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VELO CAB2012


HAAS NO G.P.BRASIL DE F 1

 

Haas F1 Team garante dupla de pilotos de 2017 ao

assinar Kevin Magnussen para o lado de Romain Grosjean

 

A Haas F1 Team, a primeira equipa de Fórmula 1 em trinta anos, assinou com Kevin Magnussen para que este pilote ao lado de Romain Grosjean ao longo do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 2017. Magnussen, nascido há 24 anos em Roskilde, Dinamarca, chega à Haas F1 Team com dois anos de experiência na Fórmula 1 – um com a McLaren, em 2014, e um com a Renault, em 2016. Magnussen concluiu a sua corrida de estreia na Fórmula 1 num impressionantee segundo lugar, no Grande Prémio da Austrália em 2014. Marcou sessenta e dois pontos nos trinta e oito Grandes Prémios que disputou até ao Grande Prémio do Brasil, que se realiza no Autódromo José Carlos Pace no próximo domingo.


“Desde que começámos a pensar em pilotos que o Kevin Magnussen está na nossa lista”, disse Gene Haas, o fundador e o presidente da Haas F1 Team. “Ele conquistou bastante num curto período de tempo e sentimos que pode alcançar ainda mais connosco. A nossa segunda temporada trar-nos-á diferentes desafios e sentimos que a dupla Kevin e Romain ajudar-no-á a desenvolver o nosso carro e o nosso crescimento”.


Quero agradecer ao Esteban Gutiérrez por todos os seus esforços. Ele foi determinante para o nosso primeiro ano na Fórmula 1 e estamos ansiosos para que ele e Romain terminem a temporada em alta.”


“Esta é uma oportunidade fantástica e estou muito satisfeito por fazer parte da Haas F1 Team”, disse Magnussen. “Obviamente, estou confiante nas minhas capacidades enquanto piloto de Fórmula 1, mas estou também confiante do que a Haas F1 Team poderá fazer na sua segunda temporada de Fórmula 1 e seguintes. O Gene Haas chegou à Fórmula 1 com uma visão forte e com uma forma distinta de fazer as coisas. Está a fazer com que tudo funcione e que funcione bem. Tenho uma boa forma de avaliar e estou ansioso por poder sentar-me ao volante do carro do ano que vem, o Haas VF-17”.


Grosjean ingressou na Haas F1 Team em 2016 depois de cinco temporada com a Lotus F1 Team. O piloto de trinta anos completou já a sua centésima primeira corrida de Fórmula 1 e conquistou dez pódios, exibindo trezentos e dezasseis pontos no seu currículo. Marcou todos os vinte e nove pontos da Haas F1 Team, colocando a equipa no oitavo lugar do Campeonato de Construtores, quando faltam disputar duas corridas da sua época de estreia.


“Há pouco mais de um ano tomei a minha decisão de vir para a Haas F1 Team e foi a melhor decisão que poderia tomar”, disse Grosjean. “Estou muito orgulhoso por fazer parte do desenvolvimento desta equipa e estou muito satisfeito por podermos continuar a crescer e a alcançar mais sucessos nos próximos anos.”


“Queríamos um piloto experiente, capaz de desenvolver o nosso carro e a nossa equipa numa que pudesse marcar pontos e melhorar em cada Grande Prémio da temporada. O Romain realizou um excelente trabalho e foi preponderante para garantir o respeito e a legitimidade para a Haas F1 Team”, disse Haas. “Apontámos novos objectivos para a próxima temporada, com um novo carro e um novo regulamento, e a sua liderança de veterano será novamente valiosa”.


“Como uma nova equipa com um novo carro e novos membros, foi incrivelmente importante ter feedback detalhado e com autoridade do nosso carro e dos nosso métodos para que pudéssemos melhorar. O Romain trouxe-nos experiência à nossa equipa e foi instrumental para que chegássemos onde estamos hoje”, acrescentou Guenther Steiner, o chefe de equipa da Haas F1 Team. “Este crédito tem também que ser assacado ao Esteban Gutiérrez, graças a todo o seu trabalho. O seu período com a Ferrari foi muito benéfico, dado que nos ajudou a adaptar-nos aos métodos e a tirar o máximo de partido da nossa parceria com a Ferrari. Ele e o Romain puxaram um pelo outro em pista e juntos são responsáveis pelo sucesso que a nossa equipa teve na sua primeira temporada”.


 

 

 

Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 
 

HAAS NO G.P.BRASIL DE F 1

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

 

Ciência em São Paulo

Haas F1 Team aponta objectivos agressivos para o Grande Prémio do Brasil 

– A penúltima ronda do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016 disputa-se no próximo domingo no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo. O circuito de 4,309 quilómetros e quinze curvas apresenta uma das voltas mais curtas do ano, mas também uma das mais intensas.

O circuito ondulante situado na maior cidade do Brasil é um desafio para pilotos e equipas. Realiza-se no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio e consiste no miolo, entre as curvas seis e doze, com três longas rectas entre as curvas três e quatro, cinco e seis e da curva catorze até à recta da meta, que termina no “S” de Senna, a curva um.

O máximo de apoio aerodinâmico é a configuração preferida na secção sinuosa, mas para poder maximizar as suas potencialidades nas rectas, os carros têm que oferecer o mínimo de resistência aerodinâmica possível. Algum do apoio aerodinâmico será perdido ainda antes dos carros entrarem em pista, dado que São Paulo está a oitocentos metros de altitude.

Tudo isto coloca o ênfase na aderência numa pista com muitos ressaltos. A Pirelli levou para Interlagos os P Zero Laranja/Duro, Branco/Médio e Amarelo/Macio, esperando-se que sejam os médios e os macios os mais utilizados.

A Haas F1 Team tem muito trabalho pela frente no Brasil. A equipa americana colocou-se uma agenda impressionante para o fim-de-semana, bastante para lá dos habituais programas que se levam a cabo nas sessões de treinos-livres. A equipa comparará componente de um novo fornecedor de travões, testará o halo e terá em pista o líder da GP3 Series, Charles Leclerc, na primeira sessão de treinos-livres. Para além disso, a Haas F1 Team procura quebrar o ciclo de dois fins-de-semana cheios de adversidades que consumiram tempo e recursos valiosos durante o Grande Prémio do Estados Unidos e o Grande Prémio do México.

Os pilotos, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, tiveram um Grande Prémio do México para esquecer, que se seguiu a um difícil Grande Prémio dos Estados Unidos. Ainda assim, Grosjean foi capaz de recuperar de décimo sétimo para décimo, no Circuit of the Americas (COTA), conquistando um ponto para a equipa americana em solo americano.

A resiliência que se verificou no COTA não pôde ser replicada na Cidade do México. Problemas técnicos e uma falta de performance geral conspirou para que Gutiérrez e Grosjean terminassem, respectivamente, no décimo nono e vigésimo lugares.

Ao preparar-se para o Grande Prémio do Brasil, a Haas F1 Team encontra-se entre a frustração da Cidade do México e a oportunidade apresentada por São Paulo. O aspecto positivo das recentes dificuldades foi a enorme quantidade informação reunida, quer durante o fim-de-semana, quer na análise que se seguiu. É por isto que a primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos já reuniu vinte e nove pontos, quando ainda estão duas corridas para terminar a sua temporada de estreia. Sempre que acertaram, capitalizaram as oportunidades. Quando não acertaram, procuraram compreender o porquê. É ciência as 320 Km/h e no próximo fim-de-semana em São Paulo haverá mais uma ronda de experiências.

Autódromo José Carlos Pace

Circuit Length: 4,309 km

Voltas: 71

Distância de corrida: 305,909 km

Transmissão: Eurosport 2xtra

Programa de antevisão 14h00

Corrida: 16h00

Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.
 

 

A Haas F1 Team sofreu recorrentemente alguns problemas de travões. O que vai fazer a equipa no Brasil para melhorar a situação dos travões?

“Conduziremos um teste ou na primeira sessão de treinos-livres  ou na segunda com um fornecedor diferente de travões. É um teste para verificar como reage outro material e se os pilotos gostam ou não. Vamos tentar reunir o máximo de informação no curto espaço de tempo disponível.”

 

Muitas equipas experimentaram o halo no cockpit durante sessões de treinos-livres . A Haas F1 Team testará o halo antes do final da temporada?

“Sim, está planeado que o Romain o experimente durante a primeira sessão de treinos-livres no Grande Prémio do Brasil. Vamos fornecer informação à FIA. São necessários mais testes e estamos felizes por contribuir. Apesar de o halo não ser introduzido no próximo ano, é um passo em frente no sentido encontrar um dispositivo que ofereça protecção e permita aos pilotos entrar e sair do carro rapidamente.”

 

Charles Leclerc realiza no Brasil a sua quarta aparição pela Haas F1 Team. Fale-nos do seu desenvolvimento e o que foi que trouxe para a Haas F1 Team.

“O Charles realizou um trabalho fantástico. Completou sempre o seu programa e realizou sempre o que lhe foi pedido. É sempre difícil quando um piloto efectua apenas a primeira sessão de treinos-livres, mas ele é muito profissional e forneceu-nos boas informações. Estamos muito satisfeitos com o seu contributo. Neste momento está na GP3 Series e pode vencer o título em Abu Dhabi. Efectuará uma temporada de GP2 Series no próximo ano e veremos até aonde chegará. Se vencer a GP2 Series ou se ficar entre os três primeiros no seu primeiro ano, terá um bom futuro pela frente.”

Novos travões, um teste com o halo e o Leclerc no lugar de Esteban Gutiérres durante a primeira sessão de treinos-livres. São muitas mudanças para um fim-de-semana. Como equilibram tudo?

“Vamos dar o nosso melhor. Obviamente que temos muito trabalho para fazer, portanto, temos que estar focados e, de preferência, sem problemas no carro – sejam mecânicos ou electrónicos, para possamos estar bem entre a primeira e a terceira sessões e prontos para a qualificação. O que queremos evitar é outro mau fim-de-semana como aconteceu no México.”

 

Depois de exibir com consistência uma boa performance no Grande Prémio do Japão, há três corridas atrás, as duas últimas provas – o Grande Prémio dos Estados Unidos e o Grande Prémio do México – foram de dificuldades para a Haas F1 Team. O que torna um fim-de-semana como o do Japão tão positivo e outros, como os experimentados nos Estados Unidos e no México, tão desafiantes?

“Não é apenas uma coisa. É mais que um aspecto. Penso que o Japão era muito bom para o design do nosso carro. Quanto temos traçados rápidos com curvas rápidas, somos sempre competitivos, como aconteceu em Spa e no Japão. Nas pistas de médias/baixas velocidades temos sempre dificuldades e no México não conseguimos colocar os pneus a funcionar. Não conseguimos resolver completamente o problema, uma vez que já estamos no final da temporada. Temos ainda duas corridas por disputar e vamos dar o nosso melhor.”

 

Após um fim-de-semana difícil, é possível aprender alguma coisa ou é simplesmente uma página que tem que ser virada para olhar para a corrida seguinte?

“Aprende-se sempre, e devemos aprender quando as coisas não correm bem, dado que, quando tudo corre bem, é fácil aprender. Tudo é fantástico e assume-se que será sempre assim. Mas nos fins-de-semana complicados aprendemos bastante. Temos que nos manter concentrados e manter toda gente motivada para que seja possível voltar aos dias bons.”

 

Faltam disputar duas corrias em 2016. O que quer ainda alcançar antes da temporada de estreia da Haas F1 Team terminar?

“Seria fantástico terminar com um resultado nos pontos. Podemos alcançá-lo? Ainda não sei, mas não será por não tentarmos.”

 

A forma como a equipa terminará a temporada terá impacto na forma como iniciará a próxima, ou será irrelevante uma vez que em 2017, devido ao novo regulamento, o carro será drasticamente diferente?

“A forma como terminamos a temporada é a forma como entramos no defeso de inverno. Se terminamos em alta, é muito mais fácil ultrapassar o Inverno. Portanto, tentamos dar o nosso melhor para terminarmos bem. Não creio que tenha um impacto técnico na equipa. Tem mais a ver com o moral. O moral tem que ser mantido em alta. Se sairmos em alta, acreditamos em nós. Caso contrário, temos que passar por uma fase de reconstrução. É ultrapassável, mas é muito mais fácil terminar em alta.”

 

A Fórmula 1 vai para o Brasil depois de dois fins-de-semana, nos Estados Unidos e no México, com muito público. Quais foram as conclusões que tirou desses dois fins-de-semana de corridas e o que significam para a saúde da competição e a sua popularidade na América do Norte?

“Penso que a quantidade de espectadores nessas duas corridas diz tudo. As pessoas adoraram. Gostaram de lá estar. Penso que muitos locais poderiam aprender com estes dois eventos. Os Estados Unidos e o México realizaram um trabalho fantástico a promover os seus respectivos eventos e é por isso que tiveram tantos espectadores. Tiro-lhes o chapéu. A Fórmula 1 é popular globalmente e os Estados Unidos e o México protagonizaram um bom trabalho a maximizar essa popularidade para que as suas corridas fossem tão fortes como foram.”

 

No ano passado, os três primeiros do Grande Prémio do Brasil usaram uma estratégia de três paragens. O que é preciso acontecer para que uma estratégia de três paragens possa funcionar, ao invés da típica estratégia de duas paragens?

“Tem sobretudo a ver com os pneus disponíveis, mas o que aprendemos em cada uma das sessões de treinos-livres ajuda-nos a concluir o que é melhor para a corrida. É difícil dizer antes da corrida o que faremos. O que aprendemos nas sessões de sexta-feira permite-nos determinar qual será a estratégia. Podemos ainda afinar um pouco durante a sessão de treinos-livres de sábado para termos um bom plano para a corrida com diferentes opções para diversos cenários.”

 

 

A Fórmula 1 vai para o Brasil depois de dois fins-de-semana, nos Estados Unidos e no México, com muito público. Quais foram as conclusões que tiraste desses dois fins-de-semana de corridas e o que significam para a saúde da competição e a sua popularidade na América do Norte?

“Foi muito bom competir nos Estados Unidos. Foi a primeira corrida caseira da equipa e isso foi muito especial. Conseguimos marcar um ponto, o que foi fantástico. Existe muita paixão pela Fórmula 1 nos Estados Unidos da América e no México também. Os adeptos mexicanos são dos melhores do mundo. Penso que o mercado americano está a crescer bastante. Se continuarmos com bons resultados, e se tivermos mais algumas corridas lá, teremos uma base de fãs muito forte.”

 

Depois de exibir com consistência uma boa performance no Grande Prémio do Japão, há três corridas atrás, as duas últimas provas – o Grande Prémio dos Estados Unidos e o Grande Prémio do México – foram de dificuldades para a Haas F1 Team. O que torna um fim-de-semana como o do Japão tão positivo e outros, como os experimentados nos Estados Unidos e no México, tão desafiantes?

“Poderão ser as características da pista, o layout, o asfalto, a forma como os pneus funcionam. Estamos a analisar tudo o que nos aconteceu nas últimas corridas. Passamos de um boa performance para grandes dificuldades na qualificação, mas uma corrida razoável, para na última corrida não termos conseguido acertar em nada, seja do ponto de vista dos engenheiros ou da perspectiva dos pilotos. Como líder, deveria ter podido ajudar mais a equipa a encontrar uma solução, mas não conseguimos. Queremos fazer melhor e podemos fazer melhor.”

 

Sempre que a Fórmula 1 viaja até ao Brasil, o o legado do Ayrton Senna é proeminente. De todas as suas corridas, há alguma que te tenha marcado?

“O Brasil é sempre especial devido ao Ayrton Senna. Ele foi um dos maiores nomes da Fórmula 1. Interlagos é um local especial. Existe tanta história. No dia de corrida temos tanto apoio dos adeptos. Lembro-me do Ayrton ter vencido lá em 1991, quando não conseguia erguer o troféu por estar tão cansado e de ter dores nos braços da pilotagem.”

 

Interlagos foi reasfaltado antes da corrida de 2014. A pista mudou muito de 2014 para 2015 e o que esperas este ano, depois de mais um ano de uso do asfalto?

“Veremos. Esperávamos que a pista do México tivesse mudado de um ano para o outro, mas isso não aconteceu. O Brasil manteve-se muito consistente entre 2014 e 2015. Alteraram os correctores em 2015, o que foi uma pena, devido aos correctores verdes e brancos massivos. Normalmente, usamo-los bastante, mas isso já não acontece. Isso custou um pouco ao espírito da pista, mas ainda assim, é uma pista fantástica.”

 

É uma volta curta e intensa, a de Interlagos, e é também uma das poucas pistas que se realiza no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. A direcção da volta à pista faz alguma diferença para ti, ou uma volta é uma volta, seja qual for a pista?

“Uma volta é uma volta. Mas para ser honesto, sabemos que estamos em Interlagos e que vamos no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio devido à longa recta de meta e à longa esquerda. Magoa mais os músculos do pescoço que o normal. Dito isto, uma volta é uma volta. Seguimos pelas curvas a competir e à espera da seguinte.”

 

Interlagos parece ser uma pista exigente fisicamente e o calor tem, por vezes, o seu papel na performance do carro e do piloto. Considerando estas variáveis, de que forma abordas a pista?

“É uma pista muito dura, sem muitas oportunidades para descansar. Mesmo nas rectas não podemos descansar tanto como gostaríamos. Estamos em altitude, também, a 800 metros, mas vindos do México isso é nada. Contudo, não estamos ao nível do mar. As condições climatéricas podem ser desafiantes. Pode ser muito quente e húmido. É um desafio muito intenso, mas no final, é isso que procuramos.”

 

No ano passado, os três primeiros do Grande Prémio do Brasil usaram uma estratégia de três paragens. O que é preciso acontecer para que uma estratégia de três paragens possa funcionar, ao invés da típica estratégia de duas paragens?

“Penso que é a degradação dos pneus e a diferença de tempos entre os compostos. Digamos que temos um um pneu macio, que é muito mais rápido que um médio, mas degrada-se mais rapidamente, então é melhor parar três vezes. Se rodarmos com o médio e o seu ritmo comparativamente ao macio é favorável e a degradação baixa, devemos fazer duas paragens. É assim que é calculado.”

 

Qual é a tua zona preferida do Autódromo José Carlos Pace?

“É muito estreito e curto que penso que não seja possível definir uma área como favorita.”

 

Descreve uma volta ao Autódromo José Carlos Pace.

“Vamos na recta da meta e temos uma grande travagem para o ‘S’ de Senna. É muito complicado virar para a esquerda. Queremos estar bem colocados para a direita, a Curva 2, que nos coloca imediatamente na Curva 3 e na segunda recta. Temos uma grande travagem para a Curva 4, uma esquerda de noventa graus, uma boa curva. Então entramos no miolo – a Curva 5 é de alta velocidade a subir. É complicada. Depois temos a Curva 6, um gancho à direita. Não podemos usar o corrector tanto como usávamos. Temos então a Curva 7, uma esquerda, sem travar, apenas levantamos o acelerador. É um pouco estranha. O segundo gancho é para a direita, temos uma segunda curva de alta velocidade a descer, antes da última curva. É uma esquerda onde queremos acelerar o mais cedo possível, dado que temos uma subida até à recta da meta.”

 

 

A Fórmula 1 vai para o Brasil depois de dois fins-de-semana, nos Estados Unidos e no México, com muito público. Quais foram as conclusões que tiraste desses dois fins-de-semana de corridas e o que significam para a saúde da competição e a sua popularidade na América do Norte?

“É fantástico ver dois evento com tanta gente e com uma atmosfera fantástica. Penso que todos gostaram da corrida. Infelizmente para nós, não foi muito boa no que diz respeito a resultados. Muito embora os resultados não terem sido o que ambicionávamos, estes dois eventos foram muito positivos, dado que, como equipa americana, foi muito significativo ir a Austin, e depois, sendo mexicano, no México foi uma experiência fantástica.”

 

Depois de exibir com consistência uma boa performance no Grande Prémio do Japão, há três corridas atrás, as duas últimas provas – o Grande Prémio dos Estados Unidos e o Grande Prémio do México – foram de dificuldades para a Haas F1 Team. O que torna um fim-de-semana como o do Japão tão positivo e outros, como os experimentados nos Estados Unidos e no México, tão desafiantes?

“Penso que se deve à diferença das temperaturas e aos layouts das pistas. Suzuka é uma pista com curvas de alta velocidade e penso que se adaptou ao nosso carro muito bem. Em Austin é uma combinação de curvas de alta velocidade e de baixa velocidade. O México tem curvas lentas e isso, combinado com as temperaturas, levou a que não estivemos bem e, provavelmente, a pista torna difícil colocar os pneus em funcionamento. Penso que isso explica um pouco. Não somos tão fortes como gostaríamos nas curvas de baixa velocidade e temos que trabalhar nisso. Esperamos que no Brasil e em Abu Dhabi possamos recuperar o ritmo que demonstrámos antes de chegar a Austin.”

 

Após um fim-de-semana difícil, é possível aprender alguma coisa ou é simplesmente uma página que tem que ser virada para olhar para a corrida seguinte?

“Existe sempre algo para aprender, mesmo num fim-de-semana mau. Temos que apontar o que podemos melhorar e penso que tivemos alguns factos interessantes depois da corrida que analisámos no nosso esforço para tornar o carro melhor para o Brasil.”

 

Sempre que a Fórmula 1 viaja até ao Brasil, o o legado do Ayrton Senna é proeminente. De todas as suas corridas, há alguma que te tenha marcado?

“O Japão é uma corrida em que recordo sempre Senna, quando ele lutava pelo campeonato com o (Alain) Prost. O ano em que eles chocaram e no seguinte quando voltaram a chocar, mas os resultados foram distintos. Um campeonato foi vencido por Prost  e o outro por Senna.”

 

Interlagos foi reasfaltado antes da corrida de 2014. A pista mudou muito de 2014 para 2015 e o que esperas este ano, depois de mais um ano de uso do asfalto?

“Interlagos é uma pista muito agradável. Não existe uma verdadeira falha na pista. Não é uma pista muito longa, mas por outro lado, tem curvas muito diferentes entre si. Em algumas podemos usar os correctores, o que as tornam muito interessantes. Tem um bom ritmo, portanto, é sempre uma pista especial.”

 

É uma volta curta e intensa, a de Interlagos, e é também uma das poucas pistas que se realiza no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. A direcção da volta à pista faz alguma diferença para ti, ou uma volta é uma volta, seja qual for a pista?

“O local não importa. A direcção da pista não afecta a nossa sensação dela. Por vezes, altera a atenção do desgaste dos pneus de um lado para o outro, mas nada que faça uma diferença real para nós ou qualquer outra equipa.”

 

Interlagos parece ser uma pista exigente fisicamente e o calor tem, por vezes, o seu papel na performance do carro e do piloto. Considerando estas variáveis, de que forma abordas a pista?

“Não é uma das pistas mais exigentes fisicamente, mas é bastante dura para o pescoço e ao ser realizada no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio amplifica essa característica. O esforço é realizado no sentido contrário e nenhuma das rectas é verdadeiramente uma recta – são longas curvas. Lembro-me de que na corrida o meu pescoço foi bastante exercitado.”

 

No ano passado, os três primeiros do Grande Prémio do Brasil usaram uma estratégia de três paragens. O que é preciso acontecer para que uma estratégia de três paragens possa funcionar, ao invés da típica estratégia de duas paragens?

“Depende dos compostos de pneus, mas ser agressivo é importante para ter uma estratégia de três paragens. É uma pista muito desafiadora para os pneus, mas o que aprendemos nas sessões de treinos-livres de sexta-feira e de sábado determina a nossa estratégia para a corrida de domingo.”

 

Qual é a tua zona preferida do Autódromo José Carlos Pace?

“Diria que as curvas 1, 2 e 3 têm um bom ritmo. É uma boa zona da pista.”

 

Descreve uma volta ao Autódromo José Carlos Pace.

“Chegamos à Curva 1 e a travagem é um pouco a subir, com o apex a surgir já a descer ainda em travagem. Ao chegar à Curva 2 tentamos colocar o acelerador a fundo para fazer a Curva 3 a fundo. Vamos então para a Curva 4, é uma travagem forte, uma curva de 90º onde temos que deixar o carro rodar. Depois vamos para as curvas 6 e 7, que é a subir – uma curva de alta velocidade para a direita, muito interessante onde vamos a muito depressa e atiramos o carro para a curva. Saímos a subir e em aproximação para a Curva 8 – uma curva onde usamos muito os correctores e que funciona como um gancho. Depois temos uma curva de 180º para a esquerda, a Curva 9, a descer com um pouco de banking, muito interessante. Vamos para a Curva 10, que é também quase um gancho com um pouco de banking. Chegamos à saída da Curva 11, onde temos que seguir a fundo. Descemos na colina para a Curva 12 – a última verdadeira curva da volta, que é uma esquerda de 90º, onde tentamos ter a melhor saída possível para a recta a subir que se segue.” 

 

 

Autódromo José Carlos Pace

  • Número de voltas: 71 
  • Distância de corrida: 305,909 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
  • O Autódromo José Carlos Pace albergou a Fórmula 1 pela primeira vez em 1973, primeiro num traçado com 7,960 quilómetros, onde se manteve até 1977. Em 1978 rumou ao Circuito de Jacarépagua, para regressar a Interlagos nos dois anos seguintes. Em 1981 a Fórmula 1 dirigiu-se por nove anos a Jacarépagua. Em 1990 voltou definitivamente a Interlagos, depois de uma reconfiguração massiva que reduziu a extensão do circuito para 4,309 quilómetros e 15 curvas. A edição do ano passado foi o trigésimo terceiro Grande Prémio disputado no Autódromo José Carlos Pace.
  • Juan Pablo Montoya detém o recorde da volta de corrida ao Autódromo José Carlos Pace (1m11,473s), realizada em 2004 em Williams.
  • Rubens Barrichello detém o recorde da volta de qualificação ao Autódromo José Carlos Pace (1m09,822s), realizada em 2004 com a Scuderia Ferrari na Q1.
  • O Autódromo José Carlos Pace detém uma das voltas mais curtas do ano, mas também uma das mais intensa. O circuito ondulante é um desafio para pilotos e equipa. Realiza-se no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio e consiste num miolo sinuoso entre as curvas 6 e 12, com três longas rectas entre as curvas 3 e 4, 5 e 6 e da curva 14 até ao início do “S” de Senna, a Curva 1. Uma configuração máxima de apoio aerodinâmico seria a preferida para a zona estreita e sinuosa, mas para maximizar o carro nas rectas, os carros precisam de ter o mínimo de resistência aerodinâmica possível. Algum do apoio aerodinâmico é perdido ainda antes dos carros irem para a pista, uma vez que o traçado está situado a 800 metros de altitude. Tudo isto coloca ênfase na aderência num circuito com muitos ressaltos. A Pirelli levou para Interlagos os seus P Zero Laranja/Duro, Branco/Médio e Amarelo/Macio, esperando-se que os médios e os macios sejam os mais usados.
  • DYK? O nome tradicional do circuito, Interlagos, advém do facto da pista ser construída numa zona situada entre dois lagos artificiais, o Guarapiranga e o Billings, que foram criados no início dos século XX para fornecer água a São Paulo. Em 1985, o circuito foi rebaptizado como Autódromo José Carlos Pace, em honra de Pace, um piloto brasileiro que morreu em 1977 num acidente de avião. A primeira e única vitória de Pace na Fórmula 1 surgiu em Interlagos.
  • Durante o Grande Prémio do Brasil, a temperatura mínima situar-se-á entre os 15ºC e 17ºC e a máxima entre os 21ºC e 25ºC. A humidade relativa estará entre os 55% e os 98%. A velocidade do vento variará entre os 3Km/h e os 21Km/h, raramente excedendo os 29 Km/h.

  • Pirelli is bringing three tire compounds to Brazil:
 
  • P Zero Cor de laranja/Duro – Meno aderência, menos degaste (usados para séries longas de voltas)
    • Este é o pneu mais duro da gama da Pirelli. Foi concebido para circuitos que colocam muito energia nos pneus devido a curvas rápida e/ou superfícies abrasivas e que são muitas vezes caracterizadas por temperaturas ambiente muito elevadas. Este composto demora mais a aquecer, mas oferece durabilidade máxima, o que frequentemente significa ter uma papel preponderante na estratégia de corrida.

    • P Zero Branco/Médio menos aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
       
    • P Zero Amarelo/Macio – mais aderência, desgaste médio (usado para séries curtas de voltas, e para a Q1)
       
  • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
     
  • Um piloto pode usar os três jogos de Pirelli na corrida. Por exemplo, se tiver usado os P Zero Amarelo/Macio para passar da Q2 à Q3, terá que iniciar a corrida com esses pneus e tentar realizar algumas voltas bastante rápidas para ganhar alguma margem para os seus adversários antes entrar nas boxes para montar os P Zero Laranja/Duro. Depois, dependendo das circunstâncias da corrida, noutra paragem nas boxes, pode montar os P Zero Branco/Médio, permitindo ao piloto atacar durante as últimas voltas.
     
  • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Desses 13 jogos, os pilotos e as suas respectivas equipas podem escolher as especificações de dez deles entre os três compostos disponíveis. Os restantes três jogos são definidos pela Pirelli – dois tipos obrigatórios para a corrida (um jogo de P Zero Cor de laranja/duro e um de P Zero Branco/médio) e um tipo obrigatório para a Q3 (um jogo de P Zero Amarelo/Macio). A Haas F1 Team seleccionaram os seguintes jogos:
    •  
    • Grosjean: um jogo de Pirelli P Zero Cor de laranja/Duro, cinco jogos de pneus P Zero Branco/Médio e sete jogos de P Zero Amarelo/Macio
    • Gutiérrez: dois jogos de Pirelli P Zero Cor de laranja/Duro, quatro jogos de P Zero Branco/Médio e sete jogos de P Zero Amarelo/Macio.

 

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE F1 - BRASIL

  1. A qualificaçãopara o GP do Brasil foi espectacular. E a prova tem tudo para ser ainda melhor. Não pode perder pitada no Eurosport 2 Xtra. Até porque há muito para ver ao longo de todo o dia. Fique com o horário e talvez assista ao coroar do 33º campeão do mundo de F1.

 

LUCAS DI GRASSI NA FÓRMULA E EM MARROCOS

 

Di Grassi faz outra grande recuperação para somar bons pontos em Marrakesh

Brasileiro da Audi foi o recordista de ultrapassagens da corrida marroquina, saindo da 12ª posição na largada para terminar em quinto lugar, marcando importantes dez pontos

Depois de sair em 19º para terminar em segundo na abertura da temporada da Fórmula E em Hong Kong, Lucas di Grassi engatou na sequência outra grande recuperação na categoria dos carros elétricos. Desta vez, na segunda etapa do campeonato 2016-2017, o brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport largou na 12ª posição, fez várias ultrapassagens e, sem contar com nenhuma intervenção do carro de segurança ou de quebras à sua frente, terminou na quinta posição.

Maior "ultrapassador" da etapa de Marrakesh, Di Grassi não quer tornar estas recuperações uma rotina. "Temos objetivos bem maiores, e desta vez o quinto lugar foi o máximo que conseguimos hoje. Um final de semana razoável", resumiu.

"Foi difícil: o nosso carro não estava se comportando bem nas condições desta pista de Marrakesh; a classificação foi muito complicada, um carro difícil de guiar; e largando de 12º, o melhor que dava para fazer era mesmo chegar em quinto, porque não houve nenhuma batida ou quebra que justificasse a entrada do safety car. Então tive que passar um por um, e estes dez pontos foram importantes para o campeonato", afirmou Lucas.

A vitória ficou com o suíço Sèbastien Buemi, da Renault e.Dams, equipe que mais uma vez conta com um conjunto superior. "A Renault claramente ainda tem uma vantagem, assim como a Teechetah, que usa o mesmo trem de força. Vai ser um campeonato bem difícil pela frente, e os dez pontos de hoje foram vitais", ressaltou o brasileiro.

"O quinto lugar foi o máximo que conseguimos hoje. Lutei a corrida inteira para passar os carros à minha frente. Então, por hoje, estou satisfeito com o que conquistamos. Contudo, vamos usar este intervalo que teremos até a próxima etapa para analisar tudo com exatidão e voltar com mais força em Buenos Aires. A situação não é nova: na última temporada nós melhoramos constantemente. Vamos colocar todos os nossos recursos para fazer o mesmo mais uma vez", concluiu.

Patrocinado por Aethra, Qualcomm e KNM, Lucas di Grassi é o vice-líder da temporada com 28 pontos. A Fórmula E entra agora em um intervalo no inverno europeu e retorna com a terceira etapa no dia 18 de fevereiro em Buenos Aires.

