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VELO CAB2012


SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

 e 2015, ainda que tenha perdido menos. Mas temos campeonato. De certeza que irá até ao fim. E desta feita, Hamilton ainda não ganhou a batalha psicológica, como normalmente acontece nesta altura da temporada. 
O clima na casa-Mercedes está mais calmo. Há elogios múltiplos e até selfies, como esta de hoje, no final da unilateral. Saudável é, interessante para o público, não sei. Gostamos mais de tiradas fortes, de uma guerra directa, até nas palavras. 

 

DI GRASSI NA FÓRMULA E

 

Lucas di Grassi leva a Fórmula E à calota polar

Categoria dos carros elétricos realizou uma ação na Groenlândia para aumentar a percepção mundial sobre o aquecimento global

A Fórmula E, primeira categoria de carros movidos 100% a eletricidade, divulgou nesta quarta-feira (14) uma ação em que, mais uma vez, mostrou seu pioneirismo. Um carro da categoria acelerou na calota polar do Ártico, no território da Groenlândia. E a aventura ficou a cargo do piloto brasileiro Lucas di Grassi.

O planeta vem experimentando o ano mais quente de sua história, e a quantidade de gelo se soltando das calotas subiu a níveis históricos. Para aumentar a percepção deste problema, a Fórmula E levou Lucas di Grassi para acelerar o carro da categoria.

"É um lugar lindo e calmo. Chegar lá e ver o tamanho daquilo e o quanto o aquecimento global está alterando o local, com a quantidade de gelo derretendo, me deu uma percepção completamente nova do que estamos fazendo com a Fórmula E e a importância de guiarmos carros elétricos", disse o piloto, atual vice-campeão da categoria e piloto da ABT Schaeffler Audi Sport.

A ação da Fórmula E faz parte de uma série de vídeos que irão compor um documentário que visa chamar a atenção do mundo para o crescente derretimento das calotas polares e do aumento do nível do mar. O primeiro vídeo foi divulgado nesta quarta-feira (14) pela categoria, e pode ser visto NESTE LINK.

"Foi fantástico. A Fórmula E tem uma missão a cumprir, e estou orgulhoso em poder fazer parte disso. O fato de acelerar um carro de corrida num lugar como aquele, e com o bônus de não emitir nenhuma partícula danosa à atmosfera, foi algo que me deixou muito feliz", disse o brasileiro.

O próximo passo, segundo Lucas, é uma corrida de Fórmula E em um lago congelado. "A aderência que o carro teve com estes pneus especiais foi fenomenal. Existe uma possibilidade real - não uma corrida com 20 carros, mas talvez algo um pouco diferente, mais um evento do que uma corrida do campeonato. Mas pudemos provar ser algo plenamente possível", afirmou.

O trabalho é fruto de uma parceria entre a Fórmula E e a Universidade de Southampton, que vem estudando e monitorando o aquecimento global e o consequente derretimento do gelo nos pólos. O documentário de 48 minutos será mostrado em Marrakesh, no Marrocos, dia 13 de novembro, quando a categoria dos carros elétricos fará sua segunda etapa da temporada 2016-2017; o campeonato começa em 9 de outubro com o e-Prix de Hong Kong.



Lucas di Grassi é o primeiro piloto a acelerar um carro de corridas no Ártico (FIA Formula E)

Lucas di Grassi é o primeiro piloto a acelerar um carro de corridas no Ártico (FIA Formula E)
Alta  | Web

Brasileiro participou da gravação de um vídeo com a Fórmula E (FIA Formula E)

Brasileiro participou da gravação de um vídeo com a Fórmula E (FIA Formula E)
Alta  | Web

Lucas pôde acelerar o carro da categoria na calota polar (FIA Formula E)

Lucas pôde acelerar o carro da categoria na calota polar (FIA Formula E)
Alta  | Web

Ação foi gravada na Groenlândia (FIA Formula E)

Ação foi gravada na Groenlândia (FIA Formula E)
Alta  | Web

Como forma de chamar atenção ao aquecimento global (FIA Formula E)

Como forma de chamar atenção ao aquecimento global (FIA Formula E)
Alta  | Web

Bem como para a mobilidade com meios não-poluentes, como o carro elétrico (FIA Formula E)

Bem como para a mobilidade com meios não-poluentes, como o carro elétrico (FIA Formula E)

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

ANTEVISÃO GRANDE PRÉMIO PIRELLI DA SINGAPURA

15ª Ronda de 21

Marina Bay, Singapura, 15-18 Setembro 2016

 

 Para a única e verdadeira corrida noturna do calendário, a decorrer nas deslumbrantes ruas de Singapura, os pneus ultramacios P Zero Roxo da Pirelli regressam para a primeira corrida desde a Áustria, ao lado dos compostos supermacio e macio. Os três pneus mais macios da gama P Zero foram selecionados para cumprir com as exigências únicas do circuito urbano de Marina Bay: voltas longas, temperaturas de asfalto irregulares, e uma corrida fisicamente exigente para pilotos e carros. Com as barreiras tão perto dos limites da pista, não há espaço para erros durante esta maratona de duas horas decorrida em condições húmidas.

 

O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DOS PNEUS:

 

  •  Singapura tem o maior número de curvas de qualquer circuito desta temporada (23), mas é a segunda volta mais lenta depois do Mónaco: exigindo dos pneus em termos de curvas, travagem e tração.
  •  O asfalto é tipicamente irregular, com elementos urbanos como linhas pintadas e tampas de esgotos.
  •  Uma vez que acontece de noite, as temperaturas da pista não evoluem da mesma forma que uma corrida diurna.
  •  Contudo, a temperatura ambiente mantém-se alta, o que significa que os pilotos terão de gerir a degradação.
  •  Uma corrida longa e uma grande probabilidade de safety car abrem muitas oportunidades de estratégias de pneus.
  •  Um baixo índice aerodinâmico significa que toda a aderência mecânica provém dos pneus: o lado esquerdo trabalha mais arduamente.
  •  Um facto estratégico importante, é que o tempo de paragem é o mais longo devido a um limite de velocidade e a uma longa recta de Pit lane.

 

OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS:

 

  •  Macio amarelo: o conjunto mais duro este fim-de-semana, capaz de realizar longos turnos em Marina Bay.
  •  Supermacio vermelho: um composto versátil, que provou ser um elemento essencial na corrida do ano passado.
  •  Ultramacio roxo: concebido para oferecer uma vantagem de ritmo considerável, será usado nas qualificações.

 

 

COMO FOI HÁ UM ANO:

 

  •  Sebastian Vettel em Ferrari, venceu com uma estratégia de duas paragens, começando com supermacio, trocando novamente para supermacio na 13ª volta e para macio na 37ª volta. Houve dois períodos de safety car.
  •  A melhor estratégia alternativa: Max Verstappen, da Toro Rosso, optou por uma alternativa de duas paragens (supermacio-macio-supermacio) para terminar em oitavo (com menos uma volta).

 

PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTOSPORT DIRECTOR:

 

  •  “Singapura é, provavelmente, o circuito mais espetacular que visitamos esta temporada, e este ano esperamos torná-lo ainda mais especial com a chegada do nosso rápido composto ultramacio, de forma a maximizar a velocidade e a aderência disponível na pista de Marina Bay. Esta é uma das corridas mais imprevisíveis do ano – é a única pista com um recorde de 100% safety car –, pelo que todas as variáveis complexas potenciam as oportunidades para as equipas fazerem algo criativo com a estratégia. Em termos de competição, parece tudo acertado para ser uma das corridas mais renhidas deste ano, onde a gestão dos pneus irá fazer uma grande diferença.”

 

O QUE HÁ DE NOVO?

 

  •  Após algumas pequenas modificações ao circuito em 2015, este ano não há grandes alterações.
  •  Os testes de pneus para 2017 continuaram na semana passada, com os carros de protótipo da Ferrari e da Mercedes.

 

OUTROS ASPETOS QUE NOS CHAMARAM A ATENÇÃO RECENTEMENTE:

 

  •  A Ferrari tem optado pela escolha de pneus mais agressiva, com a máxima atribuição do composto ultramacio.
  •  A Pirelli venceu recentemente o Campeonato Europeu FIA Hillclimb (o campeonato FIA mais antigo ainda existente) com o italiano Simone Faggioli a alcançar o recorde de nove títulos.
  •  A penúltima ronda do Campeonato Europeu de Rally acontecerá na Letónia no mesmo fim-de-semana de Singapura, com a Pirelli como favorita para obter outro título.

 

A NOMEAÇÃO DOS COMPOSTOS DE PNEUS ATÉ À DATA:

 

 

Roxo

 

Vermelho

 

Amarelo

 

Branco

 

Laranja

Austrália

Supermacio

Macio

Médio

Bahrein

Supermacio

Macio

Médio

China

Supermacio

Macio

Médio

Rússia

Supermacio

Macio

Médio

Espanha

Macio

Médio

Duro

Mónaco

Ultramacio

Supermacio

Macio

Canadá

Ultramacio

Supermacio

Macio

Azerbaijão

Supermacio

Macio

Médio

 

Austria

Ultramacio

Supermacio

Macio

GreatBritain

Macio

Médio

Duro

Hungria

Supermacio

Macio

Médio

Alemanha

Supermacio

Macio

Médio

Bélgica

Supermacio

Macio

Médio

Itália

Singapura

Ultramacio

Supermacio

Macio

Malásia

Macio

Médio

Duro

Japão

Macio

Médio

Duro

Est. Unidos

Supermacio

Macio

Médio

México

Supermacio

Macio

Médio

Brasil

Macio

Médio

Duro

Abu Dhabi

Ultramacio

Supermacio

Macio

 

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI SINGAPORE GRAND PRIX PREVIEW
Round 15 of 21
Marina Bay, Singapore, 15-18 September 2016

For the only true night race of the calendar, held on the stunning streets of Singapore, Pirelli’s P Zero Purple ultrasoft tyres make a return for the first race since Austria, alongside the supersoft and soft. The three softest tyres in the P Zero range have been selected to cater for the unique demands of the Marina Bay street circuit: a long lap, fluctuating track temperatures, and a physically demanding race for both drivers and cars. With the barriers so close to the side of the track, no mistakes go unpunished during this two-hour marathon held in humid conditions.

THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW:

  • Singapore has the highest number of corners of any circuit all year (23) but is the second-slowest lap after Monaco: placing demands on tyres in terms of cornering, braking and traction.
  • The surface is typically bumpy, also with street furniture such as painted lines and manholes.
  • Being run at night, track temperatures don’t evolve in the usual way seen at a daytime race.
  • Ambient temperatures still remain high though, meaning drivers have to manage degradation.
  • A long race and high safety car probability open up many different tyre strategy opportunities.
  • Low downforce means all the mechanical grip comes from tyres: the left-rear works hardest.
  • Pit stop time is long due to a lower speed limit and long pit lane: a key strategic consideration.

THE THREE NOMINATED COMPOUNDS:

  • Yellow soft: the hardest set available this weekend, capable of long stints at Marina Bay.
  • Red supersoft: a versatile compound, which proved to be a key element of last year’s race.
  • Purple ultrasoft: designed to offer a considerable pace advantage: will be used in qualifying.

HOW IT WAS A YEAR AGO:

  • Ferrari’s Sebastian Vettel won with a two-stop strategy, starting on supersoft, switching to supersoft again on lap 13 then soft on lap 37. There were two safety car periods.
  • Best alternative strategy: Toro Rosso’s Max Verstappen went for an alternative two-stopper (supersoft-soft-supersoft) to finish eighth from a lap down after the start.

PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTORSPORT DIRECTOR:

“Singapore is probably the most spectacular circuit that we visit all season, and this year we hope to make it even more special with the arrival of our rapid ultrasoft compound, in order to maximise the speed and grip available at the Marina Bay track. This is one of the most unpredictable races of the year – it’s the only track with a 100% safety car record – so all the complex variables inevitably throw up opportunities for teams to do something creative with strategy. In terms of competition, it looks set to be one of the closest races we will see all year, where tyre management will make a big difference.”

WHAT’S NEW? 

  • Following some minor changes to the circuit in 2015, there are no big alterations this year.
  • The 2017 tyre test campaign continued last week, with Ferrari and Mercedes mule cars.

OTHER THINGS THAT HAVE CAUGHT OUR EYE RECENTLY:

  • Ferrari has gone for the most aggressive tyre choice, with a maximum allocation of ultrasoft.
  • Pirelli recently won the FIA European Hillclimb Championship (the oldest FIA championship still in existence) with Italy’s Simone Faggioli claiming a record-equalling ninth title.
  • The penultimate round of the European Rally Championship takes place in Latvia on the same weekend as Singapore, with Pirelli standing a strong chance of clinching another title.

TYRES NOMINATED THIS YEAR:

Purple Red Yellow White Orange
Australia Supersoft Soft Medium
Bahrain Supersoft Soft Medium
China Supersoft Soft Medium
Russia Supersoft Soft Medium
Spain Soft Medium Hard
Monaco Ultrasoft Supersoft Soft
Canada Ultrasoft Supersoft Soft
Azerbaijan Supersoft Soft Medium
Austria Ultrasoft Supersoft Soft
Great Britain Soft Medium Hard
Hungary Supersoft Soft Medium
Germany Supersoft Soft Medium
Belgium Supersoft Soft Medium
Italy Supersoft Soft Medium
Singapore Ultrasoft Supersoft Soft
Malaysia Soft Medium Hard
Japan Soft Medium Hard
United States
Supersoft Soft Medium
Mexico Supersoft Soft Medium
Brazil Soft Medium Hard
Abu Dhabi Ultrasoft Supersoft Soft

 

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI CONCLUDED TEST AT PAUL RICARD
WITH MERCEDES FITTED WITH 2017 TYRES

 The three-day Pirelli test of 2017-sized tyres concluded today at the French circuit of Paul Ricard, where Pascal Wehrlein has been driving a Mercedes, modified to simulate next year’s levels of downforce.

As was the case for the previous two days, as well as the two-day test completed by Ferrari yesterday in Spain, the work concentrated on slick tyre development in the new 2017 sizes: 305/670-13 at the front and 405/670-13 at the rear.

Wehrlein completed the entire planned programme, which took in 63 laps today, added to the total of 134 laps on Tuesday and 89 laps yesterday.

The 2017 tyre test programme will continue in two weeks time, 21-22 September at Paul Ricard with Mercedes on wet tyres.

 

JAGUAR NA FÓRMULA E

 

A JAGUAR REGRESSA ÀS CORRIDAS COM O I-TYPE, ADAM CARROLL, MITCH EVANS, HO-PIN TUNG E A PANASONIC

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  • Primeiro automóvel completamente elétrico da Jaguar Racing, o I-TYPE 1, revelado com as cores de competição e preparado para inspirar uma nova geração de fãs.
  • Panasonic anunciada como parceiro do título no regresso da Jaguar ao mundo dos desportos motorizados no campeonato FIA Fórmula E.
  • Lista de pilotos combina a juventude e a experiência de Adam Carrol, Mitch Evans e do piloto de reserva Ho-Pin para liderar a campanha da Jaguar na Fórmula E.
  • Jaguar Land Rover, o maior investidor da Grã-Bretanha em I&D, reforça o compromisso de `Competir Para Inovar´, ao usar o campeonato como plataforma para desenvolver a próxima geração de automóveis de estrada elétricos.
  • Panasonic Jaguar Racing preparada para fazer a estreia em Hong Kong, na corrida inaugural da terceira temporada do FIA Fórmula E, 9 de outubro de 2016, um domingo, após um bem-sucedido programa de ensaios.
  • Para visualizar e partilhar o filme de lançamento, clique aqui https://youtu.be/yWtEgn-uqjA.

A Jaguar levanta hoje a cortina sobre o seu futuro em desportos motorizados elétricos, revelando o nome oficial, a visão, o patrocinador do título, a lista de pilotos e as cores da sua equipa de Fórmula E.

A partir de outubro, a Panasonic Jaguar Racing irá correr na terceira temporada de FIA Fórmula E com o primeiro automóvel de competição completamente elétrico da Jaguar: o I-TYPE 1.

No evento de lançamento no Jaguar Collections Centre, o novo I-TYPE 1 teve uma estreia dramática conduzido pelo piloto de reserva oficial da equipa e sublinhou o compromisso da marca ‘Competir Para Inovar’: uma missão para mudar a perceção sobre os veículos elétricos, para desenvolver uma nova tecnologia elétrica e para inspirar as gerações do futuro.

Adicionalmente, a Jaguar revelou uma lista de pilotos de competição emocionante, com Adam Carroll e Mitch Evans já confirmados ao volante do I-TYPE 1 na temporada inaugural da equipa. Este grupo vai liderar o regresso da marca à competição de topo.

A Jaguar também descreveu a sua parceria com a Panasonic, na qual esta empresa de eletrónica de ponta e tecnologia automóvel se alia à equipa Jaguar Racing Formula E para desenvolver um futuro que promete superar os limites da tecnologia elétrica num ambiente de performance. Por outro lado, anunciou com satisfação que a Lear Corporation se juntaria à equipa como Parceiro Oficial.

Gerd Mäuser, Chairman de Panasonic Jaguar Racing, disse: “O dia de hoje assinala um novo capítulo na História da Jaguar Racing. Como o primeiro fabricante de veículos de luxo na Fórmula E, estamos orgulhosos por regressar à competição de topo. O futuro está a mudar e nos participamos nessa mudança. Mal podemos esperar para começar a competir nos circuitos de cidade e estimular uma nova geração de fãs @JaguarRacing para se juntar a nós nesta viagem emocionante. A Fórmula E é a plataforma perfeita para inspirar a próxima geração.”

A Jaguar Land Rover emprega 9000 técnicos, sendo o maior investidor da Grã-Bretanha em investigação e desenvolvimento, em qualquer setor de atividade.

Nick Rogers, Executive Director, Product Engineering na Jaguar Land Rover, sublinhou o importante papel que a Fórmula E irá desempenhar no desenvolvimento da próxima geração da tecnologia para veículos elétricos e a importância futura dos veículos elétricos na carteira de produtos da Jaguar Land Rover. 

Rogers afirmou: “Nos próximos cinco anos assistiremos a mais transformações no mundo automóvel que nas últimas três décadas. O campeonato vai permitir-nos projetar e testar as nossas tecnologias avançadas em condições de "performance" extremas. E iremos aplicar este conhecimento vital no nosso desenvolvimento para o mundo real. A Jaguar Land Rover emprega 9000 técnicos e a equipa vai recorrer a eles para obter informação e transpor as barreiras da tecnologia elétrica num ambiente de competição.”

A Panasonic Jaguar Racing concluiu com sucesso 21 dias de ensaios, incluindo o último teste público de Fórmula E, que terminou ontem no circuito de Donington Park.

James Barclay, Panasonic Jaguar Racing Team Director, disse: “Hoje é um dia de orgulho para mim e para toda a equipa Panasonic Jaguar Racing, com o nosso lançamento oficial. Todos trabalharam arduamente nos últimos 9 meses para preparar a nossa estreia no campeonato. Estou encantado por receber o Adam, o Mitch e o Ho-Pin, a Panasonic, a Lear e todos os nossos novos fãs na família Jaguar.” 

“Queremos ser bem-sucedidos dentro e fora da pista. Sabemos que o desafio será exigente: os nossos adversários levam um avanço de dois anos. Teremos de controlar as nossas expectativas na primeira temporada. Em última análise, estamos aqui para vencer e também para inovar. Gostaria de agradecer ao Jean Todt e à sua equipa na FIA e a Alejandro Agag e à sua equipa na Fórmula E, pela sua visão na organização desta série inovadora e pela sua ajuda e apoio nos últimos 12 meses com a inscrição da Jaguar.”

 

Pilotos da Panasonic Jaguar Racing Team

Adam Carroll, 33 anos, Irlanda do Norte

O Adam oferece velocidade e experiência à Jaguar, numa carreira que compreende kart, F3, GP2, A1GP, IndyCar e WEC. Também realizou com sucesso a maior parte dos ensaios do Fórmula E da Panasonic Jaguar.

Ele disse: “É um verdadeiro privilégio correr para a Jaguar em Fórmula E. Temos de olhar para a qualidade dos outros pilotos na série para perceber a competitividade e o prestígio atuais deste campeonato. Pilotar para a Jaguar é um sonho tornado realidade. É a maior marca a participar nesta série e um dos nomes mais sonantes na competição.”

 

Mitch Evans, 22 anos, Nova Zelândia

Com numerosos títulos de campeonatos de kart e monolugares em seu nome, incluindo o Campeonato GP3 de 2012, o Mitch é um piloto jovem com provas dadas. Também competiu nas históricas 24 Horas de Le Mans, terminando em 2.º na sua classe em 2015. Em 2016 competiu na GP2 Series para a Campos Racing.

Ele declarou: “A Fórmula E é um campeonato de pilotos real com alguma da competição mais intensa de todo o mundo. Qualquer piloto pode afirmar como é difícil encontrar o limite num carro de Fórmula E e ganhar aqueles décimos adicionais. Estou entusiasmado com esta temporada. Alguns dos automóveis mais famosos foram desenvolvidos pela Jaguar e estou contente por participar no futuro elétrico da marca e no seu regresso aos desportos motorizados."

 

Ho-Pin Tung, 33 anos, China

Ho-Pin entra para a Panasonic Jaguar Racing com uma vasta experiência em corridas de monolugares, como F3, A1GP, GP2, WEC, IndyCar e testes de F1. Também contribui com uma experiência real em Fórmula E para a equipa, tendo competido em três corridas no campeonato inaugural de FIA Fórmula E.

Ele disse: “Penso que a entrada da Jaguar na série é um momento importante para o campeonato FIA Fórmula E. Possuo experiência direta de competição nesta série e verifiquei como a Fórmula E constitui uma montra eficaz e entusiasmante da seguinte geração de tecnologias nas cidades dos fãs de todo o mundo. Espero realizar um contributo significativo para o futuro da mobilidade elétrica e para o importante legado competitivo da Jaguar.”

Canais Jaguar Racing:

- Twitter: www.twitter.com/JaguarRacing: @JaguarRacing

- Instagram: Instagram.com/JaguarRacing

- Snapchat: JaguarRacing

 

SEGUNDO OS TESTES DA PIRELLI

 

2017 PIRELLI TYRE TESTING CONTINUES IN SPAIN AND FRANCE

. Testing and development of Pirelli’s new 2017-sized tyres is continuing this week, with Ferrari and Mercedes in action at Barcelona and Paul Ricard respectively, using adapted mule cars designed to simulate 2017 levels of downforce.

The new tyres are 25% wider than the current tyres at both the front and rear: part of a package of measures being introduced to make next year’s cars notably faster. In 2017, the slick tyre sizes will be 305/670-13 (front) and 405/670-13 (rear).

Intermediate’s diameter will be 675mm. Full wet diameter will be 680mm.

Kimi Raikkonen took the wheel for Ferrari today, with Sebastian Vettel due to take over tomorrow in their two-day test. Mercedes is at Paul Ricard for three days, with Pascal Wehrlein driving on each day.

The P Zero slick tyres are the focus for both teams during this week’s two sessions. The test programme, evaluating new compounds and constructions, will then continue later this month.

111 laps were completed by Ferrari and 134 laps by Mercedes today with no issues, in conditions that remained warm and dry at both venues.

 

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Italian Grand Prix – Race

MERCEDES DRIVER NICO ROSBERG WINS AT MONZA
WITH A ONE-STOP SOFT-MEDIUM TYRE STRATEGY

ALL THREE COMPOUNDS USED IN THE RACE IN A MIXTURE
OF ONE AND TWO-STOP STRATEGIES

PIRELLI’S 2017 TYRE TESTING CAMPAIGN RESUMES THIS WEEK
WITH FERRARI AND MERCEDES ON TRACK

 Mercedes driver Nico Rosberg won the Italian Grand Prix from second on the grid using a one-stop strategy – which has been the winning strategy in recent years as well – starting on the P Zero Yellow soft tyre, and then switching to the P Zero medium halfway through the race. His team mate Lewis Hamilton finished second with an identical strategy.

In fact, Rosberg and Hamilton were the only two drivers who qualified in the top 10 to start the race on the soft tyre, which gave them the possibility to drive a longer first stint than the supersoft starters. This formed the key strategic battle for the podium.

A variety of one and two-stop strategies were seen throughout the race as expected, with the two Ferraris following identical sprint-style two-stoppers: a pair of opening stints on the supersoft followed by one stint on the soft.

Red Bull’s Daniel Ricciardo tried an alternative two-stop strategy, taking the supersoft tyre at the end of the race in order to attack Williams driver Valtteri Bottas on the soft tyre. Another alternative strategy was that of Romain Grosjean: the sole driver to finish the race with a soft-supersoft strategy.

Manor’s Esteban Ocon was the only driver to begin the race on the medium tyre. This meant that for the second race in succession, all three compounds nominated were seen on the starting grid as well as at the finish, having performed perfectly from lights to flag.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “Tyre strategy formed a key part of our home race, with an exciting start putting the accent further on tyre tactics. Although Lewis Hamilton lost the advantage of pole position at the start, tyre strategy meant that he was up to second position before the halfway point of the race and was able to retain it. From there on it was a strategic battle for the podium with the two-stopping Ferraris. Before the next grand prix in Singapore, we will be hard at work in Barcelona with Ferrari and Paul Ricard with Mercedes this week as we continue to test the wider 2017 tyres with mule cars.”

Fastest times of the day by compound

Medium Soft Supersoft
First HAM 1m26.303s RAI 1m26.016s ALO 1m25.340s
Second ROS 1m26.599s VET 1m26.310s RIC  1m25.919s
Third ERI   1m28.552s VER 1m26.405s BUT 1m26.345s

Longest stint of the race:

MEDIUM Ocon 32 laps
SOFT Grosjean 28
SUPERSOFT Grosjean 24

Truthometer: We predicted that two-stops was the theoretically fastest solution (adopted by Ferrari) but Mercedes was able to turn a one-stopper – the second-fastest solution on paper – into a winning strategy. Rosberg followed the one-stop format we expected, starting on soft and switching to medium on lap 24.

 

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HAAS NO G.P.ITÁLIA

Grande Prémio de Itália: Resumo da Corrida

 

 

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Evento:  Grande Prémio de Itália (14º round de 21)

Data:  Domingo, 4 de Setembro

Local:  Autodromo Nazionale di Monza

Layout:  5,793 quilómetros, circuito de 11 curvas

Condições climatéricas:  Sol, posteriormente encoberto

Temperatura: 30ºC

Vencedor da corrida :  Nico Rosberg da Mercedes

Haas F1 Team:

Romain Grosjean – arrancou de 17º, terminou em 11º (completou 52 das 53 voltas)

Esteban Gutiérrez – arrancou de 10º, terminou em 13º (completou 52 das 53 voltas)

 

 

A Haas F1 Team perdeu por pouco um resultado nos pontos no Grande Prémio de Itália, que se disputou este domingo no Autodromo Nazionale di Monza, com Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez a terminar no décimo primeiro e décimo terceiro lugares, respectivamente.


Grosjean recuperou da penalização de cinco lugares na grelha de partida, que transformou o décimo segundo lugar que alcançou na qualificação num décimo sétimo. Apesar da contrariedade, Grosjean tirou o melhor partido do arranque, guindando-se ao décimo terceiro posto na primeira volta realizada ao circuito de 5,793 quilómetros e onze curvas. Posteriormente, ultrapassou o Manor de Pascal Wehrlein na segunda volta para ascender ao décimo segundo posto. A partir daí, Grosjean realizou uma longa série de voltas, pelo menos para os padrões da Fórmula 1. Foi o último piloto a parar para trocar de pneus, efecutando vinte e oito voltas até trocar os pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio que utilizou para iniciar a corrida por supermacios. Grosjean conseguiu manter estes pneus durante vinte e cinco voltas, tendo a estratégia de uma paragem lhe permitido terminar no décimo primeiro lugar, conseguindo até manter Jenson Button atrás de si ao longo das últimas voltas.


Gutiérrez iniciou a prova de cinquenta e três voltas do décimo lugar da grelha de partida, graças a uma boa qualificação, no sábado. Foi um resultado sem concretização, no entanto, dado que um arranque lento permitiu que o pelotão o engolisse, o que o atirou para o vigésimo lugar. Gutiérrez, com sete voltas completadas, era décimo oitavo. Efectuou a sua primeira paragem nas boxes no final da décima sexta volta, trocando os pneus supermacios que usara na qualificação por macios. Na vigésima quarta volta, Gutiérrez era décimo quinto. Efectuou a sua segunda e paragem final na trigésima quarta volta, montando um jogo de pneus supermacios usados que o ajudou a terminar no décimo terceiro lugar e manter o McLaren de Fernando Alonso atrás de si.


Após catorze etapas disputadas, das vinte e uma que compõem o Campeonato do Mundo de Fórmula 1 deste ano, a Haas F1 Team continua no oitavo lugar do Campeonato de Construtores com vinte e oito pontos. Nas imediações da equipa americana não se registou qualquer modificação, uma vez que a Toro Rosso, a sétima classificada, e a Renault, a nona, não conseguiram pontuar no Grande Prémio de Itália. A margem da Toro Rosso relativamente à Haas F1 Team continua nos dezassete pontos e a Renault está a vinte e dois pontos da equipa americana.


O piloto da Mercedes, Nico Rosberg, venceu o Grande Prémio de Itália, ostentando uma margem de 15,070s face a Lewis Hamilton no final da prova, o que intensificou a luta pelo Campeonato de Pilotos O segundo triunfo consecutivo de Rosberg permitiu-lhe recuperar mais sete pontos à vantagem de Hamilton, reduzindo-a a dois pontos. A vitória de Rosberg foi a vigésima primeira da sua carreira de Fórmula 1, a sétima da temporada e a primeira em Monza.


Sebastian Vettel , da Scuderia Ferrari, juntou-se ao duo da Mercedes na subida ao pódio. O colega de equipa deste, Kimi Raikkonen, terminou no quarto posto. O piloto da Red Bull, Daniel Ricciardo, completou o top-5.


Ficam a faltar sete corridas para terminar o Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 2016, sendo o próximo evento o Grande Prémio de Singapura, que se realiza a 18 de Setembro no Marina Bay Street Circuit.



“Para ser honesto, penso que nos faltava um pouco de velocidade durante a corrida para chegar aos pontos. Tentámos uma estratégia agressiva de apenas uma paragem nas boxes. Tive um pouco de granulação com os pneus macios nas últimas voltas que antecederam a paragem nas boxes. Isso custou-nos alguns segundos, mas não acredito que pudéssemos ganhar os doze segundos que precisávamos para terminar a corrida em décimo. Hoje demos o máximo. Apenas temos que perceber o que poderemos fazer melhor para a próxima corrida. Agora estou já focado em Singapura. É uma das melhores corridas da temporada.”



“Foi um arranque muito desapontante, perder tantas posições. Foi muito complicado recuperar, mas dei o meu melhor. Até à primeira paragem tive algumas dificuldades com o ritmo, uma vez que iniciei a prova com pneus usados na qualificação e os nossos adversários estavam com pneus novos. Não foi fácil, mas mantemo-nos concentrados e demos o nosso melhor para recuperar o máximo que podíamos, mas o que perdemos no início foi demasiado para voltar à posição onde começámos. Agora temos que olhar para Singapura, vamos focar-nos para regressarmos ainda mais fortes.”


“Mais uma vez, terminámos na décima primeira e décima terceira posições. Penso que, depois de começarmos, até foi uma boa corrida. Se tirarmos o primeiros vinte segundos de prova, poderíamos estar numa posição diferente com o Esteban. Ele falhou o arranque, isso colocou-o no fundo do pelotão, mas recuperou até décimo terceiro. O Romain recuperou de décimo sétimo para décimo primeiro com uma boa estratégia e com boa pilotagem, no geral, foi uma boa prestação. Infelizmente, nenhum dos rapazes da frente caiu na classificação, portanto, terminámos novamente em décimo primeiro. Mostrámos que temos alguma velocidade neste tipo de pistas. Vamos esperar poder levar este avanço para algumas das pistas que vamos visitar brevemente. Estar à frente da McLaren é algo do qual temos que estar orgulhosos. A McLaren é uma equipa que está na Fórmula 1 há bastante tempo e nós somos estreantes. Lutar com eles e com pilotos do calibre do Button e do Alonso deixa-nos muito orgulhosos. No entanto, hoje não conquistámos qualquer ponto.”



O décimo quinto round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016 é o Grande Prémio de Singapura, que se disputa no Marina Bay Street Circuit. Os treinos-livres iniciam-se no dia 16 de Setembro, seguindo-se a qualificação a 17 de Setembro e a corrida a 18.

 

HAAS NO G.P.ITÁLIA

Grande Prémio de Itália: Resumo da Qualificação

 

 

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Evento:  Qualificação para o Grande Prémio de Itália (14º round de 21)

Data:  Sábado, 3 de Setembro

Local:  Autodromo Nazionale di Monza

Layout:  5,793 quilómetros, circuito de 11 curvas

Condições climatéricas:  Sol, 29ºC

Recorde da volta:  1m20,264s realizado por Juan Pablo Montoya em 2004 com um Williams

Pole-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m21,135s)

Resultado:

Esteban Gutierrez 10º, alinhará do lado de fora da quinta linha

Romain Grosjean qualificou-se em 12º, mas arrancará de 17º, no interior da nona linha, devido a uma penalização de cinco lugares na grelha de partida.

