derradeira prova do Campeonato do MUndo de Fórmula 1, que termina nassim a época na América do Sul.interlagos

 

GALERIA DE IMAGENS

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HAMILTON ESTEVE NO RIO DE JANEIRO

HAMILTON ESTEVE ONTEM NO RIO DE JANEIRO

 

Na sua viajem dos Estados Unidos para o Brasil, Lewis Hamilton fez escala no Rio de Janeiro onde esteve com amigos, e divertiu-se um pouco, no qual à noite foi andar de skate em pleno "calçadão" da Avenida Atlantida, em pleno centro carioca.hamiltonrio

 

MARIO ANDRETTI REECONTRA ADVERSÁRIOS

MARIO ANDRETTI REECONTRA ADVERSÁRIOS

 

 

O antigo campeão norte americano de Fórmula 1, na passagem no passado fim de semana do "circo" pelo Treecontroreecontro1reecontro2reecontro5exas, Mario Andretti reencontrou alguns dos seus adversários, noemadamente Nick Lauda, Jacky Stewart entre outros.

 

PIRELLI FAZ ANTEVISÃO PARA O G.P.BRASIL DE F 1

Antevisão do Grande Prémio do Brasil:
Interlagos, 21-24 Novembro de 2013

PNEUS EM DESENVOLVIMENTO PARA O TREINO DE SEXTA-FEIRA NO ÚLTIMO GRANDE PRÉMIO DA TEMPORADA

A ronda final da época de Fórmula 1 de 2013 dá-se este fim de semana no icónico circuito de Interlagos em São Paulo, no Brasil, para o qual a Pirelli trará os pneus duros P Zero Orange (Laranjas) e os médios P Zero White (Brancos).

O Grande Prémio do Brasil é também uma oportunidade para as equipas testarem os novos pneus protótipos com especificações 2014 durante as sessões de treino livre de sexta-feira, em preparação para a próxima época, imprimirão muitas mudanças nos regulamentos. As novas características dos motores dos carros de 2014terão um efeito importante nos pneus. Cada carro terá dois jogos de pneus do próximo ano para usar no FP1 e no FP2, como permitido pelos regulamentos atuais. Estes terão a construção e perfil do composto médio de 2014.

Paul Hembery: “Escolhemos os pneus médios e duros para o Brasil para lidar com as diversas exigências do famoso circuito de Interlagos, onde sempre recebemos boas-vindas dos incrivelmente entusiásticos fãs. Há várias coisas a reparar no Brasil: apesar de ter recebido uma nova superfície há uns anos atrás a pista é sempre irregular, o que torna duro para os pneus encontrar a tração e, por outo lado, aumenta as exigências físicas dos pilotos. Tal como no ano passado, daremos a todas as equipas a oportunidade de testar os pneus para o próximo ano durante o treino livre de sexta-feira, dadas as mudanças profundas nos regulamentos técnicos de 2014. Brasil é hoje o maior mercado da Pirelli, por isso estamos desejosos de lá voltar, para a corrida que marca o final de uma era técnica.”

Jean Alesi: “Interlagos é um circuito onde o piloto se sente realmente envolvido, e apesar disso parecer ilógico, há alguns circuitos onde basicamente pilotamos de curva em curva, enquanto Interlagos é uma verdadeira experiência que nos absorve. Apesar da pista ter levado uma nova superfície várias vezes, ainda assim é irregular, com grandes compressões, e uma vez que é um circuito contrário ao sentido do relógio, exige um esforço muito físico a pilotar. Adoro a sensação e a atmosfera em Interlagos: os fãs são absolutamente fantásticos, por isso é um sítio ótimo para ir correr. Obviamente, para Pirelli esta é uma corrida muito importante por causado mercado brasileiro e este tem sido sempre o caso: no meu tempo lembro-me de que Nelson Piquet tinha uma casa de pneus Pirelli no Brasil e estava envolvido em trabalho de promoção para sublinhar a importância de ter os pneus certos. O clima é sempre muito variável, por isso temos de estar preparados para tudo. A chave de Interlagos é conseguir o ritmo certo: se conseguirmos isto podemos minimizar o desgaste dos pneus e ter uma boa performance. Já ali estive no pódio no passado, mas é importante ganhar imediatamente o ritmo.”

O circuito do ponto de vista dos pneus:

Há uma ênfase muito grande na tração combinada: a transição da travagem à aceleração a fundo. Interlagos é normalmente pouco exigente com os travões, por isso a embalagem é importante.

 

O set-up em Interlagos tende a ser um compromisso: há uma reta longa a subir em direção à meta, que coloca ênfase na velocidade e na potência.(um desafio para os motores devido à altitude de Interlagos) mas a sinuosidade do percurso requer mais força descendente. O sector final da volta é o crucial para o tempo total da volta.

 

Notas técnicas dos pneus:

 

 As variações das diferentes superfícies significam que a aderência ideal e a força descendente são vitais, particularmente uma vez que há um número de inclinações diferentes nas curvas também. A Curva 14 – a curva mais lenta da pista – é um bom exemplo de alguns dos desafios técnicos que Interlagos coloca aos pneus. Os pilotos travam a fundo enquanto se dirigem à subida e então viram para a curva, antes têm de gerirem a rotação das rodas cuidadosamente quando saem da curva.

 

Interlagos tem a volta mais curta do ano depois do Mónaco, com asfalto irregular e muitas mudanças de elevação. Aguaceiros são comuns no Grande Prémio de Brasil, o que aumenta o desafio de um circuito que é conhecido por ser muito físico para além de exigente mecanicamente.

 

Jenson Button da McLaren ganhou a corrida no ano passado, que aconteceu sob condições atmosféricas mistas, com uma estratégia de duas paragens. A chave para o seu sucesso foi a sua capacidade de permanecer com os pneus P Zero slick mesmo quando estava a chover. As condições mistas significaram que as estratégias foram extremamente variadas, com alguns pilotos a pararem quatro vezes.

As escolhas de pneus até agora:

 

PZero Vermelho

PZero Amarelo

PZero Branco

PZero Laranja

Austrália

Supermacio

 

Médio

 

Malásia

 

 

Médio

Duro

China

 

Macio

Médio

 

Bahrain

 

 

Médio

Duro

Espanha

 

 

Médio

Duro

Mónaco

Supermacio

Macio

 

 

Canadá

Supermacio

 

Médio

 

Grã-Bretanha

 

 

Médio

Duro

Alemanha

 

Macio

Médio

 

Hungria

 

Macio

Médio

 

Bélgica

 

 

Médio

Duro

Itália

 

 

Médio

Duro

Singapura

Supermacio

 

Médio

 

Corea

Supermacio

 

Médio

 

Japão

 

 

Médio

Duro

Índia

 

Macio

Médio

 

Abu Dhabi

 

Macio

Médio

 

Estados Unidos

 

 

Médio

Duro

Brasil

 

 

Médio

Duro

Conheça a equipa de F1 da Pirelli:

A seleção de pessoas que mostrámos na nossa secção de ‘Conheça a equipa F1 da Pirelli’ este ano são apenas uma amostra representativa de centenas de pessoas que trabalham na campanha F! da Pirelli, cujos muitos esforços nos bastidores passam despercebidos ao público. Tal como as cerca de 50 pessoas que viajam para as corridas, também há as centenas tanto em Milão – a trabalhar para a F1 na pesquisa e desenvolvimento, ativação e marketing – e na Turquia, onde os pneus são feitos na ‘Fábrica dos Campeões’ em Izmit, perto de Istambul. Não só isso, como nos escritórios regionais da Pirelli em cada país visitado pelo circo dos Grandes Prémios e que são muito envolvidos nas suas corridas nos seus países, apoiando a equipa central. Como diz Paul Hembery: “Eu, e todas as outras pessoas que são visíveis nas corridas, constituímos a ponta do iceberg. Nenhum de nós poderia fazer os nossos trabalhos sem todas as pessoas dedicadas no centro em Itália, ou na Turquia, Roménia e Reino Unido, para além de todos os outros escritórios Pirelli em todo o mundo. Por isso gostaria de aproveitar esta oportunidade, no final deste ano de corridas, para agradecer a todos sinceramente em nome de todos nós. Não somos na verdade competidores de F1, mas somos uma equipa. As nossas pessoas, especialmente aquelas que o público não vê, são o nosso principal ativo.”

 

 

RECORDAR É VIVER

RECORDAR É VIVER

 

Imagens do estouro de Donelly em Jerez de la Frontera ao volante do seu Lotus....estou1estou2estou3estou4estou5estou6estou7

 

TUDO NA MESMA NA F 1

Grande Prémio dos Estados Unidos 2013 - Corrida

VETTEL GANHA NOS ESTADOS UNIDOS COM UMA PARAGEM NAS BOXES

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O maior desafio para os pilotos no fim de semana em Austin foram as temperaturas muito variáveis da pista, que variaram entre os 18ºC na sexta-feira e os 37ºC para a corrida de domingo. Isto teve um efeito óbvio no comportamento dos pneus, tornando muito difícil às equipas preverem o desgaste e a degradação – e assim, a estratégia.

O piloto da Toro Rosso Jean-Eric Vergne foi o único piloto a começar com o pneu duro de 14º da grelha, com a estratégia também afetada pelo período de duas voltas do carro de segurança logo no início da corrida: quando os carros ainda estavam muito pesados e o desgaste dos pneus é significativo.

A primeira paragem nas boxes da corrida foi para Esteban Gutierrez da Sauber na primeira volta, que teve um furo devido a detritos de um incidente na partida. Ele colocou os pneus duros e correu com eles até à volta 36, quando voltou a colocar os médios. Outra paragem precoce foi a do piloto da Williams Pastor Maldonado, que trocou para o pneu duro na volta 8 enquanto alguns danos estavam a ser reparado no seu carro.

A primeira paragem planeada foi a de Heikki Kovalainen da Lotus na volta 17, que colocou os pneus duros e conseguiu ganhar três lugares passando os seus rivais diretos, antes de perder tempo com uma troca da asa dianteira.

Vettel foi às boxes para os seus pneus duros a partir da liderança na volta 27, permitindo uma breve liderança do piloto da Lotus Romain Grosjean durante três voltas até o francês ir às boxes. Grosjean acabou em segundo, seis segundos atrás de Vettel, para igualar a sua melhor posição na F1.

Os 12 melhores usaram uma estratégia de uma paragem, com Filipe Massa da Ferrari a ser o melhor classificado a adotar uma estratégia de duas paragens, terminando em 13º.

O diretor de motorsport da Pirelli Paul Hembery disse: “A variação de temperatura que vimos ao longo do fim de semana foi impressionante, o que significou que os pilotos encontraram diferentes condições da pista em cada sessão. Com uma variação tão grande de temperatura do asfalto, seria preciso mais do que os dois compostos estipulados no regulamento, mas estas foram circunstâncias muito pouco usuais, e obviamente isso não foi uma opção. Como resultado, as equipas não conseguiram ter uma boa leitura do ritmo de desgaste e da degradação antes da corrida. No entanto, a maioria dos pilotos optou por uma estratégia de uma paragem como esperávamos, ajudados pelo período do carro de segurança no início do Grande Prémio, que levou a uma corrida com menos estratégia e menos variáveis do que estamos acostumados a ter recentemente.”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

 

Médio

Duro

Intermédio

Chuva

Primeiro

KOV – 1.41.028

VET – 1.39.856 

N/A

N/A

Segundo

DIR – 1.41.148 

GRO – 1.40.445 

N/A

N/A

Terceiro

MAS – 1.41.209 

BOT – 1.40.492 

N/A

N/A

Saída mais longa da corrida:

Médio

   29voltas

   R Grosjean; J.-E. Vergne

Duro

   48 voltas

   P Maldonado

Intermédio

   N/A

   N/A

Chuva

   N/A

   N/A

A estratégia:

A nossa previsão para a estratégia para o Grande Prémio dos Estados Unidos foi para uma estratégia de uma paragem em 56 voltas. Sugerimos que a estratégia mais rápida era começar com o pneu médio e mudar para o duro na volta 19, continuando até ao fim.

Vettel de facto conseguiu ir mais longe com os pneus médios do que o previsto, ajudado pelo carro de segurança, fazendo a mudança para os pneus duros na volta 27.

 

 

MERCADO DE PNEUMÁTICOS DA F1 EM MOVIMENTO

MERCADO DE PNEUMÁTICOS NA FÓRMULA 1 MOVIMENTA-SE

 

 

Já aqui tinhamos afirmado o interesse da Michelin regressar à Fórmula 1, agora desta vez foi a Kumho a efectuar testes em Espanha, de forma a avaliar o seu produto, em comparação com aquilo que a Pirelli oferece actualmente às equipas.Como tudo na vida "não há fumo sem fogo", é bem provável que esta marca de pneus venha a ingressar na Fórmula1, que embora tenha um contrato por mais uns anos com a Pirelli, tem sido muito contestada por uma série de equipas, pelo desempenho do seu produto.E mais até seria bem interessante, face à "seca" que tem sido os ultimos Grandes Premios, que a FIA permitisse que cada equipa usasse a marca de pneus que muito bem entendesse, dentroPNEUS dum regulamneto  ebm estipulado e a ser cumprido por todos.

 

WILLIAMS E PDVSA DIVORCIADAS OFICIALMENTE

WILLIAMS E PDVSA "DIVORCIADAS"OFICIALMENTE

 

 

Apenas no próximo Grande Prémio do Brasil, as cores da PDVSA surgirão nos flancos dos Williams, pois depois irão mudar de ares.Com a saida de Pastor Maldonado, este apoio irá cessar à equipa britânica, não se sabendo para já qual será o passo seguinte do piloto venezuelano, para 2014 no Mundial de Fórmula1 , mas não deverá ser dificil encontrar nova opção, com os milhõesd que lhe traz, a PDVSA.7682 maldonado-y-pdvsa-llegan-a-williams

 

RAIKONEN RECUPERA DA INTERVENÇÃO

KIMI RAIKONEN RECUPERA DA INTERVENÇÃO

 

 

O piloto finlandês foi operado na 5ª feira da semana passa, estando agora em processo de recuperação, estando previsto que começe de novo a sua preparação fisica dentro dum mês, para depois se preparar o resto do seu ingresso na equipa da Ferrari.kimi

 

VETTEL CONTINUA A VENCER

Vettel vence GP dos Estados Unidos e atinge oito vitórias seguidas

Vettel, que partiu da "pole position", cumpriu as 56 voltas ao circuito das Américas (308,405 km) em 1:39.17,148 horas, alcançando o seu 12.º triunfo da temporada e o 38.º da carreira na F1, após 18 das 19 provas do calendário de 2013.

Além do tetracampeão do Mundo, de 26 anos, sobem ao pódio o francês Romain Grosjean (Lotus), segundo classificado, e o australiano Mark Webber, companheiro de equipa de Vettel, terceiro.

Agência Lusa

 

ANTEVISÃO PIRELLI PARA O G.P. USA F 1

 

GP dos EUA de F1 2013 – Qualificação

ESPERADA UMA PARAGEM NAS BOXES NO CIRCUITO DAS AMÉRICAS

O piloto da Red Bull Sebastian Vettel assegurou a pole position no GP dos EUA de F1, com um tempo de 1m36,338s feito com os pneus médios Pirelli P Zero Brancos, que foram os escolhidos juntamente com os pneus duros P Zero Laranja para este fim-de-semana. Foi a 44,ªpole na sua carreira conseguida pelo recém-coroado campeão mundial de pilotos e a oitava nesta temporada.

A qualificação desenrolou-se com uma temperatura ambiente de 27º C e vento forte. O piloto da Williams Valtteri Bottas foi o mais rápido na Q1 com pneus médios, os quais foram usados por todos os pilotos que completaram uma segunda saída para a pista no final da sessão. Ambos os pilotos da Lotus tiveram uma única saída para a pista ao passo que todas as outras equipas saíram duas vezes. Os dois pilotos da Red Bull usaram apenas um jogo de pneus duros durante a Q1 e isso permitiu-lhes poupar a sua alocação de pneus médios para o resto da qualificação e para a corrida.

Todos os pilotos que passaram à Q2 usaram os pneus médios desde o início da sessão, comVettel a ficar à frente do seu companheiro de equipa, Mark Webber, no final da sessão, quando a temperatura ao nível da pista baixou um pouco.

Os 10 melhores pilotos que se qualificarampara a Q3 voltaram a utilizar os pneus médios durante a sessão. Vettel conseguiu a pole position na sua segunda saída para pista, nos segundos finais da Q3 – tendo feito a diferença para o seu colega de equipa no último setor da volta.

Na sessão final de treinos livres, de manhã, verificou-se outra dobradinha da Red Bull, com Vettel à frente deWebber. Lewis Hamilton da Mercedes foi o terceiro, com os melhores tempos a serem registados no final da TL3, quando os pilotos fizeram simulações de qualificação com pneus médios.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “A nossa escolha de pneus para este GP foi conservadora, o que significa que fazer com que os pneus atinjam a temperatura certa seja importante. Isso não foi necessariamente uma tarefa fácil hoje, na medida em que a temperatura ao nível da pista na verdade baixou um pouco, o que não é o que ocorre normalmente durante a qualificação. Com ventos e temperaturas variáveis durante a tarde, hoje não foi uma sessão particularmente fácil para ninguém. A pista ainda esteve a evoluir hoje, mas o desgaste e degradação dos pneus não deverão constituir um fator considerável para a corrida, seja quais forem os compostos utilizados. Como resultado, iremos provavelmente assistir a apenas uma paragem nas boxes pela maioria dos pilotos, como foi o caso no ano passado.”

 

O prognosticador misterioso de estratégia da Pirelli:

Uma paragem nas boxes é teoricamente a maneira mais rápida para completar as 56 voltas do GP dos EUA. A estratégia mais rápida deverá ser começar a corrida com pneus médios, mudar para duros na volta 19 e ir com eles até ao final.

Uma alternativa (que resulta no mesmo tempo global de corrida) é começar com pneus duros, mudar para médios na volta 37 e continuar com estes até ao termo da corrida

Alguns pilotos poderão tentar uma estratégia de duas paragens se sentirem que o carro tem velocidade suficiente para que ela resulte. Neste caso, a estratégia mais rápida será começar com pneus médios, mudar para duros na volta 10 e montar novo jogo de pneus duros na volta 33.

Compostos mais rápidos na TL3:

1.

Vettel

1m36,733s

 Médio Novo

2.

Webber

1m36,936s

 Médio Novo

3.

Hamilton

1m37,064s

 Médio Novo

Pneus usados pelos 10 mais rápidos:

Vettel

Médio

1m36,338s

Webber

Médio

1m36,441s

Grosjean

Médio

1m37,155s

Hulkenberg

Médio

1m37,296s

Hamilton

Médio

1m37,345s

Alonso

Médio

1m37,376s

Perez

Médio

1m37,452s

Kovalainen

Médio

1m37,715s

Bottas

Médio

1m37,836s

Gutierrez

Médio

1m38,034s

 

G.P. ESTADOS UNIDOS DE F 1

GP dos EUAde F1 de 2013 – Treinos Livres

OS PNEUS PIRELLI ENFRENTAM DIVERSAS CONDIÇÕES DE TEMPO NOS EUA

Os pneus Pirelli P Zero Laranja duros e P Zero Branco médios, escolhidos para o GP dos EUA de F1 enfrentaram uma diversidade de condições meteorológicas durante as duas sessões de treinos livres em Austin, que foram desde nevoeiro de manhã a 25º C de tarde.

O piloto mais rápido do dia foi Sebastian Vettel da Red Bull, que fez um tempo de 1m37,305s com os pneus de composto médio, a meio da TL2. O seu companheiro de equipa, Mark Webber, foi o segundo à frente dos dois Mercedes, enquanto Heikki Kovalainen foi rápido com ambos os compostos da Pirelli, na sua estreia pela Lotus, fazendo o quinto melhor tempo.

A sessão de abertura dos treinos livres, de manhã, foi retardada devido a nevoeiro e depois encurtada devido a problemas com o helicóptero médico. Fernando Alonso da Ferrari foi o mais rápido com pneus duros, mas, com pouca corrida de manhã, as equipas tiveram que aproveitar ao máximo da hora e meia da TL2.Com a pista ainda a evoluir, as equipas concentraram-se na performance em corrida com cargas de combustível diferentes usando ambos os compostos.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse:“Tivemos hoje uma ampla variedade de condições meteorológicas, mas estamos à espera que a temperatura suba durante o resto do fim-de-semana, o que, sem dúvida, torna mais difícil às equipas prever o comportamento dos pneus epor consequência a estratégia. Adicionalmente, vimos a pista a evoluir no decorrer de ambas as sessões, com tempos progressivamente mais rápidos.Em termos gerais, parece haver mais aderência que no ano passado, quando o asfalto era novinho em folha. Pelo que pudemos ver até agora, é bem possível que esta seja uma corrida de uma paragem nas boxes para a maioria dos pilotos, embora alguns tentem fazer duas paragensse sentirem que podem tirar proveito disso em termos de velocidade. O desgaste e a degradação foram o que estávamos à espera: o pneu médio será aquele a utilizar na qualificação, ao passo que vimos muito pouca degradação do pneu duro – que neste momento é precisamente um segundo mais lento que o pneu médio. Essaé uma diferença suficientemente grande para fazer a diferença, em particular para os pilotos que partam abaixo dos dez primeiros e não são obrigados a começar a corrida com os pneus com se qualificaram. Há muitos dados para analisar hoje à noite, antes de as equipas se concentrarem em simulações de qualificação amanhã durante a TL3, que será provavelmente efetuada em condições meteorológicas que são mais representativas das que iremos ter durante a corrida.”

 

TL1:

 

TL2:

1.Alonso

1m38,343s

Duro Novo

1.Vettel

1m37,305s

Médio Novo

2.Button

1m38,371s

Duro Usado

2.Webber

1m37,420s

Médio Novo

3.Bottas

1m38,388s

Duro Usado

3.Rosberg

1m37,785s

Médio Novo

Estatísticas do dia dos pneus:

 

Médio

Duro

Intermédio

Chuva

Quilómetros percorridos*

1890

4365

N/A

N/A

Total de jogos utilizados**

22

45

N/A

N/A

Maior número de voltas**

29

34

N/A

N/A

 * Este número indica a quantidade total de quilómetros feitos hoje nas sessões 1 e 2 de treinos livres pelo conjunto de todos os pilotos.

** Por composto, pelo conjunto de todos os pilotos.

Que a Força esteja contigo:

O que é popularmente conhecido como força G é, na realidade, aceleração. Estes são os valores máximos em travagem e em curva:

Máximo de força G na travagem (força longitudinal):

-4,63 @ Curva 12

Máximo de força G em curva (força lateral):

4,6 @ Curva 17

Factos do dia da Pirelli:

O piloto da Mercedes Lewis Hamilton é o único em atividade na Fórmula 1 que venceu um GP nos EUA, ganhando no ano passado no Circuit of the Americas e também em Indianápolis em 2007. Ele está a usar um capacete dedicado ao seu cantor americano favorito – Michael Jackson – no GP deste fim de semana, que ele espera que seja um thriller.

***

 

G.P. ESTADOS UNIDOS DE F1

GRANDE PRÉMIO DOS ESTADOS UNIDOS DE FÓRMULA 1

 

TUDO NA MESMA, DOIS RED BULL RENAULT NA FRENTE

 

 

 

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KOVALAINEN NA LOTUS

KOVALAINEN NA LOTUS

 

 

Kovalainen será o piloto que irá substituir Raikonen na Lotus no Grande Prémio dos Estados Unidos e no Brasil.Mistério resolvido...lotusf1

 

ANTEVISÃO PIRELLI G.P. USA F 1

Grande Prémio dos Estados Unidos: Circuito das Américas, 14-17 Novembro 2013

A PIRELLI TRAZ OS PNEUS DE COMPOSTO MÉDIO E DURO PARA OS ESTADOS UNIDOS

f1A penúltima corrida da época é o Grande Prémio dos Estados Unidos, que aconteceu pela primeira vez no Texas no ano passado. Esta época foi feita a mesma nomeação de pneus: o pneu duro P Zero Orange (Laranja) e o médio P Zero White (Branco).

Austin é um circuito extremamente variado, que coloca muita energia sobre os pneus ao alternar secções rápidas e fluidas com algumas partes mais lentas e técnicas.

É um teste muito bom para as capacidades de um pneu, com exigências de tracção nas curvas lentas a serem tão importantes como a aderência lateral nas mudanças de direcção de alta velocidade que são outra das características dos 5,513 quilómetros do Circuito das Américas.

