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VELO CAB2012


SERÃO ESTES OS FÓRMULA 1 DO FUTURO?

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VOLANTES NA FÓRMULA 1

VOLANTES NA FÓRMULA 1

 

S~ºao estes os volantes que os actuais piloto de Fórmula 1, usam nas corridas que têm efectuado esta época.volante1 Copyvolante2 Copyvolante3 Copyvolante4 Copyvolante5 Copyvolante6 Copyvolante7 Copyvolante8 Copyvolante9 Copy

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

 

Está a compor-se! Mas haverá que regras nos carros de 2017, sobretudo nos motores.?

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1

 

Um case study!

 

Bernie sabe que os canais generalistas não lhe pagam o que quer, pois não conseguem justificar o investimento em direitos e produção apenas com publicidade. Mas sabe também que os canais pagos não conseguem os mesmos números de audiências, ainda que, com a venda das transmissões em pacote ou PPV, consigam suportar os custos totais de produção (muitas vezes os direitos, por si só, ficam aquém dos 50 por cento do total).
Este é o dilema das transmissões desportivas no futuro, sobretudo dos produtos mais caros.
Quanto às redes sociais, a solução é bem mais fácil e esperam-se enormes novidades já para 2017.

 

Texto de João Carlos Costa

 

 

 

A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

As corridas não são para andar depressa?

 sabiam que a última curva do circuito de Sepang vai passar a ser... ainda mais lenta?

 

FÓRMULA E CORRE EM PARIS

 

FÓRMULA E corre nas ruas de Paris e Michel Vaillant é o anfitrião.1 Copy2 Copy3 Copy

 

ANTÓNIO FELIX DA COSTA CORRE EM PARIS

Corrida de Paris é já este fim de semana. Sem duvida uma especial com a Torre Eiffel como fundo! É tempo para me vingar das últimas corridas que foram duras de perder!


 

ROSBERG E MERCEDES INCOLUME

 

Nico Rosberg domina Grande Prémio de Fórmula 1 na China, Lewis Hamilton com excelente recuperação depois de um início de corrida dramático para o piloto inglês.

  •  Nico Rosberg alcançou este domingo no Circuito Internacional de Shangai a 17ª vitória da sua carreira, a 2ª neste circuito após 4 anos;
  •  Lewis Hamilton terminou na 7ª posição após uma excelente recuperação da 22ª posição;
  •  Esta vitória marcou o pódio Nº 100 para os Silver Arrows da Mercedes-Benz na Fórmula 1;
  •  Nico Rosberg lidera atualmente o Mundial de Pilotos com 75 pontos, com Lewis Hamilton a manter a 2ª posição;
  •  A equipa MERCEDES-AMG PETRONAS tem agora 114 pontos e lidera o Mundial de Construtores com uma diferença de 53 pontos para a Ferrari.SNE12521 CopySNE21963 Copy
 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Russian Grand Prix, April 29 – May 01, 2016

SELECTED SETS PER DRIVER

 The FIA has communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Russian Grand Prix.

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SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

E de repente, tudo se pode complicar? Toto Wolff veio a público afirmar que não entente as regras de 2017 nem a necessidade das mesmas, sobretudo agora que as actuais permitem espectáculo, estão bem rodadas e que a mudança acarretaria um esforço difícil de suportar por equipas como a Williams e a Force India, as quais podiam ainda ficar mais longe do grupo da frente. 


Sendo a teoria de quem ganha, e por isso sabe que qualquer mudança pode levar a alterações nesse estado de coisas, tem algum valor. Os ciclos de três anos são demasiado curtos. O que pertence fazer, significa uma mudança radical, tanto nos chassis como nos motores. Nesta altura, com as mesmas regras, os F1 estão cinco segundos mais velozes do que em 2014. E a evolução continua, sem parar. Pergunto: não seria melhor deixar as equipas e os construtores de motores fazer o seu trabalho e levar este actual regulamento até à entrada do futuro "Pacto da Concórdia", pelo menos na questão dos motores. Ou vamos ter apenas um regulamento para 2017 (ou 2018) até 2019, mudando tudo outra vez?


 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 China Grand Prix – Race – Infographics

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 China Grand Prix – Race

MOST DRIVERS OPT FOR THREE STOPS BUT A TWO-STOPPER
ALLOWS ROSBERG’S WINNING STREAK TO CONTINUE

WIDE VARIETY OF DIFFERENT STRATEGIES AND TYRE TACTICS ON ONE
OF THE MOST CHALLENGING TRACKS OF THE YEAR

 Mercedes driver Nico Rosberg claimed victory from pole using a two-stop strategy in China: one of the most action-packed and challenging races of the year. The majority of drivers used a three-stop strategy: however there were a number of different variations on this theme. Rosberg used a two-stop soft-soft-medium strategy to win: the same as Felipe Massa, who finished sixth for Williams.
A very different strategy was used by Mercedes driver Lewis Hamilton, who climbed to seventh place behind Massa after starting from the back as a result of a technical problem in qualifying, despite making five pit stops.
In total, 13 drivers used all three compounds available, in a strong demonstration of how the latest regulations have shaken up the range of tactics that are possible during a grand prix.

Paul Hembery: Pirelli motorsport director: “Most teams came into the Chinese Grand Prix, which we were delighted to sponsor this year, with not as much dry running as they would like. As a result, their strategy forecasts were made even harder, but Rosberg and Mercedes made exactly the right calls after starting on the soft tyre: which just goes to show how strategy really starts from before qualifying. Shanghai is one of the most demanding circuits of the year, yet Rosberg’s win was achieved with just two pit stops. Behind the winner a wide variety of different approaches were used, underlining how teams are using the 2016 three-compound choice to great effect”.

Medium Soft Supersoft
First ROS 1m40.418s VES 1m40.399s HUL 1m39.824s
Second HAM 1m40.662s ROS 1m40.580s GRO 1m39.923s
Third RIC  1m41.015s NAS 1m40.582s BUT 1m40.298s

Longest stint of the race:

Medium Perez 28 (laps)
Soft Vettel 21
Supersoft Vettel 13

Truthometer: We predicted a three-stop strategy as being fastest, starting on supersoft and then switching to soft on laps 11, 26 and 41. Rosberg however started on the soft, so we thought that for him a three-stopper changing to soft on laps 16 and 31, then supersoft from lap 46,could be interesting. In the end he stopped twice, for the soft on lap 16 and medium on lap 39.

 

 

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

G.P. China 2016 - Corrida

A MAIORIA DOS PILOTOS OPTA POR TRÊS PARAGENS, MAS RORSBERG COM DUAS PARAGENS CONTINUA A VENCER

GRANDE VARIEDADE E DIFERENTES ESTRATÉGIAS,  COMO TÁTICAS DE PNEUS, NUM DOS MAIS COMPETITIVOS      CIRCUITOS DO ANO 

 

 O piloto da Mercedes Nico Rosberg, obteve a vitória a partir da pole, utilizando uma estratégia de duas paragens no G.P. da China, sendo uma das corridas com mais ação e disputada do ano. A maioria dos pliotos optou pela estratégia com três paragens, no entanto referente a este tema houve diversas variantes. Rosberg venceu, utilizando uma estratégia de duas paragens com os compostos (macio/macio/médio), igual estratégia utilizada pelo Felipe Massa em Williams que terminou na sexta posição.  Uma estratégia muito diferente foi usada pelo piloto da Mercedes, Lewis Hamilton, que obteve a sétima posição, atrás de Massa, e apesar de parar cinco vezes deviddo a “pit Stop´s” e  depois de começar a prova de trás, devido a um problema técnico na sessão de qualificação. No total, houve 13 pilotos que utilizaram os três compostos disponíveis, numa forte demonstração de como os novos regulamentos de pneus, contribuíram para que diversas táticas e estratégias sejam possiveis durante um grande prémio.                              

Paul Hembery, diretor da Pirelli Motorsport: “ A maioria das equipes que vieram até ao Grande Prémio da China, o qual tivemos o prazer de patrocinar este ano, e que não secou muito como elas gostariam. Como resultado, as previsões das estratégias foram mais dificeis, mas a Mercedes e Rosberg realizaram exatamente as melhores opções após iniciar com o pneu de composto macio. Isto demonstra realmente, como a estratégia começa antes das sessões de qualificação. Xangai é um dos circuitos mais exigentes do ano, mas a vitória de Nico Rosberg foi alcançada apenas com duas paragens. No lugares seguintes, uma variedade de diferentes estratégias foram utilizadas, sublinhando como as equipas estão a utilizar a opção de usar os três compostos com grande regularidade. ” 

Tempos mais rápidos do dia por composto:

 

Médio

Macio

Supermacio

Primeiro

 ROS 1m40.418s

 VES 1m40.399s

 HUL 1m39.824s

Segundo

 HAM 1m40.662s

 ROS 1m40.580s

 GRO 1m39.923s

Terceiro

 RIC 1m41.015s

 NAS 1m40.582s

 BUT 1m40.298s

 

Os maiores turnos da corrida por composto:

Médio

 Perez

 28 (voltas)

Macio

Vettel

 21

Supermacio

 Vettel

 13

 

Previsão Pirelli: A nossa previsão para a estratégia mais rápida, era com três paragens, iniciando com o composto supermacio e trocar para o macio nas voltas 11, 26 e 41. No entanto, pensámos que seria interessante que  Rosberg iniciasse com o composto macio, novamente para macio nas voltas 16 e  31 e para o ultimo turno, na volta 46 , colocar supermacio. No final, apenas parou duas vezes, trocou para macio na volta 16 e trocou para médio na volta 39.

 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2016

Grande Prémio da China: Resumo da Corrida

 

 

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Evento:  Grande Prémio da China (3º round de 21)

Data:  Domingo, 17 de Abril

Local:  Circuito Internacional de Xangai

Layout:  5,451 quilómetros (3,387 milhas), circuito de 16 curvas

Condições climatéricas:  Sol, 22ºC (72ºF)

Vencedor da corrida:  Nico Rosberg, Mercedes

Haas F1 Team:

Esteban Gutiérrez – arrancou de 18º, terminou em 14º (completou 55 das 56 voltas)

Romain Grosjean – arrancou de 14º, terminou em 19º (completou 55 das 56 voltas)

 

 

A Haas F1 Team não conseguiu, no Grande Prémio da China, marcar pontos consecutivamente pela terceira vez, mas conseguiu efectuar outra estreia na sua primeira temporada de Fórmula 1 – ambos os pilotos da Haas F1 Team terminaram a corrida, algo que não tinha ainda acontecido nas duas primeiras provas do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, na Austrália e no Bahrein.


Gutiérrez terminou no décimo quarto posto e liderou a Haas F1 Team em Xangai, ao passo que Grosjean cruzou a meta no décimo nono lugar. Cada um deles completou cinquenta e cinco das cinquenta e seis voltas de corrida, sendo dobrados no final da prova por Nico Rosberg, que levou o seu Mercedes até à vitória, com uma vantagem massiva de 37,776s sobre o segundo classificado, Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari.