 

  • tem a duração de 18 minutos e todos os vinte e dois pilotos participam
  • os dezasseis pilotos mais rápidos passam à Q2

Gutiérrez:  9º (1m23,386s), avançou para a Q2

Grosjean:  10º (1m23,421s), avançou para Q2

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m21,854s)

Cutoff:  16º Fernando Alonso da McLaren (1m23,783s)

  • tem a duração de 15 minutos e participam os dezasseis pilotos mais rápidos da Q1
  • os dez pilotos mais rápidos passam à Q3

Gutiérrez:  7º (1m22,856s), avançou para Q3

Grosjean:  12º (1m23,092s)

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m21,498s)

Cutoff:  10º Nico Hulkenberg da Force India (1m22,951s)

 

  • tem a duração de 12 minutos e participam os dez mais rápidos da Q2, que lutam pela pole-position 

Gutiérrez:  10º (1m23,184s)

Pole-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m21,135s)

Segundo:  Nico Rosberg da Mercedes (1m21,613s)

 


Depois de uma boa prestação nas sessões de treinos-livres de sexta-feira para o Grande Prémio de Itália, os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, regressaram ao Autódromo Nazionale di Monza no sábado para a sessão final de treinos-livres e, depois, para a qualificação para o a corrida de cinquenta e três voltas ao circuito de 5,793 quilómetros e onze curvas, que se realiza domingo.


O plano para a terceira sessão passava por ambos os pilotos realizarem o mesmo programa – duas séries, uma de oito voltas e a segunda de sete, todas efectuadas com pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio.


No entanto, quando estavam decorridos doze minutos de sessão, Grosjean não conseguiu evitar um pião quando saía da Variante Ascari. Não efectuou qualquer contacto com o muro, mas o carro ficou preso na escapatória de gravilha, o que provocou o aparecimento do Safety-Car Virtual. Estando a Variante Ascari localizada no outro lado do circuito, a terceira sessão de Grosjean tinha terminado. Os comissários de pista entregaram o carro nas boxes da Haas F1 Team no final da terceira sessão de treinos-livres e, depois da sua chegada, uma inspecção revelou que a caixa de velocidades tinha ficado danificada. Era necessária uma substituição da caixa de velocidades, o que significa que terá uma penalização de cinco lugares na grelha de partida da corrida de domingo.


Isto deixou Gutiérrez como o único representante da Haas F1 Team no restante da terceira sessão. O seu programa foi ligeiramente alterado, devido à situação de Safety-Car Virtual, mas ainda assim pôde realizar um total de quinze voltas ao longo de três séries. A sua melhor volta parou o cronómetro em 1m24,034s, na sua última volta, o que o colocou no décimo lugar da tabela de tempos. Grosjean terminou no décimo quarto posto, apesar da sua curta sessão. Completou apenas quatro voltas, tendo realizado o seu tempo de 1m24,463s na sua terceira volta.


A Mercedes manteve a sua posição topo das tabelas de tempos, com Lewis Hamilton a liderar a terceira sessão. A sua marca, de 1m22,008s, foi 0,393s mais rápida que a do seu colega de equipa, Nico Rosberg. A Scuderia Ferrari continuou a manter a Mercedes honesta, terminando a terceira sessão na terceira e quarta posições, com Sebastian Vettel a bater Kimi Raikkonen.


A qualificação começou com muito optimismo para a Haas F1 Team. Nos oito Grandes Prémios que antecederam Monza, a equipa americana colocou ambos os seus carros na Q2 e nas semanas mais recentes tem vindo a bater à porta da Q3, com os seus pilotos a ficarem por cinco vezes no décimo primeiro lugar – três ocasiões com Grosjean e duas com Gutiérrez. Seria possível manter na qualificação a senda de resultados dentro dos dez primeiros verificados nas sessões de treinos-livres de Monza? Parecia ser possível, uma vez que o pacote aerodinâmico de baixo apoio da Haas F1 Team,  juntamente com o mais recente versão do motor da Ferrari provaram ser competitivos nas rectas de alta velocidade de Monza. Com os pneus supermacios a serem a escolha para toda a qualificação, havia a aderência suficiente para colocar a potência Ferrari no chão.


Na Q1, Gutiérrez registou a marca de 1m23,386s e Grosjean 1m23,421s, o que os colocou no nono e décimo lugares, respectivamente. Confortavelmente entre os dezasseis mais rápidos, o duo pôde seguir para a Q2.


Então o desafio cresceu, uma vez que apenas os dez primeiros avançavam da Q2 para a Q3. A Haas F1 Team esteve à altura do desafio, tendo Gutiérrez realizado uma volta em 1m22,856s o que o levou até ao sétimo posto. Este registo colocou-o na Q3, criando mais um marco na história da Haas F1 Team. Grosjean registou o tempo de 1m23,092s assegurando o décimo segundo crono.


Gutiérrez deu boa conta de si na Q3, muito embora a traseira do Haas VF-16 lhe tenha fugido quando realizava a segunda de Lesmo (Curva 4) durante a sua volta lançada. Gutiérrez terminou o segmento final da qualificação no décimo posto com um tempo de 1m23,184s.


Na pole-position ficou Hamilton. O tempo de 1m21,135s levou-o até à sua quinquagésima sexta pole-position na Fórmula 1, a sua sétima da temporada e a sua quinta em Monza. Bateu Rosberg por 0,478s. A Scuderia Ferrari continuou a aplicar pressão na Mercedes, com Sebastian Vettel a registar o terceiro tempo e Kimi Raikkonen o quarto.



“Foi obviamente desapontante ir para a qualificação a saber que tinha uma penalização de cinco lugares. Pagámos por não termos tido tempo para rodar durante esta manhã. Não estou muito satisfeito com a qualificação. É fantástico para o Esteban ter passado à Q3. É muito bom para a equipa. Eu tive muitas dificuldades na qualificação para tirar partido do carro. Com as pressões dos pneus tão elevadas, não podemos puxar tanto. É uma pena. Veremos o que poderemos alcançar amanhã na corrida, mas arrancar de décimo sétimo não é o ideal.”


 

“Antes de mais, tenho que agradecer à equipa. Estou muito agradecido e orgulhoso deles, dado que todos realizaram um trabalho fantástico para alcançar a consistência que nos permitiu trabalhar nos detalhes para fazer a diferença. Na qualificação, pela primeira vez, chegámos aos dez primeiros ao alcançar a Q3. Foi um trabalho extraordinário da parte de todos os envolvidos na afinação do carro ao longo do fim-de-semana e tivemos a comunicação necessária e o entendimento para que tudo funcionasse. As voltas foram fantásticas. Foi um prazer e adorei tirar o máximo do carro. Hoje tirámos o máximo de partido das oportunidades e temos que garantir que amanhã fazemos o mesmo.


“Foi mais um grande trabalho da parte da equipa. Infelizmente, o Romain teve um problema de transmissão na terceira sessão, o que o colocou de fora muito cedo. Não o preparámos tão bem como gostaríamos para a qualificação. Mas ainda assim recuperámos. Qualificou-se no décimo segundo lugar, o que significa que arrancará de décimo sétimo devido à penalização na grelha de partida. Hoje o Esteban realizou um trabalho fantástico. Tem estado forte todo o fim-de-semana. Ficou no décimo lugar da Q3. Sempre dissemos que queríamos alcançar a Q3 e foi isso que fizemos agora. Temos que voltar a fazê-lo e ser ainda melhores.”


 

-HaasF1Team-

 

 

Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ou facebook.com/haasportugal.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI TWO DAY TEST AT MONTMELO WITH FERRARI CONCLUDES

TOMORROW MERCEDES WILL CONTINUE TO TEST THE 2017 TYRES
AT PAUL RICARD

. The two days of 2017 Pirelli tyre development tests on the Montmelò circuit have concluded, with Sebastian Vettel behind the wheel of a Ferrari mule car, modified to simulate the downforce levels of 2017.

The Pirelli tests at Paul Ricard, which began yesterday with Mercedes, will continue tomorrow with driver Pascal Wehrlein.

As with yesterday’s test, today’s focused solely on slick tyres in the new sizes forseen for 2017: 305/670-13 front and 405/670-13 rear.

Today’s lap totals are, 156 by Ferrari and 89 by Mercedes, which are added to yesterday’s 111 and 134 respectively.

The next test session is expected to be on September 21 and 22, where Mercedes will again return to Paul Ricard, but this time with the 2017 Pirelli wet tyres.

 

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Grande Prémio de Itália - Corrida

 

PILOTO DA MERCEDES, NICO ROSBERG, VENCE EM MONZA COM ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM E PNEUS MACIOS-MÉDIOS

 

TODOS OS TRÊS COMPOSTOS FORAM UTILIZADOS NA CORRIDA NUM MISTO DE ESTRATÉGIAS DE UMA E DUAS PARAGENS

 

CAMPANHA PIRELLI DE TESTES DE PNEUS PARA 2017 REGRESSA ESTA SEMANA COM A FERRARI E A MERCEDES EM PISTA

 

 O piloto da Mercedes, Nico Rosberg, venceu o Grande Prémio de Itália ao partir em segundo lugar na grelha recorrendo à estratégia de uma paragem – que tem sido igualmente a estratégia vencedora em anos recentes – e começando com pneus P Zero macios amarelo, trocando posteriormente para P Zero médio a meio da corrida. O seu colega de equipa, Lewis Hamilton, terminou em segundo lugar com uma estratégia idêntica.

 

De facto, Rosberg e Hamilton foram os únicos pilotos que se qualificaram no Top 10 a começar a corrida com pneus macios, o que lhes deu a possibilidade de realizar um primeiro turno mais longo do que aqueles que optaram por supermacios. Este fator foi a chave “estratégica” na luta pelo pódio.

 

Como era esperado, foi observada uma grande variedade de estratégias de uma e duas paragens ao longo da corrida, com os dois Ferraris a seguir estilos de corrida idênticos: dois turnos iniciais com supermacios seguido de um turno com macios.

 

Daniel Ricciardo em Red Bull, optou pela estratégia alternativa de duas paragens, recorrendo aos pneus supermacios no fim da corrida de forma a atacar o piloto da Williams, Valtteri Bottas, com pneus macios. Outra estratégia alternativa foi a de Romain Grosjean: o único piloto a terminar a corrida com uma estratégia macios-supermacios.

 

Esteban Ocon em Manor, foi o único piloto a começar a corrida com pneus médios. Isto significa que, pela segunda corrida consecutiva, todos os três compostos nomeados marcaram presença na grelha de partida, assim como na meta, tendo apresentado uma excelente performance desde o inicio até à bandeira axadrezada.

 

 

 

 

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “As estratégias tiveram um papel fulcral nesta corrida decorrida em casa, com uma partida excitante focada maioritariamente nas táticas de pneus. Embora o Lewis Hamilton tenha perdido a vantagem da pole position ao início, a estratégia de pneus significou o seu segundo lugar ainda antes da metade da corrida e a sua capacidade de o manter. A partir daí foi uma batalha estratégica pelo pódio entre os dois Ferraris. Antes do próximo Grande Prémio em Singapura, esta semana iremos trabalhar arduamente em Barcelona com a Ferrari e em Paul Ricard com a Mercedes a fim de dar continuidade aos testes de pneus para 2017.”

 

Os melhores tempos do dia por composto:

 

                        Médio                         Macio                         Supermacio

Primeiro         HAM 1m26.303s      RAI 1m26.016s        ALO 1m25.340s

Segundo       ROS 1m26.599s      VET 1m26.310s       RIC 1m25.919s

Terceiro         ERI 1m28.552s        VER 1m26.405s      BUT 1m26.354s

 

OS TURNOS  MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

 

Médio             Ocon                          32 voltas

Macio             Grosjean                   28 voltas

Supermacio  Grosjean                   24 voltas

 

A NOSSA PREVISÃO: Antevimos que as duas paragens seriam, teoricamente, a solução mais rápida (adotada pela Ferrari), mas a Mercedes conseguiu tornar a estratégia de uma paragem – a segunda solução mais rápida em papel – em vencedora. Rosberg seguiu o formato de uma paragem como era esperado, começando com macio e trocando para médio na 24ª volta.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Singapore Grand Prix: September 16 – 18 2016

SELECTED SETS PER DRIVER

 The FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Singapore Grand Prix (16-18 September).

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Italian Grand Prix – Race – Infographics

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GALERIA DE IMAGENS - G.P.ITÁLIA

GALERIA DE IMAGENS

 

G.P ITÁLIA

 

Mais um grupo de imagens referentes ao Grande Prémio de Itália de F 1F41 CopyF42 CopyF43 Copyf44 Copyf45 CopyF46 CopyF47 CopyF48 CopyF49 CopyF50 CopyF52 CopyF60 CopyF61 CopyF62 CopyF63 CopyF64 CopyF65 CopyF66 CopyF67 CopyF68 CopyF69 CopyF70 CopyF71 CopyF72 CopyF73 CopyF74 CopyF75 CopyF76 CopyF77 CopyF78 CopyF79 CopyF80 CopyF81 CopyF82 CopyF83 CopyF84 CopyF85 CopyF86 CopyF88 CopyF88 CopyF90 CopyF91 CopyF92 Copy

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Italian Grand Prix, Qualifying

LEWIS HAMILTON CLAIMS POLE POSITION: 2.2 SECONDS FASTER
THAN 2015 POLE, USING P ZERO SUPERSOFT TYRES

AS IN BELGIUM, SOFT TYRES CHOSEN IN Q2 BY MERCEDES DRIVERS,
WHO WILL START THE RACE ON THIS COMPOUND

TEAMS WILL CHOOSE BETWEEN ONE AND TWO-STOP STRATEGIES
TOMORROW, ACCORDING TO RACE CIRCUMSTANCES

 Temperatures remained warm in qualifying for the Italian grand prix, with track temperatures of 44 degrees centigrade and 31 degrees ambient as the session got underway at the ‘Temple of Speed’.

In the past, strategy has tended to focus on a one-stopper for the Italian Grand Prix, but the introduction of the supersoft tyre for the first time – with three compounds now nominated for each race – could bring in a new variable with a two-stopper chosen by some drivers.

For the last six years, the driver starting from pole position has won at Monza, making qualifying absolutely crucial. Mercedes driver Lewis Hamilton took pole, as he did last year (when he claimed a grand slam with fastest lap and race victory too) using the supersoft tyre smashing the 2015 pole time by around 2.2 seconds.

Ferrari was the only team to get through Q1 using the soft tyres only, where Sebastian Vettel and Kimi Raikkonen placed third and fifth compared to their supersoft-equipped rivals.

In Q2, both Mercedes drivers were the only ones to get through with the soft tyres only (although Red Bull also tried, before switching to supersoft) – meaning that this is the compound that they will start on tomorrow.

The Q3 battle was run entirely on the supersoft, with Hamilton setting his pole time of 1m21.135s during his second run right at the end of the session, ahead of team mate Nico Rosberg.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “Track temperatures were about the same than we saw yesterday for free practice, with strategy already at the forefront from the start of qualifying. In Q2 the Mercedes drivers were the only ones to get through on the soft tyres only. Both saved a set of supersoft, while the Mercedes drivers will be the only ones in the top 10 to be starting the race tomorrow on the more durable soft tyre – from the first two places on the grid. So it remains to be seen whether or not this will affect their thinking on strategy tomorrow. With both one or two stops possible, the tactics for the grand prix will be extremely interesting.”

How the tyres behaved today:
Medium: Not used in qualifying but likely to be an essential part of any one-stop plan.
Soft: Only used by Ferrari in Q1, then also used by others in Q2 as the race start tyre.
Supersoft: Pole tyre, but only a relatively small speed advantage here compared to soft.

Free practice 3 – top three times

Hamilton 1m22.008s Supersoft New
Rosberg 1m22.401s Supersoft New
Vettel 1m22.946s Supersoft New

Qualifying top 10

Hamilton 1m21.135s Supersoft New
Rosberg 1m21.613s Supersoft New
Vettel 1m21.972s Supersoft New
Raikkonen 1m22.065s Supersoft New
Bottas 1m22.388s Supersoft New
Ricciardo 1m22.389s Supersoft New
Verstappen 1m22.411s Supersoft New
Perez 1m22.814s Supersoft New
Hulkenberg 1m22.836s Supersoft New
Gutierrez 1m23.184s Supersoft New

Most laps by compound so far

Medium Rosberg 23 laps
Soft Vettel 27
Supersoft Gutierrez 22
Supersoft Raikkonen 22
Prototype Massa 11

Best time by compound so far

Medium Rosberg 1m24.569s
Soft Hamilton 1m21.498s
Supersoft Hamilton 1m21.135s
Prototype Hamilton 1m24.123s

 

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CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

 

GRANDE PRÉMIO DE ITÁLIA

 

 

TUDO NA MESMA….CONTINUA O DOMINIO MERCEDES COM ROSBERG

 

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F2 CopyF3 CopyF4 CopyF5 CopyF6 CopyF7 CopyF8 CopyF9 CopyF10 CopyF11 CopyF12 CopyF13 CopyF15 CopyF16 CopyF17 CopyF18 CopyF19 CopyF20 CopyF21 CopyF22 CopyF23 CopyF24 CopyF25 CopyF26 CopyF27 CopyF29 CopyF30 CopyF31 CopyF32 CopyF33 CopyF34 CopyF35 CopyF36 CopyF37 CopyF38 CopyF39 CopyF40 CopyNa Fórmula 1 continua tudo na mesma com o domínio da Mercedes, que caminha assim a passos largos para mais um titulo. Na pista de Monza seria Rosberg a vencer, tendo na sua esteira o seu colega de equipa Hamilton. Depois para completar o pódio surge o Ferrari de Vettel, que teve logo atrás de si o seu colega de equipa Raikonen .

Na 5ª posição aparece o Red Bull de Ricciardo, seguido pelo Williams de Bottas, ficando o “top tem” completo com o Red Bull de Verstappen, o Force India de Perez, o Williams de Filipe Massa e o Force India de Hulkenberg.

 

SUGESTÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SUGESTÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

Fizemos um calendário de 21 provas para o Mundial de F1 e nenhuma delas seria nos actuais circuitos. Alguém arrancou com esta proposta. Haverá muitas outras. Querem fazer as Vossas?

 

HAAS NO G.P.ITÁLIA

Grande Prémio de Itália: Resumo de Sexta-Feira

 

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Evento:  1ª e 2ª sessões de treinos-livres

Data:  Sexta-Feira, 2 de Setembro

Local:  Autodromo Nazionale di Monza

Layout:  5,793 quilómetros, circuito de 11 curvas

Condições climatéricas da 1ª sessão:  Sol, 27ºC

Condições climatéricas da 2ª sessão:  Sol, 30ºC

Pilotos:  Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez

 

 

Grosjean:  6º (1m24,763s), 17 voltas

Gutiérrez:  9º (1m25,113s), 19 voltas

Piloto mais rápido:  Nico Rosberg da Mercedes (1m22,959s)

Mais voltas:  Nico Rosberg da Mercedes e Valtteri Bottas da Williams (37 voltas cada um)

 

 

Grosjean:  9º (1m24,516s), 35 voltas

Gutiérrez:  14º (1m24,674s), 33 voltas

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m22,801s)

Mais voltas:  Jolyon Palmer da Renault (45 voltas)

 

 

O tempo quente que as equipas de Fórmula 1 gozaram no Grande Prémio da Bélgica, no Circuit de Spa-Francorchamps, continuou com o Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 a rumar a sul para o Grande Prémio de Itália, que se disputa este fim-de-semana no Autodromo Nazionale di Monza.


A sessão de treinos-livres que abriu o programa de sexta-feira foi realizada sob um sol intenso com a temperatura confortável de 27ºC. Na segunda sessão as temperaturas subiram para os 30ºC, uma vez que o sol continuou a fazer-se sentir no histórico circuito de 5,793 quilómetros e onze curvas.


Tal como na Bélgica, os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, experimentaram os pneus protótipos da Pirelli. Os pneus protótipos da Pirelli estão a ser avaliados pelo construtor italiano para poderem ser usados no final da temporada, sendo este design melhor para suster os contactos com os correctores e com outros carros.


Grosjean e Gutiérrez realizaram as suas respectivas voltas de instalação com os pneus protótipos e depois trocaram para os Pirelli P Zero Amarelo/Macio para as suas primeiras voltas lançadas. Ambos os pilotos realizaram turnos de sete voltas antes de regressarem às boxes para voltarem aos pneus protótipos para rodarem a alta velocidade. Cada um dos pilotos utilizou os Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio para efectuar as suas derradeiras voltas, e foi então que assinaram os seus melhores tempos. Grosjean registou o crono de 1m24,763s na décima sexta volta, garantido o sexto lugar, e Gutiérrez alcançou a marca de 1m25,113s na sua décima nona volta, o que lhe permitiu ascender ao nono posto. Estes foram os melhores resultados obtidos por qualquer um dos pilotos numa sessão de treinos-livres deste ano.


O mais rápido da primeira sessão foi Nico Rosberg, da Mercedes, com uma volta de 1m22,959s, o que atirou o seu colega de equipa, Lewis Hamilton, para o segundo posto por 0,203s. Os Ferrari de Kimi Raikkonen e Sebastian Vettel ficaram no terceiro e quarto lugares, respectivamente, com as marcas de 1m24,047s e 1m24,307s.


A velocidade demonstrada por Grosjean e Gutiérrez na primeira sessão prosseguiu na segunda, tendo realizado programas distintos para dobrar a quantidade de dados reunidos.


Depois de realizar duas voltas de instalação com pneus protótipos usados, Grosjean montou pneumáticos macios para efectuar uma série de sete voltas. Seguiu-se uma série de oito voltas, mas com borrachas supermacias. Grosjean terminou a sessão com um jogo de macios usados, completando uma série de dezoito voltas com muita gasolina no carro. Foi com os pneus supermacios que Grosjean assegurou a sua melhor marca, 1m24,516s na sua décima sexta volta, figurando no nono lugar da tabela de tempos.


Gutiérrez, por seu lado, evitou a volta de instalação para se empregar imediatamente numa série de sete voltas com Pirelli P Zero Branco/Médio. Posteriormente, montou supermacios para outra série de sete voltas, antes de realizar um turno de oito voltas com supermacios e de tanque cheio. Gutiérrez terminou a sessão de noventa minutos com uma série de onze voltas com médios. A sua melhor volta surgiu na sua décima quarta volta, 1m24,674s, realizada com supermacios, que o colocou no décimo quarto posto da classificação.


A Mercedes voltou figurar no topo da classificação, mas com Hamilton a liderar na segunda sessão. O seu tempo, 1m22,801s, foi 0,193s melhor que a de Rosberg, a Ferrari manteve-se por perto, com Vettel (1m23,254s) e Raikkonen (1m23,427s) ficaram em terceira e quarta posições, respectivamente.


Entre as duas sessões, a Haas F1 Team completou um total de 104 voltas, divididas irmamente entre Grosjean e Gutiérrez.



“Foi um bom dia no escritório. O carro mostrou-se rápido desde a primeira vez que entrámos em pista. O mesmo aconteceu da parte da tarde, com as temperaturas mais elevadas. Os rapazes realizaram um bom trabalho. É um bom carro para Monza. Experimentámos diferentes compostos de pneus. Saí para pista com tanque cheio e tanque vazio. Não tivemos problemas de maior. Existem algumas pequenas coisas que poderemos melhorar, mas no geral estou muito satisfeito com o carro.”


 

“Completámos o nosso programa e ficámos com um bom entendimento do comportamento dos pneus, dado que aqui precisamos de muita tracção e as temperaturas dos pneus afecta-a directamente. Estamos a dar o nosso melhor para encontrar o máximo de tracção sem comprometer o equilíbrio geral do carro. Penso que temos alguns dados interessantes para analisar, portanto, penso que podemos afinar tudo para amanhã. O pelotão está muito junto e será muito importante que tudo funcione correctamente em cada um dos sectores, o que será um enorme desafio, mas a competição é assim e é disso de que gostamos.”


“A segunda sessão correu muito bem para nós. Sem problemas de maior. Realizámos o plano que tínhamos definido. Parece que conseguimos encontrar um bom equilíbrio para o carro. O meio do pelotão está muito compacto, portanto, não sabemos onde ficaremos na qualificação de amanhã. Vamos avaliar os dados que reunimos hoje para ver o que pretendemos experimentar amanhã de modo a tornar o carro mais rápido.


 

Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (10h00 – 11h00) antes da qualificação, que terá o seu início às 13h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis pilotos mais rápidos a avançarem da Q1 para a Q2. Posteriormente, os dez pilotos mais rápidos na Q2 seguem para a Q3, durante a qual lutarão pela pole-position.

 

 

-HaasF1Team-

 

 

Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

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AUDI AUMENTA ENVOLVIMENTO NA FÓRMULA E

 

Audi aumenta envolvimento na Fórmula E

Parceria com a equipe ABT Schaeffler é estendida e fabricante planeja iniciar programa na temporada 2017/2018

A Audi irá intensificar seu comprometimento futuro na primeira categoria de carros elétricos do planeta. A se iniciar já na temporada 2016/2017, que será aberta em Hong Kong no dia 9 de outubro, o envolvimento da Audi na equipe ABT Schaeffler Audi Sport irá aumentar de forma significativa. Além disso, a marca das quatro argolas planeja incorporar a Fórmula E em seu programa de fábrica para o campeonato 2017/2018.

"A mobilidade elétrica é um dos pontos-chave da nossa indústria", diz Dr. Stefan Knirsch, membro do Conselho de Administração e Desenvolvimento Técnico da AUDI AG. "Pretendemos evoluir como uma das fabricantes de carros premium líderes neste campo. O primeiro modelo planejado para isso é um SUV que deveremos apresentar em 2018. Na luz destes planos, adaptar nosso programa de esporte a motor e assumir o compromisso em uma categoria totalmente elétrica é simplesmente uma movimentação lógica".

Chefe da Audi Motorsport, Dr. Wolfgang Ullrich: "A Audi tem usado constantemente o esporte para testar e desenvolver novas tecnologias para o subsequente uso em produção. Com a tecnologia quattro nós revolucionamos o rali e em seguida estabelecemos novos padrões no automobilismo. Nas 24 Horas de Le Mans, a Audi foi a primeira fabricante a conquistar vitórias usando um motor TFSI, TDI e com um carro híbrido, escrevendo a história do esporte a motor em várias ocasiões. Agora queremos repetir isso com carros totalmente elétricos. A Fórmula E, com suas corridas no coração das grandes cidades, é o palco ideal para este propósito e a equipe ABT Schaeffler Audi Sport é um parceiro lógico para nós".

A Audi Sport tem dado seu nome à equipe desde a temporada inaugural, de 2014/2015 e no brasileiro Lucas di Grassi colocando um de seus pilotos oficiais à disposição no curso da cooperação. Além disso, a equipe já tinha à disposição a estrutura da Audi Sport em Neuburg, na Alemanha. Começando na temporada 2016/2017, a Audi irá intensificar sua parceria existente com a ABT Schaeffler Audi Sport com maior suporte financeiro e técnico. Para a temporada 2017/2018, no caminho em direção ao comprometimento total de fábrica, a Audi Sport irá se juntar ao desenvolvimento passo a passo em cooperação próxima com a parceira tecnológica Schaeffler.

O comprometimento da Audi na Fórmula E será visível aos fãs. Com efeito imediato, as quatro argolas estarão proeminentemente estampadas nas laterais e nas asas do ABT Schaeffler FE02, o carro da equipe para a próxima temporada. O bólido já estará com a nova roupagem a partir de segunda-feira (5), quando começa a bateria final de testes da pré-temporada, que vai até a quarta-feira (7) no circuito de Donington Park, na Inglaterra, onde os últimos ajustes serão feitos antes do início do campeonato em Hong Kong.

O calendário 2016/2017 da Fórmula E terá 12 corridas em dez metrópoles internacionais. A etapa de Berlim, na Alemanha, acontece em 10 de junho de 2017. As duas provas finais acontecem em Nova York nos dias 29 e 30 de julho.

Os pilotos da ABT Schaeffler Audi Sport são o alemão Daniel Abt e o brasileiro Lucas di Grassi. Ambos iniciam sua terceira campanha como companheiros de equipe. Di Grassi foi terceiro na classificação de pilotos no campeonato inaugural e vice-campeão na última temporada, tendo conquistado três vitórias e sete pódios.

Calendário da Fórmula E 2016/2017:
9.out(2016): Hong Kong (China)
12.nov(2016): Marrakesh (Marrocos)
18.fev(2017): Buenos Aires (Argentina)
1.abr(2017): Cidade do México (México)
13.mai(2017): Mônaco (Monte Carlo)
20.mai(2017): Paris (França)
10.jun(2017): Berlim (Alemanha)
1.jul(2017): Bruxelas (Bélgica)
15.jul(2017): Montreal (Canadá)
16.jul(2017): Montreal (Canadá)
29.jul(2017): Nova York (Estados Unidos)
30.jul(2017): Nova York (Estados Unidos)



ABT Schaeffler Audi Sport
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Audi torna-se oficialmente envolvida com o projeto da Fórmula E
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ABT Schaeffler Audi Sport
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Carros da ABT Schaeffler Audi Sport passam a carregar o logo das quatro argolas
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FIA Formula E
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Para a temporada 2017/2018, fabricante participará do projeto na área técnica
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Audi Sport
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Audi já compete com grande sucesso nas 24 Horas de Le Mans e no FIA WEC
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Duda Bairros/P1 Media Relations
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Lucas di Grassi compete pela Audi na Fórmula E e no Mundial de Endurance
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ABT Schaeffler Audi Sport
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Baterial final de testes pré-temporada começa na próxima segunda-feira (5)
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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Italian Grand Prix – Practice Sessions

LEWIS HAMILTON GOES FASTEST IN FP2 ON SUPERSOFT:
LAST YEAR’S POLE TIME ALREADY BEATEN IN FP1 USING SOFT TYRE

VERY HOT TRACK TEMPERATURES IN EXCESS OF 45 DEGREES
CENTIGRADE AT THE ‘TEMPLE OF SPEED’

PROTOTYPE SOFT COMPOUND TYRES, AGAIN USED
DURING FRIDAY’S FREE PRACTICE SESSIONS

Extreme heat – with track temperatures even hotter than those seen in Belgium last weekend – very high speeds, and a relatively small performance gap between the supersoft and soft were the key hallmarks of free practice at Monza today.

Track temperatures peaked at 46 degrees centigrade during the afternoon, with over 30 degrees ambient, and this clearly had an effect on tyre wear and degradation: especially with the supersoft.

The supersoft compound set the fastest time of the day with Mercedes driver Lewis Hamilton, but the performance advantage that it has compared to the soft tyre is reasonably small: about 0.6 seconds so far. There’s a clearer gap between the soft and the medium of about 1 second, with all three compounds run today.

This suggests that the soft tyre will be a strong race tyre, although the teams had a good opportunity to assess the supersoft during long runs as well. As usual, the work for teams in FP2 was split between qualifying and race simulations, in order for teams to get an overall picture of wear and degradation with different fuel loads.

Monza contains the highest top speeds of the year, with the drivers coming close to 360kph at the speed trap at the end of the pit straight. With more grip as the weekend evolves, these impressive speeds are likely only to get even higher.

As was the case at the Belgian Grand Prix last weekend, each driver had two sets of prototype soft compound tyres for the Friday free practice sessions only, which did not have any colour markings. A useful amount of data has been collected on these, which will be used to assess whether or not to introduce them as race tyres in future.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “We thought that Belgium was hot, but the track temperatures we saw today were even hotter: peaking at 46 degrees centigrade. This will have an effect on tyres, but we have to see what conditions will be like for the remainder of the weekend. Traditionally, a one-stopper has been the winning strategy, but this year we’re introducing the supersoft to Monza for the first time. How that tyre – which is about half a second faster than the soft so far – could perform in the race as part of the overall strategy was a big focus of the work in free practice today.”

FP1 – TIMES FP2 – TIMES
1. Rosberg 1m22.959s Soft New 1. Hamilton 1m22.801s Supersoft new
2. Hamilton 1m23.162s Soft New 2. Rosberg 1m22.994s Supersoft new
3. Raikkonen 1m24.047s Soft New 3. Vettel 1m23.254s Supersoft new

FP1 – BEST TIME PER COMPOUND

Medium Ricciardo 1m28.007s
Soft Rosberg 1m22.959s
Supersoft Hamilton 1m23.643s
Prototype Hamilton 1m24.123s

FP2 – BEST TIME PER COMPOUND

Medium Rosberg 1m24.569s
Soft Hamilton 1m23.732s
Supersoft Hamilton 1m22.801s
Prototype Bottas 1m25.007s

LONGEST STINTS OF THE DAY

Soft Vettel 27 laps
Medium Rosberg 23
Supersoft Gutierrez 22
Supersoft Raikkonen 22
Prototype Massa 11

Tyre statistics of the day:

Medium Soft Supersoft Prototype (Soft)
kms driven * 1001 2895 2148 1256
sets used overall ** 17 41 29 39
highest number of laps ** 23 27 22 11

* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
** Per compound, all drivers combined.

Minimum prescribed tyre pressures:  23,5 psi (front) and 21,5 psi (rear)

Spotted in the paddock: Bernie Ecclestone. Formula 1’s ringmaster was spotted in the paddock and pitlane, finalising a deal that will keep Monza as part of the world championship for the next three years – just like Pirelli.

 

 

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HAAS NO G.P.ITÁLIA

 

The Italian Job

A linhagem italiana da Haas F1 Team estará em exibição no Grande Prémio de Itália


KANNAPOLIS, Carolina do Norte (1 de Setembro) – Quando a Haas F1 Team se estreou no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornou-se na primeira equipa americana de Fórmula 1 em trinta anos, tendo tido a ajuda da parte de dois parceiros italianos – a Scuderia Ferrari e a Dallara. É uma colaboração que prossegue quando a Fórmula 1 chega à sua derradeira etapa europeia, o Grande Prémio de Itália, que se realiza no domingo no Autodromo Nazionale di Monza.


A Ferrari, baseada em Maranello, fornece à Haas F1 Team a unidade de potência, caixa de velocidades e apoio técnico geral, e o famoso construtor de carros de corrida, Dallara, alberga a equipa de design da Haas F1 Team nas suas instalações em Parma.