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Grande recuperação de Di Grassi em Marrakesh: de 12o para o quinto lugar (ABT Schaeffler Audi Sport)

Grande recuperação de Di Grassi em Marrakesh: de 12o para o quinto lugar (ABT Schaeffler Audi Sport)
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Brasileiro foi quem mais fez ultrapassagens na segunda etapa da Fórmula E (ABT Schaeffler Audi Sport)

Brasileiro foi quem mais fez ultrapassagens na segunda etapa da Fórmula E (ABT Schaeffler Audi Sport)
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"Os dez pontos de hoje foram o máximo que pudemos alcançar", disse (ABT Schaeffler Audi Sport)

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Próxima etapa acontece em Buenos Aires no dia 18 de fevereiro (ABT Schaeffler Audi Sport)

Próxima etapa acontece em Buenos Aires no dia 18 de fevereiro (ABT Schaeffler Audi Sport)
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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Brazilian Grand Prix – Practice Sessions

DRY AND WARM WEATHER FOR NOW DURING
INTERLAGOS FREE PRACTICE

DRIVERS GENERALLY CONCENTRATE ON THE FASTEST SOFT TYRE
BEFORE MOVING TO MEDIUM FOR LONGER RUNS

MERCEDES FASTEST IN BOTH SESSIONS TODAY: AROUND 1.3 SECONDS
SEPARATE MEDIUM AND SOFT COMPOUNDS

A dry and warm Interlagos circuit meant that the drivers were able to run all three slick compounds in free practice – but it’s not yet clear what the conditions will be for the remainder of the weekend. Wet weather is forecast for tomorrow and possibly for race day as well, meaning that conditions today may not turn out to be representative.

A Mercedes topped each of the free practice sessions, but the frontrunners were closely matched on an evolving track, with Williams driver Felipe Massa also having a spell at the head of the FP2 classification during his final home grand prix.

Track temperatures peaked at 50 degrees centigrade by the finish of FP2, as the teams ended the session concentrating on longer runs on each compound with varying fuel loads. So far, around 1.3 seconds separate the medium and soft compounds, with the gap between hard and medium being much smaller.

Drivers cleaned up a dirty and ‘green’ track during the first session this morning, before more rubber was laid down and they concentrated on longer runs in the afternoon, also using the harder compounds. The fastest time of the day was set by Mercedes driver Lewis Hamilton in FP1 on the soft tyre, when the teams targeted shorter rather than longer runs in cooler conditions, around half a second off last year’s pole position benchmark.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “A busy day at Interlagos today, but we’ll see how useful it turns out to be over the rest of the weekend. The teams got a good initial read on the wear and degradation rates here, which seem reasonably high on the soft tyre in particular, with the right-rear tyre doing the most work over a lap of Interlagos. Whether it’s wet or dry we’re likely to see a multi-stop race, but the weather will be the key determining factor of both qualifying and the grand prix itself.”

FP1 – TIMES FP2 – TIMES
Hamilton 1m11.895s Soft New Hamilton 1m12.271s Soft New
Verstappen 1m11.991s Soft New Rosberg 1m12.301s Soft New
Rosberg 1m12.125s Soft New Bottas 1m12.761s Soft New

FP1 – BEST TIME PER COMPOUND

Hard Hulkenberg 1m14.358s
Medium Hamilton 1m13.157s
Soft Hamilton 1m11.895s

FP2 – BEST TIME PER COMPOUND

Hard Raikkonen 1m14.369s
Medium Hamilton 1m13.157s
Soft Hamilton 1m12.271s

LONGEST STINTS OF THE DAY

Hard Gutierrez 21 laps
Medium Nasr 31
Soft Rosberg 22

Tyre statistics of the day:

Hard Medium Supersoft
kms driven * 279 3149 2679
sets used overall ** 6 42 43
highest number of laps ** 21 31 22

* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
** Per compound, all drivers combined.

Minimum prescribed tyre pressures: 22.5 psi (fronts) 21.5 psi (rears)

Pirelli fact of the day: Honda fans are in good company: Sao Paulo contains the world’s biggest Japanese community of any city outside Japan. As a result, sushi has become just as well established as meat on Brazilian menus, with the Japanese community based mainly in the Liberdade district, around 13 kilometres from Interlagos.

Spotted in the paddock: A very special livery. Rather than running its usual ‘Martini’ logo, the Williams of Felipe Massa had a ‘Massa’ livery on the engine cover, helping the Brazilian to celebrate his final home race.

 

 

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Brazilian Grand Prix, Qualifying

COOLER CONDITIONS FOR QUALIFYING IN BRAZIL
AFTER SOME RAIN IN THE MORNING

THE TOP 10 ON THE GRID WILL ALL START ON USED SOFT TYRES:
SEEN FROM START TO FINISH OF QUALIFYING

TWO PIT STOPS IS THE MOST LIKELY SCENARIO FOR THE RACE
BUT WEATHER WILL BE THE DOMINATING FACTOR

Mercedes driver Lewis Hamilton will start tomorrow’s Brazilian Grand Prix from pole position, after setting a time of 1m10.736s on the soft tyre.

The soft compound was used from the start to the finish of qualifying. This means that all the top 10 will start the grand prix on used softs, assuming that it’s a dry race.

While the weather forecast remains uncertain for tomorrow, qualifying remained dry in every session. There was rain in the morning though, with wet and intermediate tyres used during FP3 as well as the slicks.

Track and air temperatures were considerably cooler than they had been on Friday, with the session starting under cloudy skies and 21 degrees centigrade ambient, plus 26 degrees on track.

Two stops look set to be the most likely strategy for tomorrow, although there is scope for strategic variation and teams will also look to adapt their pit stop windows to take advantage of gaps in the traffic, which are especially hard to find at Interlagos. With the teams experiencing reasonably high degradation on the soft in high temperatures, those who choose to start on the medium could have a good chance to run an alternative strategy with a longer first stint.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “We experienced track and air temperatures today that were a lot lower than they had been on Friday, which consequently had an effect on how the tyres behaved. The rain that fell yesterday and this morning also washed away a lot of the rubber that had been previously laid on the surface, re-starting the cycle of track evolution. With quite a speed margin between the medium and the soft, we saw just the softer tyre used in qualifying. This is what the top 10 will start on, but with variable weather and relatively high degradation on the soft, it’s going to be difficult to predict the optimal strategy tomorrow.”

How the tyres behaved today:
Hard: Did not play a prominent role today but could be used with medium in the race.
Medium: Again, absent in qualifying but likely to be a key ingredient tomorrow, if it’s dry.
Soft: Used from start to finish in quali with a speed advantage of more than one second over the medium.

FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES

Rosberg 1m11.740s Soft New
Hamilton 1m11.833s Soft New
Vettel 1m11.959s Soft New

QUALIFYING TOP 10

Hamilton 1m10.736s Soft New
Rosberg 1m10.838s Soft New
Raikkonen 1m11.404s Soft New
Verstappen 1m11.485s Soft New
Vettel 1m11.495s Soft New
Ricciardo 1m11.540s Soft New
Grosjean 1m11.937s Soft New
Hulkenberg 1m12.104s Soft New
Perez 1m12.165s Soft New
Alonso 1m12.266s Soft New

MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR

Medium Nasr 31 laps
Soft Rosberg 22
Hard Gutierrez 21
Wet Rosberg 2
Intermediate Wehrlein 1

BEST TIME BY COMPOUND SO FAR

Hard Hulkenberg 1m14.358s
Medium Hamilton 1m13.157s
Soft Hamilton 1m10.736s

 

 

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LUCAS DI GRASSI NA FÓRMULA E EM MARROCOS

 

Lucas di Grassi parte para Marrakesh animado com segunda etapa da Fórmula E

Categoria dos carros elétricos visita a África pela primeira vez; no próximo sábado (12), campeonato faz a segunda etapa da temporada em um encontro mais do que oportuno: no mesmo final de semana na cidade marroquina acontece o COP22, a conferência climática da ONU

De 19º no grid a segundo no pódio, drama até a volta final, alguns contratempos e triunfos em poucas horas: a temporada da Fórmula E começou cheia de emoções há cerca de um mês nas ruas de Hong Kong, e a corrida foi concluída com uma festa de champanhe nas mãos de Lucas di Grassi nos principais degraus do pódio. Agora, a categoria dos carros elétricos parte para a segunda etapa da temporada 2016-2017.

Marrakesh representa a primeira visita da Fórmula E à Africa, e a cidade marroquina traz o maior traçado da temporada, com 2,971 quilômetros de extensão. "Estamos na expectativa para a corrida de Marrakesh e posso prometer que vamos atacar com tudo mais uma vez", diz Lucas di Grassi.

Sua ascensão do 19º para o segundo lugar em Hong Kong foi a maior recuperação de corrida já vista na história da Fórmula E, e já registrada como recorde da categoria. Curiosamente, outra parecida aconteceu também com Lucas, na etapa malaia de Putrajaya, em 2014, quando o brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport saiu da última fila para terminar também em segundo.

"É bom saber que com otimização no gerenciamento de energia e uma estratégia perfeita da equipe a gente ainda consegue superar situações difíceis", apontou. "Meu time e nossos parceiros nunca param. Eles trabalham incansavelmente entre as corridas e estão sempre melhorando até mesmo nos menores detalhes que podem ser decisivos", afirmou.

Lucas se diz animado principalmente pelo que foi demonstrado em Hong Kong, e não muda seus objetivos. "Tentar vencer. Se não der, buscar o pódio e somar um excelente número de pontos", crava o paulistano, patrocinado por Aethra, Qualcomm e KNM.

Encontro oportuno - A corrida da Fórmula E no Marrocos acontece no mesmo final de semana em que chefes de estado de todo o planeta estarão reunidos, também em Marrakesh, para o COP22, a conferência sobre o clima promovida pela ONU. Durante a conferência, a Fórmula E exibirá o documentário produzido sobre a mudança climática mundial. Recentemente, Lucas di Grassi acelerou um carro da categoria na calota polar que fica localizada no ponto mais ao norte da Groenlândia.

No COP22 estão confirmadas as presenças do presidente norte-americano Barack Obama e da chanceler alemã Angela Merkel. "Correr de carros elétricos no mesmo local e no mesmo fim de semana do COP22 é um marco e tanto. O mundo inteiro estará olhando para Marrakesh durante estes dias, e para nós é mais uma motivação em busca de um bom resultado", falou Lucas, que na última terça-feira (8) esteve em Lisboa discursando sobre o futuro do automobilismo e da mobilidade elétrica no WebSummit 2016.

O canal Fox Sports transmite ao vivo a segunda etapa da Fórmula E. A transmissão começa às 8h45 deste sábado.

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De 19o para 2o: recuperação que anima Lucas di Grassi para o fim de semana (ABT Schaeffler Audi Sport)

De 19o para 2o: recuperação que anima Lucas di Grassi para o fim de semana (ABT Schaeffler Audi Sport)
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Brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport disputa a segunda etapa da Fórmula E (ABT Schaeffler Audi Sport)

Brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport disputa a segunda etapa da Fórmula E (ABT Schaeffler Audi Sport)
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Prova acontece neste sábado (12) nas ruas de Marrakesh, no Marrocos (ABT Schaeffler Audi Sport)

Prova acontece neste sábado (12) nas ruas de Marrakesh, no Marrocos (ABT Schaeffler Audi Sport)
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FÓRMULA E

 

DS VIRGIN RACING QUER CONCRETIZAR O SEU POTENCIAL EM MARRAQUEXE

 

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« Na sequência de uma prestação encorajadora em Hong Kong, a DS Virgin Racing está determinada em marcar pontos nas ruas de Marraquexe, palco da 2ª jornada da temporada de 2016-2017 do Campeonato de Fórmula E da FIA. Para a estreia da disciplina no continente africano, a equipa espera tirar partido da competitividade do seu monolugar DSV-02 e dos seus pilotos.

 

FILIPE NASR PODERÁ NÃO IR PARA A FORCE INDIA

CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1

 

FILIPE NASR PODERÁ NÃO IR PARA A FORCE INDIA

 

Nos bastidores da F1, fala-se na possibilidade do piloto brasileiro de Fórmula 1, Filipe Nasr deixar a Sauber, e  que poderá ir para a Forde India.Estamos em posição de informar que o piloto nesta altura está a negociar um lugar noutra equipa que nã a Force India.1 Copy

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

ANTEVISÃO GRANDE PRÉMIO PIRELLI DO BRASIL

20ª Ronda de 21

São Paulo, Brasil, 11-13 de Novembro de 2016

 

 

A penúltima ronda do Campeonato do Mundo terá lugar no intenso, rápido e colorido circuito de Interlagos. Embora tenha recebido um novo pavimento recentemente, ainda se apresenta como um autêntico desafio com séries constantes de curvas rápidas e potenciais temperaturas elevadas. Como resultado, o pneu P Zero Laranja (composto duro) faz a sua aparição no final na temporada de 2016 juntamente com os compostos médio e macio, a mesma combinação vista no Japão.

 

 

O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DOS PNEUS:

  • Interlagos é o segundo circuito mais curto do ano, mas provavelmente o mais intenso pois os carros devem lidar constantemente com curvas e muitos carros em certos locais da pista. Uma situação que exigirá mais dos pneus.
  • O novo pavimento colocado há uns anos aumentou os níveis de aderência e atenuou as irregularidades.
  • Há possibilidade de uma grande variedade de condições meteorológicas, desde calor intenso até chuvas torrenciais.
  • Interlagos é um dos poucos circuitos que a corrida é realizada no sentido contrário ao movimento horário, com o pneu traseiro a ser o mais afectado.
  • Os pneus são frequentemente sujeitos a forças laterais e longitudinais, o que aumenta a exigência.

 

OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS:

  • Duro - laranja: usado apenas pela quinta vez em 2016. Conjunto obrigatório: deve estar disponível para a corrida.
  • Médio - branco: outro conjunto obrigatório, que certamente será uma parte essencial na estratégia de corrida.
  • Macio - amarelo: apesar das grandes exigências do circuito, este composto já competiu antes no Brasil.

 

COMO FOI HÁ UM ANO:

  • Nico Rosberg venceu a corrida de 71 voltas com uma estratégia de três paragens, começando com macio e trocando para médio nas voltas 13, 33 e 48. Todos os pilotos do Top 3 pararam três vezes.
  • A melhor estratégia alternativa: Kimi Raikkonen terminou em quarto com uma estratégia de duas paragens, começando com macio e trocando posteriormente para médio nas voltas 12 e 46.

 

 

PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTOSPORT DIRECTOR:

 

“Iremos ver os pneus de composto duro no Brasil pela primeira vez desde 2013, o que deverá ser muito eficaz perante as grandes exigências aerodinâmicas  do circuito. Em 2015 tivemos uma corrida de três paragens, pelo que com o aumento de performance e de aderência este ano, optar por um pneu mais rígido – o que, mesmo assim, tem sido uma ocorrência muito rara esta temporada – foi a única opção sensível para oferecer um maior número de diferentes variáveis estratégicas. Contrabalançar a sua durabilidade com a performance extra dos compostos mais macios será a chave para as táticas de corrida. A meteorologia obviamente também desempenhará um grande papel nestes cálculos.”

 

O QUE HÁ DE NOVO?

 

  • O circuito de Interlagos recentemente teve uma grande atualização, pelo que não haverá grandes alterações este ano.
  • Os testes à gama de pneus de chuva para 2017 continuaram ao longo de dois dias com a Red Bull em Abu Dhabi na semana passada.
  • A Pirelli foi anunciada como o fornecedor exclusivo de pneus para a corrida Bathurst 12 Hour do próximo ano.
  • Outro acordo exclusivo para a Pirelli garantiu que irá fornecer a corrida Trans Am, nos Estados Unidos, a partir de 2017.

 

OUTROS ASPETOS QUE NOS CHAMARAM A ATENÇÃO RECENTEMENTE:

 

  • O título de Campeão poderá ficar decidido no Brasil, mas apenas a favor de Nico Rosberg.
  • Ambos os pilotos da Mercedes fizeram uma escolha de pneus idêntica para Interlagos.

 

A NOMEAÇÃO DOS COMPOSTOS DE PNEUS ATÉ À DATA:

 

Roxo

 

Vermelho

 

Amarelo

 

Branco

 

Laranja

Austrália

Supermacio

Macio

Médio

Bahrein

Supermacio

Macio

Médio

China

Supermacio

Macio

Médio

Rússia

Supermacio

Macio

Médio

Espanha

Macio

Médio

Duro

Mónaco

Ultramacio

Supermacio

Macio

Canadá

Ultramacio

Supermacio

Macio

Azerbeijão

Supermacio

Macio

Médio

 

Austria

Ultramacio

Supermacio

Macio

Inglaterra

Macio

Médio

Duro

Hungria

Supermacio

Macio

Médio

Alemanha

Supermacio

Macio

Médio

Bélgica

Supermacio

Macio

Médio

Itália

Supermacio

Macio

Médio

Singapura

Ultramacio

Supermacio

Macio

Malásia

Macio

Médio

Duro

Japão

Macio

Médio

Duro

Est. Unidos

Supermacio

Macio

Médio

México

Supermacio

Macio

Médio

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - BRASIL

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - BRASIL

 

 

  1. , Halo novos travões e Charles Leclerc: muitas novidades para a Haas no primeiro treino livre do GP do Brasil.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI BRAZILIAN GRAND PRIX PREVIEW
Round 20 of 21
Sao Paulo, Brazil, 11-13 November 2016

The penultimate round of the world championship takes place at the intense, rapid and colourful Interlagos circuit. Although resurfaced relatively recently, it still provides a massive challenge with a constant series of high-energy corners and the potential for some very high temperatures. As a result, the P Zero Orange hard tyre makes its final appearance of the 2016 season alongside the medium and the soft: a combination last seen in Japan.

THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW:

  • Interlagos is the second-shortest lap of the year, but probably the most intense as the cars are constantly cornering and dealing with traffic. This adds to the demands on the tyres.
  • The resurfacing a couple of years ago increased grip levels and smoothed out the bumps.
  • A very wide variety of weather conditions are possible, from intense heat to heavy rain.
  • Interlagos is one of the few anti-clockwise circuits, with the right-rear tyre doing the most work.
  • Tyres are often subjected to combined lateral and longitudinal forces, which increase demand.

THE THREE NOMINATED COMPOUNDS:

  • Orange hard: used for only the fifth time in 2016. Mandatory set: must be available for the race.
  • White medium: another mandatory set, which is set to form a key part of the race strategy.
  • Yellow soft: despite the heavy demands of the track, this compound has raced in Brazil before.

HOW IT WAS A YEAR AGO:         

  • Nico Rosberg won the 71-lap race with a three-stop strategy, starting on soft and then stopping for mediums on laps 13, 33 and 48. The top three all stopped three times.
  • Best alternative strategy: Kimi Raikkonen finished fourth with a two-stop strategy, starting on soft and then switching to mediums on laps 12 and 46.

PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTORSPORT DIRECTOR:                      

“We’re seeing the hard tyres in Brazil for the first time since 2013, which should prove to be very effective against the high-energy demands of the track. In 2015 we had a three-stop race, so with the increase in performance and downforce this year, taking a harder tyre – which has nonetheless been a very rare occurrence this season – was the only sensible option to offer a number of different strategy variables. Balancing its durability against the extra performance of the softer compounds will hold the key to the race tactics. The weather will obviously play a big part in these calculations too.”

WHAT’S NEW?

  • The Interlagos circuit recently had a major upgrade; meaning no further changes this year.
  • Testing of the wider 2017 rain tyres continued for two days with Red Bull in Abu Dhabi last week.
  • Pirelli has been announced as exclusive tyre supplier to the Bathurst 12 Hour race next year.
  • Another exclusive deal for Pirelli means that it will supply Trans Am in the USA from 2017.

OTHER THINGS THAT HAVE CAUGHT OUR EYE RECENTLY:

  • The championship title could be decided in Brazil, but only in Nico Rosberg’s favour.
  • Both the Mercedes drivers have chosen identical tyre selections for Interlagos.

TYRES NOMINATED THIS YEAR:

Purple Red Yellow White Orange
Australia Supersoft Soft Medium
Bahrain Supersoft Soft Medium
China Supersoft Soft Medium
Russia Supersoft Soft Medium
Spain Soft Medium Hard
Monaco Ultrasoft Supersoft Soft
Canada Ultrasoft Supersoft Soft
Azerbaijan Supersoft Soft Medium
Austria Ultrasoft Supersoft Soft
Great Britain Soft Medium Hard
Hungary Supersoft Soft Medium
Germany Supersoft Soft Medium
Belgium Supersoft Soft Medium
Italy Supersoft Soft Medium
Singapore Ultrasoft Supersoft Soft
Malaysia Soft Medium Hard
Japan Soft Medium Hard
United States
Supersoft Soft Medium
Mexico Supersoft Soft Medium
Brazil Soft Medium Hard
Abu Dhabi Ultrasoft Supersoft Soft

 

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FÓRMULA 1 HISTÓRICOS REGRESSAM AO ESTORIL EM 2017

´FÓRMULA 1 HISTÓRIVCOS REGRESSAM AO ESTORIL EM 2017

 

  1. Estoril regressa ao calendário internacional de Históricos
    Os Masters Historic Racing, a organização que agrupa competições tão interessantes como a F1 Histórica, Historic Sports Cars, Corridas para Carros de Turismo até 1966, anunciou o calendário de provas para o próximo ano, onde se inclui uma prova no Circuito do Estoril.f1 Copyf2 Copy

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Brazilian Grand Prix: November 11 – 13, 2016

SELECTED SETS PER DRIVER

The FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Brazilian Grand Prix (Sao Paulo, November 11– 13).

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Mexican Grand Prix – Race

 LEWIS HAMILTON WINS FOR MERCEDES WITH A ONE-STOP STRATEGY:
SOME OF THE FASTEST SPEEDS EVER SEEN IN F1 IN MEXICO

ONE AND TWO-STOP STRATEGIES SEEN AT THE MEXICAN GRAND PRIX:
MOST DRIVERS START ON SOFT TYRE AND STOP JUST ONCE

ALTERNATIVE STRATEGY FROM RED BULL’S DANIEL RICCIARDO WHO MOVES
ONTO MEDIUM ON LAP ONE AND USES ALL THREE COMPOUNDS

Mercedes driver Lewis Hamilton has won the Mexican Grand Prix from pole, after starting on the soft tyre and then running a one-stop strategy by switching to the medium. During the course of the race, Williams driver Valtteri Bottas clocked 372kph on the speed trap (running the medium tyres): quite close to the fastest speed ever seen in a Formula 1 race.

Most drivers started on the soft compound, including the two Mercedes on the front row of the grid. Directly behind them were two Red Bulls starting on the supersoft, which theoretically allowed them a faster start at the expense of a shorter first stint. However, Daniel Ricciardo changed to the medium tyre during a virtual safety car period on lap one, before completing a second stop to have a rapid final stint on the soft and finish fourth after using all three compounds.

All the drivers apart from Toro Rosso’s Daniil Kvyat chose the medium tyre for the second stint, (with Sauber’s Felipe Nasr having started on mediums). Ferrari’s Sebastian Vettel completed the longest first stint on softs, only swapping from the soft to the medium on lap 32. Nasr completed the longest first stint of the race, starting on medium and then switching to supersoft only on lap 49, demonstrating the consistency of all the compounds throughout the race. Renault’s Jolyon Palmer also ran the entire race bar one lap on the medium tyre.

Conditions were warmer than they were during free practice, with track temperatures remaining just below 40 degrees throughout the grand prix. A key part in today’s strategy calculations was the length of the pit lane: the longest of the season, which increases the time needed to make a pit stop.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “Today’s race contained a strong strategic element, with the front row starting on the soft tyre, followed by the second row on the supersoft tyre. There were still a number of question marks about strategy heading into the race, with teams having to react to events as they happened and make the most of every opportunity that presented itself. As expected though, most drivers were able to complete the race with just one pit stop, extracting a low wear life from the tyres.”

Fastest times of the day by compound

Medium Soft Supersoft
First VET  1m22.497s RIC     1m21.134s MAG   1m23.146s
Second RAI   1m22.512s HAM   1m23.045s VES    1m23.397s
Third HAM 1m22.596s VET    1m23.197s KVY    1m23.618s

Longest stint of the race:

Medium  Ericsson, Palmer  69 laps
Soft  Kvyat  34
Supersoft  Kvyat  23

Truthometer: Lewis Hamilton started on the soft, then stopped for the medium on lap 17: the same strategy as was adopted by his team mate Nico Rosberg in second after stopping on lap 20.

 

 

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Mexican Grand Prix – Practice Sessions

SEBASTIAN VETTEL GOES FASTEST FOR FERRARI DURING FREE PRACTICE
USING SUPERSOFT TYRE: CLOSE TO 2015 POLE

COOL CONDITIONS ON FRIDAY IN MEXICO CITY: JUST 14 DEGREES AMBIENT
IN THE MORNING, SLIGHTLY WARMER IN THE AFTERNOON

SOME GRAINING EXPERIENCED AS A RESULT OF LOW TEMPERATURES:
LESS AND LESS
Mexico City, October 28, 2016 – Unexpected cool weather conditions were experienced during free practice for the Mexican Grand Prix, with the morning session starting in just 14 degrees centigrade ambient and the afternoon warming up to only 16 degrees centigrade. Track temperatures peaked at 27 degrees centigrade at the start of FP2, but fell slightly during the course of the afternoon session.

These cool conditions caused some degree of graining and put the emphasis on tyre warm-up. As a result, the low working range medium tyre was quickest in the coolest conditions of the morning; however Sebastian Vettel went fastest of all for Ferrari in the afternoon with a time of 1m19.790s on the supersoft, ahead of the two Mercedes.

Weather conditions are not expected to be greatly different for the remainder of the weekend, with the possibility of rain as well (a few drops were seen at the end of FP1). This made today’s work especially important: however, there was a very high degree of track evolution that means a full picture of relative performance is yet to emerge – which should be clearer following FP3 tomorrow with more rubber on the track.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “Nobody expected temperatures to be as low as they were today. As a result of this and also a high degree of track evolution – with the surface not appreciably different to how it was when new last year – it was hard to collect representative data today. It seems very unlikely now that we will have a warm weekend, so it will be interesting to see who unlocks the most out of the car and tyre package in these conditions.”

FP1 – TIMES  FP2 – TIMES
 Hamilton  1m20.914s  Medium Used  Vettel  1m19.790s  Supersoft New
 Vettel  1m20.993s  Soft New  Hamilton  1m19.794s  Supersoft New
 Raikkonen  1m21.072s  Soft New  Rosberg  1m20.225s  Supersoft New

FP1 – BEST TIME PER COMPOUND

 Medium  Hamilton  1m20.914s
 Soft  Vettel  1m20.993s
 Supersoft  Perez  1m21.200s

FP2 – BEST TIME PER COMPOUND

 Medium  Rosberg  1m21.416s
 Soft  Hamilton  1m20.362s
 Supersoft  Vettel  1m19.790s

LONGEST STINTS OF THE DAY

 Medium  Massa  31 laps
 Soft  Wehrlein  34
 Supersoft  Hamilton  22

Tyre statistics of the day:

Medium Soft Supersoft
kms driven * 2435 2039 1694
sets used overall ** 28 33 28
highest number of laps ** 31 34 22

* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
** Per compound, all drivers combined.

Minimum prescribed tyre pressures:  22 psi (front) and 19,5 psi (rear)

Pirelli fact of the day: One of the oldest races in Mexico was the legendary Carrera Panamericana. It originally ran from 1950 to 1954, and the most famous winner was none other than Juan Manuel Fangio on Pirelli tyres, who headed an all-Lancia podium in 1953. It was resurrected – still as a closed-road speed race – in 1988, with the most recent winner a few days ago also using Pirelli tyres.

Spotted in the paddock: Juan Pablo Montoya. The Colombian won seven grands prix with Williams and McLaren, ending his F1 career after the USA Grand Prix in 2006. He’s also only the second driver to have won the Indycar title in his rookie year, after Nigel Mansell.

 

 

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HAAS NO G.P. DO MÉXICO

 

Grande Prémio do México: Resumo da Corrida

 

 

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Evento:  Grande Prémio do México (19º round de 21)

Data:  Domingo, 30 de Outubro

Local:  Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México

Layout:  4,304 quilómetros, circuito de 17 curvas

Condições climatéricas:  Sol, 20ºC/22ºC

Vencedor:  Lewis Hamilton da Mercedes

Haas F1 Team:

Esteban Gutiérrez – arrancou de 17º, terminou em 19º (completou 70/71 voltas)

Romain Grosjean – arrancou de 22º, terminou em 20º (completou 70/71 voltas)

 


Os pilotos da Haas F1 Team, Esteban Gutiérrez e Romain Grosjean, terminaram o Grande Prémio do México, disputado este domingo no Autódromo Hermanos Rodríguez, Cidade do México, no décimo nono e vigésimo lugares, respectivamente. Este resultado foi o culminar de uma fim-de-semana frustrante para a equipa que se estreia este ano, uma vez que dificuldades durante a sexta-feira ditou uma qualificação desapontante no sábado, com nenhum dos pilotos a passar da Q1.


Gutiérrez iniciou a corrida de setenta e uma voltas da décima sétima posição da grelha de partida de vinte e dois carros, ao passo que Grosjean arrancou da via das boxes. Os mecânicos da equipa tiveram que trocar o fundo plano do carro de Grosjean durante a manhã, sendo este um fundo plano distinto daquele que foi usado durante a qualificação, obrigando o regulamento da FIA que arrancasse da via das boxes.


Gutiérrez teve um bom arranque, sobrevivendo a um momento em que esteve ensanduichado entre o Sauber de Marcus Ericsson e o Manor de Pascal Wehrlein na Curva 1 do circuito de 4,304 quilómetros e dezassete curvas. Apesar do contacto que enviou Wehrlein  para fora da pista e contra Ericsson e para as barreiras, ao passo que Gutiérrez emergiu incólume.


O acidente espoletou uma situação de Safety-Car Virtual, o que levou um punhado de pilotos para as boxes para trocar de pneus, mantendo-se Gutiérrez no décimo quarto lugar ao passo que Grosjean subiu ao décimo nono posto.


Pouco depois, caiu a bandeira verde, na quarta volta, e Gutiérrez lutou com o McLaren de Jenson Button e com Renault da Kevin Magnussen pelo décimo segundo lugar. Na sexta volta, o duo afastou-se e Gutiérrez estava com o Red Bull de Daniel Ricciardo nos seus espelhos.


Ricciardo passou Gutiérrez na sétima volta, demovendo este para décimo quinto, uma posição que manteve até à sua primeira passagem pelas boxes, na décima terceira volta. Voltou à pista com Pirelli P Zero Branco/Médio, que substituíram os macios com os quais iniciou a prova.


Grosjean parou nas boxes uma volta antes de Gutiérrez, iniciando a estratégia de pneus para ambos os pilotos. Não muito depois de deixar as boxes, Grosjean contactou a equipa via rádio para dizer: “Não consigo sentir qualquer apoio aerodinâmico traseiro.”


A falta de apoio aerodinâmica combinada com uma pista escorregadia, impediu que Grosjean realizasse qualquer recuperação significativa. Conseguiu passar o Manor de Esteban Ocon na vigésima volta, quando o francês realizou a sua paragem na boxe, mas isso foi o máximo que conseguiu.


Gutiérrez, entretanto, caiu para a décima nona posição, depois da sua paragem nas boxes, rodando a alguns segundos de Grosjean.


Gutiérrez realizou a sua derradeira paragem nas boxes no final da quinquagésima volta, alterando os pneus médios pelos macios. Grosjean seguiu-o no final da quinquagésima segunda volta, imitando a estratégia do seu colega de equipa. As suas posições mantiveram-se, rodando os dois no décimo nono e vigésimo lugares até à bandeirada de xadrez.


O vencedor do Grande Prémio do México foi Lewis Hamilton. Foi a quinquagésima primeira vitória na Fórmula 1 do piloto da Mercedes, igualando a lenda Alain Prost. Foi também a oitava vitória da temporada de Hamilton e a sua segunda consecutiva, mas apenas a primeira no Autódromo Hermanos Rodríguez. Hamilton deixou o seu colega da Mercedes – Nico Rosberg, o líder do campeonato – a 8,354s. Esta vitória reduziu a vantagem de Rosberg de vinte e seis para dezanove pontos, quando faltam apenas disputar duas corridas.


Com dezanove de vinte e uma corridas disputadas, a Haas F1 Team permanece no oitavo lugar do Campeonato de Construtores com vinte e nove pontos. A equipa americana manteve a distância de vinte e seis pontos para a Toro Rosso e a vantagem de vinte e um pontos para a nona classificada, a Renault, uma vez que nenhuma delas marcou pontos.


A Fórmula 1 tem agora uma semana de folga, antes de regressar à acção para a penúltima corrida da temporada – o Grande Prémio do Brasil, disputado no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo, no dia 13 de Novembro.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Mexican Grand Prix – Race – Infographics

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HAAS NO G.P. DO MÉXICO

 

Grande Prémio do México: Resumo da Qualificação

 

 

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Evento:  Qualificação para o Grande Prémio do México (19º round de 21)

Date:  Sábado, 29 de Outubro

Local:  Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México

Layout:  4,304 quilómetros, circuito de 17 curvas

Condições climatéricas:  Sol, 17ºC a 19ºC

Pole-position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m18,704s – novo recorde de qualificação)

Resultado:

Esteban Gutiérrez 17º (1m21,401s)

Romain Grosjean 21º (1m21,916s)

 

  • tem a duração de 18 minutos e todos os vinte e dois pilotos participam
  • os dezasseis pilotos mais rápidos passam à Q2

Gutiérrez:  17º (1m21,401s)

Grosjean:  21º (1m21,916s)

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m19,447s)

Cutoff:  16º Pascal Wehrlein da Manor (1m21,363s)

  • tem a duração de 15 minutos e participam os dezasseis pilotos mais rápidos da Q1
  • os dez pilotos mais rápidos passam à Q3

Piloto mais rápida:  Max Verstappen da Red Bull (1m18,972s)

Cutoff:  10º Carlos Sainz Jr. da Toro Rosso (1m20,169s)

 

  • tem a duração de 12 minutos e participam os dez mais rápidos da Q2, que lutam pela pole-position

Pole-position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m18,704s)

Segundo:  Nico Rosberg da Mercedes (1m18,958s)

 

 

Os pilotos  Haas F1 Team, Esteban Gutiérrez e Romain Grosjean, qualificaram-se, respectivamente, no décimo sétimo e vigésimo primeiro lugares para o grande Prémio do México, que se disputa no domingo no Autódromo Hermanos Rodríguez.