A corrida sólida de Gutiérrez foi garantida através de uma estratégia de três paragens. O piloto de vinte e quatro anos começou a corrida com pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio para, depois, na trigésima quinta volta, trocar por Pirelli P Zero Vermelho/Super-Macio. Gutiérrez montou outro jogo de pneus super-macios na quadragésima quarta volta, tendo este o levado até ao final da corrida. Foi a primeira vez que completou a distância de prova na temporada de 2016, dado que o Gutiérrez abandonou na Austrália e no Bahrein.


Depois de celebrar o seu trigésimo aniversário hoje, Grosjean arrancou de décimo quarto e estava na mesma estratégia que o seu colega de equipa. Essa estratégia, no entanto, teve um pequeno percalço, quando uma confusão na primeira curva da primeira volta enviou Grosjean para as boxes para trocar a asa dianteira. Uma carambola que envolveu diversos carros acabou por significar que Marcus Ericsson se tivesse atravessado à frente do VF-16 do Grosjean. Grosjean foi obrigado a realizar uma paragem nas boxes não programada logo na primeira volta, tendo sido gasto tempo valioso a montar a nova asa. Apesar de ter regressado no vigésimo primeiro lugar, Grosjean empregou a mesma tenacidade que lhe permitiu terminar entre os seis primeiros por duas vezes consecutivas nas provas de abertura da temporada. Ganhou duas posições, terminando a corrida no décimo nono posto.


Apesar de não ter marcado pontos em Xangai, a Haas F1 Team mantém-se no quinto lugar do Campeonato de Construtores, onze pontos da quarta classificada, a Williams, e com um ponto de avanço para a sexta, a Toro Rosso.


Rosberg permaneceu imbatível em 2016, alargando a sua senda vitórias para seis, tendo sido a primeira alcançada no Grande Prémio do México do ano passado. O seu triunfo foi o seu segundo no traçado de 5,451 quilómetros e dezasseis curvas, tornando-o no terceira piloto, apenas, com múltiplos triunfos no Grande Prémio da China, juntando-se ao seu colega de equipa na Mercedes, Lewis Hamilton, e a Fernando Alonso. Rosberg lidera o Campeonato de Pilotos com uma vantagem de trinta e seis pontos para Hamilton.


 

“Foi uma corrida horrível. O arranque foi terrível quanto o (Marcus) Ericsson veio contra mim e partiu a minha asa dianteira. Depois tivemos o Safety-Car e pensei: ‘OK, talvez ainda possamos fazer algumas coisa’. Mas o equilíbrio do carro estava longe de ser bom. Não sei o que aconteceu. De alguma forma, é positivo que tenhamos tido uma corrida tão difícil, porque podemos analisar o que correu mal, o que fizemos bem e o que poderíamos ter feito diferente. Vamos voltar ainda mais fortes. Foi uma corrida difícil depois das duas primeiras. Não foi o aniversário que esperava.”


 

“Hoje tivemos um dia divertido e terminar a corrida foi muito importante. Penso que agora podemos evoluir a partir desta performance para nos prepararmos para a Rússia. Quero agradecer aos rapazes, dado que estão a realizar um trabalho fantástico. As paragens nas boxes foram fabulosas. Infelizmente, o DRS não estava a funcionar e, por isso, foi difícil ultrapassar, mas no geral foi uma corrida sólida. Agora temos que terminar nos pontos e é nisso que nos vamos focar. Estou ansioso pela próxima corrida”


“Foi uma corrida difícil para nós, mas levamos os dois carros até à bandeirada de xadrez. Os pilotos realizaram o seu trabalho. O Romain foi azarado no início, tendo perdido parte da sua asa dianteira. Teve que vir às boxes para trocar a asa, o que lhe custou posições em pista. O carro depois estava muito difícil de pilotar. Foi uma boa classificação para o Esteban. Pela primeira vez terminou uma corrida com a Haas F1 Team. Penso que aprendemos muito este fim-de-semana e tudo o que aprendemos será aplicado na Rússia. Vamos ver o que poderemos fazer lá.”


 

A quarta ronda do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 será o Grande Prémio da Rússia, em Sochi. Os treinos-livres iniciam-se no dia 29 de Abril, a qualificação no dia 30 e a corrida será realizada a 1 de Maio.




-HaasF1Team-



About Haas F1 Team:

Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ou facebook.com/haasportugal.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Chinese Grand Prix – Qualifying

 ROSBERG CLAIMS POLE POSITION ON SUPERSOFT
AT CHINESE GRAND PRIX AFTER ACTION-PACKED QUALIFYING

 Following the warm conditions of yesterday, this morning the rain came down in Shanghai. As a result, the teams used the full wet and intermediate tyre for the first time since the FP1 in Melbourne, before conditions dried up for qualifying in the afternoon. Various mechanical incidents and driver errors made for an action-packed qualifying session at the demanding Shanghai circuit, where Mercedes driver Nico Rosberg emerged with pole position. With Hamilton not qualified after Q1, Mercedes driver Nico Rosberg ran the soft tyre in Q2, meaning that this is the compound he will start with tomorrow.

Paul Hembery: Pirelli motorsport director: “The rain in the morning added a different dimension to the action today, complicating the strategy at what is already a complex race by depriving the teams of dry running before qualifying. That may have been one of the reasons why we saw such an action-packed qualifying today, with some incidents that have helped to shake up the grid for tomorrow, as we returned to the previous system of qualifying. The supersofts clearly have a speed advantage here, but there is scope for an interesting alternative strategy by starting on the soft, as Nico Rosberg has shown. There are a couple of potential three-stops winning strategies in play for the race: the teams will have to be reactive, so we expect to see a wide variety of different tactics in play.”

How the tyres behaved today:
Medium          Not much used today, some teams could use this at the end of the race.
Soft                 Used by some teams in qualifying, notably Mercedes in Q2.
Supersoft       About 0.8s faster than the soft: but at the cost of a short opening stint.
Wet                 Used at the start of FP3, helped to dry the track.
Intermediate Set the fastest time in FP3.

Race strategy: With the teams having comparatively little slick tyre data to go on, the strategy calculations for the 56-lap race have taken on a new twist. The rain also has the effect of washing any rubber that has been laid down off the surface, which again affects tyre behaviour.  Tyre wear and degradation in China is traditionally high, so the optimal strategy should theoretically be a three-stopper: start on the supersoft and then change to the soft on laps 11, 26 and 41. An alternative strategy (Rosberg, for example) would be to start the race on soft, run soft for the majority of the race (changing around lap 16 and 31), and then put on the supersoft for the final stint around lap 46. Am S/S/S/Mediuum strategy looks interesting but slightly slower.

FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES

Vettel 1m57.351s  Intermediate New 
Bottas  1m58.061s Intermediate New
Perez  1m58.689s Intermediate New 

QUALIFYING TOP 10

Rosberg  1m35.402s Super Soft New 
Ricciardo  1m35.917s  Super Soft New
Raikkonen  1m35.972s  Super Soft New
Vettel  1m36.246s  Super Soft New
Bottas  1m36.296s  Super Soft New
Kvyat  1m36.399s  Super Soft Used
Perez  1m36.865s  Super Soft New
Sainz  1m36.881s  Super Soft New
Verstappen 1m37.194s Super Soft New
Hulkenberg

LONGEST STINT SO FAR

SOFT Raikkonen   17 
MEDIUM Bottas 16
SUPERSOFT Raikkonen 11 
SUPERSOFT Perez 11
SUPERSOFT Hulkenberg 11
INTERMEDIATE Nasr 7
WET Verstappen 6

BEST TIME BY COMPOUND SO FAR

MEDIUM Hamilton  1m38.791s 
INTERMEDIATE Vettel 1m57.351s
WET Sainz  1m58.800s 
SOFT Rosberg 1m36.240s
SUPERSOFT Rosberg 1m35.402s

 

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CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

Grande Prémio da China: Resumo da Qualificação

 

 

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Evento:  Qualificação para o Grande Prémio da China

Data:  Sábado, 16 de Abril

Local:  Circuito Internacional de Xangai

Layout:  5,451 quilómetros (3,387 milhas), circuito de 16 curvas

Condições Climatéricas: Céu nublado , 23ºC (73ºF)

Recorde da Volta:  1m32,238 Michael Schumacher 2004  - Ferrari

Pole-Position:  Nico Rosberg - Mercedes (1m35,402s)

Resultado:

- Romain Grosjean 14º, iniciará a corrida no exterior da 7ª linha

- Esteban Gutiérrez 18º, iniciará a corrida no exterior da 9ª linha


  • tem a duração de 18 minutos, sendo disputada pelos 22 pilotos
  • os 16 pilotos mais rápidos avançam para a Q2

Grosjean:  14º (1m38,425s), avançou para a Q2

Gutiérrez:  18º (1m38,770s)

Piloto mais rápido:  Sebastian Vettel Scuderia - Ferrari (1m37,001s)

Cutoff:  16º Felipe Nasr - Sauber (1m38,654s)

  • tem a duração de 15 minutos, sendo disputada pelos 16 pilotos mais rápidos da Q1
  • os 10 pilotos mais rápidos avançam para a Q3

Grosjean:  14º (1m39,830s)

Piloto mais rápido:  Kimi Raikkonen - Scuderia Ferrari (1m36,118s)

Cutoff:  10º Nico Hulkenberg - Force India (1m37,333s)

 

  • tem a duração de 12 minutos, sendo disputada pelos 10 pilotos mais rápidos da Q2, que lutam pela pole-position
Pole-Position:  Nico Rosberg - Mercedes (1m35,402s)

Segundo:  Daniel Ricciardo - Red Bull Racing (1m35,917s)

 

 

A qualificação foi disputada com a pista seca, depois de nos derradeiros treinos-livres terem sido usados os Pirelli Cinturato Azul/Chuva, antes de muitos terem experimentado os Pirelli Cinturato Verde/Intermédio.


Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, cumpriram no seu conjunto onze voltas na terceira sessão de treinos-livres, com o Grosjean a realizar quatro e o Gutiérrez sete. O Grosjean realizou todas as suas voltas com pneus Azuis/chuva. o Gutiérrez mudou para os Verde/Intermédios para as suas últimas três voltas.


Apesar de as condições climatéricas não terem sido benéficas, o tempo de pista foi bem-vindo depois do dia inconsistente de sexta-feira, quando o tempo em pista foi limitado, especialmente para o Gutiérrez, que totalizou apenas seis voltas e nenhuma delas lançada. Grosjean, comparativamente, completou trinta e uma voltas, mas teve dificuldades com o equilíbrio aerodinâmico e de travagem.


Apesar da chuva na sessão de treinos-livres final, a pista secou para a qualificação, excepto em algumas zonas da recta da meta. As equipas que inicialmente seleccionaram os pneus Verde/intermédios rapidamente os trocaram pelos Pirelli P Zero Vermelho/Super-Macio.