Esta relação única permitiu à Haas F1 Team chegar às pistas com os seus pilotos Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez. A tarefa gigantesca de criar uma equipa de Fórmula 1 desde o zero tornou-se menos dantesca pelos mais de cento e trinta anos de experiência no desporto automóvel detidos pela Ferrari e pela Dallara no seu conjunto.


A prova do sucesso do programa pode ser verificado através do oitavo lugar da Haas F1 Team no Campeonato de Construtores, onde depois de treze corridas está vinte e dois pontos à frente do nono classificado, a Renault, e apenas a dezassete pontos da Scuderia Toro Rosso, a sétima classificada. Os vinte e dois pontos conquistados pela Haas F1 Team é um recorde para uma equipa estreante neste novo milénio. Quando a Jaguar se estreou em 2000 e quando a Toyota se estreou em 2002 cada uma destas equipas apenas conseguiu terminar nos pontos por duas vezes ao longo de toda a temporada, somando um total de seis pontos.


Conquistar pontos em Monza e nas sete corridas que se seguem é um objectivo para a Haas F1 Team. A distância entre si e a Toro Rosso é ultrapassável, se em cada um dos Grandes Prémios a equipa alcançar o seu potencial.


A velocidade existe, como Grosjean e Gutiérrez têm mostrado. Em oito Grandes Prémios consecutivos o duo alcançou o segundo segmento da qualificação (Q2). A Q3 continua a fugir-lhes, dado que entre eles ficaram por cinco vezes no décimo primeiro lugar da grelha de partida – três para Grosjean e duas para Gutiérrez. Têm vindo a ficar agonizantemente perto de alcançar a Q3 de modo a disputar um lugar entre os dez primeiros e em Monza, o templo da velocidade com os seus 5,793 quilómetros e onze curvas, pode ser o palco dessa conquista.


Grosjean alinhou em quatro corridas de Fórmula 1 em Monza, tendo como melhor resultado o oitavo lugar que alcançou em 2013. A sua melhor qualificação foi o oitavo posto que assegurou o ano passado. Gutiérrez efectuou dois arranques em Monza e sua primeira passagem pelo traçado italiano, em 2013, talvez seja a mais memorável. Gutiérrez, com um Sauber potenciado por um motor Ferrari, registou a velocidade mais elevada no final da era V8, ao marcar 341,1 Km/h.


Toda a carreira de Fórmula 1 de Gutiérrez esteve ligada à Ferrari. Nos seus dois anos com a Sauber, em 2013/2014, teve a potencia dos motores Ferrari e em 2015 juntou-se à Scuderia Ferrari enquanto terceiro piloto, tendo ajudado a desenvolver o carro do tretracampeão mundial, Sebastian Vettel, e do Campeão do Mundo de 2007, Kimi Raikkonen, Ao assinar com a Haas F1 Team para a temporada de 2016, Gutiérrez manteve as suas ligações com a marca do Cavallino Rampante.


Com a Ferrari a fornecer a potência à Haas F1 Team, a equipa sente-se preparada para a pista mais rápida da Fórmula 1. As longas rectas do circuito combinada com as configurações de baixo apoio aerodinâmico usadas pelas equipas significa que são alcançadas velocidades na região dos 360 Km/h. A velocidade em curva é relativamente baixa e com as rectas de alta velocidade, o desgaste de pneus é mínimo, sobretudo se compararmos com a corrida do último domingo, o Grande Prémio da Bélgica em Spa-Francorchamps, onde a degradação dos pneumáticos foi extremamente elevada. Mas apesar do desgaste dos pneus ser inferior ao de Spa, a possibilidade de patinar em aceleração é mais elevada devido à configuração de baixo apoio aerodinâmico.


Uma das favoritas entre os adeptos da Fórmula 1, sobretudo entre ostifosi, Monza encerra uma atmosfera electrizante que oferece aos parceiros italianos da Haas F1 Team uma recarga de baterias.

Autodromo Nazionale di Monza

Perímetro: 5.793 km

Voltas: 53

Distância de corrida: 306,72 km

Transmissão televisiva:NBCSN – 12h15m (Antevisão) / 13h00 (Corrida)

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Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitarwww.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ oufacebook.com/haasportugal.

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O Grande Prémio da Itália é praticamente uma corrida caseira para a Haas F1 Team, uma vez que o seu parceiro técnico, a Ferrari, e o seu colaborador no desenvolvimento de chassis, a Dallara, são ambas baseadas em Itália. Sabendo que a Haas F1 Team tem ligações italianas, é importante ter uma boa prestação em Monza?

“A base da Dallara fica a uma hora de Monza, tenho a certeza de que estarão lá muitas pessoas. É sempre bom ir lá, dado que as pessoas têm uma grande paixão por carros de corrida. A história de Monza e a paixão dos tifosi oferecem ao Grande Prémio de Itália uma atmosfera única, e dado estarmos tão perto de ambos os nossos parceiros técnicos, queremos dar o nosso melhor.”

Como tem corrido a parceria técnica com a Ferrari e de que forma evoluiu, uma vez que a Haas F1 Team evoluiu da concepção do carro para a sua construção e para o colocar em pista?

“A nossa parceria tem sido fantástica e, sem ela, não estaríamos onde estamos. Disso tenho a certeza. Estamos a evoluir todos os dias e as pessoas da Ferrari compreendem o que estamos a fazer. Estamos todos aqui para competir e eu sei que eles gostam de competição. Ao longo do tempo, a nossa relação tem vindo a crescer, é evidente, gostamos de trabalhar com eles.”

 

Pode explicar a função da Dallara no projecto da Haas F1 Team e a sua anterior história na Fórmula 1?

“Há muitos anos a Dallara construiu o seu próprio carro e estão envolvidos em muitos projectos. Gostam de estar na Fórmula 1 e estão a fazer um trabalho fantástico na sua contribuição para o projecto da Haas F1 Team. São pessoas muito apaixonadas e adoram corridas. A parceria começou muito bem e estamos a trabalhar para melhorar para que possamos aprender e estarmos ainda melhor no próximo ano. Contribuíram muito para o nosso programa e foram uma ajuda preciosa.”

O que motivou a escolha da Dallara para parceiro da Haas F1 Team?

“Eles oferecem-nos experiência. Têm as infraestruturas e o conhecimento dos carros de corrida e, para nós, foram a melhor escolha para criarmos uma parceria. A combinação Haas F1 Team e Dallara é muito boa.”

 

Este é o primeiro ano da Haas F1 Team e cada fim-de-semana de corridas é uma experiência de aprendizagem. Isto também é verdade para a Dallara?

“Penso que não é baseada em cada fim-de-semana, mas antes num ciclo anual, quando é construído um carro novo. No geral, aprendemos muito na construção e na operação do carro. Eles não são apenas uma companhia de fora. São parte da nossa equipa. Penso que é também uma experiência de aprendizagem para eles. É-o para todos os envolvidos.”


Muito embora o carro de 2017 virá a ser completamente diferente do de 2016, o que foi que aprenderam com a Ferrari e com a Dallara que poderá ser aplicado no desenvolvimento do monolugar de 2017?
“Aprendemos com tudo o que fazemos e queremos melhorar tudo o que fazemos. Estamos a analisar o que temos vindo a fazer ao longo de 2016, que tem corrido muito bem, mas existe sempre margem para melhorar. Para avançarmos na classificação temos que melhorar e isso não acontece por acontecer. Tudo terá que ser mais eficiente e temos que dar um passo em frente para sermos melhores no próximo ano. É isso que estamos a fazer com a Ferrari e Dallara – a tentar melhorar para que o programa se torne mais eficaz.”

É satisfatório verificar que uma nova ideia, uma filosofia diferente de como abordar a Fórmula 1, não só alcançou as pistas, mas também está a ser bem-sucedida ao marcar pontos e ao desafiar algumas das equipas mais antigas?

“A filosofia foi imposta pelo Gene – não é preciso inventar a roda, mas temos que encontrar uma forma de fazer tudo de uma forma mais eficiente, dado que efectuar o mesmo que os outros fazem não chega. É satisfatório verificar que conseguimos concluir o plano, colocar tudo a trabalhar e a trabalhar bem. Temos que estar satisfeitos com o que alcançámos.”


Teria sido o sucesso da Haas F1 Team possível sem a colaboração da Ferrari e da Dallara?
“Não. Nunca o poderemos provar, mas penso que, sem essa colaboração, teria sido muito mais difícil e teríamos tido muito menos sucesso. Penso que, sem a Ferrari e a Dallara, não estaríamos onde estamos agora.”

A organização da Haas F1 Team é única – sede nos Estados Unidos da América, base logística em Inglaterra e concepção do carro em Itália. Como tem sido possível gerir e garantir que as três bases, colocadas em fusos horários distintos, funcionam bem juntas?

“Pessoas capazes! Temos que ter pessoas em quem podemos confiar, essa é a única forma de o fazer. Também inclui muitas viagens da minha parte, mas nós não conhecemos uma forma diferente, o que torna tudo mais fácil para nós. Usamos a tecnologia ao nosso dispor para conversarmos e parece que funciona. Penso que talvez pudéssemos fazer as coisas de uma forma diferente, mas acredito que o nosso sucesso se deve ao facto de termos as pessoas certas nos sítios certos. Até agora, tudo parece estar a funcionar correctamente, muito embora exija muito mais trabalho que numa organização em que tudo está concentrado num lugar. Enquanto funcionar, vamos continuar assim.”

 

Acredita existirem outras entidades fora da Fórmula 1 a analisar o modelo da Haas F1 Team com o intuito de poder ingressar na categoria?

“Espero que sim. Gosto da competição de novas equipas, se consideraram que poderão ser bem-sucedidas. Penso também que existe ainda uma licença disponível para quem a quiser. Quanto às actuais equipas alterarem o seu modo de operar, na verdade não vejo isso a acontecer, dado que seria muito mais complicado para elas. Uma nova equipa, talvez fosse possível, dado que nós mostrámos que há mais do que uma forma para chegar à Fórmula 1.”


É possível repetir o que a Haas F1 Team conquistou?
“Penso que os outros podem copiar, mas têm que encontrar o seu caminho para que tudo funcione. Existem equipas fortes e penso que podem fornecer o que nós recebemos da Ferrari.”

A unidade de hospitalidade da Ferrari está sempre cheia de convidados durante o Grande Prémio de Itália. A nossa unidade de hospitalidade também estará ocupada?

“É difícil dizer. Quando mais para cima estamos no paddock, mais as pessoas querem estar associadas connosco. Mas penso que, ao estarmos associados com duas companhias italianas, teremos alguns amigos que nos visitarão e tomarão café connosco.”

 

 

A Ferrari e  a Dallara são duas companhias italianas que são parceiras da Haas F1 Team. De que forma o conhecimento que detém ajudou a Haas F1 Team a tornar-se tão competitiva no seu primeiro ano de Fórmula 1?

“Foi vital. Toda a ideia por detrás da Haas F1 Team foi baseada na parceria com a Ferrari e com a Dallara. Trabalhámos para ter um bom carro que funcionasse bem logo no primeiro teste. Para isso, tínhamos que ter uma parceria que funcionasse, e foi isso que aconteceu. Estou ansioso por estar em Itália, sabendo da capacidade destes companhias e o impacto que têm nos nossos esforços em pista.”

 

Monza é a pista mais veloz da Fórmula 1. O que vos permite alcançar velocidades tão elevadas em Monza?

“São as características da pista, sobretudo a longa recta com uma chicane, que é seguida por outra longa recta. Todos reduzem os níveis de apoio aerodinâmico. É assim que ficamos rápidos em recta. É uma pista fantástica – o templo da velocidade. Existe sempre uma grande atmosfera no circuito. Estou ansioso por voltar a correr lá.”

 

Onde existem oportunidades para ultrapassar, em Monza?

“Praticamente em todo lado.”

As ultrapassagens em Monza são um pouco como uma corrida de dragsters, em que o importante é acelerar o mais depressa possível e de uma forma mais efectiva?

“Não é tão simples como uma corrida de dragsters. Mesmo em Monza perdemos apoio aerodinâmico quando seguimos outro carro nas curvas de baixa velocidade. É uma daquelas corridas em que podemos ter muitas ultrapassagens e muita acção. É sempre interessante verificar como terminam a longas viagens no cone de aspiração.”


Monza é uma pista com muita história e a casa de alguns dos fãs de Fórmula 1 mais apaixonados. Podes descrever a atmosfera que se vive lá?

“É uma atmosfera maluca. Os tifosi, os adeptos – são fantásticos. A pista está situada no meio de um parque. Não há nada parecido. Há tanta gente a ver, a apoiar os pilotos e, claro, a Ferrari. É uma atmosfera electrizante. Adoro!”

 

Já tiveste a possibilidade de caminhar nas zonas antigas de Monza, especificamente na oval? Caso tenhas, o que te passou pela cabeça quando viste o banking e percebeste que os carros, no final dos anos 50 e no início dos anos 60,  competiram lá?

“Era de loucos! Mal conseguimos manter-nos em pé no topo da oval. Passamos por baixo de uma parte, na chicane Ascari. Definitivamente, era uma época distinta, uma era diferente no que diz respeito às medidas de segurança. No entanto, tenho a certeza de que era divertido.”

 

Terias gostado de competir nessa era apenas perceber como era, ou preferes competir com a tecnologia mais actual?

“Teria gostado de competir em qualquer era. Sempre adorei as corridas de Fórmula 1, fosse qual fosse a era.”

 

Tens algum marco ou momento que te tenha marcado em Monza quando estavas nas fórmulas de promoção?

“A minha primeira corrida de Fórmula Renault 2.0 em 2004 – a Eurocup Series – teve lugar em Monza e, depois da qualificação, estava na primeira linha. Isso foi muito bom. É certamente uma boa memória.”


Qual é a tua zona de Monza preferida?

“Gosto das duas Curvas de Lesmos, a ‘Curva di Lesmos’.”

Descreve uma volta a Monza.

“Passamos na linha de meta a caminho da primeira chicane, onde temos uma grande travagem, reduzindo para segunda. Depois temos uma zona de aceleração muito importante para irmos para a segunda chicane, que é um pouco mais rápida, onde usamos muito o corrector na saída. Depois tentamos levar o máximo de velocidade para as duas curvas de Lesmos. Passamos por baixo da antiga oval para nos prepararmos para a chicane Ascari. Temos uma travagem muito forte, com um ressalto. É sempre complicado colocar o carro. Queremos acelerar o mais cedo possível para irmos para a Parabólica. Temos outra longa recta, com uma travagem muito tardia para a Parabólica. Novamente, é complicado acelerar, e regressamos à recta da meta para terminarmos a volta.”


 


A Ferrari e  a Dallara são duas companhias italianas que são parceiras da Haas F1 Team. De que forma o conhecimento que detém ajudaram a Haas F1 Team a tornar-se tão competitiva no seu primeiro ano de Fórmula 1?

“Penso que foi verdadeiramente importante ter acesso à experiência que a Ferrari e a Dallara possuem. Ganhámos muitos conhecimentos, e desse ponto de vista, tem sido uma parte crucial do nosso sucesso.”


Passaste muito tempo com a Ferrari, primeiro usaste motores Ferrari, durante o teu período na Sauber, em 2013 e 2014, e depois como terceiro piloto da Scuderia Ferrari, em 2015, antes de te juntares à Haas F1 Team, este ano, e também temos unidades de potência da Ferrari. Tem sido importante ter um conhecimento profundo da Ferrari, das suas pessoas e da sua metodologia?

“Tem sido muito importante. A Ferrari trabalha de uma forma muito particular, que eu considero muito simpática e interessante, mas temos que realmente perceber tudo o que está por detrás para que possamos trabalhar de uma forma eficiente. Por exemplo, a mudança de motores de um ano para o outro foi uma grande, grande diferença e ter acompanhado essa transição ajudou-me na minha vinda para aqui, dado que tinha muita experiência.”


Antes das férias de verão, pudeste voltar a pilotar um Ferrari e testar os pneus da Pirelli para 2017 aos comandos de um carro de 2015. Como correu, que tipo de informação podes fornecer no que diz respeito aos pneus mais largos que serão utilizados no próximo ano na Fórmula 1?

“Os pneus são mais largos e temos mais aderência mecânica, que era o objectivo. Teremos mais apoio aerodinâmico e foi fantástico ter uma previsão para que me possa preparar, também para a equipa, para ter uma boa ideia, e igualmente para a Pirelli, para desenvolver os pneus correctos para a próxima temporada.


Tu registaste a velocidade mais elevada em Monza com motores V8 (em 2013), quando marcaste ao volante do teu Sauber Ferrari a velocidade de 341,1 Km/h. Como foi poder extrair essa velocidade do carro ao longo da pista de 5,793 quilómetros?

“Foi fantástico! Foi de doidos, dado que me lembro do exacto momento em que estava na corrida com o DRS ligado, à velocidade máxima, e gerei muita velocidade ao longo da recta até à travagem e foi uma sensação impressionante.”


Monza é a pista mais veloz da Fórmula 1. O que vos permite alcançar velocidades tão elevadas em Monza?

“É interessante, dado que temos muitas zona de alta velocidade, sobretudo as rectas, com muito pouco apoio aerodinâmico, e isto afecta directamente a travagens para as curvas de baixa velocidade. Temos longos períodos de tempo em que estamos a travar, e é óbvio que o apoio aerodinâmico é importante, mas o facto de termos muito pouco apoio nesta pista, obriga-nos a lidar com o carro de uma forma diferente e temos que adaptar as afinações para isso.”


Onde existem oportunidades para ultrapassar, em Monza?

“Na verdade, em todo o lado. Temos a primeira curva, depois a Curva 4, assim como antes da Parabólica. É uma pista que permite muitas ultrapassagens.”


As ultrapassagens em Monza são um pouco como uma corrida de dragsters, em que o importante é acelerar o mais depressa possível e de uma forma mais efectiva?

“Sim, sem dúvida.”

 

Monza é uma pista com muita história e a casa de alguns dos fãs de Fórmula 1 mais apaixonados. Podes descrever a atmosfera que se vive lá?

“É um dos clássicos. As pessoas, a atmosfera, os italianos, os fãs da Ferrari, e estamos a usar motores da Ferrari, portanto, é fantástico ir lá e aproveitar o apoio dos italianos, sobretudo para mim, que fiz parte da Ferrari no ano passado, como terceiro piloto, o que me deixou muito próximo da Itália.”


Já tiveste a possibilidade de caminhar nas zonas antigas de Monza, especificamente na oval? Caso tenhas, o que te passou pela cabeça quando viste o banking e percebeste que os carros, no final dos anos 50 e no início dos anos 60,  competiram lá?

“Sim, já, e gostava de poder fazer aquela curva, actualmente. Seria fantástico. É incrível como é inclinada e só podemos imaginar como seriam aqueles tempos, quão loucos eram. É fantástico pensar sobre isso, dado que é o espírito do nosso desporto.”


Terias gostado de competir nessa era apenas perceber como era, ou preferes competir com a tecnologia mais actual?

“É uma questão complicada, mas eu gosto da era clássica. Tudo é relativo, dado que naquela era a tecnologia era inovadora para o momento, porque estamos sempre a puxar os limites da inovação. Seria fantástico experimentar como era, uma vez que sei como são as coisas hoje, e é claro que queremos sempre aquilo que não tempos.”


Tens algum marco ou momento que te tenha marcado em Monza quando estavas nas fórmulas de promoção?

“Ganhei alguns campeonatos aqui – dois campeonatos, na verdade, a Fórmula BMW e a GP3. Lembro-me exactamente de como foi. Na realidade foi na qualificação, dado que era suficiente ganhar o ponto da pole-position para eu vencer o campeonato, portanto, foi um momento especial. Monza é um lugar muito especial para mim.”


Qual é a tua zona de Monza preferida?

“A minha zona preferida de Monza é provavelmente a Variante Ascari. É uma chicane tripla, com uma entrada muito rápida e uma travagem muito tardia. Na verdade, é umas das minhas curvas preferidas do calendário.”


Descreve uma volta a Monza.

“Vamos na recta da meta a caminho da primeira Variante, uma chicane de velocidade muito baixa com uma travagem muito grande com muito pouco apoio aerodinâmico, portanto, o carro tem que estar muito bem equilibrado mecanicamente, sendo a segunda Variante muito semelhante. É importante acertar na trajectória, dado que na saída, se falharmos um pouco o apex, não temos qualquer hipótese no resto da curva. É importante ser preciso. A duas de Lesmos (Curvas di Lesmos) têm um pouco de banking. Tentamos manter a velocidade na entrada e ter muita aderência no apex. Depois vamos para Ascari, que é uma das minhas curvas preferidas de todo o calendário – uma chicane tripla, travamos muito tarde, a entrada é muito delicada, dado que com a travagem tarde desequilibramos muito o carro. Temos que lidar com isso e usar todos os correctores à nossa disposição na primeira parte e acertar na trajectória correcta na Curva 9 para irmos a fundo para a Curva 10, que define a velocidade para a recta que nos leva para a famosa Parabólica. É uma curva de alta velocidade muito longa. Entramos muito depressa nesta curva.”


 

 

Autodromo Nazionale Monza

  • Número de voltas: 53 
  • Distância de corrida: 306,720 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
  • Este circuito de 5,793 quilómetros e 11 curvas recebe a Fórmula 1 desde 1950, tendo no ano passado albergado o seu 65º Grande Prémio.
  • Rubens Barrichello detém o recorde da volta a Monza (1m21,046s), registado em 2004 com a Scuderia Ferrari.
  • Juan Pablo Montoya detém o recorde da volta de qualificação em Monza (1m20,264s), registado em 2004 com a Williams durante a Q1. Com uma média de 259,827 Km/h, é a volta de qualificação de Fórmula 1 mais rápida da história. Mas a volta de 1m19,525s de Montoya durante a sessão de treinos-livres do mesmo ano é considerada a volta de Fórmula 1 mais rápida de sempre, com uma média de 262,242 Km/h.
  • sessenta e cinco dos sessenta e seis Grandes Prémios de Itália tiveram como palco Monza, tendo Imola albergado a prova de 1980 quando Monza foi alvo de trabalho de reasfaltamento. A maior parte das corridas realizadas em Monza foram realizadas em diversas variações do circuito de estrada que é usado hoje, mas em 1955, 1956, 1960 e 1961 a corridas foram efectuadas no circuito que combina o circuito de estrada com a oval de alta velocidade de 4,250 quilómetros. Com as elevadíssimas velocidades e preocupações quanto à segurança dos pilotos e dos espectadores, o uso da oval foi descontinuado para efeitos competitivos depois do Grande Prémio de Itália de 1961. A oval ainda existe, no entanto, com as barreiras oxidadas e com a natureza a tomar conta daquela zona dormente da pista. O layout actualmente usado pela Fórmula 1 produz a volta mais rápida do ano, dado que o design do traçado com as suas longas rectas e curvas de alta velocidade torna Monza no derradeiro circuito de alta velocidade.
  • DYK? A vitória de Peter Gethin sobre Ronnie Peterson no Grande Prémio de Itália de 1971 deixou os dois separados por 0,01s, no que se mantém na diferença mais curta de sempre entre os dois primeiros pilotos de um Grande Prémio, com o triunfo de Rubens Barrichello sobre Michael Schumacher no Grande Prémio dos Estados Unidos da América de 2002, em Indianapolis, a cifrar-se em 0,011s. A mudança de duas para três casas décimais nao sistema de cronometragem torna impossível saber qual das duas vitórias deteve uma menor vantagem para o segundo classificado.
  • Durante o Grande Prémio de Itália, a temperatura mínima será de 17ºC a 18ºC e a temperatura máxima de 27ºC a 28ºC. A humidade relativa andará entre os 49% e os 94%. A velocidade do vento variará entre os 0-11 Km/h, raramente excedendo os 21 Km/h.

  • A Pirelli leva três compostos para a Bélgica:                                                                
    • P Zero Branco/Médio – menos aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
    • P Zero Amarelo/Macio – pouca aderência, desgaste baixo (usado para longas séries de voltas da corrida)
    • P Zero Vermelho/Supermacio – muita aderência, desgaste médio (usado para séries curtas de voltas e para o primeiro segmento de qualificação)
      • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
        • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Desses 13 jogos, os pilotos e as suas respectivas equipas podem escolher as especificações de dez deles entre os três compostos disponíveis. Os restantes três jogos são definidos pela Pirelli – dois tipos obrigatórios para a corrida (um jogo de P Zero Branco/Médio e um de P Zero Amarelo/Macio) e um tipo obrigatório para a Q3 (um jogo de P Zero Vermelho/Supermacio). A Haas F1 Team seleccionaram os seguintes jogos:
        • Grosjean: 1 jogo de P Zero Branco/Médio, 3 jogos de P Zero Amarelo/Macio e 9 jogos de P Zero Vermelho/Supermacio
        • Gutiérrez: 2 jogo de P Zero Branco/Médio, 2 jogos de P Zero Amarelo/Macio e 9 jogos de P Zero Vermelho/Supermacio 

       

      CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2016

      CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

       

      GRANDE PRÉMIO DA BELGICA

       

      DESTA FEITA ROSBERG VENCEU NA BELGICA

       

      Foi no mitico circuito de Spa, que Niko Rosberg venceu no passado fim de semana mais uma jornada do Campeonato do Mundo de Fórmula 1.Atrás de Rosberg ficou o Red Bull de Ricciardo, e o Mercedes de Hamilton.

       

      Nas posições seguintes viram a bandeira de xadrez, os Force India de Hulkenberg e Perez, e só depois surge o Ferrari de Vettel, e os McLaren de Alonso e Button.Para completar o "top ten", falta referir o Ferrari de Raikonen.e o Wiliams de Massa.f1 Copyf2 Copyf3 Copyf4 Copyf5 Copyf6 Copyf7 Copyf8 Copyf9 Copyf10 Copyf11 Copyf12 Copyf14 Copyf14 Copyf15 Copyf16 Copyf17 Copyf18 Copyf19 Copyf20 Copyf22 Copyf23 Copyf24 Copyf25 Copyf30 Copyf31 Copyf32 Copyf33 Copyf34 Copyf35 Copyf36 Copyf35 Copyf37 Copyf38 Copyf39 Copyf40 Copyf41 Copyf43 Copyf45 Copyf46 Copyf47 Copyf48 Copyf49 Copyf50 Copyf51 Copyf52 Copyf55 Copyf56 Copyf57 Copyf58 Copyf59 Copyf60 Copyf61 Copy

       

      SERÁ ESTE O FUTURO DOS FÓRMULA E?

      SERÁ ESTE O FUTURO DA FÓRMULA E

       

      Nada está ainda decidido, mas é bem possivel que no próximo ano, os Fórmula E possam vir a correr com este aspecto.dome-formulae1 Copydome-formulae2 Copy

       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      ANTEVISÃO GRANDE PRÉMIO PIRELLI MONZA

      14ª Ronda de 21

      Monza, Itália, 2 – 4 Setembro 2016

       

       

       Finalmente! Na corrida da “casa” da Pirelli e no mais rápido circuito de todos, tornam Monza o indiscutível “templo da velocidade”. As velocidades em curva não são particularmente excessivas, ao invés das retas, onde os carros alcançam perto de 360 Km/h, graças às especificações das afinações, onde apenas são vistas em Monza. A Pirelli escolheu os compostos que já foram opção anteriormente, assim e pela quarta vez consecutiva serão os Médios, Macios e Supermacios (pela primeira vez em Monza). No que concerne ao ambiente, o Parco Reale de Monza permanece único, sendo um local histórico que sempre acolheu a Fórmula 1 desde 1950 (à exceção de um ano), que inspira não apenas os fãs, mas também todos os pilotos.

       

      O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DOS PNEUS:

       

      •  Enquanto as velocidades médias são elevadas, as velocidades em curva são razoavelmente baixas, minimizando o desgaste dos pneus.
      •  Isto significa que algumas equipes poderão equacionar uma estratégia de apenas uma troca de pneus.
      •  Nas duas chicanes e especialmente na travagem e na aceleração, fortes forças longitudinais são exercidas sob os pneus.
      •  A estrutura dos pneus é testada ao máximo, pelas fortes travagens exercidas pelos pilotos em Monza.
      •  A “Parabólica” e “Curva Grande” são um grande desafio, uma vez que são curvas longas, é exercida muita pressão nos pneus.
      •  Baixa aerodinâmica, significa uma travagem e aceleração condicionada, em que os pilotos devem evitar o “patinar”  dos pneus.

       

       

      OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS:

       

      •  Médio (branco): um conjunto obrigatório que deverá  ser importante para a corrida, se utilizarmos uma estratégia de apenas uma troca de pneus
      •  Macio (amarelo): outro conjunto obrigatório que deverá entrar em jogo, particularmente se a estratégia é de duas trocas de pneus.
      •  Supermacio (vermelho): Obrigatório na qualificação, os primeiros 10 classificados deverão gostar de iniciar com este composto.

       

      COMO FOI HÁ UM ANO:

       

      •  Lewis Hamilton dominou o fim de semana com uma notória superioridade. Utilizou uma estratégia com uma paragem, começou com Macios e trocou para médios na volta 26 (de 53). Todos os 10 primeiros pararam apenas uma vez.
      •  A melhor estratégia alternativa: Daniel Ricciardo, foi o piloto melhor classificado que iniciou com pneus Médios e trocou para Macios, começou a prova do 19 posto da grelha para terminar na oitava posição.

       

      PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTOSPORT DIRECTOR:

      “Monza vem logo a seguir a Spa, logo dois circuitos épicos no espaço de apenas uma semana, mas para qualquer organização da Fórmula 1, a corrida na sua casa é sempre a mais especial do ano. Por isso, para nós vai ser um fim de semana ocupado com a estreia do composto Supermacio em Monza, onde especialmente na qualificação poderemos assistir a alguns recordes de velocidade máxima. No ano passado observámos que a maioria dos pilotos optou por apenas uma troca de pneus, mas neste momento a chegada do Supersoft poderá originar opções com mais de uma paragem. ”

       

      O QUE HÁ DE NOVO?

       

      •  Este ano não houve alterações em Monza, mas grandes mudanças estão previstas para o ano seguinte com uma nova curva para substituir a “Curva Grande”. Logo esta será a ultima corrida  no “classico” traçado.
      •  Após Monza, o calendário de testes da Pirelli prossegue com carros protótipo, com a Ferrari em Barcelona (6 e 7 Setembro) e a Mercedes em Paul Ricard (6 e 8 Setembro).
      •  Como aconteceu na Bélgica, para os treinos livres de sexta-feira a Pirelli vai disponibilizar aguns pneus protótipo (sem as marcas coloridas). Estes foram concebidos para resistir melhor aos múltiplos impactos ou possíveis danos originados por corpos estranhos.

       

      OUTROS ASPETOS QUE NOS CHAMARAM A ATENÇÃO RECENTEMENTE:

       

      •  Para Monza, seis  companheiros de equipe, optaram por escolher pneus diferentes dos atribúidos.
      •  Pneus exclusivos Pirelli P Zero poderão ser vistos no novo Lamborghini Centenario.  A revelação está prevista durante o mesmo fim de semana de Monza no Salon Privé no Reino Unido.

       

      A NOMEAÇÃO DOS COMPOSTOS DE PNEUS ATÉ À DATA:

       

       

      Roxo

       

      Vermelho

       

      Amarelo

       

      Branco

       

      Laranja

      Austrália

      Supermacio

      Macio

      Médio

      Bahrein

      Supermacio

      Macio

      Médio

      China

      Supermacio

      Macio

      Médio

      Rússia

      Supermacio

      Macio

      Médio

      Espanha

      Macio

      Médio

      Duro

      Mónaco

      Ultramacio

      Supermacio

      Macio

      Canadá

      Ultramacio

      Supermacio

      Macio

      Azerbaijão

      Supermacio

      Macio

      Médio

       

      Austria

      Ultramacio

      Supermacio

      Macio

      GreatBritain

      Macio

      Médio

      Duro

      Hungria

      Supermacio

      Macio

      Médio

      Alemanha

      Supermacio

      Macio

      Médio

      Bélgica

      Supermacio

      Macio

      Médio

      Itália

      Supermacio

      Macio

      Médio

      Singapura

      Ultramacio

      Supermacio

      Macio

      Malásia

      Macio

      Médio

      Duro

      Japão

      Macio

      Médio

      Duro

      Est. Unidos

      Supermacio

      Macio

      Médio

      México

      Supermacio

      Macio

      Médio

      Brazil

      Macio

      Médio

      Duro

      Abu Dhabi

      Ultramacio

      Supermacio

      Macio

       

       

       

      RELEMBRAR KEN TYRREL

      RELEMBRARA KEN TYRREL

       

      Deixou-nos faz hoje 15 anos. E deixou-nos de legado alguns F1 inesquecíveis. Até sempre Mr. Ken! 

       

      SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

      SEGUNDO A OPINIÃO DE JOÃO CARLOS COSTA

       

       

      É ISSO AÍ! São precisas sim senhor. Sempre foram e quem as mostra sempre suscitou críticas. Que venha o primeiro dos campeões dizer que nunca foi assim: arrogante, frontal, sempre a procurar o confronto na pista para ganhar de esforço, sobretudo no início da carreira. 
      Quando vejo Max Verstappen “fazer das suas” lembro-me sempre das palavras de Martin Brundle sobre Ayrton Senna: ele ia para a curva, provocando o adversário: se este levantava o pé para evitar o contacto, Senna sabia que tinha ganho a batalha para sempre, que o adversário iria levantar sempre o pé em situação idêntica. 
      O que Senna fazia era ganhar a batalha psicológica. Verstappen faz o mesmo. Como Prost, Lauda, Schumacher, Villeneuve e tantos mais fizeram. E outros, no futuro, vão continuar a fazer. Quem é menino de coro acaba a fazer corridas em… casa!
      Claro que Max erra. Aliás, a 1ª volta em Spa é um catálogo de erros, sendo que o menor terá sido mesmo o ataque a Raikkonen na primeira curva. Erra mas esquece. Faz reset. E com enorme facilidade. Hoje, quando lhe perguntaram quanto tempo ia demorar a esquecer tudo o que acontecera, disse: daqui a uma hora já não penso nisso! 