Gutiérrez realizou o décimo sétimo tempo na Q1, com uma volta completada em 1m21,401s, e Grosjean foi o vigésimo primeiro crono, com uma volta de 1m21,916s. Apenas os dezasseis mais rápidos avançaram para a Q2 e, pela primeira vez desde a primeira prova, da Austrália, nenhum dos pilotos da Haas F1 Team passou à Q2.


Gutiérrez e Grosjean sentiram dificuldades para encontrar aderência no circuito de 4,304 quilómetros e dezassete curvas. O asfalto escorregadio contribuiu para o pião que Gutiérrez realizou na saída dos esses, no minuto final da Q1, colocando um ponto final na sua tentativa para ir passar a Q2. O pião acabou também por ter impacto em Grosjean, que seguia atrás de Gutiérrez e teve que abandonar a sua volta lançada. Ambos os pilotos usaram pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio durante a Q1.


Lewis Hamilton garantiu a pole-position para o Grande Prémio do México. A sua volta mais rápida, 1m18,704s, é um novo recorde de qualificação para a pista e foi 0,254s mais rápida que o seu perseguidor mais próximo, o seu colega de equipa e o líder do Campeonato de Pilotos, Nico Rosberg. Foi a quinquagésima nona pole-position da carreira de Fórmula 1 de Lewis Hamilton, a sua décima da temporada, a segunda consecutiva e a sua primeira no Autódromo Hermanos Rodriguez. Mesmo com Hamilton na pole-position, Rosberg continua no comando do Campeonato de Pilotos. Detém uma vantagem de vinte e seis pontos sobre Hamilton.


Antes da qualificação, Gutiérrez e Grosjean, juntamente com todos os seus adversários, participaram na sessão final de treinos-livres para afinarem os seus carros para poderem realizar uma volta rápida à pista. Para simularem a qualificação, ambos os pilotos rodaram exclusivamente com pneus supermacios.


Gutiérrez realizou o décimo sétimo crono, 1m21,338s, na sua décima sexta e derradeira volta. Grosjean completou quinze voltas, alcançando a sua melhor marca na sexta – 1m21,601s – o que o colocou na décima nona posição.


O mais rápido na terceira sessão foi Max Verstappen, da Red Bull, com uma volta que parou o cronómetro em 1m19,137s, 0,094s melhor que o registo de Hamilton.


 

“Não sei o que aconteceu. O carro estava bom na primeira sessão de treinos-livres e hoje de manhã estava razoável, na terceira sessão, mas depois disso estava péssimo. Temos que analisar o que está a acontecer, dado que alguma coisa não está bem. Último na grelha de partida é inaceitável para nós. A velocidade máxima está bem, mas não temos aderência nem equilíbrio. Podemos gerir a pouca aderência e contrariá-la, mas apenas se tivermos um bom equilíbrio, mas sem ele nada podemos fazer. Numa curva temos sobreviragem e noutra subviragem. É esquisita a forma como se comporta aqui. Tem sido um fim-de-semana difícil para todos, mas vamos dar a volta.”



“Tem sido um fim-de-semana desafiante para nós. Quando nos preparávamos para a qualificação sabíamos que não ia ser fácil, mas dei o meu melhor. Estava a pilotar no limite, a tentar realizar uma boa volta para a equipa e para os adeptos – eles foram incríveis. Tinha que ser agressivo, uma vez que sabia que a primeira volta não seria suficiente. Por vezes, tudo corre bem, outras nem por isso, mas pelo menos sei que dei o máximo. Quando saí do carro, não estava muito feliz, mas ao caminhar pela via das boxes todos estavam a puxar por mim e foi um sentimento fantástico perceber o apoio dos fãs. Tiveram um impacto enorme na nossa motivação e quero agradecer-lhes.”



“Obviamente, não estávamos muito optimistas para o dia de hoje, depois das dificuldades que sentimos entre a primeira e a terceira sessões para entender os pneus e para os colocar na sua janela de funcionamento. Ainda assim, na semana passada arrancámos de décimo sétimo lugar e terminámos nos pontos. É muito estranha a forma como os pneus se comportam aqui, com a temperatura a subir como subiu nos últimos dez minutos. Todos parecem um pouco perdidos. Temos que nos concentrar hoje e tentar dar o nosso melhor amanhã. Vamos ver como corre. Hoje foi um dia difícil, mas amanhã esperamos que seja melhor.”

 

-HaasF1Team-

 

 

Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.
 

ECOS DA F 1

 

We have some content which we think may interest you. Here's a quick snapshot of the stories:

Seb and Kimy play the Trumpet!
Today Banco Santander launches its third video in its "The Daily Race" collection showing people and companies in their daily lives, and featuring Ferrari’s F1 drivers, Sebastian Vettel and Kimi Räikkönen. In today’s video Arturo shows Vettel and Raikkonen how to play the trumpet, imitating the sound of a race car. They even compete to see who lasts longer. Who will win? Hilarious…

Full HD video and high resolution images available for free download here.

F1 Driver Daniel Ricciardo Celebrates the Day of the Dead in Mexico
Last night, the Red Bull Racing driver Daniel Ricciardo entertained a thousand people in a stunning celebration of The Day of the Dead in Mexico City. The Australian switched the asphalt racing track for a big metallic dome with dancing skeletons and symbolic elements to fly through the air, challenging Death to complete the original altar...

Full press release alongside HD video content and high resolution images of the event available for free download here.

If any of the stories sound of interest you can visit the above links to download the content. All content on our site is free of charge and rights-free for our registered journalists.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Grande Prémio do México - Corrida

 

LEWIS HAMILTON VENCE PARA A MERCEDES COM ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM. ALGUMAS DAS VELOCIDADES MAIS ELEVADAS FORAM REGISTAS NO GP F1 MÉXICO

 

ESTRATÉGIAS DE UMA E DUAS PARAGENS NO GRANDE PRÉMIO DO MEXICO. A MAIORIA DOS PILOTOS INICIOU COM PNEUS MACIOS E APENAS PAROU UMA VEZ

 

 DANIEL RICCIARDO EM RED BULL COM UMA ESTRATEGIA ALTERNATIVA,TROCOU PARA MÉDIOS NA PRIMEIRA VOLTA E UTILIZOU OS TRÊS COMPOSTOS

 

 

O piloto da Mercedes Lewis Hamilton, saiu da “pole” e venceu o grande Prémio do México após um começo com pneus macios e utilizando uma estratégia de apenas uma paragem, onde trocou para o composto médio. Durante a corrida o piloto da Wiliams, Valtteri Bottas, foi cronometrado a 372 KM/H (com pneus médios), marca próxima da velocidade mais elevada registada numa prova de Fórmula Um.

 

A grande maioria dos pilotos começou a corrida com pneus macios, incluindo os dois Mercedes que ocuparam os dois primeiros lugares da grelha. Logo atrás deles, encontravam-se os dois Red Bulls que começaram com Supermacios, que teoricamente permitia um arranque e inicio de corrida  mais rápido, em detrimento de um primeiro turno mais curto. No entanto, Daniel Ricciardo alterou para o composto médio na primeira volta, devido ao Safety Car Virtual, antes de completar a sua segunda paragem para realizar um rápido turno final com o composto macio, no final acabou na quarta posição, após utilizar os três compostos.

 

Todos os pilotos à exceção do Toro Rosso de Daniil Kvyat  optaram pelos pneus médios para o segundo turno, (com o Sauber de Felipe Nasr que iniciou com médios). O Ferrari de Sebastian Vettel completou um longo turno com o composto macio e fez a única troca de macio para médio na volta 32. Nasr realizou o primeiro turno mais longo da corrida, iniciou com composto médio e trocou para Supermacios apenas na volta 49, demonstrando a consistência de todos os compostos ao longo da corrida. O Renault de Jolyon Palmer também realizou quase a totalidade da corrida com apenas o composto Médio,`à exceção da primeira volta.

 

Durante os treinos livres, as condições climatéricas foram quentes com a temperatura da pista próximo dos 40 graus ao longo da disputa do grande prémio. O comprimento da reta do Pit lane, foi parte fundamental da estratégia de hoje, sendo a mais longa da época, condicionando o aumento do tempo necessário para a realização de um  Pit Stop. 

 

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “A corrida de hoje contou com o forte factor estratégia, e com a primeira linha da grelha a iniciaram com o composto macio e a segunda linha com pneus supermacios. Existiam muitas duvidas sobre as estratégias a utilizar na corrida, com as equipes a ter de reagir às possiveis oportunidades que a corrida poderia proporcionar. Porém e como esperado, a maioria dos pilotos foi capaz de completar a corrida com apenas uma paragem, extraindo um menor desgaste da utilização dos pneus.”     

 

Melhores tempos do dia por composto:

 

                      Médio                       Macio                      Supermacio

Primeiro       VET   1m22.497s     RIC     1m21.134s    MAG   1m23.146s

Segundo      RAI    1m22.512s     HAM   1m23.045s    VES    1m23.397s

Terceiro        HAM  1m22.596s     VET    1m23.197s    KVY    1m23.618s

 

OS TURNOS  MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

 

Médio                 Ericsson,Palmer                          69  voltas

Macio                 Kvyat                                            34  voltas

Supermacio       Kvyat                                             23  voltas

 

A NOSSA PREVISÃO: Lewis Hamilton iniciou com pneus macios e parou na volta  17 para colocar o composto medio. A mesma estratégia foi realizada pelo seu companheiro de equipe que obteve a segunda posição, após parar na volta 20.

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

ANTEVISÃO GRANDE PRÉMIO PIRELLI DO MÉXICO

19ª Ronda de 21

Cidade do México, México de 28 a 30 de Outubro de 2016

 

Os compostos nomeados para o grande prémio do México são exactamente iguais aos do Grande prémio dos Estados Unidos do ultimo fim de semana – P zero branco Médio, P Zero amarelo Macio e P Zero Vermelho Supermacio. No entanto, os dois circuitos são muito diferentes, com o México apenas a retornar ao calendário no último ano depois de um longo e prestigiante historial desde dos anos 60 até 1992. O atual traçado mantém algumas zonas do circuito antigo, sendo muito rápido e combinando partes recentes muito técnicas com zonas rápidas e lentas, tornando-se uma desafiante mistura entre o recente e o antigo, lembrando Monza.

 

O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DOS PNEUS:

  • México é um dos circuitos mais rápidos do calendário 2016, a par de Monza e Baku.

  • No entanto, os carros correm com um índice aerodinâmico maior que Monza, para compensar em parte a altitude.

  • O asfalto continua novo, uma vez que circuito foi re-asfaltado no ano passado para a corrida inaugural (para atenuar as lombas que costumavam ser frequentes). O piso da pista deverá estar melhor este ano.

  • A mais famosa curva do circuito Mexicano – Peraltada, é a que mais exerce pressão nos pneus.

  • As condições climatéricas são sempre uma questão de marca, com a possibilidade de tempo quente ou chuva abundante.

  • No ano passado a pista estava escorregadia. No entanto, o circuito tem sido bastante usado pelos diferentes campeonatos durante a época, que deverão ter colocado mais borracha na pista.

 

OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS:

  • Médio - branco: um dos dois compostos nomeados que não deverá ter sido escolhido pela maior parte dos pilotos.

  • Macio - amarelo: Outro dos compostos nomeados que deverá ser utilizados pela maioria dos pilotos, terá um papel fundamental na estratégia da corrida

  • Supermacio – Vermelho: Composto obrigatório para a sessão Q3, Vai ser utilizado pela primeira vez este ano no México.

 

COMO FOI HÁ UM ANO:

  • A corrida foi afectada pela entrada do Safety Car no final, proporcionando um “pit Stop” final aos pilotos. Nico Rosberg venceu a corrida de 71 voltas, iniciou com macio e trocou para composto médio nas voltas 26 e 46.

  • A melhor estratégia alternativa: Do herói nacional, Sergio Perez, que apenas trocou uma vez. Iniciou a corrida com pneus macios e posteriormente trocou para médios na volta 18 até ao final da corrida, para terminar dentro dos pontos na 8.ª posição.

 

PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTOSPORT DIRECTOR:

"Enquanto o Autódromo Hermanos Rodriguez é para todos os efeitos um circuito novo, existe um fantástico sentimento de história por trás, como o nome indica, suportado por um número incrível de fãs. A parte do estádio é uma das mais electrizantes experiências do ano. Corremos aqui no ano passado, mas existe a possibilidade da pista estar melhor do que na altura. Também trouxemos pela primeira vez o composto Supermacio, logo vai ser importante avaliá-lo aos novos factores durante a sessão dos treinos livres, e que poderá ter um papel importante para uma estratégia alternativa com duas paragens, que provou ser a opção mais importante em 2015.”

O QUE HÁ DE NOVO?

  • Com a entrada do México para o novo calendário no ano passado, não há grandes alterações esta época.

  • Os testes de pneus 2017 continuam esta semana (2 e 3 Novembro) com a Red Bull em Abu Dhabi.

  • A Pirelli foi anunciada como fornecedora exclusiva do novo Blancpain GT Series Asia. .

 

OUTROS ASPETOS QUE NOS CHAMARAM A ATENÇÃO RECENTEMENTE:

  • Mexico é o circuito da época situado a maior altitude, condicionando as unidades turbo, uma vez que terão de girar mais para proporcionar a mesma potência. As unidades de potência eléctricas não são afetadas.

  • No ano passado as velocidades máximas rondaram os 366 KM/H, este ano ainda deverão estar mais rápidos.

A NOMEAÇÃO DOS COMPOSTOS DE PNEUS ATÉ À DATA:

 

 

Roxo

 

Vermelho

 

Amarelo

 

Branco

 

Laranja

Austrália

 

Supermacio

Macio

Médio

 

Bahrein

 

Supermacio

Macio

Médio

 

China

 

Supermacio

Macio

Médio

 

Rússia

 

Supermacio

Macio

Médio

 

Espanha

 

 

Macio

Médio

Duro

Mónaco

Ultramacio

Supermacio

Macio

 

 

Canadá

Ultramacio

Supermacio

Macio

 

 

Azerbeijão

 

Supermacio

Macio

Médio

 

 

Austria

Ultramacio

Supermacio

Macio

 

 

Inglaterra

 

 

Macio

Médio

Duro

Hungria

 

Supermacio

Macio

Médio

 

Alemanha

 

Supermacio

Macio

Médio

 

Bélgica

 

Supermacio

Macio

Médio

 

Itália

 

Supermacio

Macio

Médio

 

Singapura

Ultramacio

Supermacio

Macio

 

 

Malásia

 

 

Macio

Médio

Duro

Japão

 

 

Macio

Médio

Duro

Est. Unidos

 

Supermacio

Macio

Médio

 

México

 

Supermacio

Macio

Médio

 

Brasil

 

 

Macio

Médio

Duro

Abu Dhabi

Ultramacio

Supermacio

Macio

 

 

 

HASS NO G.P.DO MÉXICO

 

Outra corrida caseira para a Haas F1 Team

Depois de demonstrar resiliência no Grande Prémio dos Estados Unidos, a equipa americana segue para sul para o Grande Prémio do México com o mexicano Esteban Gutiérrez


KANNAPOLIS, Carolina de Norte (27 de Outubro de 2016) – Depois de experimentar a sua primeira corrida em solo pátrio no passado fim-de-semana, no Circuit of the Americas, em Austin, Texas, durante o Grande Prémio dos Estados Unidos, a Haas F1 Team prepara-se para gozar mais uma corrida caseira, com o Grande Prémio do México, na Cidade do México, no próximo fim-de-semana.


A Haas F1 Team, a primeira equipa americana em trinta anos, tem como dupla de pilotos Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez. Grosjean detém nacionalidades Suíça e Francesa, cujos países não albergam qualquer Grande Prémio. Gutiérrez, no entanto, natural de Monterrey, México, tem no Grande Prémio do México a sua prova caseira, assim como do patrocinador da Haas F1 Team, a Telcel.


Gutiérrez alinhou em cinquenta e seis corridas de Fórmula 1, mas nenhuma teve lugar no Autódromo Hermanos Rodriguez, o local onde se realiza o Grande Prémio do México. Depois de um hiato de vinte e dois anos, a Fórmula 1 regressou ao México em 2015, mas Gutiérrez não marcou presença na grelha de partida. Por outro lado, foi o terceiro piloto da Scuderia Ferrari, ajudando no desenvolvimento do monolugar do tetracampeão mundial de Fórmula 1, Sebastian Vettel e do Campeão do Mundo de 2007, Kimi Raikkonen.


Esse trabalho de desenvolvimento e as suas duas temporada com os Sauber animados pelos motores Ferrari, em 2013 e 2014, garantiu a Gutiérrez um lugar na Haas F1 Team para a temporada de 2016. Finalmente, depois de no ano passado ter assistido ao regresso da Fórmula 1 ao seu país, Gutiérrez poderá competir na sua corrida caseira quando a Haas F1 Team chegar ao Autódromo Hermanos Rodríguez.


Gutiérrez é um dos seis mexicanos que competiram na Fórmula 1 e um dos dois mexicanos activos na Fórmula 1. Para além de Gutiérrez, também Sérgio Pérez é mexicano, competindo na Force India. Ambos os pilotos foram precedidos pelos irmãos Rodríguez, que dão nome ao circuito. Ricardo Rodríguez realizou cinco corridas com a Ferrari em 1961 e 1962, e Pedro Rodríguez pilotou para a Lotus, Ferrari, Cooper e BRM entre 1963 e 1971. Para além deles, também Moisés Solana esteve na Fórmula 1, com oito participações entre 1963 e 1968, Hector Rebaque, com quarenta e um Grandes Prémios entre 1977 e 1981.


Com um volante entre os vinte e dois pilotos da grelha de Fórmula 1, Gutiérrez aponta para alcançar os pontos na sua corrida caseira. O seu colega de equipa conseguiu marcar mais alguns pontos na corrida do último fim-de-semana no Circuit of the Americas e ambos os pilotos esperam conseguir manter a senda de resultados entre os dez primeiros que entregarão ainda mais pontos.


Isto foi exactamente o que Grosjean fez no ano passado na sua última temporada com a Lotus. Terminou o Grande Prémio do México no décimo lugar e prosseguiu com essa senda de resultados nas duas últimas duas corridas do ano, conseguindo nono lugares no Brasil e em Abu Dhabi.


Mesmo com a temporada a caminhar para o seu fim, o ritmo é elevado na Fórmula 1. Isto é especialmente verdadeiro no México, uma vez que o Autódromo Hermanos Rodríguez é um dos circuitos mais rápidos da Fórmula 1.


O circuito de 4,304 quilómetros e dezassete curvas albergou pela primeira vez a Fórmula 1 em 1963, mas para poder regressar à Fórmula 1 em 2015, teve que ser reactualizado. O conhecido designer de pistas Hermann Tilke assinou o novo layout, que manteve o carácter original do circuito. Toda a pista foi reasfaltada, foram construídas novas boxes, um novo paddock e bancadas para os espectadores. A alterações mais notadas relativamente ao antigo layout verificam-se na sequência de curvas 1, 2 e 3, assim como no complexo de curvas que atravessam o Estádio de Baseball Foro Sol, que foi construído no interior da dantesca curva Peraltada, que é a derradeira curva da pista.


O novo asfalto tornou a superfície muito escorregadia em 2015, mas com um ano de idade e com muitas outras competições que passaram pela pista, os níveis de aderência deverão aumentar.


A aumentar o desconhecimento dos níveis de aderência está a altitude da Cidade do México. A 2 200 metros de altitude, o ar rarefeito significa que os carros têm menos apoio aerodinâmico. Os motores, particularmente as unidades turbo, têm que trabalhar bastante para produzir a mesma potência. Para compensar isto, as equipas adoptam pacotes que produzem mais apoio aerodinâmico do que adoptariam em pistas como Monza ou Baku. Mas com as velocidades máximas do Grande Prémio do México do ano passado a alcançarem os 366 Km/h, as equipas terão que encontrar um compromisso entre a velocidade de ponta para as rectas e o apoio aerodinâmico necessário para empurrar o carro contra ao chão nas curvas da pista.


Estes ingredientes prometem emoção e o Autódromo Hermanos Rodriguez está pronto para nos oferecer outra corrida excitante na sua longa história. Como participante em vez de espectador, Gutiérrez está pronto para aproveitar a oportunidade. E Grosjean, tendo provado o sabor dos pontos no último domingo no Circuit of the Americas, está pronto para repetir o feito no próximo domingo na Cidade do México.

Autódromo Hermanos Rodríguez

Distância de corrida: 4,304 quilómetros

Voltas: 71

Distância de corrida: 305,354 quilómetros

Transmissão televisiva:

Eurosport 2xtra

Antevisão – 17h00

Corrida - 19h00

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Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

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Dois grandes fins-de-semana para a Haas F1 Team – o Grande Prémio dos Estados Unidos no fim-de-semana passado e o Grande Prémio do México no próximo. Com foi correr em solo pátrio e espera que no México seja um evento tão agitado?

“Na nossa casa foi uma longa semana – foi uma semana difícil para todos, dado que havia muita atenção na nossa equipa e, como todos sabem, tivemos algumas dificuldades na sexta-feira e no sábado. Depois na corrida, estivemos bem com o Romain, mas o Esteban teve problemas com os travões, o que não nos deixou satisfeitos. Penso que no México será também um fim-de-semana muito ocupado. É o país do Esteban e a pista realiza um excelente trabalho a promover a corrida. Será agitado, mas a Fórmula 1 é assim. Decididamente, é melhor estar ocupado, do que não estar.”

 

Considera que corridas em fins-de-semana seguidos na mesma região do mundo ajuda a elevar o perfil da Fórmula 1 nos Estados Unidos?

“Penso que sim. Estes são dois eventos muito bem organizados e muito bem recebidos pelos adeptos. Mesmo para aqueles que não se deslocam aos circuitos, mas vivem nos Estados Unidos ou no México, são duas corridas que recebem muita cobertura mediática e podem ser seguidas sem ter que estar acordados até tarde ou sem ter que acordar cedo. Portanto, penso que não é um problema em ter estes dois eventos em fins-de-semana seguidos.”


Os nossos carros demonstraram uma boa performance no Japão, mas foi difícil encontrar o mesmo potencial no COTA. O que foi que permitiu em Suzuka sublinhar a performance dos nossos carros e o que foi que, no COTA, prejudicou a performance dos nossos carros?

“Aerodinamicamente, os nossos carros preferem os circuitos rápidos. Para além disso, no Japão tivemos sessões de treinos-livres sem problemas, ao contrário do que aconteceu no COTA. Tivemos problemas na sexta-feira e no sábado e tivemos dificuldades em encontrar a melhor afinação e em colocar os pneus a funcionar. Nas secções mais lentas do COTA, no sector três, o carro não estava no seu melhor. Tudo junto, tornou a qualificação muito difícil, mas recuperámos para a corrida.”


É muito importante ter sessões de treinos-livres produtivas e sem problemas?

“É muito importante. Mesmo que não tenhamos problemas na sexta-feira, se não encontramos as melhores afinações, tudo se torna mais difícil. Tudo tem que correr de forma perfeita. Se temos uma boa sessão de treinos-livre, tendencialmente temos uma boa qualificação. Se isso acontece, normalmente acabamos por ter uma boa corrida.”


No COTA fomos obrigados a reverter para a asa dianteira antiga, depois dos danos sofridos nos treinos-livres. A nova asa reaparecerá no México e, caso reapareça, que impacto espera que tenha no Autódromo Hermanos Rodríguez?

“O Romain rodou com a nova asa durante todo o fim-de-semana. O Esteban realizou vinte voltas e, então, descobrimos um problema com a asa dianteira. Tivemos que reverter para a versão antiga, uma vez que não tínhamos suplente, que foi danificada no Japão quando se verificou o contacto entre o Esteban e o Carlos Sainz. Estas asas são muito complicadas de construir e leva bastante tempo para as construir, mas no México deveremos ter outra asa da nova versão para o Esteban.”


O meio do pelotão da Fórmula 1 é muito competitivo?

“É brutal. Uma pequena diferença cobre toda gente. Em dois décimos pode-se estar entre décimo e décimo oitavo. São diferenças muito pequenas. Se estamos no topo, podemos chegar à Q3, como aconteceu connosco no Japão, se estivermos por baixo, acabamos no décimo sétimo lugar, como no COTA. É muito, muito renhido.”


Estando a Cidade do México a 2200 metros de altitude, o ar rarefeito afecta muito a performance do carro – no que diz respeito à aerodinâmica e à performance do motor?

“É uma excepção. O arrefecimento é muito complicado. Temos que rodar com o arrefecimento no máximo, o máximo de apoio aerodinâmico, apesar de ser uma pista rápida. O motor, é claro, tem que trabalhar mais. Sabemos que todos têm o mesmo problema. Contrariaremos as mesmas circunstâncias.”


O Grande Prémio do México é a corrida caseira do Gutiérrez e de um dos parceiros da Haas F1 Team, a Telcel. O que torna o Gutiérrez num bom representante para a Telcel, a Haas Automation e Haas F1 Team?

“Ter um herói local na equipa é sempre bom para a Haas Automation e para a Telcel. No México ele é um dos desportistas mais famosos e isso ajuda a atrair atenção.”


No ano passado esteve no Grande Prémio do México -  a primeira corrida de Fórmula 1 neste país desde 1992. Pode descrever a atmosfera?

“Foi fantástico. Havia muita gente e todas as bancadas estavam esgotadas. Foi-me dito que tiveram que construir mais bancadas para alcançar a procura de bilhetes. É um evento fantástico e isso é o que é fabuloso na Fórmula 1. Ainda temos dezenas de milhar de pessoas a deslocarem-se a um evento, algo que é muito difícil nos dias que correm. Espero que o mesmo suceda este ano.”


 

Depois de vinte e dois anos de ausência, a Fórmula 1 regressou o ano passado ao México. Como foi a atmosfera da corrida de 2015?

“Foi uma grande atmosfera. Durante o desfile dos pilotos. Não me parece que alguma vez tenha visto uma multidão tão grande como a que vi na secção do estádio. Foi uma corrida fantástica com muitos fãs.”


Terminaste no décimo lugar na corrida do ano passado e iniciaste uma série de três corridas a terminar entre os dez primeiros, no final da temporada. Fala-nos acerca da tua performance no Grande Prémio do México do ano passado e da forma como criou uma plataforma para o teu bom final de temporada.

“Não fiquei inteiramente satisfeito com a corrida do ano passado do México. Consegui alcançar os dez primeiros, mas fiquei com a sensação que, com a performance que tinha, poderíamos ter feito melhor. Tivemos dificuldades com os travões, devido à altitude, o que nos custou um pouco. Mas sim, foi um bom final de temporada e consegui marcar alguns pontos nas últimas três corridas. Espero que este ano possa acontecer o mesmo.”


A corrida disputada o ano passado no Autódromo Hermanos Rodríguez foi realizada numa pista completamente nova, totalmente reasfaltada, desde que a Fórmula 1 a tinha visitado pela última vez em 1992. Como se prepararam, uma vez que nem tu nem a tua equipa tinham quaisquer dados para servir como base?

“Foi muito difícil de preparar. Tentámos encontrar algumas imagens “onboard” antigas, depois não pude participar na primeira sessão de treinos-livres, dado que era o nosso terceiro piloto que a fazia. Na segunda sessão, tivemos um problema de caixa de velocidades e não realizamos muitas voltas. Não foi a melhor preparação para a corrida, mas ainda assim é uma pista fantástica. É muito divertida com grandes rectas e enormes travagens – tudo o que gosto.”


A secção do estádio parece ser a zona do Autódromo Hermanos Rodríguez mais falada devido ao seu alcance. Como foi atravessar a área com todos os adeptos presentes durante o desfile de pilotos e como foi depois passar por lá a alta velocidade durante a corrida?

“Durante a corrida, infelizmente, não temos a oportunidade de olhar para os adeptos. Mas na volta de agradecimento, depois da bandeirada de xadrez, temos a possibilidade de ver aquela gente toda. O pódio, que foi feito lá, oferece uma grande imagem. Do lado de fora é fantástico.”


Qual é a tua zona preferida do Autódromo Hermanos Rodríguez?

“Gosto das três primeiras curvas. São fantásticas.”


Sabendo da velocidade que o Haas VF-16 tem vindo a demonstrar desde o Japão, que expectativas tens para a performance que poderá demonstrar no México?

“Nunca sabemos. Sempre que vamos para a pista, é uma nova pista nova para nós, enquanto equipa. Mesmo quando vimos de uma boa corrida, a próxima pode ser difícil. Prefiro sempre não ter qualquer expectativa e verificar como tudo corre. Com a longa recta da meta do México, isso pode ser que funcione a nosso favor.”


Existem alguns aspectos da pista que consideras serem melhor para o carro?

“A longa recta e o nível de resistência aerodinâmica. Também as travagens, é aí que o nosso carro é bom.”


Descreve uma volta ao Autódromo Hermanos Rodríguez.

“Temos uma longa recta a caminha da Curva 1, que tem uma grande travagem, uma direita de noventa graus, seguida de uma pequena chicane. É muito importante fazer bem a segunda parte, dado que temos outra longa recta. Então temos uma esquerda de noventa graus, seguida por uma direita de noventa graus. Segue-se uma uma esquisita dupla direita. É muito difícil de encontrar a trajectória. Depois vamos para o miolo, que é muito fluido, com curvas à direita e à esquerda de velocidade média/elevada. Temos então a entrada no estádio – grande travagem, muito complicada, com o muro de frente para nós. Depois temos um gancho muito lento no estádio, tão lento como o do Mónaco. Finalmente, temos uma dupla direita, onde a tracção é muito importante para irmos para a zona da antiga oval para terminarmos a volta.”

 

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Vamos para a tua corrida caseira. O Grande Prémio do México é importante para ti?

“É uma semana muito importante para toda a minha carreira. Provavelmente, são as duas semanas mais importante da minha carreira, dado que representa muito para o automobilismo do México e também para mim. É o tipo de relação em que posso demonstrar a minha paixão pelo automobilismo e o que faço com todos os mexicanos. Estou muito agradecido por todo o apoio.”

 

Depois de vinte e dois anos de ausência, a Fórmula 1 regressou ao México no ano passado. Como foi ver o regresso da Fórmula 1 ao teu país?

“No ano passado foi fantástico. Pude viver o evento de uma perspectiva diferente, mas agora será ainda melhor, quando lá estiver a competir. Estou muito motivado para tirar prazer de tudo.”


Não competiste no Grande Prémio do México do ano passado, mas marcaste presença como terceiro piloto da Scuderia Ferrari. Como foi que sentiste a atmosfera da corrida?

“A atmosfera foi fantástica. Foi muito divertido. Obviamente, gostaria de ter estado a competir, mas essa era a minha posição e, na realidade, era essa perspectiva que queria viver. Foi um fim-de-semana especial e sinto-me muito orgulhoso por verificar a enorme interacção com os fãs. Acabou por ser um dos melhores eventos da temporada.”

Sentir-te-ás orgulhoso por pilotar um carro de Fórmula 1 no Autódromo Hermanos Rodríguez?

“Muito orgulhoso. Como mexicano no México, podem imaginar o quão especial será.” 


Quando estiveres num carro de corridas, vais conseguir absorver algum tipo de experiência durante as voltas de instalação ou será tudo dentro da normalidade?

“É claro que vou cumprimentar as pessoas. Estão lá para nos apoiar e são elea que fazem a diferença para que um evento fantástico aconteça. É o apoio deles e a sua interacção que fornece o melhor ambiente para um evento fantástico.”


Uma vez que nunca conduziste um carro de Fórmula 1 no Autódromo Hermanos Rodríguez, como foi que te preparaste para o Grande Prémio do México?

“Será importante fazer o melhor possível com o nosso carro. Penso que é um circuito que se pode adaptar bem às características do nosso carro, esperamos que seja esse o caso. Será importante ter o máximo de tempo em pista para nos adaptarmos ao circuito.”

Tens uma forte relação com a Telcel e tens sido embaixador da companhia ao longo de grande parte da tua carreira. Com foi que surgiu essa relação?

“A nossa relação tem sido fantástica. É muito mais que apenas um patrocínio. Há uma enorme paixão que partilhamos. Começámos em 2009 quando estava a competir na Fórmula 3. Fui contactado e foi então que a relação começou. O objectivo sempre passou por chegar à Fórmula 1.”


A Telcel tem uma grande exposição no México e tu tens sido um componente-chave do seu marketing. Fala-nos um pouco dos eventos em que participastes e de que forma alavancaram a Fórmula 1 e o teu papel na Haas F1 Team.

“No México os eventos são um pouco diferentes.São mais intensos e, normalmente, envolvem mais pessoas. São interessantes e divertidos. Estou ansioso.”