Dezasseis pilotos avançaram da Q1 para a Q2 e o Grosjean foi um deles. A sua volta de 1m34,425s colocou-o no décimo quarto lugar, o que lhe permitiu ingressar no segundo segmento da qualificação pelo segundo Grande Prémio consecutivo. A melhor volta de Gutiérrez foi de 1m38,770s, o que o colocou no décimo oitavo lugar.


Os Vermelho/Super-Macios permaneceram os pilotos preferidos na Q2 para todos, excepto para Nico Rosberg, que optou pelos Pirelli P Zero Amarelo/Macio. Depois de ter realizado na sua primeira volta lançada na Q2 a marca de 1m39,830s com pneus usados, Grosjean estava apostado em melhorar a sua marca, mas uma situação de bandeira vermelha, devido à paragem em pista do Force India de Nico Hulkenberg, negou-lhe essa possibilidade. Grosjean ficou assim no décimo quarto lugar da grelha de partida.


Os dez primeiros pilotos da Q2 avançaram para a Q3. Apesar de não ser o que pretendia, o décimo quarto lugar na qualificação acabou por trazer um aspecto positivo para Grosjean: ao não passar à Q3, poupou um jogo de pneus para a corrida. Quem passou à Q3 usou mais um jogo dos treze a que têm direito, o que os deixa com um a menos para a corrida.


O Rosberg conquistou a pole-position, com a marca de 1m35,402s, a sua primeira da temporada, a vigésima terceira da sua carreira e segunda em Xangai.


 

“Penso que o carro hoje estava melhor que ontem, e estávamos mais perto dos tempos da frente. Isso é positivo. Tivemos muito azar com a bandeira vermelha no final da Q2. Não fizemos uma volta lançada com pneus novos na Q2 e o resultado foi este. Não é a melhor posição para amanhã, mas a corrida é longa. A degradação de pneus é enorme, portanto, vamos tentar tirar o melhor partido disso. Não tem sido um bom fim-de-semana para nós, com diversas bandeiras vermelhas na primeira sessão de treinos-livres, depois a terceira foi realizada com a pista molhada. Tudo tem sido um pouco complicado para nós. Amanhã será outro dia, de preferência diferente do de hoje.”



“Foi uma sessão complicada no início. Estava a planear fazer o máximo de voltas possível, basicamente, era a primeira vez que estava a andar na pista. Foi difícil alcançar um bom ritmo. Dei o meu melhor. O nosso objectivo, agora, é a corrida de amanhã e conseguir tirar o melhor partido do nosso carro.”


“Foi uma qualificação excitante. Foi bom estar de regresso ao velho sistema. Para nós, foi a primeira vez neste formato e tivemos algumas dificuldades, mas no final estivemos bem. A posição de arranque do Romain, 14ª, é positiva.

Infelizmente, o Esteban não passou à Q2 e vai arrancar de 18º. Estou ansioso pela corrida de amanhã e espero que seja tão emotiva como a qualificação. Estou seguro de que os pneus terão um papel preponderante e estou convencido de que faremos uma boa corrida.”



-HaasF1Team-

 

 

Sobre a Haas Automation

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HAAS NO G.P.CHINA

Grande da China: O resumo de sexta-feira

 

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Evento:  Treinos-Livres 1(TL1) e Treinos-Livres 2 (TL2)

Data:  Sexta-feira, 15 de Abril

Local:  Circuito Internacional de Xangai

Layout:  5,451 quilómetros (3,387milhas), circuito de 16 curvas

Condições climatéricas:  Sol, ficando gradualmente parcialmente encoberto

Temperatura:  22ºC (71ºF)

Pilotos:  Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez



Grosjean:  14º (1m41,358s), nove voltas

Gutiérrez:  21º (sem tempo), duas voltas

Piloto mais rápido:  Nico Rosberg Mercedes (1m38,037s)

Piloto com mais voltas:  Rio Haryanto Manor Racing (20 voltas)



Grosjean:  16º (1m39,890s), 22 voltas

Gutiérrez:  21º (1m42,954s), 4 voltas

Piloto mais rápido:  Kimi Raikkonen Ferrari (1m36,896s)

Piloto com mais voltas:  Pascal Wehrlein Manor Racing (36 voltas)



As equipas encontraram a pista seca e com Sol, mas a primeira sessão de treinos-livres do Grande Prémio da China, no Circuito Internacional de Xangai, produziu poucos dados para a Haas F1 Team. Um problemas num sensor da caixa de velocidades impediu que Esteban Gutiérrez realizasse qualquer volta ao circuito de 5,441 quilómetros e dezasseis curvas para lá das de instalação. Entretanto, uma série de pneus furados – dois sofridos pelo o Williams de Felipe Massa e um pelo Renault de Kevin Magnussen – promoveu o aparecimento das bandeiras vermelhas por duas vezes, reduzindo drasticamente o período de pista. Romain Grosjean conseguiu completar nove voltas, todas com os Pirelli P Zero Amarelo/Macio. A sua melhor volta foi de 1m41,358s, a décima quarta mais rápida da sessão. Nico Rosberg, em Mercedes, assegurou a melhor volta (1m38,037s) e Rio Haryanto, Manor, foi quem mais voltas realizou.


A segunda sessão de treinos-livres do dia não foi melhor para Gutiérrez, dado que um problema nos travões traseiros logo no início, permitiu-lhe completar apenas quatro voltas, tendo sido duas delas durante a série de instalação. A sua melhor marca foi de 1m42,954s, o que o colocou no vigésimo primeiro lugar da tabela de tempos. A Grosjean correu um pouco melhor, realizando vinte e duas voltas durante três runs distintos. A sua melhor volta foi de 1m39,890s, efectuada com pneus Pirelli P Zero Vermelho/Super-Macio. No entanto, Grosjean sentiu dificuldades com o equilíbrio aerodinâmico e dos travões e não foi capaz de encontrar um bom nível de conforto. O Kimi Raikkonen colocou-se no topo da tabela de tempos com o registo de 1m36,896s, à frente do seu colega de equipa na Ferrari, Sebastian Vettel. Pascal Werhlein foi quem mais voltas completou (36 voltas).



"Não foi um dia ideal para a equipa. O Esteban teve muitos problemas. Tivemos que experimentar a asa nova, mas a pista está muito difícil de entender. Não conseguimos colocar tudo a funcionar da forma como queríamos. O carro está muito difícil de pilotar. Não está fácil. Hoje, os rapazes terão uma longa noite para tentar analisar o que podemos melhorar para amanhã. Neste momento não estamos onde gostaríamos de estar. Temos que perceber o que se passa e trabalhar nisso. Hoje foi prejudicial sermos uma equipa nova e não termos dados dos anos anteriores. Tentámos soluções diferentes, mas nada parece resultar, para já.”



“Foi um dia muito difícil. Será muito importante analisar todos os dados esta noite para solucionar os problemas e preparar-nos para a amanhã e restante fim-de-semana. A equipa está a trabalhar arduamente e estou confiante de que rectificaremos a situação. Estou ansioso para voltar à pista, amanhã.”



“O dia de amanhã será um dia desafiante, sobretudo para o Esteban. De manhã tivemos um problema com um sensor da caixa de velocidades, o que o impediu de ir para a pista. Depois, da parte da tarde, tivemos uma dificuldade com o sistema brake-by-wire, resultando numa falha de travões, que pegaram fogo. Infelizmente, ele não pôde regressar à pista, dado que tivemos que substituir todo o trem traseiro. No que diz respeito ao Romain, foi difícil encontrar uma boa afinação para a pista. Estragámos um jogo de pneus numa travagem na TL2 e, depois, passou o resto da tarde a trabalhar na afinação. Vamos esperar que amanhã seja um dia melhor.”


Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (12h00-13h00) antes do início da qualificação às 15h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os 16 pilotos mais rápidos da Q1 a avançarem para a Q2. Depois, os dez primeiros da Q2 passam para a Q3, durante a qual a pole-position será disputada.


 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

G.P CHINA

 

Situação estranha na pista chinesa com inumeros furos de diferentes monolugares...

 

Que agitação no primeiro treino livre para o G.P. da China! Alguns furos suspeitos levaram mesmo a direcção de prova a interromper a sessão para uma cuidada inspecção ao circuito!

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2016

CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1

 

G.P.CHINA

 

FERRARI SURPRENDE MERCEDES

 

Raikkonen e Vettel surpreenderam a Mercedes, sendo os mais rápidos no segundo treino na China. Mas o que quererá isso dizer na realidade?...

 

NGK SPARK PLUGS EQUIPA SCUDERIA FERRARI

Scuderia Ferrari e equipamentos NGK Spark Plug juntos novamente para mais uma temporada

A NGK Spark Plug e a Scuderia Ferrari juntaram-se pela primeira vez em 1996.

Pela 21ª vez, a Scuderia Ferrari, a equipa de Fórmula 1 mais rica em tradição, e a NGK Spark Plug, maior fabricante mundial de velas de ignição, estão a unir forças para enfrentar uma forte concorrência na temporada de corridas. A renovação da associação foi anunciada oficialmente em fevereiro, por ocasião da apresentação do carro em Maranello.

A NGK Spark Plug e as corridas - em particular, a Fórmula 1 estão junto como fogo e enxofre. O especialista em velas de ignição e sondas colaborou em mais de 300 vitórias – tanto de construtores como de pilotos - contribuindo para 32 títulos, só na Fórmula 1. Muitos destes sucessos foram o resultado de uma cooperação que tem continuado por mais de duas décadas: a NGK Spark plug e Scuderia Ferrari juntaram-se pela primeira vez em 1996. Nos anos seguintes, ganharam seis Campeonatos Mundiais de Pilotos e oito prémios de Construtores.

Na temporada 2016/2017, a Scuderia Ferrari e a NGK Spark Plug voltam novamente a estar na linha de partida como uma equipa. A NGK Spark Plug é o fornecedor exclusivo de velas para o SF16 - H, que a Scuderia Ferrari apresentou recentemente ao público. Além disso, para celebrar a longa associação das duas empresas, o carro mostra num lugar destacado o logótipo da NGK.



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HAAS EXPECTANTE PARA XANGAI

 

Expectativas altas para Xangai

A Haas F1 Team ambiciona os pontos pela 3ª vez consecutiva

 

 – A Haas F1 Team chega à terceira ronda do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 num impressionante quinto lugar do Campeonato de Construtores graças a resultados consecutivos do Romain Grosjean. Desde que a Shadow Racing – outra equipa americana – se estreou em 1973, com resultados nos pontos consecutivos para o californiano George Follmer, que uma organização não terminava entre os seis primeiros nas suas duas primeiras corridas.


Agora, a Haas F1 Team – a primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos – tem a oportunidade criar história quando chegar a Xangai para o Grande Prémio da China. A corrida de cinquenta e seis voltas ao Circuito Internacional de Xangai, com o perímetro de 5,451 quilómetros e dezasseis curvas, marcará a terceira prova da Haas F1 Team e, para além de mais pontos para Grosjean, o principal objectivo é garantir que o seu colega de equipa, Esteban Gutiérrez, termine e também nos pontos.