Paul Hembery: “Os pneus médios e duros são a melhor escolha para o Grande Prémio dos Estados Unidos, porque é um circuito que coloca várias exigências de alta energia nos pneus, por isso precisamos dos compostos mais duráveis da gama. Há algumas curvas rápidas e muitas mudanças rápidas de elevação também: neste aspecto é um pouco como Spa. Quando temos mais energia a percorrer o pneu, temos uma maior acumulação de calor – o que aumenta o desgaste e a degradação. Agora que vimos para os EUA pela segunda vez temos uma melhor ideia do que esperar, enquanto que no ano passado – quando também nomeámos o pneu médio e o duro – foi um passo no escuro. Os compostos deste ano são mais macios, por isso esperamos cerca de duas paragens na corrida, dependendo do ritmo de evolução da pista. Apesar de ser Novembro, ainda é provável que tenhamos tempo quente, o que obviamente também afecta a degradação termal. A F1 recebeu umas boas vindas absolutamente fantásticas do público americano no ano passado, o que tornou esta corrida verdadeiramente memorável, e estamos desejosos de voltar a um país cheio de fãs da F1, e que também é um mercado chave para os pneus de Ultra Alta Performance.”

Jean Alesi: “O Grande Prémio dos Estados Unidos em 1990 foi na verdade o meu primeiro Grande Prémio com pneus Pirelli, na Tyrell, e acabou por ser uma corrida muito boa para mim. Foi o primeiro Grande Prémio da minha primeira época completa, por isso é sempre um de que me vou lembrar. Nessa altura, os circuitos de F1 americanos eram geralmente circuitos de rua, e este em Phoenix não foi exceção. Para além disso, as regras do desenvolvimento dos pneus eram totalmente abertas: as dimensões eram fixas, mas aparte isso, os fabricantes podiam fazer o que queriam. Com a Pirelli, podíamos passar a corrida inteira sem trocar de pneus, enquanto com as outras marcas era preciso parar. E isto foi essencial para a nossa forte performance que surpreendeu muita gente: liderei a corrida durante várias voltas e acabei em segundo atrás de Ayrton Senna no seu muito mais potente McLaren-Honda! E essa é a diferença que faz os pneus. Claro que no Grande Prémio dos Estados Unidos de hoje é muito diferente. O primeiro ano em Austin foi 2012 foi um verdadeiro espetáculo, com convidados especiais desde atores a astronautas, e foi fantástico ver os americanos tão entusiasmados com a F1. De facto não foi como nos meus dias, em que não havia muito interesse na F1 na América. Austin parece ser uma pista excitante de correr, o que obviamente ajuda. Um dos detalhes que julgo todos se lembram é os chapéus de cowboy da Pirelli no pódio: foram muito divertidos…”

O circuito do ponto de vista do pneu:

Tal como Abu Dhabi, Austin é um dos poucos circuitos do calendário a ser corrido contra o sentido dos ponteiros do relógio. Outros circuitos idênticos neste aspetosão a Coreia, Singapura e Brasil.

A superfície da pista em Austin, que era nova no ano passado, é geralmente muito macia. No entanto, com a passagem do tempo, a superfície geralmente tende a tornar-se um pouco mais abrasiva de ano para ano. Isto acontece pois o betume da parte de cima é desbastada, expondo a gravilha de que o asfalto é feito.

Notas técnicas dos pneus:Há duas áreas-chave em particular que são um desafio para os pneus no Circuito de Austin. A primeira é a Curva 1, que de forma rara é um gancho, onde os pneus têm de conseguir uma tração ótima – mesmo quando frios vindos de uma paragem. A Curva 11 é também particularmente exigente pois o piloto começa a travar a fundo com o carro já a virar, criando uma distribuição irregular de forças pelos pneus. Uma boa aderência do composto é essencial para uma saída de curva eficaz.

Os carros irão correr preparados para mudanças baixas e uma força descendente média: um set-up que não é muito diferente do usado no Grande Prémio da Turquia em Istambul – que tem alguns pontos em comum com o Circuito das Américas.Os primeiros três finalistas na América no ano passado (Lewis Hamilton, Sebastian Vettel e Fernando Alonso) usaram uma estratégia de uma paragem, começando com o pneu médio e acabando com o duro. No ano passado, havia cerca de meio segundo de tempo de volta de diferença entre os dois compostos; este ano, a diferença deverá ser um pouco maior.

 

 

 

As escolhas de pneus até agora:

 

 

PZero Red

PZero Yellow

PZero White

PZero Orange

Austrália

Supermacio

 

Médio

 

Malásia

 

 

Médio

Duro

China

 

Macio

Médio

 

Bahrain

 

 

Médio

Duro

Espanha

 

 

Médio

Duro

Mónaco

Supermacio

Macio

Médio

 

Canadá

Supermacio

 

Médio

 

Reino Unido

 

 

Médio

Duro

Alemanha

 

Macio

Médio

 

Hungria

 

Macio

Médio

 

Bélgica

 

 

Médio

Duro

Itália

 

 

Médio

Duro

Singapura

Supermacio

 

Médio

 

Coreia

Supermacio

 

Médio

 

Japão

 

 

Médio

Duro

India

 

Macio

Médio

 

Abu Dhabi

 

Macio

Médio

 

Estados Unidos

 

 

Médio

Duro

Brasil

 

 

Médio

Duro

 

 

***

 

PEREZ FORA DA MCLAREN

SERGIO PEREZ FORA DA MCLAREN

 

 

O piloto mexicano só irá correr na equipa da McLaren até final de época, segundo as suas palavras em alguma imprensa internacional, na qual inclusive chegou a fazer criticas severas sob o fumcionamento da equipa.Assim Magnussen irá ocupar o lugar do piloto mexicano, não se sabendo ainda qual será o destino de Pperezerez em 2014, no entanto segundo rumores internacionais, o piloto poderá manter-se na Fórmula 1, pois há ainda equipas com lugares disponiveis, ou então rumar para a Fórmula Indy nos Estados Unidos.

 

CURIOSIDADES SOBRE FILIPE MASSA

10 COISAS QUE VOCÊ DEVERIA SABER (OU NÃO) SOBRE FELIPE MASSA

Muito criticado no início de sua carreira na F1 pelos erros cometidos, Felipe Massa chegou a ter a sua habilidade para conduzir um fórmula um questionada. Entretanto, com o amadurecimento, revelou-se um piloto destemido e vencedor, até uma certa prova na Alemanha, em 2010...
Veja aqui algumas das conquistas de Felipe e saiba um pouco mais sobre este polêmico piloto.
1) foi campeão em todas as categorias de monopostos que disputou até chegar à F1;
2) começou no kart aos 8 anos, quando terminou o campeonato em 4º lugar. Correu de kart por 7 anos e depois estreou na Fórmula Chevrolet, onde conquistaria o título em sua segunda temporada. Foi a única vez em que não conquistou um título de monoposto já na primeira temporada;
3) em sua segunda corrida na F1, pela Sauber, marcou seus primeiros pontos ao terminar em 6º lugar na Malásia. Voltou a pontuar na Espanha e no GP da Europa;
4) na sua primeira temporada pela Ferrari, em 2006, venceu na Turquia e no Brasil, terminando o campeonato em 3º, atrás apenas de Fernando Alonso e Michael Schumacher;
5) em 2007, tornou-se o primeiro brasileiro a liderar o campeonato de pilotos da F1 desde Ayrton Senna em 93. Venceu 3 provas e liderava com folga o GP do Brasil, mas abriu mão da vitória em benefício do team mate Kimi Räikkönen, que assim se tornou campeão. Terminou a temporada em 4º;
6) em 2008, teve seu pior início de temporada na F1 até então não completando as duas primeiras corridas, mas se recuperou e venceu 6 provas, pontuando em 13 das 18 etapas. Um erro da Ferrari em Cingapura pode ter lhe custado o campeonato mundial, perdido para Lewis Hamilton por apenas 1 ponto. O título foi decidido na última curva da última volta em Interlagos, numa manobra considerada polêmica por alguns: a ultrapassagem de Hamilton sobre Timo Glock. A polêmica foi reacesa esta semana com declarações de Luca Cordero di Montezemolo. Curiosidade: é errado referir-se ao presidente da Ferrari como Luca di Montezemolo. O correto é escrever o nome completo ou Luca Montezemolo;
7) é o piloto com mais temporadas disputadas pela Ferrari, após Michael Shumacher e o quarto em número de vitórias pela Scuderia, 11 (empatado com Fernando Alonso), atrás de Schumacher (72), Lauda (15) e Ascari (13) e à frente de Prost, Villeneuve, Räikkönen, Mansell e Alesi, dentre outros;
8) todas as suas corridas disputadas na F1 até hoje foram com motores Ferrari;
9) após seu retorno às pistas em 2010, depois do acidente que quase o matou, chegou a liderar o campeonato, pontuando em todas as 7 primeiras etapas. Entretanto, não marcou pontos nas 3 etapas posteriores e na 4ª, o GP da Alemanha, recebeu ordens da equipe para abrir passagem para Fernando Alonso, terminando em 2º. A FIA considerou a manobra anti-esportiva e multou a Scuderia em 100.000 dólares, além de marcar uma anotação contra a Ferrari no Conselho Mundial de Esporte a Motor;
10) em 2014, será o 7º piloto brasileiro a correr para Frank Williams, depois de José Carlos Pace, Nelson Piquet, Ayrton Senna, Antonio Pizzonia, Rubens Barrichello e Bruno Senna, além dos reservas Max Wilson e Bruno Junqueira.

 

PILOTOS BRASILEIROS NA WILLIAMS

PILOTOS BRASILEIROS NA WILLIAMS

 

Npil3pil4pil5pil6pil7pil8pilotos brasileiros1ão deixa de ser curioso observar que a equipa da Williams de Fórmula 1, acaba por se tornar um "autentico viveiro " para os pilotos brasileiros que tem militado nesta discplina rainha do automobilismo mundial.

 

NELSON PIQUET OPERADO DE URGENCIA

NELSON PIQUET OPERADO DE URGENCIA

 

O antigo Campeão do MUndo de Fórmula 1, foi ontem operado de urgencia numa unidade hospitalar na cidade de S.Paulo no Brasil, ao coração.Há dois anos a esta parte foi-lhe diagnosticado um problema na má formação deste orgão vital de vida, e assim foi-lhe feita esta intervenção para lhe colocar  uma proteseNelson-Piquet-Goodwood-2013-1-640x448 que ajuda a normalizar o fluxo sanguineo numa artéria entupida, numa altura em que Nelson Piquet já tem 61 anos de idade, estando nesta fase em periodo de recuperação.

 

AUTODROMO DO ESTORIL APTO A RECEBER A FÓRMULA 1

AUTODROMO DO ESTORIL APTO A RECEBER A FÓRMULA 1

 

O autodromo do Estoril recebeu ontem a certificação que permite que se dispute provas, assim como testes de Fórmula 1.A inspecção decorreu no passado mês de Agosto, e agora o autodromo do Estoril, ve reconhecida a capacidade eorganização de provas e testes para a categoria rainha do automobilismo mundial.Não deixa de ser curioso, que o autodromo do Estoril detinha desde 2000 o grau 2 + 1 T, que apenas permitia a realização de testes, mnas agora com a a atribuição de grau 1, permite tudo referente à F 1.

 

Por isso nos objectivos traçados pelos responsáveis consta procurar junto das equipas de Fórmula 1, que possam testar nesta pista, pois meios não lhe faltam.No decorrer deste ano, o autodromo do Estoril já esteve ocupado em mais de centena e meia de dias, onde já passaram equipas da Mercedes do DTM, Jaguar, BMW,  e estoriloficias da GP 3.

 

ANTEVISÃO DA PIRELLI PARA G.P.ESTADOS UNIDOS DE F 1

 

United States Grand Prix Preview: Circuito das Américas, 14-17, nov 2013

 


PIRELLI PNEUS TRAZ composto duro E MÉDIO PARA OS ESTADOS UNIDOS

 


A penúltima corrida da temporada são os Estados Unidos Grand Prix, que foi realizada pela primeira vez no Texas no ano passado. Nesta temporada, a mesma nomeação pneu foi feito : P Zero Laranja duro e P Zero Branco médio .
Austin é um circuito extremamente variada , que coloca muita energia através dos pneus , alternando secções rápidas e fluindo com algumas partes mais lentas e mais técnico.
É um bom teste para a capacidade a toda a volta de um pneu , com tração exige saída das curvas lentas tão importante quanto a aderência lateral através das mudanças de alta velocidade de direção que são outra característica fundamental do Circuito 5.513 quilômetros das Américas .
Paul Hembery : " Os pneus duros e médios são a melhor escolha para os Estados Unidos Grand Prix, porque é um circuito que coloca várias exigências de alta energia sobre os pneus , então você precisa os compostos mais duráveis ​​no intervalo. Há algumas curvas rápidas e muitas mudanças de elevação rápida assim : a esse respeito é um pouco como Spa . Quando você tem mais energia que atravessa o pneu , você tem um calor maior acúmulo - que é o que aumenta o desgaste e degradação. Agora que estamos chegando para os EUA pela segunda vez , temos uma melhor idéia do que esperar , enquanto que no ano passado - quando também nomeado o disco eo meio - era muito mais um passo para o desconhecido . Compostos deste ano são mais suaves , de modo que seria de esperar em torno de dois pit stops na corrida, dependendo também a taxa de evolução pista. Mesmo que seja novembro ainda estamos propensos a ter o tempo quente , o que obviamente afeta a degradação térmica também. Formula One recebeu uma recepção absolutamente fantástico da American público no ano passado , que fez uma corrida memorável , e nós estamos muito ansiosos para voltar a um país cheio de grandes fãs de F1 , que também é um mercado-chave para o nosso pneus Ultra High Performance ".
Jean Alesi : " The United States Grand Prix em 1990 foi realmente o meu primeiro Grand Prix em pneus Pirelli , com Tyrell , e acabou por ser uma corrida muito boa para mim. Foi o primeiro grand prix da minha primeira temporada completa , por isso sempre que eu vou lembrar. Naquela época, os americanos um circuito de Fórmula eram principalmente circuitos de rua , e este em Phoenix não foi excepção. Além disso , as regras de desenvolvimento de pneus foram completamente aberto : as dimensões foram fixadas , mas para além de que os fabricantes poderiam fazer o que quisessem . Com Pirelli , poderíamos ir toda a corrida sem parar , enquanto os outros tiveram que parar. E isso foi fundamental para o nosso forte desempenho que surpreendeu muita gente : I liderou a corrida durante várias voltas e , no final, terminou em segundo lugar apenas para Ayrton Senna no muito mais poderoso McLaren- Honda ! E essa foi a diferença que os pneus fizeram . É claro que os Estados Unidos Grand Prix agora é muito diferente. O primeiro ano de Austin em 2012 foi um verdadeiro show , com convidados especiais que vão de atores para os astronautas , e foi fantástico ver o povo americano tomar tão entusiasticamente a Formula One . Realmente não era assim no meu tempo , quando não havia tanto interesse na F1 nos Estados Unidos. Austin parece uma trilha emocionante de conduzir , bem como, o que , obviamente, ajuda . Um dos detalhes que eu acho que todo mundo se lembra é chapéus de cowboy da Pirelli no pódio : estas foram realmente muito divertido ... "
O circuito de um ponto de vista dos pneus :
Assim como Abu Dhabi , Austin é um dos poucos circuitos no calendário para correr no sentido anti -horário. Outros circuitos anti -horário são a Coréia , Cingapura e Brasil .
A superfície da pista de Austin, que era novo no ano passado, é geralmente muito bom. No entanto, com o passar do tempo , as superfícies em geral, tendem a tornar-se um pouco mais abrasivo ano para ano. Isto acontece como o betume no topo é varrido , expondo as pequenas pedras de que o asfalto é feito .
Outras informações sobre Austin e as exigências que coloca sobre pneus, bem como informações sobre como exatamente aderência é gerada , pode ser encontrado em um vídeo em animação 3D estrelando da Pirelli Racing Manager Mario Isola . Este é livre de copyright para uso de mídia em um site da Fórmula Pirelli : www.pirelli.com/f1pressarea
Notas de pneus técnicos:
Há duas áreas principais que desafiam particularmente os pneus no circuito de Austin. O primeiro é a curva 1 , o que é incomum um hairpin , onde os pneus tem que fornecer a tração ideal - mesmo quando o frio em um out- colo. Curva 11 também é particularmente exigente como o controlador inicia a travagem fortemente com o carro já viragem , criando uma distribuição desigual de forças através dos pneus. Boa aderência a partir do composto é essencial para um eficaz transformar -se .
Os carros vão correr com baixa alavancagem e médio downforce : um set- up que não é muito diferente do que era anteriormente utilizado para o GP da Turquia em Istambul - que tem alguns pontos em comum com o Circuito das Américas .
Os três primeiros colocados na América do ano passado ( Lewis Hamilton, Sebastian Vettel e Fernando Alonso ) usou uma estratégia de uma parada , a partir do pneu médio e terminando no disco . No ano passado, havia cerca de meio segundo de colo diferença de tempo entre os dois compostos , este ano, que deve ser ligeiramente maior.
As escolhas de pneus até agora:
 PZero Red PZero Amarelo PZero Branco PZero Laranja
Austrália Supersoft Médio
Malásia Médio Difícil
China Macio Médio
Bahrain Médio Difícil
Espanha Médio Difícil
Mônaco Supersoft suave
Canadá Supersoft Médio
Grã-Bretanha Médio Difícil
Alemanha suave Médio
Hungria suave Médio
Bélgica Médio Difícil
Itália Médio Difícil
Cingapura Supersoft Médio
Coréia Supersoft Médio
Japão Médio Difícil
Índia suave Médio
Abu Dhabi suave Médio
Estados Unidos Médio Difícil
Conheça o Pirelli F1 Team : Ilaria Parolari , assistente pessoal de Paul Hembery
Ilaria nasceu na Itália, perto de Como , mas cresceu para perto de Milão, onde ela se baseia agora . Ilaria estudou línguas e tem sido parte da Pirelli desde 2004. Antes de se mudar em automobilismo , ela trabalhou em viagens e logística do departamento de Pirelli , mas sempre foi um fã de carros de corrida. Então, depois de Pirelli entrou na Fórmula Um em 2011, Ilaria foi oferecido um papel como PA de Paulo.
Sua prioridade é cuidar de todas as atividades relacionadas com as necessidades de negócios de Paulo , gerenciando seu diário e organizar todos os aspectos de sua vida: reuniões, viagens , discursos e outros compromissos - tanto no escritório em Milão e na pista em todo o mundo . Ilaria trabalha em colaboração com todos os muitos outros departamentos envolvidos no automobilismo : durante cada semana do Grande Prémio ela cuida de todos os convidados VIP e administra os passeios de hóspedes no paddock . E se isso não bastasse, ela também é responsável por pedidos de passes F1 e gestão do paddock passa durante cada semana do Grande Prémio . O que faz dela uma pessoa na demanda ...
Ela não tem muito tempo livre , mas quando ela está em casa gosta de ver sua família - especialmente sua irmã gêmea - e gosta de exposições de arte , shows e boates .
"Acima de tudo eu sou uma pessoa muito positiva ", diz Ilaria . " Quando eu estou chateado pessoas notá-lo , mas eu tento e certifique-se que não acontece com muita frequência. Normalmente eu estou sorrindo o tempo todo! "
Outras notícias da Pirelli :
Pela primeira vez , a Pirelli equipados GP2 e GP3 Series realizou um teste conjunto , por três dias após o Abu Dhabi Grand Prix, de terça a quinta-feira. McLaren de Fórmula Um júnior Stoffel Vandoorne definir o ritmo GP2 com um tempo de 1m48.657s postadas na noite do último dia em um carro DAMS . Um número de motoristas GP3 deste ano também amostradas GP2 máquinas no teste , como o premiado da Pirelli Facu Regalia .
Na GP3 , Patric Niederhauser liderou as folhas de tempo , graças a um tempo de 1m55.372s , situado na quinta-feira à tarde . Niederhauser , que dirigiu por MW Arden no teste , foi um dos concorrentes existentes GP3 deste ano. A título de comparação , a pole position de Mark Webber em Abu Dhabi Grand Prix deste ano foi 1m39.957s . Tanto a série GP2 e GP3 usada a especificação atual do pneu Pirelli , correndo à luz do dia e sob os holofotes de Abu Dhabi por noite.
Pirelli acaba de ganhar o prestigiado 'Top of Mind ' prêmio pelo quinto ano consecutivo no Brasil, que é o maior mercado da empresa italiana. Isto significa que a Pirelli voltou a ser oficialmente reconhecida como uma das marcas mais reconhecidas no país por instituto de pesquisa líder no Brasil .
Os mais recentes produtos de inverno da gama fashion P Zero - incluindo casacos impermeáveis ​​em borracha - já ido à venda em sua própria seção dedicada na Harrods de Londres, anunciada como a loja de departamentos mais famosa do mundo.

 

GALERIA IMAGENS

GALERIA DE IMAGENS

 

 

f1f3f4f5f6f7f8f9f10f11f12f14f15f16f17f18RECORDAR G.P. F1 NOS ESTADOS UNIDOS

 

FILIPE MASSA CONFIRMADO NA WILLIAMS

FILIEPO MASSA CONFIRMADO NA WILLIAMS

 

 

massassFoi hoje de tarde confirmado oficialmente o ingresso do piloto brasileiro Filipe Massa na Williams.Massa vem assim substituir Maldonado, provavelmente de saida para a Lotus.

 

ENTREGA DE PRÉMIOS DA GP 2 EM ABU DHABI

ENTREGA DE PRÉMIOS DA GP 2 EM ABU DHABI

 

Grupo de imagens referentes à cerimónia de entrega dos prémios do Grande Prémio do Abu Dhabi.gp1-premiosgp2gp3gp4gp5gp6gp7gp8gp9gp10gp11gp15gp16gp17

 

GALERIA DE IMAGENS

GALERIA DE IMAGENSFÓRMULA 1 ABU DHABI

 

 

Derradeiro grupo de imagens da prova deste fim de semana no Yas Marina em Abu Dhabi.fx1fx2fx3fx5fx6fx7fx8fx9fx10fx11fx12fx15fx16fx17fx18fx19fx20fx21fx22fx23fx24fx25fx26fx27fx30fx31fx32fx33fx34fx35fx36fx37fx38fx39fx40fx41fx42fx44fx45fx46fx50fx51fx52fx53fx54fx55fx56fx57fx58fx59fx60fx61fx62fx63fx64fx65fx65fx67fx68fx69fx70fx71fx72fx73fx74fx75fx76fx79fx80fx81fx200fx202fx203fx204fx210fx211fx211fx213fx220fx221fx222fx223fx224fx225fx226fx230fx231fx232fx233fx234fx235fx300fx302fx301fx302fx310fx311fx312fx314fx315fx320fx321fx325fx326fx327fx328fx330fx340fx341fx342fx343fx344fx345fx350fx351fx352fx353fx354fx360fx361fx362fx363fx364fx365fx631fx642fx643fx645fx900fx901fx902fx903fx904fx905fx906fx907fx908fx909fx910fx911fx912fx914fx916fx917fx918fx919fx920fx921fx922fx923fx924fx926fx927fx928fx929fx930fx931fx999

 

FELIX DA COSTA ESTEVE EM ABU DHABI

FELIX DA COSTA ESTEVE EM ABU DHABI

 

 

O piloto português esteve o passado fim de semana em Abu Dhabi, onde foi o felix1felix2felix3terceiro piloto da equipa da Red Bull Renault, tendo acompanhado toda a preparação para o Grande Prémio, caso fosse necessário os seus préstimos, o que tal não se veio a verificar.

 

ALTERAÇÕES NO INGRESSO NA F1?

ALTERAÇÕES NO INGRESSSO NA FÓRMULA 1 ?

 

A Fia está já a preparara regulamentação no sentido do acesso á Fórmula 1 ser mais condicionado, de forma a evitar subidas de pilotos oriundos da GP 3, directamente para o escalão mais alto do automobilismo mundiall.Isto surge no sentido de não perigar com a segurança das corridas,e todos os novos candidatos à super licença têm de prencher uma série de requsitos.Assim Jean Todt, como responsável máximo da Fia, encarregou Gerhard Berger de fazer nova legislação nesse sentido, para criar maiores exigências

 

PILOTO RICARDO TEIXEIRA PROCESSA SANTADER

 

RICARDO TEIXEIRA PROCESSA SANTANDER

 

O piloto Ricardo Teixeira que foi piloto de Testes da Caterham F1 em 2011 ( ex- Team Lotus )  testou por diversas vezes o F1, tanto em testes não oficiais ( Valência ), como em testes oficiais ( Barcelona )  e em testes de aerodinâmica em aeroportos.
  