      Os poderes estabelecidos não gostam de ser postos em causa. E nas equipas quem não o conseguiu contratar, como foi o caso da Mercedes, pois o Dr. Marko chegou primeiro, aponta-lhe o dedo. Veja-se o caso de Niki Lauda: diz que Max precisa de ir ao psicólogo. E que vai fazer queixas ao pai Jos. O melhor é ir bem escudado. Ainda leva um chega para lá… duplo. 
      Max já mostrou que não teme ninguém. São todos iguais e ele é melhor! Não tenho dúvidas que é o que lhe passa pela cabeça. Claro que tem sido o alvo preferencial nas reuniões dos pilotos com o Director de Corrida. Sabem: acho que ele até gosta desses mimos. Dá-lhe a certeza que veio para ficar. Não o criticam por ser lento, antes porque faz ultrapassagens de arrepiar e porque defende a posição na pista com ombros “largos”. Foi assim que o pai o ensinou. Para ele é a maneira certa. Aliás, a única maneira. Interessante pensar que foi também a maneira certa para tantos outros antes dele. Só que por vezes acontecem aqueles casos de memória selectiva… 
      Mas também é verdade que a Verstappen são permitidas coisas que a outros resultam em penalização. E não foi sempre assim? Quantas vezes há a natural tendência para defender os melhores. Venha lá o senhor Lauda atirar a primeira pedra…
      Uma nota final para o facto de ter sido um colégio de comissários com dois pilotos de renome e provas dadas no “batente” a decidir que a condução de Max foi limpa. Também pode querer dizer alguma coisa, não?!

       



       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      2016 Belgian Grand Prix, Qualifying

      MERCEDES DRIVER NICO ROSBERG CLAIMS POLE ON SUPERSOFT
      AND WILL START THE RACE ON SOFT

       TWO AND THREE STOP STRATEGIES EXPECTED TOMORROW:
      WEATHER WILL AFFECT WEAR AND DEGRADATION RATES

      TACTICS BEGIN IN QUALIFYING: DRIVERS USE SOFT TYRES IN Q2
      IN ORDER TO START RACE WITH A POSSIBLE LONGER INITIAL STINT

       With temperatures remaining unusually high for qualifying at the Belgian Grand Prix, Mercedes driver Nico Rosberg claimed pole position, using the P Zero Red supersoft tyres. The most crucial sessions was Q2, with Rosberg, Red Bull’s Daniel Ricciardo, and the Ferrari duo of Sebastian Vettel and Kimi Raikkonen scored their best session time on the soft tyre – which will mean that they will start the race tomorrow on that compound, which should allow a longer initial stint. With those soft tyres Rosberg already beat the 2015 pole time.

      The weather will continue to be a talking point tomorrow: the forecast for tomorrow is for warm temperatures, but some rain could be possible at the race time. High temperatures would affect wear and degradation rates, adding a key thermal element to a circuit where wear and degradation is already quite high. As a result, both two and three stop strategies are anticipated tomorrow, with the rapid supersoft (on which most of the top 10 will start the race) expected only to complete a relatively short opening stint.

      As qualifying got underway, track temperatures were in excess of 40 degrees centigrade. All the drivers came out on supersoft for Q1, with the exception of Mercedes driver Nico Rosberg, who was the only driver to choose soft. His team mate Lewis Hamilton, who has been affected by grid penalties, took a tactical approach to qualifying in order to maximise his opportunities in the race, completing only Q1 to ensure he was within 107% of the pole time.

      During Q3 all the drivers run supersoft from start to finish. Rosberg took pole with a time of 1m46.744s, ahead of Red Bull’s Max Verstappen, who claimed his best-ever qualifying result.

      Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “The high track temperatures have increased the wear and degradation rates on a circuit that is already very demanding on tyres. We’re expecting two or three pit stops per car, depending on degradation rates, and we’ve seen the tyre strategy start already with a number of drivers completing Q2 using the soft compound. With some drivers – notably Lewis Hamilton – starting out of position as well, due to grid penalties, we should see an intriguing mix of tactics during the grand prix tomorrow.”

      Free practice 3 – top three times

      Raikkonen 1m47.974s Supersoft New
      Ricciardo 1m48.189s Supersoft New
      Vettel 1m48.297s Supersoft New

        Qualifying top 10

      Rosberg 1m46.744s Supersoft New
      Verstappen 1m46.893s Supersoft New
      Raikkonen 1m46.910s Supersoft New
      Vettel 1m47.108s Supersoft New
      Ricciardo 1m47.216s Supersoft New
      Perez 1m47.407s Supersoft New
      Hulkenberg 1m47.543s Supersoft New
      Bottas 1m47.612s Supersoft New
      Button 1m48.114s Supersoft New
      Massa 1m48.263s Supersoft New

       Most laps by compound so far

      Medium Rosberg 18 laps
      Soft Magnussen 21
      Soft Proto Bottas 15
      Supersoft Hulkenberg 13
      Supersoft Vettel 13

       Best time by compound so far

      Medium Rosberg 1m49.520s
      Soft Rosberg 1m46.999s
      Soft Proto Rosberg 1m49.481s
      Supersoft Rosberg 1m46.744s

       

       alt

       

      HAAS NO G.P.BELGICA

      Grande Prémio da Bélgica: Resumo da Corrida

       

       

      Evento:  Grande Prémio da Bélgica (13º round de 21)alt

      Date:  Domingo, 28 de Agosto

      Local:  Circuit de Spa-Francorchamps

      Layout:  7,004 quilómetros, circuito de 19 curvas

      Condições climatéricas:  Sol, 26ºC

      Vencedor:  Nico Rosberg da Mercedes

      Haas F1 Team:

      Esteban Gutiérrez – arrancou de 18º, terminou em 12º(completou as 44 voltas)

      Romain Grosjean – arrancou de 11º, terminou em 13º (completou as 44 voltas)

       


      Este domingo, o Grande prémio da Bélgica, que se disputou no Circuit de Spa-Francorchamps, começou bem para a Haas F1 Team, mas uma bandeira vermelha desmontou a estratégia da equipa, atirando Esteban Gutiérrez e Romain Grosjean para o décimo segundo e décimo terceiro lugares, respectivamente.


      Grosjean realizou um excelente arranque para a corrida de quarenta e quatro voltas ao circuito de 7,004 quilómetros e 19 curvas. Depois de arrancar de décimo primeiro, evitou o caos na primeira curva de prova, deixando La Source na quinta posição. Foi ultrapassado pelo Force India de Sérgio Pérez na quarta volta, mas assentou o seu ritmo no sexto posto. Gutiérrez também conseguiu tirar beneficio da confusão da primeira volta, durante a qual quatro carros foram eliminados, e subiu desde o décimo oitavo posto até ao nono.


      Quando o Safety-Car entrou em pista na sexta volta, devido ao violento despiste de Kevin Magnussen no Radillon, Grosjean aproveitou a oportunidade para entrar nas boxes e trocar os Pirelli P Zero Amarelo/Macio com que iniciou a prova por um novo jogo de pneus do mesmo composto. Gutiérrez entrou nas boxes uma volta depois, imitando a estratégia do seu colega de equipa. Depois das paragens nas boxes, Grosjean estava na décima posição e Gutiérrez na décima terceira, uma vez que alguns pilotos resolveram não entrar nas boxes.


      No entanto, era necessário reparar as barreiras onde Magnussen bateu e foi mostrada a bandeira vermelha, o que comprometeu a estratégia definida pela equipa.


      A interrupção da corrida permitiu aos pilotos que não tinham parado uma paragem nas boxes de borla, uma vez que puderam trocar de pneus na via das boxes. Este procedimento foi uma vantagem incrível para eles, dado que não perderam posições em pista. As posições que ganharam ao se manterem em pista antes da bandeira vermelha foram mantidas e as posições que Grosjean e Gutiérrez ganharam em pista desvaneceram-se.


      Ainda assim, faltavam trinta e quatro voltas até à bandeirada de xadrez, prometendo ainda muitas oportunidades para serem aproveitadas. Grosjean provou isso mesmo ao ultrapassar Jolyon Palmer na décima segunda volta, subindo ao nono lugar. Na décima sexta volta, Gutiérrez apanhou o Palmer e ganhou o décimo segundo posto. Na mesma volta, porém, o Ferrari de Sebastian Vettel apanhou Grosjean e relegou-o para décimo e, na décima sétima volta, Felipe Massa subiu a décimo. Isto colocou Grosjean no décimo primeiro lugar e Gutiérrez no décimo segundo, estavam dezoito voltas cumpridas.


      Quando uma dificuldade com o funcionamento do sistema de recuperação de energia afectou a velocidade do Grosjean, Gutiérrez pôde ultrapassar o seu colega de equipa, subindo para décimo primeiro, quando estavam decorridas dezoito voltas. Enquanto Gutiérrez olhava para o décimo posto do Toro Rosso de Daniil Kvyat, Grosjean foi obrigado a olhar para os seus retrovisores para defender a sua posição face ao Ferrari de Kimi Raikkonen, que acabou por o ultrapassar na recta de Kemmel.


      Quando a corrida atingiu o seu meio, Gutiérrez rodava no décimo primeiro lugar e Grosjean no décimo segundo. Gutiérrez entrou nas boxes para montar um jogo de Pirelli P Zero Branco/Médio, estavam cumpridas vinte e duas votlas, e na seguinte Grosjean fez o mesmo.


      Quando todos as paragens estavam concluídas, nas vigésima sexta volta, Gutiérrez estava no décimo terceiro lugar e Grosjean no décimo quinto.


      Gutiérrez apanhou Kvyat na vigésima sétima volta para subir ao décimo segundo posto. Gutiérrez e Grosjean ganharam uma posição na vigésima oitava volta quando Max Verstappen parou nas boxes, com Gutiérrez a subir ao décimo primeiro lugar e Grosjean ao décimo quarto. Mas a velocidade de Verstappen era impressionante e recuperou o décimo quarto posto de Grosjean na vigésima nona volta. Enquanto Verstappen subiu na classificação, Grosjean fazia mesmo, tendo suplantado Palmer na luta pela décima quarta posição, na trigésima segunda volta. Kvyat foi o seguinte, com Grosjean a ascender ao décimo terceiro posto na trigésima sétima volta. Verstappen, entretanto, continuou a sua recuperação, ganhando o décimo primeiro lugar a Gutiérrez também na trigésima sétima volta.


      Com sete voltas por cumprir, Gutiérrez rodava no décimo segundo posto e Grosjean no décimo terceiro, existindo uma diferença de cinco segundos entre eles. À medida que as voltas iam passando, Grosjean conseguiu diminuir a sua desvantagem para Gutiérrez, tendo o duo terminado na décima segunda e décima terceira posições, respectivamente.


      Com treze dos vinte e um eventos da temporada da Fórmula 1 deste ano cumpridos, a Haas F1 Team mantém-se no oitavo posto do Campeonato de Construtores com vinte e oito pontos. No entanto, o sétimo lugar pertence agora a Scuderia Toro Rosso, uma vez que a McLaren subiu ao sexto posto graças à sexta posição de Fernando Alonso na corrida de hoje. A diferença entre a Haas F1 Team e a Scuderia Toro Rosso é de dezassete pontos. A Haas F1 Team manteve a sua vantagem de vinte e dois pontos relativamente ao nono lugar da Renault, uma vez que nem Magnussen nem Palmer terminaram nos pontos.


      Nico Rosberg, piloto da Mercedes, venceu o Grande Prémio da Bélgica, deixando o Red Bull de Daniel Ricciardo a 14,113s. Esta vitória acirrou a luta pelo Campeonato de Pilotos, uma vez que Rosberg recuperou dez pontos face a Lewis Hamilton, o seu colega de equipa. A diferença entre os dois é agora apenas de nove pontos. Esta foi a vigésima vitória de Rosberg na Fórmula 1, a sexta da temporada e a sua primeira em Spa.


      Ficam a faltar oito corridas, sendo o próximo evento o Grande Prémio de Itália e terá lugar no Autodromo Nazionale di Monza.



      “Bem, foi um bom arranque e uma boa primeira volta. Infelizmente, estávamos sem velocidade de ponta no início da corrida. Algo não estava bem. Levou algum tempo a resolver. O meu último turno não foi mau. Ganhei tempo a todos, mas os danos já estavam feitos. Tivemos possibilidades de terminar numa boa posição, hoje. Como aspecto mais positivo, estou muito mais satisfeito com o carro e isso, pelo menos, é muito bom. Só é pena que tenhamos perdido uma oportunidade de alcançar um bom resultado.”



      “Não foi o resultado que esperávamos. Estávamos a lutar arduamente para entrarmos nos dez primeiros e, muito embora não o tenhamos alcançado, penso que realizámos uma boa corrida. O equilíbrio do carro estava bom e tínhamos um ritmo razoável. Isto é algo que temos que manter para as próximas corridas, dado que é o que nos vais manter consistentes e nos permite tirar o máximo do carro. Estou muito agradecido à equipa. Realizou um trabalho fantástico, com excelentes paragens nas boxes. Perdemos algum tempo com o Safety-Car, antes da bandeira vermelha, mas por vezes é assim. Terminámos no décimo segundo posto, portanto, não estou completamente satisfeito, mas vamos continuar a dar o máximo.”



      “Foi uma corrida interessante e excitante para os adeptos. Para nós foi um pouco de altos e baixos. Arrancámos bem, mas depois, com o cenário da bandeira vermelha, perdemos lugares e não conseguimos recuperar. No geral, ambos os pilotos mostraram boa velocidade. Tivemos uma pequena dificuldade com o sistema de recuperação de energia do carro do Romain, que a equipa resolveu ao fim de algumas voltas e, no final, terminámos no décimo segundo e décimo terceiro lugares. Gostaríamos de ter terminado nos pontos, mas hoje não foi possível. No entanto, mostrámos que somos capazes de o fazer, se as circunstâncias forem certas. Esperamos somar alguns pontos ainda este ano e estamos ansiosos por Monza.”


      O décimo quarto round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016 é o Grande Prémio de Itália, que se disputa no Autodromo Nazionale di Monza. Os treinos-livres iniciam-se no dia 2 de Setembro, seguindo-se a qualificação a 3 de Setembro e a corrida a 4.

       

      -HaasF1Team-

       

       

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      A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

      Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

      A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ou facebook.com/haasportugal.

       

      HAAS NO G.P.BELGICA

      Grande Prémio da Bélgica: Resumo da Qualificação

       

       

      Evento:  Qualificação para o Grande Prémio da Bélgica (13º round de 21)

      altData:  Sábado, 27 de Agosto

      Local:  Circuit de Spa-Francorchamps

      Layout:  7,004-kilometer, circuito de 19 curvas

      Condições climatéricas:  Céu parcialmente limpo, 31ºC

      Recorde:  1m44,503s assinado por Jarno Trulli em 2009 com a Toyota (durante a Q2)

      Pole-Position:  Nico Rosberg da Mercedes (1m46,744s)

      Resultado:

      Romain Grosjean qualificou-se em 11º, alinhará do lado de fora da sexta linha

      Esteban Gutierrez qualificou-se 13º, mas alinhará no 18º lugar, do lado de fora da nona linha devido a uma penalização de cinco lugares na grelha de partida.

       

        • tem a duração de 18 minutos e todos os vinte e dois pilotos participam
        • os dezasseis pilotos mais rápidos passam à Q2

        Gutiérrez:  12º (1m48,748s), avançou para a Q2

        Grosjean:  13º (1m48,751s), avançou para a Q2

        Piloto mais rápido:  Felipe Massa da Williams (1m47,738s)

        Cutoff:  16º, Jolyon Palmer da Renault (1m48,901s)

        • tem a duração de 15 minutos e participam os dezasseis pilotos mais rápidos da Q1
        • os dez pilotos mais rápidos passam à Q3

        Grosjean:  11º (1m48,316s)

        Gutiérrez:  13º (1m48,598s)

        Piloto mais rápido:  Nico Rosberg da Mercedes (1m46,999s)

        Cutoff:  10º, Jenson Button da McLaren (1m48,051s)

         

        • tem a duração de 12 minutos e participam os dez mais rápidos da Q2, que lutam pela pole-position 

        Pole-Position:  Nico Rosberg da Mercedes (1m46,744s)

        Segundo:  Max Verstappen da Red Bull (1m46,893s)

         

         

        O calor de fim de Verão que esteve presente no Circuit de Spa-Francorchamps durante as duas primeiras sessões de treinos-livres do Grande Prémio da Bélgica, que se disputa no domingo, permaneceu ao longo da derradeira sessão de treinos-livres e da qualificação. Apesar das temperaturas estarem incaracteristicamente elevadas, o tempo esteve incrivelmente consistente, permitindo às equipas continuar a desenvolver as suas estratégias e as afinações.


        Depois de os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, terem terminado a segunda sessão de treinos-livres entre os dez primeiros, com Grosjean a assinar o oitavo crono e Gutiérrez o décimo, o duo concentrou-se na terceira sessão, no sábado, trabalhando nas afinações dos seus carros de modo a poderem estar presentes no segmento final da qualificação (Q3).


        Nos sete Grandes Prémios que antecederam a prova belga, Grosjean e Gutiérrez avançaram sempre para a Q2 e andaram a bater à porta da Q3, tendo, entre eles, realizado por quatro vezes o décimo primeiro tempo, mas ainda não conseguiram passar ao exclusivo segmento em que se disputam as dez melhores posições da grelha de partida. Ambos esperavam que em Spa, finalmente, essa porta se abrisse.


        A velocidade que a Haas F1 Team evidenciou ao longo de sexta-feira continuou a evidenciar-se na terceira sessão, no sábado, com a melhor volta de Grosjean, 1m49,272s, a elevá-lo ao décimo posto da tabela de tempos e a marca de Gutiérrez, 1m49,631s, a colocá-lo no décimo segundo. Ambos os pilotos usaram exclusivamente pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio e realizaram programas idênticos – três séries de voltas, completando dezasseis circuitos. Mesmo a volta em que realizaram a sua melhor marca foi a mesma (14º). Gutiérrez, no entanto, teve um incidente em pista com Pascal Wehrlein, da Manor, no Radillon, estavam cumpridos onze minutos de sessão. Os comissários desportivos da FIA consideraram que Gutiérrez bloqueou Wehrlein e impôs-lhe uma penalização de cinco lugares na grelha de partida da corrida de domingo.


        O mais rápido na terceira sessão foi Kimi Raikkonen da Scuderia Ferrari, que foi o único a descer ao 1m47s. O tempo dele, 1m47,974s, foi 0,215s mais rápido que o do segundo classificado, Daniel Ricciardo, da Red Bull, e 0,111s que a melhor marca de sexta-feira, 1m48,085s, registada na segunda sessão pelo colega de equipa de Ricciardo, Max Verstappen.


        Os tempos continuaram a cair na qualificação, enquanto o circuito de 7,004 quilómetros e dezanove curvas continuava a aquecer. Quando o primeiro carro saiu para a pista o termómetro marcava 31ºC.


        Os pilotos da Haas F1 Team avançaram para a Q2 pela oitava ocasião sucessiva. Gutiérrez completou uma volta em 1m148,748s, o que o colocou no décimo segundo lugar da Q1, e Grosjean parou o cronómetro em 1m48,751s, o que lhe garantiu o décimo terceiro registo. Os dezasseis pilotos mais rápidos avançaram para a Q2.


        Com o foco em passarem ao derradeiro segmento da qualificação, Grosjean e Gutiérrez atacaram a Q2. Mas, no muito competitivo meio do pelotão, a Q3 permaneceu fora de alcance, novamente, com Grosjean a qualificar-se no décimo primeiro lugar e Gutiérrez no décimo terceiro. A marca de Grosjean, 1m48,316s, ficou a apenas 0,265s do décimo classificado, Jenson Button, tendo o piloto da McLaren registado a marca docutoff. Gutiérrez, por seu lado, ficou a 0,547s do inglês. Ambos os pilotos da Haas F1 Team utilizaram pneus supermacios ao longo da qualificação.


        Apesar de se ter qualificado no décimo terceiro lugar, Gutiérrez iniciará a corrida do décimo oitavo posto, devido
        à penalização de cinco lugares na grelha de partida.


        O piloto da Mercedes, Nico Rosberg, registou a pole-position para o Grande Prémio da Bélgica. Foi a vigésima oitava da sua carreira de Fórmula 1, a sexta da temporada e a segunda consecutiva, depois de ter conquistado a pole-position para o Grande Prémio da Alemanha. Foi também a segunda pole-position de Rosberg em Spa, tendo sido a primeira em 2014. Rosberg utilizou Pirelli P Zero Amarelo/Macio na Q1 e Q2, para montar supermacios para conquistar a pole-position, tendo a sua volta deixado Verstappen, o segundo mais rápido, a 0,149s



        “O carro estava bom na qualificação. Demos um bom passo em frente durante as férias de verão, e eu estou mais satisfeito com o carro. Existem ainda algumas coisas que podemos melhorar, mas  no geral, depois da qualificação não estamos numa má posição. Para a corrida não penso que sejamos tão desafiados como outras equipas. Vamos esperar poder ter uma estratégia boa e agressiva e tentar que funcione de modo a podermos marcar alguns pontos.”


         

        “Foi um bom esforço por parte da equipa. Temos tido algumas dificuldades com a afinação do carro, mas conseguimos encontrar um bom equilíbrio. Na qualificação pareceu termos dado um passo em frente, apesar das temperaturas elevadas, o que torna tudo um pouco complicado no que diz respeito aos pneus. Na terceira sessão tivemos alguns problemas de comunicação, o que nos custou uma penalização de cinco lugares na grelha de partida, que é evidentemente, muito doloroso, mas vamos tentar colocar isso de lado. Vou dar o máximo desde o início da corrida para recuperar os lugares perdidos e lutarei para terminar entre os dez primeiros.”



        “Tivemos uma boa terceira sessão de treinos-livres, se exceptuarmos o problema de comunicação que tivemos com o Esteban. Ele acabou por ter uma penalização de cinco lugares na grelha de partida, o que é injusto, dado que não houve qualquer intenção da sua parte. No geral, na qualificação, fizemos o melhor que podíamos. Ficámos em décimo primeiro e décimo terceiro. Décimo primeiro pela quinta vez este ano. Penso que estamos a ficar muito consistentes. A equipa trabalha muito bem junta, um dia em qua passaremos à Q3 chegará.”

         

        -HaasF1Team-

         

         


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        HAAS NO G.P.DA BELGICA

        Grande Prémio da Bélgica: Resumo de Sexta-Feira

         

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        Evento:  1ª e 2ª sessões de treinos-livres

        Data:  Sexta-Feira, 26 de Agosto

        Local:  Circuit de Spa-Francorchamps

        Layout:  7,004 quilómetros, circuito de 19 de curvas

        Condições climatéricas na 1ª sessão:  Sol, 26ºC

        Condições climatéricas na 2ª sessão:  Sol, 31ºC

        Pilotos:  Romain Grosjean and Esteban Gutiérrez

         

         

        Gutiérrez:  10º (1m50,583s), 21 voltas completadas

        Grosjean:  11º (1m50,899s), 18 voltas completadas

        Piloto mais rápido:  Nico Rosberg da Mercedes (1m48,348s)

        Mais voltas completadas:  Valtteri Bottas da Williams (31 voltas)

         

         

        Grosjean:  8º (1m49,419s), 20 voltas completadas

        Gutiérrez:  10º (1m49,648s), 23 voltas completadas

        Piloto mais rápido:  Max Verstappen da Red Bull (1m48,085s)

        Mais voltas completadas:  Kevin Magnussen da Renault (34 voltas)

         


        Um pouco usual tempo quente deu as boas-vindas no Circuit de Spa-Francorchamps aos pilotos e às respectivas equipas, quando se iniciou os treinos-livres que visam a preparação para o Grande Prémio da Bélgica, que se realiza no domingo. Sem uma nuvem no horizonte, o sol inundou o traçado de 7,004 quilómetros e 19 curvas, com as temperaturas a chegarem aos 26ºC na primeira sessão e aos 31ºC na segunda.


        Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, realizaram as suas voltas de instalação na primeira sessão com pneus protótipos fornecidos pela Pirelli. Posteriormente, realizaram as primeiras voltas lançadas com Pirelli P Zero Amarelo/Macio, tendo Gutiérrez efectuado seis voltas, ao passo que Grosjean realizou cinco, para depois ambos regressarem aos pneus protótipos. Os pneus protótipos estão a ser avaliados pela Pirelli tendo em vista a sua utilização na parte final da temporada, sendo este design melhor a aguentar o contacto com os correctores e contactos leves com outros carros.


        Depois de rodarem com pneus protótipos – Grosjean realizou seis voltas e Gutiérrez sete – o duo regressou às boxes e voltaram aos pneumáticos macios para terminar a sessão de noventa minutos. Foi durante a derradeira série de voltas que qualquer um deles registou a sua melhor marca matinal – Gutiérrez marcou o crono de 1m50,583s na sua décima sétima volta, o que o colocou no décimo posto, e Grosjean parou o cronómetro em 1m50,899s na sua décima quinta volta, que o colocou no décimo primeiro lugar.


        Na liderança da primeira sessão esteve a dupla da Mercedes, Nico Rosberg e Lewis Hamilton. A marca de Rosberg, 1m48,348s, foi suficiente para deixar Hamilton a 0,730s.


        A Haas F1 Team teve duas abordagens distintas à segunda sessão, com o Grosjean a iniciar os noventa minutos de treinos com pneus Pirelli P Zero Branco/Médio, ao passo que Gutiérrez começou com macios. Grosjean efectuou seis voltas na sua primeira série de voltas e Gutiérrez quatro.


        Nas duas séries seguintes, os pilotos partilharam estratégias semelhantes. Ambos usaram pneus protótipos, com Grosjean a realizar cinco voltas e Gutiérrez quatro. Posteriormente, para a terceira série, ambos os pilotos montaram pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio, tendo Grosjean completado quatro voltas e Gutiérrez cinco. Foi durante este stint que os dois realizaram os seus melhores cronos. Grosjean completou a sua volta em 1m49,419s, na décima quarta volta, e Gutiérrez registou a marca de 1m49,648s, na sua décima primeira volta.


        Para as suas séries finais da segunda sessão, Grosjean e Gutiérrez realizaram escolhas diferentes de pneus, com Gutiérrez a montar macios, ao passo que Grosjean manteve supermacios. Gutiérrez terminou a sessão com uma série de dez voltas, enquanto Grosjean realizou apenas cinco voltas devido a um problema desenvolvido pelo motor gerador da unidade cinética (MGU-K).


        No topo da segunda sessão ficou Max Verstappen, que registou a melhor marca do dia, 1m48,085s, que bateu o tempo de Rosberg da primeira sessão por 0,263s. O colega de equipa de Verstappen, Daniel Ricciardo, foi o segundo mais rápido, a 0,256s do holandês. A Mercedes, por seu lado, colocou Nico Rosberg no sexto posto e Lewis Hamilton no décimo terceiro.


        Entre as duas sessões, a Haas F1 Team completou um total de oitenta e duas voltas – trinta e oito por parte de Grosjean e quarenta e quatro da parte de Gutiérrez.


         

        “Não foi um dia fácil. É complicado colocar os pneus a funcionar. Não estou muito satisfeito com as pressões de pneus que temos aqui. Torna tudo muito desafiante. Com os supermacios, da parte da tarde, foi um pouco melhor. O carro pareceu mais equilibrado, o que é definitivamente positivo. Infelizmente, não pudemos realizar uma série longa de voltas de vido a uma questão técnica, mas isso não nos custará muito na corrida. Temos ainda a sessão de treinos-livres de amanhã de manhã para preparar a qualificação e para tentar algumas alterações na afinação que estamos a analisar. No geral, penso que nos vamos concentrar uma vez mais na utilização dos pneus.”



        “Hoje tivemos condições complicadas. Não é comum termos tanto calor em Spa. A pista está muito quente, portanto, estamos com algumas dificuldades na afinação do carro. Efectuámos alguns testes para tentar perceber tudo um pouco melhor e agora temos uma direcção clara para tomar. Rodámos com os pneus protótipos da Pirelli ambas as sessões. Foram muito transparentes. Não há nada de muito de diferente com eles. Na segunda sessão realizámos uma simulação de corrida, que não me deixou muito satisfeito. Vamos analisar todos os dados esta noite para tentar encontrar uma boa afinação para amanhã e para o restante fim-de-semana.”


        “Na primeira sessão tivemos algumas contrariedades com os nossos carros, sobretudo subviragem em ambos os casos, talvez um pouco mais grave no caso do Romain do que no de Esteban. Encontrámos uma solução entre a primeira e a segunda sessão e as coisas correram um pouco melhor, mas temos que encontrar um equilíbrio melhor para amanhã. No geral, a segunda sessão correu bem – nada de extraordinário, mas nada de verdadeiramente mau. Temos apenas que encontrar um pouco mais para que os pilotos fiquem satisfeitos com o equilíbrio dos seus respectivos carros. A sessão do Romain terminou uns minutos mais cedo, uma vez que verificámos uma dificuldade com a MGU-K. Decidimos pará-lo como precaução e para não arriscar partir alguma coisa. Não realizou a sua série de voltas longa, mas amanhã recuperamos.”


         

        Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (10h00 – 11h00) antes da qualificação, que terá o seu início às 13h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis pilotos mais rápidos a avançarem da Q1 para a Q2. Posteriormente, os dez pilotos mais rápidos na Q2 seguem para a Q3, durante a qual lutarão pela pole-position.

         

        -HaasF1Team-

         

        Sobre a Haas Automation

        A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

        Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

        A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ou facebook.com/haasportugal.

         

        SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

         

        PIRELLI ITALIAN GRAND PRIX PREVIEW
        Round 14 of 21
        Monza, Italy, 2-4 September 2016

         It’s finally here: Pirelli’s home race at the fastest grand prix circuit of them all, making Monza the undisputed ‘temple of speed’. The actual cornering speeds aren’t excessive, so instead it’s all about the straights, where the cars come close to 360kph thanks also to specific low-drag configurations that are generally only seen in Italy. Pirelli has chosen the medium, soft and (for the first time) supersoft tyres at Monza: the fourth consecutive race where this selection is being used. In terms of atmosphere, the Parco Reale di Monza remains unique: a historic venue used continuously for Formula 1 since 1950 (with only one exception) that inspires not just the fans, but also the drivers.

        THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW:

        • While average speeds are high, cornering speeds are reasonably low, minimising tyre wear.
        • This means that some teams could aim for a one-stop strategy.
        • Heavy longitudinal forces act on tyres, especially under braking and traction in the two chicanes.
        • The drivers tend to hit the famous kerbs at Monza hard, which further tests the tyre structure.
        • Parabolica and Curva Grande are particularly challenging, as they are long corners putting plenty of energy through the tyres.
        • Low downforce means braking and acceleration is tricky: drivers must try to avoid wheelspin.

        THE THREE NOMINATED COMPOUNDS:

        • White medium: a mandatory set that will be important for the race if using a one-stop strategy.
        • Yellow soft: again a mandatory set, could come into play for a two-stop strategy in particular.
        • Red supersoft: mandatory in qualifying; most of the top 10 are very likely to start on this tyre.

        HOW IT WAS A YEAR AGO:

        • Lewis Hamilton dominated the weekend with a grand slam. He used a one-stop strategy, starting on soft and changing to medium on lap 26 (of 53). The entire top 10 stopped just once.
        • Best alternative strategy: Daniel Ricciardo was the highest-placed driver to start on the medium tyre and then change to soft, going from 19th on the grid to eighth at the finish.

        PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTORSPORT DIRECTOR:                      

        “With Monza coming straight after Spa, that’s two epic circuits in the space of just over one week, but for any organisation in Formula 1, your home race is always the most special of the year. It’s going to be a busy weekend for us as a result, and with the supersoft coming to Monza for the first time, we might also see some record top speeds in qualifying especially. Last year we saw the majority of competitors opt for a one-stop strategy, but the arrival of the supersoft could make multi-stop options more attractive this time.”

        WHAT’S NEW?

        • There are no changes to Monza this year, but major changes are planned for 2017 with a new first corner bypassing the Curva Grande. So this will be the last race on the ‘classic’ layout.
        • After Monza, Pirelli’s 2017 tyre test campaign using mule cars will resume with Ferrari at Barcelona (September 6-7) and Mercedes at Paul Ricard (September 6-8).
        • As was the case in Belgium, Pirelli will supply some prototype tyres (without coloured markings) for Friday’s free practice sessions only. These are designed to better resist multiple impacts or damage from foreign bodies.

        OTHER THINGS THAT HAVE CAUGHT OUR EYE RECENTLY:

        • Six sets of Formula 1 team mates have chosen different tyre allocations for Monza
        • Exclusive Pirelli P Zero tyres will be seen on the new Lamborghini Centenario, set to be unveiled at Salon Privé in the United Kingdom during the same weekend as Monza.