Enquanto Grosjean conquistou um sexto lugar na prova de abertura da temporada, o Grande Prémio da Austrália, apoiado por um quinto lugar no Grande Prémio do Bahrein, Gutiérrez foi bafejado pelo azar e não pôde reproduzir o mesmo tipo de resultados. Apesar de um ritmo semelhante ao do seu colega de equipa, na Austrália Gutiérrez foi vítima de um acidente para o qual em nada contribuiu com dezasseis voltas cumpridas, ao passo que no Bahrein uma dificuldade técnica obrigou-o ao abandono após nove voltas.


A força colectiva da Haas F1 Team foi vislumbrada na qualificação do Bahrein, com ambos os pilotos a avançarem com solidez para a Q2, tendo Grosjean se qualificado em nono e Gutiérrez em décimo terceiro. Foi a primeira vez na história da Haas F1 Team que os seus pilotos avançaram para a Q2 – outro feito alcançado na época de estreia da equipa.


Para se ter sucesso na China é necessário vencer o desafio apresentado pelas “curvas caracol” e a enorme recta traseira de Xangai. As curvas caracol assemelham-se a um caracol e forçam os pilotos adoptar um ritmo de caracol – pelo menos comparando com a normalidade da Fórmula 1. Estas curvas, que compreendem as curvas 1-4 e 11-13, opõem-se aos 1400 metros da recta traseira – a mais longa da Fórmula 1. Assegurar o apoio aerodinâmico necessário para maximizar estes elementos vastamente divergentes, juntamente com outros aspectos da pista, é semelhante a andar no fio da navalha.


O décimo terceiro Grande Prémio da China é o terceiro round da temporada deste ano e a Haas F1 Team ambiciona os pontos pela terceira vez consecutiva na terceira corrida da sua existência. Para Grosjean, a oportunidade de marcar pontos surge no dia do seu trigésimo aniversário. Para Gutiérrez, terminar nos pontos marcaria o seu terceiro Grande Prémio da China.


A numerologia é um bom pronuncio para a Haas F1 Team, dado que o três é um número muito importante na cultura chinesa. Pronunciado “sān”, é semelhante ao caractér de nascimento. É claro que, logo após o nascimento vem o crescimento e, desde a estreia na Austrália, a estatura da Haas F1 Team cresceu a um ritmo considerável – um ritmo que pretende manter na China.

Circuito Internacional de Xangai

Perímetro: 5,451 km (3,387 milhas)

Voltas: 56

Distância de Corrida: 305,066 km (189,559 milhas)

Transmissão Televisiva:Eurosport 2 HD 6h30m

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Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitarwww.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal


A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ oufacebook.com/haasportugal.

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Dois Grandes Prémios, duas corridas muito fortes para a Haas F1 Team. Esperava que este sucesso fosse possível de alcançar tão cedo?

“Não, realisticamente, não. Sempre dissemos que gostaríamos de marcar pontos e de fazer a diferença. Queríamos estar no meio do pelotão, mas terminar no sexto e quinto lugares nas primeiras duas corridas não estava certamente nos planos. Mas nós não nos fazemos de rogados e estamos satisfeitos com os resultados.”


A equipa aprendeu cada vez mais durante cada um dos Grandes Prémios. Mas o que estão a aprender sobre a estratégia de pneus e de que forma os diferentes tipos de compostos afectam o carro?

“É sempre específico de cada Grande Prémio. Saímos para a pista e testamos na sexta-feira e no sábado e, sobretudo, observamos a degradação dos pneus e os níveis de aderência. Na Austrália usámos os dados que recolhemos em Barcelona, dado que não rodámos muito em Melbourne devido às condições climatéricas. As corridas são todas diferentes, assim como as pistas. Cada pneu reage de forma diferente à pista e tentamos sempre aprender o máximo que podemos durante os fins-de-semana de corridas. Por outro lado, temos que escolher os pneus antes dos fins-de-semana de corridas. A nossa equipa tem feito boas decisões e escolheu os pneumáticos certos para o momento certo.”


Com o formato de qualificação usado na Austrália e no Bahrein , era muito vantajoso alcançar a Q2 sem passar à Q3?

“Na Austrália estivemos longe de chegar à Q2 devido a algumas dificuldades na Q1. No Bahrein ficámos muito satisfeitos por não chegar à Q3, dado que isso permitiu-nos iniciar a corrida com um novo jogo de pneus. Com pneus novos, temos mais aderência no arranque. Ambos os pilotos jogaram bem com essa vantagem e partiram muito bem.”


Pela primeira vez na história da jovem Haas F1 Team, ambos os pilotos avançaram para o segundo segmento da qualificação. Esse facto foi importante para a equipa?

“Avançar para a Q2 ajudou-nos a ganhar confiança. Queríamos realizá-lo na Austrália, mas não conseguimos. No entanto, no Bahrein conseguimo-lo e é isso que vamos tentar fazer em todos os Grandes Prémios.”


A Haas F1 Team iniciou a sua temporada de estreia a ultrapassar as expectativas. Mas na Fórmula 1 todos estão a desenvolver os seus carros constantemente, é difícil manter a competitividade relativa?

“É muito difícil, mas vamos continuar o desenvolvimento. Vamos continuar a testar no túnel de vento e a trazer novos desenvolvimentos para o nosso carro, e isso levar-nos-á a ganhos aerodinâmicos ao longo da temporada. Penso que na China teremos novos desenvolvimentos, como as restantes equipas do meio do pelotão.”


No Bahrein vimos a equipa a efectuar cinco trocas de pneus durante a corrida. Como correram, qual foi a sensação de, finalmente, realizar trocas de pneus durante a corrida?

“Tenho que dizer que duas das três trocas pneus foram boas. Ainda podemos melhorar, mas estamos onde queríamos estar. Na terceira tivemos uma dificuldade com uma porca da roda. Fiquei satisfeito com o mecânico, dado que quando ele a ia apertar, percebeu que alguma coisa estava errada e tirou-a. Se ele não a tivesse apertado, provavelmente, o carro seria parado após duas ou três curvas com a roda solta. Portanto, tivemos um problema, mas foi resolvido e, provavelmente, perdemos dois segundos, o que não fez grande diferença. O mecânico e o seu comportamento impediu-nos de realizar uma um erro ainda maior.”

Apesar de a equipa estar a evidenciar boas performances, e os resultados de Grosjean provam-no, o azar tem prejudicado os esforços do Gutiérrez, que tem dois abandonos. Como faz para equilibrar o sucesso de um piloto enquanto trabalha para ajudar o outro piloto a ultrapassar a adversidade que tem sentido?

“No incidente do Esteban da Austrália olhamos para ele com a abordagem: ‘o que podemos fazer quando alguém vem por trás e te bate?’ No Bahrein, tivemos um problema com um disco de travão e estamos ainda a investigar por que motivo partiu. Estamos a trabalhar com o fabricante de travões para termos um entendimento melhor do problema e poder evitá-lo no futuro. Falei com o Esteban depois da corrida e ele disse: ‘Guenther, estas coisas acontecem. Não há nada que possamos fazer.’ Ele entende o motivo que o levou ao abandono em cada uma das corridas e agora está determinado em chegar ao fim da corrida e conquistar pontos.”


Explique-nos o nível de sofisticação de um carro de Fórmula 1 dos dias de hoje. Por que motivo um problema não pode ser resolvido nas boxes durante a corrida, como acontece na NASCAR Sprint Cup Series?

“Se alguma coisa parte num carro de Fórmula 1,eles são tão sofisticados, que é um longo processo para determinar o que está errado e, então, já não há tempo suficiente para o resolver. Para além disso, os mecânicos estão envolvidos nas trocas de pneus, portanto, quanto alguma coisa corre mal, não podemos colocar três ou quatro a resolveram o problema, dado que, regulamentarmente, eles são necessários para opit-stop do outro carro que está ainda em pista. Tentar reparar o carro e regressar à corrida com vinte voltas de atraso não faz qualquer sentido.”


Estão duas corridas disputadas e já conseguiram alcançar alguns objectivos da pré-temporada, como é o caso de conquistar pontos. O que pretende alcançar na China?

“Um dos nos objectivos é levar os dois carros até ao final da corrida, porque ainda não o conseguimos fazer. Queremos sempre mais e, para já, melhorar passa por terminar com os dois carros, de preferência com os dois nos pontos.”



Dois Grande Prémios, duas corridas muito fortes para a Haas F1 Team. Esperavas que este sucesso fosse possível de alcançar tão cedo?

“Bem, inicialmente não. Não julgava ser possível. Ninguém acreditava. Pensava que era possível alcançar pontos no início da temporada, sim, mas terminar nos seis primeiros, não acreditava, mas estou a gostar.”

O arranque é crucial em cada Grande Prémio, e isso foi especialmente evidente no Bahrein. Tanto tu como o teu colega de equipa conquistaram muitas posições na partida. Estas evidências são mais uma questão estratégica ou é uma questão de aproveitar a oportunidade?

“Ambas. Começámos com pneus novos, o que nos dá alguma vantagem relativamente ao carro que estava à minha frente. É claro que na primeira curva, na primeira volta, há sempre muitas oportunidades. Pode ser um pouco confuso, também. Temos que decidir bem. Estive bem na primeira curva, depois fui um pouco bloqueado pelo (Lewis) Hamilton, que tinha sofrido um toque, mas é uma questão de encontrar o limite certo.”

A dado momento da corrida, tinhas a volta mais rápida da corrida. Isso é um vislumbre do que o VF-16 pode fazer esta temporada?

“Sim, vi isso na televisão. É fantástico. Penso que a melhor prova do que o VF-16 é capaz de fazer são a qualificação e a corrida do Bahrein. Nono na qualificação, poupar pneus, e então sexto na corrida.”

A estratégia que usaste no Bahrein significou que tinhas que ser agressivo durante a corrida. Como equilibras a agressividade com a necessidade de proteger o carro?

“É difícil. Tem que se encontrar o equilíbrio certo entre ter a estratégia correcta para ganhar muitas posições, cuidar do carro, dos travões, pneus e combustível. É sobretudo uma questão de experiência, encontrar o equilíbrio entre todos os aspectos.”


A equipa aprendeu cada vez mais durante cada um dos Grandes Prémios. Mas o que estão a aprender sobre a estratégia de pneus e de que forma os diferentes tipos de compostos afectam o carro?

“Penso que existe ainda muito potencial no carro que ainda não descobrimos, o que é fantástico. É, certamente, muito divertido para toda a rapaziada e para mim. Estamos ansiosos por mais. Ter estratégias agressivas oferece-nos boas oportunidades. Na China temos, novamente, algumas opções de pneus agressivas, vamos esperar que funcionem tão bem como no Bahrein.”

 

No Bahrein rodaram muito mais até à corrida do que na Austrália, onde a chuva afectou os treinos-livres. Foi benéfico para a corrida a forma consistente como estiveram em pista na sexta-feira e no sábado?

“Foi mais importante para nós que para os outros, dado que testámos pouco e, depois, fizemos poucas voltas no início do fim-de-semana da Austrália. Ser possível efectuar dois dias plenos de preparação para a corrida foi muito importante para os dois carros.”