Quando participas numa corrida em solo pátrio, sofres maiores exigências. De que forma equilibras os teus compromissos durante o Grande Prémio do México?

“Tento tirar prazer de todas as vertentes, de todos os momentos.”


Fora da pista, qual é a tua zona preferida da Cidade do México?

“Adoro os restaurantes da Plaza Carso e Polanco.”


 

Autódromo Hermanos Rodríguez

  • Número de voltas: 71 
  • Distância de corrida: 305,354 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
  • Este circuito de 4,304 quilómetros e 17 curvas alberga a Fórmula 1 desde 1963, recebendo este ano o seu 16º Grande Prémio.
  • Nico Rosberg detém o recorde da volta ao Autódromo Hermanos Rodríguez (1m20,521s,) realizada em 2015 ao serviço da Mercedes.
  • Rosberg detém também o recorde da volta em qualificação ao Autódromo Hermanos Rodríguez (1m19,480s), realizada em 2015 ao serviço da Mercedes.
  • O México e o Autódromo Hermanos Rodriguez marcaram presença no calendário da Fórmula 1 em três períodos distintos. O primeiro estendeu-se ao longo de oito anos, entre 1963-1970, assistindo-se posteriormente a um hiato de quinze anos. A competição regressou em 1986, mantendo-se até 1992. Vinte e dois anos passaram até que a Fórmula 1 voltasse ao México, com a edição do ano passado do Grande Prémio do México, que reuniu uma mole humana impressionante, estimada em 240000 mil pessoas. Para preparar-se para o mais recente regresso da Fórmula 1, a pista foi submetida a uma profunda renovação. O conhecido designer de pistas Hermann Tilke assinou o novo layout, que seguiu as características do traçado original. Toda a pista foi reasfaltada, foram construídas novas boxes, um novo paddock e bancadas para espectadores. As alterações mais visíveis relativamente ao antigo traçado foi a sequência de curvas da 1 e à 3, para além do conjunto de curvas que atravessam o estádio de baseball Foro Sol, que foi construído no interior da famosa e desafiante curva Peraltada, a última curva do circuito.
  • DYK? O Grande Prémio do México foi realizado por dezasseis vezes, todas eles tiveram como palco o Autódromo Hermanos Rodríguez. No entanto, quando o México albergou o primeiro Grande Prémio, em 1963, a pista era conhecida como Magdalena Mixhuca. Foi rebaptizada em honra do herói local e estrela da Ferrari, Ricardo Rodríguez, e do seu irmão, Pedro, que venceu dois Grandes Prémios numa carreira que o viu disputar cinquenta e quatro Grandes Prémios entre 1963 e 1971. O Ricardo morreu durante uma corrida em Magadalena Mixhuca e o Pedro faleceu numa corrida de carros de desporto realizada em Norisring, Alemanha.
  • DYK? O Autódromo Hermanos Rodríguez é um dos quatro locais visitados pela Fórmula 1 que tem laços com os Jogos Olímpicos, uma vez que a pista foi a base de diversos eventos durante os Jogos Olímpicos de Verão de 1968. O Circuit de Barcelona – Catalunya, que alberga o Grande Prémio de Espanha, foi o local do início e da meta de provas de ciclismo durante os Jogos Olímpicos de Barcelona 1992. Sochi, onde se realiza o Grande Prémio da Rússia, albergou os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi 2014. Finalmente, a recta das traseiras do Circuit Gilles Villeneuve, em Montreal, tem ao seu largo a pista de remo usada durante os Jogos Olímpicos de Verão de 1976.
  • Durante o Grande Prémio do México, as temperaturas mínimas rondarão os 9ºC/10ºC e a máxima os 20ºC/21ºC. A humidade relativa estará entre os 32% e os 86%. A velocidade do vento típica variará entre os 0Km/h/26Km/h, raramente excedendo os 37Km/h.

A Pirelli leva três compostos para o México:
 
  • P Zero Branco/Médio menos aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)P Zero Amarelo/Macio – pouca aderência, desgaste baixo (usado para longas séries de voltas da corrida)
  • P Zero Vermelho/Supermacio – muita aderência, desgaste médio (usado para séries curtas de voltas e para o primeiro segmento de qualificação)

    • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
      • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Desses 13 jogos, os pilotos e as suas respectivas equipas podem escolher as especificações de dez deles entre os três compostos disponíveis. Os restantes três jogos são definidos pela Pirelli – dois tipos obrigatórios para a corrida (um jogo de P Zero Branco/Médio e um de P Zero Amarelo/Macio) e um tipo obrigatório para a Q3 (um jogo de P Zero Vermelho/Supermacio). A Haas F1 Team seleccionaram os seguintes jogos:
      • Grosjean: 2 jogo de P Zero Branco/Médio, 4 jogos de P Zero Amarelo/Macio e 7 jogos de P Zero Vermelho/Supermacio
      • Gutiérrez: 1 jogos de P Zero Branco/Médio, 5 jogos de P Zero Amarelo/Macio e 7 jogos de P Zero Vermelho/Supermacio

       

      CAMPEONATO MUNDO DE F1 - MÉXICO

      CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - MÉXICO

       

      O CASO DA CORRIDA

       

      1. VETTEL com 10s de penalização pela manobra face a Riccardo. O australiano subiu para terceiro, garantindo assim definitivamente essa posição no Mundial. Verstappen sobe para quarto e Vettel desce para quinto.
        Afinal a regra Verstappen vai ser cumprida à risca - eu avisei, logo nos EUA, que isto ia dar demasiado que falar!

       

      F1 DA RENAULT ESTIVERAM NO ESTORIL

       

      RENAULT PROPORCIONOU EMOÇÕES E ESPETÁCULO NO CIRCUITO DO ESTORIL  

      As incontornáveis melodias dos motores de F1 voltaram a ouvir-se no Circuito do Estoril. As bem preenchidas bancadas do Circuito do Estoril assistiram ao desfile de Renault F1 que marcaram a história da disciplina nos 70 e 80, mas também às emocionantes corridas do Renault Sport Trophy R.S. 01 e da Fórmula Renault 2.0. Competições internacionais que contaram com a presença de pilotos portugueses e, onde Miguel Ramos esteve em destaque, ao erguer a bandeira nacional no lugar mais alto do pódio.

       

      RENAULT FEZ JUS À TRADIÇÃO!

       

      A Renault voltou a fazer jus à tradição, contribuindo para mais um fim-de-semana de grandes emoções no Circuito do Estoril. Dois dias de festa para milhares de espetadores e muito pelas vibrações proporcionadas pelos Renault F1. Na realidade, a Renault trouxe a Portugal seis monolugares – suficientes para preencher um quarto de uma grelha de partida – e todos carregados de estórias e de sucessos que estão na memória de diferentes gerações. Mas as emoções não foram apenas marcadas pelos F1...

       

      Ao longo do fim-de-semana, as corridas do Renault Sport R.S. 01 e da Fórmula Renault 2.0 levaram ao rubro o muito público presente, com o ponto alto a ser a vitória de Miguel Ramos e o ecoar do hino nacional na competição internacional que tem por base o espetacular Renault Sport R.S. 01.

       

      Não faltaram, também, diferentes animações Renault para toda a família, para além da ante-estreia nacional dos novos Twingo GT, Kadjar e Grand Scénic.

       

      No fundo, mais um fim-de-semana memorável para os milhares de portugueses que, apesar das pontuais aparições da chuva, não deixaram de se deslocar ao Circuito do Estoril,

       

      MIGUEL RAMOS EM GRANDE PLANO NO RENAULT SPORT TROPHY

       

      Ao longo da jornada, o Renault Sport Trophy e a Fórmula Renault 2.0 estiveram em destaque, concentrando uma boa parte das emoções e fazendo o público vibrar com os momentos mais quentes no Circuito do Estoril. O dia de domingo não foi exceção…

       

      No Renault Sport Trophy, depois da notável vitória na véspera, Miguel Ramos não repetiu a proeza no domingo. Ainda assim, o piloto conquistou um positivo 5º lugar, na primeira corrida Sprint da competição que tem como base os impressionantes e competitivos Renault Sport R.S. 01.

       

      Para o portuense, “o balanço do fim de semana foi super positivo! Ontem (sábado), ganhámos e mostrámos que ainda tínhamos rapidez para os jovens pilotos. Hoje, só não foi melhor porque, depois de cometer um erro, fui relegado para o sexto lugar e só consegui subir uma posição quando a pista começou a secar. Posso dizer que adorei este troféu e que o Renault Sport R.S.01 é de ‘outro mundo’, dando um incrível prazer de condução, sobretudo em curvas rápidas de apoio, onde até sentimos os músculos do pesçoco a trabalhar!”.

       

      Experiência positiva foi a de Pedro Moleiro, que terminou na 14ª posição na segunda corrida Sprint da Renault Sport Trophy. Mesmo com falta de quilómetros ao volante do Renault Sport R.S. 01, o português considerou que “apesar do resultado e depois da atribulada participação na primeira corrida, gostei muito de passar o fim de semana dentro desta competição da Renault. O carro é fantástico e ficará na minha memória para sempre. Tem uns travões impressionantes e uma velocidade de passagem em curva notável. Só a adaptação é que foi mais difícil do que esperava.”

       

      Para além dos portugueses, uma referência para o facto das duas corridas de domingo do Renault Sport Trophy terem tido a companhia da chuva! Fabian Schiller inscreveu o seu nome no quadro de honra da primeira Corrida Sprint, após um acérrimo duelo com o espanhol Fran Rueda, enquanto a corrida da despedida da Renault Sport Trophy foi ganha por Steijn Schothorst, o companheiro de equipa de Miguel Ramos.

       

      HENRIQUE CHAVES BRILHOU NA FÓRMULA RENAULT 2.0

       

      Na Fórmula Renault 2.0, foi o francês Sacha Fenestraz que ditou a lei. Henrique Chaves esteve perto de fazer história, chegando a passar pelo comando, momentaneamente, no início da derradeira corrida do fim-de-semana. Mas o piloto de 19 anos acabou por terminar no 5º lugar, depois de ter passado uma boa parte da corrida na 3ª posição, com um pé dentro no pódio. No último terço da prova, todavia, as afinações escolhidas para o seu monolugar, deixaram de resultar, já que a pista demorou a secar. Apesar das dificuldades sentidas e após cruzar a bandeira de xadrez, Henrique Chaves mantinha um sorriso nos lábios, atestando que “apesar de não conseguirmos o objetivo do pódio, quando tínhamos ritmo para os pilotos da frente, não regressámos a casa com um mau resultado!”.

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      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      2016 Mexican Grand Prix – Sets available for the race – Infographics

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      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      2016 Mexican Grand Prix, Qualifying

      LEWIS HAMILTON TAKES POLE IN MEXICO ON SUPERSOFT
      WITH FASTEST LAP EVER OF CURRENT TRACK

      TRACK EVOLUTION AND TEMPERATURE FLUCTUATION COMPLICATE
      QUALIFYING STRATEGY: MIXED TACTICS AMONG FRONTRUNNERS

      MERCEDES AND FERRARI TO START RACE ON SOFT TYRE AFTER USING IT
      TO SET THEIR BEST TIMES IN Q2: ONE STOP COULD BE AN OPTION

      Mercedes driver Lewis Hamilton has claimed pole position for the Mexican Grand Prix with the supersoft tyre. Hamilton’s pole lap in Mexico City was the fastest ever seen on the current circuit.

      Track temperatures were much warmer than they had been in every session held so far, approaching 37 degrees centigrade at the start of qualifying, with 18 degrees ambient. This helped to swing performance back towards the supersoft tyre, although the correct tyre warm-up still held a key to unlocking optimal performance.

      All the drivers completed Q1 using the supersoft tyre, with three different teams in the top three. Many drivers then went onto the soft for the first run in Q2, with a view to seeing whether or not this was the best option to get through the session and start the race. Both Mercedes and Ferraris will start the grand prix on the soft tyre, whereas Red Bull has committed to starting on the supersoft.

      Two pit stops look set to be the most likely scenario for most competitors, but with times closely matched there are a number of different strategy permutations on the table: which will depend also on the weather conditions for the race. Some drivers could aim for a single stop strategy. Rapid track evolution continued to be a hallmark of the Mexico City track today, and this will remain a factor for the rest of the weekend, again affecting strategies.

      Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “With the high degree of track and temperature evolution that we have seen, conditions could continue to change and perhaps come back towards the softer compounds in the race. Last year nearly all the drivers completed the race with two stops, just after a late safety car. Tomorrow some could try a single stop, especially if starting on softs. In any case, there are a number of options still open when it comes to strategy.”

      How the tyres behaved today:
      Medium: An interesting option for the race if it’s cool.
      Soft: Many drivers tried to get through Q2 on this compound, with only four succeeding.
      Supersoft: Suffered from less degradation in the warmer conditions and set pole.

      FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES

      Verstappen 1m19.137s Supersoft New
      Hamilton 1m19.231s Supersoft New
      Ricciardo 1m19.370s Supersoft New

      QUALIFYING TOP 10

      Hamilton 1m18.704s Supersoft New
      Rosberg 1m18.958s Supersoft New
      Verstappen 1m19.054s Supersoft New
      Ricciardo 1m19.133s Supersoft New
      Hulkenberg 1m19.330s Supersoft New
      Raikkonen 1m19.376s Supersoft New
      Vettel 1m19.381s Supersoft New
      Bottas 1m19.551s Supersoft New
      Massa 1m20.032s Supersoft New
      Sainz 1m20.378s Supersoft New

      MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR

      Medium Massa 31 laps
      Soft Wehrlein 34
      Supersoft Hamilton 22

      BEST TIME BY COMPOUND SO FAR

      Medium Hamilton 1m20.914s
      Soft Hamilton 1m19.137s
      Supersoft Hamilton 1m18.704s

       

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      GALERIA DE IMAGENS - GP.F 1 ESTADOS UNIDOS

      GALERIA DE IMAGENS

       

      CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - ESTADOS UNIDOS

       

      Grupo de imagens do Grande Prémio de F 1 nos Esf1 Copyf2 Copyf3 Copyf4 Copyf5 Copyf6 Copyf7 Copyf8 Copyf9 Copyf10 Copyf11 Copyf12 Copyf13 Copyf14 Copyf15 Copyf16 Copyf17 Copyf18 Copyf19 Copyf20 Copyf21 Copyf22 Copyf23 Copyf24 Copyf25 Copyf26 Copyf27 Copyf28 Copyf29 Copyf30 Copyf31 Copyf32 Copyf33 Copytados UNidos, onde o dominio Mercedes persiste

       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      2016 Grande Prémio dos Estados Unidos- Corrida

       

      O PILOTO DA MERCEDES, LEWIS HAMILTON, VENCE

      O  GRANDE PRÉMIO DOS ESTADOS UNIDOS COM

      UMA ESTRATÉGIA DE DUAS PARAGENS, APROXIMANDO-SE PELA LUTA DO CAMPEONATO

       

       DIVERSAS ESTRATÉGIAS EM AUSTIN - DE UMA A TRÊS PARAGENS.

      TODOS DOS TRÊS COMPOSTOS NO INICIO DA CORRIDA

       

      GRANDES VARIAÇÕES NAS ESTRATÉGIAS, COM AS EQUIPES TAMBÉM A REAGIRAM ÀS TÁTICAS DAS OUTRAS

       

       

      O piloto da Mercedes, Lewis Hamilton venceu o quarto grande Prémio dos Estados Unidos em Austin, com uma estratégia de duas paragens, como esperado, após uma corrida caracterizada por uma extrema batalha tática. Observámos seis estratégias diferentes nos dez primeiros, com os líderes sempre juntos do inicio ao fim apesar de táticas díspares entre si. Quatro pilotos dos dez primeiros, utilizaram a totalidade dos três  compostos durante o grande prémio, mas Hamilton foi o único nos dez primeiros que optou pelo compostos Macio – Macio - Médio

       

      Todos os três compostos foram ultilizados no inicio da corrida, e dos dez primeiros apenas os dois pilotos da Mercedes e Max Verstappen em Red Bull, iniciaram a corrida com pneus macios, após este composto realizar o melhor tempo de ontem na  Q2. Rosberg foi o único dos da cabeça da corrida a optar pelo composto médio para o seu turno do meio, elegendo-o novamente para realizar o seu ultimo turno. Hamilton e Rosberg, fizeram as ultimas trocas de pneus quando faltavam 24 voltas para o terminus da corrida, sob um virtual “Safety Car”, que poderá ter influenciado a escolha pelo composto médio para conclusão da prova.

       

      A maioria dos pilotos completou duas paragens, embora antes da desistência, Kimi Raikkonen realizou três paragens, como assim, Vettel optou pela mesma opção, trocando a apenas três voltas do fim. Ambos os Saubers e o Toro Rosso de Daniil Kvyat apenas pararam uma vez.

                                                                                           

      A estratégia de duas paragens não foi adotada por todos, os pilotos da Williams Valtteri Bottas e Felipe Massa apenas realizaram uma paragem  e ambos terminaram nos pontos. Ambos os Renault´s e os Saubers também pararam apenas uma vez.

       

      A corrida disputou-se com condições cimatéricas quentes e secas, com a temperatura da pista próximo dos 34 graus, semelhantes condições registadas na qualificação de ontem.

       

      Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “Com seis estratégias diferentes nas 10 primeiras posições, as estratégias de pneus foram um trabalho árduo. O Safety Car virtual teve um impacto notável na corrida do Daniel Ricciardo, permitindo para que alguns pilotos realizassem um pit stop final de modo a ganha posição na pista ”.     ​

      Melhores tempos do dia por composto:

       

                            Médio                      Macio                      Supermacio

      Primeiro       ROS 1m41.897s      SAI 1m42.832s        VET 1m39.877s

      Segundo      HAM 1m42.386s      VES 1m43.056s      RAI 1m41.841s

      Terceiro        VES 1m42.424s      VET 1m43.096s       MAG 1m42.475s

       

      OS TURNOS  MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

       

      Médio                 Ericsson                          38 voltas

      Macio                 Nasr, Sainz                      26 voltas

      Supermacio       Vettel, Raikkonen             14 voltas

       

      A NOSSA PREVISÃO: Previmos que teoricamnete a estratégia vencedora para as 56 voltas da corrida fosse com duas paragens, o que aconteceu.

      Lewis Hamilton iniciou com pneus macios, parou na volta  11 para colocar novamente o composto macio, e na volta 31 com o Safety car virtual acionado trocou para o composto médio.

       

       

      HAAS NO G.P.ESTADOS UNIDOS

       

      Grande Prémio dos Estados Unidos: Resumo da Qualificação

       

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      Evento:  Qualificação para o Grande Prémio dos Estados Unidos (18º round de 21)

      Data:  Sábado, 22 de Outubro

      Local:  Circuit of the Americas em Austin, Texas

      Layout:  5,513 quilómetros, circuito de 20 curvas

      Condições climatéricas:  Sol, 23ºC

      Pole-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m34,999s – novo recorde da pista)

      Resultado:

      Esteban Gutierrez 14º (1m37,773s)

      Romain Grosjean 17º (1m38,308s)

       

      • tem a duração de 18 minutos e todos os vinte e dois pilotos participam
      • os dezasseis pilotos mais rápidos passam à Q2
      Gutiérrez:  15º (1m38,053s), avançou para a Q2

      Grosjean:  17º (1m38,308s)

      Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m36,296s)

      Cutoff:  16º Jolyon Palmer da Renault (1m38,084s)

       

      • tem a duração de 15 minutos e participam os dezasseis pilotos mais rápidos da Q1
      • os dez pilotos mais rápidos passam à Q3
      Gutiérrez:  14º (1m37,773s)

      Piloto mais rápido:  Daniel Ricciardo da Red Bull (1m36,255s)

      Cutoff:  10º Felipe Massa da Williams (1m37,214s)

       

      • tem a duração de 12 minutos e participam os dez mais rápidos da Q2, que lutam pela pole-position

      Pole-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m34,999s)

      Segundo:  Nico Rosberg da Mercedes (1m35,215s)

       


      Os pilotos da Haas F1 Team, Esteban Gutiérrez e Romain Grosjean, qualificaram-se no décimo quarto e décimo sétimo lugares, respectivamente, para o Grande Prémio dos Estados Unidos, que se realiza no domingo no Circuito of the Americas, Austin, Texas.


      Gutiérrez realizou o décimo quinto tempo na Q1, com uma marca de 1m38,053s, e Grosjean foi décimo sétimo, com uma volta de 1m38,308s. Apenas os dezasseis primeiros avançaram para a Q2, o que significou que as doze corridas consecutivas em que a Haas F1 Team colocou ambos os pilotos na Q2 terminou este sábado no COTA.


      Na Q2, Gutiérrez alcançou o décimo quarto registo, com uma marca de 1m37,773s. Apenas os dez primeiros da Q2 passaram para a Q3.


      Tanto Gutiérrez como Grosjean rodaram exclusivamente com pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio durante a qualificação.


      Lewis Hamilton, piloto da Mercedes, garantiu a pole-position para o Grande Prémio dos Estados Unidos. A sua melhor volta parou o cronómetro em 1m34,999, registando um novo recorde de qualificação e deixando o seu colega de equipa, Nico Rosberg, a 0,216s. Foi a quinquagésima oitava pole-position na carreira de Fórmula 1 de Hamilton, a nona da temporada e sua quarta no COTA. A única vez que Hamilton não esteve na pole-position no COTA foi em 2013, quando Sebastian Vettel garantiu a melhor posição da grelha de partida, então ao serviço da Red Bull. Mesmo com Hamilton na pole, Rosberg continua a liderar o Campeonato de Pilotos. Detém trinta e três pontos de vantagem sobre Hamilton, antes da corrida de domingo.


      Antes, Gutiérrez, Grosjean e o resto do pelotão de Fórmula 1 tiveram uma última sessão de treinos-livres para afinarem os seus carros no circuito de 5,513 quilómetros e vinte curvas.


      Ambos rodaram exclusivamente com pneus supermacios, com o Gutiérrez a marcar o décimo sexto crono, 1m38,939s, e Grosjean logo atrás, com 1m39,097s. Cada um dos pilotos completaram treze voltas ao longo de duas séries de seis voltas, tendo qualquer um deles registado os seus melhores cronos na décima primeira volta.


      O mais rápido na terceira sessão foi o Red Bull de Max Verstappen, que marcou uma volta, 1m36,766s, que deixou o colega de equipa, Daniel Ricciardo, a 0,266s,

       


      “Estamos com falta de apoio aerodinâmico aqui e estamos a pagar por isso. Esta é uma pista que necessita de muito apoio aerodinâmico e nós não temos o suficiente. A sectores de baixa velocidade são muito difíceis. Sentimos dificuldades aqui ontem com algumas peças a soltarem-se e não pudemos aprender a pista. Hoje, foi um pequeno sumário do dia de ontem. Estamos em dificuldades desde o início e não temos aderência. Temos uma boa velocidade de ponta, mas infelizmente, o ritmo do carro não parece ser o melhor para amanhã.”


       

      “Não tem sido um bom fim-de-semana para a equipa. Tivemos muitas dificuldades na sexta-feira. Hoje focámo-nos e demos tudo o que temos e este foi o melhor resultados que conseguimos. Infelizmente, perdemos algumas peças na sexta-feira e não estamos com a nossa nova asa dianteira, isso são alguns décimos de segundo que nos poderiam ajudar a entrar na Q3, que é o que pretendemos. No fundo, o que importa é focarmo-nos e pilotar o mais rápido possível. Foi isto que fizemos hoje e o que vou tentar fazer amanhã, para tentar alcançar o melhor resultado para a equipa.”


      “Não foi um resultado inesperado na qualificação. Ontem tivemos dificuldades. Perdemos muito tempo com pequenos problemas no carro, portanto, não pudemos realizar as voltas que pretendíamos. Na terceira sessão entendemos um pouco do que aconteceu e terminámos no décimo quarto e décimo sétimo lugares na qualificação. Foi um bom trabalho do Esteban conseguir chegar à Q2. O Romain quase o consegui-o, mas foi um pouco prejudicado pelo tráfego no último sector da sua volta e acabou no décimo sétimo lugar, a apenas um lugar da Q2. Vamos tentar dar o nosso melhor amanhã. Ainda assim, aprendemos muito ao longo do fim-de-semana. Há quinze dias tivemos os dois carros na Q3. Agora, ficámos com um carro na Q1. É muito competitivo o meio do pelotão e essa é a razão que leva a que estas coisas aconteçam. O nosso carro não parece ser muito bom nas zonas lentas, como se pode ver no terceiro sector do circuito. Mas amanhã vamos à luta para ter uma boa corrida amanhã.”


       

      -HaasF1Team-

       

      Sobre a Haas Automation

      A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

      Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

      A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal..
       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      2016 United States Grand Prix – Race – Infographics

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      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      2016 United States Grand Prix – Race

      MERCEDES DRIVER LEWIS HAMILTON WINS THE UNITED STATES GP
      WITH A TWO-STOP STRATEGY TO CLOSE UP CHAMPIONSHIP FIGHT

      MIXTURE OF STRATEGIES IN AUSTIN FROM ONE TO THREE STOPS:
      ALL THREE COMPOUNDS SEEN AT THE START OF THE RACE

      WIDE VARIATIONS IN TACTICS, WITH TEAMS ALSO REACTING TO EACH
      OTHER’S MOVES WHILE SPLITTING STRATEGIES BETWEEN DRIVERS

      Mercedes driver Lewis Hamilton won his fourth United States Grand Prix in Austin with a two-stop strategy as predicted, after a race that developed into an extremely varied tactical battle. Six different strategies were seen in the top 10, with the leaders closely matched on race pace from start to finish, despite the big variations in tactics. Four drivers in the top 10 used all three compounds during the grand prix, but Hamilton was the only one in the top 10 to opt for a soft-soft-medium run plan.

      All three compounds were seen at the beginning of the race, with only the two Mercedes drivers and Max Verstappen’s Red Bull starting on the soft tyre in the top 10, after scoring with this compound there Q2 best time yesterday. Rosberg was the only one of the frontrunners to choose the medium tyres for his middle stint before using this compound again for his final stint. Both Hamilton and Rosberg made their final stops under the virtual safety car with 24 laps to go, which could have influenced their choice towards the medium tyre to get to the end.

      Most drivers completed two stops, although before his retirement Ferrari’s Kimi Raikkonen completed a three-stopper and also Vettel opted for the same choice with just three laps to go. Both Saubers, plus Toro Rosso’s Daniil Kvyat, stopped just once.

      The race was run in warm and dry conditions, getting underway in track temperatures of 34 degrees: similar to conditions for qualifying yesterday.

      Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “With six different strategies within the top 10 positions, tyre strategies were working hard. The virtual Safety Car also made an impact notably on Daniel Ricciardo’s race, and allowing some drivers taking advantage of it to make a final pit stop and gain track position.”

      Fastest times of the day by compound

      Medium Soft Supersoft
      First ROS 1m41.897s SAI  1m42.832s VET  1m39.877s
      Second HAM 1m42.386s VES 1m43.056s RAI   1m41.841s
      Third VES  1m42.424s VET 1m43.096s MAG 1m42.475s

      Longest stint of the race:

      Hard Ericsson 38 laps
      Medium Nasr, Sainz 26
      Soft Vettel, Raikkonen 14

      Truthometer: We predicted that two-stops was theoretically the best solution for the 56-lap race and this turned out to be the case. Lewis Hamilton started on the soft, then stopped for soft again on lap 11 and finally medium under the virtual safety car on lap 31.

       

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      HAAS NO G.P.ESTADOS UNIDOS

       

      Grande Prémio dos Estados Unidos: Resumo da Corrida

       


      altEvento:  Grande Prémio dos Estados Unidos (18º round de 21)

      Data:  Sábado, 23 de Outubro

      Local:  Circuit of the Americas em Austin, Texas

      Layout:  5,513 quilómetros, circuito de 20 curvas

      Condições climatéricas:  Céu encoberto, 26-28ºC

      Vencedor:  Lewis Hamilton da Mercedes

      Haas F1 Team:

      Romain Grosjean – arrancou de 17º, terminou em 10º (completou 55 das 56 voltas)

      Esteban Gutiérrez – arrancou de 14º, terminou em 21ºt(travões, completou 16 das 56 voltas)

       


      A Haas F1 Team, a primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos, garantiu um resultado nos pontos na sua primeira corrida na América, graças a Romain Grosjean.


      Na sua centésima corrida de Fórmula 1, Grosjean pilotou o seu Haas VF-16 até ao décimo lugar no Grande Prémio dos Estados Unidos, realizado este domingo no Circuit of the Americas, Austin, Texas. Foi a quinta vez que Grosjean terminou nos pontos esta temporada e a primeira desde 3 de Julho, no Grande Prémio da Áustria, onde terminou no sétimo posto.


      Grosjean arrancou bem, avançando desde o décimo sétimo lugar na grelha de partida até ao décimo quarto ao longo da primeira volta. O seu colega de equipa, Esteban Gutiérrez, arrancou do décimo quarto posto e também fez sentir a sua presença, ao subir de décimo quarto para décimo.


      Gutiérrez encetou um intendo duelo com o McLaren de Jenson Buuton, na décima volta, trocando de posições por diversas vezes, acabando Button por se impor. Grosjean, entretanto, continuou a sua recuperação até à frente, e depois de cinco voltas, estava já imediatamente atrás de Gutiérrez, em décimo segundo.


      Grosjean ultrapassou o seu colega de equipa, subindo ao décimo primeiro posto, na sétima volta ao entrarem na Curva 12, mantendo a posição até à sua primeira paragem nas boxes, realizada na décima volta. Um jogo novo de pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio substituiu os supermacios que usou para começar a corrida e Grosjean rapidamente reassumiu o seu ataque. Então, na vigésima segunda volta, passou o Toro Rosso de Daniil Kvyat, décimo segundo, e perseguiu o Force India de Sérgio Pérez.


      Grosjean efectuou a sua derradeira paragem nas boxes no final da vigésima sétima volta, montando um jogo de pneumáticos médios que o levariam até ao final da corrida. Um bom trabalho de boxes realizado pelos mecânicos da equipa permitiu a Grosjean manter o décimo segundo lugar.


      Pouco depois, a preparação encontraria a oportunidade. Quando o Red Bull de Max Verstappen abandonou a corrida na vigésima nona volta, Grosjean subiu ao décimo primeiro lugar. Mais tarde, o Ferrari de Kimi Raikkonen abandonou, herdando Grosjean o décimo lugar. Seria uma posição que Grosjean não perderia mais.


      Enquanto Grosjean realizou uma boa prestação no Grande Prémio dos Estados Unidos, a prova de Gutiérrez foi reduzida a dezasseis voltas ao circuito de 5,513 quilómetros e vinte curvas. Uma falha de travões na roda dianteira/esquerda colocou um ponto final na sua performance prometedora.


      Lewis Hamilton venceu o Grande Prémio dos Estados Unidos, conquistando a sua quinquagésima vitória. Foi também o seu sétimo triunfo da temporada e o quarto em cinco corrida disputadas no Circuit of the Americas. A margem da vitória de Hamilton foi de 4,520s relativamente ao seu colega de equipa na Mercedes, Nico Rosberg, o líder do Campeonato de Pilotos. Este triunfo reduziu a desvantagem de Hamilton perante Rosberg de trinta e três para vinte e seis, quando faltam três corridas para terminar a temporada.


      Com dezoito etapas disputadas das vinte e uma que compõem o Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 2016, a Haas F1 Team mantem o oitavo lugar no Campeonato de Construtores com vinte e nove pontos. A Toro Rosso, a sétima classificada, aumentou a sua vantagem relativamente à equipa americana para vinte e seis pontos, graças ao sexto lugar de Carlos Sainz no Grande Prémio dos Estados Unidos. Contudo, o ponto conquistado por Grosjean permitiu à Haas F1 Team distanciar-se da nona classificada, a Renault, uma vez que a equipa do construtor não terminou nos pontos. A Haas F1 Team tem agora vinte e um pontos de vantagem par a Renault.


      Ficam por disputar três corridas na temporada deste ano de Fórmula 1, com o campeonato a dirigir-se para a corrida caseira de Gutiérrez no próximo fim-de-semana – o Grande Prémio do México, que se realizar no Autódromo Hermanos Rodríguez, na cidade do México.



      “Não correu nada mal. Foi uma primeira volta cheia de incidentes, mas consegui evitar tudo. Depois colocámos em prática uma estratégia agressiva e tentámos dar o máximo. Funcionou muito bem e estou muito satisfeito. Tivemos sorte que alguns carros tenham abandonado à nossa frente, mas no fundo, tínhamos que terminar a corrida. É fantástico marcar pontos frente ao nosso público. Estou muito satisfeito com isso e pelos nossos rapazes, também. Passava já muito tempo que tínhamos marcado pontos. É, evidentemente, fantástico poder marcar pontos no final da temporada.”



      “Foi uma corrida caseira desapontante. Quero agradecer a todos pelo apoio incondicional, dado que queríamos verdadeiramente um melhor resultado em Austin. Tudo começou muito bem, optimizámos tudo o que tínhamos na qualificação e arrancámos muito bem para a corrida. Estivemos muito bem até à primeira troca de pneus e conseguimos entrar nos dez primeiros, ao lutar bastante e ao dar o máximo. Infelizmente, um problema de travões colocou um ponto final na nossa corrida. Não era o que pretendíamos ou o que esperávamos que acontecesse, mas temos que continuar a trabalhar arduamente, dado que vamos agora para o México.”