        TYRES NOMINATED THIS SEASON:

        Purple Red Yellow White Orange
        Australia Supersoft Soft Medium
        Bahrain Supersoft Soft Medium
        China Supersoft Soft Medium
        Russia Supersoft Soft Medium
        Spain Soft Medium Hard
        Monaco Ultrasoft Supersoft Soft
        Canada Ultrasoft Supersoft Soft
        Azerbaijan Supersoft Soft Medium
        Austria Ultrasoft Supersoft Soft
        Great Britain Soft Medium Hard
        Hungary Supersoft Soft Medium
        Germany Supersoft Soft Medium
        Belgium Supersoft Soft Medium
        Italy Supersoft Soft Medium
        Singapore Ultrasoft Supersoft Soft
        Malaysia Soft Medium Hard
        Japan Soft Medium Hard
        United States
        Supersoft Soft Medium
        Mexico Supersoft Soft Medium
        Brazil Soft Medium Hard
        Abu Dhabi Ultrasoft Supersoft Soft

         

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        SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

         

        016 Grande Prémio da Bélgica - Corrida

         

        NUM ACIDENTADO GRANDE PRÉMIO, O PILOTO DA MERCEDES NICO ROSBERG VENCEU COM DUAS TROCAS DE PNEUS

         

        COM ESTRATÉGIAS ALTERNATIVAS E INICIANDO DOS ÚLTIMOS LUGARES,

        LEWIS HAMILTON E FERNANDO ALONSO REALIZARAM UMA

        IMPRESSIONANTE RECUPERAÇÃO

         

        Spa- Francorchamps, 28 de Agosto, 2016 – Desde a pole, o piloto da Mercedes Nico Rosberg venceu um acidentado Grande Prémio da Bélgica, que foi caracterizado por uma bandeira vermelha no inicio da corrida durante um longo período.

         

        Todos dos três compostos disponíveis estiveram presentes no inicio do grande prémio; Médio, Macio e Supermacio. Hamilton e Alonso iniciaram a corrida da ultima linha da grelha, com o composto de maior durabilidade (Médio) e aproveitaram o caos do inicio para entrar nos primeiros cinco classificados, até à interrupção da corrida pela bandeira vermelha. Todos os pilotos “gozaram” de um Pit Stop extra, uma vez que as trocas de pneus são permitidas durante o período de interrupção da corrida pela bandeira vermelha. Este facto beneficiou mais os pilotos que iniciaram com os pneus supermacios, uma vez que é o composto disponível  mais macio e foi eficaz para iniciar a corrida até à amostragem da bandeira vermelha para permitir a reparação da barreira. Devido à bandeira vermelha, seis piotos conseguiram ganhar vantagem para realizar a troca de pneus, incluindo os três primeiros.

         

        No re-inicio, a maioria dos pilotos optaram pelo composto macio, apesar do líder da corrida (Rosberg) optar excecionalmente pelo médio. Com este composto, Rosberg realizou o seu ultimo turno para vencer com o que foi  efetivamente uma estratégia com duas trocas, as mesmas utilizadas pelo Red Bull de Daniel Ricciardo que terminou na segunda posição.

         

        As temperaturas estiveram bastante elevadas no dia de corrida,  embora um pouco mais frias que nos dias precedentes, com 29 graus centigrados  de temperatura ambiente e 39 graus no piso da pista no inicio da corrida. Isto afetou muito o comportamento dos pneus.

         

         

        Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “ Foi uma corrida com bastantes incidentes, onde assistimos a diversas estratégias desde o inicio, com os três compostos apartir da grelha de partida, que ainda foi afetada pelos incidentes de corrida e pelo periodo de interrupção devido à bandeira vermelha. No entanto, Nico Rosberg venceu com duas trocas de pneus, como previmos, graças ao composto médio  que provou ser especialmente eficaz na anormal temperatura da pista que observámos ao longo do fim de semana em Spa, realizando uma gestão de pneus exímia. Os primeiros oito classificados adotaram estratégias de pneus ligeiramente diferentes, incluindo o impressionante desempenho de Lewis Hamilton e Fernando Alonso, que realizaram a sua corrida desde a ultima linha da grelha utilizando estratégias alternativas.”

         

         

         

         

        OS MELHORES TEMPOS POR COMPOSTO:

         

         

                                            MÉDIO                   MACIO                                 SUPERMACIO                    

        Primeiro                    HAM 1m51.583s      HAM 1m52.361s                 KVY 1m52.081s                    

        Segundo                   ROS 1m51.746s       RIC 1m52.461s                   PAL 1m53.251s                     

        Terceiro                     VET 1m52.728s       VER 1m53.281s                  RAI 1m53.759s                     

         

         

        TURNOS  MAIS LONGOS DA CORRIDA:

         

        MÉDIO                  Massa                                                                          22 (voltas)                                       Gutierrez                                                                                         22 (voltas)

        MACIO                      Verstappen                                                                                    17 (voltas)

        SUPERMACIO          Palmer                                                                                            10 (voltas)

         

         

        A NOSSA PREVISÃO: Previmos que a estratégia vencedora seria de duas paragens, mas o curto período do Safety Car, seguido da bandeira vermelha reveu a maioria das previsões. No entanto, Rosberg venceu com duas trocas de pneus como previsto, iniciou com pneus macios, trocou para médios quando a corrida se encontrava sob a bandeira vermelha e trocou na volta 26  novamente para médios para realizar o seu turno final.  

         

         

        HAAS NO G.P.BÉLGICA

         

        Haas F1 Team Regressa ao Trabalho na Bélgica

        O Grande Prémio da Bélgica é a prova europeia caseira para a Haas Automation


        ) – Todos aqueles que trabalham no circo do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 tiveram uma pausa de três semanas após o Grande Prémio da Alemanha, que se disputou em Hockenheim no dia 31 de Julho. As férias de Verão permitiram aos elementos das equipas passar tempo com as suas respectivas famílias, o que lhes permitiu recarregar as baterias para o segmento final do calendário de vinte e uma corridas, que se inicia entre os dias 26 e 28 de Agosto com o Grande Prémio da Bélgica, no Circuit de Spa-Francorchamps.


        Com 7,004 quilómetros, Spa é o circuito mais longo da Fórmula 1, superiorizando-se neste particular a Baku Circuit Circuit por 1,001 quilómetros. Para além do seu longo perímetro, Spa é conhecida por ser uma pista para pilotos, em parte devido à zona de Eau Rouge e Raidillon, introduzida em 1939, o que criou uma secção rápida a subir, uma esquerda, direita, esquerda uma combinação que os pilotos reverenciam e atacam com gosto.


        Spa é palco da Fórmula 1 desde 1925, albergando este ano o seu 49º Grande Prémio. O circuito de dezanove curvas é o favorito para os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez. Antes de garantir o seu pódio mais recente, quando terminou no terceiro lugar no Grande Prémio da Bélgica de 2011, Grosjean alcançou o seu título na GP2 Series em 2011 nesta majestosa pista. Gutiérrez, com duas partidas em Spa, assinou algumas boas prestações com a pista molhada, quando visitou o circuito com a GP2 e com a GP3.


        Pista molhada é algo de comum em Spa, mas também é usual algumas partes do traçado estarem secas, dado que o seu longo perímetro significa que no final do Verão aguaceiros podem molhar algumas zonas do circuito, enquanto outras permanecem secas. É evidente que os slicks não funcionam no molhado e intermédios e pneus de chuva obviamente não funcionam no seco. É um desafio que muitas vezes se coloca aos pilotos durante o Grande Prémio da Bélgica.


        Para dar as boas-vindas a Grosjean, Gutiérrez e todos os membros da Haas F1 Team estará uma larga presença da Haas Automation, uma vez que este circuito é corporativamente o Grande Prémio caseiro da Haas F1 Team.


        O seu parceiro principal, o construtor de máquinas CNC americano Haas Automation, tem a sua base europeia estrategicamente colocada em Bruxelas, a cerca de cento e cinquenta quilómetros a oeste de Spa. Isto permite fornecer aos melhores clientes da Haas Automation aplicações e serviço de apoio na indústria. O moderno edifício de 7.787m2 inclui um departamento de serviços e um armazém com uma equipa poliglota treinada pela fábrica e certificada pela Haas. O edifício também incorpora um showroom extenso, onde se podem ver as mais recentes máquinas Haas CNC a realizar demonstrações e a testar aplicações para clientes, para além de ter uma zona de treino completamente equipada, onde os membros da Haas dão formação aos engenheiros dos Haas Factory Outlets (HFO) de toda a Europa. Para facilitar uma entrega rápida em toda a Europa, as instalações de Bruxelas mantêm um inventário de novas máquinas num armazém com mais de 3.000m2, com mais máquina situadas em Antuérpia, onde estão sempre prontas para serem enviadas.


        O sistema de distribuição na Europa da Haas Automation é baseado no extremamente bem-sucedido conceito HFO, onde uma rede de distribuidores locais é exclusivamente dedicado às vendas, serviço e apoio aos produtos da Haas. Todos os HFO possuem um departamento de serviços composto por membros treinados pela Haas Automation e alberga um extensivo inventário de peças suplentes. Técnicos são enviados em veículos carregados com peças e ferramentas para reparar com sucesso as máquinas dos clientes rapidamente.


        Se esta estrutura parece semelhante à que as equipas de Fórmula 1 realizam diariamente para preparar um Grande Prémio de Fórmula 1, é natural. A ligação entre a Haas F1 Team e a Haas Automation é forte, assim como a sua metodologia. Ambas estarão nos holofotes na Bélgica – na boxe da Haas F1 Team no Circuit Spa-Francorchamps e em Bruxelas, na Haas Automation Europe.

        Circuit de Spa-Francorchamps

        Perímetro: 7,004 km

        Voltas: 44

        Distância de Corrida: 308,052 km

        Transmissão televisiva:NBCSN – 12h15m (Antevisão) / 13h00 (Corrida)

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        Sobre a Haas Automation

        A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitarwww.HaasCNC.com.

        Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

        A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ oufacebook.com/haasportugal.

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        A Bélgica é casa da base europeia da Haas Automation. Ao longo da temporada tem tido muitos clientes da Haas Automation como convidados. De que forma têm eles abraçado a equipa e este desafio de Gene Haas na Fórmula 1?

        “Os clientes adoram. Diria que estão muito satisfeitos por estarem associados com uma companhia que tem a sua própria equipa de Fórmula 1. São verdadeiramente uma parte da Haas F1 Team. Os clientes divertem-se nestes eventos e têm a oportunidade de conversar e de interagir com os nossos pilotos.”

         

        Como se preparam para imprevisibilidade climatérica de Spa, uma vez que uma parte do traçado pode estar seca enquanto a outra pode estar molhada e escorregadia?

        “Podemos preparar-nos a melhorar os nossos tempos nas trocas de pneus. Para além disso, penso que a experiência dos pilotos é muito importante – o que fazer e quando o fazer. Tudo se resume ao piloto e o que ele pretende fazer de seguida.”

         

        Ajuda existir actualmente uma ideia clara sobre o que se pode dizer no rádio durante um fim-de-semana de corridas?

        “É bom saber que não podemos ser multados por algo de que não tínhamos intenção fazer. Antes não era claro o que se podia e não podia dizer, era difícil cumprir o regulamento. Agora podemos dizer o que necessitamos dizer. Se alguém voltar a ouvir as instruções que foram dadas aos pilotos, percebe rapidamente que não foi o que lhes foi dito que os tornou mais rápidos, tratou-se antes de uma resolução para um problema. Permite-nos saber qual é a opinião dos pilotos sobre os pneus e outras informações úteis que nos ajudam a ter melhores performances. Não penso que torne as corridas menos interessantes. Para mim, não acredito que se ganhe ou perca alguma coisa, mas torna o trabalho mais fácil para a equipa, dado que agora a informação que fornecemos pode agora ser mais mais clara.”

         

        A gestão de combustível foi determinante no Grande Prémio da Alemanha, dado que em Hockenheim os pilotos estavam durante dois terços de cada volta com o acelerador no máximo. Mas em Spa é 1,5 quilómetros mais longo que Hockenheim e os pilotos estão também um terço da volta com o acelerador no máximo. A gestão de combustível é um aspecto importante da estratégia para Spa?

        “A gestão de combustível é semelhante e é muito importante, dado que é preciso desacelerar no momento certo. Agora, com as comunicações de rádio, ajuda o engenheiro poder dar conselhos ao pilotos, ao contrário do que acontecia no passado, quando os pilotos pediam ajuda aos engenheiros e estes não podiam responder.”

         

        Spa tem rectas e curvas de alta velocidade combinadas com uma secção sinuosa, sobretudo entre as curvas 8 e 15. Como se afina o carro para poder enfrentar os diferentes aspectos da pista? É necessário sacrificar uma secção para ganhar vantagem noutras?

        “Tal como em Hockenheim, teremos que jogar em diferentes níveis. Temos que jogar entre a baixa carga aerodinâmica para termos velocidade de ponta elevada e aumentar o apoio aerodinâmico, perdendo velocidade de ponta, para sermos mais rápidos na zona mais sinuosa.”

         

        Historicamente, existe uma elevada incidência de Safety-Cars em Spa. Quando o Safety-Car entra em pista, seja virtualmente ou fisicamente, de que forma isso afecta a vossa estratégia e existe algum plano predefinido para um cenário de Safety-Car?

        “O Safety-Car está sempre incluído nos nossos planos. A estratégia depende da volta em que o Safety-Car entra em pista, dos pneus que estão montados no carro e se devemos ficar em pista ou não. Uma das coisas mais importantes antes das corridas é saber a janela do Safety-Car, quando abre e quando fecha. Vai alterando-se durante a corrida, dado que vamos obtendo melhor informação sobre a degradação dos pneus e também das posições dos nossos adversários.”

         

        Os pneus e a sua durabilidade foi o tópico durante o Grande Prémio da Bélgica da temporada passada. Quando estamos a atingir um ano após a discussão sobre o limite de voltas de uso dos pneus, ainda é um problema ou com a Pirelli a introduzir três compostos, dos quais as equipas podem escolher dois para usar obrigatoriamente durante a corrida, esse tópico perdeu importância?

        “A Pirelli colocou um limite mínimo para a pressão dos pneus e isso ajuda muito. Eles têm muitos dados obtidos pelas equipas e usam essa informação para nos aconselhar. Normalmente, aconselham-nos sobre a pressão dos pneus sobre o máximo de voltas que os pneus podem efectuar. O maior importante é eles fornecerem-nos a pressão mínima dos pneus através dos dados que obtiveram através das equipas. A Pirelli realizou um trabalho fantástico e isso ajuda muito.”


        A performance da actual geração de pneus dita quantas voltas um jogo de pneus pode ser usado, uma vez que existe uma queda abrupta de performance?

        “Normalmente, sim. Existe uma linha muito fina, dado que, quando um piloto entra nas boxes, os pneus estão no limite. Por vezes ainda existe cerca de vinte porcento de vida nos pneus, mas o piloto entra nas boxes devido aos tempos por volta, que são muito lentos, e não existe nenhuma vantagem em manter-se em pista.”

         

         

        A Bélgica é casa da base europeia da Haas Automation. Ao longo da temporada têm tido muitos clientes da Haas Automation como convidados. De que forma têm eles abraçado a equipa e este desafio de Gene Haas na Fórmula 1?

        “Sempre que fazemos alguma coisa com a Haas Automation, tudo tem sido muito bem organizado e somos sempre muito bem recebidos por todos os convidados. Tem sido fantástico representar a Haas Automation na Fórmula 1. É um nome muito importante no desporto automóvel e na indústria. Sempre que nos encontramos com os seus clientes, sobretudo quando estamos com o Gene (Haas), eles estão muito satisfeitos. Temos a sensação de que é uma grande família, e é muito agradável fazer parte dela.”

         

        Como se preparam para imprevisibilidade climatérica de Spa, uma vez que uma parte do traçado pode estar seca enquanto a outra pode estar molhada e escorregadia?

        “Basicamente, não nos preparamos. É algo que está fora do nosso controlo. Na verdade, não nos preocupamos com isso. Quando estamos na qualificação ou na corrida, claro, temos que tomar decisões, mas em Spa nunca é a preto e branco.”

        Spa é considerada uma pista para pilotos. Porquê?

        “É uma pista fantástica. Tem curvas de altíssima velocidade e há muitas curvas, de tipos diferentes, algumas de alta velocidade, outras de baixa – no geral, há muita diversidade. Oferece-nos uma boa sensação.”

         

        Spa tem rectas e curvas de alta velocidade combinada com uma secção sinuosa, sobretudo entre as curvas 8 e 15. Como se afina o carro para poder enfrentar os diferentes aspectos da pista? É necessário sacrificar uma secção para ganhar vantagem noutras?

        “Existem sempre abordagens a Spa diversas. Ou somos rápidos nos sectores 1 e 3, que são os sectores de alta velocidade, ou somos rápidos no segundo, que tem mais curvas. Ambas funcionam bem, portanto, depende da forma como queremos abordar a corrida.”

        Podes  descrever a sensação de quem está dentro do carro quando passas por Eau Rouge e Radillon? É possível realizar a zona a fundo?

        “Na primeira volta que a fazemos depressa, ficamos enjoados, como se estivéssemos numa montanha russa, dado que sobe e desce. Começamos a pensar, será que vou fazer isto na corrida? Mas depois de o fazermos uma vez a fundo, tudo fica bem e passamos a tirar prazer das forças G.”

        É importante entrar no Eau Rouge no ar limpo, para assegurar que tens o máximo possível de apoio aerodinâmico?

        “É certamente uma curva onde não queremos cometer qualquer erro. Na qualificação, fazê-lo no ar limpo é muito importante. Por outro lado, se conseguirmos entrar no cone de aspiração de outro carro, ganhamos uma vantagem enorme a caminho da Curva 5. Existe alguma discussão sobre a validade de cada uma destas duas abordagens.”

         

        O teu pódio mais recente foi alcançado no Grande Prémio da Bélgica do ano passado. Arrancaste de nono e recuperaste até terceiro, terminando no encalço da dupla da Mercedes, Lewis Hamilton e Nico Rosberg. Como foi que ganhaste tantas posições?

        “O ano passado tínhamos um bom carro na Bélgica. Qualifiquei-me em quarto, mas arranquei de nono devido a uma penalização por ter trocado a caixa de velocidades. Tínhamos uma boa estratégia, tomámos decisões nos momentos certos, aquando do Safety-Car. Consegui ultrapassar alguns carros e cheguei ao pódio. Honestamente, foi um daqueles fins-de-semana em que tudo corre de acordo com o planeado.”

         

        Antes do Grande Prémio da Bélgica do ano passado, o teu último pódio tinha sido alcançado no Grande Prémio dos Estados Unidos da América, em Austin, Texas. Foi satisfatório regressar ao pódio, sobretudo, depois de uma temporada de 2014 em que terminaste apenas duas vezes nos pontos?

        “Foi fantástico para todos os rapazes e para mim. Tivemos um fim-de-semana perfeito. Foi um sentimento muito bom para todos os envolvidos. Penso que foi algo de semelhante ao que todos sentiram quando marcámos os primeiros pontos para a Haas no início da temporada.”


        Depois de uma temporada de 2014 difícil, uma corrida como a de Spa de 2015 demonstrou que, com determinação e trabalho árduo, os pódios são possíveis?

        “Se eu aparecesse numa corrida sem pensar que era o melhor, de que era possível vencer, seria melhor ficar em casa com os meus filhos. Quero sempre chegar ao pódio. Tento sempre ganhar a corrida. É claro que depende muito do carro, mas na verdade, nunca se desiste e damos sempre o nosso melhor. Essa é a mentalidade que temos que ter.”


        Tens momentos especiais ou marcos que tenhas vivido em Spa nas fórmulas de promoção?

        “Venci lá o título da GP2 Series, em 2011. Esse foi um ano fantástico.”

        Qual é a tua zona preferida de Spa?

        “Não sou capaz de escolher apenas uma zona e apontá-la como a minha preferida. Todo o circuito é muito bom.”


        Descreve uma volta a Spa.

        “Começamos com o gancho de La Source. É uma curva de baixa velocidade. Temos que ter uma boa saída para irmos no máximo em Eau Rouge e depois temos a Curva 5, a primeira direita-esquerda. Normalmente é feita em quarta velocidade. A Curva 7 é muito divertida. É uma curva de alta velocidade a descer. Depois temos a Curva 8, que tem uma travagem complicada. Temos que estar bem posicionados na saída para prepararmos a Curva 9. Depois descemos bastante, novamente, para uma dupla esquerda, Curvas 10 e 11 – é a curva mais rápida do circuito. Depois temos a segunda direita-esquerda, mas mais rápida que as Curvas 5 e 6. A direita seguinte é muito importante para a recta da parte de trás do circuito, que é muito longa. Depois chegamos à Paragem do Autocarro, onde temos uma travagem muito forte. Temos uma curva de baixíssima velocidade, sendo a tracção na saída muito difícil. É muito complicado. Se tudo for bem feito, conseguimos efectuar uma boa volta.”

         

         

         

        A Bélgica é casa da base europeia da Haas Automation. Ao longo da temporada têm tido muitos clientes da Haas Automation como convidados. De que forma têm eles abraçado a equipa e este desafio de Gene Haas na Fórmula 1?

        “A Haas Automation é muito importante para nós, especialmente, quando tem os seus convidados na pista. O apoio à nossa equipa é maior, assim como aos seus clientes e empregados. É uma grande motivação para a companhia ter interesse e seguir a Fórmula 1. Para nós, ganhamos ainda mais motivação com o seu apoio.”


        Como se preparam para imprevisibilidade climatérica de Spa, uma vez que uma parte do traçado pode estar seca enquanto a outra pode estar molhada e escorregadia?

        “Penso que é necessário tomar decisões rápidas ao longo do fim-de-semana, especialmente, durante a corrida, dado que é uma possibilidade de ganhar vantagem. Tomar uma decisão errada pode ser muito prejudicial, mas é isso que torna Spa tão especial. É uma pista muito longa e, por vezes, pode chover numa zona da pista, em uma ou duas curvas, e se estivermos com slicks temos que lidar com a situação. No fundo, só queremos entrar nas boxes para montar pneus de chuva se está a chover em todo o circuito. Temos que estar prontos e com mente aberta ao longo de todo o fim-de-semana.”


        Spa é considerada uma pista para pilotos. Porquê?

        “É uma pista com muitas curvas, para além de ser muito longa, é possível ganhar muito tempo se fizermos tudo bem e se formos consistentes ao longo da volta. Isto também depende da quantidade de apoio aerodinâmico que temos no carro, dado que circuito tem muitas curvas fluidas e de alta velocidade, que são factores muito importantes.”


        Spa tem rectas e curvas de alta velocidade combinada com uma secção sinuosa, sobretudo entre as curvas 8 e 15. Como se afina o carro para poder enfrentar os diferentes aspectos da pista? É necessário sacrificar uma secção para ganhar vantagem noutras?

        “É uma pista onde temos que realizar compromissos, dado que não queremos perder muita velocidade nas rectas e também não queremos perder muito apoio aerodinâmico nas curvas. É importante ter um carro eficiente para que possamos encontrar o melhor compromisso entre as afinações aerodinâmicas e mecânicas.”


        Podes  descrever a sensação de quem está dentro do carro quando passas por Eau Rouge e Radillon? É possível realizar a zona a fundo?

        “Essas duas curvas, habitualmente, fazem-se a fundo. É uma sensação fantástica, a aproximação a Eau Rouge. Sobe, e podemos sentir a compressão no início da curva e o carro mexe-se muito ao longo da curva. Quando estamos a subir, o carro por vezes salta no corrector a alta velocidade. É extraordinário. É difícil descrever, dado que só a experimentando.”


        É importante entrar no Eau Rouge no ar limpo, para assegurar que tens o máximo possível de apoio aerodinâmico?

        “Mesmo na corrida, por vezes, temos que a fazer a fundo, se estamos atrás de alguém que queremos ultrapassar. É uma curva que exige muito apoio aerodinâmico para que seja feita a fundo. Normalmente, reduzimos o apoio aerodinâmico em Spa, devido às longas rectas e queremos ter o mínimo de resistência aerodinâmica nessas zonas. É um compromisso no que diz respeito ao apoio aerodinâmico. Mesmo numa configuração de baixo apoio aerodinâmico, Eau Rouge é um desafio, mas é fantástico se o conseguirmos fazer a fundo.”


        Tens momentos especiais ou marcos que tenhas vivido em Spa nas fórmulas de promoção?

        “Tive algumas corridas incríveis em Spa com a pista molhada. Uma das corridas em que mais me diverti, arranquei de último depois de ter sido desclassificado. Consegui realizar inúmeras ultrapassagens, no final fui penalizado por ultrapassar alguém na última curva quando o Safety-Car estava em pista. É uma grande memória de Spa e é uma pista que me satisfaz sempre. Esperamos que este ano tenhamos mais uma boa corrida e vamos dar o nosso melhor para termos um bom fim-de-semana.”


        Qual é a tua zona preferida de Spa?

        “Diria o Eau Rouge. É uma curva fantástica. É icónica e fantástica quando a fazemos.”


        Descreve uma volta a Spa.

        “Aproximamo-nos da Curva 1, um gancho de baixa velocidade que nos prepara para a recta que nos leva até ao Eau Rouge. Passamos pelo Eau Rouge, que compreende as Curvas 2, 3 e 4. Depois de Eau Rouge temos a Curva 5, que fazemos a fundo para nos aproximarmos da Curva 6, que é longa e leva algum tempo a realizar. Para efectuar o Eau Rouge temos que usar muito os correctores, para tentar endireitar a curva e fazê-la a fundo sem perder muita velocidade. Na aproximação à Curva 6 temos uma grande travagem. É uma curva de média velocidade, direita e esquerda para a Curva 7.  A trajectória dessas duas curvas é muito importante para preparar a Curva 8. Depois temos uma travagem a descer. É uma curva muito longa e, normalmente, temos dificuldades em colocar a potência no chão, quando nos preparamos para a Curva 9, que é uma curva de velocidade média e sem muito espaço entre as duas. É bastante rápida, uma vez que usamos muito os correctores.

        Vamos para a Curva 10, que é uma esquerda de alta velocidades, seguida da Curva 11, que é umas das minhas preferidas. É uma chicane de alta velocidade. O carro subvira, e aplicamos o acelerador para tentar realizar a curva com a potência, o que torna tudo muito mais interessante. Depois temos a Curva 13, uma direita que nos prepara para a recta que nos leva às duas últimas curvas – uma chicane de baixa velocidade, onde o asfalto se modifica. A pista sobe e há alguns ângulos estranhos para o apex das curvas, o que obriga a que o carro se mexa muito, mas é importante, dado que se pode ganhar muito tempo. Então saímos da curva para terminar a volta na recta da meta.”


         

         

        Circuit de Spa-Francorchamps

        • Número de voltas: 44 
        • Distância de corrida: 308,052 quilómetros
        • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
        • Este circuito de 7,004 quilómetros e 19 curvas albergou pela primeira vez a Fórmula 1 em 1925, tendo no ano passado celebrado a sua 48º edição do Grande Prémio da Bélgica.
        • O Circuit de Spa-Francorchamps é a pista mais longa do calendário da Fórmula 1, batendo o segundo traçado mais longo, o Baku City Circuit, com 6,003 quilómetros, por 1,001 quilómetros.
        • Sebastian Vettel detém o recorde da volta em Spa (1.47,263s), assinado em 2009 com a Red Bull.
        • Jarno Trulli detém o recorde da volta em qualificação em Spa (1,44,503s), assinado em 2009 com a Toyota durante a Q2.
        • As corridas de automóveis ganharam popularidade na Europa depois da I Guerra Mundial, o circuito original de Spa-Francorchamps, com 14,9 quilómetros, era baseado num triângulo composto por estradas públicas entre as vilas de Francorchamps, Malmedy e Stavelot, situadas na Floresta das Ardenas. As corridas de motociclismo iniciaram-se em 1921 e em 1925 foi realizado o primeiro Grande Prémio, ganho por António Ascari, em Alfa Romeo. Ao longo dos anos, a reputação da pista foi crescendo, sobretudo depois das obras de 1939, que criou as curvas emblemáticas de Eau Rouge e Radillon, uma combinação  de esquerda-direita-esquerda a subir, muito rápida e fluída. Mas depois da existência da I Guerra Mundial, a II Guerra Mundial teve lugar e deixou o circuito em muito mau estado devido a artilharia pesada. Só em 1947 as corridas puderam regressar, depois das obras terem sido completadas. A pista foi alvo de mais quatro revisões, tendo sido a mais drástica em 1979, quando foi construída uma secção permanente para criar uma versão muito mais curta, com 6,968 quilómetros. O actual layout, com 7,004 quilómetros, foi estreado em 2007 quando a Paragem do Autocarro foi modificada, criando dois ganchos que dão acesso à recta da meta.
        • DYK? Apenas seis pilotos conseguiram vencer o Grande Prémio da Bélgica por mais que uma vez. Juan Manuel Fangio e Damon Hill têm cada um três vitórias. Jim Clark e Kimi Raikkonen triunfaram cada um por quatro vezes e o Ayrton Senna tem cinco vitórias. O Rei da Spa é Michael Schumacher, que venceu por seis vezes, um recorde.
        • Durante o Grande Prémio da Bélgica, as temperaturas mínimas rondarão os 14ºC e as máximas os 28ºC. A humidade relativa estará entre os 53% e os 94%. 

        • A Pirelli leva três compostos para a Bélgica:                               
          • P Zero Branco/Médio – menos aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
          • P Zero Amarelo/Macio – pouca aderência, desgaste baixo (usado para longas séries de voltas da corrida)
          • P Zero Vermelho/Supermacio – muita aderência, desgaste médio (usado para séries curtas de voltas e para o primeiro segmento de qualificação)
          • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
            • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Desses 13 jogos, os pilotos e as suas respectivas equipas podem escolher as especificações de dez deles entre os três compostos disponíveis. Os restantes três jogos são definidos pela Pirelli – dois tipos obrigatórios para a corrida (um jogo de P Zero Branco/Médio e um de P Zero Amarelo/Macio) e um tipo obrigatório para a Q3 (um jogo de P Zero Vermelho/Supermacio). A Haas F1 Team seleccionaram os seguintes jogos:
            • Grosjean: 2 jogo de P Zero Branco/Médio, 4 jogos de P Zero Amarelo/Macio e 7 jogos de P Zero Vermelho/Supermacio
            • Gutiérrez: 1 jogo de P Zero Branco/Médio, 5 jogos de P Zero Amarelo/Macio e 7 jogos de P Zero Vermelho/Supermacio 

             

            SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

             

            2016 Belgian Grand Prix – Practice Sessions

             TEMPERATURES PEAKING AT 44 DEGREES ASPHALT,
            THE HIGHEST ONES SEEN IN BELGIUM IN THE LAST SIX SEASONS

            RED BULL DRIVER MAX VERSTAPPEN SETS FASTEST TIME OF DAY IN
            FP2 ON THE SUPERSOFT TYRES, ECLIPSING LAST YEAR’S BENCHMARK

            DRIVERS ALSO USE PROTOTYPE TYRES, DESIGNED WITH EXTRA
            STRENGTH AS PART OF PIRELLI’S REGULAR DEVELOPMENT PLAN

             Unusually for Spa, hot weather characterised both free practice sessions in the foothills of the Ardennes, with ambient temperatures peaking at 35 degrees centigrade and to 44 degrees asphalt in the afternoon. The teams ran all three nominated compounds today – medium, soft, and supersoft – with Red Bull’s Max Verstappen going fastest of all in the afternoon on the supersoft tyre, with a time of 1m48.085s that shattered last year’s FP2 benchmark of 1m49.385s.

            Nico Rosberg already beat that benchmark in FP1, where he made Formula 1 history by going fastest in an official session for the first time with a halo device fitted. Then, in FP2 both Mercedes drivers didn’t run supersoft tyres.

            In addition, some drivers sampled Pirelli’s new prototype tyres, with two additional sets each per car allocated for Friday only. These soft compound tyres contain elements that help to resist multiple impacts, as part of Pirelli’s ongoing development programme. The data from these tyres will now be analysed, with a view to using them in future.

            With Spa being the longest lap of the year by some margin, the supersoft contained a notable performance advantage: now in excess of 1.2 seconds. This means that the softest tyre available looks set to be the default choice for qualifying, making it very important for the teams to gather as much wear data as possible today in preparation for the grand prix. If the hot weather continues throughout the weekend, the information collected today should have a direct correlation to qualifying tomorrow and the race on Sunday.

            Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “The teams were all able to accumulate a lot of relevant information that will be valuable when it comes to formulating their strategies for the race, with the supersoft being used at Spa for the first time this year. If the hot weather continues, as we saw some quite high degradation today, tyre management will be very important on Sunday. For today only, some drivers also made use of our prototype tyres, which were soft compound tyres containing certain new elements that are designed to further improve resistance to multiple impacts. This is part of our ongoing development plan, and we will now look at the data obtained to evaluate if these elements will be used in future.

            FP1 – TIMES FP2 – TIMES
            1. Rosberg 1m48.348s Supersoft new 1. Verstappen 1m48.085s Supersoft new
            2. Hamilton 1m49.078s Supersoft new 2. Ricciardo 1m48.341s Supersoft new
            3. Raikkonen 1m49.147s Soft New 3. Hulkenberg 1m48.657s Supersoft new

            FP1 – BEST TIME PER COMPOUND

            Test Rosberg 1m49.481s
            Supersoft Rosberg 1m48.348s
            Medium Rosberg 1m49.520s
            Soft Raikkonen 1m49.147s

            FP2 – BEST TIME PER COMPOUND

            Test Hamilton 1m49.782s
            Soft Ricciardo 1m49.133s
            Medium Rosberg 1m50.558s
            Supersoft Verstappen 1m48.085s

            LONGEST STINTS OF THE DAY

            Soft Magnussen 21 laps
            Medium Rosberg 18
            Test Bottas 15
            Supersoft Hulkenberg 13
            Supersoft Vettel 13

            Tyre statistics of the day:

            Medium Soft Supersoft Prototype (Soft)
            kms driven * 1862 2660 1386 179
            sets used overall ** 26 39 41 41
            highest number of laps ** 18 21 15 15

            * The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
            ** Per compound, all drivers combined.