 

Pela primeira vez na história da jovem Haas F1 Team, tu e o teu colega de equipa avançaram para o segundo segmento da qualificação. Esse facto foi importante para a equipa e para ti?

“Foi o primeiro objectivo do fim-de-semana – melhorar a nossa performance na qualificação relativamente a Melbourne. Não foi muito difícil, mas foi uma boa conquista. Melhorar na corrida é um desafio maior e também o conseguimos. Temos muito para aprender, mas estamos na direcção certa.”


A Haas F1 Team iniciou a sua temporada de estreia a ultrapassar as expectativas. Mas na Fórmula 1 todos estão a desenvolver os seus carros constantemente, é difícil manter a competitividade relativa?

“Agora esse será o nosso desafio, manter-nos com as grandes equipas. Tivemos um bom arranque e temos uma boa base de trabalho. É claro que, como piloto, queremos mais performance. Penso que temos algumas peças novas para a China e, depois, teremos mais. Estou muito ansioso por experimentar os primeiros desenvolvimentos para perceber se funcionam como devem. Não conhecemos ainda o carro a cem porcento, portanto, existe ainda algumas coisas que podemos fazer sem os novos desenvolvimentos.”


Explica-nos uma volta ao Circuito Internacional de Xangai.

“É uma pista divertida. A primeira curva é, provavelmente, a mais conhecida. É uma direita muito longa. Esta é uma pista muito dura para os pneus dianteiros. Há também uma longa recta na traseira que precede uma forte travagem. Será um bom teste para nós verificar se, num traçado diferente, estaremos tão bem como fomos no Bahrein.


 

 

No Bahrein rodaram muito mais até à corrida do que na Austrália, onde a chuva afectou os treinos-livres.

Foi benéfico para a corrida a forma consistente como estiveram em pista na sexta-feira e no sábado?

“Foi muito benéfico, dado que tivemos a oportunidade de explorar e aprender mais no que diz respeito à afinação. Entre Barcelona e Austrália não tivemos verdadeiramente tempo para experimentar muita coisa. Rodar consistentemente nos treinos-livres do Bahrein ajudou-nos a desenvolver a afinação do carro, o que será muito benéfico para o próximo Grande Prémio.”


Pela primeira vez na história da jovem Haas F1 Team, tu e o teu colega de equipa avançaram para o segundo segmento da qualificação. Esse facto foi importante para a equipa e para ti?

“Para a equipa é um reforço de moral, dado que pudemos mostrar a nossa verdadeira velocidade em qualificação e, também, na corrida, o que é a melhor combinação possível. Temos ainda muito trabalho por fazer para extrair o máximo da nossa performance, mas estamos a caminho de o conseguir. É uma grande motivação para mim, porque perceber que posso estar confortável a pilotar o carro nos limites significa muito. Posso verdadeiramente ter prazer e andar nos limites.”


A tua corrida do Bahrein terminou prematuramente devido a um problema mecânico. Apesar de ser desapontante, como foi que ultrapassaste esse desapontamento e te preparaste para a China?

“Tenho a sensação que os bons resultados estão ao virar da esquina e isso significa conquistar pontos consistentemente. Tivemos um bom ritmo e um bom carro em duas pistas diferentes. Vou continuar a minha preparação, continuar a dar o máximo e a lutar, dado que brevemente os resultados aparecerão.”


A equipa aprendeu cada vez mais durante cada um dos Grandes Prémios. Mas o que estão a aprender sobre a estratégia de pneus e de que forma os diferentes tipos de compostos afectam o carro?

“Os diferentes compostos afectam directamente o equilíbrio do carro e a nossa selecção de pneus parece ser bastante boa. Sinto-me confiante na nossa estratégia e estou envolvido na sua execução. Estamos a trabalhar muito bem e temos a capacidade de reagir rapidamente a qualquer circunstância que possa ocorrer durante a corrida.”


Haas F1 Team iniciou a sua temporada de estreia a ultrapassar as expectativas. Mas na Fórmula 1 todos estão a desenvolver os seus carros constantemente, é difícil manter a competitividade relativa?

“É verdade que surpreendemos muita gente. É uma situação que, provavelmente, não esperávamos – estarmos tão bem. Ainda temos que gerir as nossas expectativas, dado que o nosso carro adaptou-se muito bem a Melbourne e ao Bahrein, mas temos que perceber como reagirá agora na China. Penso que a China dar-nos-á uma boa indicação de como será a temporada e também sobre a forma como as outras equipas estão a desenvolver os seus carros. Á medida que a época vai avançando, tudo se tornará mais competitivo, portanto, temos que estar prontos para isso. Temos ainda que extrair mais alguma velocidade e performance do nosso carros e a China dar-nos-á a oportunidade para fazer isso.”


Explica-nos uma volta ao Circuito Internacional de Xangai.

“Xangai é uma pista muito exigente para o trem dianteiro, carrega muito os pneus dianteiros. A Curva 1 é muito rápida e muito longa – é muito diferente de todas as outras curvas da temporada. É um ícone de Xangai. Chegamos lá muito depressa e quando entramos na curva, temos que esperar bastante para entrar na Curva 2. Temos a Curva 3, que tem uma saída longa e onde a tracção é muito difícil, uma vez que se coloca muitas forças laterais. Passamos pelas curvas 4 e 5, uma secção de alta velocidade, e depois temos as curvas 6 e 7, uma das minhas zonas preferidas da pista. Chegamos à Curva 6 na velocidade máxima e, depois, mudamos de direcção para a Curva 7. Temos que nos preparar para a Curva 8 e Curva 9, dado que nesta sequência é muito importante não perder o ritmo. Depois chegamos à Curva 10, uma curva de 90º que dá acesso a uma recta muito, muito longa para chegarmos à Curva 11, que é o início de uma longa curva. Vamos de uma velocidade muito baixa para a aumentar ao longo da curva e é uma zona do circuito onde podemos danificar os pneus dianteiros. É uma zona do circuito onde é importante ter um carro bem afinado. Depois temos uma das rectas mais longas da temporada, onde atingimos a velocidade máxima. Chegamos a um curva com uma grande inclinação – a Curva 14. Depois temos a última curva, de 90º – de média velocidade – que é um pouco traiçoeira na saída devido ao corrector, que pode ser usado, mas como é evidente, tem os seus limites. Estamos sempre a tentar maximizar a pista. É muito desafiante.”

 

 

 

Circuito Internacional de Xangai

  • Número de voltas: 56
  • Distância de corrida: 305,066 quilómetros (189,559 milhas)
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h (50 M/h)
  • O Circuito Internacional de Xangai, de 5,451 quilómetros e  16 curvas, alberga a Fórmula 1 desde 2004, tendo sido o Grande Prémio da China do ano passado a sua décima segunda edição.
  • Michael Schumacher detém o recorde da volta a Xangai (1m32,238s), assinado em 2004 em Ferrari.
  • Rubens Barrichello detém o recorde da volta de qualificação em Xangai (1m34,012s), alcançado em 2004 em Ferrari.
  • O Circuito Internacional de Xangai é um dos muitos circuitos de Fórmula 1 concebido pelo Hermann Tilke, que tem a sua assinatura – uma longa recta traseira seguida por um gancho. Esta recta de 1400 metros é a mais longa da Fórmula 1, tendo o comprimento de onze estádios de futebol. A actual geração de carros de Fórmula 1 ultrapassam os 300 Km/h nesta recta, que está localizada entre as curvas 13 e 14. Outro aspecto distinto desta pista são as “curvas caracol”, que se verificam nas curvas 1-4 e 11-13. A recta de alta velocidade juntamente com estas curvas garantem um enorme desafio para as equipas, dado que têm que equilibrar os níveis de apoio aerodinâmico para negociar estes aspectos vastamente diferentes.
  • O mês de Abril em Xangai é caracterizado pela rápida subida de temperatura. Durante o fim-de-semana do Grande Prémio da China, a temperatura mínima andará em torno dos 13/14ºC e a máxima dos 20/21ºC. A probabilidade de chuva é de 54% ao longo dos três dias.
  • O local onde o Circuito Internacional de Xangai foi construído era originalmente uma zona de pântanos. Mas com uma equipa de 3000 engenheiros a trabalhar 24 horas por dia, levou 18 meses a criar um circuito de nível mundial.

  • A Pirelli leva para a China três compostos de pneus:
    • P Zero Branco/Médio – menos aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
    • P Zero Amarelo/Macio – mais aderência, desgaste médio (usado para séries curtas de voltas, e para a Q1)
    • P Zero Vermelho/Super-Macio – proporciona a maior aderência e maior índice de desgaste (usado na qualificação e para momentos da corrida seleccionados)
  • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
  • Um piloto pode usar os três jogos de Pirelli na corrida. Por exemplo, se tiver usado os P Zero Vemelhos/super-macios para passar da Q2 à Q3, terá que iniciar a corrida com esses pneus e tentar realizar algumas voltas bastante rápidas para ganhar alguma margem para os seus adversários antes entrar nas boxes para montar os P Zero Brancos/médios. Depois, dependendo das circunstâncias da corrida, noutra paragem nas boxes, pode montar os P Zero Amarelos/macios, permitindo ao piloto atacar durante as últimas voltas.
  • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Desses 13 jogos, os pilotos e as suas respectivas equipas podem escolher as especificações de dez deles entre os três compostos disponíveis. Os restantes três jogos são definidos pela Pirelli – dois tipos obrigatórios para a corrida (um jogo de P Zero Amarelo/macio e um de P Zero Branco/médio) e um tipo obrigatório para a Q3 (um jogo de P Zero Vermelho/super-macios). A Haas F1 Team seleccionaram os seguintes jogos:
    • Grosjean: um jogo de pneus P Zero Branco/Médio, cinco jogos de P Zero Amarelo/Macio esete jogos de P Zero Vermelho/Super-Macio
    • Gutiérrez: dois jogos de P Zero Branco/Médio, quatro jogos de P Zero Amarelo/Macio e setejogos de P Zero Vermelho/Super-Macio.

  • O que é velho, volta a ser novo. Depois de usar a qualificação estilo eliminação nas duas primeiras corridas da temporada, em que o piloto mais lento ia sendo eliminado a cada 90 segundos, a qualificação volta ao que era em 2015.
  • Q1
    • Tem a duração de 18 minutos, durante os quais todos os vinte e dois pilotos tomam parte.
    • Os dezasseis pilotos mais rápidos passam à Q2.
  • Q2
    • Tem a duração de 15 minutos, durante os quais os dezasseis pilotos mais rápidos da Q1 tomam parte.
    • Os dez pilotos mais rápidos passam à Q3.
  • Q3
    • Tem a duração de 10 minutos, durante os quais os dez pilotos mais rápidos da Q2 tomam parte.
    • Estes dez pilotos lutam pela pole-position.

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

G.P. DA CHINA

 

O nariz  da Williams - o novo, estreado no Bahrain, é o da foto de cima.
Quando às asas dianteiras da McLaren, aquela que foi estreada na prova anterior é a da esquerda.  