      “Foi um final meio feliz para um Grande Prémio dos Estados Unidos muito duro. Os pontos do Romain são fantásticos, sobretudo se levarmos em consideração de onde ele arrancou e as dificuldades que sentimos no início do fim-de-semana. Foi uma corrida muito desafortunada para o Esteban. Ele estava a desenvolver um bom trabalho quando experimentou uma falha num disco de travão, novamente. Vamos investigar o que aconteceu e verificar se podemos avançar para resolver este tipo de problemas, uma vez que não são aceitáveis. O Romain não podia fazer melhor com o carro que tinha, portanto, temos que lhe dar os parabéns. A estratégia, que os rapazes definiram durante a noite, era a correcta e deu resultado. A equipa trabalhou muito e em grupo. Tivemos dois dias difíceis, mas não desistimos. Somos competidores.”


       

      O décimo nono round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016 é o Grande Prémio do México, que se disputa no Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México. Os treinos-livres iniciam-se no dia 28                              de Outubro , seguindo-se a qualificação a 29 e a corrida a 30.



      -HaasF1Team-

       

       

      Sobre a Haas Automation

      A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

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      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      PIRELLI MEXICAN GRAND PRIX PREVIEW
      Round 19 of 21
      Mexico City, Mexico, 28-30 October 2016 

      The tyre nomination for the Mexican Grand Prix is exactly the same as that for the United States Grand Prix last weekend: P Zero White medium, P Zero Yellow soft and P Zero Red supersoft. However, the two circuits are very different, with Mexico only returning to the calendar last year following an illustrious history in its previous incarnations from the 1960s until 1992. The current layout maintains elements of the former, very fast circuit, combined with more recent technical and slower sections: making it an intriguing mix of old and new that is slightly reminiscent of Monza.

      THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW:

      • Along with Monza and Baku, Mexico is one of the fastest circuits on the 2016 calendar.
      • However, the cars run more downforce than at Monza, partly to compensate for the altitude.
      • The asphalt is still new, as the circuit was resurfaced for last year’s inaugural race (smoothing out the bumps that used to be typical of Mexico). The surface may have evolved this year.
      • Mexico’s most famous corner – Peraltada – is the one that takes most energy from the tyres.
      • Weather is always a question mark, with both warm conditions and heavy rain possible.
      • Last year, the track was slippery: however the circuit has been quite extensively used by a number of different championships during the season, which should lay more rubber down.

      THE THREE NOMINATED COMPOUNDS:

      • White medium: a mandatory set, which has not been chosen extensively by most drivers.
      • Yellow soft: another mandatory set, likely to be used a lot and play a key role in race strategy.
      • Red supersoft: will be used in Mexico for the first time this year, mandatory for the Q3 session.

      HOW IT WAS A YEAR AGO:         

      • The race was affected by a late safety car that effectively handed drivers a ‘free’ final pit stop. Nico Rosberg won the 71-lap race, starting on soft and stopping for medium on laps 26 and 46.
      • Best alternative strategy: local hero Sergio Perez stopped only once, starting the race on the soft before switching to the medium on lap 18 to end up in a points-scoring eighth place.

      PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTORSPORT DIRECTOR:                      

      “While the Autodromo Hermanos Rodriguez is to all intents and purposes a new circuit, there’s a fantastic sense of history behind it, as the name suggests, supported by an incredible number of fans. The stadium section alone is one of the most electrifying experiences of the year. We raced here last year but there’s a strong possibility that the track has evolved since then. We’re also bringing the supersoft for the first time, so it will be important to assess all these new factors during free practice, which could present some interesting alternatives to the two-stop strategy that proved to be by far the most popular option in 2015.”

      WHAT’S NEW?

      • With Mexico being new to the calendar last year, there are no major changes this season.
      • 2017 wet tyre testing continues next week with Red Bull in Abu Dhabi from November 2-3.
      • Pirelli has been announced as the exclusive tyre supplier to the new Blancpain GT Series Asia.    

      OTHER THINGS THAT HAVE CAUGHT OUR EYE RECENTLY:

      • Mexico is the highest-altitude circuit of the year, which means that turbo units have to spin faster to produce the same power. Deployment of electrical power is not affected though.
      • Top speeds in Mexico peaked at 366kph last year: this year they should be even quicker.

      TYRES NOMINATED THIS YEAR: 

      Purple Red Yellow White Orange
      Australia Supersoft Soft Medium
      Bahrain Supersoft Soft Medium
      China Supersoft Soft Medium
      Russia Supersoft Soft Medium
      Spain Soft Medium Hard
      Monaco Ultrasoft Supersoft Soft
      Canada Ultrasoft Supersoft Soft
      Azerbaijan Supersoft Soft Medium
      Austria Ultrasoft Supersoft Soft
      Great Britain Soft Medium Hard
      Hungary Supersoft Soft Medium
      Germany Supersoft Soft Medium
      Belgium Supersoft Soft Medium
      Italy Supersoft Soft Medium
      Singapore Ultrasoft Supersoft Soft
      Malaysia Soft Medium Hard
      Japan Soft Medium Hard
      United States
      Supersoft Soft Medium
      Mexico Supersoft Soft Medium
      Brazil Soft Medium Hard
      Abu Dhabi Ultrasoft Supersoft Soft

       

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      SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

      1. O JOVEM diz que ouviu, que se divertiu, que nem todos podem ter a mesma opinião e que agora fica mais difícil o piloto que está a ser atacado defender-se... o que até pode ser bom para ele que é dos mais incisivos no ataque.
        Uma coisa é certa: aos 19 anos e 22 dias, já ganhou um GP de F1 e tem uma regra com o seu nome. Mais: obrigou a que a FIA esclarecesse uma regra que era uma nebulosa, que é uma maneira de definir um acordo de cavalheiros (assim lhe chamam os próprios pilotos) que a grande maioria já "traiu". E a FIA definiu-a criando outra nebulosa; ou seja, arranjou um esquema de "intensidade" na falta!
        Max riu-se na reunião com Charlie Whiting. Mas acho que nos próximos tempos - já amanhã, acredito - seremos nós, espectadores, a rir-nos muito quando houver dois pesos, duas medidas! E segue a dança...

       

      SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

      ATENÇÃO A TODOS OS LEITORES

       

      CANAL EUROSPORT COM SINAL ABERTO

       

      1. UMA EXPLICAÇÃO prévia - segundo o que tenho lido nos comentários, a MEO não estará a transmitir o canal E2 Xtra em sinal aberto. O GP dos EUA, pelo menos, deve ser transmitido. Na NOS está em sinal aberto desde o Treino Livre 1.

        UM PRESENTE para os fãs das corridas - este fim-de-semana, de sexta a domingo, o EUROSPORT 2 XTRA estará em CANAL ABERTO na sua posição habitual. Podem ver sem mais custos os treinos livres, a qualificação e o GP dos EUA, em directo e exclusivo para P...ortugal, para além da transmissão total das 4 Horas do Estoril e outras competições nacionais. Quem ainda não viu, por qualquer razão, espero que goste e fique cliente.

        Recordo a programação:
        Amanhã já há transmissão live no Eurosport 2 Xtra. Vamos começar meia-hora antes do treino livre 1 (às 15h30). Depois, o segundo treino livre terá directo desde às 19h45, seguindo-se um bloco de F1 News às 21h40.
        No sábado, voltamos a iniciar a emissão "Live" 30 minutos antes do TL3 (15h30). Às 18h00 pode ver os melhores momentos do Rali de Portugal Histórico e às 18h30 teremos às Notícias de F1, antes de irmos em directo para o COTA às 18h45 para a Qualificação. Logo de seguida, um resumo do MotorShow Auto Clássico do Porto.
        Domingo, muitas horas de directo. Começamos às 13h15 com as 4 Horas do Estoril (ELMS), que se prolongam até às 17h45, com o pódio. Depois repetimos o programa do Rali de Portugal Clássicos. E estaremos em directo com o GP dos EUA a partir das 18h15, exactamente 1h45 antes do início da corrida. Será tempo de recordar o passado, falar do presente e lançar o GP que começa às 20h00. Pode ainda ver a repetição da prova às 23h45.
        O Expert de serviço volta a ser Filipe Albuquerque.

       

      HAAS NO G.P.ESTADOS UNIDOS

       

      Grande Prémio dos Estados Unidos: Resumo de sexta-feira

       

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      Evento:  Primeira e segunda e sessões de treinos-livres

      Data:  Sexta-feira, 21 de Outubro

      Local:  Circuit of the Americas em Austin, Texas

      Layout:  5,513 quilómetros, circuito de 20 curvas

      1ª Sessão:  Sol, 17ºC-20ºC

      2ª Sessão:   Sol, 21ºC-23ºC

      Piloto:  Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez

       

       

      Grosjean:  14º (1m40,826s), 15 voltas

      Gutiérrez:  1t5º(1m40,970s), 15 voltas

      Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m37,428s)

      Maior número de voltas:  Jolyon Palmer da Renault (31 voltas)

       

       

      Grosjean:  18º (1m39,554s), 24 voltas

      Gutiérrez:  20º (1m40,114s), 26 voltas

      Piloto:  Nico Rosberg da Mercedes (1m37,358s)

      Maior número de voltas:  Daniil Kvyat da Red Bull (36 voltas)

       

       

      Um glorioso Outono deu as boas-vinda aos pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, esta sexta-feira no Circuit of the Americas, em Austin, Texas, quando os treinos-livres iniciaram para o Grande Prémio dos Estados Unidos.


      A Haas F1 Team – a primeira equipa americana em trinta anos – iniciou o fim-de-semana com duas sessão de treinos-livres de noventa minutos. Marcou a primeira vez que uma equipa americana de Fórmula 1 rodou em solo americano desde que no Grande Prémio de Detroit, em 1986, Eddie Cheever e Alan Jones competiram com o Team Haas, que apesar do nome nada tem a ver com a Haas F1 Team. O industrialista Gene Haas possui a Haas F1 Team, ao passo que o falecido Carl Haas possuía o Team Haas.


      O melhor tempo de Grosjean na primeira sessão levou 1m40,826s de 5,513 quilómetros e vinte curvas, o que o colocou no décimo quarto lugar. Garantida na sua décima volta. Gutiérrez colocou-se imediatamente atrás do seu colega de equipa – o tempo de 1m40,970s foi garantida da nona volta.


      Ambos os pilotos estiveram exactamente no mesmo programa, tendo cada um completado quinze, todas realizadas com pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio.


      O duo da Mercedes, Lewis Hamilton e Nico Rosberg, foram os mais rápidos, com a melhor volta de Hamilton, 1m37,428s, a deixar Rosberg a 0,315s.


      Com o Sol que brilhou no Circuit of the Americas, as temperaturas subiram dos 17ºC - 20ºC aos 21ºC - 23ºC na segunda sessão.


      As velocidades também subiram, e as vibrações que os carros da Haas F1 Team sentiram no asfalto de cinco anos do circuito trouxeram novos desafios. Grosjean lidou com algumas dificuldades técnicas, ao passo que Gutiérrez perdeu algumas peças aerodinâmicas do seu carros. Isto levou a que Grosjean registasse o décimo oitavo tempo (1m39,554s) na sua décima primeira volta e Gutiérrez marcasse o vigésimo crono (1m40,114s) na sua décima volta. O duo completou vinte e quatro e vinte e seis voltas, respectivamente, com as suas melhores marcas a serem realizadas com pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio.


      Rosberg liderou o caminho na segunda sessão, com a marca de 1m37,358s, batendo Daniel Ricciardo por 0,194s


      Entre as duas sessões, a Haas F1 Team completou oitenta voltas – 39 através de Grosjean e 41 por Gutiérrez.

       

       

      “Não foi um dia muito positivo para nós, dado que tivemos dificuldades técnicas com o nosso carro. O equilíbrio não está mau, mas não temos performance. Hoje à noite teremos muito trabalho. Olhando para os dados, temos que tentar tirar o melhor partido dos pneus. É uma pista fantástica para pilotar, mas não conseguimos estar bem, hoje. Esperamos ter tudo resolvido para a terceira sessão.”



      “Não foi um dia fácil para nós. Infelizmente, tivemos um problema com algumas peças aerodinâmicas. Atrasou o nosso programa, dado que alterou o equilíbrio do carro, o que obviamente não é ideal para alcançar a referência para trabalhar nas afinações. Estamos a investigar o que sucedeu, mas acreditamos que se deve a vibrações. Agora temos algum trabalho para arranjar o carro e para o tentar optimizar o que temos de momento. Vamos trabalhar arduamente esta noite. Esperamos que amanhã seja um dia melhor para nós.”



      “Não foi uma boa estreia aqui. Tivemos uma série de pequenos problemas – o mais importante aconteceu com as winglets dos cubos traseiros do carro. Parece que as forças são muito elevadas e temos que resolver isto antes da terceira sessão, de amanhã. Se coisas destas acontecem, o nosso programa de testes fica no ar e os dados que recolhemos não são bons, dado que não temos o apoio aerodinâmico que deveríamos. Vamos continuar a trabalhar e tentar estarmos prontos o máximo possível para amanhã.”


       

      Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (10h00 – 11h00) antes da qualificação, que terá o seu início às 13h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis pilotos mais rápidos a avançarem da Q1 para a Q2. Posteriormente, os dez pilotos mais rápidos na Q2 seguem para a Q3, durante a qual lutarão pela pole-position.


       

      -HaasF1Team-

       

       

      Sobre a Haas Automation

      A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

      Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

      A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.
       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      2016 United States Grand Prix – Practice Sessions

      SUPERSOFT TYRES SET THE TOP TIMES IN AUSTIN
      ON THEIR FIRST VISIT TO THE CIRCUIT OF THE AMERICAS

      SIGNIFICANT TEMPERATURE FLUCTUATIONS DURING THE DAY
      ADD TO THE CHALLENGE OF COLLECTING RELEVANT DATA

      ONE SECOND BETWEEN SOFT AND SUPERSOFT SEEN SO FAR,  
      WITH THE MEDIUM TYRE ALSO AN INTERESTING OPTION FOR THE RACE

      On its first visit to the Circuit of the Americas, the supersoft tyre has gone quickest in free practice, with Mercedes driver Nico Rosberg setting a fastest time of 1m37.358s early in the afternoon session.

      Conditions in FP1 were cool and so not very representative. In FP2 track temperatures were considerably higher (peaking at 41 degrees centigrade). This is typical of Austin, where temperature swings at this time of year are commonplace.

      The supersoft and soft tyres are separated by one second so far, with the supersoft, as expected, experiencing greater degradation. This means that the first stint for those starting the race on supersoft tyres might be quite short: potentially encouraging some teams to try and start the race on the soft tyre by running it in Q2 tomorrow.

      Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “From what we can see so far there is around a one-second performance gap between the supersoft and the soft in these conditions. The medium compound is also about a second slower than the soft, which makes it quite an interesting choice for the race. We saw a high degree of track evolution compared to 2014, with rain dominating the conditions last year. There seem to be a number of strategy options: especially because this is a track that you can overtake on.”

      FP1 – TIMES FP2 – TIMES
      Hamilton 1m37.428s Soft New Rosberg 1m37.358s Supersoft New
      Rosberg 1m37.743s Soft New Ricciardo 1m37.552s Supersoft New
      Verstappen 1m39.379s Medium New Hamilton 1m37.649s Supersoft New

      FP1 – BEST TIME PER COMPOUND

      Medium Verstappen 1m39.379s
      Supersoft Hamilton 1m38.701s
      Soft Hamilton 1m37.428s

      FP2 – BEST TIME PER COMPOUND

      Soft Rosberg 1m38.082s
      Supersoft Rosberg 1m37.358s
      Medium Hamilton 1m38.394s

      LONGEST STINTS OF THE DAY

      Medium Palmer 26 laps
      Soft Nasr,Vettel 23
      Supersoft Bottas,Raikkonen 18

      Tyre statistics of the day:

      Medium Soft Supersoft
      kms driven * 1808 2706 1984
      sets used overall ** 21 38 31
      highest number of laps ** 26 23 18

      * The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
      ** Per compound, all drivers combined.

      Minimum prescribed tyre pressures:  21psi (front) and 19,5psi (rear)

      Pirelli fact of the day: Leaving aside the 11 editions of the Indy 500 that were also valid for the Formula 1 World Championship between 1950 and 1960, the United States grands prix to be held up to now have been distributed over 9 different circuits (with Indianapolis once again used between 2000 and 2007, and with Long Beach earlier hosting the West US Gp). Other US circuits welcomed F1, for instance Las Vegas for the so named Grand Prix.  However, no American has ever won on home soil apart from Mario Andretti, who triumphed at Long Beach with Lotus in 1977. For more info: http://racing.pirelli.com/global/en-ww/f1-america-on-the-road

      Spotted in the paddock: Tony Stewart. The only driver to win a championship both in NASCAR and Indycar was a guest of the Haas team, of which he is a partner in the outfit’s NASCAR operation, Stewart-Haas Racing.

       

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      FÓRMULA E - DS VIRGIN

       

      No pódio da edição de 2015/2016 do Campeonato FIA de Fórmula E, a DS Virgin Racing inicia a sua 3ª temporada já no próximo domingo, dia 9 de outubro, em Hong Kong. A DS Virgin Racing fará alinhar o monolugar DSV-02 equipado com um novo motor elétrico, uma caixa de velocidades de três relações e uma aerodinâmica evoluída. Ao lado de Sam Bird, que fará a sua terceira temporada com a equipa, a DS Virgin Racing inscreve José María López, o triplo Campeão do Mundo do WTCC*. 50 Copy51 Copy

       

      FÓRMULA E - DS VIRGIN

       

      Após uma primeira parte desta jornada que se mostrou particularmente positiva, com os dois pilotos da DS Virgin Racing qualificados na segunda linha da grelha de partida, a primeira corrida da Temporada 3 da Fórmula E terminou em grande deceção. Em Hong Kong, Sam Bird teve que esquecer o 1º lugar que ocupava devido a um problema técnico durante a troca de monolugar, enquanto José María López enfrentou problemas com o comportamento do carro, em consequência de um toque na primeira curva.44 Copy45 Copy46 Copy47 Copy

       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      Grand Prix of Mexico: October 28 – October 30, 2016

      SELECTED SETS PER DRIVER

      – The FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Grand Prix of Mexico (Mexico City, October 28 – October 30).

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      HAAS NO G.P.ESTADOS UNIDOS

       

      Bem-Vindos a #Haastin

      O Circuit of the Americas é o palco da corrida caseira da Haas F1 Team


      Desde que começou haver uma noção de uma equipa americana, quando Gene Haas respondeu ao desafio da FIA para ingressar na Fórmula 1, que os nomes da Haas e do Circuit of the Americas estão inexoravelmente ligados.


      Antes da Haas F1 Team, desde 1986 que não havia uma equipa de Fórmula 1 americana. E antes do Circuit of the Americas, ou COTA como é mais conhecido, não havia uma corrida de Fórmula 1 em solo americano desde 2007, quando foi disputado na Indianapolis Motor Speedway o Grande Prémio dos Estados Unidos.


      O COTA voltou a colocar a Fórmula 1 no mapa americano quando se tornou no primeiro circuito construído propositadamente para a Fórmula 1. Construído em 2011 e albergando a Fórmula 1 pela primeira vez em 2012, o COTA, e a sua “cidade de residência”, tornou-se num destino para a indústria da Fórmula 1, que visitará a cidade da Violet Crown pela pela quinta vez, quando o Grande Prémio dos Estados Unidos se iniciar no próximo fim-de-semana.


      Coincidentemente, Gene Haas assegurou a sua primeira vitória na NASCAR Sprint Cup Series em 2011, quando o seu piloto e sócio, Tony Stewart, venceu o campeonato de forma épica ao bater Carl Edwards no desempate. Os dois terminaram a temporada empatados no número de pontos, mas as cinco vitórias de Stewart sobrepuseram-se ao triunfo de Edwards.


      Esse campeonato colocou a Stewart-Haas Racing (SHR) na elite das equipas que venceram campeonatos de NASCAR. Três anos mais tarde e seis anos depois da sua estreia, a SHR venceu o seu segundo título com Kevin Harvick, em 2014. Depois de terminar em segundo no campeonato em 2015, SHR está novamente na luta pelo ceptro, situação reforçada pela vitória de Harvick no domingo passado no Kansas Speedway, na Kansas City.


      Foi um arranque impressionante para uma semana que será impressionante para Gene Haas. O homem que fundou a Haas Automation em 1983 e desde então transformou a companhia sediada em Oxnard, Califórnia, na maior companhia de construção de máquinas CNC da América do Norte e demonstra ter pelo automobilismo mais que uma paixão. É um pilar no crescimento da sua companhia e parte do ADN da Haas Automation. O envolvimento de Gene Haas na Fórmula 1 deve-se parcialmente ao desafio da competição, mas também ao crescimento da Haas Automation para lá da América do Norte.


      “De um ponto de vista internacional, a Fórmula 1 é o escalão mais elevado do desporto automóvel e a Haas Automation constrói ferramentas mecanizadas da mais elevada qualidade”, afirmou Haas. “Quando ouvimos ‘F1’ sabemos exactamente o que é – uma competição global que demonstra a mais recente tecnologia e atrai os melhores talentos de engenharia e design. A Haas Automation tem uma excelente reputação no Estados Unidos e pretendo que essa reputação cresça a nível mundial. Ligar a Haas Automation à Fórmula 1 através do nome e da prática é a melhor forma para fazer crescer o nosso negócio e elevar a Haas Automation a uma marca global premium”.


      O COTA funciona como um componente-chave para a visão de Gene Haas.


      “Como uma equipa americana, ter uma corrida de Fórmula 1 em solo americano é incrivelmente importante”, disse Haas. “Vamos para o COTA já com pontos marcados e provámos que podemos lutar com as equipas estabelecidas da Fórmula 1. Estamos ansiosos pela nossa corrida caseira.”


      Em vez de Austin, talvez devamos chamar de #Haastin. A Haas F1 Team chega à quarta derradeira corrida da temporada de 2016 como a mais bem-sucedida nova equipa de Fórmula 1 da memória recente. Os vinte e oito pontos alcançados pela Haas F1 Team até agora é mais que qualquer uma das equipas que se estrearam neste milénio. Quando a Jaguar se estreou em 2000 e a Toyota em 2001, cada uma destas formações conseguiram apenas terminar por duas vezes nos pontos, totalizando seis pontos.


      Romain Grosjean marcou todos os pontos para a Haas F1 Team. O piloto de Fórmula 1 veterano realizará o seu centésimo Grande Prémio no domingo, no COTA e na sua segunda participação no traçado de Austin terminou no segundo lugar, atrás do Red Bull de Sebastian Vettel, o melhor resultado da sua carreira.


      O colega de equipa de Grosjean, Esteban Gutiérrez, tem vindo a bater à porta dos pontos durante toda a temporada, terminando em décimo primeiro por cinco vezes. O afável mexicano espera conquistar pontos no COTA, antes de rumar à sua própria corrida caseira, uma semana mais tarde – o Grande Prémio do México no Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México.


      Esta semana e a próxima, os holofotes estarão na Haas F1 Team. Mas antes de mais, o circuito de 5,513 quilómetros e vinte curvas acena e a equipa de Fórmula 1 americana que pretende tirar o máximo partido da sua passagem pelo solo americano.

      Circuit of the Americas

      Perímetro do Circuito: 5,513quilómetros

      Voltas: 56

      Distância de corrida: 308,405 quilómetros

      Transmissão Televisiva: Eurosport 2xtra

      Antevisão: 18h00

      Corrida: 20h00

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      Sobre a Haas Automation

      A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

      Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

      A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

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      Depois de um período de azar em Singapura e na Malásia, a Haas F1 Team recuperou no Japão. Chegaram à Q3 com ambos os carros, durante a qualificação, pela primeira vez na história da equipa. Apesar de não terem garantido pontos na corrida, a velocidade do carro e o seu equilíbrio ficou bem demonstrado. Isso deixa-vos com confiança para o Grande Prémio dos Estados Unidos?

      “É difícil dizer, mas penso que aprendemos bastante, mais uma vez. Continuamos a aprender. Encontrámos um bom equilíbrio para o carro. Percebemos como usar a nossa nova asa dianteira. Espero podermos ter um bom fim-de-semana, como tivemos no Japão, mas nada é garantido. Todas as equipas estão a tentar realizar um bom trabalho. Portanto, vamos ver como nos saímos. Sabemos que o carro pode ser rápido. Apenas temos que tentar tirar o máximo partido dele.”


      A nova a asa dianteira é importante para a performance geral do carro?

      “Penso que é muito importante. O atraso em colocá-la a funcionar correctamente deveu-se aos problemas que tivemos nas sessões de treinos-livres, o que nos obrigou a concentrar nos dados relacionados com os pneus e nas coisas básicas. Foi impossível desenvolver novos componentes. Com os problemas nas duas sessões na Singapura e na Malásia não conseguimos realizar um bom trabalho para descobrir a asa. Mas no Japão tivemos boas sessões de treinos-livres e, como verificámos, a asa mostrou o seu valor no Japão.”


      Na temporada de estreia da Haas F1 Team tem sido muitas os marcos ultrapassados. Foi importante que ambos os carros tenham chegado à Q3 da qualificação do Japão, depois de ter chegado perto desse desfecho por diversas vezes?

      “Na Fórmula 1, chegar à Q3 é algo que é feito apenas se tivermos performance no carro. Não se chega lá com sorte. Durante a corrida há outras circunstâncias, mas para fazer uma boa volta lançada é preciso ser rápido. Para mim, significa tanto como ter conquistado pontos na primeira corrida, na Austrália. Ter os dois carros na Q3 é fantástico e penso que todos na equipa estão de acordo. Não diria que estamos surpreendidos, dado que sentimos que estávamos muito bem. Consegui-mo-lo. Foi um momento fantástico.”


      Como se transfere para a corrida a forte performance da qualificação?

      “Normalmente, se arrancamos de uma boa posição, é muito mais fácil gerir a corrida, porque estamos à frente. Em Suzuka não esperávamos que os pneus médios durassem tanto como duraram. Tivemos que fazer uma estratégia de duas paragens, uma vez que arrancámos com pneus macios. Em performance, éramos os carros que mais próximos estavam dos Williams, mas não tínhamos a certeza de que conseguiríamos efectuar apenas uma paragem, mas eles conseguiram sem problemas. Acabaram por terminar à nossa frente. A pista melhorou muito e conseguiram que os pneus durassem, portanto, terminámos em décimo primeiro.”

       

      Desde que marcou pontos na Áustria, no início de Julho, a Haas F1 Team juntou cinco chegadas no décimo primeiro lugar – a uma posição dos pontos. Essa diferença entre terminar ou não nos pontos é muito difícil de ultrapassar competitivamente?

      “O meio do pelotão está muito junto e nós estamos na parte da frente do meio do pelotão, como vimos no Japão. Estamos quase ao nível da Force India e mais rápidos que a Williams e a McLaren. Mas por vezes, estamos um pouco mais próximos do final do pelotão. É um grupo muito próximo. Façamos o que façamos, precisamos de alguma sorte e precisamos de alguma sorte adiccional para ter uma boa performance que nos leve aos pontos. Mas não nos podemos esquecer que esta é a nossa primeira temporada e, por vezes, fazemos mais do que era esperado de nós.”


      Apesar das equipas terem parado o desenvolvimento dos seus respectivos carros, o meio do pelotão parece mais competitivo que nunca. Isto deve-se ao facto de agora as equipas conseguirem tirar o máximo partido do que têm? Se é, de que forma podem evoluir nas últimas corridas?

      “Sim, agora todos conhecem melhor os seus carros e conseguem tirar o máximo deles. Ter os pilotos motivados para dar o máximo e tomar as melhores decisões no que diz respeito aos pneus durante as duas primeiras sessões de treinos-livres para encontrarmos a melhor afinação.”


      O Grande Prémio dos Estados Unidos é importante para a Haas F1 Team e para o reconhecimento da Fórmula 1 na América?

      “Penso que é muito importante. Queremos ter um bom fim-de-semana, efectuar um bom trabalho, e fundamentalmente, queremos atrair mais público para seguir a Haas F1 Team e também a Fórmula 1 no geral. Espero que tenhamos muita gente a torcer por nós. Veremos no domingo.”


      Gostaria de ver outra corrida de Fórmula 1 na América?

      “Gostaria de ver mais corridas de Fórmula 1 – plural! Se olharmos para os Estados Unidos, ainda é a maior economia do mundo. A Fórmula 1 é um dos maiores desportos globais. Os Estados Unidos merecem mais corridas de Fórmula 1.”


      Outra corrida na América seria benéfico ou prejudicial para a presença do COTA na Fórmula 1?

      “Na minha opinião, não prejudicaria. Significaria uma presença maior. Significaria mais corridas a horas decentes nos Estados Unidos e não às 2 da manhã. Penso que ajudaria. Penso que outra corrida reforçaria a presença da Fórmula 1 em Austin.”


      O COTA marca duas semanas muito atarefadas para a Haas F1 Team, uma vez que é a sua corrida caseira da equipa, seguida da corrida caseira de um dos seus pilotos, Esteban Gutiérrez, que se realiza na Cidade do México. Como conseguem gerir tudo isto?

      “Penso que será muito positivo para a equipa. A nossa equipa gosta de atenção, e esperamos tê-la. Se conseguirmos bons resultados, mereceremos a atenção. Não queremos atenção por sermos americanos ou por o Esteban ser do México. Esperamos ter atenção pelos nossos resultados. Nas últimas corridas protagonizámos boas performances sob pressão. Queremos apenas continuar assim.”


      O Grande Prémio dos Estados Unidos marca a centésima corrida de Fórmula 1 do Romain Grosjean. É um marco muito importante para um piloto de Fórmula 1?

      “Cem é um bom número. Ele está ansioso pelos cem seguintes. Ele é ainda muito novo, dado que começou muito cedo. Penso que quando atingimos um marco destes, 100 corridas, e se foi bem-sucedido, é algo que se deve celebrar.”


      A Haas F1 Team alcançou bastante na sua temporada de estreia. Pode descrever o crescimento da equipa desde que o Haas VF-16 chegou à pista pela primeira vez em Fevereiro, durante os testes realizados em Barcelona?

      “A equipa cresceu em todos os sentidos. Crescer juntos, isso foi o mais importante e ter um melhor entendimento dos nossos processos. Tudo cresceu muito. Devem estar orgulhosos da forma como o fizemos. Não foi feito por termos contratado cem pessoas. Foi feito com as pessoas que tínhamos desde o início. Aprenderam, colocaram em prática imediatamente o que aprenderam na semana seguinte. É assim que se cresce e penso que podem estar orgulhosos com o que alcançaram.”


      Austin tornou-se num destino para a Fórmula 1 à semelhança do que aconteceu com Singapura e Mónaco. Por que motivo a cidade ressoa tão bem entre a comunidade da Fórmula 1?

      “É uma cidade porreira. As pessoas gostam dos Estados Unidos e Austin é um local agradável para visitar. Penso que Austin está quase ao nível do Mónaco e de Singapura por ser um local tão interessante.”



      O Grande Prémio dos Estados Unidos marca a tua centésima corrida de Fórmula 1. É um marco importante. O que achas de alcançares este marco?

      “É fantástico. Para ser honesto, quando comecei na Fórmula 1, pensei que faria apenas uma corrida ou outra, mas aqui estamos para a centésima corrida, depois de dez pódios, alguns pontos e muitas boas memórias, para além de alguns momentos difíceis. O mais importante é que não sei quando pararei, mas penso que tenho ainda muito à minha frente para tentar continuar a vencer. Decididamente, cem Grandes Prémio é algo muito importante para a minha vida.”


      Ao pilotar para uma corrida americana, é mais interessante que o teu centésimo Grande Prémio se realize em solo americano?

      “Para nós não podia ser melhor. Estou muito orgulhoso desta equipa e muito orgulhoso por termos levados os dois carros até à Q3, na qualificação, e por marcarmos pontos. Temos vindo a trabalhar arduamente e todos estão a dar o máximo. Provavelmente, significa mais para nós que para as restantes pessoas.”


      Quando começaste nas corridas, chegar à Fórmula 1 era o objectivo. Agora estás aqui e estás estabelecido. O que pretendes alcançar no futuro, para ti e para a Haas F1 Team?

      “Para mim, quero ser Campeão do Mundo, de preferência duas vezes. Esse é o meu sonho desde que comecei. Sempre quis chegar à Fórmula 1, mas para além disso, quero ser Campeão do Mundo. Para a Haas, o primeiro objectivo é marcar pontos e segundo é alcançar um resultado entre os cinco primeiros. Já fizemos isso tudo. O próximo objectivo é alcançar o pódio com as cores da equipa. Isso seria muito bom. Gostaria de conquistar a primeira vitória para a equipa, o que seria inacreditável. Penso que toda a ideia é fantástica e ter o apoio do Gene (Haas) significa muito para nós. A forma como o Guenther (Steiner) e todas as pessoas envolvidas na gestão da equipa construíram é a equipa é muito especial. Quero ser o piloto que todos na Haas recordarão.”


      Ao ingressares na Haas F1 Team, deste um salto de fé para a visão que o Gene Haas tinha para uma equipa de Fórmula 1 americana. Como tem sido fazer parte deste desafio e o que torna a Haas F1 Team  numa equipa diferente das outras?