Entretanto e como todas as equipes de F1, os respetivos pilotos de testes são colocados como pilotos oficiais de GP2 de acordo com a disponibilidade das equipes e com os orçamentos disponíveis e dependentes do montante financeiro dos Patrocinadores.
 
No entanto e apesar de todo o passado, vou-me focar agora na situação actual :
  
É celebrado um contrato entre a ASM / RAPAX  GP2 e a SONANGOL para que o Ricardo fizesse a época de 2012.
 
Lamentavelmente e apesar de várias promessas, a Sonangol nunca pagou à Rapax a respectiva época, colocando o Ricardo numa posição muito constrangedora corrida a corrida. Mesmo assim, a equipe NUNCA parou o Ricardo.  
 
Durante o ano de 2012 houve várias promessas de que o pagamento ia ser feito a qualquer momento. Houve cartas comprometedoras do Ministério dos Desportos de Angola, houve a aceitação e entrega do Contrato, houve a aceitação da respetiva fatura por parte da Sonangol e PRINCIPALMENTE emails do Banco Santander a garantir à ASM / RAPAX a ordem de transferência por parte de Angola num prazo máximo de 15 dias. Em 19/09/2012 o referido Banco enviou um email à equipe a GARANTIR a transferência ordenada pela Sonangol.
 
Houve várias visitas de membros da Sonangol às diversas corridas do Ricardo a apoiarem tanto a equipe, como o Ricardo e a GARANTIREM à equipe que a Sonangol era uma Empresa idónea e que iria cumprir com os seus compromissos.
 
Infelizmente tal não veio a acontecer e a Sonangol NÃO pagou à equipe.
 
A ASM / RAPAX pôs à Sonangol e ao Ricardo um processo em Itália no Tribunal de Pádua em Janeiro do corrente ano numa situação chamada Juridicamente " Injunção Sumária ".
 
Esse mesmo processo foi ganho e como consequência penhoraram à ENI Angola ( Cliente Sonangol ) uma verba superior à dívida em causa. - É evidente que a dívida real é muito menor e é só esse dinheiro mais os respetivos juros que o Team quer.
 
Em 7 de Fevereiro do corrente ano a ENI Angola declarou à RAPAX que tinha este mesmo montante à sua ordem e à espera que o Tribunal desse autorização para a respetiva libertação desse dinheiro.
 
Quando o piloto pensou que já estaria livre desta situação que o preocupava bastante, eis que é surpreendido pela seguinte situação : 
  
Lamentavelmente e de acordo com a Justiça Italiana que neste ponto é idêntica à Portuguesa levantou-se um problema no dia anterior ao levantamento desta verba, que foi a suspeição de documentos falsificados, impedindo assim o respetivo levantamento de dinheiro por parte da ASM / RAPAX. Situação que se mantêm até ao presente momento.
 
Porquê ?
 
O Banco Santander que tinha ( tal como no passado por diversas vezes ) enviado emails às equipes a garantirem o pagamento das verbas através de instruções de Angola e como de costume a pedirem a confirmação dos respetivos números de contas, bem como a apresentação dos comprovativos de pagamento, de repente vem NEGAR tudo e Garantir que nunca tinham enviado nenhum email para a equipe ou para o Ricardo, que era tudo falso e inclusivamente ameaçar-nos com um processo crime, bem como participação na Ordem dos Advogados dos nossos Advogados que tinham validado estes mesmos emails.
 
A seguir, nós tentamos a todo o custo provar que o Santander estava a mentir. Assim disponibilizamos os nossos computadores para que a Justiça pudesse analisar que os emails vieram DIRETAMENTE para os nossos computadores dos endereços Santander.pt, em PDF e que não houve Forwards dos mesmos, tornando inviável qualquer tipo de alteração.
 
Fomos encontrar outras provas que demonstram CLARAMENTE que os mesmos emails tiveram origem no Santander, facto que torna impossível qualquer tentativa de negação por parte do Santander.
 
Infelizmente a Justiça Italiana, tal como a Portuguesa não podia aceitar estas provas sem autorização de um Juiz ou de um delegado do Ministério Público.
 
Assim e infelizmente não tivemos nenhuma alternativa senão pôr um Processo Crime contra o Santander e os responsáveis do mesmo Banco que assinaram e declararam que NUNCA tinham enviado nenhum tipo de email para nós e para a ASM / RAPAX.
 
Em simultâneo apresentamos uma reclamação no Banco de Portugal sobre estes factos e que segundo temos vindo a ser informados está em averiguações.
 
Resumindo : Graças a estas situações, o Ricardo ESTÁ PARADO ( com exceção para as duas corridas que lhe foram Gentilmente oferecidas pela Trident GP2 DE BORLA na Hungria e em SPA-Francochamps ). Por outro lado, a ASM / RAPAX continua sem o dinheiro respeitante à época de 2012
  
E ninguém percebe o porquê do Santander em vez de se meter de forma bastante estranha neste assunto e evitar que a RAPAX e o Ricardo recebessem o dinheiro que lhes é devido, não respondeu o que deveria ter respondido, como por exemplo : É verdade enviamos os mesmos emails mas por qualquer motivo que desconhecemos o dinheiro não foi transferido o que nos impediu de pagar à RAPAX. 
 
Muito pelo contrário, trataram-nos como vigaristas e falsificadores de emails, MESMO sabendo que com tempo os nossos Tribunais  resolveram a situação e irão acabar por ser PROVADAS , ou pelos email, ou pelos IP´S ou pelos nossos computadores que eles estão a mentir e que a verdade está do nosso lado.
 
Entretanto a pergunta é esta : qual  será o custo desta situação. Quais são os problemas financeiros que estão a causar a toda  família Teixeira?, devido às perdas de patrocínios mais pequenos, mas de grande importância para o dia a dia e respetivas despesas. Quais são os problemas que estão a causar à Equipe ?. Até que ponto estragaram o futuro do Piloto ?, etc. 
     
Tudo isto por causa da intervenção completamente ilógica por parte do Banco Santander Totta Portugal.
  
 
            
             
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CALENDÁRIO DE 2014 DE F1 PODE SOFRER ALTERAÇÕES

CALENDÁRIO 2014 DE FÓRMULA 1 PODE SOFRER ALTERAÇÕES

 

 

Pelos vistos o calendário do Mundial de Fórmula 1 para o próximo  ano poderá sofrer alterações.Inicialemente contava com vinte e dois Grandes Premios, mas pelos vistos deverá ficar apenas pelas duas dezenas de provas, já que o tão falado Grande Prémio de Nova Jérsia, ainda não será em 2014 que Eclestone vai ter os Fórmula 1 a rodar junto de Nova York, e a ilha de Manhattan.O problema para este Grande Prémio chama-se dinheiro, pois depois da passagem do tufão no ano passado, ainda não houve dinheiro para recuperar todas as áreas destruidas, e caso houvesse dinheiro desviado para as corridas, iria com certeza haver muita gente contra.Por isso este Grande Prémio de Nova Jérsai paenas se poderá eventualemnte realizar em 2015.O outro Grande Prémio é o do México, que quer regressar, só que aqui o problema, chama-se tempo, pois as obras que terão de ser efectuadas, não deixam o circuito pronto para receber a F 1

 

ROSSI E CALADO VENCERAM PROVAS DE GP 2

 

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ROSSI E CALADO VENCERAM PROVAS DE GP 2 EM ABU DHABI

 

Duas corridas fizeram parte do proghramas de corridas este fim de semana na pista do yas Marina em Abu Dhabi, na qual a GP" foi uma das prova de suporte do Mundial de Fórmula 1 que visitou o Médio Oriente pela última vez esta época.

ASssim, Rossi foi o vencdor da 1ª corrida, tendo repartido o pódio com J.Palmer e M.Ericsson.O "top six"  ficou completo com Leimer, Clos e Calado.

Para a segunda corrida,  seria James Calado a vencer de forma determinada, tendo sempre na sua esteira Clos e Leimer que assim repartiram o pódio.Nas três posições seguintes classificaram-se Bird,Abt e Ericsson.go455gp30gp32gp36gp32gp445gp446gp448gp449gp458xgp1IMG 7248

 

MAIS BRONCAS PARA ECLESTONE

MAIS BRONCAS PARA ECLESTONE

 

 

O "boss" da Fórmula 1, não pára e a justiça também não.Desta feita  Bernie Ecxlestone está com mais problemas, desta feita com a Suiça, onde estão a investigar sobre um suborno feito a um banqueiro alemão no valor de "apenas" 44 milhões de dólares....em relação á venda ao grupo CVC em 2006.

 

Não será demais referir, que Eclestone, irá ter um ano de 2014, bem prenchido em tribunais, com diferentes justiças europeias, e no inicio do proximo ano será na Alemanha que irá ser julgado.Por outro lado na semana passada surgui outra acção colocada na justiça inglesa, apresentada pela Constantin Media, quer pretende ser ressarcida de 171 milhões de dólares.

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Por isso Eclestone, tem um 2014 bem prenchido, e agoira resta aguardar, como se irá sair de todos estes imbroglios.

 

PORSCHE DIZ NÃO À F 1

PORSCHE DIZ NÃO Á FÓRMULA 1

 

Nos meios internacionais, surgui um rumor que informava que a Porsche poderia estar a um passo de ingressar na Fórmula 1. perante tal facto, a marca de Estugarda, já veio oficialmente desmentir o interesse na participação na disciplina máxima do automobilismo.Por outro lado a Porsche vai-se concentrar no próximo ano nas provas de resistência, não esquecendo os GT  dos diferentes campeonatos em que os GT 3 participam,para além dos troféus Porsche que se realizam em diferentes pontos do globo.

 

G.P. ABU DHABI DE F 1

 

GP DE ABU DHABI DE F1 2013 – Corrida

 VETTEL VENCE SOB AS LUZES DE ABU DHABI COM DUAS PARAGENS NAS BOXES

O recém-coroado campeão mundial de pilotos, Sebastian Vettel da Red Bull, venceu o GP de Abu Dhabi de Fórmula 1, tendo começado a corrida com os pneus macios P Zero Amarelos e feito depois duas tiradas com os pneus médios P Zero Brancos.

A maioria dos pilotos começou a corrida com os pneus macios. As exceções foram Jenson Button da McLaren, Valtteri Bottas da Williams, o Sauber de Esteban Gutierrez, o Force India de Adrian Sutil e o pilotoda Lotus Kimi Raikkonen – tendo este iniciado o GP no final da grelha de partida por ter cometido uma infração técnica.

Vettel apossou-se da liderança logo desde a partida e fez a sua primeira paragem nas boxes na volta 14, mudando de pneus macios para médios, antes de reentrar em pista ainda na frente da corrida. O Force India de Paul Di Resta fez a mais comprida tirada inicial com pneus macios, 20 voltas, enquanto o seu companheiro de equipa, Sutil, fez a maior tirada com pneus médios, parando na volta 28. Esta estratégia possibilitou a Di Resta terminar em sextoe Sutil acabar em 10.º (tendo iniciado,respetivamente, na 11.ª e 17.ªposições da grelha de partida).

Vettel voltou a parar na volta 37 para montar outro jogo de pneus médios sem perder a liderança e acabou por vencer com meio minuto de vantagemsobre o segundo, o seu companheiro de equipa Mark Webber: a terceira dobradinha da Red Bull nesta temporada e o 100.º pódio da equipa. Fernando Alonso da Ferrari adotou uma estratégia diferente, tendo feito uma tirada final de 11 voltas com pneus macios, o que lhe permitiu ultrapassar outros pilotos na fase final da corrida e terminar no quinto lugar. Jenson Button da McLaren completou 44 voltas com pneus médios e teria feito a corrida com uma estratégia de uma paragem nas boxes não for a ter de ir às boxes antes, devido a ter a asa da frente danificada.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “Antes de mais, parabéns a Sebastian Vettel por ter ganho esta corrida. Foram usadas diversas estratégias, com bons níveis de desgaste e degradação de ambos os compostos, o que significou que os pilotos puderam fazer longas tiradas iniciais mesmo com os pneus macios. Sebastian fez uma corrida magistral, tendo triunfado sem nunca ter cedido a liderança em qualquer fase da prova, aproveitando ao máximo o facto de não ter utilizado de todo o composto médio durante a qualificação, o que o fez com que hoje tivesse à sua disposição dois jogos de pneus médios novos. Como de costume, verificou-se um nível elevado de evolução da pista e queda da temperatura ao nível da pista com o decorrer da corrida, embora na verdade talvez não na proporção quetínhamos antecipado.”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

 

Macio

 Médio

Intermédio

Chuva

Primeiro

ALO – 1m43,434s 

VET – 1m43,893s 

N/A

N/A

Segundo

BOT – 1m44,351s 

GRO – 1m44,301s 

N/A

N/A

Terceiro

SUT – 1m45,609s 

WEB – 1m44,364s

N/A

N/A

Tiradas mais longas da corrida:

Médio

44 voltas

J Button

Macio

28 voltas

A Sutil 

Intermédio

N/A

N/A

Macio

N/A

N/A

Avaliação da correção de previsões:

A nossa previsão para as 55 voltas do GP de Abu Dhabi era de uma paragem nas boxes, embora a maioria dos pilotos acabasse por parar duas vezes. Abu Dhabi é uma das mais difíceis corridas da temporada para fazer previsões de estratégias, devido à queda das temperaturas ao nível da pista com o desenrolar da corrida, o que tem um efeito direto no desgaste e degradação dos pneus.

A estratégia de duas paragens que tínhamos previsto era: começar com pneus macios, mudar para médios na volta 9 e uma última tirada com novo jogo de médios a partir da volta 32. Vettel cumpriu com o padrão esperado, mas foi um pouco mais longe, parando nas voltas 14 e 37.

 

***

 

G.P.ABU DHABI F 1

GRANDE PRÉMIO DE FÓRMULA 1 - ABU DHABI

 

TUDO NA MESMA, COM DOBRADINHA DA RED BULL RENAULT

 

 

Sem alterações em relação às provas anteriores, no Yas Marina, a Red BUll Renault venceu de forma determinada,. não dando chance aos seus mais directos adversários, conseguindo uma dobradinha com Vettel e Webber.

 

O ultimo lugar do pódio foi para o Mercedes de Rosberg, que ao longo da corrida, foi o único que deu réplica aos carros do touro, ficando a 4ª posição para o Lotus Renault de Grosjean, que teve sempre na defesa,perante os ataques do Ferrari de Alonso, do Force India de Di Resta.A 7º posfx2fx3fx4fx5fx6fx7fx8fx10fx11fx12fx14fx20fx21fx30fx31fx32fx33fx34fx35fx36fx37fx38fx39fx40fx41fx42fx43fx44fx45fx46fx47fx48fx49fx50fx51fx52fx54fx55fx56fx57fx58fx59fx60fx500fx501fx600fx601fx602fx603fx604fx605fx606fx607fx608fx609fx610fx611fx612fx615fx616fx617fx618fx619fx620fx700fx702fx703fx704fx705fx706fx707fx708fx709fx710fx711fx712fx714fx715fx716fx717fx718fx720fx730fx731fx732fx733ição foi para o Mercedes de Hamilton, que teve sempre na sua traseira o Ferrari de Massa,o McLaren de Perez e o Force India de Sutil.

 

PILOTOS DA MARUSSIA

PILOTOS DA MARUSSIA VISITAM CENTRO PEDIATRICO

 

 

Os pilotos e a equipa da Marussia visitaram um centro pediatrico no Dubai, onde tiveram assim oportunidade de conviver com uma série de crianças, conforme imagens anexas.maruissia8marussia-pilotos visitam_centropediatriconodubaimarussia2marussia3marussia4marussia5marussia6marussia7marussia9marussia10marussia11marussia12

 

G.P. F1 EM ABU DHABI

2013 Abu Dhabi Grande Prémio – Qualificação

ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM ESPERADA NO GRANDE PRÉMIO DO ABU DHABI

fx15fx20fx22fx23fx24fx25fx26fx27fx28fx29fx30fx31fx32fx33 Mark Webber da Red Bull começará na pole position do Grand Prémio do Abu Dhabi depois de se ter qualificado como o mais rápido com o composto P Zero Yellow (Amarelo), que foi nomeado juntamente com o P Zero White (Branco) para este fim de semana.

A qualificativa deu-se como de costume à tarde e noite, com o Q1 a começar de dia e o Q3 a acabar no escuro, sobe luzes artificiais. Webber fez 1m39.957s para a pole, a sua 13ª da carreira e a sua segunda datemporada, o que iguala o recorde de pole positions para um australiano, estabelecido por Jack Brabham. Com Sebastian Vettel a qualificar-se em segundo, este foi o quarto um-dois da época para a Red Bull.

Com cerca de um segundo e meio de diferença de tempo de volta entre os dois compostos, a estratégia era uma consideração logo desde o início do Q1. A maioria dos pilotos começou com o composto médio, mas ambos os pilotos da Red Bull começaram logo com os pneus macios, e não usaram os médios durante a qualificação. Isto levou ao resto das equipas a mudarem para o composto macio para o resto do Q1, com o piloto da Mercedes, Lewis Hamilton a ser o mais rápido nos segundos finais.

Os 16 pilotos de topo que fizeram o Q2, ficaram dentro de um intervalo de seis décimas de segundo. Todos usaram os pneus macios em toda a sessão, no final da qual a Mercedes conseguiu de novo o melhor tempo: desta vez com Nico Rosberg à frente de Hamilton.

Os10 pilotos finais começaram o Q3 com os pneus macios. Webber estabeleceu a pole position mesmo no final da sessão, com a temperatura da pista a estabilizar nos 34ºC. O seu tempo foi mais de meio segundo mais rápido do que a pole do ano passado, conquistada por Lewis Hamilton.

A Red Bull também fez o um-dois na sessão de treino final, durante a qual todos os pilotos usaram ambos os compostos. Vettel ficou à frente de Webber, concluindo a sessão com uma simulação de qualificação.

O diretor de motorsport da Pirelli, Paul Hembery, disse: “Dois fatores chave determinaram a estratégia durante a qualificação: a grande diferença de tempo entre os dois compostos e o alto grau de evolução da pista, o que significou que os tempos mais rápidos foram estabelecidos normalmente no final de cada sessão quando já havia muita borracha na pista. Como factor extra, a temperatura da pista desceu consistentemente com o sol a pôr-se durante a qualificativa, o que adicionou outro desafio do ponto de vista da engenharia do pneu. Estamos à espera de uma corrida de uma paragem, para a maioria dos pilotos, mas alguns podem tentar algo diferente. Com as taxas de desgaste e degradação que temos visto até agora, as opções estão em aberto. Enquanto o pneu macio tem uma vantagem de performance considerável, também é capaz de uma performance consistente por mais voltas. Temos a mesma nomeação de pneus do que na Índia, mas a situação nesta corrida é menos clara, o que significa que a estratégia pode fazer uma verdadeira diferença amanhã.”

O prognosticador mistério de estratégia da Pirelli:

Uma paragem é teoricamente a abordagem mais rápida para o Grande Prémio de Abu Dhabi de 56 voltas, independentemente de se começar com o composto médio ou o macio. Por isso, começando com o macio, esperamos que os pilotos mudem par ao médio na volta 12 e continuar a partir daí até ao fim. Se começarem com o médio, a mudança para o macio deverá ser na volta 43 e até ao fim.

A estratégia de duas paragens ótima será: começar com o macio, mudar para o médio na volta 9 e fazer a tirada final com os médios a partir da volta 32.

 

Os compostos mais velozes na FP3:

1.

 Vettel

1m41.349s

 Macio Novo

2.

 Webber

1m41.571s

 Macio Novo

3.

 Hamilton

1m41.580s

 Macio Novo

Top 10 pneus utilizados:

Webber

Macio

1m39.957s

Vettel

Macio

1m40.075s

Rosberg 

Macio

1m40.419s 

Hamilton

Macio

1m40.501s 

Raikkonen 

Macio

1m40.542s

Hulkenberg 

Macio

1m40.576s 

Grosjean 

Macio

1m40.997s 

Massa 

Macio

1m41.015s 

Perez 

Macio

1m41.068s 

Ricciardo 

Macio

1m41.111s 

 

G.P. F1 - ABU DHABI

Grande Prémio de Abu Dhabi – Sessões de Treino

 COMPOSTOS MACIO E MÉDIO DA PIRELLI SOB AS LUZES DO ABU DHABI

fx1fx2fx3fx4fx5fx6fx7fx8fx9fx10fx12fx14fx15Com o pôr-do-sol a surgir cerca de meia hora depois do começo da segunda sessão de treino livre no Abu Dhabi, as equipas experienciaram a condução de dia na primeira sessão, com temperaturas ambientes altas, e também nas condições mais frias da noite. O tempo mais rápido do dia foi estabelecido pelo recentemente coroado campeão Sebastian Vettel da Red Bull, que estabeleceu a marca de 1m41.335s com o pneu macio P Zero Yellow (Amarelo) a meio do FP2. O outro composto nomeado para o Abu Dhabi é o P Zero White (Branco) médio, o que significa que as equipas estão a trabalhar com os mesmos compostos que tiveram na Índia. No entanto, mesmo nesta fase inicial do fim-de-semana, houve muito menos desgaste e degradação, em particular do composto macio.

 

De manhã, quando as temperaturas da pista chegaram ao máximo de 45ºC, o piloto da Lotus Romain Grosjean foi o mais rápido com o pneu médio. Este foi o único composto usado pelas equipas no FP1, antes de passarem para o pneu macio à tarde. Paul di Resta da Force India teve um problema na travagem que danificou a jante da roda, sem qualquer outro incidente relacionado com os pneus em ambas as sessões.

 

O diretor de motorsport da Pirelli, Paul Hembery, disse: “Sexta-feira no Abu Dhabi é único pois marca o contraste entre as condições entre as duas sessões. Com a FP2 a ser mais representativa da qualificativa e da corrida, isto obviamente que limita a utilidade do FP1, pois o desgaste e a degradação dos pneus nessa altura não é típica. Mas qualquer momento para correr com o carro é útil quando se trata de avaliar o set-up para esta corrida, onde a ênfase está na tração, que tem uma correlação direta com o tempo de vida dos pneus traseiros. De manhã, estava muito escorregadio como de costume por causa da poeira na pista, o que é a causa das granulações que algumas equipas sentiram. Pelo que vimos até agora há uma diferença de aproximadamente 1,5s entre os tempos dos dois compostos: suficiente para tornar a estratégia uma consideração importante. Esperamos que os 10 pilotos de topo se qualifiquem com os pneus macios amanhã, o que potencialmente dá uma oportunidade para os pilotos abaixo da P11 poderem começar com o pneu da sua escolha. Ainda temos muitos dados para analisar mas neste momento prevemos entre uma a duas paragens por corrida, com as equipas a terem talvez a possibilidade de uma tirada final mais longa do que o costume por causa das temperaturas da pista a diminuírem.”

 

FP1:

FP2:

1.Grosjean

 1m44.241s

 Médios Usados

1.Vettel

 1m41.335s

 Macios Novos

2.Hamilton

 1m44.433s

 Médios Usados

2.Webber

 1m41.490s

 Macios Novos

3.Vettel

 1m44.499s

 Médios Usados

3.Hamilton

 1m41.690s

 Macios Novos

Estatísticas dos pneus do dia:

 

Macios

Médios

Intermédios

Chuva

kms feitos *

 1,827

 4,892

N/A

N/A

Jogos usados no geral **

 22

 45

N/A

N/A

Maior número de voltas **

 24

 30

N/A

N/A

* O número acima dá o total de quilómetros feitos no FP1 e FP2 hoje, com todos os pilotos combinados.
** Por composto, todos os pilotos combinados.

“Que a Força esteja consigo”:

O que é popularmente conhecido como força G é na verdade a aceleração. Este são os valores máximos na travagem e nas curvas:

-Força G Max. travagem (força longitudinal):

-4.75 @ T8

-Força G Max.(força lateral):

4.3 @ T3

Factos Pirelli do dia:

Tendo-se já tornado o mais jovem tetracampeão do mundo, Sebastian Vettel pode igualar a marca do seu compatriota Michael Schumacher se triunfar no domingo, conseguindo sete vitórias consecutivas numa época. Mas esse não é o recorde histórico de vitórias consecutivas: Alberto Ascari ganhou os últimos seis Grandes Prémios de 1952 e os primeiros três de 1953 – nove no total, sempre com pneus Pirelli.