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2016

TREINOS PROBLEMÁTICOS NA F 1

 

G.P DA CHINA

 

Pelos vistos os treinos no Grande Prémio da China foram recheados de problemas com pneus, basta ver as imagens .13000187 10206308668138571_5979923140174221905_n_CopyF1 CopyF2 CopyF4 Copy

 

ALONSO PODE PARTICIPAR NO G.P DA CHINA

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

FERNANDO ALONSO VAI PODER CORRER NO G.P.CHINA ESTE FIM DE SEMANA

 

 

NO EUROSPORT ESTE FIM DE SEMANA

 

FÓRMULA 1:

GP DA CHINA NO EUROSPORT 2

Cobertura integral em direto: sessões de treino, qualificação e corrida

 

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A temporada de Fórmula 1 teve início a 20 de março na Austrália e no primeiro fim de semana de abril o Circuito Internacional do Bahrein acolheu a segunda prova do Campeonato do Mundo FIA de F1 2016. Segue-se agora o GP da China, com o Eurosport 2 SD/HD preparado para continuar a alimentar a paixão dos fãs pelas corridas ao oferecer todo o espetáculo do ‘Grande Circo’ da Fórmula 1, numa cobertura exclusiva em direto que inclui a totalidade do programa de fim de semana, entre sessões de treinos, qualificação e corrida.

 

Nos comentários Eurosport, o especialista convidado será António Félix da Costa, o último piloto português a guiar um carro de Fórmula 1, oferecendo uma perspetiva exclusiva sobre os bastidores da F1 e juntando-se assim aos habituais comentadores Eurosport, Pedro Nascimento e João Carlos Costa.


 

GP F1 DA CHINA – COBERTURA EUROSPORT 2:

  1. oSexta 15 abril

03:00   1.º Treino Livre

07:00   2.º Treino Livre

  1. oSábado 16 abril

04:45   3.º Treino Livre

07:45   Qualificação

  1. oDomingo 17 abril

06:30   Grelha de Partida

07:00   Corrida

  1. oSegunda 18 abril

18:00   Resumo

Duas semanas depois do Bahrein, o Circuito Internacional de Xangai recebe o Grande Prémio F1 Pirelli da China, desenhado num espetacular cenário que combina a tradição chinesa com o modernismo arquitetónico.

Lewis Hamilton (Mercedes AMG Petronas) venceu aqui em 2014 e 2015.

Para a edição 2016 do GP chinês o Campeão do Mundo em título, autor da ‘pole position’ nas duas primeiras provas desta temporada, terá como principal desafio traduzir em corrida a superioridade até aqui demonstrada na qualificação de modo a contrariar a ‘boa forma’ do seu colega de equipa Nico Rosberg, vencedor tanto na Austrália como no Bahrein (somando já 5 vitórias consecutivas na F1, depois de ter ganho também as 3 últimas provas de 2015) e assim líder na classificação do Mundial de Pilotos (com 50 pontos), que lidera à frente de Hamilton (33 pontos) e do australiano Daniel Ricciardo da Red Bull Racing (24).

 

A outra grande incógnita antecipada para este terceiro Grande Prémio do Mundial 2016 reside em saber se o alemão Sebastian Vettel (Scuderia Ferrari) irá conseguir voltar a rivalizar em pista – tal como fez na ronda inaugural, em Melbourne, onde liderou grande parte da corrida  – com os dois Mercedes.

 

Para o GP da China, a primeira grande novidade – para satisfação de todos, incluindo equipas, pilotos e espetadores – é o regresso do antigo formato de qualificação, depois da experiência mal sucedida adotada nas duas provas que abriram a temporada, prometendo desde logo mais emoção e espetáculo.

 

Filipe Albuquerque (ex-piloto de testes da equipa Red Bull F1; piloto oficial Audi no WEC) vaticina que “Rosberg e Hamilton vão lutar novamente pela pole position, mas para a corrida acho que a Ferrari tem uma palavra a dizer, temos só de ver qual é a situação do Vettel, se vai ou não ter de trocar de motor, se vai ou não arrancar cá mais para trás. Acho que vai ser muito interessante a luta pela vitória na China. Xangai é uma pista bastante parecida à do Bahrein, com uma reta grande e depois um miolo muito encadeado, embora o asfalto seja completamente diferente”.

 

Viva a experiência única da Fórmula 1 em direto e exclusivo no Eurosport 2!

 


 

 

SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

 

Não sei se há muitas fotos assim ao longo dos 67 anos de F1. Um documento para a História, publicado no twitter de Nico Rosberg, que fez a selfie. E deixo também o comentário do alemão - caustico!

or in Bernie's words: 

 

 

CURIOSIDADES DA FÓRMULA 1

CURIOSIDADES DA FÓRMULA 1

 

Por João Carlos Costa

 

O lado B da Fórmula 1. Bacquets da Williams. A de Bottas é 100g mais pesada do que a de Massa, apesar de alguns buracos estratégicos. 

 

AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

ANTEVISÃO GRANDE PRÉMIO PIRELLI CHINA

Terceira corrida de 21

Xangai, 14 a 17 de Abril 2016

 

 

  O imponente circuito de Xangai é amplo, fluido e rápido, com muitos e diversos pontos para ultrapassar que frequentemente proporcionam disputadas e animadas corridas. No presente ano e pela terceira vez os compostos de pneus nomeados são:

P Zero Branco (médio), P Zero Amarelo (macio) e P ​​Zero Vermelho (supermacio)

 

 

O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DO PNEU:

  •  As condições meteorológicas são quase sempre imprevisíveis, tendo um grande efeito sobre o comportamento dos pneus.
  •  Como resultado, por vezes o “graining” é um problema quando está frio, especialmente nas primeiras sessões.
  •  Aproximadamente 80% da volta ao circuito é realizado com o carro em curva, significando que as cargas laterais são um factor crucial.
  •  O circuito limita a dianteira, devido ao número e tipo de curvas existentes.
  •  As curvas mais exigentes são a curva 1, quase um círculo completo e a curva 13 que é semelhante.
  •  De forma a reduzir a posterior degradação, os pilotos têm que evitar o “patinar”
  •  das rodas motrizes à saída das curvas.

 

OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS:

  •  Composto médio (Branco): Funciona numa gama baixa de temperatura, sendo um dos mais versáteis da gama.
  •  Composto macio (Amarelo): Funciona numa gama alta de temperatura, com incidência na performance.
  •  Composto supermacio (Vermelho): Funciona numa gama baixa de temperatura, sendo rápido mas com durabilidade limitada.

 

COMO FOI HÁ UM ANO:

  •  Vencedor: Hamilton (duas paragens, iniciou com o composto macio, trocou novamente para macio na volta 14 e para médio na volta 33).
  •  Melhor classificado com uma estratégia alternativa: Massa, 5.º Class. (também duas paragens, mas iniciou com macio, trocou para médio na volta 13 e trocou novamente para médio na volta 34).
  •  A maioria dos pilotos parou duas vezes, com poucos pilotos a considerarem três paragens. As estratégias foram afectadas devido à entrada tardia do Safety car em pista, prolongando a eficácia e durabilidade dos pneus.

 

DECLARAÇÕES DE PAUL HEMBERY, (Diretor Pirelli Motorsport):

  •  “ O G.P. da China é um circuito muito diferente dos dois que já visitámos este ano, embora a nomeação dos compostos sejam os mesmos, destacando a adaptabilidade do nosso produto para diversas circunstâncias. Xangai é sinónimo de uma boa e disputada corrida, no entanto a natureza do local significa que tudo poderá acontecer e as equipes terão que assumir uma mente aberta quanto às estratégias, e correlacionar os dados recolhidos com as sessões de treinos e eventuais dados de corrida. Mais uma vez esperamos uma grande variedade de diferentes estratégias, uma vez que os três compostos nomeados até agora, têm proporcionado diferentes tácticas “ .

 

O QUE HÁ DE NOVO?

  •  Mais conteúdos em www.pirelli.com acerca da corrida, história e cultura da China.
  •  Qualificação - Retorna o antigo sistema, não afetando a atual atribuição de pneus.
  •  Diferentes estratégias das equipes nas escolhas dos pneus, com a Haas, McLaren e Williams a realizarem as mais agressivas opções, optando por um máximo de sete jogos do composto Supermacio.
  •  Pela primeira vez este ano, a Pirelli será o principal patrocinador do grande prémio da China. O grande prémio de Espanha (de 12 a 15 de Maio), será a segunda corrida onde a Pirelli também se assume como principal patrocinador.

 

OUTROS FACTOS QUE RECENTEMENTE DESPERTARAM A NOSSA ATENÇÃO:

  •  Stoffel Vandoorne - Assegurou a sua estreia do Grande Prémio do Bahrain, demonstrando a eficácia da GP2, no que concerne à gestão dos pneus por parte dos pilotos.
    •  O lançamento do novo pneu P Zero de estrada no circuito do Estoril, este que há 20 anos acolheu o ultimo grande prémio realizado em Portugal.
    •  Comenta-se um possível regresso a Las Vegas. O grande prémio Caesar´s palace realizou-se em 1981 e 1982, em ambas as épocas decidiu o campeonato.

 

A NOMEAÇÃO DOS COMPOSTOS DE PNEUS ATÉ À PRESENTE DATA:

 

Roxo

 

Vermelho

 

Amarelo

 

Branco

 

Laranja

Austrália

Supermacio

Macio

Medio

Bahrein

Supermacio

Macio

Medio

China

Supermacio

Macio

Medio

Russia

Supermacio

Macio

Medio

Espanha

Macio

Medio

Duro

Montecarlo

Canadá

Ultramacio

Supermacio

Macio

Azerbeijão

Supermacio

Macio

Medio

 

 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2016

CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1

 

PARA AJUDAR A ENTENDER PARA QUER SERVEM OS BOTOS NO VOLANTE....

 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2016

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

A equipa de Fórmula 1 da Manor ganha em grafismo! 

 

O "CEMITÉRIO" DE PEÇAS DO F1 DE ALONSO

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

O  "CEMITÉRIO " DE PEÇAS DO F 1 DE ALONSO

 

Eis uma curiosa imagem dos destroços procedentes do acidente protagonizado pelo piloto espanhol Fernando Alonso,do decorrer da jornada inaugural no Grande Prémio da Austrália que ao que tudo indica ainda subsistem dúvidas se poderá alinhar no Grande Prémio da China de Fórmula 1.

 

 

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI CHINA GRAND PRIX PREVIEW
Round three of 21
Shanghai, 14-17 April 2016

 The imposing Shanghai circuit is wide, fast and flowing, with plenty of overtaking opportunities that frequently make for entertaining races. For the third time this year, the P Zero White medium, P Zero Yellow soft, and P Zero Red supersoft compounds have been nominated. 

THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW:

  • Weather conditions are nearly always unpredictable, which have a big effect on tyre behaviour.
  • As a result, graining is sometimes an issue when it’s cool: especially in the early sessions.
  • Around 80% of the lap is spent cornering, meaning that lateral loads are a crucial factor.
  • The track is front limited, because of all the turns and high-energy corners.
  • The crucial corners are Turn 1, which is almost a full circle, and Turn 13, which is banked.
  • Drivers also have to avoid wheelspin out of the corners, in order to minimise rear degradation. 

THE THREE NOMINATED COMPOUNDS:

  • White medium: a low working range compound that is one of the most versatile in the range.
  • Yellow soft: a high working range compound with the accent on performance.
  • Red supersoft: a low working range compound that is rapid but with a limited overall life.

HOW IT WAS A YEAR AGO:        

  • Winner: Hamilton (two stops: started on soft, changed to soft on lap 14, medium on lap 33).
  • Best-placed alternative strategy: Massa, fifth (also stopping twice, but starting on soft, changing to medium on lap 13, then medium again on lap 34).     
  • Most drivers stopped twice, but a few drivers also tried a three-stopper. The race strategy was affected by a late safety car, which extended tyre life.              

PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTORSPORT DIRECTOR:                

  • “China is a very different type of circuit to the two that we’ve visited up to now this year, yet the tyre nomination is the same, which underlines the adaptability of our product under a wide range of circumstances. Shanghai is also likely to be quite a cool race, although the nature of the place means that anything is possible, so teams will have to keep an open mind on strategy and carefully correlate the data captured in practice to the eventual race conditions. The three compounds selected have led to a number of different tactical permutations up to now, and we expect an ample variety of strategies once more in China.”

WHAT’S NEW?

  • Fresh articles on www.pirelli.com about the racing scene, culture and history in China.
  • Qualifying: the former system will now return. This will not affect tyre allocations.
  • Different thinking from teams on tyre selection: Haas, McLaren and Williams have made the most aggressive choice by taking a maximum seven sets of supersoft.
  • For the first time, Pirelli will be the title sponsor of the Chinese Grand Prix. The second Pirelli-sponsored event this year will be the Spanish Grand Prix from May 12-15.

OTHER THINGS THAT HAVE CAUGHT OUR EYE RECENTLY:

  • Stoffel Vandoorne: in Bahrain an assured grand prix debut that also proves the effectiveness of GP2 when it comes to teaching drivers about tyre management.
  • The launch of the new P Zero road car tyre in Estoril, last used for a grand prix 20 years ago.
  • Talk of a possible return to Las Vegas. The Caesar’s Palace Grand Prix was previously run in 1981 and 1982, being the championship decider in both cases.

THE COMPOUND NOMINATIONS SO FAR:

Purple Red Yellow White Orange
Australia Supersoft Soft Medium
Bahrain Supersoft Soft Medium
China Supersoft Soft Medium
Russia Supersoft Soft Medium
Spain Soft Medium Hard
Monte Carlo
Canada Ultrasoft Supersoft Soft
Azerbaijan Supersoft Soft Medium

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CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2016

As contas da F1 e a forma para se perceber que os patrocinadores têm cada vez menos importância relativa nos budgets das equipas, tirando o caso Red Bull/Toro Rosso, que faz uma operação de marketing, tal como os construtores directamente envolvidos. Talvez por isso, ninguém se queixe verdadeiramente do facto de quase não haver F1 sem ser em canais pagos (muitos deles bem pagos), aqueles que depois rendem os milhões que a FOM distribui. Tudo se explica, pois não há forma das televisões ditas "em canal aberto" rentabilizarem os custos apenas com publicidade - existem excepções em alguns muito poucos mercados, sendo o alemão, com a RTL, um deles, mas também ele a minguar e com fim à vista num futuro muito próximo.

 

 

Texto de João Carlos Costa

 

 

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O HUMOR DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

O HUMOR DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

POR CAUSA DA SITUAÇÃO FINANCEIRA DA EQUIPA DE F 1 DA SAUBER

 

 

SAUBER pediu mais um "cartão de crédito". Fica a ideia que um dia destes vai ter que usar um daqueles planos de consolidação de dívidas da "Deco"... 

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

 

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

Tanto barulho, tanta declaração de intenções, tanta vontade de mudar, tantos "não voltamos atrás" e agora perceberam todos que não é a gritar mais alto que se chega a uma decisão.
Feitas as contas: já desde Xangai qualificação volta ao método usado até 2015. 

Qualifying set to use 2015 format from China

Formula One qualifying is expected to return to last year’s system from next weekend’s 2016 Formula 1 Pirelli Chinese Grand Prix, it has been announced.

It follows widespread criticism of the revised elimination format used in Australia and Bahrain, which failed to produce the intended change in spectacle.

A statement from F1 governing body, the FIA, and Formula One Management (FOM) said: "At the unanimous request of the teams in a letter received today, Jean Todt, President of the FIA, and Bernie Ecclestone, commercial rights holder representative, accepted, in the interests of the Championship, to submit a proposal to the F1 Commission and World Motor Sport Council to revert to the qualifying format in force in 2015."

If approved by the F1 governing bodies, the change will take effect from the next round in Shanghai and will apply for the rest of the season. The 2015 format, which had been in place since the start of 2010, will see the six slowest cars eliminated at the end of Q1 and Q2, leaving 10 to fight it out for pole in Q3, with their grid positions based on their best lap times at the end of qualifying.

Todt and Ecclestone also welcomed the idea put forward by the teams to have a global assessment of the format of the Grand Prix weekend for 2017.

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

 

O VOLANTE DO FERRARI

 

Falta a legenda... ou a explicação dos nossos expert. Aqui fica o volante do Ferrari SF-16h 

 

O HUMOR DO JORNALISTA PEDRO NASCIMENTO

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 2106

 

O HUMOR DO JORNALISTA PEDRO NASCIMENTO

 

"oi, Bernard, véio... 'xeu falar uma coisa pr'ocê: ou mudam já este sistema de qualificação ou nem um carro entra em pista na China. Tá ligado?"

 

MERCEDES VENCEU NO BAHREIN

 

Nico Rosberg faz a dobradinha em 2016, duas corridas, duas vitórias para o Alemão.

·         Nico Rosberg alcançou a sua 16ª vitória em Grandes Prémios de Fórmula 1, a primeira no Circuito do Bahrain;

·         Lewis Hamilton conquistou o 89º pódio após uma longa batalha para alcançar o 3º lugar;

·         Nico Rosberg (50) lidera agora o Campeonato Mundial de Pilotos por 17 pontos com Lewis Hamilton (33) na segunda posição;

·         A equipa MERCEDES-AMG PETRONAS (83 pontos) mantém a liderança no Campeonato Mundial de Construtores com 50 pontos de diferença para a Ferrari (33 pontos).nico1 CopyNico Rosberg_Copy

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Chinese Grand Prix, April 15-17, 2016

SELECTED SETS PER DRIVER

 The FIA has communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Chinese Grand Prix.

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OS MENINOS DA FÓRMULA 1

OS MENINOS DA FÓRMULA 1

 

Cuiroso grupo de imagenmen1 Copymen2 Copymen3 Copymen5 Copymen6 Copymen10 Copymen11 Copymen15 Copymen18 Copys referentes a alguns dos actuais pilotos que actualemnte estão fa Fórmula 1, lançamos um desafio aos nossos leitores se os conseguem reconhecer....

 

NIKO ROSBERG SALVOU CRIANÇA

NIKO ROSBERG SALVOU CRIANÇA

 

Uns dias antes do Grande Prémio da Austrália, estava Niko Rosberg numa praia do Mónaco com a sua filha, quando de repente apercebe-se duma criança que estava prestes a afogar-se.De imediato o piloto de Fórmula 1, que é um excelente nadador, atirou-se á água e foi buscar  a criança que estava prestes a morrer afogada.Escusado será dizer que o piloto alemão não quis publicidade à volta deste feito, mas a verdade é que esta noticia chegou rápidamente à Alemanha, que assim reconheceu o mérito do acto de Rosberg.ROSBERG Copy

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

CAMPEONATO MUNDO DE F´ROMULA 1 

 

G.P.BAHREIN

 

TREINOS - TUDO DENTRO DA NORMALIDADE

 

Uma vez mais na sessão de treinos, o duelo entre a Mercedes e a Ferrari está ao rubro, onde desta vez Hamilton e Rosberg conseguiram bater os carros vermelhos da Ferrari, com Vettel e Raikonen no encalço.Na 5ª posição surge o Red Bull de Ricciardo, logo seguido pelo Williams de Bottas, que por sua vez teve na sua esteira o seu colega de equipa Massa.

 

Depois surge o Force India de Hulkenberg, o Haas de Grosjen e o Toro Rosso de Verstappen.F1 CopyF2 CopyF3 CopyF4 CopyF5 CopyF6 CopyF7 CopyF8 CopyF9 CopyF10 CopyF12 CopyF14 CopyF15 CopyF16 CopyF17 CopyF18 CopyF19 CopyF20 Copy

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

SAUBER COM MUITAS DIFICULDADES FINANCEIRAS

 

 

A equipa da Sauber é de novo noticia, e pelos piores motivos : ao que parece, os ordenados de Março não estão pagos e não há dinheiro para a viagem para a China. 23 anos depois de uma estreia à Haas, a equipa lançada por Peter não merecia o actual estado das coisas... Comenta-se em termos de bastidores que pode sair Ericsson e entra... Maldonado?

 

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

 

G.P. BAHREIN

 

Stoffel Vandhoorrne pontuou na estreia e estreou a McLaren Honda nos pontos este ano.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

G.P. BAHREIN

 

OS QUADROS do GP do Bahrain.

 

A SORTE NADA QUIS COM FELIX DA COSTA

FÓRMULA E - ESTADOS UNIDOS

 

A SORTE NADA QUIS COM ANTÓNIO FELIX DA COSTA

 

Não há muito a dizer sobre o dia de ontem... É difícil de digerir estas em que do meu lado fiz tudo como devia mas com trabalho tenho a certeza que a minha sorte vai mudar. Quem me conhece sabe que não desisto e vamos para a luta já na próxima em Paris. Obrigado a todos pelas centenas de mensagens de apoio! 


 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

 

Grande Prémio do Bahrein: Resumo da Corrida

 

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Evento: Grande Prémio do Bahrein (2ª ronda de 21)

Data:  Domingo, 3 de Abril

Local:  Bahrain International Circuit em Sakhir

Layout:  5,412 quilómetros (3,363 milhas), circuito de 15 curvas

Condições Climatéricas:  Céu limpo, 24ºC

Vencedor da Corridas:  Nico Rosberg Mercedes

Haas F1 Team:

Romain Grosjean – arrancou de 9º, terminou em 5º (completou as 57 das 57 voltas)

Esteban Gutiérrez – arrancou de 13º, terminou em 19º (problemas mecânicos, completou 9 das 57 voltas)

 

 

A excelente estreia da Haas F1 Team na temporada de 2016 do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 continuou este domingo no Grande Prémio do Bahrein.