      “Tem sido uma grande aventura. Desde o primeiro dia que gostei da abordagem do Gene à Fórmula 1 e à categoria. Ele sabe do que está a falar, portanto, isso convenceu-me de que seria uma grande aventura. Tivemos altos e baixos, como seria de esperar, mas no geral, tem sido um ano fantástico. Tenho ainda muita fé na equipa penso que o futuro para nós é brilhante.”


      A Haas F1 Team alcançou bastante na sua temporada de estreia. Podes descrever o crescimento da equipa desde que o Haas VF-16 chegou à pista pela primeira vez em Fevereiro, durante os testes realizados em Barcelona?

      “A equipa cresceu bastante, mais que qualquer outra equipa. Chegámos a Fevereiro em forma e a equipa já parecia ser uma verdadeira equipa. Agora, depois de dezassete Grandes Prémios, todos trabalham melhor juntos. Todos têm uma boa relação e sabem o que estão a fazer no carro e em tudo o resto. É claramente uma boa equipa.”


      Estás a competir por uma equipa americana no Grande Prémio dos Estados Unidos. Isto intensifica o significado e o teu sentido de orgulho quando caminhas no paddock ou sais da garagem?

      “Penso que vai ser fantástico. Estou ansioso. A América é um país enorme e espero que tenhamos muitos adeptos. Sim, terei ainda mais orgulho quando sair para o circuito ao pilotar um carro americano na América e, de preferência, com bons resultados no domingo.”


      A Fórmula 1 regressou aos Estados Unidos no COTA, em 2012, depois de quatro anos de ausência. Participaste nessa corrida. Qual foi a reacção das pessoas no regresso da Fórmula 1 à América?

      “Foi fantástica. Tínhamos muito adeptos e as pessoas foram ao circuito para nos verem. É um grande evento e uma das melhores novas pistas que tivemos durante algum tempo. A pista é fantástica, a cidade muito simpática, foi uma experiência muito boa.”

       

      Quando competiste pela primeira vez no COTA, o que pensaste do circuito?

      “Foi um evento muito simpático e bem organizado. A cidade é fantástica. Havia muitos bares e concertos a acontecerem na cidade e as pessoas vieram de todo o país para assistir à corrida. Foi fantástico.”

       

      Igualaste a tua melhor classificação na Fórmula 1 no Grande Prémio dos Estados Unidos de 2013. Fala-nos dessa corrida.

      “Foi uma corrida fantástica. Arranquei de terceiro e consegui efectuar uma boa partida. Não acreditávamos que pudéssemos manter a Red Bull Racing no nosso encalço. Tínhamos um bom carro e, no final, eu tive uma boa corrida.”


      A primeira curva do COTA é no topo de uma colina – uma esquerda cega e apertada que envia os pilotos para uma secção inspirada no complexo de Maggotts – Becketts – Chapel, em Silverstone. Como abordas essa curva, sabendo que existe um momento em que não sabes o que há do outro lado?

      “Sabemos que ninguém virá no sentido errado, isso ajuda bastante quando chegamos à curva. O mais importante é focarmo-nos naquilo que interessa no momento certo. Primeiro o ponto de travagem, depois o ponto de viragem e, então, o apex e a saída. Sim, é uma curva cega, mas uma vez no ritmo, fazemos tudo passo a passo e não há surpresas.”


      O COTA tem sido descrito como o circuito de Fórmula 1 com mais oportunidades de ultrapassagem. Isto é correcto e, se for, o que torna o COTA melhor que outros para as ultrapassagens?

      “Não é assim tão simples ultrapassar no COTA. Temos uma recta enorme, recta das traseiras, o que ajuda, é claro, com o DRS. A travagem para a Curva 1 é muito larga e temos algumas possibilidades ali. Mas, por outro lado, é muito complicado seguir alguém no primeiro sector, e na longa direita antes das últimas duas curvas.”

       

      Qual é a tua zona preferida do COTA?

      “Todo o Sector 1.”


      Descreve uma volta ao COTA.

      “Primeiro travamos na zona larga da pista, a caminho da Curva 1. Depois temos uma zona complicada para a tracção, a descer, no sector 1. É de altíssima velocidade – muito semelhante a Silverstone. Aqui tentamos manter uma velocidade elevada. Depois vamos para o gancho, antes de começarmos a recta traseira, novamente, queremos ter boa tracção. Temos uma travagem muito forte e depois, uma direita a rápida, feita quase a fundo na qualificação. Mais tarde temos as duas últimas curvas, de velocidade média, que são muito interessantes, vamos a descer para a primeira e a segunda a subir para terminarmos a volta.”

      Austin tornou-se num destino para a Fórmula 1 à semelhança do que aconteceu com Singapura e Mónaco. Por que motivo a cidade ressoa tão bem entre a comunidade da Fórmula 1?

      “Penso que por ser o Grande Prémio dos Estados Unidos. Austin é uma cidade fantástica, recebe, também, muitos adeptos. Para além disso, existe uma grande atmosfera em redor da pista.”


      Já pudeste explorar Austin e qual é a área da cidade de que mais gostas?

      “Já conheci um pouco de Austin. A vida nocturna é fantástica. Durante o dia existem alguns centros comerciais simpáticos. Este ano vamos andar de bicicleta para conhecer mais. É um local fantástico.”

       

       

       

      Ao ingressares na Haas F1 Team, deste um salto de fé para a visão que o Gene Haas tinha para uma equipa de Fórmula 1 americana. Como tem sido fazer parte deste desafio e o que torna a Haas F1 Team  numa equipa diferente das outras?

      “A cultura é diferente e é uma filosofia que advém do próprio Gene. Ele é uma pessoa muito humilde e é inegavelmente um génio no aspecto técnico. A sua visão passa por tornar a tecnologia muito simples e fácil de usar. Isto foi implementado na equipa num esforço para representar a América na Fórmula 1 da melhor forma.”


      A Haas F1 Team alcançou bastante na sua temporada de estreia. Podes descrever o crescimento da equipa desde que o Haas VF-16 chegou à pista pela primeira vez em Fevereiro, durante os testes realizados em Barcelona?

      “Cresceu de diversas formas. O nível de comunicação melhorou muito. O mesmo aconteceu na forma como a equipa trabalha junta. Sendo um novo grupo, foi desafiante no início, mas agora estamos numa posição muito boa para dizer que somos uma grande equipa e estamos a trabalhar para melhorar todos os dias.”


      Estás a competir por uma equipa americana no Grande Prémio dos Estados Unidos. Isto intensifica o significado e o teu sentido de orgulho quando caminhas no paddock ou sais da garagem?

      “É importante representar a América no mundo inteiro, mas agora regressamos a casa e vamos a Austin para o Grande Prémio dos Estados Unidos, é muito especial, dado que estamos em solo americano. Isto oferece um toque especial ao nosso fim-de-semana. Mais motivação e uma grande energia da parte das pessoas para alcançar um resultado fantástico.”


      No último ano, no COTA, foste o piloto de reserva da Scuderia Ferrari e, uma semana depois, foste anunciado como piloto da Haas F1 Team. Agora que regressas ao COTA para o Grande Prémio dos Estados Unidos, podes reflectir na forma como a tua temporada tem vindo a decorrer?

      “Tem sido muito desafiante, mas muito positiva de formas diferentes. Durante o primeiro ano a equipa marcou pontos. Tivemos algumas dificuldades técnicas que tivemos que resolver juntos, como equipa, em muitas corridas. Tivemos muitos desafios, mas ao mesmo tempo, marcar pontos, chegar à Q3 foi muito especial para uma equipa nova e estou seguro que este sucesso trará a equipa mais para a frente nos próximos anos.”


      No COTA, estás a representar uma equipa americana em solo americano. Na próxima semana, no Grande Prémio do México, estarás a representar o teu país na tua corrida caseira. Estas duas semanas são importantes para ti?

      “Será uma experiência intensa – algo de que eu gosto muito, dado que, provavelmente, serão os dois eventos mais importantes para mim este ano. Acontecem num bom momento do ano, dado podermos partilhar esta paixão com as pessoas que nos têm vindo a apoiar quer na América, quer no México.”


      Quando competiste pela primeira vez no COTA, o que pensaste do circuito?

      “Foi fantástico. Era o Grande Prémio dos Estados Unidos, mas era também o Grande Prémio do México. Muito mexicanos foram à corrida. Não fica longe da minha cidade e isso tornou uma combinação muito engraçada, dado que a América produz grandes eventos e a atmosfera foi muito especial. Não podia pedir uma experiência melhor. Agora que temos um Grande Prémio dos Estados Unidos e, depois, um verdadeiro Grande Prémio do México, as experiências são ainda mais intensas.”


      A primeira curva do COTA é no topo de uma colina – uma esquerda cega e apertada que envia os pilotos para uma secção inspirada no complexo de Maggotts – Becketts – Chapel, em Silverstone. Como abordas essa curva, sabendo que existe um momento em que não sabes o que há do outro lado?

      “É uma curva icónica do COTA. É um tipo de curva muito diferente. A sua abordagem é muito distinta e, depois, temos uma pista que tem algumas das melhores curvas do calendário.”


      O COTA tem sido descrito como o circuito de Fórmula 1 com mais oportunidades de ultrapassagem. Isto é correcto e, se for, o que torna o COTA melhor que outros para as ultrapassagens?

      “O ângulo das curvas e a combinação correcta de curvas de alta velocidade e de baixa velocidade, zonas muito técnicas, que permitem os carros rodarem atrás uns dos outros permitem a criação de oportunidades de ultrapassagem na longa recta.”


      Qual é a tua zona preferida do COTA?

      “O primeiro sector é o meu preferido.”

       

      Descreve uma volta ao COTA.

      “Chegamos à Curva 1, que é a subir. É muito importante usar toda a velocidade na entrada sem perder a trajectória de saída. Chegamos à Curva 2, que é feita a fundo, e depois temos as curvas 3, 4, 5 e 6, que são muito semelhantes a Becketts em Silverstone – curvas de altíssima velocidade. Chegamos com muita velocidade e temos que reduzir durante as curvas sem perder a trajectória. Depois vamos para a Curva 9, que exige boa tracção. A Curva 10 é feita a fundo, temos uma grande travagem para a Curva 11 e é muito importante prepara a saída, dado que temos uma longa recta até à Curva 12 – temos uma grande travagem, é uma curva de noventa graus para a esquerda, usamos o máximo de correctores e máximo de velocidade no apex. Depois temos a parte mais técnica da pista, constituída pelas curvas 13, 14 e 15. É muito importante alterar o equilíbrio da travagem, dado que esta combinação de curvas é muito exigente para os travões. Temos muitas forças laterais quando travamos. A saída da Curva 15 é única. Vamos para as curvas 16, 17 e 18, que são, basicamente, feitas a fundo. Esperamos que seja a fundo com o nosso carro. A Curva 19 é de média velocidade, onde entramos com muita velocidade e e muito fácil falhar o apex. É uma curva que exige muita precisão. A Curva 20 é um pouco a subir, com uma ligeira travagem. É importante ter boa tracção na saída.”


      Austin tornou-se num destino para a Fórmula 1 à semelhança do que aconteceu com Singapura e Mónaco. Por que motivo a cidade ressoa tão bem entre a comunidade da Fórmula 1?

      “A cidade em si tem uma boa atmosfera e então, quando grandes eventos chegam, torna-se num fim-de-semana de festas. A Austin é famoso por isto e as pessoas adoram.”


      Já pudeste explorar Austin e qual é a área da cidade de que mais gostas?

      “Adoro o centro da cidade e a atmosfera que tem durante todo o fim-de-semana. No primeiro ano fui terceiro piloto, portanto, de certa forma, vivi a primeira temporada do Grande Prémio do México. Vivi o Grande Prémio de Austin. Foi muito especial passar pelos restaurantes e ter tanta gente, tudo cheio e uma atmosfera fantástica.”


       

       

      Circuit of the Americas

      • Número de voltas: 56 
      • Distância de corrida 308,405 quilómetros
      • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
      • Este circuito de 5,513 quilómetros e 20 curvas alberga o Grande Prémio dos Estados Unidos desde 2012, sendo esta edição a quarta.
      • Sebastian Vettel detém o recorde da volta ao COTA (1m39,347s), assinado em 2012 ao serviço da Red Bull.
      • Sebastian Vettel detém o recorde da volta de qualificação ao COTA (1m35,657s), assinado em 2012 ao serviço da Red Bull durante a Q3.
      • O COTA é realizado no sentido contrário dos ponteiros do relógio – um dos cinco circuitos dos vinte e um que compõem o calendário deste ano da Fórmula 1, juntando-se ao Azerbaijão, Singapura, Brasil e Abu Dhabi. Apenas 14% da volta ao COTA é realizada a travar, com os pilotos a rodarem com o acelerador a fundo cerca de 60%. Rápidas mudanças de direcção de alta velocidade caracterizam o traçado entre as curvas 2 e 10, com o primeiro sector a assemelhar-se ao complexo de Silverstone, Inglaterra, de Maggotts – Becketts – Chapel. O final da volta, entre as curvas 12 e 20, antes de alcançarem a recta da meta, apresenta combinações de baixa velocidade, sobretudo de segunda velocidade. A longa recta das traseiras, contudo, impede as equipas de apresentarem configurações de máximo apoio aerodinâmico, dado que os pilotos têm que ter uma elevada velocidade máxima para poderem atacar ou defender a posição na aproximação da apertada Curva 12. Esta curva, juntamente com a subida para a Curva 1 e o gancho da Curva 11, fornecem boas oportunidades de ultrapassagem.
      • DYK? A primeira edição do Grande Prémio dos Estados Unidos data de 1950, quando as 500 Milhas de Indianapolis contou para o Campeonato Mundial. Durante onze anos, entre 1950 e 1960, os pontos registados na Indy 500 eram contabilizados no Campeonato do Mundo. Em 1959 a América teve duas corridas de Fórmula 1, quando juntaram a Indianapolis, o Grande Prémio dos Estados Unidos disputado em Sebring (Flórida). Foi a nona e a última etapa de 1959. Em 1960 a Fórmula 1 deslocou-se até Riverside (Califórnia) International Raceway, antes de assentar arraiais durante vinte anos em Watkins Glen International (Nova Iorque), entre 1961 e 1980. De 1976 e 1980, Watkins Glen foi acompanhado pelas provas de Long Beach, Califórnia, no calendário da Fórmula 1. Las Vegas marcou presença por duas vezes (1981 e 1982), com o Grande Prémio do Caesars Palace a ser realizado num parque de estacionamento de um hotel. Em 1982 a América albergou três corridas de Fórmula 1, uma vez que, para além de Long Beach e Las Vegas também Detroit fez parte da temporada. Detroit foi o palco de uma corrida de Fórmula 1 num circuito citadino cheio de ressaltos durante sete anos, tendo o último Grande Prémio sido realizado em 1988. Dallas fez uma aparição única em 1984, quando Fair Park foi convertido num circuito de Fórmula 1 para o Grande Prémio de Dallas. Seguiu-se Phoenix entre 1989 e 1991, antes de uma ausência de nove anos. Mas então, o presidente da Indianapolis Motor Speedway, Tony George, construiu um circuito no meio da histórica oval de 2,5 milhas e a Fórmula 1 regressou com o Grande Prémio dos Estados Unidos em Indianapolis, que decorreu entre 2000 e 2007. Infelizmente, a América caiu da Fórmula 1 novamente. Foi apenas quando o COTA foi construído em 2011, tornando-se no primeiro circuito americano construído especificamente para a Fórmula 1, que a Fórmula 1 pôde regressar à América em 2012 com o Grande Prémio dos Estados Unidos. Desde então, o COTA tem vindo a ser a única casa americana para a Fórmula 1.
      • Durante o Grande Prémio dos Estados Unidos,a temperatura mínima variará entre os 11ºC e os 14ºC e a máxima entre os 26ºC e os 29ºC.
      • A humidade relativa estará entre os 37% e os 92%. O vento variará entre os 0 Km/h e os 24 Km/h, raramente excedendo os 31 Km/h. 

      • A Pirelli leva três compostos para o COTA:
       
      • P Zero Branco/Médio menos aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)P Zero Amarelo/Macio – pouca aderência, desgaste baixo (usado para longas séries de voltas da corrida)
      • P Zero Vermelho/Supermacio – muita aderência, desgaste médio (usado para séries curtas de voltas e para o primeiro segmento de qualificação)

        • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
          • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Desses 13 jogos, os pilotos e as suas respectivas equipas podem escolher as especificações de dez deles entre os três compostos disponíveis. Os restantes três jogos são definidos pela Pirelli – dois tipos obrigatórios para a corrida (um jogo de P Zero Branco/Médio e um de P Zero Amarelo/Macio) e um tipo obrigatório para a Q3 (um jogo de P Zero Vermelho/Supermacio). A Haas F1 Team seleccionaram os seguintes jogos:
          • Grosjean: 1 jogo de P Zero Branco/Médio, 5 jogos de P Zero Amarelo/Macio e 7 jogos de P Zero Vermelho/Supermacio

          • Gutiérrez: 2 jogos de P Zero Branco/Médio, 4 jogos de P Zero Amarelo/Macio e 7 jogos de P Zero Vermelho/Supermacio

           

          HAAS NO G.P. DO JAPÃO

           

          Grande Prémio do Japão: Resumo da Corrida

           

           

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          Evento:  Grande Prémio do Japão (17º round de 21)

          Data:  Domingo, 9 de Outubro

          Local:  Circuito de Suzuka

          Layout:  5,807 quilómetros, circuito de 18 curvas

          Condições climatéricas:  Céu enevoado, 21ºC

          Vencedor:  Nico Rosberg da Mercedes

          Haas F1 Team:

          Romain Grosjean – arrancou de 7º, terminou em 11º (completou as 53 voltas)

          Esteban Gutiérrez – arrancou de décimo, terminou em 20º (completou 52 das 53 voltas)

           


          Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, terminaram o Grande Prémio do Japão, que se disputou este domingo no Circuito de Suzuka, no décimo primeiro e vigésimo lugares, respectivamente.


          O duo usou uma estratégia de duas paragens para a corrida de cinquenta e três voltas ao circuito de 5,807 quilómetros e dezoito curvas. Uma vez que ambos os pilotos avançara para o terceiro segmento da qualificação de sábado, foram obrigados a montar os pneus Pirelli P Zero Amarelo/Amacio que utilizaram na Q2.


          Grosjean iniciou a prova do sétimo posto e Gutiérrez do décimo – o melhor resultado de equipa da Haas F1 Team em qualificação desde o início da temporada. Ambos ganharam posições assim que os semáforos se apagaram, mas Grosjean foi obrigado a passar por fora de pista por Nico Hulkenberg, da Force India, caindo para nono. Gutiérrez manteve a sua posição, rodando no encalço do seu colega de equipa.


          Grosjean entrou nas boxes na décima volta para montar um novo jogo de pneus Pirelli P Zero Laranja/duro, sendo seguido pelo seu colega de equipa na volta seguinte, que replicou a mesma estratégia.


          Á medida que as estratégias das restantes equipas se foram desenhando, Grosjean ficou no décimo quarto lugar, ao passo que Gutiérrez estava preso no vigésimo posto, estavam disputadas quinze voltas. A corrida de Gutiérrez ficou ainda pior quando, na vigésima volta, na entrada do Triângulo Casio entrou pião ao evitar uma defesa de Carlos Sainz, em Toro Rosso, quando ambos lutavam por uma posição.


          Gutiérrez rapidamente recuperou e, juntamente com Grosjean, centraram o seu objectivo em realizar boas voltas e consistentes. Quando os dois Williams, de Felipe Massa e Valtteri Bottas, pararam nas vigésima quarta e vigésima oitava voltas, respectivamente, Grosjean pôde subir ao nono posto e Gutiérrez ao décimo quarto.


          No entanto, pouco depois de Bottas ter passado pelas boxes, era tempo de Gutiérrez efectuar a sua segunda e última troca de pneus. No final da vigésima oitava volta, Gutiérrez entrou com o Haas VF-16 nas boxes, montando um jogo novo de pneus duros. Duas voltas mais tarde, Grosjean realizou exactamente o mesmo.


          Com o ciclo de paragens nas boxes terminado na trigésima terceira volta, Grosjean estava no décimo primeiro lugar e Gutiérrez no vigésimo. Seria onde os dois pilotos terminariam, apesar de Grosjean ter pressionado Bottas nas últimas voltas, na luta pela décima posição.


          O vencedor do Grande Prémio do Japão foi Nico Rosberg. O piloto da Mercedes dominou completamente todo o fim-de-semana, sendo o mais rápido em todas as sessões de treinos-livres e conquistando a pole-position antes de assegurar a sua vigésima terceira vitória na Fórmula 1, a sua nona da temporada e a sua primeira em Suzuka. Rosberg superiorizou-se a Max Verstappen por 4,978s, ao passo que o seu colega de equipa, Lewis Hamilton, terminou no terceiro posto. A vitória permitiu Rosberg juntar mais dez pontos à sua vantagem no Campeonato de Pilotos, distando agora trinta e três pontos de Hamilton, o seu mais próximo perseguidor.


          Com dezassete rondas das vinte uma que compõem o calendário deste ano da Fórmula 1 realizadas, a Haas F1 Team permanece no oitavo lugar do Campeonato de Construtores com vinte e oito pontos. A equipa americana mantem-se a dezanove pontos da sétima classificada, a Toro Rosso, e permanece com uma vantagem de vinte para a nona classificada, a Renault. A Mercedes assegurou o título de construtores graças à vitória de Rosberg e ao pódio de Hamilton.


          Com quatro corridas por disputar, a competição disputa dentro de duas semanas o Grande Prémio caseiro da Haas F1 Team – o Grande Prémio dos Estados Unidos, que se realiza no dia 23 de Outubro, no Circuit of the Americas, em Austin, Texas.



          “Bem, tivemos algumas dificuldades até à primeira paragem nas boxes com a pista verde e, com os pneus macios, tivemos muita granulação. Realizei algumas boas ultrapassagens. Penso que nunca me senti tão frustrado como hoje depois da corrida. Penso que merecíamos muito mais. Com o ritmo do nosso carro, eu era muito mais rápido que o Williams. Apenas erramos na vida que os pneus duros tinham. Poderíamos ter trocado de pneus mais cedo, para a última parte da corrida, mas o ritmo, no geral, foi fantástico. Deixa muitas promessas para o futuro. Estou optimista quanto a estas novas peças de desenvolvimento e ao ritmo que tivemos este fim-de-semana no carro.”



          “Tudo começou muito bem. Temos vindo a trabalhar bastante para que pudéssemos tirar partido do arranque e hoje provámos estarmos melhor. Até à primeira paragem nas boxes andámos bem. Estávamos a gerir as distâncias, para subirmos posições. Então entrei nas boxes e acabei por sair no tráfego e por perder muitas posições, caindo para o fim do pelotão, e pronto. Tentei ganhar posições, ultrapassar, mas depois tive o incidente com o Carlos (Sainz). Ele travou um pouco mais cedo, fechou a porta, e eu não tinha para onde ir, dado que estava a preparar a curva para o ultrapassar na recta da meta. Depois disso, fiquei com alguns danos na asa dianteira, o que não foi ideal. Infelizmente, foi assim que tudo correu. Não era o que eu pretendia, mas agora temos que continuar a dar o nosso melhor, manter um bom ritmo e dar um bom espectáculo, dado que a próxima etapa é a nossa corrida caseira, no Texas,”


          “Não foi realmente a corrida que queríamos hoje, terminar no décimo primeiro lugar mais uma vez com um carro e no vigésimo com o outro, depois de arrancarmos de sétimo e décimo. Penso que, hoje, aconteceram algumas coisas – todos os outros tiveram boas corridas e ninguém abandonou. Tentámos lutar com a Williams, mas não a conseguimos bater. Eles foram capazes de realizar uma estratégia melhor, ao arrancarem com os pneus que pretendiam, mas as corridas são assim. Este fim-de-semana vimos que o nosso carro demonstra velocidade e também fomos competitivos na corrida. Essa é a conclusão que tiramos deste fim-de-semana.”

           

          O décimo oitavo round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016 é o Grande Prémio dos Estados Unidos da América, que se disputa no Circuit of the Americas. Os treinos-livres iniciam-se no dia 21 de Outubro , seguindo-se a qualificação a 22 e a corrida a 23.


           

          HAAS NO G.P. DO JAPÃO

           

          Grande Prémio do Japão: Resumo da Qualificação

           

           

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          Evento:  Qualificação para o Grande Prémio do Japão (17º round de 21)

          Data:  Sábado, 8 de Outubro

          Local:  Circuito de Suzuka

          Layout:  5,807 quilómetros, circuito de 18 curvas

          Condições climatéricas:  Céu enevoado, 23ºC

          Recorde da volta:  1m28,954s assinado por Michael Schumacher em 2006 com a Scuderia Ferrari na Q2

          Pole-Position:  Nico Rosberg da Mercedes (1m30,647s)

          Resultado:

          Romain Grosjean 8º (1m31,961s)

          Esteban Gutierrez 10º (1m32,547s)

           

          • tem a duração de 18 minutos e todos os vinte e dois pilotos participam
          • os dezasseis pilotos mais rápidos passam à Q2

          Grosjean:  7º (1m32,458s), avançou para a Q2

          Gutiérrez:  11º (1m32,620s), avançou para a Q2

          Piloto mais rápido:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m31,659s)

          Cutoff:  16º Fernando Alonso da McLaren (1m32,819s)

          • tem a duração de 15 minutos e participam os dezasseis pilotos mais rápidos da Q1
          • os dez pilotos mais rápidos passam à Q3

          Gutiérrez:  7º (1m32,155s), avançou para a Q3

          Grosjean:  8º (1m32,176s), avançou para a Q3

          Piloto mais rápido:  Nico Rosberg da Mercedes (1m30,714s)

          Cutoff:  10º Sergio Perez da Force India (1m32,237s)

           

          • tem a duração de 12 minutos e participam os dez mais rápidos da Q2, que lutam pela pole-position

          Grosjean:  8º (1m31,961s)

          Gutiérrez:  10º (1m32,547s)

          Pole-Position:  Nico Rosberg da Mercedes (1m30,647s)

          Segundo Lewis Hamilton da Mercedes (1m30,660s)

           


          Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, qualificaram-se para o Grande Prémio do Japão, que se disputa domingo no Circuito de Suzuka, em oitavo e décimo lugares, respectivamente. Foi a primeira vez que ambos os pilotos da Haas F1 Team avançaram para a Q3 e a décima segunda vez consecutiva que os dois chegaram à Q2.


          Os dois pilotos utilizaram os pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio ao longo da qualificação deste sábado. Grosjean assinou o sétimo crono na Q1, com o registo de 1m32,458s, e o Gutiérrez o décimo primeiro, 1m32,620s. Confortavelmente entre os dezasseis mais rápidos,os dois pilotos avançaram para a Q2. Então, Gutiérrez assegurou o sétimo tempo, com uma volta completada em 1m32,155s, e Grosjean seguiu-o no oitavo posto, 1m32,176s. Pela primeira vez entre os dez primeiros, Grosjean liderou o caminho com a marca de 1m31,961s, o que o colocou no oitavo posto, passo que Gutiérrez parou o cronómetros em 1m32,547s, garantindo a décima posição.


          Nico Rosberg, piloto da Mercedes, assegurou a pole-position para o Grande Prémio do Japão. Na sua melhor volta registou o tempo de 1m30,647s, o que deixou o seu colega de equipa e adversário na luta pelo título, Lewis Hamilton, a 0,013s. Foi a trigésima pole-position da carreira de Fórmula 1 de Rosberg, a sua oitava da temporada e a sua terceira em Suzuka. Rosberg detém uma vantagem de vinte e três pontos para Hamilton no Campeonato de Pilotos.


          Antes da qualificação, Grosjean, Gutiérrez e os restantes pilotos participaram na derradeira sessão de treinos-livres para preparar os carros para realizar uma volta rápida ao traçado de 5,807 quilómetros e dezoito curvas.


          Durante a noite a chuva marcou presença em Suzuka, deixando a pista húmida para o início da sessão de sessenta minutos, tendo os pilotos realizado as suas voltas de instalação com pneus Pirelli Cinturato Verde/Intermédio. O asfalto rapidamente secou, tornando os pneus para pista húmida desnecessários. Para as suas primeiras voltas lançadas, Grosjean e Gutiérrez montaram pneus Pirelli P Zero Branco/Médio nos seus respectivos Haas VF-16.


          Gutiérrez teve um susto na sua sexta volta ao sofrer um pião na Curva 5. Acabou por não sair de pista, mas ficou com o carro apontado para o sentido errado. Gutiérrez rapidamente colocou o seu carro no sentido correcto e realizou mais duas voltas para depois regressar às boxes.


          Nos momentos finais da terceira sessão, numa pista praticamente seca, Gutiérrez e Grosjean asseguraram as suas melhores voltas com borrachas Pirelli P Zero Amarelo/Macio. Gutiérrez assegurou o décimo segundo crono, 1m33,787s, alcançado na sua décimo segunda volta. Grosjean ficou no décimo sexto tempo, 1m34,272s, efectuado na sua décima primeira volta. No final, os dois pilotos da Haas F1 Team registaram um total de vinte e nove voltas – dezasseis por Gutiérrez e treze por Grosjean.


          O mais rápido na terceira sessão foi Rosberg, tendo sido o mais rápido em todas as sessões de treinos-livres do fim-de-semana. A melhor volta de Rosberg, 1m32,092s, foi 0,302s mais rápida que a de Daniel Ricciardo, da Red Bull, o segundo mais rápido e o vencedor do Grande Prémio da Malásia, realizado no passado domingo.


           

          Sinto-me bem e muito satisfeito pela equipa. Usámos todos as novas peças. Conseguimos que a nova asa dianteira funcionasse correctamente e isso fez a diferença na qualificação. Toda a sessão correu muito bem. Não consegui usar o DRS na parte final da última curva. Mas chegámos aqui e amanhã temos uma longa corrida numa pista muito difícil. A degradação dos pneus será muito importante. Vamos esperar que amanhã tenhamos um equilíbrio tão bom como de hoje, se isso acontecer, estamos numa boa posição.”



          “Estou muito satisfeito por toda a equipa. Foi surpreendente chegar à qualificação e colocar ambos os carros na Q3, dado que iniciámos o fim-de-semana numa situação difícil. Perdemos muito tempo na segunda sessão e não estávamos completamente satisfeitos com o equilíbrio do carro, mas a equipa conseguiu recuperar totalmente. É uma característica que temos que manter, dado que isto hoje fez a diferença. Demos o máximo e pudemos lutar até ao fim. Sinto-me muito orgulhoso de toda a equipa. Todos eles merecem este resultado, dado que têm vindo a desenvolver um trabalho fantástico. Sem eles, sem os meus mecânicos, os meus engenheiros, o resultado de hoje não seria possível. Portanto, dedico-lhes o resultado de hoje. Amanhã, vamos dar o máximo e não vamos olhar para trás.”


          “Foi um dia muito bom para nós. Completámos o nosso programa na terceira sessão, os rapazes aprenderam bastante e pudemos afinar bem os carros para a qualificação, o que resultou num oitavo e num décimo lugares. Colocar o Romain e o Esteban na Q3 era um dos objectivos para este ano e agora foi alcançado. Chegar à Q3 com ambos os carros por mérito no primeiro ano é fantástico. Temos que tirar o chapéu aos pilotos. Amanhã vamos tentar realizar uma boa corrida e, seguramente, que é possível alcançar os pontos.”


           

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          A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

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          A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.
           

          HAAS NO G.P. DO JAPÃO

           

          Grande Prémio do Japão: Resumo de Sexta-Feira

           

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          Evento:  1ª Sessão de Treinos-Livres e 2ª Sessão de Treinos-Livres

          Data:  Sexta-Feira, 7 de Outubro

          Local:  Circuito de Suzuka

          Layout:  5,807 quilómetros e  18 curvas

          1ª Sessão:  Parcialmente encoberto, 21ºC

          2ª Sessão:  Enevoado, 24ºC

          Pilotos:  Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez

           

           

          Grosjean:  14º (1m35,688s), 17 voltas completadas

          Gutiérrez:  17º (1m36,219s), 21 voltas completadas

          Piloto mais rápido:  Nico Rosberg da Mercedes (1m32,431s)

          Mais voltas completadas:  Valtteri Bottas da Williams (31 voltas)

           

           

          Grosjean:  13º (1m34,241s), 33 voltas completadas

          Gutiérrez:  17º (1m34,643s), 11 voltas completadas

          Piloto mais rápido:  Nico Rosberg da Mercedes (1m32,250s)

          Mais voltas completadas:  Jolyon Palmer da Renault (40 voltas)

           

           

          Depois do calor e da humidade dos dois últimos Grandes Prémios, Singapura e Malásia, a preparação para o Grande Prémio do Japão, que se realizará no reconhecido circuito de Suzuka, decorreu sob condições mais frescas. As duas sessões de treinos-livres de noventa minutos foram efectuadas sob, sobretudo, céu enevoado, com a temperatura a não ultrapassar os 24ºC.