 

 

 

 

 

NA F 1 TUDO NA MESMA EM ABU DHABI

GRANDE PRÉMIO DE ABU DHABI

 

TUDO NA MESMA

 

 

O dia de ontem em Abh Dhabi foi dedicado por todas as equipes á social, para além dos pilotos darem a habitual volta á pista a péf1f2f3f4f5f6f8f9f10f11f12f14f15f16f17f18f19f20f21f22f23f24f25f26f27f28f29f30f31f32f33f36f37f38f39f40f42f44f45f46f48f49f50f52f53f54f55f56f57f58f59f60f61f62f64f65f66f67f90f92f93f94, de forma a verificar se há ou não alterações em relação ao ano passado.O dia de hoje teve direito aos treinos livres, na qual os Red Bull Renault estão de "pedra e cal", na frente com a dupla habitual, Vettel e Webber.Depois surge o Mercedes de Hamilton, trazendo logo atrás de si o Lotusd Renault de Raikonen, que por sua tem na sua esteira o Mercedes de Rosberg,o McLaren de Perez e Button, ficando o "top ten" completo com o Ferrari de Alonso, o Sauber Ferrari de Hulkenberg, e o Ferrari de Massa.

 

MAIS UM FEITO DA RED BULL

MAIS UM FEITO DA RED BULL

 

 

Já sabemos que as acções levadas a efeito redbull2redbull3redbull4redbull5redbull6redbull7redbull8redbull9redbull11redbull12redbull14ela Red Bull são sempre pautadas pela espectaculkaridade das mesmas, só que desta feita, a marca de bebidas austriaca, foi mais longe, e fez uma acção no topo de um dos mais altos edificios do mundo, situado no Dubai, onde no heliporto, colocou um F1, que foi conduzido por David Couthlard, que assim mostrou, que é possivel conduzir um Fórmula 1 nas alturas, aliás as imagens são demonstrativas dos riscos desta acção....

 

PASTOR MALDONADO JÁ NA LOTUS

 MALDONADO JÁ NA LOTUS

 

Segundo a imprensa internacional, foi esta manhã, que Pastor Maldonado assinou pela equipa da Lotus para correr em 2014, no MUndial de Fórmula 1.Espera-se a todo o momento a confirmação oficial por partepastor da equipa inglesa, para além das explicações do piloto venezuelano, no sentido de sabermos, se vai continuar e de que forma a ater o importante apoio da PDVSA, a empresa petrolefera da Venezuela.

 

ANTEVISÃO DE GP 2 PARA ESTE FIM DE SEMANA

 

2013 GP2 SERIES SEASON - ROUND 11 PREVIEW : ABU DHABI , Emirados Árabes Unidos

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Temporada 2013 da GP2 Series - Round 11 antevisão: Abu Dhabi , Emirados Árabes Unidos

 


Não me pare agora
Esta é a mais importante corrida de fim de semana do ano para três drivers: depois de uma temporada estelar, líder da Série Fabio Leimer e título rivais Sam Bird e Felipe Nasr tem três dias para provar o seu valor e dar novamente o seu melhor absoluto no Yas Marina Circuit onde a última rodada da temporada terá lugar. Seu único objetivo : o nono GP2 coroa na história.
De Leimer 2013 currículo registros 3 vitórias, 6 pódios, um pólo, uma volta mais rápida e liderou 50 voltas até agora. O suíço, que , infelizmente, foi famoso por sua recorrência de má sorte em temporadas anteriores conseguiu se livrar do gato preto, e sua consistência ao volante de um carro de corrida de Engenharia de confiança fez uma forte impressão no resto do campo . Seu próximo rival Sam Bird tem igualmente brilhou nesta temporada, com cinco vitórias, seis pódios, duas pole positions, três voltas mais rápidas e 115 voltas lideradas . O poderoso Brit ajudou recém-chegados TEMPO RUSSO liderar o caminho em sua temporada de estréia . Quanto a Felipe Nasr, o jovem brasileiro foi considerado como um sério candidato ao título como a temporada se abriu e ele não decepcionou , com um total de seis pódios e 28 voltas lideradas . Notável coerência do homem Carlin o ajudou a perseguir a coroa GP2 durante toda a temporada .
Matematicamente, Stefano Coletti e James Calado ainda podia reivindicar o título também. O motorista monegasco teve o início perfeito para sua temporada e parecia intocável com três vitórias, sete pódios, um pólo e 91 voltas lideradas em seu cinto . A segunda metade da temporada mostrou-se mais delicado no entanto. Quanto ao Calado, era o contrário : ele tinha um desafio primeiras rodadas , mas o trabalho duro e determinação inabalável trouxe uma vitória, seis pódios e 18 voltas lideradas .
Pirelli nomeou o meio Zero Branco P e P Zero compostos supersoft vermelho para GP2 . Esta é a primeira vez que esta indicação de pneu tem sido utilizado na GP2 2013 estação.
Da Pirelli corrida gerente Mario Isola disse : " Abu Dhabi é a rodada final do ano para a nossa série de apoio e onde o nosso novo campeão da GP2 será decidido. Com apenas sete pontos separam campeonato contendores Fabio Leimer e Sam Bird , não vai ser a pressão sobre as equipes para garantir a ambas as raças são livres de erros. Os motoristas terão que assegurar que obtêm tudo certo : incluindo a estratégia de pneus , o que será de extrema importância . Com a nomeação de médio e supermacio para o GP2 , não é provável que seja uma diferença de desempenho de cerca de um segundo ou mais entre os dois compostos , para que as equipes terão de pensar cuidadosamente sobre os fatores que podem entrar em jogo e como planejar a estratégia no fim de semana de corrida como um todo. As equipes de GP2 nunca trabalhou com esta nomeação especial antes, o que sublinha como estamos sempre dispostos a introduzir novos conceitos para melhorar o espetáculo esportivo. Yas Marina é o circuito ideal para concluir o campeonato GP2 , uma vez que incorpora várias das melhores características de outras faixas que foram para este ano. A superfície é rápida e suave , enquanto a pista de testes de todos os aspectos da habilidade de um motorista e capacidade de um pneu , que é por isso que Abu Dhabi é muitas vezes usado para testes. Em nome da Pirelli , eu gostaria de desejar a todos os nossos GP2 motoristas a melhor sorte do que será o mais importante fim de semana de corrida do ano. "

 

MICHELIN QUER VOLTAR À F 1

MICHELIN QUER VOLTAR Á FÓRMULA 1

 

A marca francesa quer voltar a equipas equipas de Fórmula 1, mas não será ainda em 2014 que isso poderá ocorrer, pois a FIA, ja garantiu o fornecimento de pneus por parte da Pirelli.

 

 

Nada está ainda confirmado, por parte do construtor francêsmich de pneumáticos, mas a verdade é que a Fórmula 1, está aos poucos a tornar-se um motivo de interesse para os fornecedores de pneus, pois para além da Michelin,. já se ouviu nos bastidores, o interesse no escalão mais elevado da velocidade internacional, por parte da Good Year e da Yokohama, numa altura em que a Honda está de regresso com o fornecimento de motores.Nada mais resta do que aguardar o desenvolvimento destes projectos, que caso sigam para a frente, seria bem interessantes os andamentos de cada equipa que participa no Mundial de F 1.

 

F1 PARA 2014

FÓRMULA 1 PARA 2014

 

A época ainda não acabou,mas nos bastidores das equipas de Fórmula 1, as mexidas são mais do que muitas, mas há equipas que não irão sofrer alterações como por exemplo a Mercedes que irá manter Rosberg e Hamilton.Em termos da Red Bull Renault, Vettel continua e terá como colega de equipa Daniel Ricciardo, que irá substituir Mark Webber, a csminho da equipa da Porsche de protótipos, uma nova etapa profissional para o piloto australiano.Na Ferrari, Alonso continua, e irá ter como colega de equipa Raikonen.Em relação a Filipe Massa tudo indica que irá rumar para a Williams.Para os lados da Lotus Renault Grosjean continua, mas candidatos ao segundo carro não faltam, já se chegou a falar de Massa, no entanto pelos vistos o que  melhor se figura será Maldonado, quer quer deixar a Willkiams, insatisfeito com uma série de detalhes no seio da equipa.Outra possibilidade para a Lotus poderá ser Hulkenberg.Na Mc Laren, Button está aseeguardo, mas Perez nada se sabe se continuará na equipa, pois Magnussen é um forte candidato..Na Force India, Paul di Resta é para continuart, mas sobre Sutil nada se sabe de momento.Já na Sauber Mercedes, o russo  Sirotkin tem asseguirada o acesso, mas surge a hipotese de Gutierrez poder ingressar.Na Toro Rossao, jean Vergne e Kvyat estão asseguirados, não se sabendo como irá ser no seio da Marussia e Caterham.

 

MALDONADO INVESTIGADO NA VENEZUELA

MALDONADO INVESTIGADO NA VENEZUELA

 

 

O piloto venezuelano, e mais um grupo de pilotos que participam em provas de competição em diferentes categorias, estão a ser alvo de investigação, tudo isso pelos milhões de dolares de investimento da PDVSA, empresa de petroleos da VenezuelaPelos vistos para terem acesso  aos largos milhões de dolares, surgiram falsificações de assinaturas de governantes com poder de decisão no patrocinio.POr outro lado, comenta-se em termos de bastidores, que Maldonado quer deixar a Williams para ingressar na Lotus em 2014.Por seu lado Massa torna-se assim um excelente candidato a ir para a Williams.maldo

 

ANTEVISÃO DE ABU DHABI - F 1

Antevisão do Grande Prémio de Abu Dhabi: Yas Marina,
31 de Outubro – 3 de Novembro de 2013

OS PNEUS P ZERO MÉDIOS E MACIOS DE NOVO NO ABU DHABI

O Grande Prémio do Abu Dhabi é a única corrida do ano que começa no final da tarde e acaba no início da noite, dando aos pilotos e às equipas um desafio único e à audiência um espetáculo inesquecível.

 

Os pneus para o Grande Prémio de Abu Dhabi serão o médio P Zero White (Branco) e o macio P Zero Yellow (Amarelo): a mesma nomeação que foi feita para a Índia no fim de semana passado. A amplitude da temperatura que os pneus vão experienciar, no entanto, é muito diferente pois ao contrário da maior parte das outras corridas a temperatura decresce à medida que o Grande Prémio avança no Abu Dhabi, em vez de crescer.

 

Paul Hembery: “O modo como a temperatura da pista desce no Abu Dhabi obviamente tem um efeito tanto no desgaste como na degradação, o que quer dizer que as equipas são capazes de fazer saídas mais longas mesmo com o composto macio mais à frente na corrida. Isto tem algumas implicações importantes na estratégia, o que significa que é muitas vezes possível fazer algo de diferente no Abu Dhabi, ao contrário de outros locais, e que pode dar resultados no final. Na nossa empresa, este circuito é muito conhecido pois é a pista onde fizemos testes antes de começarmos na F1. Também é o local onde as equipas de F1 puderam experimentar os nossos pneus pela primeira vez, no final de 2010. No que se refere ao local, Yas Marina é um dos mais modernos e espetaculares circuitos do ano com um número de diferentes desafios técnicos que testam a maioria dos aspectos da performance de um pneu. O desgaste e a degradação não são especialmente altos aqui: no ano passado também nomeámos o médio e o macio, e a maioria dos pilotos parou apenas uma vez. Como os compostos são geralmente mais macios este ano, esperamos desta vez duas paragens, embora seja possível que algumas equipas façam apenas uma. Teremos que esperar até sexta-feira até termos uma imagem mais clara das diferenças de tempo entre os dois compostos mas no geral antecipamos um ritmo de corrida entre os primeiros pilotos bastante equilibrado, e é sempre nesta circunstâncias que ter a estratégia certa pode verdadeiramente fazer a diferença. Embora haja um alto grau de evolução da pista, e as condições no treino livre não sejam sempre representativas da corrida, o trabalho feito durante as sessões de sexta-feira e sábado serão instrumentais para formar o conhecimento de cada equipa relativamente às estratégias que sejam possíveis e vantajosas no domingo.”

Jean Alesi: “Abu Dhabi não é uma pista onde tenha corrido eu próprio, por isso é difícil comentar do ponto de vista de um piloto, mas certamente que é espetacular de ver e é fantástico ver como tanta infraestrutura é investida na F1. A única impressão negativa que tinha do circuito inicialmente era a de que parecia muito difícil de ultrapassar por vezes, mas julgo que este problema foi resolvido e é interessante ver hoje em dia como os pilotos usam a estratégia para ganhar posição. Estou certo de que as paragens nas boxes serão importantes este fim-de-semana em Abu Dhabi. Não me parece uma corrida que seja particularmente dura para os pneus, mas as circunstâncias são um pouco diferentes do que costume, com a corrida a decorrer no final da tarde, por isso é muito difícil prever o que se vai passar. Tive alguma experiência em correr na penumbra e à noite em Le Mans, e de facto não é fácil, mas julgo que é provavelmente mais fácil num carro F1 do que num carro de endurance, pois os F1 não têm faróis. Os faróis tornam difícil de avaliar as perspetival – particularmente quando estamos a ser ultrapassados – por isso é melhor ter apenas luzes no circuito, como em Singapura ou Abu Dhabi.”

 

O circuito do ponto de vista do pneu:

Em média, a temperatura da pista desce 15 graus durante a corrida, baixando de cerca de 45ºC até aos 30ºC no final da corrida: que é normalmente a mesma temperatura do que a temperatura ambiente. Isto é o oposto do que vemos na maioria das corridas quentes que ocorrem no início da tarde, onde a temperatura da pista tende a ser mais alta do que a temperatura ambiente.

 

Um pouco como Suzuka, a primeira parte do circuito consiste essencialmente de uma série contínua de curvas, que sujeitam os carros a forças laterais de aceleração de 4G. Os pneus têm então de ter uma performance ótima na longa reta, com os carros a acelerar a fundo durante 15 segundos, o que é igual a uma força descendente de carga aproximada de 800 quilos sobre as quatro rodas.

 

A tracção é um especto chave para uma boa performance em Yas Marina, pois não há muitas curvas de alta velocidade. Para ajudar os pilotos a ganhar máxima tracção, os engenheiros tendem a preparar o carro macio na traseira, mas isto pode levar a um maior desgaste nos pneus traseiros. Se o set-up for muito duro, ocorre o problema oposto: excessivas rotações das rodas, o que também diminui a vida dos pneus.

Notas técnicas dos pneus:

O circuito de Yas Marina está ao nível do mar, com maior densidade de ar a aumentar a performance do motor. A potência acrescida também tem efeito sobre o desgaste do pneu, com mais exigências colocadas nos pneus traseiros em particular. Os carros tendem a correr com um set-up de média força descendente, pois Abu Dhabi tem tudo a ver com compromissos técnicos.

 

A superfície da pista em Abu Dhabi consiste em pedra colhida em Inglaterra e é geralmente muito macia. À medida que mais borracha fica no solo dá-se um grau alto de evolução da pista ao longo do fim de semana e também é comum encontrar poeira no circuito nas primeiras sessões, que logo desaparece.

 

Os dois melhores classificados no Abu Dhabi no ano passado (Kimi Raikkonen e Fernando Alonso) usaram uma estratégia de uma paragem, começando com o pneu macio e acabando com o médio. Sebastian Vettel, que começou da reta das boxes por ter tido os seus tempos de qualificação desaprovados, acabou eventualmente em terceiro com uma estratégia de duas paragens, tendo começado com o médio e acabado com duas tiradas de pneus macios.

 

 

As escolhas de pneus até agora:

 

 

PZero Red

PZero Yellow

PZero White

PZero Orange

Austrália

Supermacio

 

Médio

 

Malásia

 

 

Médio

Duro

China

 

Macio

Médio

 

Bahrain

 

 

Médio

Duro

Espanha

 

 

Médio

Duro

Mónaco

Supermacio

Macio

Médio

 

Canadá

Supermacio

 

Médio

 

Reino Unido

 

 

Médio

Duro

Alemanha

 

Macio

Médio

 

Hungria

 

Macio

Médio

 

Bélgica

 

 

Médio

Duro

Itália

 

 

Médio

Duro

Singapura

Supermacio

 

Médio

 

Coreia

Supermacio

 

Médio

 

Japão

 

 

Médio

Duro

India

 

Macio

Médio

 

Abu Dhabi

 

Macio

Médio

 

Estados Unidos

 

 

Médio

Duro

Brasil

 

 

Médio

Duro

 

Outras notícias da Pirelli:

 

O piloto da Kawasaki Racing Team Tom Sykes de Inglaterra, ganhou o seu primeiro campeonato FIM Superbike em Jerez de la Frontera, enquanto a Aprilia ganhou o campeonato de equipas. O campeonato de Superbike usou exclusivamente pneus Pirelli pela sua 10ª sessão consecutiva.

 

O irlandês Daniel McKenna ganhou o prémio Pirelli UK Star Driver para 2014, o que lhe dá um patrocínio para o Campeonato Britânico de Ralis do ano que vem ao volante de um Citroen DS3 R3T. McKenna ultrapassou a concorrência de cinco outros finalistas para conseguir o ambicionado prémio, que lhe foi atribuído por um distinto painel de juízes.

 

As aplicações P Zero, que contem as últimas novidades do mundo da F1, ganharam o prestigiado Prémio Lovie em Londres no fim-de-semana passado: a única cerimónia de prémios pan-europeia dedicada ao conteúdo para a Internet.

 

GALERIA DE IMAGENS

GALERIA DE IMAGENS

 

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CURIOSO ARTIGO

CURISO ARTIGO

 

Artigo extraido dum site brasileiro, que mostr-nos o que pode ganhar diferentes elementos  no seio duma equipa de Fórmula 1, veja com atyenlção, pois vale a pena:

 

 

QUANTO GANHAM MECÂNICOS, ENGENHEIROS E OUTROS FUNCIONÁRIOS NA FÓRMULA 1

 

 

 

Quando se fala em salários da Fórmula 1, a nossa imaginação logo vai para os pilotos. Mas nem só de pilotos vive o mundo da F1. Vettel, Alonos e Hamilton chegam a ganhar mais de 15 milhões de euros por temporada, mas pouco se sabe sobre os salários pagos aos demais funcionários das equipes.

São 90 pessoas que fazem parte de cada time da Fórmula 1 e são divididos em funções técnicas e administrativas. Da secretária ao motorista de caminhão, mecânicos, gerentes de marketing e engenheiros de pista, os salários são pagos de acordo com o nível de responsabilidade de cada função.

f1O jornal espanhol Marca conseguiu reunir o salário das equipes intermediárias da Fórmula 1.

Funções administrativas (valores pagos anualmente):

- Gerentes de Contas Publicitárias: 70.000 euros a 207.000 euros.
- Assistente de Conta: 50.000 euros.
- Assistentes de Marketing: 24.000 euros a 71.000 euros.
- Secretária: 24.000 euros.

Funções técnicas (valores pagos anualmente):

- Engenheiros de Pista: 110.000 euros a 327.000 euros.
- Chefe de Departamento: 80.000 euros.
- Analista de Telemetria: 70.000 euros.
- Engenheiro Júnior: 50.000 euros.
- Técnico de Produção/Fabricação: 50.000 euros.
- Chefe de Mecânicos: 60.000 euros.
- Mecânico principal do carro: 50.000 euros.
- Mecânicos Assistentes: 45.000 euros.
- Chefe de Motoristas: 45.000 euros.
- Motorista: 40.000 euros.

f1-5Cada funcionário trabalha cerca de 16hs/dia no fim de semana de corrida, mas tem 8 horas de descanso garantidas, até o toque de recolher instaurado pela FIA recentemente. Os salários devem ser bem maiores em equipes gigantes, como a Red Bull. Já a famosa Ferrari é conhecida por não pagar salários atraentes. Na F1, assim como no futebol, os funcionários recebem um “bicho” em caso de título, dinheiro esse pago pelos patrocinadores.

Apesar do custo de vida na Europa, os salários não são tão baixos. As equipes menores pagam algo em torno de 2.000 euros para os funcionários.

f1-8E você que sempre sonhou fazer parte do mundo da Fórmula 1, fique atento, as equipes costumam divulgar as vagas de trabalhos eu seus sites oficiais.

Via Motores Despidos.

 

E A BRINCADEIRA CUSTOU 25.000 DOLARES

E A BRINCADEIRA CUSTOU 25.000 DOLARES

 

Foi este o preço que Vettel teve de pagar aos comissários desportivos, depois dos piões que fez em plena recta da meta, após o final do Grande  Prémio da India, atitude que pôs todos os espectadores de pé, no entanto os comissários desportivos, não acharam graça à brincadeira...O dia em que Bernie Eclestone lhes deixar de pagar pelo espectáculo, não sei como irá ser. Atitude inadmissivel, e F1040f1001ofensiva, pois a Fórmual1  tem de ser espectacular a todos os niveis, e com atitudes deste género, não vai longe.....

 

G.P.INDIA DE F 1

 

GP DA ÍNDIA DE F1 2013 – Corrida

VETTEL ESCOLHEUMAESTRATÉGIA CORRETA DE PNEUS E TORNA-SE CAMPEÃO MUNDIAL

f1f2f3f4f5f6f7f10f11f12f20f21f22f23f24f25f30f31f32f33f34f35f36f37f39f41f42f43f1000f1001f1002f1004f1006f1005f1007f1008f1009f1010f1011f1012F1030F1031F1040f1100O piloto da Red Bull Sebastian Vettel tornou-seo mais jovem quadricampeão mundial de sempre da F1, no GP da Índia; ele é apenas o quarto piloto na história da modalidade a conseguir quatro títulos, sendo três deles com pneus Pirelli. Vettel venceu a corrida com uma estratégia de duas paragens, começando com os pneus macios P Zero Amarelo e tendo depois feito duas tiradas com os pneus médios P Zero Brancos. Esta última vitória também faz com que Vettel tenha ganho todos os três GP da Índia disputados até agora.

Entre os dez primeiros na grelha de partida foram adotadas estratégias mistas, com seis pilotos – incluindo o detentor da pole, Vettel – a começarem com pneus macios e quatro a iniciarem a corrida com pneus médios. Mark Webber da Red Bull foi o piloto mais bem colocado, no quarto lugar, a partir com pneus médio: a melhor posição de qualificação obtida até agora nesta temporada por um piloto que tivesse feito o seu melhor tempo num sábado com o composto mais duro dos escolhidos para o fim de semana.

As primeiras paragens nas boxes ocorreram no final da primeira volta, com o Force India de Paul di Resta e o Toro Rosso de Jean-Eric Vergne a trocarem os pneus macios para médios. Vettel fez o mesmo no final da segunda volta, quando seguia à frente, regressando à pista atrás e cedendo a vantagem ao Ferrari de Felipe Massa – que se tornou o primeiro piloto, para além de Vettel, a estar à frente numa volta do GP da Índia.

Massa parou na volta oito, pondo Webber na liderança. Webber parou na volta 28 para trocar para pneus macios, mas nessa altura já Vettel se tinha reapossado da liderança. A paragem final de Vettel foi na volta31 para montar pneus médios, seguido uma volta mais tarde pelo seu companheiro de equipa – que também montou pneus médios para a sua última tirada, antes de abandonar na volta 39 com problemas mecânicos.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: ““Com uma diferença de tempo de volta notável entre os dois compostos, a estratégia esteve na linha da frente deste GP da Índia recheado de ação. Vimos algumas abordagens muito diferentes desde a frente até à parte de trás da grelha de partida, as quais se podiam de um modo geral dividir entre pilotos que começaram com pneus macios e outros que iniciarama corrida com pneus médios. Vimos também muitas equipas a dividirem as estratégias entre ambos os carros, de forma a cobrir todas as possibilidades. A paragem cedo nas boxes de Sebastian Vettel significou que ele pôde neutralizar os seus rivais diretos com a mesma estratégia, mas Webber conseguiu ganhar posições em pista ao permanecer mais tempo sem parar: o que basicamente resume o modo como as diferentes táticas funcionaram. Contudo, ficámos desapontados por ver que algumas equipas foram contra as nossas recomendações e utilizaram os compostos por um período mais longo do que aquele que lhes aconselhámos. No entanto, e acima de tudo, parabéns a Sebastian e à Red Bull pela sua quarta vitória dupla, pilotos e equipas, no campeonato da F1: um testemunho das suas espantosas capacidades em todas as áreas e durante toda a época, incluindo os seus talentos na utilização dos pneus e da estratégia paraganhar vantagem.”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

 

Macio

 Médio

Intermédio

Chuva

Primeiro

SUT – 1m28,419s

RAI – 1m27,679s

N/A

N/A

Segundo

GUT – 1m28,682s

VET – 1m28,116s

N/A

N/A

Terceiro

BOT – 1m28,928s

PER – 1m28,503s

N/A

N/A

Tiradas mais longas da corrida:

Macio

19 voltas

A. Sutil

Médio

51 voltas

K. Raikkonen

Intermédio

N/A

N/A

Chuva

N/A

N/A

Avaliação da correção de previsões:

A nossa previsão para a estratégia a usar nas 60 voltas do GP da Índia era de duas paragens. Sugerimos que a estratégia mais rápida seria: começar com pneus macios, mudar para médios na segunda volta e uma tirada final com médios a partir da volta 28.