            Minimum prescribed tyre pressures: 23,5 psi (front); 22 psi (rear)

            Pirelli fact of the day: The winning car at the Spa 24 Hours in Belgium last month, which was exclusively supplied by Pirelli, covered a total of 531 laps: or more than 3717 kilometres. By contrast, the winner on Sunday will only be expected to cover 44 laps: around 12 times less distance. However, the F1 cars are travelling a lot quicker: pole position for the Spa 24 Hours was 2m17.671s.

            Spotted in the paddock: Nafi Thaim. The Belgian heptathlete claimed a gold medal in the Rio Olympics recently, but Spa is quite local to her: the 22-year-old studies geography when she is not competing in athletics, at the University of Liege.

             

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            DI GRASSI NA FÓRMULA E

             

            Contente com desenvolvimento, Di Grassi crê em maior equilíbrio na Fórmula E

            Categoria dos carros elétricos encerrou nesta quinta-feira (25) uma bateria de três dias de testes visando a temporada 2016-2017 do campeonato

            A Fórmula E retornou às atividades na última terça-feira (23) iniciando o primeiro de três dias de testes no circuito de Donington Park, na Inglaterra. Com algumas caras novas e muito desenvolvimento, a categoria dos carros elétricos finalizou a primeira parte da pré-temporada nesta quinta (25) e retoma os testes dentro de duas semanas, já que o terceiro campeonato da história da categoria começa no dia 9 de outubro em Hong Kong.

            Atual vice-campeão da Fórmula E, Lucas di Grassi permanece com a ABT Schaeffler Audi Sport por mais um ano e conferiu de perto o desenvolvimento do ABT Schaeffler FE02 já com o novo trem-de-força, bem como pôde observar atentamente seus adversários. "Foram três dias muito produtivos, em que estivemos totalmente concentrados nos testes de resistência e confiabilidade do nosso conjunto", disse Lucas, concluindo que "até aqui estamos satisfeitos com o caminho que a equipe está seguindo no desenvolvimento".

            Di Grassi destacou, no entanto, que o nível das demais equipes subiu bastante. A categoria tem a entrada de duas novas equipes - a Techeetah e a Jaguar - e de mais uma fornecedora de tecnologia, a Faraday Future, que passa a fornecer o drivetrain à Dragon Racing.

            "Todo mundo está mais forte. O campeonato vai ser muito competitivo. Mahindra, DS Virgin, Dragon... Todos andaram muito bem nestes três dias e a briga, em se continuando este ritmo de desenvolvimento, vai ser muito boa durante a temporada. Quem acompanha a Fórmula E pode ter a certeza de ver excelentes corridas daqui em diante", aponta.

            O brasileiro, que na última temporada subiu ao pódio sete vezes, destacou que o material fornecido pela Renault continua com uma vantagem em relação à concorrência. Até a última temporada equipando a atual campeã e.Dams, a montadora francesa também abastece agora a novata equipe Techeetah. "Todos os melhores tempos foram marcados com carros equipados pelos drivetrain da Renault", ponderou. O atual campeão Sébastien Buemi foi o mais rápido no primeiro dia; no segundo foi Jean-Eric Vergne, da nova equipe chinesa abastecida pelos franceses; e no terceiro dia a volta mais rápida foi da equipe de Lucas di Grassi, mas com Daniel Abt, embora na parte da tarde, com pista úmida, o melhor tempo foi novamente de Vergne.

            Com mais outra bateria de testes por vir, Lucas di Grassi diz que o trabalho da ABT em sua sede já tem um cronograma definido e um objetivo claro: subir mais um degrau em competitividade para brigar de igual para igual pela ponta em termos de equipamento. "Não podemos parar. Nosso conjunto melhorou muito, mas sempre temos de buscar aquele algo a mais. Estou certo de que teremos boas notícias dentro de alguns dias", concluiu.

             

            FIA Formula E
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            Fórmula E realizou três dias de testes pré-temporada em Donington, na Inglaterra
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            Lucas conversa com os engenheiros sobre o desenvolvimento do carro
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            Categoria volta a se reunir para treinos dentro de duas semanas
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            FIA Formula E
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            Temporada 2016-2017 começa no dia 9 de outubro em Hong Kong
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            SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

             

            Italian Grand Prix: September 2 – 4 2016

            SELECTED SETS PER DRIVER

             The FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Italian Grand Prix (Monza 2-4 September).

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            SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

             

            ANTEVISÃO GRANDE PRÉMIO PIRELLI DA BELGICA

            13ª Ronda de 21

            Spa-Francorchamps, Belgica, 25-28 Agosto 2016

             

             

            Após um pequeno interregno de verão, a Fórmula 1 regressa a um dos mais épicos circuitos de todos; Spa-Francorchamps na Bélgica. Os compostos P Zero Médio, Macio e Supermacio  foram os nomeados para o circuito mais longo da época com 7.004 quilómetros,  que coloca elevadas cargas aerodinamicas sobre os pneus. De facto,  Spa-Francorchamps proporciona um desafio multi-facetado para os pneus, também extensível aos pilotos e equipes. Este histórico circuito no sopé de Ardennes é reconhecido pelas condições meteorológicas variáveis, devido ao microclima existente, fornecenddo um parâmetro adicional para as estratégias a considerar.

             

            O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DOS PNEUS:

            •  As longas e rápidas curvas, contribuem para que as cargas sob os pneus sejam as maiores da época.
            •  Variadas elevações da pista provocam forças verticais nos pneus através da compressão, como por exemplo a Eau Rouge.
            •  A chuva é provável, mas é frequente chover numa parte do circuito e não chover na outra.
            •  O Set-up não é facil, uma vez que é o compromisso entre uma baixa resistência para as retas e uma eficaz aerodinâmica para as curvas.
            •  Existem muitas opções e pontos de ultrapassagem, o que significa que as opções de estratégia são múltiplas.
            •  A F1 regressa, e após Spa segue diretamente para o circuito da casa Pirelli – Monza.

             

             

            OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS:

            •  Médio branco: um conjunto obrigatório que deve estar disponível para a corrida pela sua versatilidade, desempenho e durabilidade.
            •  Macio amarelo: outro conjunto obrigatório que deverá aparecer na corrida, não sendo ideal para grandes turnos.
            •  Supermacio vermelho: será usado para a qualificação com o intuito na performance e desempenho e não na durabilidade..

             

             

            COMO FOI NO ANO PASSADO:

            •  Lewis Hamilton venceu confortavelmente com uma estratégia de duas paragens, trocando pneus nas voltas 13 e 30.
            •  A melhor estratégia alternativa: Max Verstappen que partiu da 18ª posição da grelha e terminou na oitava posição. Utilizou uma estratégia com três paragens e ultrapassou inúmeros carros na pista.

             

            PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTOSPORT DIRECTOR:

             

            “Spa-Francorchamps não precisa de apresentações como um dos circuitos mais icónicos. Para os pneus, é uma pista exigente com diversas cargas e pressões que a fazem como uma experiência única em condução. Não é fácil achar o Set-up ideal, mas com a sua longa distância e inúmeras zonas de ultrapassagem, existem muitas e diferentes estratégias possiveis. Durante a paragem de verão iniciámos os testes para as medidas dos pneus 2017, e estamos ansiosos para uma movimentada segunda parte de temporada, bem como  continuamos com os nossos testes e também seguiremos diretamente para a corrida na nossa casa no fim de semana seguinte à Belgica.”

             

            O QUE HÁ DE NOVO?

            •  Não houve alterações significativas à pista e infraestruturas de Spa-Francorchamps neste ano.
            •  Esteban Ocon torna-se piloto de Fórmula 1, assumindo o lugar de Rio Haryanto na Manor.

             

             

            OUTROS ASPETOS QUE NOS CHAMARAM A ATENÇÃO RECENTEMENTE:

             

            •  A Pirelli esteve em primeiro plano em Spa no passado mês, com as prestigiantes 24 horas. Foi o maior evento de sempre da empresa Italiana, equipando um total de 65 carros, mais de 10.724 pneus e 29,269 voltas realizadas.

             

            •  Os testes aos pneus de 2017 com os carros modificados, tiveram inicio no começo do mês com a Ferrari em Fiorano (com os Pilotos Sebastian Vettel e Esteban Gutierrez com pneus de chuva) e a  Red Bull em Mugello (com o piloto Sebastian Buemi em Slicks).

             

            A NOMEAÇÃO DOS COMPOSTOS DE PNEUS ATÉ À DATA:

             

             

            Roxo

             

            Vermelho

             

            Amarelo

             

            Branco

             

            Laranja

            Austrália

            Supermacio

            Macio

            Médio

            Bahrein

            Supermacio

            Macio

            Médio

            China

            Supermacio

            Macio

            Médio

            Rússia

            Supermacio

            Macio

            Médio

            Espanha

            Macio

            Médio

            Duro

            Mónaco

            Ultramacio

            Supermacio

            Macio

            Canadá

            Ultramacio

            Supermacio

            Macio

            Azerbaijão

            Supermacio

            Macio

            Médio

             

            Austria

            Ultramacio

            Supermacio

            Macio

            GreatBritain

            Macio

            Médio

            Duro

            Hungria

            Supermacio

            Macio

            Médio

            Alemanha

            Supermacio

            Macio

            Médio

            Bélgica

            Supermacio

            Macio

            Médio

            Itália

            Singapura

            Ultramacio

            Supermacio

            Macio

            Malásia

            Macio

            Médio

            Duro

            Japão

            Macio

            Médio

            Duro

            Est. Unidos

            Supermacio

            Macio

            Médio

            México

            Supermacio

            Macio

            Médio

            Brasil

            Macio

            Médio

            Duro

            Abu Dhabi

            Ultramacio

            Supermacio

            Macio

             

             

            SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

            SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

             

             

            PIRELLI BELGIAN GRAND PRIX PREVIEW
            Round 13 of 21
            Spa-Francorchamps, Belgium, 25-28 August 2016

            Following a short summer break, Formula 1 resumes at the one of the most epic drivers’ circuits of them all: Spa-Francorchamps in Belgium. The P Zero medium, soft and supersoft tyres have been nominated for the longest lap of the year at 7.004 kilometres, which places high-energy loads through the tyres. Spa-Francorchamps in fact provides a real multi-faceted challenge for the tyres, and by extension for the teams and drivers as well. The historic circuit at the foothills of the Ardennes is renowned for its changeable weather, meaning that there is a true microclimate to provide a constant additional parameter for the strategists to consider.

            THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW:

            • Loads through the tyres are among the biggest of the year due to the long and fast corners.
            • Elevation changes also create vertical forces for tyres through compressions like Eau Rouge.
            • Rain is quite likely, but it frequently rains just on one part of the circuit and not on another.
            • Set-up is a compromise between low drag for straights and downforce for corners: not easy.
            • There are plenty of overtaking opportunities, which mean that strategy options are quite open.
            • F1 returns with yet another back-to-back: after Spa it’s straight to Pirelli’s home race at Monza.

            THE THREE NOMINATED COMPOUNDS:

            • White medium: a mandatory set that must be available for the race, low working range.
            • Yellow soft: again a mandatory set, should feature in the race but not ideal for long stints.
            • Red supersoft: will be used for qualifying with a focus on performance rather than durability.

            HOW IT WAS A YEAR AGO:         

            • Lewis Hamilton won comfortably with a two-stop strategy, changing tyres on laps 13 and 30.
            • Best alternative strategy: Max Verstappen finished eighth from 18th on the grid, having adopted a three-stop strategy and passing several cars on track.

            PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTORSPORT DIRECTOR:                      

            “Spa-Francorchamps needs no introduction as one of the most iconic circuits out there. For the tyres, it’s a demanding track with the sort of high-energy loads that make it absolutely thrilling to drive. It’s not easy to find the right set-up but with such a long lap and plenty of overtaking opportunities, there are a number of different strategy permutations possible. During the summer break we’ve started testing the 2017-size tyres, and we look forward to a busy second half of the season as we continue the testing campaign and also move straight on to our home race the weekend after Belgium.”

            WHAT’S NEW? 

            • There are no significant changes to the Spa-Francorchamps circuit and infrastructure this year.
            • Esteban Ocon becomes a full-time Formula 1 driver, taking over from Rio Haryanto at Manor.

            OTHER THINGS THAT HAVE CAUGHT OUR EYE RECENTLY:

            • Pirelli was at the forefront in Spa last month with the famous 24 Hours. It was the Italian firm’s biggest-ever event with a total of 65 cars fitted and 10,724 tyres over 29,269 cumulative laps.
            • The 2017 tyre tests with modified mule cars got underway at the beginning of the month, with Ferrari at Fiorano (driven by Sebastian Vettel and Esteban Gutierrez on wets) and Red Bull at Mugello (driven by Sebastien Buemi on slicks).

            TYRES NOMINATED SO FAR:

            Purple Red Yellow White Orange
            Australia Supersoft Soft Medium
            Bahrain Supersoft Soft Medium
            China Supersoft Soft Medium
            Russia Supersoft Soft Medium
            Spain Soft Medium Hard
            Monaco Ultrasoft Supersoft Soft
            Canada Ultrasoft Supersoft Soft
            Azerbaijan Supersoft Soft Medium
            Austria Ultrasoft Supersoft Soft
            Great Britain Soft Medium Hard
            Hungary Supersoft Soft Medium
            Germany Supersoft Soft Medium
            Belgium Supersoft Soft Medium
            Italy Supersoft Soft  Medium
            Singapore Ultrasoft Supersoft Soft
            Malaysia Soft Medium Hard
            Japan Soft Medium Hard
            United States
            Supersoft Soft Medium
            Mexico Supersoft Soft Medium
            Brazil Soft Medium Hard
            Abu Dhabi Ultrasoft Supersoft Soft

             

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            CAMPEWONATO MUNDO DE F 1

             

            Vitória para a equipa da casa com Hamilton a conquistar o pódio para os Silver Arrows

             

            ·        Lewis Hamilton conquistou a sua 49ª vitória num Grande Prémio de Fórmula 1, a sua 2ª no Circuito de Hockenheim e a 6ª esta época;

            ·        Nico Rosberg teve uma dura batalha para recuperar até à 2ª posição tendo no entanto sido penalizado em 5 segundos o que fez com que terminasse na 4ª posição da geral;

            ·        Hamilton mantém a liderança no Mundial de Pilotos com 217 pontos, mais 19 que Rosberg que se encontra na 2ª posição;

            ·        A equipa MERCEDES-AMG PETRONAS lidera a classificação no Mundial de Construtores com 415 pontos.

             

            AINDA O G.P. ALEMANHA

            Grande Prémio da Alemanha: Resumo da Corrida

             

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            Evento:  Grande Prémio da Alemanha (12º round de 21)

            Data:  Domingo, 31 de Julho

            Local:  Hockenheimring, em Baden-Württemberg

            Layout:  4.574 quilómetros, circuito de 17 curvas

            Condições climatéricas:  Céu parcialmente encoberto, 23ºC

            Vencedor:  Lewis Hamilton da Mercedes

            Haas F1 Team:

            Esteban Gutiérrez – arrancou de 11º, terminou em 11º (completou 66/67 voltas)

            Romain Grosjean – arrancou de 20º, terminou em 13º (completou 66/67 voltas)

             


            Os pilotos da Haas F1 Team, Esteban Gutiérrez e Romain Grosjean, lutaram arduamente para terminarem em décimo primeiro e décimo terceiro, respectivamente, o Grande Prémio da Alemanha, que se disputou este domingo em Hockenheimring, Baden-Württemberg.


            Apesar de esse esforço não ter merecido pontos, foi ainda assim uma excelente prestação da equipa americana, uma vez que ambos os pilotos tiveram que realizar grandes recuperações. Gutiérrez foi bloqueado no arranque e caiu para o décimo oitavo lugar, ao passo que Grosjean arrancou para a corrida de sessenta e sete voltas do vigésimo posto, depois de uma penalização de cinco lugares por ter trocado de caixa de velocidades no sábado.


            O duo empregou uma estratégia de duas paragens nas boxes, mas com diferentes selecções de pneus. Gutiérrez começou a corrida com pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio e Grosjean alinhou com supermacios. A paragens nas boxes iniciaram-se na oitava volta, mas os pilotos da Haas F1 Team permaneceram na pista de 4,574 quilómetros e dezassete curvas o máximo que puderam antes de pararem para a primeira troca de pneus, o que lhes permitiu ganhar muitas posições.


            Grosjean entrou para realizar o seu primeiro “pit-stop” no final da décima sétima volta, depois de subir até ao oitavo lugar. Gutiérrez foi o último piloto a realizar a sua primeira troca de pneus, na vigésima quinta volta, ascendendo à décima segunda posição. Grosjean montou um jogo de pneus macios novos, ao passo que Gutiérrez trocou para supermacios.


            As paragens nas boxes, naturalmente, contribuiu para que ambos os pilotos caíssem na classificação, mas a meio da corrida, quando as estratégias das outras equipas se revelarem, a dupla da Haas F1 Team estava a rodar junta, com Grosjean no décimo segundo lugar e Gutiérrez no décimo terceiro.


            A derradeira ronda de paragens nas boxes da equipa iniciou-se na quadragésima terceira volta, quando Grosjean parou para montar pneus supermacios. Gutiérrez seguiu-se no final da quadragésima sétima volta, montando também borrachas supermacias.


            Apesar de depois de todas as paragens nas boxes concluídas ambos os pilotos estarem com uma volta de atraso, qualquer um deles permaneceu perto dos dez primeiros, com Gutiérrez no décimo quarto lugar e Grosjean no décimo quinto, faltavam dezasseis voltas para a bandeirada de xadrez. Os dois realizaram ultrapassagens de grande mestria para suplantar Kevin Magnussen, da Renault, com Gutiérrez a realizá-la na quinquagésima segunda volta e Grosjean a fazer o mesmo na quinquagésima quinta.


            As ultrapassagens, juntamente com a entrada nas boxes do Toro Rosso de Carlos Sainz para trocar pela última vez de pneus, permitiu a Gutiérrez subir ao décimo segundo lugar e Grosjean ao décimo terceiro.


            Com três voltas para o final, novas oportunidades surgiram, uma vez que Fernando Alonso teve problemas de pneus, depois de puxar o seu McLaren ao limite. Sérgio Pérez, da Force India, ultrapassou-o, subindo ao décimo posto, tendo Alonso continuado a perder ritmo, o que permitiu a Gutiérrez subir ao décimo primeiro lugar na última volta. Grosjean já não teve tempo de apanhar Alonso, o que o impediu de ganhar mais uma posição antes da bandeirada de chegada.


            Com doze etapas das vinte e uma que constituem a temporada deste ano da Fórmula 1 disputadas, a Haas F1 Team mantém-se em oitavo lugar no Campeonato de Construtores com vinte e oito pontos. No entanto, a sétima classificada, a McLaren, abriu a sua vantagem para a equipa americana para catorze pontos, graças aos pontos conquistados por Jenson Button, que terminou no oitavo posto. A Haas F1 Team continua com uma vantagem de vinte e dois pontos para a nona classificada, a Renault, uma vez que nem Kevin Magnussen nem Jolyon Palmer terminaram nos pontos.


            Lewis Hamilton venceu o Grande Prémio da Alemanha, deixando Daniel Ricciardo, da Red Bull, a 6,996s. O triunfo permitiu a Hamilton estender a sua vantagem no Campeonato de Pilotos para dezanove pontos, face a Nico Rosberg, um ganho de treze. Foi a quadragésima nona vitória de Hamilton na Fórmula 1, a sua sexta da temporada e quarta consecutiva. Foi também o seu segundo sucesso no Hockenheimring, depois de ter vencido em 2008, na sua segunda temporada de Fórmula 1.


            Com nove corridas por disputar, a próxima prova do calendário de 2016 da Fórmula 1 realiza-se dentro de três semanas, o Grande Prémio da Bélgica, em Spa-Francorchamps.



            “Não foi mau de todo. Penso que tínhamos um bom ritmo, mas no meu segundo turno estive muito tempo no encalço de um Renault e os meus travões aqueceram massivamente e fiquem sem travões durante algumas voltas. Isso, claramente, colocou-nos em desvantagem. Não consegui passar e isso custou-nos uma classificação nos pontos. Temos que perceber o que se passou, mas no geral o carro comportou-se bem na corrida. Hoje estou mais satisfeito do que estava ontem. No geral, foi uma boa primeira metade de temporada. Espero que possamos regressar para segunda capazes de marcar regularmente resultados entre os dez primeiros. Temos ainda algumas coisas para descobrir. Temos potencial no carro. Temos é que o conseguir descobrir.”



            “Não foi um início fácil. A rodas derraparam muito e fui passado por alguns carros. Éramos os únicos com pneus macios, que era uma estratégia agressiva, portanto, esperávamos algumas dificuldades no primeiro turno. Depois disso, poupei o máximo possível os pneus e comecei a atacar no segundo turno. Estive sempre no máximo, a tentar recuperar o máximo possível, assim como a tentar poupar gasolina. Não estamos satisfeitos com a posição aonde terminámos, dado que não marcámos pontos, que era o nosso objectivo. Agora vamos para as férias de verão, o que será bom para a equipa, depois de quatro corridas em cinco fins-de-semana. Vamos todos recarregar as baterias e regressar ainda mais fortes, para lutar pelos pontos em Spa.”



            “No geral, tivemos uma boa corrida, apesar do Esteban ter tido um mau arranque. Temos que ver o que se passou e tentar fazer melhor no futuro, dado que terminámos no décimo primeiro lugar mais uma vez, a um lugar dos pontos. Basicamente, arrancámos de décimo oitavo e vigésimo lugares e não de décimo primeiro e vigésimo. O Romain subiu de vigésimo para décimo terceiro. Não havia muito a fazer, e obviamente o Esteban terminou no décimo primeiro posto. O carro mostrou um bom ritmo e não cometemos erros, mas quando arrancamos daquelas posições, por vezes não dá para fazer melhor. Sabemos que temos andamento. Podemos fazê-lo, temos apenas que transformar o potencial em resultados. Mostrámos o que podemos fazer, o que no fundo acaba por ser positivo para que a equipa possa avançar.”


            O Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 vai agora para três semanas de férias de Verão, antes de regressar à acção nos dias 26 a 28 de Agosto, com o Grande Prémio da Bélgica, em Spa-Francorchamps. A décima terceira ronda da Fórmula 1 inicia-se com os treinos-livres, no dia 26 de Agosto, a qualificação realiza-se a 27 de Agosto e a corrida disputa-se a 28 do mesmo mês.


             

            SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

             

            Belgian Grand Prix: August 26 – 28 2016

            SELECTED SETS PER DRIVER

             The FIA  communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Belgian Grand Prix (Spa-Francorchamps 26-28 August).

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            AINDA O G.P.DA ALEMANHA

            Grande Prémio da Alemanha: Resuma da Qualificação

             

             

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            Evento:  Qualificação para o Grande Prémio da Alemanha (12º round de 21)

            Data:  Sábado, 30 de Julho

            Local:  Hockenheimring, em Baden-Württemberg

            Layout:  4,574 quilómetros, circuito de 17 curvas

            Condições climatéricas:  Céu parcialmente encoberto, 26ºC

            Record da volta:  1m13,306s assinada por Michael Schumacher em 2004 com a Scuderia Ferrari

            Pole-Position:  Nico Rosberg da Mercedes (1m14,363s)

            Resultado:

            Esteban Gutiérrez 11º, alinhará do lado de fora da sexta linha

            Romain Grosjean 15º, mas alinhará no 20º lugar, no interior da décima linha, devido a uma penalização de cinco lugares

             

              • tem a duração de 18 minutos e todos os vinte e dois pilotos participam
              • os dezasseis pilotos mais rápidos passam à Q2

              Gutiérrez:  8º (1m15,987s), avançou para a Q2

              Grosjean:  13º (1m16,328s), avançou para a Q2

              Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m15,243s)

              Cutoff:  16º, Jolyon Palmer da Renault (1m16,636s)

              • tem a duração de 15 minutos e participam os dezasseis pilotos mais rápidos da Q1
              • os dez pilotos mais rápidos passam à Q3

              Gutiérrez:  11º (1m15,883s)

              Grosjean:  15º (1m16,086s)

              Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m14,748s)

              Cutoff:  10thº Felipe Massa da Williams (1m15,699s)

               

              • tem a duração de 12 minutos e participam os dez mais rápidos da Q2, que lutam pela pole-position

              Pole-Position:  Nico Rosberg da Mercedes (1m14,363s)

              Segundo:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m14,470s)

               


              A preparação para o Grande Prémio da Alemanha teve este sábado um início pouco auspicioso para a Haas F1 Team, dado que na terceira sessão de treinos-livres realizado em Hockenheimring, Baden-Württemberg, Romain Grosjean efectuou um pião no circuito de 4,574 quilómetros e dezassete curvas, quando faltavam quarenta minutos para a bandeirada de xadrez. Foi uma pequena excursão pela relva e Grosjean pôde regressar às boxes, mas no regresso mencionou um comportamento estranho na caixa de velocidades. Com a sua chegada, a equipa rapidamente determinou que era necessária uma mudança de caixa de velocidades, o que automaticamente significou uma penalização de cinco lugares na grelha de partida para o Grande Prémio da Alemanha, que se realiza no domingo. Grosjean completou apenas quatro voltas e nenhuma delas a uma velocidade competitiva.


              Esteban Gutiérrez, entretanto, teve uma sessão sem problemas. Completou dezassete voltas, tendo na melhor registado o tempo de 1m17,160s, o que o colocou no décimo terceiro lugar. Gutiérrez realizou o seu crono na décima terceira passagem pela recta da meta com o seu carro equipado com pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacios.


              A terceira sessão foi dominada pelo mesmo duo que comandou as duas primeiras – os pilotos da Mercedes, Nico Rosberg e Lewis Hamilton. Rosberg bateu o seu colega de equipa pela terceira vez consecutiva, realizando a marca de 1m15,738s, o que deixou Lewis Hamilton a 0,057s.


              Depois da terceira sessão de treinos-livres, a Haas F1 Team recuperou e ambos os pilotos avançaram para a Q2 pela sétima qualificação consecutiva. Ambos usaram pneus supermacios.


              Gutiérrez liderou a ofensiva da equipa tanto na Q1 como na Q2. Assinou o oitavo tempo na Q1 (1m15,987s) e, depois, qualificou-se em décimo primeiro com o registo de 1m15,883s, na Q2, a um lugar de poder avançar para a Q3. Grosjean garantiu o décimo terceiro tempo na Q1 (1m16,328s) para depois se qualificar no décimo quinto posto, com o crono de 1m16,086s na Q2. No entanto, com a penalização de cinco lugares na grelha de partida, iniciará do vigésimo posto o Grande Prémio da Alemanha.


              Hamilton foi o mais rápido na Q1 e na Q2, mas na Q3, quando realmente importava, Rosberg assegurou a pole-position com uma volta de 1m14,363s. Foi a vigésima sétima pole-position da carreira de Fórmula 1 de Rosberg, a segunda consecutiva e a quinta da temporada. A segunda pole-position consecutiva do alemão no Grande Prémio da Alemanha foi conquistada com uma vantagem de 0,107s sobre Hamilton. Rosberg disputa o Grande Prémio da Alemanha na segunda posição do Campeonato de Pilotos, detendo uma desvantagem de seis pontos para Hamilton.



              “Não tem sido um bom fim-de-semana para nós. Tivemos alguns problemas e na qualificação as coisas não nos correram bem. Os rapazes realizaram um trabalho fantástico nas boxes para poder ter o carro pronto para a qualificação, depois do problema da caixa de velocidades que sofremos durante a manhã. Estava confortável no carro e sentia que tinha boas possibilidades. Infelizmente, a minha última volta na Q2 não funcionou como esperávamos. Não sei o que aconteceu. Não tinha aderência. É difícil encontrar o equilíbrio certo. Temos uma boa velocidade de ponta e, esperamos, que tenha um bom comportamento para que possa ter uma boa corrida.”



              “Foi uma qualificação interessante. Andei sempre no máximo, dado que queria mesmo passar à Q3. Arrisquei o máximo que podia e tive muito prazer em pista. Estou satisfeito com a forma como funcionamos como equipa. Prova que estamos a realizar bons progressos de sexta-feira para sábado e isso dá-me muito confiança. Estou muito orgulhoso de toda a equipa. O décimo primeiro lugar é um bom lugar para iniciar a corrida e deixa-me motivado para continuar a lutar para entrar na Q3 nas próximas oportunidades. Amanhã, vou dar o meu melhor desde o início e lutar com os pilotos que estão à minha frente para alcançar o top-10.”



              “Estamos novamente no décimo primeiro posto. Está a tornar-se um hábito. Deveríamos estar satisfeitos com o décimo primeiro lugar, mas queremos passar para a Q3. É para isso que trabalhamos arduamente. O Esteban realizou um trabalho fantástico para alcançar o que alcançámos. O Romain foi prejudicado por não ter disputado a terceira sessão de treinos-livres devido a um problema na caixa de velocidades, que se manifestou quanto fez o pião. Algumas peças internas da caixa de velocidades estavam danificadas, portanto, tivemos tempo de pista limitado, mas ainda assim conseguimos passar à Q2. Estamos sempre muito perto. Estamos confiantes de que acontecerá mais tarde ou mais cedo, mas teremos que esperar até depois das férias de Verão. Vamos esperar que amanhã terminemos numa posição melhor que a décima primeira, dado que vamos lutar com todas as nossas forças para alcançar os pontos.”

               

              -HaasF1Team-

               

              SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

               

              As primeiras FER1-NOVOSPNEUS CopyFER2 CopyFER3 CopyTEST1-PIRELLI CopyTEST2 CopyTEST3 CopyTEST4 Copy impressões da Pirelli após 4 dias de testes dos pneus para 2017. Pedro Nascimento Sérgio Veiga

              Pirelli plans intense analysis of whether the hybrid Formula 1 cars used in this week's initial tests of its 2017 tyres are providing the right levels of downforce.

              The first four of the 24 days testing of next season's wider front and rear rubber have now been completed, with Ferrari using the wet compounds at Fiorano on Monday and Tuesday, and Red Bull the slicks at Mugello on Wednesday and Thursday.

              While the tests were blind for both teams, the key for Pirelli is whether the modified 2015 cars are representative of the downforce levels the 2017 designs' wider wings and bigger floors will generate.

              "We're happy because finally we've been able to start work on the new wider tyre for next season," Pirelli motorsport chief Paul Hembery told Autosport.

              "There is obviously plenty of work to do as we've only started some screening work on different aspects of the tyres. It's just the first step of many towards where we need to get to.

              "The big challenge now is trying to get an understanding of the car, and how close it is in terms of downforce compared to what we are going to see next year.

              "The teams have obviously been given a set of regulations to allow them to create a car, but it's not set they will be able to achieve the required downforce levels.

               

               

              "That has a big impact on the way the tyres are performing, so there is going to be a fair bit of analysis of that when we get back, to understand how close we are or how much we are missing compared to next year.

              "We need to look at all the data to see where we are first compared to the simulation work we've been working with."

              Pirelli now has a few weeks before testing recommences next month; Ferrari is on slicks at Barcelona on September 6-7, with Mercedes also on slicks at Paul Ricard on 6-7-8, followed by a wet test on the same circuit on 21-22.

              Hembery added: "The car doesn't look like what it's going to be next year, and that's the point.

              "It's a hybrid of a hybrid, and that was done so they wouldn't be able to start working on next year's car.

              "The counterpoint to that is we need to be sure we are working with something that is representative, and that's what we are analysing because it is an aspect that is crucial to our work."

              Hembery also praised the driver feedback, with Sebastian Vettel and Esteban Gutierrez having been in Ferrari's modified SF15-T on Monday and Tuesday respectively, and Sebastian Buemi driving across both days for Red Bull in an RB11.

              "It's been good as they've given us some idea as to what we need to be working on, and where they are expecting us to be," said Hembery.

              "We're happy to have physically started work on the new tyre, but it probably won't really come together until people see them next year in February."

               

              MONZA MANTÉM A FÓRMULA 1

              CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 GARANTIDO EM MONZA

               

              A pista italiana continuará a receber o MUndial de Fórmula 1 por mais três anos, acabadno assim com as noticias que afirmavam que o mitico circuito italiano ira ser abandonado

               


               

              CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - ALEMANHA

              CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

               

              GRANDE PRÉMIO DA ALEMANHA

               

               

              DESTA FEITA O MERCEDES DE HAMILTON

               

              A Mercedes continua a reinar, como quer no Campeonato do Mundo DE  Fórmula  1, onde no passado fim de semana a jogar em casa, venceu de novo com Hamilton  a levar a melhor perante nos REd Bull de Ricciardo e Verstappen

               

              A 4ª posição foi para o Mercedes de Rosberg, que teve no seu encalço os Ferrari de Vettel e Raikonen.f200 Copyf201 Copyf202 Copyf203 Copyf204 Copyf205 Copyf206 Copyf207 Copyf208 Copyf209 Copyf210 Copyf211 Copyf212 Copyf213 Copyf214 Copyf216 Copyf217 Copyf218 Copyf219 Copyf220 Copyf221 Copyf222 Copyf223 Copyf224 Copyf225 Copyf226 Copyf227 Copyf228 Copyf229 Copyf230 Copyf231 Copyf232 Copyf233 Copyf234 Copyf235 Copyf236 Copyf237 Copyf240 Copyf241 Copyf242 Copyf244 Copyf245 Copyf246 Copyf247 Copyf248 Copyf249 Copyf250 Copyf251 Copyf252 Copyf253 Copyf253 Copyf254 Copyf255 Copy

               

              SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

               

              2016 Grande Prémio da Alemanha - Corrida

               

              LEWIS HAMILTON VENCE DA SEGUNDA POSIÇÃO DA GRELHA,

              ALTERNANDO OS COMPOSTOS PZERO SUPERMACIO COM MACIO

               

              COMO PREVISTO, VÁRIAS ESTRATÉGIAS NO GRANDE PRÉMIO DA ALEMANHA,

              COM A MAIORIA DOS PILOTOS A REALIZAR TRÊS PARAGENS

               

              Como esperado houve diferentes estratégias em jogo no Grande Prémio da Alemanha, com a maioria das equipes a dividir as estratégias da corrida, grande parte realizou três paragens.