          Romain Grosjean liderou a Haas F1 Team na primeira sessão. A sua melhor marca, de 1m35,688s, realizada no circuito de 5,807 quilómetros e 18 curvas foi suficientemente boa para o levar ao décimo quarto posto da tabela de tempos e surgiu no final da sua décima quinta volta, durante a sua segunda série de voltas. O registo de Grosjean foi alcançado com um jogo de pneus Pirelli P Zero Branco/Médio – o mesmo com o qual realizou a volta de instalação, no início da sessão. Pouco depois de ter assinado a sua marca, no entanto, um problema de travões resultou numa dramática blocagem de rodas e numa passagem pela escapatória da Curva 9. Grosjean conseguiu sair da gravilha, levando o seu Haas VF-16 de regresso à garagem com danos mínimos. O rápido trabalho dos mecânicos durante vinte e cinco minutos, permitiu a Grosjean realizar uma volta antes da sessão terminar.


          Por comparação, o seu colega de equipa, Esteban Gutiérrez, teve uma sessão sem problemas. Rodou exclusivamente com pneus médios e assegurou o seu melhor crono, 1m36,219s, na sua décima quarta volta, o que o deixou no décimo sétimo posto.


          No topo dos tempos da primeira sessão ficou o duo da Mercedes, Nico Rosberg e Lewis Hamilton. Os protagonistas da luta pelo título monopolizaram a tabela de tempos, com a melhor volta de Rosberg, 1m32,431s, a bater o seu colega de equipa por 0,215s.


          A segunda sessão iniciou-se com Grosjean e Gutiérrez a completarem séries para encontrar a base de afinação dos seus respectivos carros. Gutiérrez rodou sete volta com pneus médios, ao passo que Grosjean registou oito com pneumáticos Pirelli P Zero Laranja/Duro. Ambos os pilotos montaram, posteriormente, borrachas Pirelli P Zero Amarelo/Macio para realizarem simulações de qualificação – como esperado, os tempos baixaram.


          Grosjean, na sua décima primeira volta, parou o cronómetro em 1m34,241s, o que o levou até ao décimo terceiro posto. Gutiérrez alcançou na sua melhor volta da tarde o registo de 1m34,643s, quando completava a sua décima volta, que o deixou no décimo sétimo lugar. Gutiérrez efectuou apenas mais uma volta rápida, dado que, abruptamente, um problema de turbo no seu VF-16 colocou-o fora de acção, na aproximação às Curvas Degner, quando faltavam ainda cinquenta minutos para a bandeirada de xadrez.


          Grosjean, entretanto, concluiu a segunda sessão com uma série longa de voltas, iniciando uma conjunto de nove voltas com um jogo de pneus duros usados. Parou nas boxes para o trocar por um jogo de macios, registando mais doze voltas até a bandeirada de xadrez cair.


          A Mercedes liderou, novamente, a segunda sessão, com Rosberg a continuar a ditar o ritmo. A sua melhor volta deixou Hamilton a 0,072s.


          Entre os seus dois pilotos, a Haas F1 Team totalizou durante os treinos de sexta-feira oitenta e duas voltas – cinquenta através de Grosjean e trinta e duas através de Gutiérrez.


           

          “Antes de mais, esta é uma pista fantástica onde se pilotar. Divertimo-nos muito aqui. Claramente, tivemos algumas dificuldades com os travões, hoje, o que não nos ajudou, mas no final conseguimos ultrapassá-las. Ainda temos muito que fazer hoje à noite para tentar equilibrar o carro. Esta é uma daquelas pistas onde os tempos estão muito juntos. Dois décimos de segundo pode fazer muita diferença. Vamos esperar que os possamos encontrar.”



          “Foi um dia complicado. Tenho vindo a tentar experimentar algumas coisas diferentes, para poder encontrar o melhor compromisso em todas as áreas do carro. Agora temos uma ideia clara. Testámos algumas coisas para que possamos estar prontos amanhã. Infelizmente, terminámos a sessão da tarde com um problema, mas isto não prejudicará o nosso programa no sábado e o nosso foco na qualificação.”



          “No geral, tivemos uma boa sessão de testes. Contudo, na primeira sessão, o Romain teve dificuldades com os travões. O pedal foi ao fundo, embateu numa barreira e partiu a asa dianteira. Mais nada foi danificado, portanto, foi uma reparação simples, com a troca da asa dianteira. É claro que perdemos algum tempo. Na segunda sessão o carro do Romain rodou sem problemas, mas o do Esteban teve um problema. Tivemos dificuldades com o turbocompressor, que estamos ainda a investigar. Tivemos que terminar a sessão dele e ficou parado em pista. Ainda assim aprendemos algumas coisas. Temos ainda que trabalhar na afinação para amanhã, assim como no equilíbrio, mas não estamos mal.”

           

          Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (12h00 – 13h00) antes da qualificação, que terá o seu início às 15h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis pilotos mais rápidos a avançarem da Q1 para a Q2. Posteriormente, os dez pilotos mais rápidos na Q2 seguem para a Q3, durante a qual lutarão pela pole-position.


           

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          DI GRASSI NA FÓRMULA E

           

          Fórmula E: Desistir nunca! Lucas di Grassi ganha 17 posições na abertura da temporada e vai ao pódio

          ePrix de Hong Kong foi disputado na madrugada deste domingo (9); o cenário para o brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport era o pior possível, mas estratégia arriscada o fez pular do último para o segundo lugar

          Era daqueles domingos em que tudo vinha dando errado. Uma batida na classificação, um acidente na primeira volta, ter de fazer uma parada extra para troca do bico do carro e retornando meia volta atrás do penúltimo colocado. Mas Lucas di Grassi e a equipe ABT Schaeffler Audi Sport passaram uma mensagem importante aos adversários - a de não desistir nunca. Assim, o piloto brasileiro adicionou mais um pódio ao seu recorde de presenças e terminou a abertura da temporada da Fórmula E em um excelente segundo lugar depois de ter largado em penúltimo.

          "Este segundo lugar foi como uma vitória", afirmou Lucas di Grassi após o pódio em Hong Kong. Depois de ter liderado o primeiro treino livre, o brasileiro não teve o classificatório que desejava: bateu em sua volta rápida em uma chicane que havia sido alterada pouco antes da sessão de definição do grid, o que o relegou à penúltima posição na largada.

          Na saída, o pesadelo continuou. No apertado traçado de 1,8 quilômetro, Di Grassi se viu enroscado em um acidente na segunda curva. "Tive uma boa largada, mas então Ma (Qing Hua) bateu em alguém e eu não consegui desviar, batendo também. O bico ficou quebrado e tive que ir aos boxes. Ali, pensei que havia terminado para mim", narrou. "Os mecânicos, no entanto, fizeram um trabalho fantástico para me manter na volta do líder - embora eu tenha voltado meia volta atrás do penúltimo colocado", prosseguiu.

          Extremamente prejudicado e longe dos adversários, Lucas tinha a estratégia de somar alguns pontos com a melhor volta - mais uma vez contando com o FanBoost, que premia os três pilotos mais votados com energia extra para ser usada durante uma oportunidade e ganhar mais velocidade.

          "Na minha cabeça eu estava correndo para marcar a melhor volta da corrida e ganhar alguns pontos, mas o time no rádio mandou eu continuar forçando. Aí entrou o safety car", lembrou, após a batida de José María Lopez. "Ali, vimos a nossa oportunidade, embora ainda fosse muito cedo para trocar de carro".

          Pouco antes da 20ª volta de 45, Lucas resolveu parar nos boxes e fazer sua troca obrigatória de carro. O brasileiro foi o primeiro a parar, quando os carros ainda tinham entre 25 e 20% de bateria restante. A estratégia, então, passou a ser economizar ao máximo durante a intervenção do carro de segurança, e tentar dar três voltas a mais que os adversários para terminar a prova ainda com energia suficiente.

          "Foi uma amostra que minha equipe, a Audi e todos os parceiros, como KNM, a Qualcomm, a Aethra e todos que me apoiam sabem que não desisto nunca, que vou lutar até o fim, e isso hoje foi mais uma vez mostrado. Ficamos na pista, lutando. Eu tinha que dar duas ou três voltas a mais que todo mundo por causa do consumo de energia - porque paramos antes -, e nessa estratégia arriscada a gente conseguiu manter um bom ritmo e chegar em segundo lugar", disse.

          A vitória ficou com Sébastien Buemi, que parou pouco mais tarde e conseguiu ultrapassar Di Grassi duas voltas após a relargada. No entanto, para o brasileiro, um gosto de vitória por tudo o que foi vivido neste intenso domingo em Hong Kong.

          "Mais uma vez vimos que corridas só terminam com a bandeira quadriculada. Graças à minha equipe, que foi muito aguerrida hoje, mostramos que não desistimos nunca. Isso foi uma mensagem importante aos adversários nesta nova temporada", avisou.

          "Começamos novamente o campeonato com o pé direito e esse ano estamos mais competitivos. Vamos poder ir mais para cima, lutar por mais vitórias e pódios, se Deus quiser", concluiu Lucas.

          A segunda etapa da temporada 2016-2017 da Fórmula E acontece em 12 de novembro nas ruas de Marrakesh, no Marrocos. Antes, no entanto, Lucas disputa as 6 Horas de Fuji, no Japão, pela Audi Sport no FIA WEC - o Campeonato Mundial de Endurance - já no próximo sábado (15). Na temporada dos protótipos, o brasileiro é também o vice-líder da competição.

          ePrix de Hong Kong - Top-5:
          1-) Sébastien Buemi (Renault e.Dams) - 45 voltas
          2-) LUCAS DI GRASSI (ABT SCHAEFFLER AUDI SPORT) - a 2s477
          3-) Nick Heidfeld (Mahindra Racing) - a 5s522
          4-) Nicolas Prost (Renault e.Dams) - a 7s360
          5-) António Félix da Costa (Andretti) - a 17s987

          CAMPEONATO (Top-5):
          1-) Sébastien Buemi - 25 pontos
          2-) LUCAS DI GRASSI - 18
          3-) Nick Heidfeld - 15
          4-) Nicolas Prost - 12
          5-) António Félix da Costa - 10

           

          LUCAS DI GRASSI (ABT Schaeffler Audi Sport)

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          HAAS NO G.P. DO JAPÃO

           

          Prontos para Subir na Terra do Sol Nascente

          Depois de Algumas corridas Difíceis, a Haas F1 Team quer lutar por pontos no Japão


          KANNAPOLIS, Carolina do Norte (5 de Outubro, 2016) – Apesar de duas as corridas em que a Haas F1 Team teve resultados aquém do desejado, ainda assim o Sol levantou-se nas segundas-feiras depois dos Grandes Prémios de Singapura e da Malásia. É apropriado, então, que a Haas F1 Team visite o País do Sol Nascente no próximo fim-de-semana, onde espera inverter a recente tendência.


          O Grande Prémio do Japão, que se realiza no próximo domingo no Circuito de Suzuka, marca o final da etapa de três corridas realizadas no Extremo Oriente. A visita não foi frutuosa para a Haas F1 Team, com a equipa a sofrer três abandonos e não marcou qualquer ponto.


          Apesar dos recentes desilusões, o circuito de 5,807 quilómetros e dezoito curvas oferece aos pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, a possibilidade de recuperação.


          Grosjean liderou o Grande Prémio do Japão de 2013 durante vinte e seis voltas, acabando por terminar no terceiro posto, no encalço dos Red Bull de Sebastian Vettel e Mark Webber. No Grande Prémio do Japão do ano passado, Grosjean terminou nos pontos, com um sólido sétimo lugar.


          Gutiérrez marcou pontos pela primeira vez na Fórmula 1 quando terminou em sétimo lugar em Suzuka, na sua temporada de estreia, em 2013. O afável piloto tem vindo a bater à porta de classificações nos pontos durante todo o ano, terminando por cinco vezes no décimo primeiro lugar nas doze últimas corridas.


          Grosjean e Gutiérrez olham com ansiedade para Suzuka e não apenas por ser sua próxima oportunidade para ultrapassar os infortúnios que sofreram. Suzuka é um circuito de pilotos, onde os carros podem ser puxados até ao seu limite absoluto, sem estar agarrados à pista devido ao apoio aerodinâmico máximo.


          O layout de Suzuka perfaz um oito e é único traçado entre os vinte e um que compõem o calendário da Fórmula 1 com esta configuração. A ponte que passa por cima da recta que liga a curva 9 (Degner 2) à 10 é a sua assinatura, com os pilotos a rodarem próximos dos 330Km/h quando atravessam a pista a caminho da Curva 15, mais conhecida por 130R, baptizada desta forma devido ao seu raio de 130 metros.


          O primeiro sector da pista sublinha a eficiência aerodinâmica dos carros, ao passo que o segundo sector recompensa a potência. O traçado oferece todos os tipos de curvas e o seu asfalto relativamente antigo fornece um elevado nível de aderência.


          A grande quantidade de aderência combinada com elevadas forças laterais durante as curvas acelera o desgaste dos pneus, o que levou a que, pela segunda semana seguida, a Pirelli leva os três compostos mais duros da sua gama - P Zero Laranja/Duro, P Zero Branco/Médio e P Zero Amarelo/Macio.


          Resiliência é um adjectivo que descreve perfeitamente a Haas F1 Team. A primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos já marcou vinte e oito pontos na sua temporada de estreia na categoria máxima do desporto automóvel e está num respeitável oitavo lugar no Campeonato de Construtores, a dezanove pontos da Toro Rosso, a sétima classificada, e com vinte de vantagem sobre a Renault, que está na nona posição.


          Estão cinco corridas por disputar em 2016, o que oferece à Haas F1 Team mais cinco possibilidade de solidificar a sua posição entre as suas adversárias mais estabelecidas. Tendo já se elevado do sonho até à realidade, a Haas F1 Team procura manter a sua trajectória ascendente no Grande Prémio do Japão, que se realiza no domingo.

          Circuito de Suzuka

          Perímetro: 5,807 quilómetros

          Voltas: 53

          Distância de corrida: 307,471 quilómetros

          Transmissão televisiva: Eurosport 2Xtra:

          Programa de antevisão – 5h00

          Corrida - 6h00

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          Sobre a Haas Automation

          A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

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          Apesar de esta ser a primeira temporada da Haas F1 Team, esta tem sido muito produtiva, é desapontante ter este tipo de dificuldades que experimentaram em Singapura e na Malásia tão tarde?

          “Não é que tenhamos tido este tipo de problemas. Só agora estamos a tê-los. Precisamos apenas de lidar com eles e continuar a encontrar soluções. Este é o momento para mostrarmos como somos fortes. Já enfrentámos adversidades anteriormente. Conseguimos sempre recuperar. Continuamos a trabalhar para os resolver. A única forma de sair destas situações é continuar a trabalhar. Podemos dizer que não temos sorte, mas fazemos a nossa própria sorte. Quando estas coisas acontecem, analisamos o que se passou para evitar que volte a acontecer e nunca desistimos.”


          A estabilidade a alta velocidade, que se consegue através de rigidez mecânica e equilíbrio aerodinâmico, parece ser a chave para o sucesso em Suzuka. O que fazem para a alcançar?

          “Não podemos fazer muito para além daquilo que o carro já tem e estamos muito confiantes de que o que temos poderá funcionar bem. Precisamos apenas de encontrar um equilíbrio para o fim-de-semana. O Japão é um traçado de alta velocidade e tem algumas curvas muito desafiantes, mas é um local simpático e espero que possamos encontrar uma boa afinação e demonstrar o que podemos fazer.”


          A potência é outra característica importante e óbvia para se ter um fim-de-semana bem sucedido em Suzuka. A equipa recebeu a mais recente evolução da Ferrari em Monza. Como tem vindo a ser a sua performance e é crucial tê-la numa pista em que teremos algumas das velocidades de ponta mais elevadas da temporada?

          “A potência é sempre importante, mas é ainda mais em pistas como Spa, Monza e Suzuka. A mais recente evolução da Ferrari é muito boa. Ajudou-nos bastante em Spa e em Monza. Em Monza chegámos à Q3 graças à potência da evolução da Ferrari. Penso que nos ajudará também em Suzuka, desde que consigamos encontrar um bom equilíbrio para o carro.”


          Em Suzuka parece ser delicado alcançar um equilíbrio aerodinâmico. Se for demasiado apoio aerodinâmico, sofre-se nas rectas. Se for pouco, os pilotos não sentem confiança para atacar as zonas mais sinuosas e as curvas. Evidentemente, o nível do apoio aerodinâmico é previsto tendo em conta o conforto que os pilotos têm a dada velocidade. Como encontram o equilíbrio entre a necessidades do carro e as necessidades do piloto?

          “É uma daquelas coisas que têm de andar de mão dada. Uma vez encontrada a forma mais rápida de efectuar a pista, ao equilibrar a velocidade de ponta com o apoio aerodinâmico, o piloto fica satisfeito, uma vez que ele pretende ser o mais rápido possível no circuito. Para eles, quanto melhor for o tempo da volta, melhor.”


          A subviragem ao longo dos esses entre a curvas 3 e 7 é, normalmente, uma das coisas resolver em Suzuka. Como resolvem a subviragem e em que ponto uma alteração para ajudar o carro num determinado ponto do circuito o prejudica noutra?

          “Tem sobretudo a ver com a forma como o carro é afinado desde o início. É sempre possível ter um pouco de subviragem, mas depois ficamos com sobreviragem em outras zona do circuito. Vamos ver como corre.”


          Com todo o investimento realizado na Fórmula 1, o investimento que uma dada equipa realiza na sua dupla de pilotos sobressai em Suzuka?

          “Sim, sem dúvida. É preciso ser corajoso em Suzuka. Quando se sai é a alta velocidade e, por vezes, o embate não é simpático. É preciso ser corajoso, mas é também necessário ser muito técnico para afinar o carro. Definitivamente, Suzuka é uma pista que testa as qualidades dos pilotos.”


          Para lá da pista, outro assunto muito discutido em Suzuka é a paixão dos adeptos. Pode descrever a atmosfera que se sente na pista e o fervor que os adeptos japoneses têm pela Fórmula 1?

          “Penso que é muito especial. Se alguém é fã em Suzuka é dos intensos. Estarão a fazer filas fora do circuito. É fantástico a paixão que têm. Penso que muita gente gosta deste evento por ser tão diferente de todos os outros.”


          Depois da Malásia, teve algum tempo livre antes de ir para Suzuka. O que foi que fez e aonde foi?

          “Eu vim directo para Suzuka. Pensei em passar algum tempo em Tóquio, mas há muito para fazer tendo em vista o próximo ano. Ter um dia no escritório, mesmo sendo num quarto de hotel, é preferível para que possa estar pronto para o fim-de-semana com todo o trabalho em dia.”


          O Japão tem uma cozinha fantástica e única. Qual é a sua favorita?

          “Qualquer sushi ou sashimi. Gosto muito. Aparentemente, há um restaurante muito bom perto do circuito que eu não conheço, portanto, estou ansioso por experimentar.”


          Quando deixarem o Japão, estarão a preparar-se para a corrida caseira da equipa – o Grande Prémio dos Estados Unidos da América, em Austin, Texas. Onde quer que a Haas F1 Team esteja então e quais serão os pensamentos que terá no longo voo de regresso à Carolina do Norte?

          “Penso que o mais importante é não cometer erros. O nosso carro é o sexto ou o sétimo mais rápido da grelha de partida, neste momento. Esperamos que seja o sexto e conseguir uma boa qualificação para chegar à Q3. O mais importante é não cometer erros. Queremos mostrar o nosso carro da melhor forma possível a todos os adeptos americanos e dar-lhes um bom espectáculo.”



          Foram-te atribuídas declarações em que dizes que Suzuka é a tua pista preferida no mundo inteiro. Porquê?

          “É sempre difícil dizer porquê. Penso que é a sua fluidez, as curvas, a natureza de alta-velocidade da pista. Há o risco, também, com todas as escapatórias de gravilha e as zonas mais estreitas do circuito. No geral, contudo, não se trata apenas de uma coisa e, por vezes, não sabemos porque gostamos de uma determinada coisa, apenas gostamos.”


          Em 2013 lideraste vinte seis voltas do Grande Prémio do Japão em Suzuka, para depois terminares em terceiro. Essa foi a maior quantidade de voltas que passaste no comando num circuito de Fórmula 1. Fala-nos dessa corrida e de que forma te foi possível rodar na frente durante tanto tempo?

          “Arranquei do quarto lugar da grelha e parti muito bem. Liderei desde a primeira curva. A Red Bull apostou na sua estratégia. Puseram um carro numa estratégia de duas paragens e outro numa de três. Liderámos vinte e seis voltas, mas perdemos posições para eles. Foi fantástico, porém. Lembro-me de dizer para mim mesmo para não sair de pista, dado que todas as câmaras apontavam para mim. Foi um grande sentimento estar na liderança. Adorei. Lembro-me de ir para a estação do caminho de ferro depois da corrida e de estar rodeado de fãs. Foi agitado, mas memorável.”


          Em Suzuka parece ser delicado alcançar um equilíbrio aerodinâmico. Se for demasiado apoio aerodinâmico, sofrem nas rectas. Se for pouco, vocês não sentem confiança para atacar as zonas mais sinuosas e nas curvas. Evidentemente, o nível do apoio aerodinâmico é previsto tendo em conta o conforto que vocês sentem a dada velocidade. Como encontram esse equilíbrio?

          “É uma daquelas pistas onde é necessário muito apoio aerodinâmico e um carro verdadeiramente bom nas curvas de alta velocidade. Há também algumas curvas de baixa velocidade que são muito importantes. Tudo tem a ver com sentir confiança certa para poder dar o máximo naquelas curvas complicadas do sector 1. Não é uma pista fácil para afinar o carro, mas é decididamente fantástica para se rodar.”


          A subviragem ao longo dos esses entre a curvas 3 e 7 é, normalmente, uma das coisas resolver em Suzuka. Como resolvem a subviragem e em que ponto uma alteração para ajudar o carro num determinado ponto do circuito o prejudica noutra?

          “Há uma linha muito fina. Se começamos a sentir subviragem muito cedo, entramos na trajectória errada bastante cedo para as curvas 3, 4, 5, 6, 7 e 8. Se começamos com sobreviragem, também é mau. Existe uma linha muito fina para se poder ter o equilíbrio correcto, e para não se ser demasiado lento nas curvas mais lentas.”

          Dirias que Suzuka é uma pista de pilotos?
          “Definitivamente.”

          É possível que seja mais fácil para um piloto fazer a diferença em Suzuka que noutro circuito?

          “Infelizmente, não. Tem tudo a ver com encontrar um bom equilíbrio para o carro. A performance do carro dita a nossa performance. É mais ou menos o mesmo em todo o lado. Podemos tentar contornar as situações, e ser mais consistentes.”


          Onde existem oportunidades para ultrapassar em Suzuka?

          “Decididamente, com o DRS, na Curva 1. Existe também uma grande travagem para a chicane, a última curva. Há o gancho do meio do circuito, onde podemos tentar na zona de travagem.”


          Qual é a tua zona preferida de Suzuka?
          “É muito complicado escolher uma, mas eu decido-me pelo primeiro sector.”

          Descreve uma volta a Suzuka.

          “As curvas 1 e 2 são de altíssima velocidade na entrada. São curvas longas, com uma saída complicada. O primeiro sector tem uma fluidez de curvas que nos obriga a ter uma tajectória perfeita ao longo delas, sendo a mais complicada a 7 e a 8, aonde se sobe em tracção. Depois temos um dupla direita, de elevadíssima velocidade, e um corrector de saída muito complicado a meio. Passamos então por baixo da ponte para seguirmos para a travagem forte para o gancho. A tracção é muito importante para sairmos a caminho das curvas Spoon. Aqui acontece o mesmo que na Curva 1 – uma entrada de altíssima velocidade, a reduzir a velocidade para a segunda parte e uma saída muito importante, que nos leva para a recta das traseiras. Depois temos a 130R, feita a fundo, seguida por uma grande travagem para a última chicane, em que a aplicação do acelerador é muito complicada.”


          Para lá da pista, outro assunto muito discutido em Suzuka é a paixão dos adeptos. Podes descrever a atmosfera que se sente na pista e o fervor que os adeptos japoneses têm pela Fórmula 1?

          “É uma atmosfera louca desde quinta-feira. Todas as bancadas estão completamente cheias. Depois da corrida, continuam lá a ver as repetições do Grande Prémios nos ecrãs. Mostram também modas muito engraçadas, com alguns acessórios loucos. Eles adoram a Fórmula 1 e são muito apaixonados. É uma atmosfera electrizante. É fantástico ver toda aquela paixão e tanta gente a torcer por equipas como a nossa.”

           

          Depois da Malásia, tiveste algum tempo livre antes de ir para Suzuka. O que foi que fizeste e aonde foste?

          “Fui a Tóquio. Adoro aquela cidade. Dei algumas voltas e comi bom sushi. Também comprei algumas coisas para ‘geeks’.”


          O Japão tem uma cozinha fantástica e única. Qual é a tua favorita?

          “Quando falamos do Japão, toda gente menciona o suhsi. Há muito mais para além disso no país. Há boa carne, bom peixe. As técnicas são muito distintas das francesas. É muito delicada. Adoro.”


          Quando deixares o Japão, estarás a preparar-te para a corrida caseira da Haas F1 Team – o Grande Prémio dos Estados Unidos da América, em Austin, Texas. Onde queres que a Haas F1 Team esteja então?

          “Gostaria que estivéssemos no degrau mais alto do pódio de Austin. Isso seria um sonho. Estou ansioso por chegar lá. Será fantástico. Espero que tenhamos muito apoio. Mal posso esperar por chegar aos Estados Unidos. Em pista, é evidente, estamos ainda num estágio de desenvolvimento. Temos que verificar todas as nossas peças de evolução, garantir que funcionam bem e começar a olhar para a direcção que vamos tomar para o próximo ano.”


           

           

          Foi em Suzuka que marcaste pontos pela última vez – terminaste o Grande Prémio do Japão de 2013 no sétimo posto. Tens estado a bater à porta dos pontos toda a temporada, com cinco décimo primeiros lugares a provarem-no. Estás com vontade de deitar essa porta a baixo e finalmente marcar alguns pontos?

          “Estou desejoso de um resultado entre os dez primeiros. Todos na equipa estão a dar o máximo para que isso aconteça. A equipa está muito motivada. Todos querem manter a mesma abordagem, muito embora por vezes seja um pouco frustrante, mas em vez de frustração, estamos cada vez mais motivados para realizar um bom trabalho e alcançar os dez primeiros. Temos vindo a tirar o máximo de partido do carro e esperamos continuar a fazê-lo.”


          A subviragem ao longo dos esses entre a curvas 3 e 7 é, normalmente, uma das coisas resolver em Suzuka. Como resolvem a subviragem e em que ponto uma alteração para ajudar o carro num determinado ponto do circuito o prejudica noutra?

          “Tem sempre a ver com a zona onde passamos mais tempo e onde passamos mais tempo é nas curvas do primeiro sector. Existem muitas curvas em Suzuka, portanto, temos que nos concentrar em ter um bom carro nelas e no resto tentamos aguentar. Queremos uma afinação optimizada para o primeiro sector.”


          Dirias que Suzuka é uma pista de pilotos?

          “Sim, diria. É uma pista muito agradável. É uma pista de que todos os pilotos gostam, mas claro, isso depende de ter um bom carro. É uma pista de que gosto muito.”


          É possível que seja mais fácil para um piloto fazer a diferença em Suzuka que noutro circuito?

          “O piloto pode fazer a diferença porque Suzuka exige muito precisão. Temos muitas sequências de curvas, portanto, quanto mais precisos e agressivos formos, mais rápidos podemos ser nas curvas. Queremos ser muito precisos sem perder o ritmo.”


          Onde existem oportunidades para ultrapassar em Suzuka?

          “Na Curva 11 e também na Curva 16.”


          Tens algum momento especial em Suzuka?

          “A primeira vez que fui a Suzuka foi com a Fórmula 1 em 2013, quando marquei pontos. Agora quero fazer o mesmo.”


          Qual é a tua zona preferida de Suzuka?

          “Decididamente o primeiro sector.”


          Descreve uma volta a Suzuka.

          “A primeira curva é muito rápida e, quando a abordamos, vamos a fundo. Viramos e começamos a travar no meio. Vamos para os esses, que são compostos pelas curvas 3, 4, 5, 6 e 7. Temos que encontrar um bom ritmo, enquanto tentamos ser o mais rápido possível. É importante ter uma boa saída da curva 7. Chegamos à Curva 8 – é uma curva muito especial, dado que tem um camber invertido no meio e chegamos com muita velocidade. Depois temos o gancho, que é muito rápido, temos que nos concentrar muito na saída uma vez que a secção seguinte é uma longa recta. Então chegamos às curvas 13 e 14, iniciando-as a alta velocidade. A saída da 14 é muito importante, dado que temos uma longa recta com uma curva pelo, a 15, que é feita completamente a fundo, muito interessante e fantástica de ser feita. Chegamos à chicane, sem dificuldades, muito lenta. O carro está afinado para as curvas de alta velocidade e quando chegamos à chicane é um pouco complicado. Usar os correctores é muito importante. Chegamos à recta da meta e está feito.”


          Para lá da pista, outro assunto muito discutido em Suzuka é a paixão dos adeptos. Podes descrever a atmosfera que se sente na pista e o fervor que os adeptos japoneses têm pela Fórmula 1?

          “Nunca imaginei, antes de lá ter ido pela primeira vez. Os adeptos são muito apaixonados, muito intensos de uma forma muito positiva e gosto muito de ir a Suzuka. A atenção é massiva a todos os pilotos de Fórmula 1. Têm muito respeito e são muito educados e eu adoro a cultura deles.”


          Depois da Malásia, tiveste algum tempo livre antes de ir para Suzuka. O que foi que fizeste e aonde foste?

          “Tóquio é um dos meus locais preferidos, uma das minhas cidades preferidas. Passei lá dois dias, num bom hotel, andei em Ginza e em Roppongi e passei bons momentos a comer sushi.”


          Quando deixares o Japão, estarás a preparar-te para a corrida caseira da Haas F1 Team – o Grande Prémio dos Estados Unidos da América, em Austin, Texas. Onde queres que a Haas F1 Team esteja então?

          “Quero que tenhamos uma atitude muito positiva para que possamos maximizar todo o fim-de-semana. Vamos ter muito apoio e temos que usar isto como motivação para alcançar o melhor resultado possível.”


           

           

          Circuito de Suzuka

          • Número de voltas: 53 
          • Distância de corrida: 307,471 quilómetros
          • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
          • Este circuito de 5,807 quilómetros e 18 curvas alberga a Fórmula 1 desde 1987, tendo no ano passado sido o palco do seu 27º Grande Prémio.
          • Kimi Raikkonen detém o recorde da volta a Suzuka (1m31,540s), assinado em 2005 com a McLaren.
          • Michael Schumacher detém o recorde da qualificação em Suzuka (1m28,954s), assinado em 2006 com a Scuderia Ferrari durante a Q2.
          • O layout de Sukuza tem a configuração de um oito e é a única pista dos vinte e um circuitos que compõem o calendário da Fórmula 1 com esta configuração. Ostenta todo o tipo de curvas, o que o torna num dos preferidos entre os pilotos. Podem puxar os limites sem que os carros fiquem colados a pista devido ao apoio aerodinâmico máximo, desde que os seus carros estejam devidamente equilibrados aerodinamicamente. Demasiado apoio aerodinâmico limita os carros nas rectas, ao passo que se tiver pouco os pilotos não têm confiança para que possam dar o máximo nas zonas mais sinuosas da pista. Os pilotos são, no entanto, ajudados pelo elevado nível de aderência de Suzuka. O asfalto relativamente antigo abusa dos pneus, uma vez que a sua superfície rugosa fornece uma elevada quantidade tracção. Isto combinado com as elevadas forças laterais ao longo das curvas, produz um elevado desgaste nos pneus, o que levou a Pirelli a decidir disponibilizar  os três compostos mais duros da sua gama - P Zero Laranja/Duro, P Zero Branco/Médio e P Zero Amarelo/Macio. Realizar uma volta perfeita é difícil em Suzuka, mas é extremamente recompensador quando alcançada.
          • DYK? A NASCAR realizou duas corridas no Circuito de Suzuka, em 1996 e 1997. Ambas foram eventos de exibição e foram efectuadas depois do final da temporada regular da NASCAR, em Novembro. A primeira corrida foi vencida por Rusty Wallace e a segunda por Mike Skinner. Em 1997 foram utilizados pneus de chuva pela primeira vez num evento da NASCAR, com as equipas a rodarem com pneus de chuva da Goodyear nos treinos-livres e na qualificação. A volta mais rápida realizada por um Stock Car em Suzuka foi alcançada em 1996, quando Wallace garantiu a pole-position com a velocidade média de 133,703 Km/h, aos comandos de um Ford Thunderbird.
          • Durante o fim-de-semana do Grande Prémio do Japão, a temperatura mínima andará entre os 14ºC e 20ºC e a máxima entre os 22ºC e os 25ºC. A humidade relativa estará entre os 59% e os 88%. O vento variará entre os 5 Km/h e os 26 Km/h, raramente excedendo os 35 Km/h. 