Isso foi com maior ou menor exatidão o que Vettel fez, parando na volta 2 como se prévia, mas depois fazendo a sua última paragem na volta 31: três voltas mais tarde do que a previsão que tinha sido feita.

 

MAIS UM TITULO PARA VETTEL

Sebastian Vettel campeão do mundo de Fórmula 1 pela quarta vez

 

O piloto alemão venceu o Grande Prémio da Índia.

Sebastian Vettel campeão do mundo de Fórmula 1 pela quarta vez

Sebastian Vettel (Red Bull-Renault) tornou-se hoje, aos 26 anos, o mais jovem tetracampeão do Mundo de Fórmula 1, ao vencer o Grande Prémio da Índia, 16.ª das 19 provas do calendário.

Para conquistar o seu quarto título consecutivo, Vettel precisava de terminar no apenas no quinto posto no circuito Buddh, em Nova Deli, mas alcançou a décima vitória da temporada, sexta seguida e 36.ª da sua carreira.


Conteúdo publicado por SportInforma

 

G.P.INDIA DE F 1

 

GP da Índia de F1 2013 – Qualificação

PREPARAM-SE DIFERENTES ESTRATÉGIAS DE PNEUS PARA O GP DA ÍNDIA

f1f2f3f4f5f6f7f8f9f10f11f12f14f15f16f17f18f19f30f31f40f41f42F300F301f302f303f304f305f306Sebastian Vettel manteve o seu recorde de ser o mais rápido em todas as sessões que este ano se efetuaram até agora na Índia, graças a uma pole position três quartos de segundo à frente do piloto da Mercedes Nico Rosberg.A volta que garantiu a Vettel a pole position foi feita em 1m24,119s, com os pneus macios P Zero Amarelos, que foram os escolhidos em conjunto com os pneus médios P Zero Brancos para este fim-de-semana, onde o piloto alemão e a sua equipa da Red Bull podem selar ambos os campeonatos – de pilotos e de equipas – pelo quarto ano consecutivo. Com o tempo da volta de pole,Vettelconseguiu ainda o recorde de volta mais rápida dos três anos de história do Buddh International CircuitdaÍndia. Tanto a Red Bull como a Mercedes conseguiram até agora oito pole positions nesta temporada.

A maior parte dos pilotos, exceto os dois Caterham eos dois Marussia, começaram a Q1 com o composto médio, sob temperaturas ambientede 30º Ce de 39º C ao nível da pista. A maioria dos pilotos mudou depois para os pneus macios, com o Sauber de Esteban Gutierreza ser o primeiro a encimar a lista de tempos com os pneus P Zero Amarelos. Mas foi o McLaren de Jenson Button que acabou por ser o mais rápido na Q1, ao passo que Vettel foi o piloto mais rápido a usar apenas o composto médio durante toda a sessão, ao acabar em 11.º. O outro único piloto que utilizou apenas os pneus médios na Q1 foi Romain Grosjean da Lotus, porém ele não conseguiu passar à Q2.

ExcluindoNico Hulkenberg da Sauber eDaniel Ricciardo da Toro Rosso, todos os outros pilotos usaram apenas os pneus macios na Q2. Uma vez mais, o mais rápido da sessão foi Vettel, enquanto Button passou à Q3 com pneus macios que tinha acabado de usar – sendo mais rápido do que tinha sido com um jogo novo dos mesmos pneus na Q1.

Muitas equipas utilizaram estratégias divididas na Q3, com Button, Mark Webber da Red Bull e o Ferraride Fernando Alonso todos a começar a sessão com pneus médios. Vettel e ambos os pilotos da Mercedes utilizaram logo os pneus macios. A primeira tirada de Vettel foi o suficiente para lhe garantir a pole position, ao passo que o seu companheiro de equipa, Mark Webber, em quarto, foi o piloto a qualificar-se coma melhor posição na grelha de partida usando pneus médios, nos instantes finais da sua segunda tirada. Alonso e ambos os McLaren também iniciarão a corrida de amanhã com pneus médios.

A sessão final dos treinos livres, esta manhã, foi encurtada para40 minutos devido a problemas de visibilidade que provocaram o atraso no seu início. O tempo mais rápido de Vettel foi feito com pneus macios, meio segundo à frente do seu companheiro de equipa, Weber,antes de se concentrar em efetuar longas tiradas com os mesmos pneus e muito combustível no depósito, preparando a corrida de amanhã.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse:“ Com uma diferença de cerca de um segundo entre os dois compostos, a estratégia teria de ser muito importante no desfecho da qualificação. Contudo, os pilotos tinham de colocarem cada prato da balança a velocidade extra do composto médio contraa durabilidade extra do composto médio, no que toca ao planeamento da estratégiaglobal. Em comparação com ontem, a pista evoluiu ainda mais, com mais borracha a ser depositada na sua superfície, o que adiciona um elemento extra aos cálculos. Na Q3 assistimos à adoção de uma ampla diversidade de táticas, com muitas equipas a dividirem as suas estratégias, de forma a cobrir todas as possibilidades. Quando se prevê que o pneu macio dure um máximo de 15 voltas e o médio de 30 a 35 voltas, esperamos entre duas a três paragens nas boxes, com os pilotos que começam com o pneu médio obviamente a esperar retirar o máximo de dividendos de uma primeira tirada mais longa. De acordo com os nossos cálculos, será uma luta muito cerrada, tal como tem sido ao longo deste ano, evidenciando todas asdiferentes possibilidades que a estratégia de pneus pode oferecer no tocante a adicionar outra dimensão às corridas.”

O prognosticador misterioso de estratégia da Pirelli:Duas paragens é teoricamente a abordagem mais rápida às 60 voltas do GP da Índia, mas isso depende muito do carro e de outros fatores da corrida como o tráfego em pista.A estratégiaótima de duas paragens é: começar com pneus macios, mudar para médios na segunda volta e depois uma tirada final com médios a partir da volta 28.

Uma estratégiaalternativa de duas paragens é começar com pneus médios, trocar por outro jogo de médios na volta 28 e finalmente para macios na volta 57.

Compostos mais rápidos na TL3:

1.

Vettel

1m25,332s

 Macio Novo

2.

Webber

1m25,892s

 Macio Novo

3.

Alonso

1m26,105s

 Macio Novo

Pneus usados pelos 10 mais rápidos:

Vettel

Macio

1m24.119s

Rosberg

Macio

1m24.871s

Hamilton

Macio

1m24.941s

Webber

Médio

1m25,047s

Massa

Macio

1m25,201s

Raikkonen

Macio

1m25,248s

Hulkenberg

Macio

1m25,334s

Alonso

Médio

1m25,826s

Perez

Médio

1m26,153s

Button

Médio

1m26,487s

 

MUITO INTERESSANTE ESTA CRÓNICA

MUITO INTERESSANTE ESTA CRÓNICA DE JOÃO CARLOS COSTA SOBRE FELIX DA COSTA

 

 

ACONSELHAMOS A UMA LEITURA ATENTA

 

 

UMA CRÓNICA GELADA" (parte II)

A não ser que mostre muito pouca competitividade, não tenho dúvidas vai ser protegido pela RED BULL. A marca austríaca está cada vez mais ligada à F.1. O que é bom para a disciplina, é bom para a empresa. Não pudemos esquecer que as bebidas energéticas são o novo tabaco em termos de patrocínios na F1. E a Red Bull é a Marlboro dos dias de hoje. Aquela que investe mais. Por isso, joga o jogo com Bernie Ecclestone, jogos esses de interesse comum. O patrão da disciplina anda à procura de mercados dispostos a pagar aquilo que os europeus não podem despender para ter o show. A Red Bull procura países em crescimento, com muitos milhões de potenciais clientes. O russo Kvyat serve ambas as partes às mil maravilhas, melhor que AFC ou até Carlos Sainz jr. O filho do ex-campeão do mundo de ralis até podia ter reunido uma boa verba – fala-se em metade do russo, igual ao que outros pagaram antes – e tinha o apelido sonante. Mas reparem na explicação de Marko sobre a contratação de Kvayt: “ele é um misto entre Raikkonen e Alonso”. E é de facto, mas digo que as razões pouco têm a ver com talento. É uma aposta arriscada como o finlandês que chegou à F.1 com apenas 23 corridas de monolugares e sem sequer ter andado de F.3. Raikkonen era jovem e imaturo, com uma forma de estar na vida muito própria, que foi “requintando” como imagem de marca. Deu certo na Sauber e foi notícia, embalando para uma enorme carreira. Kvayt tem muito de Raikkonen na juventude e na maneira despreocupada (uma dose de loucura à russa) como está no mundo das corridas. Mas terá no “braço”?
E a comparação a Alonso: será por ser metódico? Não. Antes porque, tal como o espanhol, vai para a F.1 para conquistar um país. No início deste século, quando Alonso entrou na Minardi, antecessora da Toro Rosso (coincidência), permitiu que o colosso Espanha (então oitava economia mundial e sempre a crescer) se interessasse verdadeiramente pela F.1, levando por arrasto alguns dos mercados que falam a língua de Cervantes. É isso que a Red Bull e o “Tio” Bernie querem que aconteça com Kvayt; que seja o porta-bandeira de um mercado ainda mais importante, com centenas de milhões de potenciais consumidores de Grandes Prémios na televisão – sim porque isso de espectadores na bancada é de somenos importância nos dias de hoje!... 
Estará Kvayt preparado para tanta responsabilidade? Não acredito! A “universidade” de pilotos da Red Bull cada vez me faz lembrar mais aquela que a Elf desenvolveu em França, nos anos 70, 80 e 90 do sec. XX, em conjunto com várias escolas de pilotagem. Uma procura incessante de talentos, que descobriu muitos e desperdiçou muitos mais e apenas revelou um campeão do mundo de F.1 (Alain Prost).
Deixei ANTÓNIO FÉLIX DA COSTA para o fim. Pelo que escrevi acima terá sido a sua não promoção meramente circunstancial? Não penso assim! Tivesse feito a temporada perfeita e seria mais difícil a Marko justificar a escolha de Kvayt. E se o austríaco ainda assim mantivesse a opção pelo russo, talvez houvesse espaço para sair pela porta grande do universo Red Bull e procurar outro refúgio. O problema desta temporada é que deixa dúvidas, bem diferente do final de 2012, onde AFC era visto como a maior esperança do automobilismo de velocidade a nível europeu. 
Não tenho dúvida que a equipa Arden tem muita culpa no cartório, que a mudança inicial de engenheiro não ajudou, que foram vários os problemas técnicos e que nas poucas vezes que esteve verdadeiramente em confronto directo na pista com os seus maiores adversários (Kevin Magnussen e Stoffel Vandoorne) levou vantagem. Mas a decisão está tomada! É chover no molhado, aprendendo com a lição. 
AFC vive dias de limbo. Aceita ir a Macau onde tem tudo a perder. Já ganhou no ano passado, tem quatro presenças e como tal tudo o que seja abaixo da vitória é menos bom. Para além disso, vai guiar o monolugar que a Carlin destinara a Kvayt e que o russo, de forma muito inteligente, não irá usar. Para quê expor um piloto que vai para a F.1 numa prova de uma disciplina menor, num circuito difícil, onde tudo pode acontecer?! Assim não corre mal, de certeza…
Poderia AFC ter recusado o convite? Por contrato acredito que não. Mas esse só é válido se o português quiser ficar na órbita da Red Bull. Por enquanto parece ser o que deseja, recusando atirar tudo às ortigas. Diz até que há boas notícias a caminho. Será o papel de terceiro piloto na F.1? Continuara a testar no simulador, a fazer road-shows? Se for só isso não será mau, porque um dia, quem sabe, Vettel ou Ricciardo podem ter uma “unha encravada” e AFC senta-se no carro mais competitivo do plantel. Pior é se, a par disso, há a obrigatoriedade de fazer GP2 ou WSR 3.5. O jovem português não só voltaria a não ter margem para erro, como após seis temporadas nos monolugares de promoção nada lhe acrescentaria. 
Será então a passagem para outro projecto Red Bull? O DTM parece fechado. No WTCC não se sabe se a empresa austríaca fará parte do pacote Citroen. GT, Mundial de Resistência, ou qualquer aventura do outro lado do Atlântico? 
Há vida para lá da F.1. E se é essa a vontade, há que avançar, nem que seja fora da Red Bull, aproveitando o capital de confiança, a áurea de enorme valor que ainda transporta. Mais um ano menos bom e a memória daquilo que AFC fez, esvazia-se… 
Sei que será uma escolha dura de fazer, até porque acarreta demasiados riscos. Quase me apetecia dizer que, tal como Marko fez, AFC devia jogar os dois tabuleiros: continuar na Red Bull mas andar a ver da vida por outras paragens e se surgisse oportunidade, saltar. Ele próprio sabe disso e escrevia numa mensagem do twitter, no sábado à noite: “apesar de tudo, quero agradecer à Red Bull e ao Dr. Marko, meteram-me numa posição de lutar por um lugar na F.1 e muito mais”. Lido assim, parece ser mais que um simples agradecimento…
Referi que iria acabar esta crónica com o DESPORTO AUTOMÓVEL em Portugal. Podia ter sido o grande perdedor, mas verdadeiramente não perdeu tanto assim! Escrevi há 12 meses que o estado de letargia que vive só teria recuperação se houvesse um piloto nacional a ganhar na F.1 ou no Mundial de Ralis. A chegada de AFC aos Grandes Prémios de F.1 surgia como essa esperança de (re)abertura ao grande público, aquele que se perdeu quase todo desde meio da década de 90. 
Só que, mais que chegar, era preciso ganhar. Não haveria muito mais público a ver F.1 na televisão, a interessar-se pelo fenómeno, a criar raízes como entusiasta, se AFC fosse para a Toro Rosso. É uma equipa da cauda do pelotão, que apenas ganhou aquele G.P. em Monza/2008, em circunstâncias muito especiais, e com o super dotado Vettel ao volante do melhor chassis que a escuderia com sede em Itália dispôs até hoje – o STR 03. Por esse lado, nada se alteraria. Seria mais uma aventura, como a de Pedro Chaves, Pedro Lamy ou Tiago Monteiro. Tirando o naipe dos fanáticos das corridas, poucos se lembram dos resultados desses três (ou quatro que quisermos juntar Nicha Cabral), nem mesmo que Tiago levou a bandeira de Portugal a um pódio na F.1. A dor desta não contratação de AFC é limitada aos que amam este desporto. Somos poucos, infelizmente…





 

GALERIA DE IMAGENS

GALERIA DE IMAGENS

 

FÓRMULA INDY

 

 

Mais um grupo de imagens da Fórmula Indy na sua incursão pelos Estados Unidos.indy1indy2indy3indy4indy5indy6indy7indy8indy9indy10indy11indy12indy14indy15indy16indy17indy18indy19indy20indy21indy22indy23

 

G.P.INDIA F 1

GP da Índia de F1 de 2013 – Treinos Livres

 

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ESPERADAS ENTRE DUAS E TRÊS PARAGENS NAS BOXES NO CALOR DA ÍNDIA

 SebastianVettel,da Red Bull, foi hoje o mais rápido em ambas as sessões de treinos livres do GP da Índia da F1, efetuadas sob uma temperatura ambiente de 30º C.Vettel fez o melhor tempo de manhã com os pneus médios P Zero Brancos, tendo depois mudado à tarde para os macios P Zero Amarelos. Estes dois pneus são um grau mais macios que os escolhidos para a Índia no ano passado, quando muitos pilotos completaram a corrida com apenas uma paragem nas boxes. Durante a sessão da tarde, Vettel fez um tempo de referência de 1m25,722s: quase um segundo mais rápido do que aquele que tinha feito de manhã. Em ambas as sessões, o seu companheiro de equipa, Mark Webber, foi o segundo mais rápido.

Verificou-se um grau considerável de evolução da pista no decurso do dia, com Vettel a eclipsar confortavelmente o seu tempo1m26,221s, obtido naTL2 do ano passado, também com pneus macios.

O tempo quente vai continuar no resto do fim-de-semana, com uma previsão de duas a três paragens nas boxes para a maioria dos pilotos no exigente circuito indiano. Se domingo Vettel acabar o GP da Índia na quinta posição ou acima, poderá reclamar o seu quarto título mundial de pilotos e tornar-se-á um dos quatro pilotos em toda a história da F1 a fazê-lo, na senda de Juan Manuel Fangio, Alain Prost e Michael Schumacher.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse:“No essencial, optámos desta vez por compostos mais macios, porque o GP da Índia de 2012 foi uma corrida de uma paragem nas boxes e a combinação que trouxemos para aqui este ano possibilita uma estratégiade duas a três paragens. Depois do que vimos hoje, o desgaste e degradação estão no geral de acordo com as nossas expetativas mas houve alguns problemas com bolhas no composto macio, enquanto alguns pilotos fizeram até 24 voltas com pneus médios. O pneu médio parece ser o pneu ideal para a corrida, ao passo que o macio deverá ser o usado para a qualificação, pois atá agora tem sido cerca de 0,8s mais rápido por volta. A avaliação das perdas de performance será a chave para formular a estratégia e estabelecer o timing para a primeira paragem nas boxes. Em consequência, algumas equipas irão também considerar os benefícios de começar a corrida com pneus médios. No entanto, a pista ainda não parou de evoluir, por isso as decisões finais não serão tomadas senão depois dos treinos livres de amanhã.”

TL1:

TL2:

1. Vettel

 1m26,683s

 Médio Usado

1. Vettel

 1m25,722s

 Macio Novo

2. Webber

 1m26,871s

 Médio Usado

2. Webber

 1m26,011s

 Macio Novo

3. Rosberg

 1m26,899s

 Médio Usado

3. Grosjean

 1m26,220s

 Macio Novo

Estatísticas do dia dos pneus:

Macio

Médio

Intermédio

Chuva

Quilómetros percorridos*

 1279

 4910

 N/A

 N/A

Total de jogos utilizados**

 22

 46

 N/A

 N/A

Maior número de voltas**

 20

 34

 N/A

 N/A

 * Este número indica a quantidade total de quilómetros feitos hoje nas sessões 1 e 2 de treinos livres pelo conjunto de todos os pilotos.

** Por composto, pelo conjunto de todos os pilotos

“Que a Força esteja contigo”:

O que é popularmente conhecido como força G é, na realidade, aceleração. Estes são os valores máximos em travagem e em curva:

Máximo de força G na travagem (força longitudinal):

-4,45 @ Curva 4

Máximo de força G em curva (força lateral):

 4,55 @ Curva 9 e Curva 14

Factos do dia da Pirelli:

A Índia tem a zona de boxes mais longa de todos os circuitos da F1, com 414 metros sujeitos ao limitador de velocidade. Contudo, o seu desenho faz com que a perda de tempo seja de apenas cerca de 18 segundos – assim, isso não deverá ter um efeito desproporcionado na estratégia. O vencedor da corrida do ano passado, Vettel, só parou uma vez, na volta 33, e houve 28 paragens nas boxes no total.

 

VETTEL REI E SENHOR NA TERRA DOS MARAJÁS

GRANDE PRÉMIO DE FÓRMULA 1 - INDIA

 

VETTEL REI E SENHOR NAS TERRAS DOS MARAJÁS

 

 

Uma vez os Red Bull Renault ficaram à frente na 2ª sessaõ de treinos liindia1india2india3india4india5india7india8india9india14india15india16india17india18india21india22india23india24india25india26india28india29india30india31india33india34india35india36india37india38india41india42india43india44india45india46india47india48india49india50india100india300india400india401india402india403india404india405india406india408india409vres para o Grande Prémio de Fórmula 1 na India.Alias a superiordade dos Red Bull é de tal ordem, que Webber, acabou por secundar o seu colega Vettel, tendo atrás de si o Lotus Renault de Grosjean, o Mercedes de Hamilton, que por sua vez teve no seu encalço o Ferrari de Alonso e o Mercedes de Hamilton.

 

A 7ª posição foi para o Ferrari de Massa, seguido pelo Lotus Renault de raikonen, ficando o "top ten" completo com os McLaren Mercedes de Perez e Button.

 

CRÓNICA DE FRANCISCO SANTOS

CRÓNICA DE FRANCISCO SANTOS

 

OS MILHÕES da FÓRMULA 1 e FELIPE MASSA na WILLIAMS.
Ontem, o meu amigo brasileiro Américo Teixeira Jr escrevia no seu blog (www.diariomotorsport.com.br) que Felipe Massa está indo para a Williams com um contrato de cinco anos, sem ter de levar dinheiro, ou seja, irá receber um ordenado de Frank Williams.
Para mim, foi uma decisão certa para os dois lados, embora ache muito estranho o contrato ser de cinco anos, tendo Felipe já 33, e o atual estado da F1 não aconselhar s contratos tão longos. Para Frank Williams é a certeza de ter um piloto de grande experiência, e um ex-vice-campeão mundial, o que lhe será útil na obtenção de mais alguns patrocínios de vulto. E, assim, o Brasil não ficará sem nenhum piloto na F1, o que iria acontecer pela primeira vez em muitos anos. 
Ayrton Senna com Frank Williams, nos testes de 1983, em Donington Park.
 
Como de costume, muitos brasileiros fizeram comentários a este seu texto (ao contrário dos portugueses que se retraem muito mais e só meia dúzia comenta no Facebook os meus textos).
E, alguns desses comentários focavam o facto de Felipe de certamente receber uns milhões enquanto grande parte da população brasileira continua a gter grandes dificuldades económicas. Além de eu não acreditar que Massa vá receber o mesmo que auferia em Maranello (contingências de finalde carreira…) , esta questão do dinheiro que as estrelas da Fórmula 1 e de outros tipos de desporto recebem é muito controversa. Não nos esqueçamos, primeiro, que enquanto um executivo de topo pode viver profissionalmente uns 30 anos – ou mais – recebendo um salário de alguns milhões por ano, um atleta – seja de F1 ou de basketball ou de futebol ou de futebol americano ou de ténis, para referir apenas algumas modalidades – tem uma vida útil muito menor.
Hoje, infelizmente não posso desenvolver mais o assunto pois tenho de ir para o hospital para me ser implantado um desfibrilador no peito, no seguimento do meu infarto de há três semanas, mas no domingo desenvolverei mais este tema socioeconómico, comparando os salários dos desportistas de topo com o Produto Interno Bruto per Capita dos seus respetivos países, e esses leitores do artigo do “Diário Motorsport” vão ficar tão boquiabertos quanto eu. 
Os salários dos pilotos de Fórmula 1
Entretanto deixo-vos a lista de salários atuais dos pilotos de F1, para pensarem um pouco no assunto:
O Business Book de 2013 publicou há uns meses, antes da temporada deste ano, os salários dos pilotos de Fórmula 1, em euros:
1 – Lewis Hamilton (Mercedes) e Fernando Alonso (Ferrari) – €20 milhões 
3 – Jenson Button (McLaren) – €16 milhões 
4 – Sebastian Vettel (Red Bull) – €12 milhões 
5 – Nico Rosberg (Mercedes) – €11 milhões 
6 – Mark Webber (Red Bull) – €10 milhões 
7 – Felipe Massa (Ferrari) – €6 milhões 
8 – Kimi Raikkonen (Lotus) – €3 milhões (mais US$50.000 por ponto conquistado ou seja, até hoje, mais US$8,85 milhões).
9 – Sérgio Perez (Mclaren) – €1,5 milhões 
10 – Romain Grosjean (Lotus), Pastor Maldonado (Williams) e Nico Hulkenberg (Sauber) – €1 milhão 
13 – Valteri Bottas (Williams) – €600.000 
14 – Jules Bianchi (Marussia) e Adrian Sutil (Force India) – €500.000 
16 – Paul di Resta (Force India), Jean Eric Vergne (Toro Rosso) e Daniel Ricciardo (Toro Rosso) – €400.000 
19 – Esteban Guitirez (Sauber) – €200.000 
20 – Charles Pic (Caterham), Giedo van der Garde (Caterham) e Max Chilton (Marussia) – €150.000 euros.
Claro que a estes salários haverá, penso eu (dependendo do critério do “Business Book” que tratarei de descobrir nos próximos dias), que somar os contratos publicitários pessoais de alguns pilotos que não os incluíram nos seus acordos com a respetiva equipa.