               

              Uma destas equipes foi a Mercedes, com o vencedor Lewis Hamilton, a alternar os pneus Supermacios e Macios, enquanto Nico Rosberg que alcançou a pole, iniciou com dois jogos de Supermacio e terminou a corrida utilizando pneus macios para os ultimos dois turnos. Outra alternativa, foi o caso da Red Bull com Daniel Ricciardo e Max Verstappen no pódio, optando por estratégias diferentes na corrida. No entanto, ambos os pilotos da Red Bull terminaram a corrida com o composto Supermacio de modo a retirar vantagem da sua velocidade  superior.

               

              A temperatura da pista manteve-se aproximadamente ao longo da corrida nos 38 graus, as mesmas condições registadas no dia anterior, apesar de uma pequena ameaça de chuva prevista para o final.  Também houve várias disputas na pista a seguir aos lugares cimeiros, com as equipes a conseguirem vantagem devido às suas diferentes estratégias ao longo da corrida até ao final.

               

              O circuito de Hockenheim não sofreu praticamente nenhuma alteração desde a ultima prova do calendário de Fórmula 1, em 2014, com o seu asfalto antigo e já irregular que provou ser razoavalmente exigente para os pneus. Como resultado, alguns pilotos adaptaram as suas estratégias de duas para três paragens de forma a garantir o ritmo desejado. O melhor classificado com duas paragens, foi o williams de Valtteri Bottas, que terminou em nono​. 

               

               

              Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “ Foi uma corrida em que a estratégia foi muito importante. Durante as primeiras voltas, houve uma maior degradação térmica do que a esperada, devido ao peso do combustível, e isto levou a que muitos optassem por uma estratégia de três paragens, a qual, ontem referimos como sendo teoricamente mais rápida. É importante a questão de monitorizar as taxas de desgaste e respetiva degradação, de modo a avaliar no terreno, e adaptar a estratégia de corrida à evolução das circunstâncias.”

               

               

              OS MELHORES TEMPOS POR COMPOSTO:

               

               

                                                  MÉDIO           MACIO                                 SUPERMACIO                    

              Primeiro                                              VET  1m18.710s                    RIC   1m18.442s                    

              Segundo                                             HAM  1m18.746s                   VER  1m18.910s                     

              Terceiro                                               VET  1m19.122s                    HAM  1m19.452s                     

               

               

              TURNOS  MAIS LONGOS DA CORRIDA:

               

              MACIO                    Magnussen                                                                                    34 (voltas)

              SUPERMACIO        Grosjean                                                                                        23 (voltas)

               

               

              A NOSSA PREVISÃO: Previmos que a estratégia vencedora seria de três paragens. Hamilton beneficiou pelo seu excelente arranque e um carro rápido, permitindo gerir a corrida e os pneus. Fez as suas paragens  nas voltas 14, 34 e 47 de acordo com a nossa previsão.

               

               

              MAIS UMA GLÓRIA DA F 1 QUE NOS DEIXOU

              MAIS UMA GLÓRIA DA FÓRMULA 1 QUE NOS DEIXOU

               

              MORREU CHRIS AMON

               

              Até sempre Chris Amon. Ganha um GP lá em cima, seja onde for!

               

              RECORDAR G.P.HUNGRIA DE F 1

              CAMPEONATO DO MUNDO DE F1 - 2016

               

              RECORDAR G.P.DA HUNGRIA

               

              Grupo de imagens da autoria de André Lavadinho/World, referentes ao Grande Prémio da HUngria.

               

              Fotos de André Lavadinho /Worlod - www.velocidadeonline.comf1-hungria-andrelavadinho Copyf2 Copyf3 Copyf4 Copyf5 Copyf6 Copyf6 Copyf7 Copyf8 Copyf9 Copyf10 Copyf11 Copyf12 Copyf14 Copyf15 Copyf16 Copyf17 Copyf18 Copyf19 Copyf20 Copyf21 Copyf22 Copyf23 Copyf24 Copyf25 Copyf26 Copyf27 Copyf28 Copyf29 Copyf30 Copy

               

              SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

               

              PIRELLI’S 2017 TYRES MAKE THEIR DEBUT ON TRACK

              FIRST TEST WITH SCUDERIA FERRARI:
              SEBASTIAN VETTEL TESTS AT FIORANO
              THE WIDER WET TYRES FOR NEXT SEASON

               The testing programme with the new wider Pirelli P Zero Formula 1 tyres for 2017 begins today at Fiorano in Italy. Sebastian Vettel takes the wheel of a Ferrari SF15-T that has been specifically modified to simulate the new aero rules and to accommodate tyres in 2017 size. The four-time world champion will test all day before handing the car over to Haas F1 driver Esteban Gutierrez on Tuesday 2 August.

              THE PROGRAMME. Following a few installation laps on slick tyres in the morning, Vettel will then try wide Pirelli intermediate and full wet tyres on an artificially dampened surface. With a tread that is 25% wider than the current size, particular care is required when it comes to research and development of wet weather tyres, which are capable of evacuating even more water. The development work on both intermediate and full wet tyres will be continued by Gutierrez on Tuesday.

              DIMENSIONS. The 2017 rules impose the following dimensions for slick tyres:
                                  305/670-13 at the front (currently 245/660-13)
                                  405/670-13 at the rear  (currently 325/660-13)
              The Cinturato intermediate will have a diameter of 675 mm while the Cinturato wet will have a diameter of 680 mm.

              The wheel size remains unchanged at 13 inches.

              SLICK TYRE TESTING. Red Bull will be the first team to try the 2017 size slick Formula 1 tyres. This dry weather test will take place on 3-4 August at Mugello in Italy, and it will mark the final test before the summer break. The development programme will begin again in September, when Mercedes (the third Team providing a modified car for testing purposes) will take to the track at Paul Ricard in France.

              PROGRAMME. Each of the three Teams taking part (Mercedes, Ferrari and Red Bull) will undertake a total of eight days of testing per car between now and the end of November. Each Team will have exactly the same amount of testing as each other for wet and intermediate tyres (two days) as well as slick tyres (six days). The final day of testing for all three Teams will be in Abu Dhabi on Tuesday 29 November, two days after the final grand prix of the 2016 season

              CALENDAR BY DATE
              TEST ON MULE CARS – 2017 SIZES
              Session Date Test Days Circuit Car (s) Tyres kind
              1 Aug 1-2 2 Fiorano FER Wet
              2 Aug 3-4 2 Mugello RBR Slick
              3 Sep 6-7 2 Barcellona FER Slick
              4 Sep 6-7-8 3 Paul Ricard MGP Slick
              5 Sep 21-22 2 Paul Ricard MGP Wet
              6 Oct 12-13 2 Barcellona MGP Slick
              7 Oct 14-15-16 3 Abu Dhabi RBR Slick
              8 Nov 2-3 2 Abu Dhabi RBR Wet
              9 Nov 14-15-16 3 Abu Dhabi FER Slick
              10 Nov 29 3 Abu Dhabi MGP
              FER
              RBR
              Final valid

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              SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

               

              2016 German Grand Prix

              TYRE SETS AVAILABLE FOR THE RACE

              Please find attached the tyre sets available for each driver at the start of the German Grand Prix:

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              SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

               

              2016 German Grand Prix – Race – Infographics

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              SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

               

              2016 German Grand Prix – Race

              LEWIS HAMILTON WINS FROM SECOND ON THE GRID,
              ALTERNATING THE P ZERO SUPERSOFT AND SOFT TYRE

              MIXTURE OF STRATEGIES SEEN AT THE GERMAN GRAND PRIX
              AS PREDICTED, WITH MOST DRIVERS ON THREE STOPS

               As expected there were a number of different strategies in play at the German Grand Prix, with mostly three stops seen and many teams splitting their race strategies.

              One of those teams was Mercedes, with race winner Lewis Hamilton alternating the supersoft and soft tyre, whereas polesitter Nico Rosberg started with two sets of supersoft and then ended the race on two sets of soft. Another variation was the case within Red Bull, as podium finishers Daniel Ricciardo and Max Verstappen also chose different configurations of race strategy. However, both Red Bull drivers ended the race on the supersoft compound in order to take advantage of its additional speed.

              Track temperature remained in the region of 38 degrees throughout the race: similar to the conditions seen yesterday, despite a small threat of rain right at the end. There were also a number of on-track battles further down the order, with teams taking advantage of the different strategies at work all the way to the finish.

              The Hockenheim circuit was largely unchanged since last making an appearance on the Formula 1 calendar in 2014, with quite old and bumpy asphalt that proved to be reasonably demanding for the tyres. As a result, a number of drivers adapted their strategies from two to three stops in order to guarantee the pace they needed. The highest-placed two-stopper was Williams driver Valtteri Bottas, who finished seventh.

              Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “It was a race during which strategy became very important. During the first laps with heavy fuel we experienced higher thermal degradation than expected, and this led many to select the three-stop strategy that we identified yesterday as being theoretically fastest. It was very much a question of monitoring the wear and degradation rates and thinking on their feet, in order to adapt the race strategy to changing circumstances.”

              Fastest times of the day by compound

              Medium Soft Supersoft
              First VET 1m18.710s RIC   1m18.442s
              Second HAM 1m18.746s VER  1m18.910s
              Third ROS 1m19.122s HAM 1m19.452s

              Longest stint of the race:

              SOFT Magnussen 34 laps
              SUPERSOFT Grosjean 23

              Truthometer: We thought that three stops would be the winning strategy, which Hamilton, having benefitted from a good start and fast car – which enabled him to manage the race and his tyres. He made his pit stops on lap 14, 34, and 47, following the pattern that we had predicted.

               

               

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              HAAS NO G.P.ALEMANHA

              Grande Prémio da Alemanha: Resumo de Sexta-Feira

               

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              Evento:  1ª e 2ª sessões de treinos-livres

              Data:  Sexta-Feira, 29 de Julho

              Local:  Hockenheimring, em Baden-Württemberg

              Layout:  4,574 quilómetros, circuito de 17 curvas

              Condições climatéricas na 1ª sessão:  Parcialmente encoberto, 23ºC

              Condições climatéricas na 2ª sessão:  Parcialmente encoberto, 25ºC

              Pilotos:  Romain Grosjean, Esteban Gutiérrez e Charles Leclerc

               

               

              Grosjean:  14º (1m18,589s), 20 voltas

              Leclerc:  17º (1m18,882s), 32 voltas

              Piloto mais rápido:  Nico Rosberg da Mercedes (1m15,517s)

              Mais voltas completadas:  Valtteri Bottas da Williams (37 voltas)

               

               

              Grosjean:  14º (1m17,602s), 13 voltas

              Gutiérrez:  16º (1m18,005s), 42 voltas

              Piloto mais rápido:  Nico Rosberg da Mercedes (1m15,614s)

              Mais voltas completadas:  Jolyon Palmer da Renault e Rio Haryanto da Manor (47 voltas)

               


              Depois do calor opressivo do último fim-de-semana em Budapeste, onde se disputou o Grande Prémio da Hungria, as equipas de Fórmula 1 foram recebidas esta sexta-feira em Hockenheimring, em Baden-Württemberg, Alemanha, com temperaturas confortáveis e um céu parcialmente encoberto, quando a primeira sessão de treinos-livres do 62º Grande Prémio da Alemanha, a disputar no domingo, teve o seu início.


              Tal como em Budapeste e na prova anterior, o Grande Prémio da Grã-Bretanha, realizado em Silverstone, Charles Leclerc pilotou o Haas VF-16 na primeira sessão de treinos-livres, juntamente com o piloto titular da Haas F1 Team, Romain Grosjean. Leclerc é em 2016 membro da Ferrari Driver Academy e actualmente compete na GP3 Series ao serviço da ART Grand Prix, estando no segundo lugar do Campeonato de Pilotos. O piloto da Haas F1 Team Esteban Gutiérrez, anterior membro da Ferrari Driver Academy, cedeu o seu lugar para que Leclerc, de 18 anos, pudesse continuar a somar valiosa experiência aos comandos de um Fórmula 1. Leclerc voltará a marcar presença em primeiras sessões de treinos-livres no Grande Prémio da Malásia, a 30 de Setembro, e no Grande Prémio da Abu Dhabi, a 25 de Novembro. Em cada uma das sessões, Leclerc tomará o lugar de Gutiérrez.


              Leclerc completou um total de trinta e duas voltas ao circuito de 4,574 quilómetros e dezassete curvas, Hockenheimring, sendo a sua melhor marca de 1m18,882s, o que o colocou no décimo sétimo lugar da tabela de tempos. O seu melhor registo surgiu na décima terceira volta com pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio montados no Haas VF-16.


              Grosjean completou a primeira sessão com o registo de 1m18,589s como melhor marca, o que o deixou no décimo quarto posto. Grosjean realizou a sua melhor volta na sua décima quarta passagem pela linha de meta, utilizando as borrachas macias. O piloto veterano deu o seu máximo no final da sessão de noventa minutos, saindo de pista na Curva 8 quando faltava menos de um minuto para a bandeirada de xadrez. Foi uma passagem pela escapatória sem consequências e Grosjean pôde continuar sem danos no seu carro.


              No comando da primeira sessão esteve o duo da Mercedes, Nico Rosberg e Lewis Hamilton. Rosberg foi o mais rápido dos dois, com o registo de 1m15,517s, batendo o seu colega de equipa por 0,326s.


              Duas horas mais tarde iniciou-se a segunda sessão. Gutiérrez regressou ao seu monolugar e aproveitou ao máximo a pista, completando quarenta e duas voltas. A sua melhor volta parou o cronometro em 1m18,005s, realizada na sua décima quinta passagem pela linha de meta, com pneus P Zero Vermelho/Supermacios montados no Haas VF-16. Gutiérrez montou borrachas macias para efectuar uma série de nove voltas, antes de voltar aos supermacios para completar dezoito voltas.


              Grosjean realizou treze voltas na segunda sessão, registando o décimo quarto crono com uma volta de 1m17,602s ao passar pela décima primeira passagem pela recta da meta, assegurada com pneus supermacios. A sua presença em pista durante a segunda sessão foi, no entanto, limitada quando o seu carro revelou uma fuga de água, faltavam quarenta minutos para a bandeirada de xadrez.


              A segunda sessão terminou da mesma forma que a primeira, com Rosberg e Hamilton a ocuparem os dois primeiros lugares da tabela de tempos. A melhor volta de Rosberg (1m15,614s) foi um pouco mais lenta que a que produziu na primeira sessão, mas ainda assim foi 0,394s melhor que a do seu colega de equipa.


              Entre as duas sessões, a Haas F1 Team completou cento e sete voltas – quarenta e duas voltas realizadas por Gutiérrez, trinta e três por Grosjean e trinta e duas por Leclerc. 

               


              “Tentámos algumas coisas hoje, tirando algum tempo para nos inteirarmos sobre a pista, que é nova para nós. Concentrámo-nos em entender os pneus e como funcionam aqui. Infelizmente, tivemos uma contrariedade da parte da tarde e não conseguimos realizar uma série longa de voltas, o que foi uma pena. Temos muito trabalho para hoje à noite, incluindo algumas pequenas coisas que estamos ainda que investigar. Conseguimos experimentar algumas afinações. Esperamos que amanhã possamos escolher as melhores opções.”



              “Foi uma tarde muito produtiva. Conseguimos completar o programa e tirámos o melhor partido possível do tempo de pista que tivemos. Considerando que o Romain não pôde sair para a pista, foi positivo termos alterado o nosso programa para nos permitir realizar séries longas com os dois compostos de pneus, o que nos garantiu informações importantes para a corrida. Estamos satisfeitos com os quilómetros que realizámos e com os testes que levámos a cabo. Agora temos que analisar todos os dados para que possamos optimizar tudo para amanhã.”



              “É sempre uma experiência fantástica voltar ao carro de Fórmula 1 da Haas F1 Team. Foi uma boa sessão. Completámos muitas voltas, usando dois jogos de pneus macios e, depois, efectuámos uma simulação de corrida de quinze voltas.

              Sempre que entro no carro fico com mais confiança. É apenas a terceira vez que acontece. O carro que cada vez parece mais anormal é o de GP3, dado que ao regressar ao monolugar de GP3 nota-se uma grande diferença.

              A Haas F1 Team está a protagonizar uma trabalho fantástico. Está apenas na sua primeira temporada na Fórmula 1. É extraordinário o que estão a fazer na sua temporada de estreia na Fórmula 1. Estou muito impressionado. Tenho a certeza de que continuarão a melhorar.”



              “A primeira sessão foi muito sólida. O Charles realizou um trabalho muito bom na sua terceira primeira sessão connosco e gostaríamos de lhe agradecer por isso. Romain efectuou tudo o que pretendíamos fazer durante a manhã e reunimos todos os dados de que precisávamos. Da parte da tarde, o Esteban regressou ao carro e rapidamente alcançou um ritmo rápido, trabalhando com os dados reunidos anteriormente pelo Charles. Planeávamos dividir o trabalho relativamente aos pneus, mas infelizmente, tivemos uma quebra num tubo de água no carro do Romain e fomos obrigados a pará-lo e a impedi-lo de regressar à pista. O Esteban assumiu todo o trabalho ,rodou com ambos os compostos de pneus. No geral, conseguimos reunir os dados de que precisamos para a terceira sessão de amanhã e para a qualificação. Vamos esperar regressar ainda mais fortes amanhã de manhã.”


              Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (10h00 – 11h00) antes da qualificação, que terá o seu início às 13h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis pilotos mais rápidos a avançarem da Q1 para a Q2. Posteriormente, os dez pilotos mais rápidos na Q2 seguem para a Q3, durante a qual lutarão pela pole-position.

               

              -HaasF1Team-

               

              Sobre a Haas Automation

              A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

              Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

              A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ou facebook.com/haasportugal.

               

              SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

               

              2016 German Grand Prix, Qualifying

              MERCEDES DRIVER NICO ROSBERG ON POLE FOR GERMAN GRAND PRIX WITH
              A TIME MORE THAN TWO SECONDS FASTER THAN 2014 POLE

              MERCEDES THE ONLY TEAM TO GET THROUGH Q1
              USING THE SOFT TYRES ONLY

              TWO OR THREE STOP STRATEGIES COULD LEAD TO A MIXTURE OF TACTICS
              FOR THE RACE TOMORROW: UNCERTAIN WEATHER POSSIBLE

               Mercedes driver Nico Rosberg has claimed pole position for the German Grand Prix. Conditions remained warm and dry throughout the session, with track temperatures of 38 degrees centigrade at the mid-point of qualifying. Rosberg’s pole time of 1m14.363s was more than two seconds faster than the 2014 pole (1m16.540s).

              The Mercedes drivers were the only ones to get through Q1 using the soft tyre only, while all the others fitted the supersoft – reckoned to be around 1.5 seconds faster on the German track. From Q2 onwards, all the drivers utilised just the supersoft tyres in qualifying and this is the compound that the top 10 will start on tomorrow. Although yesterday 1.5 seconds separated the soft and supersoft compounds, the gap today seemed to be reduced at around 1 second.

              Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “It looks like we might be seeing a mixture of two and three stop strategies tomorrow, with the running up to now showing that there could be a few quite different approaches to the race. A lot will obviously depend on the weather, which still appears to be changeable. Mercedes handed themselves a potential advantage by saving themselves an additional set of supersofts, so it will be interesting to see if they can capitalise upon that tomorrow.”

              How the tyres behaved today:
              Medium: Not used during qualifying but might be used in the race as tactics will vary.
              Soft: Used by the Mercedes drivers only to get through Q1: could be key to the race.
              Supersoft: Around 1.5s faster than the soft on Friday; around 1 sec. gap seen in quali.

              Possible race strategies and maximum laps*:
              Pirelli recommends that the following numbers of laps are not exceeded on each compound:
                        Soft = 29 laps
                        Supersoft = 22 laps

              On this basis, the optimal pit-stop strategies predicted by Pirelli are as follows:

              QUICKEST
              Three-stopper: three stints on supersoft + one stint on soft
              SECOND-QUICKEST
              Two-stopper: two stints on supersoft + one stint on soft (maximizing the stints on supersoft)
              THIRD QUICKEST
              Two-stopper: two stints on supersoft + one stint on soft (maximizing the single stint on soft)
              SLOWEST
              Two-stopper: one stint on supersoft + two stints on soft

              Different permutations of compound usage within each strategy are possible.

              *This information is provided just as an indication for media, based on Pirelli data. It doesn’t form any type of guarantee for the teams, as each team is obviously responsible for choosing its own race strategy based on its own wear data.

              Free practice 3 – top three times

              Rosberg 1m15.738s Supersoft new
              Hamilton 1m15.795s Supersoft new
              Ricciardo 1m15.837s Supersoft new

              Qualifying top 10

              Rosberg 1m14.363s Supersoft new
              Hamilton 1m14.470s Supersoft new
              Ricciardo 1m14.726s Supersoft new
              Verstappen 1m14.834s Supersoft new
              Raikkonen 1m15.142s Supersoft new
              Vettel 1m15.315s Supersoft new
              Hulkenberg 1m15.510s Supersoft new
              Bottas 1m15.530s Supersoft new
              Perez 1m15.537s Supersoft new
              Massa 1m15.615s Supersoft new

              Most laps by compound so far

              MEDIUM Hulkenberg 21 laps
              SOFT Vettel 33
              SUPERSOFT Magnussen 24

              Best time by compound so far

              MEDIUM Hulkenberg 1m18.591s
              SOFT Hamilton 1m15.243s
              SUPERSOFT Rosberg 1m14.363s

               

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              SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

               

              2016 German Grand Prix – Practice Sessions
              TEAMS CONCENTRATE ON SOFT AND SUPERSOFT TYRES
              DURINGFREE PRACTICE IN HOCKENHEIM

              AROUND 1.5 SECONDS NOW SEPARATE THE TWO COMPOUNDS

              TRACK TEMPERATURES NOT EXCEEDING 40 DEGREES IN FP2
              WITH CHANGEABLE WEATHER STILL EXPECTED

              The teams concentrated on the P Zero Red supersoft and P Zero Yellow soft compounds in Germany, with very little FP1 running on the medium tyre, which has also been nominated for the return to Hockenheim this weekend.

              With around 1.5 seconds now separating these two compounds, the supersoft seems set to be the tyre that the frontrunners will qualify on tomorrow. This gap actually increased from the 1.3 seconds seen during FP1, probably because of the teams optimising their performance on the supersoft in the afternoon, as they concentrated on qualifying and race simulations.

              These were two particularly important free practice sessions, as Hockenheim has not been on the Formula 1 calendar for two years, meaning that the teams had to rebuild their data based on the much more powerful current generation of cars. In the morning, the track proved to be slippery and some drivers experienced initial graining – but the majority of competitors still largely beat the equivalent times from the last Hockenheim FP1 session in 2014 and the best FP1 time was already more than a second faster than 2014 pole. A particularly significant result as this happened relying on exactly the same compounds (soft and supersoft) as those used two years ago: a new situation this year, as in the previous GPs we presented a softest choice than one year ago.

              This trend continued in FP2, with the top six drivers actually faster than the 2014 pole time. Just as was the case in FP1, Nico Rosberg led home his Mercedes team mate Lewis Hamilton. Track temperatures did not exceed 40 degrees centigrade during FP2, but the changeable weather that characterises Hockenheim is expected to remain during the rest of the weekend – so we can expect an unpredictable race.

              Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “With the drivers not having been to Hockenheim for a couple of years, today was really all about reacquainting themselves with the track and collecting data that was relevant to the current performance levels of the 2016 cars and tyres. Despite some changeable and slippery conditions – especially in the morning – the teams generally achieved their objectives and we’ve got a lot of data to look at now. It’s clear that the supersoft enjoys quite a notable performance advantage here, so naturally the teams have concentrated a lot on that, as well as maximising the opportunities offered by the soft tyres. However, there’s still quite a lot of learning and analysis still to be done.”

              FP1 – TIMES   FP2 – TIMES
              1. Rosberg 1m15.517s Supersoft new  1. Rosberg 1m15.614s Supersoft new
              2. Hamilton 1m15.843s Supersoft new  2. Hamilton 1m16.008s Supersoft new
              3. Vettel 1m16.667s Supersoft new  3. Vettel 1m16.208s Supersoft new

              FP1 – BEST TIME PER COMPOUND

              Medium Hulkenberg 1m18.591s
              Soft Rosberg 1m17.030s
              Supersoft Rosberg 1m15.517s

              FP2 – BEST TIME PER COMPOUND

              Soft Hamilton 1m17.067s
              Supersoft Rosberg 1m15.614s

              LONGEST STINTS OF THE DAY

              Medium Hulkenberg 21
              Soft Vettel 33
              Supersoft Magnussen 24

              Tyre statistics of the day:

              Medium Soft Supersoft
              kms driven * 352 3369 2875
              sets used overall ** 14 42 42
              highest number of laps ** 21 33 33

              Minimum prescribed tyre pressures: 22,5 psi (front); 20 psi (rear)

              Pirelli fact of the day: This is actually one of the busiest weekends of the year for Pirelli, with the Spa 24 Hours happening in Belgium, Rally Finland counting as a World Championship round, as well as rounds of the Pirelli World Challenge in Mid-Ohio and Ferrari Challenge in Sochi. The most tyres supplied at one event is at the Spa 24 Hours, where a total of 13,000 Pirelli tyres will be made available to the Blancpain GT and Lamborghini Super Trofeo drivers.

              Spotted in the paddock: Mick Schumacher. The young Formula 4 star sports a legendary name…with both his father and his uncle having won the German Grand Prix in the past.

               

               

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              SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

               

              THIS WEEKEND PIRELLI SUPPLIES ENOUGH COMPETITION TYRES TO COVER MOUNT EVEREST 

              PIRELLI TYRES SEEN ON FOUR CONTINENTS IN 11 DIFFERENT CHAMPIONSHIPS, FROM FORMULA 1 TO TRUCK RACING

               This weekend Pirelli is competing in eight countries and four continents, taking in 11 international championships involving competition cars, bikes and trucks. In total, in excess of 20,000 tyres will be supplied by more than 250 Pirelli personnel. 

              In fact, this is one of the busiest weekends in Pirelli’s history when it comes to global competition in a multiplicity of diverse championships. Not only is Pirelli at the forefront of the German Grand Prix, but it is also simultaneously engaged in its biggest motorsport event of the year in terms of tyres supplied: the Spa 24 Hours, just across the border in Belgium. In total, 16,000 tyres and 170 Pirelli people – from fitters to engineers – are among the protagonists of these two major events only 200 kilometres apart: just a snapshot of Pirelli’s immense global engagement this weekend. 

              At Lommel, not far from Spa in Belgium, Pirelli is also competing in the Motocross World Championship, where the Italian firm has claimed 60 titles throughout its history. Yet this is merely the tip of the iceberg. Other key Pirelli motorsport events over the weekend include Finland’s round of the World Rally Championship, the Pirelli World Challenge in the United States, the Ferrari Challenge in Russia, STC 2000 touring cars in Argentina, and Formula Truck in Brazil. 

              Over in China, Pirelli equips the Chinese GT Championship – which is in Shanghai this weekend – while at Japan’s Suzuka circuit the classic eight-hour endurance bike race is taking place, and in Australia Pirelli-equipped Porsche GT3 cars are racing in Queensland. 

              In total, this adds up to a pile of tyres higher than Mount Everest, competing in Europe, Asia, Oceania and America, which vividly represent Pirelli’s renowned passion for racing. Competition is also Pirelli’s biggest research laboratory, helping to refine performance and safety on road cars and bikes every day. And that’s without forgetting sustainability: at the end of every competition tyre’s life, it is recycled to create sustainable fuel that powers factories.

               

              HAAS NO G.P.ALEMANHA

               

              Nova oportunidade para a Haas F1 Team em Hockenheim

              Grande Prémio da Alemanha pode dar um sabor agradável às férias de Verão

               

              KANNAPOLIS, Carolina do Norte (28 de Julho de 2016) – A beleza do desporto é que existem sempre novas oportunidades e, na eventualidade de uma oportunidade não dar frutos, outra oportunidade surge. O Automobilismo não é diferente e num Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 composto por vinte e uma corridas, cada Grande Prémio acena com novas chances.


              A Haas F1 Team chegou às duas últimas corridas com expectativas elevadas catalisadas por sessões de treinos-livres e qualificações com performances muito positivas. Mas quando a bandeirada de xadrez caiu no Grande Prémio da Grã-Bretanha e no Grande Prémio da Hungria a Haas F1 Team ficou desapontada. Os pilotos, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, terminaram fora dos pontos em ambas as provas, o que se seguiu ao melhor resultado de equipa alcançado no Grande Prémio da Áustria, onde Grosjean terminou no sétimo posto e Gutiérrez no décimo primeiro, a apenas um lugar dos pontos.


              Com o Grande Prémio da Alemanha, a disputar no próximo dia 31 de Julho em Hockenheim, a oportunidade volta a saudar a Haas F1 Team.  A próxima corrida da equipa norte-americana é, evidentemente, a sua próxima chance, e é uma oportunidade ambicionada dada a sua posição no calendário.


              O Grande Prémio da Alemanha é a derradeira corrida antes das férias de Verão de três semanas, período durante o qual as equipas terão que fechar as suas fábricas durante catorze dias consecutivos. Isto significa que não pode existir trabalho no carro actual e qualquer desenvolvimento para carros do futuro. Apesar desta folga ser incrivelmente bem-vinda para uma competição que visita vinte e um países entre Março e Novembro, todos querem entrar em férias com um bom resultado que possa ser uma motivação para a parte final da temporada, um segmento de nove corridas que culminará com a última corrida em Abu Dhabi, a 27 de Novembro.


              A Alemanha fornece a oportunidade. O circuito de Hockenheim, com 4,574 quilómetros e dezassete curvas, alberga a Fórmula 1 desde 1970, sendo a edição deste ano a trigésima quinta.


              O traçado de Hockenheim de hoje é muito diferente daquele que a Fórmula 1 visitou em 1970. Desapareceram as longas rectas na floresta, consignadas à história devido ao redesenho da pista em 2002. O actual circuito, contudo, é ainda bastante rápido, com os pilotos a alcançarem velocidades superiores a 280Km/h, só na primeira secção. Os pilotos estão com o acelerador no máximo durante dois terços da volta, colocando sob um stress exorbitante os motores e o combustível que consumem. A gestão de combustível é de máxima importância e, com a aplicação correcta, pode ser bem conseguida sem sacrificar os tempos por volta. Abordagens eficiente das curvas podem levar à poupança de combustível e a oportunidades de ultrapassagem, sobretudo no gancho da Curva 6 e na apertada Curva 8. A diferença de velocidades entre as rectas e as curvas oferece ao circuito de Hockenheim muito carácter e com o seu redesenho, surgiram inúmeros pontos de interesse para os espectadores.


              Sendo a primeira equipa de Fórmula 1 norte-americana ao fim de trinta anos, a Haas F1 Team tem vindo a fortalecer-se ao longo da sua temporada de estreia. A formação somou vinte e oito pontos nas primeiras onze etapas do seu primeiro ano, estando actualmente no oitavo lugar do Campeonato de Construtores, a dez pontos da sétima  classificada, a McLaren, e com vinte e dois de avanço face à nona classificada, a Renault.


              Mas não é do interesse da Haas F1 Team manter-se parada. De facto só é aceitável manter o pé no acelerador, o que tanto Grosjean como Gutiérrez têm feito nas últimas qualificações. Cada um dos pilotos têm estado no limiar de passar à Q3, onde apenas os dez pilotos podem lutar pela pole-position.


              Este potencial, combinado com a oportunidade apresentada em Hockenheim à Haas F1 Team é exactamente o que a equipa quer para a agarrar assim que as luzes dos semáforos se apagarem para dar início ao décimo segundo round do calendário da Fórmula 1.

              Hockenheimring

              Perímetro do circuito: 4,574 Km

              Voltas: 67

              Distância de corrida: 306,458 km

              Transmissão televisiva:Eurosport 2Xtra – 12h30 (antvisão) / 13h00 (corrida)

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              Sobre a Haas Automation

              A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitarwww.HaasCNC.com.

              Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

              A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ oufacebook.com/haasportugal.

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              Depois do Grande Prémio da Alemanha, iniciam-se as férias de Verão de três semanas. Em que posição pretende que a equipa vá para as férias de Verão?

              “Gostaríamos de ir para a pausa de Verão uma posição acima daquela em que estamos actualmente no Campeonato de Construtores. Penso que é sempre bom que na última corrida, seja antes da pausa de Verão ou antes da temporada seguinte, terminemos com um bom resultado, dado que então todos podem relaxar e ficar sem grandes preocupações. Se sairmos da Alemanha com alguns pontos, isso seria fantástico para todos.”


              Durante catorze dias consecutivos ao longo das férias de Verão, as equipas têm que manter as suas fábricas fechadas. O que podem fazer durante esta interrupção e o que não podem fazer?

              “É muito simples. Não nos é permitido realizar nada no carro. Não o podemos desenvolver. Não podemos fabricar. Mas podemos manter a gestão da equipa, no que diz respeito aos aspectos administrativos. Apesar de tudo, temos que pagar as nossas contas, pagar vencimentos, portanto, esse aspecto da equipa mantém-se em actividade.”


              Está ansioso por estas férias de três semanas ou preferia continuar nas corridas? Estas férias permitem aos membros da equipa descansar e ganhar fôlego para a parte final de nove corridas, ou quebra o ritmo da equipa, dado que o ritmo de trabalho é drasticamente reduzido durante este período?