          • Pirelli leva para Suzuka três tipos de pneus:
          • P Zero Cor de laranja/Duro – Menos aderência, menos degaste (usados para séries longas de voltas)

            • P Zero Branco/Médio menos aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
            • P Zero Amarelo/Macio – mais aderência, desgaste médio (usado para séries curtas de voltas, e para a Q1)
          • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
          • Um piloto pode usar os três jogos de Pirelli na corrida. Por exemplo, se tiver usado os P Zero Amarelo/Macio para passar da Q2 à Q3, terá que iniciar a corrida com esses pneus e tentar realizar algumas voltas bastante rápidas para ganhar alguma margem para os seus adversários antes entrar nas boxes para montar os P Zero Laranja/Duro. Depois, dependendo das circunstâncias da corrida, noutra paragem nas boxes, pode montar os P Zero Branco/Médio, permitindo ao piloto atacar durante as últimas voltas.
          • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Desses 13 jogos, os pilotos e as suas respectivas equipas podem escolher as especificações de dez deles entre os três compostos disponíveis. Os restantes três jogos são definidos pela Pirelli – dois tipos obrigatórios para a corrida (um jogo de P Zero Cor de laranja/duro e um de P Zero Branco/médio) e um tipo obrigatório para a Q3 (um jogo de P Zero Amarelo/Macio). A Haas F1 Team seleccionaram os seguintes jogos:
            • Grosjean: três jogos de Pirelli P Zero Cor de laranja/Duro, três jogos de pneus P Zero Branco/Médio e sete jogos de P Zero Amarelo/Macio

            • Gutiérrez: dois jogos de Pirelli P Zero Cor de laranja/Duro, quatro jogos de P Zero Branco/Médio e sete jogos de P Zero Amarelo/Macio

           

          MERCEDES ADERE À FÓRMULA E

           

          Toto Wolff e Alejandro Agag estabeleceram um acordo para reservar um lugar na equipa com vista a uma futura participação no campeonato de monolugares elétricos. A Mercedes-Benz Grand Prix Ltd (MGP) e a Formula E Operations Ltd assinaram um acordo sob o qual a Mercedes-Benz fica com o direito de opção para participar na FIA Formula E Championship, na Temporada 5. Conforme descrito pelo acordo de opção, a Mercedes-Benz poderá exercer opção por uma das 12 vagas propostas pelo Promotor do Campeonato à FIA para participar na temporada de 2018-2019 da Formula E Championship.”170 Copy171 Copy

           

          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

           

          ANTEVISÃO GRANDE PRÉMIO PIRELLI DOS ESTADOS UNIDOS

          18ª Ronda de 21

          Austin, de 21 a 23 de Outubro de 2016

           

          140 CopyApós as ultimas duas corridas com a nomeação do composto duro, o P Zero branco (médio), P Zero amarelo (macio) e o P Zero vermelho (Supermacio) são as escolhas para o circuito das Américas. No ano passado a chuva torrencial cancelou diversas sessões e os pneus “Slicks” não foram utilizados até ao dia da corrida. Este ano, as equipes esperam por um fim de semana convencional, com tempo seco suficiente para obter referências acerca da eficácia dos três compostos nomeados para o circuito texano. No entanto, a experiência passada revelou que existem diversas condições que serão sempre possiveis: Outro fator que as equipes terão que considerar neste popular, diversificado e técnico grande prémio.

           

          O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DOS PNEUS:

          • O circuito tem um design exclusivo, contrário ao movimento do sentido horário, com aspectos e curvas análogas de outros circuitos de F1.

          • A curva 1, é um gancho exigente com uma aproximação descendente, onde é dificil obter referências de travagem.

          • A curva 11, é outro “cotovelo”, onde os carros travam e curvam em simultâneo.

          • O asfalto ainda é recente (2012), mas proporciona mais aderência à medida que vai sendo utilizado.

          • Os carros em Austin, geralmente são afinados com uma aerodinâmica média, onde as ultrapassagens são muito possiveis, particularmente na sequência das curvas após a curva 2, permitindo um número elevado de opções estratégicas.

          • Existem três longas e rápidas retas, que arrefecem os pneus e tornam a travagem mais dificil.

           

          OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS:

          • Médio - branco: Juntamente com o composto macio, é um dos dois compostos nomeados disponíveis para a corrida.

          • Macio - amarelo: Este foi o unico “Slick” utilizado pelo vencedor na corrida do ano passado, com a pista a secar.

          • Supermacio – Vermelho: Vai ser utilizado pela primeira vez em Austin e deverá ser o composto significativamente mais rápido dos três.

           

          COMO FOI HÁ UM ANO:

          • A pista nunca secou até à corrida, com a grelha de partida atribuída através dos tempos da Q2. Lewis Hamilton venceu a corrida de 56 voltas, iniciando com intermédios, em seguida trocou para macios nas voltas 18 e 43.

          • A melhor estratégia alternativa: Sebastian Vettel foi ao pódio com uma estratégia de três paragens. Iniciou da 13ª posição da grelha, usando o composto médio, numa corrida que foi condicionada por dois “Safety Cars”.

           

          PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTOSPORT DIRECTOR:

          " É importante referir a importância dos Estados Unidos tanto como a corrida ou pelo seu mercado, com a abertura em Los Angeles no inicio do ano da nossa primeira loja P Zero a nível mundial. O Grande prémio em 2015 foi particularmente desafiador por causa das condições climatéricas, o que causou às equipes a ausência de dados referentes ao comportamento dos Slicks em Austin. Também pela primeira vez vamos disponibilizar o composto Supermacio. Como resultado, em particular este ano as sessões de treinos livres serão de extrema importância, para a definição da melhor estratégia

           

          O QUE HÁ DE NOVO?

          • Os danos causados pelo furacão que atingiu a corrida após a corrida do ano passado foram reparados. À parte disto, este ano não existem alterações no circuito, pista ou infra-estruturas.

          • Pela primeira vez, Nico Rosberg experimentou na semana passada em Barcelona a gama de pneus da Pirelli 2017, com um protótipo da Mercedes, que foi afetado pela chuva e temperaturas baixas. Lewis Hamilton foi obrigado a prescindir do teste devido a uma lesão no pé.

          • A série de testes de pneus para 2017 prossegue com a Red Bull em Abu Dhabi utilizando novamente carros prototipo.

           

          OUTROS ASPETOS QUE NOS CHAMARAM A ATENÇÃO RECENTEMENTE:

          • A Pirelli venceu o FIA Hill Climb Masters em Sternberk na Républica Checa – Competição que reúne os melhores pilotos de rampa do mundo, e o nove vezes campeão mundial – Simone Faggioli.

          • A Pirelli patrocina o vencedor deste ano do Campeonato Europeu de Rally (Juniores), Marijan Griebel, que com um carro grupo R5 no Rali de Chipre FIA, terminou num impressionante segundo lugar na sua estreia.

          A NOMEAÇÃO DOS COMPOSTOS DE PNEUS ATÉ À DATA:

           

           

          Roxo

           

          Vermelho

           

          Amarelo

           

          Branco

           

          Laranja

          Austrália

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          Bahrein

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          China

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          Rússia

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          Espanha

           

           

          Macio

          Médio

          Duro

          Mónaco

          Ultramacio

          Supermacio

          Macio

           

           

          Canadá

          Ultramacio

          Supermacio

          Macio

           

           

          Azerbeijão

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

           

          Austria

          Ultramacio

          Supermacio

          Macio

           

           

          Inglaterra

           

           

          Macio

          Médio

          Duro

          Hungria

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          Alemanha

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          Bélgica

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          Itália

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          Singapura

          Ultramacio

          Supermacio

          Macio

           

           

          Malásia

           

           

          Macio

          Médio

          Duro

          Japão

           

           

          Macio

          Médio

          Duro

          Est. Unidos

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          México

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          Brasil

           

           

          Macio

          Médio

          Duro

          Abu Dhabi

          Ultramacio

          Supermacio

          Macio

           

           

          CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

           

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          FORMULA ONE ETIHAD AIRWAYS ABU DHABI GRAND PRIX
          26-27 NOVEMBER 2016
           
          The final race of the season will take place in the awe-inspiring Yas Marina Circuit in Abu Dhabi. The Formula One Grand Prix is the Middle East’s biggest international sporting event and the only twilight race within the race calendar.

          Whether you wish to enjoy the most spectacular views of the race track, Marina, the Yas Viceroy Hotel, from the exquisite Formula One Paddock Club or join guests within the Al-Dhiyafa and Al-Jood VIP suites and grandstands, you are guaranteed one of the most memorable weekends ever.

          As well as the fascinating racing action and VIP hospitality, this round also offers live concerts to include major international artists. Headlining the finale will be non other than the ravishing and iconic Rihanna, global superstar Lionel Ritchie and the legendary duo The Chemical Brothers. Access to the concerts is available with your entry passes.

          For further added value, you have the opportunity to explore the Yas Island which offers gourmet restaurants, entertainment venues, the ultimate Yas Waterworld and the world's largest indoor theme park at Ferrari World. You can even get away from all the fast paced entertainment environment and go for a stroll on the idyllic sands of Yas Beach.

           

          NIVCO HULKENBERG NA RENAULT

           

          Nico Hülkenberg no Renault Sport Formula One Team

           

          O Renault Sport Formula One Team orgulha-se de anunciar que Nico Hülkenberg se irá juntar à equipa em 2017 com um acordo plurianual.

           

          Com vinte e nove anos de idade, Nico disputou 111 Grandes-Prémios de Fórmula 1 desde 2010. O seu palamrés no desporto automóvel inclui uma pole position na F1 logo no ano de estreia, o título da GP2 Series obtido à primeira tentativa e, também, uma vitória na primeira participação nas 24 Horas de Le Mans. Sendo actualmente piloto da Force India, Nico foi também, na F1, piloto da Williams e da Sauber.30 Copy31 Copy

           

          F 1 REGRESSA AO ESTORIL

           

          f1 regressa a portugal… CIRCUITO DO ESTORIL AO RUBRO COM A RENAULT!

           

          Nos próximos dias 22 e 23 de Outubro, todos os caminhos vão dar ao Circuito do Estoril e a culpa é (também) da derradeira jornada do Renault Sport Series que, este ano, integra o programa do European Le Mans Series. As exibições dos Renault F1 e as cinco corridas do Renault Sport R.S. 01 e da Fórmula Renault 2.0 prometem levar ao rubro os muitos milhares de espetadores que são esperados durante o fim de semana. É que para além da competição, não faltam muitas outras atrações com assinatura Renault: “Pit Stop Challenge”, “Freestyl’Air Show”, sessões de autógrafos, “merchandising”, exposição Renault Sport e, ainda, a estreia nacional dos novos Twingo GT, Kadjar e Grand Scénic. No fundo, uma festa para todas as idades, com o Facebook da Renault Portugal a oferecer algumas centenas de entradas para o “paddock26 Copy27 Copy28 Copy

           

          CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1

          CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

           

           

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          ¡TIEMPO DE FIESTA! THE MEXICAN GRAND PRIX IS HERE!
          28-30 OCTOBER 2016
           
          The Gran Premio de México or the Mexican Grand Prix is held at the Autódromo Hermanos Rodríguez in Mexico City which was named after Mexico’s famous racing brothers Ricardo and Pedro Rodriguez. The Grand Prix only recently returned in 2015 at the Mexico City circuit which is drawing flocks of Mexicans to the event who are travelling from all over the world!

          We have limited space available for the famous Mexican Grand Prix. Book your VIP Paddock Club tickets with BAM Motorsports today and enjoy one of the most memorable weekends ever!

           

          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

          CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA1 - 2016

           

          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

           

           

          2016 Japanese Grand Prix – Practice Sessions

          ALL THREE TYPES OF TYRE USED ON QUITE A SLIPPERY SURFACE
          AT SUZUKA DURING FRIDAY FREE PRACTICE

          NICO ROSBERG SETS FASTEST TIME FOR MERCEDES
          IN BOTH SESSIONS ON THE SOFT COMPOUND

          POSSIBILITY OF RAIN TOMORROW THROWS ANOTHER VARIABLE
           INTO STRATEGY CALCULATIONS

          At the very start of the Japanese Grand Prix weekend, Suzuka is usually ‘green’ and slippery: today was no exception as the drivers got to grips with the three nominated compounds at one of the most demanding venues of the year.

          There was very little rubber on the track during FP1, where Mercedes driver Nico Rosberg led home his team mate Lewis Hamilton on the soft tyre. The same pattern was repeated in FP2 with Rosberg getting his time down to 1m32.250s.

          The afternoon session took place in track temperatures of 33 degrees, with the teams using each session to assess their long-run pace on different tyres and fuel loads, as well as carrying out qualifying simulations. So far, around 1.5 seconds seems to be the performance gap between the medium tyre and the soft tyre.

          One variable in the strategy calculations could come from the weather, with rain predicted for tomorrow. If it does rain during the weekend, the work carried out today might be less relevant, with teams having to extrapolate strategies for qualifying and the race according to the prevailing conditions.

          In order to have a read of all the compounds, in case rain limits dry running tomorrow, it was important for the teams to try every tyre today. The high working range hard tyre in particular proved especially suited to the demands of Suzuka.

          Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “The drivers experienced quite slippery conditions at the beginning of free practice. This improved as more rubber was laid on the surface. Continuing the pattern that we have seen frequently this season, last year’s pole time was already beaten in FP1, but with rain due tomorrow, we are likely to see a different type of challenge in qualifying. Today there was a lot of work on the hard compound, which seems to be a very good race tyre in these conditions. However if we experience cooler conditions on Sunday, then the track could swing back towards the medium compound.”

          FP1 – TIMES FP2 – TIMES
          Rosberg 1m32.431s Soft New Rosberg 1m32.250s Soft New
          Hamilton 1m32.646s Soft New Hamilton 1m32.322s Soft New
          Vettel 1m33.525s Soft Used Raikkonen 1m32.573s Soft New

          FP1 – BEST TIME PER COMPOUND

          Hard Ricciardo 1m35.299s
          Medium Ricciardo 1m34.112s
          Soft Rosberg 1m32.431s

          FP2 – BEST TIME PER COMPOUND

          Hard Hamilton 1m33.475s
          Medium Rosberg 1m33.758s
          Soft Rosberg 1m32.250s

          MOST LAPS BY COMPOUND

          Hard Sainz 24 laps
          Medium Palmer            24
          Soft Kyvat 22
          Magnussen 22

          Tyre statistics of the day:

          Hard Medium Soft
          kms driven * 1898 2426 2548
          sets used overall ** 25 32 36
          highest number of laps ** 24 24 22

          * The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
          ** Per compound, all drivers combined.

          Minimum prescribed tyre pressures: 22.5 psi (fronts); 21 psi (rears)

           

           

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          G.P.MÓNACO 2017 - F 1

           

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          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

          CAMPEONATO DO MUNDO DE F´ROMULA 2016

           

          GRANDE P´REMIO DO JAPÃO

           

          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

           

           

          2016 Japanese Grand Prix – Race

          MERCEDES DRIVER NICO ROSBERG WINS AN ACTION-PACKED
          JAPANESE GRAND PRIX WITH A TWO-STOP STRATEGY

          ALL THREE COMPOUNDS ON THE GRID AT THE START OF THE RACE:
          FORCE INDIA USES ALL THREE COMPOUNDS DURING THE GRAND PRIX

          WILLIAMS DRIVERS FINISH IN THE POINTS WITH A ONE-STOP STRATEGY

          The Japanese Grand Prix lived up to its action-packed reputation, with plenty of overtaking and a wide variety of tyre strategies at work. A two-stop soft-hard-hard strategy proved to be the most popular option, used by all the top three.

          Nico Rosberg won the race after making a perfect start from pole and resisting attempts by the Red Bull drivers to ‘undercut’ him by making their first pit stops early. The other Mercedes of Lewis Hamilton stayed out slightly longer to gain track position, eventually finishing third after slipping down to eighth following a poor start.

          At the final pit stops he got past Vettel, who ran the soft tyres for his final stint. Hamilton used the extra durability of the hard tyres to challenge Red Bull’s Max Verstappen for second in the closing stages, setting up an unpredictable finale.

          Not everybody followed the two-stop strategy though: Williams drivers Valtteri Bottas and Felipe Massa stopped only once and both finished in the points. Both Renaults and  Saubers also stopped only once.

          All three tyre compounds were seen at the start of the race, with the top 10 all starting on softs, while the one-stoppers began on either the medium or the hard tyre. Force India was the only team to use all three compounds during the race.

          Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “There was plenty of overtaking and tactics at work in Suzuka, with the three compounds we made available providing a wide variety of options when it came to how to run the strategy. The dry weather and absence of safety cars meant that we had two stops for most of the field, but there were some other options that worked well too, including a one-stopper at one of the most demanding circuits of the year in terms of tyre usage. Congratulations to Mercedes for another constructors’ title.”

          Fastest times of the day by compound

          Hard Medium Soft
          First HAM 1m35.152s PER 1m36.756s VET 1m35.118s
          Second RIC 1m35.511s HUL 1m37.351s ROS 1m37.112s
          Third RAI 1m35.990s MAG 1m38.036s BUT 1m37.177s

          Longest stint of the race:

          Hard Massa, Kvyat 29 laps
          Medium Nasr, Magnussen 27
          Soft Vettel 19

          Truthometer: On Saturday a three-stop strategy looked to be theoretically fastest. Instead, Nico Rosberg used two stops to win the grand prix, starting on the used softs, stopping after 12 laps for hards and after 29 laps for hards again.

           

           

           

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          CALENDÁRIO PROVISÓRIO 2017

          CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

           

          CALENDÁRIO PROVISÓRIO PARA 2017

           

           

           

          THE 2017 FORMULA ONETM SEASON CALENDAR IS OUT!

           
          As we come towards the end of another exciting season within Formula One™, plans for 2017 have already started as the new provisional calendar is released this week!

          BAM Motorsports, the Official Distributor of the Formula One Paddock Club will be offering, as well as the ever-so-special Paddock Club packages, many more VIP and exclusive packages, giving you the opportunity to choose what suits you and your guests best for any round and location you choose within the 2017 calendar.
           

           
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          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

          CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

           

          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

           

           

          2016 Japanese Grand Prix – Race – Infographics

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          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

          CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

           

          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

           

           

          2016 Japanese Grand Prix – Sets available for the race – Infographics

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          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

          CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

           

          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

           

           

          2016 Japanese Grand Prix, Qualifying

          NICO ROSBERG CLAIMS POLE FOR MERCEDES ON SOFTS
          IN COOL AND OVERCAST CONDITIONS

          THE TOP 10 ON THE GRID WILL ALL START
          ON SOFT TYRES

          TWO STOPS ARE LIKELY FOR THE RACE,
          WITH VARIABLE WEATHER POSSIBLE

          Mercedes driver Nico Rosberg has claimed pole position for the Japanese Grand Prix, setting a time of 1m30.647s on the soft tyre: the fastest time of the weekend so far that was around two seconds faster than last year’s pole.

          Two stops seem set to be the most probable strategy for the grand prix tomorrow, although this will depend on track and weather conditions. Following some overnight rain, qualifying remained completely dry; however damp conditions at the start of FP3 meant that the Cinturato intermediate and full wet was also briefly used today – meaning that all five tyres were run.

          Everyone used just the soft tyre from Q2 onwards. In Q3 the drivers did two runs (apart from Force India and Haas), timing the final laps for the very end of the session in order to benefit from track evolution.

          Tomorrow is expected to stay dry but the possibility of showers remains, with similar track temperatures to the 26 degrees centigrade seen today.

          Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “Track temperatures were cooler than they had been yesterday, which affected tyre behaviour, along with the overnight rain that washed whatever rubber had been laid on the track yesterday away. The superior speed of the soft tyre meant that it was the automatic choice for qualifying and so the top 10 will all be starting on this compound tomorrow. Where they go from here in terms of strategy will be very interesting, with the whole field closely matched in terms of speed and the possibility of cool and variable weather.”

          How the tyres behaved today:
          Hard: Used by two drivers at Q1 start as an installation. Mandatory set for the race.
          Medium: Mercedes and Red Bull got through Q1 with medium only, not used thereafter.
          Soft: The most popular tyre choice for Suzuka, with a 1.3 second per lap advantage.

          Free practice 3 – top three times

          Rosberg 1m32.092s Soft new
          Ricciardo 1m32.394s Soft new
          Vettel 1m32.731s Soft new

          Qualifying top 10

          Rosberg 1m30.647s Soft new
          Hamilton 1m30.660s Soft new
          Raikkonen 1m30.949s Soft new
          Vettel 1m31.028s Soft new
          Verstappen 1m31.178s Soft new
          Ricciardo 1m31.240s Soft new
          Perez 1m31.961s Soft new
          Grosjean 1m31.961s Soft new
          Hulkenberg 1m32.142s Soft new
          Gutierrez 1m32.547s Soft new

          Most laps by compound so far

          Hard Sainz 24 laps
          Medium Palmer 24
          Soft Kvyat 22
          Magnussen 22
          Intermediate Grosjean 2
          Gutierrez 2
          Wet Bottas 1
          Magnussen 1
          Massa 1
          Palmer 1

          Best time by compound so far

          Hard Hamilton 1m33.475s
          Medium Rosberg 1m31.858s
          Soft Rosberg 1m30.647s

           

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          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

          CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

           

          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

           

           

          2016 Malaysia Grand Prix – Race

          RED BULL’S DANIEL RICCIARDO WINS IN 59-DEGREE TRACK
          TEMPERATURES AT SEPANG WITH A TWO-STOP STRATEGY

          STRATEGIES INFLUENCED BY THREE VIRTUAL SAFETY CARS

           TWO DRIVERS STOP ONLY ONCE AND FINISH IN THE POINTS
          AT AN ACTION-PACKED MALAYSIAN GRAND PRIX

          The Malaysian Grand Prix, won by Red Bull’s Daniel Ricciardo, got underway with 59 degrees of track temperature: the hottest race conditions seen all year.

          Two stops was the winning strategy as expected, but the tactics were influenced by three virtual safety car periods in the race – the second of which fell just within the pit window for a two-stop race.

          Many drivers took advantage of this to switch to the hard tyre, which had to be used during the race because it was nominated twice as an obligatory available set. But Red Bull’s Max Verstappen was the only driver in the top four to move onto the soft tyres again during that period. This helped him undercut his direct rivals before emerging from his second stop in what became second overall after Mercedes driver Lewis Hamilton retired from the lead with a mechanical problem – in what seemed set to be a one-stop strategy.

          Ricciardo too may have adopted a one-stop strategy, but took advantage of the third virtual safety car period to make a final stop, which was the case for a number of other drivers as well, including Verstappen who finished behind his team mate to make a Red Bull one-two.

          An alternative strategy was used by Williams driver Valtteri Bottas, who started from 11th on the grid with the medium tyre and finished fifth after one-stopping. Renault’s Jolyon Palmer tried something similar, starting from 19th on the grid with the hard tyre and then changing to the soft to finish 10th.

          Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “It was very close as to whether or not a two-stopper would be quicker than the three-stop strategy we predicted as theoretically fastest, so we saw a fascinating tactical battle between Mercedes and Red Bull, with Red Bull splitting their strategies to try and beat Mercedes. In the end, it was the virtual safety cars that influenced the strategy. We also saw some different one-stop strategies all the way down the field, with some drivers starting on the hard and medium compound. This was all made possible by degradation being managed from start to finish despite the highest track temperatures we have seen all year”.

          Fastest times of the day by compound

          Hard Medium Soft
          First HAM 1m38.595s MAS 1m39.920s ROS 1m36.424s
          Second ROS 1m38.757s PER 1m41.040s VES 1m37.376s
          Third VES 1m38.930s HUL 1m41.342s RIC 1m37.449s

          Longest stint of the race:

          Hard Palmer 31 laps
          Medium Nasr 32 laps
          Soft Palmer 25 laps

          Truthometer: We predicted a winning strategy of three stops. In the end Daniel Ricciardo stopped twice, although his second stop was influenced by the appearance of the virtual safety car. The Australian started on the soft (like all but four of the drivers) then changed to hard on lap 21 and soft on lap 41.

           

           

           

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          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

          CAMPEONATO DO MUNDO DE F´ROMUAL1 - 2016

           

          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

           

           

          2016 Malaysia Grand Prix – Race – Infographics

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          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

           

          CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

           

           

          2016 Malaysia Grand Prix – Sets available for the race – Infographics

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          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

           

          2016 Malaysia Grand Prix, Qualifying

          MERCEDES DRIVER LEWIS HAMILTON CLAIMS POLE POSITION USING
          THE SOFT TYRE, CLOSE TO THE FASTEST-EVER LAP OF SEPANG

          FALLING TRACK TEMPERATURES AFFECT TRACK EVOLUTION AND
          TYRE BEHAVIOUR DURING LATE-AFTERNOON QUALIFYING SESSION

          TWO STOPS THE MOST LIKELY STRATEGY FOR THE GRAND PRIX

          Following record track temperatures in excess of 60 degrees centigrade yesterday, qualifying today got underway in the cooler conditions of late afternoon with 43 degrees centigrade.

          Mercedes driver Lewis Hamilton went fastest on the soft tyre in qualifying (as he did in FP3 earlier today) with a pole time of 1m32.850s: more than six seconds faster than last year’s fastest time, set in Q2, of 1m39.269s, and close to the fastest-ever lap run round Sepang, which was 1m32.582s (set by Fernando Alonso in first qualifying in 2005).

          A mixture of soft and medium tyres were used throughout qualifying, with the exception of Williams driver Felipe Massa, who completed an installation lap on the hard compound. Different tactics were used by Red Bull’s Daniel Ricciardo – who used just one set of medium tyres to get through to Q2 – while McLaren’s Fernando Alonso also did just one run on mediums, as he will start at the back tomorrow due to grid penalties.

          Track temperatures continued to fall throughout Q2, with all the drivers using the soft tyre from start to finish and the majority just completing one run. This means that all the top 10 will start on the soft tyre tomorrow, which is around 1.2 seconds faster than the medium.

          The final top-10 shoot-out to decide pole, from which the win has been claimed in Malaysia nine times in 17 races, was also run entirely on the soft tyre. Some light drops of rain fell in the middle of Q3, with Hamilton securing his pole during the first run.

          Two stops is likely to form the optimal race strategy tomorrow, with wear and degradation reduced compared to previous years as a result of the new track surface. However, the weather forecast predicts some rain showers, which could alter the complexion of the race.

          Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “The new track surface has clearly benefitted grip and traction, enabling one of the fastest-ever laps of Malaysia to be run today – more than six seconds faster than last year’s pole – using our soft tyre. We had falling track temperatures throughout the session, which presented a bit of a moving target for the teams, but they quickly got on top of that. There’s still something of a question mark over the weather but with all the top 10 starting on the soft tyre, we should see some interesting strategies at the front end of the field as the long runs seem closely matched.”

          How the tyres behaved today:
          Hard: Used just by Felipe Massa for an installation run in Q1, obligatory for race.
          Medium: Seen in Q1 but not used thereafter: some drivers may not run it in the race.
          Soft: Used to set second-fastest lap in Sepang’s history: all the top 10 will start on this.

          Free practice 3 – top three times

           Hamilton  1m34.434s  Soft new
           Verstappen  1m34.879s  Soft new
           Rosberg  1m35.053s  Soft new

          Qualifying top 10

          Hamilton 1m32.850s Soft new
          Rosberg 1m33.264s Soft new
          Verstappen 1m33.420s Soft new
          Ricciardo 1m33.467s Soft new
          Vettel 1m33.584s Soft new
          Raikkonen 1m33.632s Soft new
          Perez 1m34.319s Soft new
          Hulkenberg 1m34.489s Soft new
          Button 1m34.518s Soft new
          Massa 1m34.671s Soft new

           Most laps by compound so far

          Hard Ocon 24 laps
          Medium Grosjean 20
          Medium Hamilton 20
          Soft Gutierrez 20
          Soft Vettel 20
          Soft Wehrlein 20

          Best time by compound so far

          Hard Hamilton 1m35.956s
          Medium Ricciardo 1m35.079s
          Soft Hamilton 1m32.850s

           

           

           alt

           

          SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

           

          ANTEVISÃO GRANDE PRÉMIO PIRELLI DO JAPÃO

          17ª Ronda de 21

          Suzuka, Japão, 6-9 de Outubro de 2016

           

          Saídos diretamente do Grande Prémio da Malásia, o Grande Prémio japonês usa as mesmas três nomeações exatas: P Zero Orange duro, P Zero White médio e P Zero Yellow macio. Outro ponto que o Grande Prémio do Japão tem em comum com o da Malásia é o facto de os dois conjuntos de duros terem sido nomeados como obrigatórios, o que significa que o composto mais duro irá certamente ser utilizado a dada altura da corrida por todos os pilotos.

          Suzuka é uma das corridas mais atmosféricas da temporada, com um sentimento “old school” graças às curvas rápidas e às pequenas áreas de escapatórias. Tal como na Malásia, há uma forte probabilidade de chuva para o fim-de-semana, mas ao contrário desta, a pista é bastante estreita, o que torna as ultrapassagens ainda mais difíceis.

           

          O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DOS PNEUS:

          • As temperaturas da pista podem variar massivamente, desde um tempo muito quente até condições frias e de chuva.

          • As equipas tendem a realizar uma afinação com elevada aerodinâmica para maximizar a velocidade em curvas rápidas.

          • Muita pressão passa pelos pneus pois muitas das curvas são longas, maximizando as cargas. O famoso 130R, por exemplo, contém a maior carga contínua de força G do ano.

          • Há algumas forças longitudinais: Suzuka está repleta de cargas laterais ao longo das curvas.

          • Estes fatores tendem a provocar altos níveis de desgaste e de degradação, com mais do que uma paragem.

          • A evolução da pista pode ser difícil de prever: a estratégia também deverá ser flexível dada a possibilidade de safety cars e a dificuldade relativa às ultrapassagens em Suzuka.

           

          OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS:

          • Duro laranja: será certamente utilizado na corrida, pois foi duplamente nomeado como obrigatório.

          • Médio branco: os pilotos selecionaram entre um e quatro conjuntos desta gama, com diferentes ideias.

          • Macio amarelo: esta é a primeira vez que o macio é visto no Japão; será rápido na qualificação.

           

          COMO FOI HÁ UM ANO:

          • Lewis Hamilton, da Mercedes, venceu com uma estratégia de duas paragens, começando com médio, trocando novamente para médio na 16ª volta e para rígido na 31ª. A corrida de 53 voltas decorreu em piso seco após muita chuva na sexta-feira.

          • Melhor estratégia alternativa: A grande maioria dos pilotos adotou a estratégia de duas paragens, mas uma corrida de médio-rígido-rígido permitiu a Nico Rosberg ultrapassar os seus principais rivais e chegar a segundo.

           

          PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTOSPORT DIRECTOR:

          Suzuka é uma corrida que todos desejam ver presencialmente: há pouco mais a acrescentar ao que já foi dito sobre a espantosa receção que temos a cada ano pelos fãs japoneses e sobre o seu grande entusiasmo e conhecimento. Pela primeira vez trazemos o pneu macio a Suzuka, o que deverá providenciar um aspeto diferente à estratégia, pelo que poderemos ter algumas ações táticas logo na qualificação de sábado. Aconteça o que acontecer, iremos ver o pneu rígido em uso na corrida, como foi o caso da Malásia, e também um elevado desgaste e degradação, o que possibilita sempre diversas oportunidades estratégicas.”

           

          O QUE HÁ DE NOVO?

          • Não houve grandes alterações à infraestrutura ou à pista do Japão este ano.

          • A corrida acontece uma semana mais tarde do que no ano passado, regressando à posição do calendário de 2014.

          • A FIA confirmou que os pilotos terão a mesma seleção de pneus para as primeiras cinco corridas do próximo ano ao invés de escolherem: dois conjuntos disponíveis do composto mais rígido, quatro conjuntos disponíveis do composto médio, e sete conjuntos disponíveis do composto mais macio.

           

          OUTROS ASPETOS QUE NOS CHAMARAM A ATENÇÃO RECENTEMENTE:

          • A Ferrari recorreu à escolha mais agressiva de pneus com nove conjuntos de macios. Em particular, Sebastian Vettel é o único piloto a selecionar apenas um conjunto de pneus médios para o Japão.

          • A Pirelli foi eleita como fornecedora exclusiva de pneus para o Grande Prémio de Macau F3 deste ano.

          • A Pirelli também foi revelada como parceira exclusiva de pneus do recentemente lançado Campeonato Electric GT em Ibiza: uma nova série europeia que irá usar carros de corrida Tesla no próximo ano.

          A NOMEAÇÃO DOS COMPOSTOS DE PNEUS ATÉ À DATA:

           

           

          Roxo

           

          Vermelho

           

          Amarelo

           

          Branco

           

          Laranja

          Austrália

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          Bahrein

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          China

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          Rússia

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          Espanha

           

           

          Macio

          Médio

          Duro

          Mónaco

          Ultramacio

          Supermacio

          Macio

           

           

          Canadá

          Ultramacio

          Supermacio

          Macio

           

           

          Azerbeijão

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

           

          Austria

          Ultramacio

          Supermacio

          Macio

           

           

          Inglaterra

           

           

          Macio

          Médio

          Duro

          Hungria

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          Alemanha

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          Bélgica

           

          Supermacio

          Macio

          Médio

           

          Itália

           

           

           

           

           

          Singapura

          Ultramacio

          Supermacio

          Macio

           

           

          Malásia

           

           

          Macio

          Médio

          Duro

          Japão

           

           

          Macio

          Médio

          Duro

          Est. Unidos

           

          Supermacio