 

VETTEL NA FRENTE NA INDIA

GRANDE PRÉMIO DA INDIA DE FÓRMULA 1

 

VETTEL NA FRENTE

 

 

A sessão de treinos livres para o Grande Prémio da India, já conduziu Vettel para a frente. pois Fernando Aloinso ficou com a oitava melhor marca, no entanto este Grande Premio da India, deverá ser o último a ter lugar isso porque muitos problemas, estão a ensobrar esta edição.

 

 

 

As questões financeiras que sobraram do Grande Prémio do ano passado, ainda estão por resolver, e assim pelos vistos há dividas perante o fisco, que ainda não foram cumpridas.Depois para o povo indiano a Fórmula 1 não tem quase significado nenhum, isso já para não falar do transito catastrófico nos acessos à pista.Depois por aquilo que aconteceu com a equipa da McLaren, que foi afectada no hotel por uma praga de mosquitos, que obrigou inclusive à mudança de unidade hoteleira.

Mas os problemas não se ficam por aqui, por pouco Rosberg não matou uma vaca...em plena auto estrada, e outros pilotos estão a tomar precauções contra eventuais doenças.

Para 2014, o Grande Prémio da India já não faz parte do calendário, o que dificilmente poderá voltar a ser reintegrado.

 

Sobre as dividas da organização do Grande Prémio, o Supremo Tribunal da India, que está a estudar o caso, pretende que cerca de um quarto das receitas provenientes da bilheteira seja congeladaf1indiaf2indiaf3indiaf4indiaf5indiaf6indiaf8india, de forma a começar a serem liquidadas as dividas de 2012.Por outro lado, segundo a óptica do fisco indiano, o Grande Prémio de Fórmula 1 é considerado um espectáculo de entretenimento e não de desporto, o que não deixa de ser curioso esta análise.

 

TUDO PRONTO PARA O G.P.INDIA DE F 1

TUDO PRONTO PARA O GRANDE PRÉMIO DA INDIA DE FÓRMULA 1

 

Tudo a postos para o Grande Prémio da India de Fórmula1, que vaio ter lugar já este fim de semana.Será que Vettel vai continuar a vencer?Resta esperar para ver.f1f1indiaf2indiaf3indiaf4indiaf6indiaf7indiaf8indiaf9indiaf10indiaf20indiaf21indiaf22indioaf23indiaf24indiaf25indiaf26indiaf27indiaf29indiaf30indiaf31indiaf40indiaf41indiaf42indiaf43indiaf44indiaf45indiaf46indiaf50indiaf60indiaf61india

 

A JUSTA OPINIÃO DE FRANCISCO SANTOS

A JUSTA OPINIÃO DE FRANCISCO SANTOS

 

O nome de Francisco Santos dispensa apresentações, pois este senhor para além de ex piloto, onde recebeu a alcunha de Chico Cambalhotas, esteve muito anos ligado ao mundo da Fórmula 1e ao jornalismo, para além de eventos diversos, e sobre o que aconteceu a António Felix da Costa, Francisco Santos faz uma observação bem interessante e que reproduzimos na integra, pois merecer ser lida por todos os nossos leitores.

 

 

FÓRMULA 1 – O HABITUAL MUNDO CÃO DOS MILHÕES
Desde 1969 que a sigo a Fórmula 1 como jornalista. Una anos mais de perto, indo à maioria dos GPs, outros apenas pesquisando tudo cobre cada corrida e escrevendo o meu anuário de 1972 a 2009. 
A realidade – a gora que nos sentimos todos muito chocados pelo erro da Red Bull (leia-se Helmut Marko) em não promover António Félix da Costa à equipa Toro Rosso – é que sempre a Fórmula 1 se moveu em volta de interesses comerciais. Mas agora está demais. Como aponta – e bem – o nosso amigo Helder de Sousa, citando o meu ex-colega da F1, Joe Saward, esta decisão errada põe em causa todo o propósito do Red Bull Junior Team.
F.Santos e A.Félix da Costa, no Renault Passion Days 2013, no seu 22º aniversário.
 
Mais um erro de Helmut Marko
Para quê tanto trabalho e tanto investimento se, depois, os 15 milhões de um qualquer patrocinador russo mais o tamanho do potencial mercado russo fazem com que o nosso “Formiga” seja preterido por Daniel Kvyat.
No comunicado oficial do AFC, ele continuará a pertencer à “família Red Bull”. Que “bela” família, como aliás já tinha demonstrado ser em várias ocasiões para com o australiano Mark Webber em termos de laços familiares …
Pelo menos, mais um ano da Fórmula Renault 3.5 com as cores (e o dinheiro) da Red Bull… Temos confiança que a Carlin no próximo ano acerte melhor o carro que a Arden o fez para o António este ano e que os resultados sejam mais consistentes, pois as qualidade do piloto só tendem a melhorar, claro.
Mas, no fundo, no fundo, este é o problema de todos os portugueses de talento no desporto – o tamanho do nosso mercado.
 

ANTEVISÃO G.P. F1 NA INDIA

Antevisão do Grande Prémio da Índia

Deli, 24-27 de Outubro 2013

A PIRELLI NOMEIA OS PNEUS P ZERO MÉDIOS E MACIOS PARA A ÍNDIA

 India, a nova adição ao calendário da F1 em 2011, tem algumas mudanças de elevação influentes e uma larga variedade de curvas, tornando-a uma pista verdadeiramente espetacular que exige muito dos pneus, especialmente devido às altas temperaturas ambientes. Após dois anos de nomeações dos pneus duro e macio no circuito Buddh, este ano a Pirelli optou por nomear o pneu médio P Zero White (Branco) e o pneu macio P Zero Yellow (Amarelo).

Paul Hembery: “Decidimos pelo P Zero White médio e pelo P Zero Yellow macio para a Índia este ano, o que pensamos ser a melhor combinação para o circuito de Buddh e que levará a uma corrida mais renhida. Nos últimos dois anos seguidos usámos, na verdade, os compostos duro e macio, que pode ter sido uma decisão um pouco conservadora, por isso este ano optámos por uma escolha mais agressiva e macia. Como resultado, tal como na última corrida no Japão, não estamos à espera de grandes variações em tempos de volta entre os dois compostos. Consequentemente, a estratégia que fez muita diferença no Japão, deverá fazer diferença também na Índia. Tivemos apenas uma paragem nas boxes o ano passado na Índia, mas este ano estamos à espera de duas – o que também dará aos pilotos e às equipas mais oportunidades para mudar de posição. Com as variações de elevação e uma larga variedade de curvas, a Índia fornece aos pneus um verdadeiro teste, pois temos forças a virem de todas as direções, por isso a gestão dos pneus será mais uma vez muito importante. Como de costume, deverá estar um tempo quente na Índia, o que também aumenta a degradação termal. Isto parece ser uma corrida decisiva para o campeonato, por isso esperamos que a nossa escolha de pneus possa ajudar a tornar esta competição uma corrida de alta qualidade.”

Jean Alesi: “Antes de falarmos da Índia, gostava de voltar ao Grande Prémio do Japão, que é uma corrida que gostei muito de ver. Julgo que mostrou verdadeiramente a diferença que as estratégias podem fazer, e o mais incrível é o resultado renhido que podemos ver mesmo com estratégias completamente diferentes a serem usadas. A tensão e o espetáculo que isto cria para os que estão a assistir à corrida são fantásticos. Quanto à Índia, não é um circuito em que eu tenha corrido, mas ouvi bons comentários dos pilotos. No entanto, há uma perspetival mais lata: julgo que termos corridas em territórios como a Índia é tremendamente importante pois há um enorme potencial desportivo e comercial. Para além de pilotarem os carros, os pilotos têm uma responsabilidade de verdadeiros embaixadores para o desporto: despertar o interesse na F1 e em todos os que estão envolvidos nela. Este papel de embaixadores é mais importante em lugares como a Índia do que em Monza, por exemplo, que já acolhe a F1 há muitos anos. Vemos um grande entusiasmo pelo desporto em geral na Índia, em particular o cricket, e seria fantástico se a F1 pudesse ter o mesmo tipo de seguidores.”

O circuito do ponto de vista dos pneus:Uma das áreas mais exigentes do circuito é o complexo das curvas 10 e 11: ambas as quais surgem em rápida sucessão quase como uma única curva. Os pneus têm de aguentar a força lateral de alta energia durante sete segundos. O pneu dianteiro esquerdo sofre o maior esforço, e tem de aguentar uma força de aceleração de até 4G’s à saída da curva, onde é necessária a máxima aderência para manter a linha de condução.

A curva 4 é outra área crucial do circuito. Aqui, os carros desaceleram dos 320km/h aos 90km/h em apenas 140 metros. Os pneus são sujeitos a uma força de desaceleração de 3,6G’s, mas ainda assim têm de garantir a estabilidade e precisão nas áreas de travagem.

A Índia também tem uma das mais longas recatas do ano, que tem mais de um quilómetro de comprimento. Os pneus rodam a cerca de 50 voltas por segundo a alta velocidade, e no final da reta a temperatura na banda de rodagem excede 100ºC.

Notas técnicas dos pneus:A reta das boxes é uma das mais longas da F1 com cerca de 600 metros. Isto leva a uma perda significativa de tempo quando se muda de pneus, o que é um fator importante quando se considera a estratégia.

A superfície da pista na Índia é geralmente não muito abrasiva. No entanto, tendo-se estreado apenas há dois anos, o asfalto está a evoluir. Ao longo do tempo, o asfalto novo tende a tornar-se mais abrasivo, à medida que o betume na superfície desaparece, deixando expostas as pedras que formam o asfalto. Esta abrasividade aumenta, o que tem um efeito sobre o desgaste dos pneus.

Todos os que chegaram ao fim no ano passado – onde foram usados compostos duros e macios - pararam apenas uma vez, mais ou menos na volta 30. A estratégia mais popular foi a de começar com o composto macio e acabar com o duro, embora um ou dois pilotos mais abaixo na grelha tenham usado a estratégia oposta com vantagem.

As escolhas de pneus:

 

PZero Red

PZero Yellow

PZero White

PZero Orange

Austrália

Supermacio

 

Médio

 

Malásia

 

 

Médio

Duro

China

 

Macio

Médio

 

Bahrain

 

 

Médio

Duro

Espanha

 

 

Médio

Duro

Mónaco

Supermacio

Macio

Médio

 

Canadá

Supermacio

 

Médio

 

Grã-Bretanha

 

 

Médio

Duro

Alemanha

 

Macio

Médio

 

Hungria

 

Macio

Médio

 

Bélgica

 

 

Médio

Duro

Itália

 

 

Médio

Duro

Singapura

Supermacio

 

Médio

 

Coreia

Supermacio

 

Médio

 

Japão

 

 

Médio

Duro

India

 

Macio

Médio

 

Outras notícias da Pirelli:

Na ronda final do Campeonato de Itália da Ralis, o Rali de Sanremo, a Pirelli conseguiu o título de fabricantes com a Peugeot Itália pela quinta vez. O título de pilotos já tinha sido atribuído a Umberto Scandola, ao volante de um Skoda equipado com Pirelli, na ronda anterior.

A Pirelli patrocinou uma regência numa das mais prestigiadas universidades dos Estados Unidos. A Pirelli estabeleceu a “Regência Pirelli para o Professor Convidado em Estudos Italianos” para um período de cinco anos na Universidade de Princeton em New Jersey. O objetivo é promover o estudo da história e da cultura italianas.

A Pirelli lançou uma marca dedicada de pneus P Zero de estrada para o recentemente revelado Alfa Romeo 4C, que deu a volta ao Nurburgring em 8m04s com pneus Pirelli P Zero Trofeo. O novo pneu foi feito especificamente para as características de performance do Alfa Romeo, com ‘AR’ inscrito na parede lateral.

A ronda final do Campeonato Britânico de Ralis apoiado pela Pirelli também aconteceu este fim-de-semana. O piloto da Citroën Osian Pryce ganhou o rali com pneus Pirelli enquanto o antigo Star Driver UK da Pirelli Jukka Korhonen arrebatou o título.

 

 

DECEPÇÃO NAS HOSTES LUSITANAS

Félix da Costa perde lugar na Toro Rosso

    Kayat é o atual segundo classificado da GP3 Series, com duas vitórias em Grande Prémios. Na escolha também terá pesado o poderio financeiro russo.

    Félix da Costa perde lugar na Toro Rosso

    António Félix da Costa perdeu o lugar de preferência que ostentava para ocupar uma das vagas da Toro Rosso para a próxima temporada da Fórmula 1.

    O piloto português foi ultrapassado pelo russo Daniil Kvyat, piltoto de 19 anos que assim será colega de Jean-Eric Vergne em 2014. Relembre-se que Daniel Ricciardo será piloto da Red Bull na próxima temporada, fazendo dupla com Sebastian Vettel.

    Félix da Costa integra o programa de jovens pilotos da Red Bull e já chegou a fazer testes pela equipa campeã mundial em 2012, ano em que foi terceiro classificado no campeonato GP3 e venceu o Grande Prémio de Macau.

    «Se um jovem piloto demonstra talento, paixão e um alto nível de ética laboral, damos-lhe uma hipótese. É nessa perspetiva que escolhemos o Kvyat», afirmou o consultor da Red Bull para o desporto automóvel, Helmut Marko.

    «É um sonho tornado realidade e quero agradecer à Red Bull e à Toro Rosso por me darem esta oportunidade sem preço. Desde que comecei no karting que queria chegar à Fórmula 1 e agora esse desejo vai tornar-se realidade na próxima época», confessa Kvyat, num comunicado divulgado pela Toro Rosso.

    Kvyat é o atual segundo classificado da GP3 Series, com duas vitórias em Grande Prémios. Na escolha também terá pesado o poderio financeiro russo.


    Conteúdo publicado por SportInforma

 

GALERIA DE IMAGENS

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FÓRMULA IDY - FONTANA

 

indy1indy2indy3indy4indy5indy6indy7indy8indy9indy10Mais uma série de imagens dos Fórmula Indy em Fontana - Estados UNidos.

 

DIA DIFICIL PARA FELIX DA COSTA

Dia difícil onde o António lutou com tudo o que tinha para terminar num bom 4º lugar.
Amanhã 2ª corrida de Barcelona e ultima do ano 2013 em directo no Eurosport 2 às 12:00.

 

GALERIA DE IMAGENS

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FÓRMULA INDY

 

 

Imagens referentes à ultima prova de FórmulaIndy que está a ter lugar na pista de Fontana.indy1indy2fontanaindy3indy4indy5indy6indy7indy8indy9

 

CONHEÇA O SOM DO NOVO MOTOR HONDA DE F1

 

Conheça o som do novo motor F1 da Honda

 


A Honda publicou hoje uma gravação do som do seu novo motor de Fórmula 1 a funcionar pela primeira
vez. Este motor está a ser desenvolvido para a temporada de 2015 na qual a Honda irá participar num
projecto conjunto com a McLaren.
Manabu Nishimae, Presidente da Honda Motor Europe Ltd, comentou: “É muito entusiasmante ouvir, pela
primeira vez, o choro do nosso recém-nascido motor de Fórmula 1. Os nossos engenheiros estão a
trabalhar arduamente para o desenvolvimento do mesmo e já ansiamos todos pelo início da temporada
2015.”
Pode ouvir o trabalhar deste motor em: http://youtu.be/431h20gvm3M
A Honda será responsável pelo desenvolvimento, produção e fornecimento do bloco que inclui o motor e o
sistema de recuperação de energia, enquanto a McLaren encarregar-se-á não só do desenvolvimento e
produção do chassis, mas também da gestão da nova equipa - McLaren Honda.
A partir de 2014, os novos regulamentos da F1 obrigam à introdução de um motor V6, de 1.6lt turbo de
injecção directa com sistemas de recuperação de energia. A oportunidade de desenvolvimento destas
novas tecnologias num ambiente de competição foi crucial para a nossa decisão do regresso da Honda à
Formula 1. Ao longo da sua história, a Honda tem vindo, de forma apaixonada, a desenvolver melhorias na
eficiência dos motores de combustão interna e, nos últimos anos, tem sido, um dos pioneiros no
desenvolvimento dos sistemas híbridos. A participação na Formula 1, sob estas novas regras, irá motivar a
Honda a obter ainda mais progressos em ambas as áreas. Adicionalmente, uma nova geração de
engenheiros Honda irá enfrentar os desafios e as emoções da participação na disciplina rainha do
desporto motorizado.
As operações europeias de competição Honda terão sede em Milton Keynes, a partir de Junho de 2014.

 

RECORDAR F 1 EM 1983

RECORDAR FÓRMULA 1 EM 1983

 

 

Grupo de imagens referentes ao Grande PrREC1REC2REC3REC4REC5REC6REC7RECAFRICASUL19831emio de Fórmula 1 da Africa do Sul.

 

NOVO RECORDE PARA A RENAULT

 

A Renault ESTABELECE UM NOVO recordE NA F1

 

 

A pole-position obtida por Mark Webber (Infiniti Red Bull Racing) na qualificação para o Grand-Prémio do Japão permitiu à Renault estabelecer, com 209 pole-positions na sua história, um novo recorde, para um fabricante de motores, no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1.

 

 

O anterior recorde, de 208 poles, era detido pela Ferrari. A Renault que se estreou na F1 em 1977, atravessou várias épocas com a introdução do V6 Turbo e, posteriormente dos motores V10 e V8. Os monolugares com motores Renault conquistaram, até hoje, 160 Grandes-Prémios, 11 títulos de Campeão do Mundo e permitiram a 10 pilotos ascender ao reservado clube de Campeão do Mundo de F1.

 

« Poderia ser apenas um número mas este recorde representa uma imenso orgulho para todos os que trabalham na Renault», sublinha Rob White, Director-Geral Adjunto da Renault Sport F1. « Desde 1977, que conseguimos, de forma constante colocar as equipas com motores Renault entre as mais rápidas e isto demonstra a qualidade do trabalho no seio do Grupo mas, também, uma enorme aptidão para trabalhar em conjunto com diversas escuderias para obter os melhores monolugares. A nossa filosofia foi sempre a de dar, aos construtores de chassis todos os meios para que pudessem construir os melhores monolugares sem compromissos. E esta forma de actuar tem-se mantido deste o primeiro V6 até ao actual V8 cuja última prova terá lugar daqui por algumas semanas.

A obtenção deste recorde é uma motivação suplementar para que guardemos este nível de desempenho em 2014, numa nova era para a Fórmula 1 na nova era dos V6 turbo

 

Renault: Caçadora de recordes!

 

  • Presente da Fórmula 1 desde 1977, a Renault disputou, até agora, 514 Grande-Prémios e um monolugar com motor Renault partiu da primeira linha da grelha em 40% das corridas. A título de comparação, os actuais concorrentes como fornecedores de motores têm uma média de, respectivamente, 23% e 28%.

 

 

 

  • A primeira pole-position foi obtida por Jean-Pierre Jabouille ao volante do Renault RS01, em 1979, no circuito de Kyalami na África do Sul.
  • 50 das 209 pole-positions foram obtidas como o motor V6 1,5 litros turbo utilizado entre 1977 e 1986, 44 pelo V10 3,5 l. (1989-1995) e 53 pelo V10 3,0 l. que atravessou duas épocas, de 1995 a 1997 e depois de 2002 a 2005. O V8 2,4 l que começou a correr em 2006 partiu da pole em 62 ocasiões.
  • 8 Campeões do Mundo obtiveram uma pole-position com um motor Renault no ano do título: Prost, Mansell, Senna, Schumacher, Hill, Villeneuve, Alonso e Vettel.
  • Sebastian Vettel obteve, apenas ele, 20% do total de pole-positions dos motores Renault.
  • 6 Diferentes escuderias obtiveram pole-positions com um motor Renault: Elf Renault, Lotus, Williams, Benetton, Renault F1 Team e Red Bull Racing.
  • Em 2011, o RB7 da Red Bull Racing, com o motor Renault, assinou 18 das 19 pole-positions possíveis numa temporada. Um outro recorde na F1.
  • O motor V10 Renault dominou o Campeonato do Mundo no início dos anos 90. Entre 1992 e 1997, este motor partiu da pole em 77 corridas ou seja em 80% dos Grandes-Prémios disputados.
  • Com 62 pole-positions desde 2006, o motor V8 Renault conseguiu 44% das poles possíveis!

 Motor V8_RS27

 

GALERIA DE IMAGENS

GALERIA DE IMAGENS

 

 

GRANDE PRÉMIO DE FÓRMULA 1 NO JAPÃO

 

 

Derradeiro grupo de imagens do Grande Prémio do Japão de Fórmula 1, onde tudo está na mesma, Vettel cada vaez mais lider, partilhando o pódio com Webber e Grosjean,f70f71f72f73f74f75f76f77f356f370f371f372f373f374f375f400f401f402f403f404f405f406f407f500f501f502f503f504f900fia3fia5fia6fia7fia8fia9fia10

 

VETTEL SOMA E SEGUE

 

GP DO JAPÃO DE F1 2013 – Corrida

VETTEL CONQUISTA UMA ESTRATÉGICA VITÓRIA COM DUAS PARAGENS NO JAPÃO

f172f173f174f180f200f201f202f203f204f205f206f207f320f321f322f323f324f325f326f325f327f350f351f352f353f353f354f355f356f370f371f372O piloto da Red Bull Sebastian Vettel conseguiu o seu quarto triunfo no Japão, o quinto seguido e o nono deste ano, mas isso não foi o suficiente para conquistar já o seu quarto título consecutivo no campeonato dos pilotos porque Fernando Alonso da Ferrari terminou em quarto, após ter partido da oitava posição da grelha de partida. Vettel utilizou uma estratégia de duas paragens para bater o seu companheiro de equipa, Mark Webber, que parou três veze, e o Lotus de Romain Grosjean, que também parou duas vezes.

Quase todos os pilotos começaram com pneus médios P Zero Brancos, escolhidos em conjunto com os pneus duros P Zero Laranja para Suzuka. As exceções foramo Toro Rosso de Daniel Ricciardo e o Caterham de Charles Pic. Grosjean partiu da terceira posição, mas colocou-se logo na frente da corrida: o início de uma intensa luta tática entre ele e os dois Red Bull que se prolongariapor toda a corrida.

Webber foi o primeiro dos três da frente a parar, na volta 11, quando seguia no segundo lugar, trocando para pneus duros, esperando fazer uso dessa estratégia para ultrapassar Grosjean. O piloto da Lotus, que estavaà frente,foi às boxes na volta seguinte para mudar para pneus duros, deixando Vettel na liderança da corrida.

A primeira paragem de Vettel foi na volta 14 para montar pneus duros, regressando à pista em terceiro, com Grosjean e Webber na frente. O último piloto a fazer a primeira paragem nas boxes foi Ricciardo, na volta 21, para montar um novo jogo de pneus duros, após ter subido ao quarto lugar na fase inicial da corrida.

A segunda paragem de Webber foi na volta 25, para voltar a montar pneus duros, esperando passar Grosjean e recuperar uma vez mais a liderança da corrida com o timing da sua paragem nas boxes. Essa estratégia funcionou: a segunda paragem de Grosjean foi na volta 29 para trocar por novo jogo de pneus duros, tendo regressado à pista em terceiro, atrás de Vettel e Webber.Vettel fez a sua segunda e última paragem na volta 37, a 16 do final, para montar pneus duros. Regressou à pista na terceira posição, mas como Webber parou uma vez mais e Grosjean fez uma tirada final de 24 voltas, a estratégia do piloto alemão foi a escolha vencedora.A 11 voltas do fim, na sua terceira paragem, Webber montou os mais rápidos pneus médios e pôs-se em perseguição de Vettel e Grosjean, conseguindo subir ao segundo lugar na volta 52. A diferença de tempos entre os três primeiros foi inferior a 10 segundos, apesar de terem adotado táticas muito diferentes.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “Com a pouca diferença no tempo de volta entre os dois compostos escolhidos, esta seria sempre uma corrida muito disputada. Em resultado, assistimos a abordagens estratégicas variadas, com tanto os pneus médios como os duros a serem utilizados em momentos diferentes para as segunda e terceira tirada. A maioria dos pilotos parou duas vezes tal como esperávamos: o desgaste é muito reduzido em Suzuka devido à fluidez do circuito – o que significa que as exigências de tração são baixas –,mas as elevadas cargas de energia lateral fazem com que o fator limitativo seja a degradação. Isso é, sem dúvida, acentuado se a corrida for muito disputada com os carros a seguir uns atrás dos outros, pois a eficiência aerodinâmica fica comprometida e os carros derrapam mais. Vettel pôde usar aqui uma estratégia de duas paragens para fazer a diferença, mas a luta com Webber e Grosjean foi muito cerrada. Uma vez mais, fomos muito bem recebidos no Japão: um dos circuitos mais difíceis em todo o mundopara pilotos, carros e pneus, com uma atmosfera absolutamente espantosa graças a alguns dos mais fantásticos fãs.”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

 

Médio

 Duro

Intermédio

Chuva

Primeiro

 WEB – 1m34,587s

 ROS – 1m34,650s

N/A

N/A

Segundo

 RIC – 1m35,020s

 VET – 1m35,317s

N/A

N/A

Terceiro

 BUT – 1m35,549s

 RAI – 1m35,516s

N/A

N/A

Tiradas mais longas da corrida:

Médio

18 voltas

 C. Pic

Duro

27 voltas

 P. Di Resta

Intermédio

 N/A

 N/A

Chuva

 N/A

 N/A

Avaliação da correção de previsões:

A nossa previsão de estratégia para as 53voltas do GP do Japão era uma de duas paragens. Sugerimos que a estratégia mais rápida era começar com pneus médios, montar novo jogo de médios na volta 20 e depois mudar para duros na volta 37. A estratégia alternativa era: começar com médios, mudar para duros na volta 20 e tornar a montar duros na volta 37. Em conclusão, as equipas na sua maioria optaram por uma variação da segunda estratégia sugerida, mas um pouco mais cedo do que esperávamos no respeitante à primeira paragem – em grande parte como resultado de os carros terem feito a corrida muito próximos uns dos outros. Vettel seguiu a estratégia médio-duro-duro, parando nas voltas 14 e 37.