              “Penso que é positivo para toda a equipa ter estas férias, dado que todos os nossos rapazes têm vindo a trabalhar arduamente para estarmos onde estamos. E agora, continuar, não seria produtivo. Por vezes temos que nos afastar um pouco para continuarmos a avançar e penso que, neste momento, é esse o nosso caso. Muito embora interrompa o nosso ritmo, é preferível interromper e depois recomeçar que prosseguir e estar exausto constantemente.”


              Em que estágio está a equipa no que diz respeito ao desenvolvimento do carro de 2017?

              “Temos todos os nossos recursos no carro de 2017. Já não estamos a desenvolver o carro de 2016. Estamos centrados no carro de 2017, e penso que estamos numa boa situação, mas antes de realizarmos o primeiro teste do próximo ano, não sabemos nada, dado que também os outros estão a desenvolver os seus carros. Estamos sempre a tentar atingir um alvo em movimento, mas todos estamos confiantes de que estamos a atingi-lo. Testamos muitas peças nas sessões de túneis de vento, estamos a realizar muito trabalho de CFD, estamos no máximo de tudo o que nos é permitido pela FIA e todos parecem estar confiantes de que estamos no caminho certo. Onde estamos agora? Só no próximo ano quando chegarmos a pista podemos dizer.”


              De que forma a introdução do halo, que pode ou não integrar o conceito do carro de 2017, poderá ter um impacto no monolugar do próximo ano?

              “Neste momento, estamos a assumir que teremos o halo. Se não tivermos, é muito simples, tiramo-lo antes do início da produção. A produção dos moldes e das ferramentas iniciar-se-á Setembro, portanto, temos algum tempo e, então, já tudo estará decidido.”


              Muitos disseram este ano, especialmente entre este momento e o início da próxima temporada, será um verdadeiro teste para a Haas F1 Team, porque tem que competir com o seu actual carro e, em simultâneo, desenvolver o carro do próximo ano. Isto é verdadeiro, uma vez que, este ano, não precisam de contratar pessoas nem construir uma infraestrutura desde o zero?

              “É muito semelhante ao ano passado, e é verdade que o segundo é sempre o mais difícil de todos. O que nos ajuda são as nossas diferentes localizações. A equipa de corridas, no nosso caso específico, é completamente independente da equipa de desenvolvimento. Interagem, evidentemente, mas não estão nos calcanhares uma da outra todos os dias, dado que não se veem regularmente. O desenvolvimento do carro de 2017 é realizado em Itália e a equipa de corridas é gerida no Reino Unido. Para além disso, decidimos parar a desenvolvimento do carro de 2016 bastante cedo. Sim, será complicado, mas estou confiante de que poderemos manter a tendência que iniciámos em 2016 e avançar.”


              Será útil ter todas a infraestrutura edificada, ao contrário do que aconteceu o ano passado, quando foi preciso construir toda a infraestrutura?

              “Ajuda muito termos a nossa infraestrutura e as pessoas ,tudo completado. Não temos que nos preocupar sobre se vamos encontrar as pessoas certas ou se estão a interagir bem umas com as outras. Agora temos muitas incógnitas definidas e torna-me confiante. Temos muitas infraestruturas edificadas tanto no que diz respeito ao pessoal como no que diz respeito ao equipamento que no ano passado, por esta altura, não tínhamos. Portanto, penso que o risco era mais elevado no ano passado. Estamos numa boa posição e ajuda termos boas pessoas em quem confiamos, com quem trabalhamos, assim como termos o equipamento disponível. Isto é, seguramente, uma vantagem.”


              O Grande Prémio da Alemanha marca a terceira corrida seguida em que o Charles Leclerc pilotará para a equipa na primeira sessão de treinos-livres. Para além disso, o americano Santino Ferrucci testou pela equipa em Silverstone, depois do Grande Prémio da Grã-Bretanha. Ambos os pilotos têm dezoito anos e competem na GP3 Series. Conseguiram adaptar-se rapidamente à pilotagem de um carro de Fórmula 1 e que tipo de feedback foram capazes de dar à equipa? O feedback deles é semelhante ao dado sobre o carro por Grosjean e Gutiérrez?

              “Ambos têm apenas dezoito anos e quando se sentam num carro de Fórmula 1 pela primeira vez existe sempre a dúvida se conseguem desempenhar o trabalho que se espera deles. Mas protagonizaram performances de elevado nível e todos ficámos positivamente surpreendidos com eles. Entraram no carro, mostraram-se confiantes e sabiam o que fazer. Foram muito profissionais. Estamos muito orgulhosos deles e do que fizeram connosco. O feedback sobre o carro foi exactamente o mesmo que o fornecido pelo Esteban e pelo Romain, portanto, parece-me que sabiam o que estavam a fazer.”


              Com os pilotos a acelerarem a fundo durante dois terços da volta de Hockenheim, este circuito é muito crítico quanto à gestão de combustível?

              “A gestão de consumo é uma das tarefas mais importantes dos actuais carros de Fórmula 1. É preciso ter a certeza de que temos a potência máxima quando realmente é necessária e não quando não é precisa. Dependendo da posição em que estamos, por vezes é preferível poupar combustível e, por vezes, isso é um grande desafio. Em Hockenheim é um grande desafio usar o combustível de forma cuidada.”


              Já competiu em Hockenheim e em Nurburgring. Prefere algum desses dois circuitos ou ambos possuem características que lhe agradam?

              “Penso que são ambos interessantes. Nurburgring é, normalmente, muito particular, dado que têm uma boa base de adeptos, muito leal. É claro que Hockenheim, antigamente, nos dias do Schumacher, era um evento enorme. Sempre foi um grande evento.”

               


              Depois do Grande Prémio da Alemanha, iniciam-se as férias de Verão de três semanas. Em que posição pretendes que a equipa vá para as férias de Verão?

              “Gostaria que fossemos para as férias com um bom resultado. É sempre bom para o moral. Todos podemos reflectir em tudo o que fizemos e no que podemos melhorar. É importante para todos ter algum descanso. É uma longa temporada e chegamos às férias apenas com pouco mais de metade da temporada completada. O longo período de corridas fora do continente segue-se depois das férias. Realizámos uma primeira metade de temporada extraordinária e estou seguro de que poderemos fazer mais na segunda metade. Para isso precisamos mesmo de continuar a trabalhar, manter a concentração e descansar um pouco sempre que podemos.”

              Estás ansioso pelas três semanas de férias ou preferias continuar a competir e não interferir com o teu ritmo de trabalho?

              “Olhando para a cara dos meus filhos das últimas vezes que saí de casa para ir para as corridas, é melhor ter férias de Versão! É duro para a equipa e, claro, para as famílias de todos, para todos na verdade. Vinte e um Grandes Prémios torna a temporada muito longa. Estou muito satisfeito que tenhamos férias de Verão. Podemos aproveitar para beber um copo de rosé, relaxar um pouco durante uma semana ou duas, treinar um pouco, e, depois, voltar ainda em melhor forma.”

               

              O que planeias fazer durante a pausa de Verão?

              “O meu plano para a três semanas que estamos de folga é treinar durante duas semanas e ter férias na outra. Vou passar tempo com a minha família junto ao mar, basicamente relaxar depois de realizar o meu programa de treino físico.”


              Com os pilotos a acelerarem a fundo durante dois terços da volta de Hockenheim, como geres o combustível sem sacrificar a posição em pista?

              “Em Hockenheim é definitivamente muito importante a velocidade de ponta, a travagem e a tracção à saída das curvas. Quando temos boa tracção nas curvas lentas, temos melhor velocidade de ponta. Temos a parte do Estádio que é também muito estreita. É importante ter um bom equilíbrio entre boa velocidade de ponta, eficiência no consumo de combustível, tracção e travagem estável.”

              Vão rodar com os mesmos compostos – médio, macio e supermacio – com que rodaram no passado fim-de-semana na Hungria. Ajuda ter os mesmos compostos em dois fins-de-semana seguidos? Ajuda-vos na forma consistente como o carro se comporta?

              “Não significa muito ter os mesmos compostos em fins-de-semana seguidos. Muito depende da pista, do asfalto e da temperatura. É muito difícil afirmar que, por sermos competitivos com um tipo de pneu numa determinada pista, isso possa ser replicado. Temos sempre que pensar bem sobre estes assuntos e recomeçar tudo.”

              Parece que a equipa está muito melhor no que diz respeito ao entendimento sobre a janela de funcionamento de cada um dos compostos de pneus, independentemente das condições climatéricas. isto deve-se apenas a uma questão de uma nova equipa reunir experiência ou descobriram alguma  nuance na afinação do carro que parece ser melhor para os pneus?

              “É um pouco de tudo. Quanto mais tempo temos, mais experientes ficamos enquanto equipa, melhor percebemos os pneus. Criámos também algumas ferramentas para ajudar os pneus a funcionar e a colocá-los na janela correcta de funcionamento.”


              Já competiste em Hockenheim e em Nurburgring. Preferes algum desses dois circuitos ou ambos possuem características que te agradam?

              “Na verdade gosto de ambos. Tenho boas memórias tanto de Hockenheim como de Nurburgring. Provavelmente, enquanto pista, preferia Nurburgring, mas tornei-me Campeão Europeu de Fórmula 3 em 2007 em Hockenheim, portanto, é evidente que também gosto muito desta pista.”

              Como foi que o traçado de Hockenheim se alterou desde os teus tempos nas fórmulas de promoção e essas memórias avivam-se quando regressas lá com a Fórmula 1?

              “Na verdade, não mudou muito desde então. É sempre uma visita muito prazerosa. Venci lá de Fórmula 3 e de Fórmula Renault 1.6. Também venci na GP2 Series até uma penalização após a corrida me enviar para o segundo lugar. No entanto, todos os anos são diferentes. Não interessa o que aconteceu no passado. O mais importante é fazer com que corra bem no presente.”

               

              Qual é a tua zona preferida do traçado de Hockenheim?

              “A entrada no estádio é, decididamente, a minha parte favorita do circuito de Hockenheim. É fantástica. Vimos de algumas curvas muito rápidas e, de repente, viramos para uma zona muito sinuosa da pista. É divertido.”

              Descreve uma volta ao circuito de Hockenheim.

              “Depois da meta, a primeira curva é muito excitante. É uma direita de alta velocidade. Normalmente, travamos um pouco, reduzimos uma mudança, e já estamos numa recta. A Curva 2 é complicada, devido à travagem, e ainda mais na saída, quando aplicamos o acelerador. Viramos da esquerda para a direita para entrarmos na recta principal. Queremos acelerar o mais cedo possível para podermos ter uma boa velocidade de ponta. Depois temos uma grande travagem para o gancho seguinte. Regressarmos à Curva Mercedes, uma direita feita a fundo, e depois temos uma travagem para a esquerda de 110º. Mais uma vez, acelerar é um grande desafio, dado que logo depois já estamos a virar para a direita. Depois entramos no Estádio, temos uma ligeira travagem para a direita, uma curva de altíssima velocidade. A Sachskurve é uma curva com muito banking, um gancho para a esquerda. É muito aberto, no entanto, com diversas trajectórias. Depois temos as duas últimas curvas – são bastante famosas. Tentamos entrar com velocidade para a primeira e tentamos fazer a segunda a fundo para obtermos um bom tempo.”

               

               


              Depois do Grande Prémio da Alemanha, iniciam-se as férias de Verão de três semanas. Em que posição pretendes que a equipa vá para as férias de Verão?

              “Quero que a equipa vá para as férias de Verão em boa forma e com uma corrida positiva em Hockenheim. Penso que será uma ocasião importante para todos os membros da equipa, para que possam recarregar as baterias, dado que não tem havido tempo para recuperar ao longo da temporada desde o início da temporada. Será um folga importante. Todo virão ainda mais fortes para que possamos continuar o nosso caminho ao longo da restante temporada.”


              Estás ansioso pelas três semanas de férias ou preferias continuar a competir e não interferir com o teu ritmo de trabalho?

              “Penso que será importante ter estas férias, não apenas para mim, mas também para a equipa. Os rapazes precisam de ter tempo com as suas famílias e para descansar e é uma oportunidade para todos nós continuarmos a treinar consistentemente com um bom ritmo. Normalmente, quando estamos na temporada, torna-se desafiante manter-nos ao mesmo nível com todas as viagens. Portanto, quando temos uma folga, podemos usar esse tempo para treinarmos melhor.”


              O que planeias fazer durante a pausa de Verão?

              “Normalmente, vou visitar a minha família e estou ansioso por fazer isso, passar tempo com ela e com bom tempo. O Verão mexicano é muito quente, e vou tirar partido disso, certamente. Praticar outros desportos, jogar Golf, Ténis e outras coisas. Andar de BTT na montanha, coisas interessantes, estar com os amigos e família. Recuperar e manter o meu programa de treino físico para poder regressar com as baterias recarregadas.”


              Com os pilotos a acelerarem a fundo durante dois terços da volta de Hockenheim, como geres o combustível sem sacrificar a posição em pista?

              “Existem alguns truques para poupar combustível sem perder tempo em pista e é nisso que temos que nos concentrar. A curvas são boas para isso – abordar as curvas de formas diferentes, o que nos permite poupar muito combustível. Não espero que seja um grande problema para nós. Penso que será muito igual entre a maior parte dos carros da grelha de partida, portanto, podemos competir ao mesmo nível.”


              Vão rodar com os mesmos compostos – médio, macio e supermacio – com que rodaram no passado fim-de-semana na Hungria. Ajuda ter os mesmos compostos em dois fins-de-semana seguidos? Ajuda-vos na forma consistente como o carro se comporta?

              “Já temos alguma experiência com os pneus supermacios e macios, portanto, não vai variar muito. É também importante considerar as diferenças entre as pistas e as condições de pista. Na Hungria estava muito calor e tinha um novo asfalto. Em Hockenheim normalmente não está tanto calor, portanto as condições climatéricas serão distintas. Tentamos tirar o máximo de partido de cada momento e tentar perceber tudo. Obviamente, isso dá-nos um pouco mais de consistência, o que nos permite ter mais confiança naquilo que esperamos. Isso é um benefício.”


              Já competiste em Hockenheim e em Nurburgring. Preferes algum desses dois circuitos ou ambos possuem características que te agradam?

              “Gosto de ambas, mas tendo a preferir Hockenheim devido a algumas razões. É uma das minhas pistas preferidas. Foi a primeira em que pilotei pela primeira vez na Europa, quando vim em 2008 para competir na Fórmula BMW. É um lugar especial para mim. Existem algumas curvas que adoro.”


              Qual é a tua zona preferida do traçado de Hockenheim?

              “Decididamente, a entrada no Estádio. É uma curva de alta velocidade e entramos com muito velocidade e sem margem de erro. Temos a gravilha logo ali e, depois, uma pista muito estreita e chegamos a uma curva com banking, que é muito interessante.”


              Descreve uma volta ao circuito de Hockenheim.

              “Chegamos à Curva 1 – é uma curva muito rápida, provavelmente reduzimos uma ou duas mudanças. Não é muito redonda, portanto, habitualmente, colocamos com muita precisão o carro no corrector sem termos muitas referências na entrada. Aproximamo-nos da Curva 2 – tem alguns ressaltos, e é muito importante a preparação para a recta seguinte, que é muito longa. Saímos da Curva 2 para a Curva 3 e chegamos à Curva 4 que é um gancho. É uma travagem muito forte de cerca de 320Km/h para 50Km/h em menos de cento e vinte metros, portanto, é uma curva interessante. Para termos boa tracção e um bom equilíbrio do carro, é importante a vertente mecânica. Saímos da curva com muito inércia e então aproximamo-nos da Curva 5, que é uma curva de alta velocidade, uma direita realizada a fundo. Entramos na Curva 8, a Curva Mercedes, uma esquerda de 90º, mas então temos uma série de curvas em que viramos para a esquerda e depois para a direita, o que coloca o carro no limite a cada instante. Temos então uma pequena recta que nos leva até uma das minhas curvas preferidas de toda a temporada – a entrada no Estádio – uma curva de altíssima velocidade. Entramos com muita velocidade e, depois, temos outra curva para a esquerda com muito banking. Entramos com muita velocidade e depois podemos usar o banking para parar o carro no meio da curva para depois termos uma boa saída. Vamos para a última secção, que é uma série de curvas que colocam muita energia nos pneus. Ao entrar nas últimas curvas, existe uma mudança de asfalto. No geral, o circuito de Hockenheim é uma pista muito agradável para pilotar.”


               

               

              Hockenheimring

              • Número de voltas: 67
              • Distância de corrida: 306,458 quilómetros
              • Velocidade na via das boxes: 80Km/h
              • Este circuito de 4,574 quilómetros e 17 curvas alberga a Fórmula desde 1970, tendo o Grande Prémio de Alemanha de 2014 sido a sua mais recente edição, a trigésima quarta.
              • Kimi Raikkonen detém o recorde da volta a Hockenheim (1m13,780s) realizada em 2004 ao serviço da McLaren.
              • Michael Schumacher detém o recorde da volta de qualificação a Hockenheim (1m13,306s), realizado em 2004 ao serviço da Scuderia Ferrari.
              • O circuito de Hockenheim de hoje é muito diferente daquele que a Fórmula 1 visitou em 1970. Longe vão os temos das longas rectas da floresta, consignadas à história devido ao redesenho da pista em 2002. A pista actual, no entanto, tem ainda muitas zonas rápidas, com os pilotos a atingirem velocidades superiores aos 280Km/h logo na primeira secção. O pilotos rodam durante dois terços da volta com o acelerador a fundo, colocando um stress tremendo nos motores e no consumo de gasolina. A gestão do consumo de gasolina é, por isso, de capital importância e com a abordagem correcta pode ser realizada sem sacrificar os tempos por volta. Abordagens eficientes às curvas podem permitir a eficiência no consumo e ultrapassagens, sobretudo no gancho, Curva 6, e a curva apertada, a 8. A comparação entre as velocidades das curvas e das rectas oferece ao novo Hockenheim muito carácter e, com esta nova versão, muitos locais para os espectadores poderem seguir a corrida.
              • DYK? O circuito original de Hockenheim foi construído em 1939 como uma pista de testes de alta velocidade da Mercedes-Benz, que precisava de um traçado para testar o Grande Prémio de Tripoli. Tinha quase oito quilómetros de extensão, quase o dobro do actual layout.
              • Durante o Grande Prémio da Alemanha, a temperatura mínima estará entre os 15ºC e os 16ºC e máxima entre os 26ºC e os 28ºC.  A humidade relativa deverá andar entre os 40% e os 88%. A velocidade do vento típica será de 3Km/h a 18Km/h, raramente excedendo os 24Km/h.

              • A Pirelli leva três compostos para a Alemanha:
                • P Zero Branco/Médio – menos aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)P Zero Amarelo/Macio – pouca aderência, desgaste baixo (usado para longas séries de voltas da corrida)
                • P Zero Vermelho/Supermacio – muita aderência, desgaste médio (usado para séries curtas de voltas e para o primeiro segmento de qualificação)
                • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
                  • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Desses 13 jogos, os pilotos e as suas respectivas equipas podem escolher as especificações de dez deles entre os três compostos disponíveis. Os restantes três jogos são definidos pela Pirelli – dois tipos obrigatórios para a corrida (um jogo de P Zero Branco/Médio e um de P Zero Amarelo/Macio) e um tipo obrigatório para a Q3 (um jogo de P Zero Vermelho/Supermacio). A Haas F1 Team seleccionaram os seguintes jogos:
                  • Grosjean: 1 jogo de P Zero Branco/Médio, 5 jogos de P Zero Amarelo/Macio e 7 jogos de P Zero Vermelho/Supermacio
                  • Gutiérrez: 1 jogo de P Zero Branco/Médio, 5 jogos de P Zero Amarelo/Macio e 7 jogos de P Zero Vermelho/Supermacio

                   

                  SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

                   

                  PIRELLI GERMAN GRAND PRIX PREVIEW
                  Round 12 of 21
                  Hockenheim, Germany, 28-31 July 2016

                   Going back to Hockenheim isn’t exactly like visiting a new circuit – as the German track is an established venue – but this year that is almost the case, as the last time an F1 race was held there was in 2014, the first season of the new hybrid era. Since then, there has been plenty of car evolution. As a result, we can expect lap times that are considerably quicker than they were two years ago, with a consequent increased demand on tyres. Pirelli has nominated the medium, soft and supersoft tyres for Germany (the same as for the previous weekend in Hungary): introducing a harder option compared to Hockenheim in 2014, when just the soft and the supersoft compounds were chosen.

                  THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW:

                  • There’s a bit of everything, with fast straights as well as a more technical stadium section.
                  • Weather is hard to predict: on Saturday in 2014 ambient temperatures peaked at 38 degrees.
                  • There’s a very smooth track surface in Hockenheim, which helps to limit wear and degradation.
                  • It’s important to look after the rear tyres, as there is lots of acceleration out of slow corners.
                  • As well as traction, braking is another key aspect: tyres are subject to maximum deceleration.
                  • Turn 5 puts a lot of energy through the tyres: a fast left-hander taken almost as a straight line.

                  THE THREE NOMINATED COMPOUNDS:

                  • White medium: a mandatory set that must be available for the race, low working range.
                  • Yellow soft: another mandatory set whose versatility will make it a popular race tyre.
                  • Red supersoft: will be used for qualifying and the early part of race: again low working range.

                  HOW IT WAS TWO YEARS AGO: 

                  • Nico Rosberg won his home race with a two-stop strategy. He started on supersoft and then changed to soft on laps 15 and 41. The supersoft was around a second per lap faster than soft.
                  • Best alternative strategy: His team mate Lewis Hamilton finished third with a three-stop sprint strategy, making up 17 places after starting 20th on the grid following an accident in qualifying.

                  PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTORSPORT DIRECTOR:                      

                  “Hockenheim will be a bit of an unknown quantity: we’ve not raced there for two years, and even before then it was a race that alternated with the Nurburgring, so everybody is lacking historical data compared to other venues we visit. The cars are obviously going a lot quicker than they were in 2014, which is why we have introduced a tyre nomination that is a step harder compared to last time. The most notable feature of that 2014 race was the variable weather: on race day track temperatures were 20 degrees cooler than they had been on the very hot qualifying day. With the German Grand Prix taking place at the same time of year again, there is obviously the potential for similar variation.”

                  WHAT’S NEW? 

                  • There have been no significant alterations to the track and infrastructure since 2014.
                  • The day after the German GP, testing of tyres in 2017 size starts with Ferrari at Fiorano.
                  • For the rest of F1, the summer break begins with a two-week factory shutdown.

                  OTHER THINGS THAT HAVE CAUGHT OUR EYE RECENTLY:

                  • Ferrari has chosen more supersofts for Germany than Mercedes and Red Bull.
                  • The Spa 24 Hours takes place during the same weekend as the German Grand Prix, 320 kilometres away: Pirelli’s biggest event with 9000 tyres supplied to a 60-strong field of cars.
                  • Pirelli opened P Zero World in Los Angeles: the first of a series of global Pirelli boutiques that celebrate the brand by providing tyres for supercars as well as a meeting point for enthusiasts.

                  TYRES NOMINATED SO FAR:

                  Purple Red Yellow White Orange
                  Australia Supersoft Soft Medium
                  Bahrain Supersoft Soft Medium
                  China Supersoft Soft Medium
                  Russia Supersoft Soft Medium
                  Spain Soft Medium Hard
                  Monaco Ultrasoft Supersoft Soft
                  Canada Ultrasoft Supersoft Soft
                  Azerbaijan Supersoft Soft Medium
                  Austria Ultrasoft Supersoft Soft
                  Great Britain Soft Medium Hard
                  Hungary Supersoft Soft Medium
                  Germany Supersoft Soft Medium
                  Belgium Supersoft Soft Medium
                  Italy
                  Singapore Ultrasoft Supersoft Soft
                  Malaysia Soft Medium Hard
                  Japan Soft Medium Hard
                  United States
                  Supersoft Soft Medium
                  Mexico Supersoft Soft Medium

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                  SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

                   

                  PIRELLI ANNOUNCES COMPOUND CHOICES AND MANDATORY SETS
                  FOR THE 2016 BRAZILIAN AND ABU DHABI GRANDS PRIX

                   Pirelli will bring the following three compounds to round 20 of the 2016 Formula One season in Brazil*, to be held (November 10-13) on the Interlagos circuit:
                      P Zero Orange hard
                      P Zero White medium
                      P Zero Yellow soft

                  These are the tyres that Pirelli has said must be used at some point in the race:
                      One set of P Zero Orange hard
                      One set of P Zero White medium
                  Each driver must have both these sets available for the race, and must use at least one of them.

                  There are the tyres assigned for Q3 in qualifying:
                      One set of P Zero Yellow soft
                  Following the regulations, each driver must save for Q3 one set of the softest of the three nominated compounds. This set will be given back to Pirelli after Q3 for those who qualify in the top 10, but the remaining drivers will keep it for the race – as is the case currently.

                  ABU DHABI

                  The following three compounds will be available at the 21st (and last) round of the 2016 Formula One season in Abu Dhabi*, to be held (November 24-27) on the Yas Marina circuit:
                      P Zero Yellow soft
                      P Zero Red supersoft
                      P Zero Purple ultrasoft

                  These are the tyres that Pirelli has said must be used at some point in the race:
                      One set of P Zero Yellow soft
                      One set of P Zero Red supersoft
                  Each driver must have both these sets available for the race, and must use at least one of them.

                  There are the tyres assigned for Q3 in qualifying:
                      One set of P Zero Purple ultrasoft

                  On both events, as usual, he teams are free to choose the remaining 10 sets; making up 13 sets in total for the weekend.

                  *The new 2016 tyre regulations mean that tyre nomination for long-haul events have to be made 14 weeks in advance, whereas for European races the deadline is eight weeks in advance.

                  Purple Red Yellow White Orange
                  Australia Supersoft Soft Medium
                  Bahrain Supersoft Soft Medium
                  China Supersoft Soft Medium
                  Russia Supersoft Soft Medium
                  Spain Soft Medium Hard
                  Monaco Ultrasoft Supersoft Soft
                  Canada Ultrasoft Supersoft Soft
                  Azerbaijan Supersoft Soft Medium
                  Austria Ultrasoft Supersoft Soft
                  Great Britain Soft Medium Hard
                  Hungary Supersoft Soft Medium
                  Germany Supersoft Soft Medium
                  Belgium Supersoft Soft Medium
                  Italy Supersoft Soft Medium
                  Singapore Ultrasoft Supersoft Soft
                  Malaysia Soft Medium Hard
                  Japan Soft Medium Hard
                  United States
                  Supersoft Soft Medium
                  Mexico Supersoft Soft Medium
                  Brazil Soft Medium  Hard
                  Abu Dhabi Ultrasoft Supersoft Soft

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                  SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

                   

                  2016 Grande Prémio da Hungria - Corrida

                   

                  ESTE ANO, NA CORRIDA DE HUNGARORING REGISTARAM-SE AS

                  TEMPERATURAS MAIS ELEVADAS DA PISTA

                   

                  COMO ESPERADO, A MAIOR PARTE DOS PILOTOS ADOTOU UMA

                  ESTRATÉGIA COM DUAS PARAGENS

                   

                  A ESTRATÉGIA ALTERNATIVA DE KIMI RAIKKONEN, COLOCOU-O NOS

                  PONTOS, AO SAIR DO 14.º LUGAR DA GRELHA 

                   

                  O Grande prémio da Hungria foi caracterizado pelas temperaturas da pista mais elevadas registadas ao longo da época, próximas dos 54º centigrados.

                   

                  A maior parte dos pilotos iniciou com o composto Supermacio, antes de trocar como previsto, para o composto com mais durabilidade - composto macio, para os dois ultimos turnos. O melhor classificado com uma estratégia alternativa foi o Ferrari de Kimi Raikkonen  em sexto, que iniciou com o composto macio e realizou os dois ultimos turnos com os Supermacios, sendo mais rápido cerca de um segundo que o composto macio.     

                   

                  O piloto da Mercedes, Lewis Hamilton venceu a corrida (que marca o meio da época), iniciando da segunda posição da grelha e assumindo a liderança na partida, mantendo-a apesar da forte oposição do seu colega de equipe Nico Rosberg, que frequentemente esteve a um segundo dele. Daniel Ricciardo em Red Bull e Sebastian Vettel em Ferrari, estiveram  em semelhante e discutida batalha pelo ultimo lugar do pódio. 

                   

                  Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “Após a  chuva torrencial da tarde de ontem, hoje tivémos as temperaturas de pista mais elevadas da época. Como resultado da chuva de ontem, os pilotos fizeram a escolha e a melhor seleção dos novos pneus, através do que fizeram ao longo do dia. Por estas condições desafiantes, todos deram o máximo do pincipio ao fim e como esperávamos, a maior parte dos pilotos realizou duas paragens. Poucos realizaram algo de diferente, nomeadamente algumas aproximações entre a Red Bull e a Ferrari, significando que os seus pilotos competiram pela posição ao longo da corrida até ultima volta.”

                   

                   

                                         Médio                              Macio                                  SUPERMACIO                     

                  Primeiro        PER   1m26.466s                 ROS  1m23.670s                     RAI   1m23.086s                    

                  Segundo       BUT   1m26.755s                 HAM  1m23.849s                     KVY  1m24.669s                     

                  Terceiro         MAS  1m26.940s                 VET    1m24.383s                    MAS 1m25.296s                     

                   

                   

                  STINT MAIS LONGO DA CORRIDA:

                   

                  MÉDIO                      Massa                                                                  40 (voltas)

                  MACIO                      Massa                                                                  37 (voltas)

                  SUPERMACIO          Magnussen                                                          24 (voltas)

                   

                   

                  A NOSSA PREVISÃO: Previmos que a estratégia vencedora fosse de duas paragens, e foi o que  exatamente aconteceu e optada pela maioria dos pilotos. A nossa estratégia prevista iniciava com supermacios e trocava para macios nas voltas 12 e 41. No final, Hamilton realizou um turno maior do que o previsto, fez a sua primeira paragem na volta 16 e a segunda paragem na volta 41 das 70. Isto também o ajudou pelo tempo na qualificação, que condicionou uma menor degradação nos Supermacios que o esperado.  

                   

                  SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

                   

                  ANTEVISÃO GRANDE PRÉMIO PIRELLI DA ALEMANHA

                  12ª Ronda de 21

                  Hockenheim, Alemanha, 28-31 Julho 2016

                   

                   

                   Regressar a Hockenheim não é exatamente uma visita a um novo circuito – já que o circuito alemão é uma reconhecida pista  – mas este ano esse é quase o caso, pois a última corrida de F1 aqui organizada decorreu em 2014, na primeira temporada da nova era híbrida. Desde então, houve uma grande evolução no setor automóvel. Como resultado, podemos esperar tempos de volta consideravelmente mais rápidos do que há dois anos, com consequente exigência para os pneus. A Pirelli nomeou os pneus médio, macio e supermacio para a Alemanha (os mesmos do último fim-de-semana na Hungria), introduzindo uma opção mais rígida quando comparado com Hockenheim de 2014, onde apenas os compostos macio e supermacio foram escolhidos.

                   

                  O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DOS PNEUS:

                  ·         Há um pouco de tudo, com retas rápidas e uma zona de curvas mais técnicas.

                  ·         Difícil previsão meteorológica: no sábado de 2014 a temperatura ambiente alcançou os 38ºC.

                  ·         Hockenheim tem uma superfície de pista muito lisa, o que ajuda a limitar o desgaste e a degradação.

                  ·         É importante cuidar dos pneus traseiros, pois haverá muita aceleração após curvas lentas.

                  ·         Tanto quanto a tração, a travagem é outro aspeto chave: os pneus serão submetidos à máxima desaceleração.

                  ·         A curva n.º 5 coloca muita energia através dos pneus, com uma rápida curva esquerda que é quase realizada como uma reta.

                   

                   

                  OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS:

                  ·         Médio branco: um conjunto obrigatório que deve estar disponível para a corrida, com um baixo intervalo de trabalho.

                  ·         Macio amarelo: outro conjunto obrigatório cuja versatilidade torná-lo-á no pneu mais comum de corrida.

                  ·         Supermacio vermelho: será usado para a qualificação e para o início da corrida: uma vez mais, novamente com baixo intervalo de trabalho.

                   

                   

                  COMO FOI HÁ DOIS ANOS:

                  ·         Nico Rosberg venceu em casa com uma estratégia de duas paragens. Começou com supermacios e trocou para macios nas voltas 15 e 41. O supermacio foi aproximadamente um segundo mais rápido por volta do que o macio.

                  ·         A melhor estratégia alternativa: o seu colega de equipa, Lewis Hamilton, terminou em terceiro com a sua estratégia de três paragens, subindo 17 posições após começar em 20º na grelha na sequência de um acidente na qualificação.

                   

                  PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTOSPORT DIRECTOR:

                  o   “Hockenheim será como um terreno desconhecido: não corremos aí há dois anos, e mesmo antes disso era uma corrida que alternava com a pista de Nurburgring, pelo que todos têm falta de dados históricos quando comparado com outros circuitos visitados. Obviamente que os carros são mais rápidos do que eram em 2014, razão pela qual estabelecemos uma nomeação de pneus um pouco mais rígida do que da última vez. A variável mais notória dessa corrida de 2014 foi a meteorologia variável: no dia da corrida, as temperaturas em pista eram 20 graus mais frescas do que foram no escaldante dia de qualificação. Com o Grande Prémio da Alemanha a ter lugar na mesma altura do ano, obviamente que há potencial para uma variação semelhante”.

                   

                  O QUE HÁ DE NOVO?

                  ·         Não houve alterações significativas à pista e à infraestrutura desde 2014.