 

G.P.JAPÃO DE F 1

 

GP do Japão de F1 2013 – Qualificação

ESPERADAS DUAS PARAGENS NAS BOXES NUMA CORRIDA ANIMADA EM SUZUKA

f60f61f70f71f72f73f74f75f76f77f78f79f81f82f83f84f85f90f100f101f102f103f104f105f106f170f171Mark Webber da Red Bull conquistou a pole position no GP do Japão de F1: a sua primeira pole desde o GP da Coreia do ano passado. Foi a 12.ª pole position da sua carreira com um tempo de 1m30,915s, à frente do seu companheiro de equipa, Sebastian Vettel.

O tempo permaneceu seco durante a qualificação, com a temperatura ambiente a atingir os 25º C e um vento forte e variável na ordem dos 30 km/h. No início da Q1, os pilotos da frente usaram principalmente os pneus duros P Zero Laranja, os escolhidos para o Japão juntamente com os médios P Zero Brancos. A três minutos do fim da sessão foi exibida a bandeira vermelha. Quando a sessão se reatou, o mais rápido foi Romain Grosjean da Lotus após a sua segunda tirada com pneus duros, enquanto muitos pilotos trocaram para os médios.

Os 16 pilotos que passaram à Q2 adotaram diversas estratégias, com Grosjean e Raikkonen a começarem com os pneus duros. Os dois Red Bull só saíram uma vez para a pista a seis minutos do final, com pneus médios e fizeram os dois tempos mais rápidos, com Vettel à frente de Webber. Grosjean ficou em terceiro, depois de uma tirada com os pneus médios.

Os 10 melhores pilotos qualificados utilizaram na Q3 principalmente os pneus médios, com Vettel a ser o primeiro a sair para a pista, seguido por Webber e Alonso. O McLaren de Jenson Button foi o único carro a fazer a sua primeira tirada na Q3 com pneus duros. Webber fez o melhor registo inicial na sua primeira tirada e depois melhorou-o na sua segunda saída para a pista, assegurando a fila da frente na grelha de partida para a Red Bull.

Na última sessão dos treinos livres, de manhã, o melhor foi também Webber, que foi o mais rápido com pneus médios. Durante a maior parte da sessão, Webber desfrutou de uma vantagem de seis décimos sobre os seus rivais, antes de o piloto da Mercedes Lewis Hamilton ter feito uma volta rápida no final da sessão, que lhe valeu o segundo melhor tempo da manhã.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “Foi um dia cheio de ação em Suzuka, o que é um sinal de como este circuito é estimulante. Até agora, no decorrer deste fim de semana, houve uma grande evolução na pista e esperamos que, no curso normal dos acontecimentos, amanhã os carros parem duas vezes nas boxes durante a corrida. Há uma diferença muito menor de tempos entre os dois compostos escolhidos em comparação com o que assistimos nas duas corridas anteriores, o que teve uma clara influência na estratégia na medida em que tornou mais fácil para os pilotos da frente se qualificarem na Q1 utilizando os compostos duros, tal como vimos Grosjean fazer com uma tirada notável. Isso abre a porta para diferentes possibilidades de estratégia na corrida de amanhã, com diversas opções a potencialmente surtirem efeito. A diferença entre os tempos obtidos é efetivamente muito escassa, por isso há uma oportunidade de pôr em prática uma estratégia para verdadeiramente fazer a diferença. Embora seja uma pista muito exigente para os pneus, com as mais altas cargas de energia lateral do ano, o desgaste e a degradação foram o que se esperava: vimos na qualificação, que os tempos não pioraram significativamente mesmo com pneus usados.”

O prognosticador misterioso de estratégia da Pirelli:

Teoricamente, duas paragens nas boxes é o modo mais rápido de completar as 53 voltas do GP do Japão. A estratégia mais rápida deveria ser começar com pneus médios, montar novo jogo de médios na volta 20 e depois trocar para duros na volta 37.

Uma alternativa poderia ser: começar com médios, trocar para duros na volta 20 e voltar a montar duros na volta 37.

Compostos mais rápidos na TL3:

1.

 Webber

1m32,053s

Médio Novo

2.

 Hamilton

1m32,187s

Médio Novo

3.

 Rosberg

1m32,355s

Médio Novo

Pneus usados pelos 10 mais rápidos:

 Webber

Médio

1m30,915s

 Vettel

Médio

1m31,089s

 Hamilton

Médio

1m31,253s

 Grosjean

Médio

1m31,365s

 Massa

Médio

1m31,378s

 Rosberg

Médio

1m31,397s

 Hulkenberg

Médio

1m31,644s

 Alonso

Médio

1m31,665s

 Raikkonen

Médio

1m31,684s

 Button

Médio

1m31,827s

 

 

G.P.JAPÃO DE F 1

Grande Prémio do Japão 2013 – Sessões de Treino

 VETTEL É MAIS RÁPIDO COM O PNEU MÉDIO P ZERO WHITE

f1f2f11f12f14f16f17f18f19f20f21f22f23f24f25f26f27f28f29f30f31f51f52f54f55f60f61f70f71 O piloto da Red Bull Sebastian Vettel estabeleceu o tempo mais rápido durante a segunda sessão de treino livre hoje no Grande Prémio do Japão, correndo com o pneu médio P Zero White (Branco). Este foi nomeado juntamente com o pneu duro P Zero Orange (Laranja) pois ambos são adequados às difíceis exigências do circuito de Suzuka que é reconhecido pelas suas curvas de alta velocidade.

O piloto da Mercedes Lewis Hamilton foi o mais rápido com o composto duro P Zero Orange esta manhã, estabelecendo o tempo de 1m34.157s. Mas foi Vettel que estabeleceu o tempo de 1m33.852s durante a segunda sessão de treino livre, que provou ser o tempo mais rápido do dia. O piloto de 26 anos estabeleceu este tempo a meio da sessão da tarde, com o seu colega de equipa Mark Webber a ser o segundo mais rápido também com o composto médio.

Ambas as sessões foram corridas com um tempo quente e seco e temperaturas ambiente que ultrapassaram os 30ºC.

Paul Hembery, Diretor de Motorsport da Pirelli, disse: “Gostamos sempre de vir ao Japão: a atmosfera é elétrica e o entusiasmo pela F1 é simplesmente incrível. Tivemos duas sessões de treino sólidas hoje com as equipas a recolherem dados sobre os pontos de sobreposição dos pneus, a velocidade relativa do pneu quando usado por mais de uma saída e o comportamento geral do pneu. No ano passado, vimos uma estratégia de duas paragens e parece que estamos apontados para estratégias de duas ou três paragens de novo para a corrida deste ano. Suzuka é um circuito abrasivo e os pneus são sujeitos a cargas de alta energia com as curvas rápidas como a 130R e a Spoon. Assim, não é surpresa que uma estratégia de três paragens possa ganhar a corrida como em 2011. Estamos à espera de temperaturas mais baixas para o dia da corrida que irá reduzir o desgaste termal dos pneus e algumas equipas poderão tentar uma corrida de duas paragens. Dos dados que temos neste momento, a diferença de tempo entre os dois compostos é de cerca de 0,5s.”

FP1:

FP2:

1.Hamilton

 1m34.157s

 Duro Usado

1.Vettel

 1m33.852s

 Médio Novo

2.Rosberg

 1m34.487s

 Duro Usado

2.Webber

 1m34.020s

 Médio Novo

3.Vettel

 1m34.768s

 Duro Usado

3.Rosberg

 1m34.114s

Médio Novo

 

Estatísticas dos Pneus do dia:

 

Médio

Duro

Intermédio

Chuva

Km percorridos*

1,608

4,436

N/A

N/A

Jogos usados no geral **

19

43

N/A

N/A

Maior número de voltas **

23

28

N/A

N/A

* O número acima dá o total de quilómetros corridos no FP1 e no FP2 hoje, todos os pilotos combinados
** Por composto, todos os pilotos combinados.

Que a Força esteja consigo:

O que é popularmente conhecido como a força G é de facto a aceleração. Estes são os valores máximos nas travagens e curvas:

-Força G máxima na travagem(Forçalongitudinal): - 4.55@T16">4.55 @ T16

- Força G máxima nascurvas(Força lateral): - 5.00 @ T1

Factos Pirelli do dia:

Sebastian Vettel liderou até agora 142 voltas seguidas e ganhou os últimos quatro Grandes Prémios – algo que fez três vezes na sua carreira até agora. No entanto, se Vettel ganhar no Japão este fim de semana, juntar-se-á a um grupo de elite de apenas cinco pilotos na história da F1 que conseguiram ganhar cinco corridas ou mais de seguida - Alberto Ascari (nove), Michael Schumacher (sete, seis e cinco), Jack Brabham, Jim Clark and Nigel Mansell (todos cinco). Para além disso, se Fernando Alonso ficar abaixo do oitavo lugar este ano, Vettel será coroado o campeão de 2013 e tornar-se-á o piloto mais novo da história a ganhar quatro campeonatos.  

 

 

TUDO NA MESMA NO JAPÃO

Vettel vence no Japão e fica a 10 pontos do quarto título mundial de Fórmula 1

Vettel, campeão em 2010, 2011 e 2012, está, assim, a um quinto lugar de igualar o francês Alain Prost no terceiro "ranking" dos campeões, quando faltam quatro corridas para o final, na Índia, Abu Dhabi, Estados Unidos e Brasil.

Com 100 pontos em disputa, o germânico passou a contar 297 pontos, mais 90 do que o espanhol Fernando Alonso (Ferrari), segundo do campeonato, que, ao terminar em quarto lugar, impediu o germânico de festejar desde já o "tetra" em solo nipónico.

Agência Lusa

 

G.P.JAPÃO F 1

 

2013 Grande Prêmio do Japão - Sessões Práticas


 VETTEL VAI MAIS RÁPIDO EM P ZERO BRANCO MÉDIO


Sebastian Vettel, da Red Bull fez o melhor tempo no GP do Japão durante a segunda sessão de treinos livres de hoje, em execução em P Zero Branco pneu médio da Pirelli. Este foi indicado ao lado do P Zero Laranja duro que são ambos bem adaptado às exigências desafiadoras do circuito de Suzuka , que é conhecida por suas curvas de alta velocidade .
O piloto da Mercedes Lewis Hamilton foi o mais rápido na Zero composto duro Laranja P , esta manhã , estabelecendo um tempo de referência de 1m34.157s . Mas foi Vettel , que passou a definir um tempo de 1m33.852s durante a segunda sessão de treinos livres, o que provou ser o tempo mais rápido do dia. The 26-year- old definir o tempo mais rápido no meio da sessão da tarde , com seu companheiro de equipe Mark Webber vai segunda mais rápida , ao mesmo tempo sobre o composto médio.
Ambas as sessões foram realizadas em clima quente e seco, com temperaturas chegando a 30 graus Celsius.
Diretor de automobilismo da Pirelli Paul Hembery disse: "Nós sempre gostam de vir para o Japão : a atmosfera é elétrica eo entusiasmo pela Formula One aqui é nada menos que incrível. Tivemos duas sessões de treinos livres sólidos , hoje, com as equipes de coleta de dados sobre pontos de cruzamento , a velocidade relativa do pneu quando usado por mais de uma corrida e comportamento geral dos pneus. No ano passado , vimos uma estratégia de pneus de duas paradas e parece que estamos no alvo para um 2-3 corrida parada novamente este ano. Suzuka é um circuito abrasivo e os pneus estão sujeitos a cargas de alta energia com curvas rápidas , como a 130R e colher . Não é nenhuma surpresa , portanto, que a estratégia de três paradas era o que ganhou a corrida de volta em 2011. Estamos esperando as temperaturas mais baixas para o dia da corrida que irá reduzir o desgaste térmico dos pneus e algumas equipes podem tentar ir para uma corrida de duas paradas em linha reta. A partir dos dados que temos atualmente a diferença de tempo entre os dois compostos é de cerca de 0,5 s . "
FP1: FP2 :
1.Hamilton 1m34.157s Disco Usado 1.Vettel 1m33.852s Médio Novo
2.Rosberg 1m34.487s Disco Usado 2.Webber 1m34.020s Médio Novo
3.Vettel 1m34.768s Disco Usado 3.Rosberg 1m34.114s Médio Novo
Estatísticas de pneus do dia :
 Médio Difícil Intermediate Wet
kms orientada * 1.608 4.436 N / A N / A
conjuntos utilizados geral ** 19 43 N / D N / D
maior número de voltas ** 23 28 N / D N / D
* O número acima dá o total de quilómetros percorridos em FP1 e FP2 , hoje, todos os drivers combinados.
Por ** composto , todos os drivers combinados.
Que a Força esteja com você :
O que é popularmente conhecido como G-Force é de fato a aceleração. Esses são os valores máximos durante a frenagem e curvas :
-Max . g- força de travagem (força longitudinal ) : -4,55 @ T16
-Max . g-force curvas (força lateral) : 5.00 @ T1
Pirelli fatos do dia :
Sebastian Vettel levou agora os últimos 142 voltas consecutivas e ganhou os últimos quatro grand prix corridas - algo que ele fez três vezes em sua carreira já . No entanto, se Vettel vence no Japão neste fim de semana ele vai se juntar a um grupo de elite de apenas cinco pilotos na história da F1 que conseguiram ganhar cinco corridas ou mais - Alberto Ascari (nove) , Michael Schumacher (sete , seis e cinco) , Jack Brabham , Jim Clark e Nigel Mansell ( todos os cinco ) . Além disso, se Fernando Alonso termina menos de oitavo neste fim de semana , Vettel será coroado o campeão mundial de 2013 e vai se tornar o piloto mais jovem da história a vencer quatro campeonatos.
 
Lewis Hamilton ( Mercedes) define o tempo mais rápido na sessão de treinos da manhã do japonês Grand Prix 2013 , usando a Zero Laranja pneu duro P .

 

PIRELLI COM NOVIDADES

 

Pirelli anuncia pneus nomeações
para Abu Dhabi , Estados Unidos e Brasil

 


 foram anunciadas as nomeações de pneus para a próxima grands prix em Abu Dhabi , nos Estados Unidos e no Brasil.
Em Abu Dhabi , as equipes irão utilizar o P Zero Branco pneu médio eo pneu macio P Zero Amarelo . Para os Estados Unidos Grand Prix, Pirelli trará o P Zero Laranja duro e P Zero Branco pneu médio . Esta combinação - duro e médio - também serão usados ​​no Brasil.
Em Abu Dhabi , os brancos compostos macios médio e amarelo foram selecionados. A combinação dos pneus médios e macios são os mais adequados às características variadas do Abu Dhabi pista, o que sendo uma corrida crepúsculo começa no final da tarde com temperaturas caindo para o final do grand prix .
Para os Estados Unidos Grand Prix, Pirelli trará os duros laranja e branco compostos médios. Os compostos duros e médios são a melhor escolha para responder aos desafios deste fast track , o que coloca cargas de alta energia através dos pneus devido a diferentes altitudes que altas velocidades alternadas com algumas secções mais lentas e mais técnico.
No Brasil, serão utilizados os duros laranja e branco compostos médios. Interlagos é uma pista exigente com curvas de alta velocidade e mudanças de elevação significativa , de modo que os compostos duros e médios são a melhor escolha para esta última corrida da temporada de 2013.
As escolhas de pneus até agora:
 PZero Red PZero Amarelo PZero Branco PZero Laranja
Austrália Supersoft Médio
Malásia Médio Difícil
China Macio Médio
Bahrain Médio Difícil
Espanha Médio Difícil
Mônaco Supersoft suave
Canadá Supersoft Médio
Grã-Bretanha Médio Difícil
Alemanha suave Médio
Hungria suave Médio
Bélgica Médio Difícil
Itália Médio Difícil
Cingapura Supersoft Médio
Coréia Supersoft Médio
Japão Médio Difícil
Índia suave Médio
Abu Dhabi suave Médio
Estados Unidos Médio Difícil

Brasil Médio Difícil

 

RECORDAR SENNA

RECORDAR SENNA

 

 

É sempre bom recordar o msennaaior piloto de todos os tempos que passou pela Fórmula1, de seu nome AYRTON SENNA DA SILVA.

 

GALERIA DE IMAGENS

GALERIA DE IMAGENS

 

 

FÓRMULA INDYinbdy15indy2indy3indy4indy5indy6indy7indy8indy9indy10indy11indy12indy14indy16indy17indy18indy19indy20indy21indy22indy23indy24indy25indy26

 

Mais um grupo de imagens da derradeira prova de Fórmula Indy.

 

G.P.JAPÃO DE FÓRMULA 1

GRANDE PRÉMIO JAPÃO DE FÓRMULA 1

 

 

RED BULL CONTINUAM A EXERCER DOMINIO COM VETTEL

 

 

Tudo na mesma, mas a verdasde é que o Red Bull REnault de Vettel continua na frente, tendo atrás do si o seu colega de equipe Webber.Depois aparece o Mercedes de Rosberg, tendo na sua esteira os dois Lotus Renault de Raikonen e Grosjean, e só depois surgem o Mercedes de Hamilton.As duas linhas seguintes são para já pertença de Ricciardo no Toro Rosso, seguido pelo Ferrari de Massa, fif1f3f4f5f6f7f8f9f10f20f21f22f23f24f25f26f27f30f31f40f50f51f53f55f58f59f60f66f70f100f101f102f103f105f106f107f500f501f502f503f504f505cando o "top ten" completo com o McLaren Mercedes de Button, e o Ferrari de Alonso.

 

MARIA DE VILLOTA MORREU

MARIA DE VILLOTA MORREU

 

 

Foi encontrada morta esta manhã a antiga piloto de Fórmula 1 , a espanhola Maria de Villota no seu quarto em Sevilha.Maria de Villota encontrava-se em Sevilha, onde iria aparesentar o seu novo livro, e para já nada se sabe o que motivou tudo isto.Recorde-se que Maria de Villçota foi alvo dum grave acidente num teste de Fórmula 1, na qual acabaria por recuperar.Maria de Villota tinha 33 anos de idade, e da parte da equipa do www.velocidadeonline.comvillotavillota2 apresentamos as amis sentidas condolências para a sua familia e para todo o automobilismo espanhol, que assim ficou mais pobre.

 

ANTEVISÃO G.P.JAPÃO

Antevisão do GP do Japão de F1: Suzuka, 10-13 Outubro 2013

 A PIRELLI REGRESSA A UM CIRCUITO LENDÁRIO COM PNEUS P ZERO DUROS E MÉDIOS

Suzuka é um dos circuitos mais populares do calendário da Fórmula 1, graças a um layout de pista emocionante e a alguns dos mais apaixonados fãs do planeta. Este ano, a Pirelli levará para lá os dois compostos mais duros da sua gama: os P Zero Laranja duroe P Zero Branco médio. Estes pneus são perfeitamente adequados aos exigentes desafios colocados por esta famosa pista, que se situa no meio do Japão, perto de Nagoia.

Suzuka é conhecida pelas suas curvas rápidas tais como a 130R e a Colher, que têm um efeito marcante no desgaste e degradação dos pneus. Em consequência, são esperadas entre duas e três paragens nas boxes.A outra característica do Japão são as condições meteorológicas extremamente variáveis, sendo a chuva intensa uma ocorrência comum durante o fim de semana de corridas. Em 2010, até mesmo a qualificação teve de ser adiada até domingo demanhã devido a forte temporal. No entanto, a corrida do ano passado disputou-se com tempo quente, com temperaturas a exceder os 30º C – o que serve para ilustrar a imprevisível diversidade do tempo, no GP do Japão.

Paul Hembery: “Suzuka, entre todos circuitos os que compõem o calendário, é um daqueles onde os pneus sofrem níveis mais elevados de desgaste e de degradação: devido à superfície relativamente abrasiva e, acima de tudo, devido às elevadas cargas de energia a que eles são submetidos. É por isso que escolhemos os dois compostos mais duros da nossa gama para o GP deste ano em Suzuka.E não se trata só das curvas rápidas porque também há algumas zonas de travagem a fundo e curvas mais apertadas.Por isso, é um circuito altamente exigente no que se refere à energia lateral, mas relativamente pouco exigente em termos de tracção, devido ao facto de o traçado ter muita fluidez, com as curvas encadeadas umas nas outras. A estratégia irá uma vez mais desempenhar um papel importante – esta foi uma corrida de duas paragens no ano passado, quando escolhemos os compostos duro e macio– e Suzuka é um circuito de que todos os pilotos gostam devido às altas velocidades que ali se atingem. O Japão é velocidade pura e dura e os pneus que escolhemos para este fim-de-semana deverão permitir aos pilotos mostrar isso aos espantosos fãs japoneses.”

Jean Alesi: “O Japão é um dos meus países e circuitos favoritos: tem de tudo.Um pouco como Spa ou Monza, Suzuka é uma pista verdadeiramente emocionante para qualquer piloto aí competir, pois tem traçado com uma fluidez fantástica e tantas curvas muito rápidas. Mas não é só isso: também tem uma atmosfera brilhante devido ao facto de os espetadores japoneses serem tão entusiásticos e conhecedores: são verdadeiramente loucos pela Fórmula 1! Tenho muitas boas recordações de Suzuka, mas se tivesse de escolher uma seria a de 1994, quando era piloto da Ferrari. Tive uma luta fantástica com Nigel Mansell e terminei no pódio debaixo de uma tempestade; Damon Hill ganhou a corrida. Esse é o tipo de chuva que se pode apanhar no Japão de tempos em tempos e oferece outro aspeto ao desafio. A escolha dos pneus duros e médios é a melhor que se pode fazer para Suzuka: os pneus são submetidos a muita energia e por isso espera-se muito desgaste. Teremos talvez entre duas e três paragens. Durante a minha carreira, tive muitos tipos diferentes de regulamentação dos pneus – desde pneus de qualificação a pneus com sulcos e ranhuras na banda de rodagem – e qualquer coisa até três paragens nas boxes, a meu ver, está bem. Mais que três pode começar a tornar-se confuso, mas até agora só aconteceu em uma ou duas ocasiões, o que é um registo muito bom.”

O circuito sob o ponto de vista dos pneus:

A natureza fluida da pista de 5,807 quilómetros de Suzuka faz com que este seja verdadeiramente o circuito com menos exigências em termos de tração de todo o calendário. Mas em contrapartida apresenta a exigência mais alta em termos de energia lateral.

A primeira parte da volta é essencialmente uma série de curvas encadeadas. Os pneus aquecem muito, pois não há uma reta significativa em que possam arrefecer. Como resultado, a parte mais quente da banda de rodagem do pneu pode atingir os 110º C. O pneu sujeito a mais trabalho é o esquerdo da frente.

As paragens nas boxes em Suzuka acarretem uma penalização relativamente baixa em termo de tempo devido a uma zona de boxes curta, com apenas 395 metros. Isso permite uma flexibilidade adicional em termos de estratégia.

Notas técnicas sobre os pneus:

A curva 15 é a mais rápida de todo o campeonato, feita a 310 km/h em sétima velocidade. Os carros operam com um máximo de força descendente aerodinâmica, combinada com uma aceleração lateral de 3,1 G. Isso coloca a estrutura dos pneus sob uma das mais árduas condições de funcionamento de toda a temporada.

Níveis elevados de esforço sobre os pneus podem originar a formação de bolhas se o carro não for devidamente afinado. Esse fenómeno é o resultado da acumulação localizada de calor, em particular no ombro do pneu, quando este se flexiona.

A maioria dos pilotos utilizou uma estratégia de duas paragens no ano passado. Só três – colocados muito atrás na gelha de partida – optaram por começar a corrida com o compostomais duro. Mas essa estratégia mostrou-se útil para lhes melhorar o seu posicionamento em pista.Sebastian Vettel venceu partindo da pole, numa corrida que foi afetada pela entrada do safety car na volta de abertura.

 

As escolhas de pneus:

 

PZero Vermelho

PZero Amarelo

PZero Branco

PZero Laranja

Austrália

Supermacio

 

Médio

 

Malásia

 

 

Médio

China

 

Macio

Médio 

Bahrain

 

 

Médio

Duro

Espanha

 

 

Médio

Duro

Mónaco

Supermacio

Macio

 

 

Canada

Supermacio

 

Médio

 

Grã-Bretanha

 

 

Médio

Duro

Alemanha

 

Macio

Médio

 

Hungria

 

Macio

Médio

 

Bélgica

 

 

Médio

Duro

Itália

 

 

Médio

Duro

Singapura

Supermacio

 

Médio

 

Coreia

Supermacio

 

Médio

 

Japão

 

 

Médio

Duro

Outras notícias da Pirelli:Sebastien Ogier venceu o Campeonato Mundial de Ralis no Rali de França disputado neste último fim de semana, mas esse, na realidade, foi o seu segundo título mundial. Ogier venceu o Mundial de Ralis Júnior em 2008 – utilizando pneus Pirelli.

Para além de fornecer pilotos de corrida consagrados, a Pirelli também tem estado ocupada em criá-los. Na Grã-Bretanha, uma empresa de pneus organizou uma competição em que o vencedor recebe como prémio poder competir numa corrida do Mini Challenge: um campeonato nacional da icónica marca que corre com pneus de controlo Pirelli. A Pirelli também fornece pneus de estrada run-flat como equipamento original dos Mini.

 

TIPOS DE PNEUS USADOS

TIPOS DE PNEUS USADOS NO GRANDE PRÉMIO DA COREIA DE FÓRMULA 1

 

 

 

 


  Vettel Supersoft
  Hamilton Supersoft
  Grosjean Supersoft
  Rosberg Supersoft
  Alonso Supersoft
  Massa Supersoft
  Hulkenberg Supersoft
  Gutierrez Supersoft
  Raikkonen Supersoft
  Perez Supersoft
  botão Supersoft
  Ricciardo Médio
  Webber Supersoft
  Sutil Supersoft
  Di Resta Supersoft
  Vergne Supersoft
  Bottas Supersoft
  Maldonado Supersoft
  pic Supersoft
  Van der Garde Supersoft
  Supersoft Chilton
  Bianchi Supersoft

 

G.P.COREIA DE FÓRMULA 1

 

GP DA COREIA DE F1 2013 – Corrida

VETTEL TRIUNFA NA CORRIDA COREANA PLENA DE AÇÃO COM DUAS PARAGENS NAS BOXES

f1f2f3f4f5f6f7f8f9f10O piloto da Red Bull Sebastian Vettel conquistou a sua terceira vitória consecutiva no GP da Coreia e aumentou o seu avanço na liderança do campeonato face à concorrência. O alemão parou duas vezes nas boxes e tornou-se o primeiro piloto a ganhar um GP da Coreia partindo da pole, o que lhe dá a possibilidade matemática de conquistar o seu quarto título mundial no Japão, no próximo fim-de-semana. Se ganhar em Suzuka e Fernando Alonso não conseguir terminar numa posição acima do nono lugar, Vettel será desde logo o campeão mundial de pilotos de F1 de 2013.

Todos os pilotos começaram com pneus supermacios P Zero Vermelhos, com exceção deDaniel Ricciardo da Toro Rosso, que iniciou a corrida com os pneus médios P Zero Brancos. Depois de alguns pingos de chuva durante a manhã, o tempo permaneceu seco na Coreia durante toda a tarde, com a corrida a começar com uma temperatura ambiente de 27º C e de 29º C ao nível da pista.

A estratégia de Ricciardo levou-o da 12.ª posição na grelha de partida ao quarto lugar no momento em que fez a sua primeira paragem nas boxes, na volta 18, para voltar a montar pneus médios. Depois trocou para pneus supermacios por ocasião da primeira entrada em pista do safety car, e estava a preparar-se para acabar nos 10 primeiros antes de abandonar a uma volta do fim. Jenson Button da McLaren foi um dos poucos pilotos que não utilizou os períodos de entrada em pista dosafety car para ir às boxes. O inglês acabou no oitavo lugar, tendo partido da 11.ª posição da grelha de partida, tendo montado o seu jogo final de pneus médios na volta 22 e indo com eles até ao fim.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “Com o composto médio a provar ser o pneu ideal para a corrida, a maioria dos pilotos tentou usá-lo o mais cedo possível, com as equipas a reagir desde o início da corrida às estratégias que tinham sido postas em prática pelos seus rivais imediatos. Tivemos uma escolha de pneus que pode ter sido agressiva, com o supermacio a ser o pneu perfeito para a qualificação e o médio a ser o ideal para a corrida, mas essa escolha foi de acordo com os pedidos de muitas das equipas. No que se refere ao problema no pneu direito da frente de Sergio Perez, pudemos determinar muito rapidamente que ele foi o resultado de um flat spot (ponto plano) no pneu derivado de um bloqueio durante uma travagem a fundo. É óbvio que utilizamos exatamente a mesma construção nos pneus que a usada nos pneus que fizeram a prova do ano passado, por isso não há qualquer problema subjacente, pois os flat spots e furos sempre foram uma parte integrante da corrida. Os dois períodos de entrada em pista do safety car tiveram um efeito importante na estratégia da corrida, o que significou que todos os pilotos que terminaram a prova, à exceção de um, pararam apenas duas vezes nas boxes. Sem os safety cars, provavelmente veríamos mais pilotos a pararem três vezes, mas seria sempre uma janela entre duas e três paragens nas boxes, o que tem sido o nosso objetivo desde que regressámos à F1.”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

 

Médio

 Supermacio

Intermédio

Chuva

Primeiro

 VET – 1m41,380s

 RIC – 1m42,947s

N/A

N/A

Segundo

 GRO – 1m41,936s

 SUT – 1m44,095s

N/A

N/A

Terceiro

 RAI – 1m41,975s

 VET – 1m45,986s

N/A

N/A

Tirada mais longa da corrida:

Médio

33 voltas

 J Button

Supermacio

21 voltas

 D Ricciardo

Intermédio

 N/A

 N/A

Chuva

 N/A

 N/A

Avaliação da correção de previsões:Os dois períodos de entrada em pista do safety car alteraram o cariz da corrida, mas a nossa previsão de estratégias não estava inteiramente certa no que se refere ao timing das paragens, embora o esquema estivesse correto em traços gerais. Dissemos que, no papel, a estratégia mais rápida seria começar com supermacios, montar novo jogo de supermacios na volta 20 e depois trocar para médios na volta 40. Afinal, Vettel montou supermacios na volta 11 e depois para médios na volta 31, durante a primeira entrada em pista do safety car.

 

 

GALERIA DE IMAGENS

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FÓRMULA INDY 

 

GRupo de imagens da Fórmula Indy, que este fim de semana correu no circuito citadino de Houston.findy2findy3findy4findy5findy6findy7indy1findy2findy3findy4indy2indy3indy4indy5indy5indy4indy7indy8indy20indy21indy22indy23indy24indy25indy26indy27

 

G.P.COREIA DE F 1

GALERIA DE IMAGENS

 

 

GRANDE PRÉMIO DA COREIA DE FÓRMULA 1

 

Derradeiro grupo de imagens do Grande Prf1f2f3f4f5f6f7f8f9f10f11f12f14f15f16f20f21f22f23f24f25f26f27f28f29f30f31f32f33f34f35f36f37f38f40f41f42emio da Coreia de Fórmula 1, na qual os motores Renault foram os vencedores, ocupando os três lugares do pódio com o Red Bull e os dois Lotus.

 

 

 

G.P. F 1 DA COREIA

 

GP da Coreia de F1 2013 – Qualificação

PREVISÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE DUAS PARAGENS NAS BOXES NO GP DA COREIA

 Sebastian Vettel da Red Bull obteve a sua sexta pole position da época, o que faz dele o piloto com mais pole positions conquistadas nesta temporada. Vettel, que consegue a sua segunda pole position na Coreia, fez uma volta em 1m37,202s com os pneus supermacios P Zero Vermelhos, que são os escolhidos juntamente com os pneus médios P Zero Brancos para este fim-de-semana. Interessante é o facto de, nos três anos em que o GP da Coreia tem sido disputado, o detentor da pole nunca ter vencido a corrida. Vettel e o piloto da Mercedes Lewis Hamilton partilham a fila da frente da grelha pela quinta vez nesta temporada.

O tempo esteve quente e seco na qualificação, com uma temperatura ambiente de 25º C, tendo a maioria dos pilotos iniciado a qualificação com pneus médios. Os Marussia e os Caterham, bem como o Sauber de Esteban Gutierrez, foram os primeiros a montar os pneus supermacios, tendo o Lotus de Kimi Raikkonen, equipado com os supermacios, sido o mais rápido no final da primeira sessão da qualificação.

Todos os pilotos começaram a Q2 com pneus supermacios, tendo o piloto da Mercedes Lewis Hamilton feito o melhor tempo inicial. Ele foi superado por Vettel, que foi mais rápido numa única volta com pneus supermacios a três minutos do final da sessão. Esse tempo foi o suficiente para o piloto da Red Bull se manter como o melhor até ao final da Q2.

Com a pista em constante evolução, o timing foi importante durante a Q3, que foi disputada unicamente com os pneus supermacios P Zero Vermelhos. Os pilotos da Red Bull saíram cedo para a pista para a primeira de duas tiradas, seguidos de perto por ambos os Mercedes, tendo Vettel voltado a ser o mais rápido. Os Ferrari e os Sauber utilizaram uma tática diferente, optando por fazer apenas uma tirada no final da sessão, ao passo que a Lotus empregou duas estratégias, com Romain Grosjean a fazer duas tiradas e Kimi Raikkonen apenas uma.

Vettel foi também o mais rápido na última sessão dos treinos livres, de manhã, seguido pelo seu companheiro de equipa, Mark Webber. Vettel fez o seu melhor tempo com pneus supermacios, tendo Webber sido inicialmente o mais rápido.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “Estamos a assistir agora a uma diferença de cerca de 0,8 segundos por volta entre os dois compostos, o que é consideravelmente menos que em Singapura. Isto propicia uma plataforma para algumas estratégias interessantes durante a corrida, mas também significou que a maioria dos pilotos de topo pôde passar a Q1 sem terem de usar o composto supermacio. Os níveis de aderência melhoraram de sessão para sessão e à medida que estas decorriam. Assim, a maioria dos pilotos tentou fazer os seus melhores tempos nos segundos finais de cada sessão. Vimos estratégias diferentes a serem postas em prática durante a qualificação, com diversas abordagens a serem efetuadas também na Q3, embora esperemos que a maioria dos pilotos, em circunstâncias normais,parem duas vezes durante a corrida. O grande ponto de interrogação é o tempo: estão previstos aguaceiros para esta noite e para amanhã de manhã. Embora durante a corrida em si o tempo deva permanecer seco, prevê-se que a temperatura durante a tarde seja mais baixa que a que tivemos até ao momento, ainda assim parece que, pelo menos, evitámos o tufão!”

O prognosticador misterioso de estratégia da Pirelli:

Teoricamente, duas paragens serão o modo mais rápido de completar as 55 voltas do GP da Coreia. No papel, a estratégia mais rápida será começar com pneus supermacios, trocar por novo jogo de supermacios na volta 20 e depois mudar para pneus médios na volta 40.

No entanto, realisticamente, a maioria dos pilotos irá adotar a seguinte estratégia: começar com supermacios, mudar para médios na volta 20 e tornar a montar médios na volta 38.

A melhor estratégia de três paragens – para aqueles que querem tentar algo de diferente – é começar com pneus supermacios, montar novo jogo de supermacios na volta 19, de novo supermacios na volta 34 e finalmente médios na volta 47.

Compostos mais rápidos na TL3:

1.

 Vettel

 1m37,881s

 Supermacio Novo

2.

 Webber

 1m38,018s

 Supermacio Novo

3.

 Rosberg

 1m38,318s

 Supermacio Novo

Pneus usados pelos 10 mais rápidos:

 Vettel

 Supermacio

 1m37,202s

 Hamilton

 Supermacio

 1m37,420s

 Webber

 Supermacio

 1m37,464s

 Grosjean

 Supermacio

 1m37,531s

 Rosberg

 Supermacio

 1m37,679s

 Alonso

 Supermacio

 1m38,038s

 Massa

 Supermacio

 1m38,223s

 Hulkenberg

 Supermacio

 1m38,237s

 Gutierrez

 Supermacio

 1m38.405s

 Raikkonen

 Supermacio

 1m38,822s

 

G.P.COREIA DE FÓRMULA 1

GRANDE PRÉMIO COREIA DE FÓRMULA 1

 

 

TUDO NA MESMA - VETTEL VENCE

 

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POLÉMICA NA F 1?

Pirelli rebateu acusações de Alonso sobre fragilidade dos pneus

Após a qualificação de sábado, Fernando Alonso disse aos jornalistas que os pilotos não foram capazes de melhorar os tempos aproveitando o máximo da potência devido aos pneus, que os críticos dizem ser frágeis.

Paul Hembery, diretor da Pirelli para os desportos motorizados disse que Alonso é um dos grandes pilotos de Fórmula Um e que ouvir tais comentários da sua parte foi "dececionante e abaixo do que se espera de um campeão".

Agência Lusa

 

PARA VARIAR VETTEL NA FRENTE

GRANDE PRÉMIO COREIA DE FÓRMULA 1

 

 

PARA VARIAR VETTEL NA FRENTE

 

 

Para não deixar de variar uma vez mais o Red Bull REnault de Vettel, vai largar na frente, para o Grande Prémio da Coreia, tendo a seu lado  Hamiltom.Na linha seguintye, está o Red BUll Renault de Webber,e ao seu lado o Lotus Renault de Grosjean, que por sua vez tem atrás de si, na 3ª linha o Mercedes de Rosberg, o Ferrari de Alonso e Massa, e o Sauber de Hulkenberg.f1101f1102f1103f1104f1105f1106f1111f1200f1200f1200f1201f2000f2001f2003f2004f2010f5000f5002f6001f6002f6003f6004f6005f6006f6007f6008f6009f6010f6011f6012f6013f6014f6015f6016f6017f6018f6019f6020f6021f6022f6023f6024f6025f6026f6027f6028f6029f6030f6031f6032f6033f6034f6035f6037f7000f7001f7002f7003f7004f7007f7008f7009f7010f7011f7012f7014f7020f7022f50001

 

G.P.COREIA DE FÓRMULA 1

GP da Coreia de F1 de 2013 – Treinos Livres

HAMILTON O MELHOR DOS TREINOS LIVRES NA COREIA

COM OS PNEUS SUPERMACIOS P ZERO VERMELHOS

O piloto da Mercedes Lewis Hamilton é até agora o mais rápido, ao cabo da segunda sessão dos treinos livres da edição de 2013 do GP da Coreia de F1, tendo usado os pneus supermacios Pirelli P Zero Vermelhos. Estes pneus foram os escolhidos para este fim-de-semana em conjunto com os de composto médio P Zero Brancos: exatamente a mesma combinação usada há duas semanas em Singapura.

Hamilton superiorizou-se em ambas as sessões de hoje de treinos livres nocircuito de Yeongam, sendo também o mais rápido de manhã com os pneus P Zero Brancos enquanto afinava o seu carro para a corrida. Mas foi o seu tempo da parte da tarde, 1m38,673s, que foi o melhor face aos conseguidos pelos outros pilotos. Hamilton obteve a sua melhor marca a meio da sessão da tarde, com Sebastian Vettel da Red Bull a ser o segundo mais rápido, também com o composto supermacio.

Ambas as sessões decorreram sob tempo quente e seco, com a temperatura ambiente a atingir os 24º C. No entanto, prevê-se tempo variável para o resto do fim de semana, o que pode originar uma corrida com tempo molhado no domingo.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “As equipas já dispõem de bastantes dados sobre os pneus médios e supermacios depois de Singapura, mas este circuito é uma proposta completamente diferente. Em especial, as cargas laterais de energia são muito mais elevadas, o que faz com que o processo de análise com precisão dos graus de desgaste e de degradaçãocom diferentes cargas de combustível seja essencial no que toca à formulação de uma estratégia. A pista estava muito “verde” hoje de manhã, no início dos treinos livres, mas isso era o que estávamos à esperae tornou-se mais rápida à medida que se depositava borracha no piso. Apesar da superfície escorregadia, as equipas não se depararam com muita granulação nos pneus e, de um modo geral, não houve grandes surpresas, o que permitiu a toda gente cumprir os seus programas como tinham antecipado. Neste momento, estamos a ver uma diferença de cerca de um segundo entre os dois compostos, embora esperemos que ela se reduza um pouco amanhã. Por isso, há muita margem de manobra para formular algumas estratégias interessantes. Mas o grande ponto de interrogação será o tempo que vai fazer e a participação dossafety cars. Prevê-se tempo incerto para o resto do fim-de-semana na Coreia pelo que é muito provável a entrada em pista do safety car, o que obviamente poderá mudar o cariz da corrida.Com todas essas circunstâncias variáveis, o melhor é sempre ter o máximo de informação possível e é por isso que o trabalho feito durante os treinos livres é tão importante.”

TL1:

TL2:

1.Hamilton

1m39,630s

Médio Usado

1.Hamilton

1m38,673s

Supermacio Novo

2.Vettel

1m39,667s

Médio Usado

2.Vettel

1m38,781s

Supermacio Novo

3.Rosberg

1m39,816s

Médio Usado

3.Rosberg

1m38,797s

Supermacio Novo

 Estatísticas do dia dos pneus:

 

Supermacio

Médio

Intermédio

Chuva

Quilómetros percorridos*

 1785

 4458

 N/A

 N/A

Total de jogos utilizados**

 22

 44

 N/A

 N/A

Maior número de voltas**

 21

 26

 N/A

 N/A

 * Este número indica a quantidade total de quilómetros feitos hoje nas sessões 1 e 2 de treinos livres pelo conjunto de todos os pilotos.

** Por composto, pelo conjunto de todos os pilotos

Que a Força esteja contigo:

O que é popularmente conhecido como força G é, na realidade, aceleração. Estes são os valores máximos em travagem e em curva:

Máximo de força G na travagem (força longitudinal):

-4,94 @ Curva 1

Máximo de força G em curva (força lateral):

 4,99 @ Curva 8

Factos do dia da Pirelli:

 A Pirelli é o quinto produtor mundial de pneus, estando presente em mais de 160 países, com unidades de produção em quatro continentes que empregam mais de 34.000 pessoas. Uma das principais prioridades da Pirellié a investigação e o desenvolvimento, aos quais a empresa dedica 3% dos seus rendimentos anuais. Os maiores mercados da Pirelli são atualmente a América Central e do Sul, seguido de perto pela Europa.

 

F 1 NA COREIA

 

2013 coreano Grand Prix - sessões de treinos


P ZERO RED SUPERSOFT AJUDA HAMILTON liderar o caminho na KOREA


o piloto da Mercedes Lewis Hamilton fez o melhor tempo do fim de semana coreano Grand Prix até agora durante a segunda sessão de treinos livres de hoje, em execução em P Zero Red pneu supermacio da Pirelli. Este foi indicado ao lado do P Zero Branco composto médio : exatamente a mesma combinação , usado em Cingapura há duas semanas.
Hamilton completou uma limpeza de ambas as sessões no circuito de Yeongam , indo mais rápido na parte da manhã , bem como sobre o P Zero Branco como ele trabalhou para uma corrida de set-up. Mas foi o seu tempo na parte da tarde , 1m38.673s , que provou ser mais rápido do que qualquer outra pessoa poderia administrar todo o dia. Hamilton definir o tempo mais rápido no meio da sessão da tarde , com a Red Bull Sebastian Vettel vai segunda mais rápida , também sobre o composto supermacio .
Ambas as sessões foram realizadas em clima quente e seco, com temperaturas chegando a 24 graus centígrados. No entanto , as condições mais mistos são previstos para o resto da semana , o que poderia levar a uma corrida molhada no domingo.
Diretor de automobilismo da Pirelli Paul Hembery disse: "As equipes têm um monte de dados sobre o meio e supersoft já a partir de Singapura , mas este circuito é uma proposta completamente diferente. As cargas laterais de energia , em particular, são muito mais elevados , o que faz com que o processo de leitura do desgaste e com precisão em taxas de degradação diferentes cargas de combustível absolutamente essencial quando se trata de formular uma estratégia. A pista estava muito 'verde' no início do treino livre desta manhã , mas isso é o que esperávamos e ele ficou mais rápido, mais borracha estava previsto . Apesar da superfície escorregadia as equipes não encontraram muita granulação e não houve grandes surpresas de um modo geral , o que permitiu que todos possam continuar com seus programas como o previsto. Estamos vendo uma diferença de tempo de cerca de um segundo entre os dois compostos , no momento, apesar de que seria de esperar esta a descer um pouco amanhã . Portanto, não há muita margem para formular algumas estratégias interessantes , mas o grande ponto de interrogação será em torno do tempo e carros de segurança. Algum tempo incerto é esperado durante o resto do fim de semana e Coréia também tem uma alta probabilidade de carro de segurança, que pode, obviamente, alterar a aparência da raça . Nestas circunstâncias variáveis ​​, é sempre melhor ter o máximo de informações com o seu cinto possível , razão pela qual o trabalho feito nos treinos livres é tão importante. "
FP1: FP2 :
1.Hamilton 1m39.630s meio utilizado 1.Hamilton 1m38.673s Supersoft Nova
2.Vettel 1m39.667s meio utilizado 2.Vettel 1m38.781s Supersoft Nova
3.Rosberg 1m39.816s meio utilizado 3.Rosberg 1m38.797s Supersoft Nova
Estatísticas de pneus do dia :
 Supersoft Médio Intermediate Wet
kms orientada * 1.785 4.458 N / A N / A
conjuntos utilizados geral ** 22 44 N / D N / D
maior número de voltas ** 21 26 N / A N / A
* O número acima dá o total de quilómetros percorridos em FP1 e FP2 , hoje, todos os drivers combinados.
Por ** composto , todos os drivers combinados.
Que a Força esteja com você :
O que é popularmente conhecido como G-Force é de fato a aceleração. Esses são os valores máximos durante a frenagem e curvas :
-Max . g- força de travagem (força longitudinal ) : -4,94 @ T1
-Max . g-force curvas (força lateral) : 4.99 @ T8
Pirelli fatos do dia :
Pirelli é a quinta maior fabricante de pneus do mundo, que está presente em mais de 160 países , com 22 fábricas em quatro continentes , empregando mais de 34.000 pessoas . Uma das principais prioridades da Pirelli é a pesquisa e desenvolvimento, para que a empresa dedica 3% de sua receita anual. O maior mercado para pneus Pirelli é atualmente central e América do Sul , seguido de perto pela Europa.
 
Lewis Hamilton ( Mercedes) mais rápido nas duas sessões de treinos livres de hoje.

 

G.P.COREIA DE FÓRMULA 1

GRANDE PRÉMIO DA COREIA DE FÓRMULA 1

 

 

Treinos LIvres

 

 

Hamiltom foi o mais rápido em pista tendf1f20f21f22f23f24f26f40f50f200f201f203f204f205f206f207f208f209f210f211f212f1029f1030f1040f1050f1060f1070f1080o sempre no seu encalço Vettel e Webber, que por sua vez teve atrás de si Rosberg.Depois aparece Button, seguido de Alonso, e só depois aparecem os dois Lotus de Grosjean e Raikonen, ficando o "top ten" completo com Perez e Massa.

 

RUBENS BARICHELLO PODE VOLTAR

RUBENS BARICHELO PODE VOLTAR À FÓRMULA 1

 

Nos meandros internacionais, está-se a comentar com uma certa insistência que o piloto brasileiro Rubens Barichelo poderá voltar em 2014 à Fórmula1 , ao volante dum sauber.Nada está ainda confirmado pela equipa, nem pelo piloto, mas a verdade é que "não há fumo sem fogo".rubinho-sauber

 
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João Raposo

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