Depois de arrancar do nono lugar, Romain Grosjean terminou num impressionante quinto lugar a corrida de cinquenta e sete voltas ao traçado de 5,412 quilómetros e quinze curvas, o Bahrein International Circuit, em Sakhir. Foi o seu segundo resultado nos pontos em duas corridas, dado que o piloto de 29 anos há duas semanas terminou no sexto posto o Grande Prémio da Austrália. Os oito pontos conquistados em Melbourne combinados com os dez assegurados no Bahrein colocam o Grosjean no quinto lugar do Campeonato de Pontos – a melhor classificação da sua carreira na Fórmula 1. De facto, desde o Grande Prémio do México do ano passado, a 1 de Novembro, que o Grosjean terminou entre os dez primeiros em cinco corridas consecutivas, registando vinte e cinco pontos.


Os esforços consecutivos da Haas F1 Team colocaram-na no quinto lugar do Campeonato de Construtores. A primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos está a apenas dois pontos do quarto classificado, a Williams, e sete à frente do sexto classificado, a Toro Rosso.


Enquanto o Grosjean continua o seu bom início de temporada, o seu colega de equipa, Esteban Gutiérrez, terminava a corrida prematuramente pela segunda vez consecutiva. O piloto de vinte e quatro anos arrancou bem do décimo terceiro lugar da grelha de partida e no final da primeira volta era já oitavo, mas um problema com um disco de travão da roda dianteira/esquerda na nona volta forçou-o ao abandono nas boxes.


Nas restantes quarenta e oito voltas, Grosjean liderou a Haas F1 Team. Colocando em prática uma estratégia agressiva de três paragens, o Grosjean alcançou os seus desideratos em cada um dos seus stints. Depois de ter subido até ao quarto posto, o Grosjean parou na décima segunda volta, montando um jogo de pneus Pirelli P Zero Vermelhos/Super-Macios novo. Regressou à pista no décimo lugar, mas recuperou, ultrapassando o Felipe Massa e o Daniel Ricciardo.


Depois de passar novamente pelo quarto lugar, o Grosjean entrou nas boxes para montar um jogo de pneus super-macios usados na vigésima nona volta, regressando à pista no oitavo lugar após uma troca de pneumáticos de três segundos. Uma vez mais demonstrou o seu potencial, assim como o do VF-16, voltando ao quinto lugar após uma boa ultrapassagem ao Daniil Kvyat. A terceira e última paragem nas boxes foi realizada na quadragésima volta, desta vez foram montados pneus Pirelli P Zero Brancos/Médios que o levaram até ao final da corrida.


Grosjean alcançou o top-seis a dez voltas do fim, após uma excelente ultrapassagem a Massa, uma cópia daquela que já tinha feito ao piloto veterano. Com uma mão cheia de voltas para a bandeirada de xadrez, Grosjean garantiu o quinto lugar e a equipa permitiu-lhe que desse o máximo até ao fim, estando esta confiante da sua vantagem. Quando a bandeirada de xadrez caiu, Grosjean estava com 2,630s de vantagem sobre Max Verstappen.


 

“Isto é o sonho Americano. É inacreditável. Disse que temos que gerir as nossas expectativas depois de termos terminado no sexto lugar na Austrália, mas aqui terminámos em quinto. Há ainda muitas coisas que podemos melhorar, desde as paragens nas boxes até às afinações do carro, etc, mas para já, este resultado é para vocês rapazes. Olhei para a cara deles ontem à noite e todos eles estavam muito cansados, devido à imensa quantidade de trabalho que realizaram. Esta é uma grande recompensa. É inacreditável. Na corrida senti-me bem com o carro. Foi uma estratégia agressiva, mas gerir os pneus sempre foi uma das minhas qualidades. Saber que tínhamos um composto mais macio para esta pista era algo que me agradava. O carro estava bem afinado para os super-macios e tive uma corrida fantástica. O carro tem uma boa base. Tudo funcionou muito bem. Penso que nunca estive numa posição tão boa como este quinto lugar no Campeonato de Pilotos. É a primeira vez na minha carreira, mal posso acreditar.”


 

“Fizemos um trabalho fantástico. Depois de um bom arranque, ganhei muitas posições, estava muito confiante. Esta satisfeito com o carro se estava a comportar e estava a gerir os pneus e o combustível. Infelizmente, tivemos uma dificuldade com os travões dianteiros e concluímos que não podíamos continuar e fui obrigado a abandonar. Já estou a olhar para a China. A equipa está muito bem. Temos velocidade e um bom carro. Portanto, na próxima corrida vou voltar a lutar.”


“Um dia fantástico para a equipa. O Romain fez um trabalho fantástico. Toda a equipa realizou um trabalho fantástico. O único ponto negativo foi o facto do Esteban não ter completado a equipa. Tivemos um problema com o travão dianteiro/esquerdo, que vamos investigar mais profundamente. O nosso objectivo para a China é terminar com os dois carros e terminar nos pontos. Fizemos algumas paragens nas boxes, o que nos deu muita confiança. Mal podemos esperar para ir para a próxima corrida e tentar manter este nível.”


 

O terceiro round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016 é o Grande Prémio da China, que se disputa em Xangai. Os treinos-livres iniciam-se no dia 15 de Abril, a qualificação realiza-se a 16 de Abril e a corrida é disputada a 17 de Abril.


 

-HaasF1Team-

 

Sobre a Haas F1 Team:

A Haas F1 Team estreia-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, sendo a primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing.

Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.


Sobre a Haas Factory Outlet – Portugal :

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitarwww.haasportugal.com/ ou www.facebook.com/haasportugal.

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Bahrain Grand Prix – Race – Infographics

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Bahrain Grand Prix – Race

NICO ROSBERG EXTENDS CHAMPIONSHIP LEAD WITH THREE-STOP
STRATEGY TO CLAIM FIFTH CONSECUTIVE WIN

 NINE DIFFERENT STRATEGIES IN THE TOP 10

   FELIPE MASSA HIGHEST-PLACED TWO-STOPPER IN EIGHTH

 Two wins from two races in 2016 for Mercedes driver Nico Rosberg, using a three-stop strategy in Bahrain that alternated stints on the P Zero Red supersoft with P Zero Yellow soft: exactly the same strategy used by Kimi Raikkonen, who was second for Ferrari. Lewis Hamilton finished third after using the medium tyre for his second stint, following contact with another competitor at the start. In total, there were nine different strategies used throughout the top 10, including a two-stopper for Williams driver Felipe Massa.

Paul Hembery: Pirelli motorsport director: “We’re only in the second race of the 2016 tyre regulations but already we’re seeing a massive variety of strategies throughout the field, as we particularly expected to be the case this weekend. Tyre strategy started already in qualifying, as we saw from Romain Grosjean who made the most of his starting position to score more points. Nico Rosberg and Kimi Raikkonen finished just 10 seconds apart at the finish, using exactly the same strategy as each other. As well as the performance of the softer compounds, the adaptability of the product was demonstrated by Felipe Massa, who completed the race with just two pit stops despite the high wear and degradation traditionally associated with the Sakhir track.”

Medium Soft Supersoft
First Ricciardo     1:36.064 Rosberg     1:34.482 Hamilton     1:34.721
Second Hamilton      1:37.076 Hamilton     1:34.677 Hulkenberg 1:35.188
Third Massa          1:37.560 Raikkonen  1:35.158 Nasr            1:35.360

Longest stint of the race:

Medium 27 laps Ericsson and Massa
Soft 23 Perez
Supersoft 19 Perez

Truthometer: We predicted a three-stop strategy as being fastest, starting on supersoft and then switching to soft on laps 14, 29 and 43. Rosberg made his stops on laps 13, 30 and 39, but rather than using the supersoft to start and then three stints on the soft, he used the supersoft and the soft on alternate stints. 

For more information: please visit our all-new website, which is regularly updated with exclusive in-depth features, news and reviews. To find out more, please visit:
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Another P Zero will be in action next week: follow the launch of the latest P Zero tyre in Estoril (which last hosted a grand prix in 1996, exactly 20 years ago) on Pirelli’s social media channels.

The full pit stop summary is available in the attached pdf document.

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HAAS NO G.P.BAHREIN

Grande Prémio do Bahrein: Resumo da Qualificação

 

 

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Evento:  Qualificação para o Grande Prémio do Bahrein

Data:  Sábado, 2 de Abril

Local:  Bahrain International Circuit em Sakhir

Layout:  5,412 quilómetros (3,363 milhas), circuito de 15 curvas

Condições Climatéricas:  Céu limpo, 23ºC

Recorde da volta:  1m29,493s assinada por Lewis Hamilton em 2016 num Mercedes

Autor da Pole:  Lewis Hamilton Mercedes (1m29,493s)

Resultados:

Romain Grosjean 9º, alinhará na 5ª linha

Esteban Gutiérrez 13º, alinhará na 7º linha

 

  • 16 minutos, participando a totalidade dos 22 pilotos
  • Após sete minutos, o piloto mais lento é eliminado
  • A partir de então, o piloto mais lento é eliminado a cada 90 segundos até à bandeirada de xadrez
  • Sete pilotos são eliminados e os quinze mais rápidos passam à Q2
  • Grosjean:  11º (1m32,005s), passou à Q2
  • Gutiérrez:  13º (1m32,118s), passou à Q2
  • Piloto mais rápido:  Nico Rosberg Mercedes (1m31,325s)
  • Cutoff:  15º, Daniil Kvyat da Red Bull Racing (1m32,559s)

    • 15 minutos, participando os quinze pilotos mais rápidos da Q1
    • Após seis minutos, o piloto mais lento é eliminado
    • A partir de então, o piloto mais lento é eliminado a cada 90 segundos até à bandeirada de xadrez
    • Sete pilotos são eliminados e os oito mais rápidos passam à Q3
    • Grosjean:  9º (1m31,756s)
    • Gutiérrez:  13º(1m31,945s)
    • Piloto Mais Rápido:  Lewis Hamilton Mercedes (1m30,039s)
    • Cutoff:  8º, Nico Hulkenberg da Force India (1m31,604s)

      • 14 minutos, participando os oito pilotos mais rápidos da Q2
      • Após cinco minutos, o piloto mais rápido é eliminado
      • A partir de então, o piloto mais lento é eliminado a cada 90 segundos até à bandeirada de xadrez
      • Dois pilotos ficarão a disputar os 90 segundos finais, o mais rápido fica com a pole-position
      • Autor da Pole:  Lewis Hamilton Mercedes (1m29,493s)
      • Segundo:  Nico Rosberg Mercedes (1m29,570s)

       

      Com a Fórmula 1 a manter a qualificação estilo-eliminação para o Bahrein, a Haas F1 Team passou grande parte da preparação até sábado a treinar as saídas para a pista. O trabalho árduo e a execução habilidosa da equipa, combinada com a pilotagem sublime de Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, garantiu outra conquista para a equipa, dado que ambos os pilotos passaram pela primeira vez da Q1 à Q2.


      Todo o plantel de 22 carros optou por utilizar os Pirelli P Zero Vermelhos/Super-Macios para a qualificação. Foi rapidamente evidente que o ritmo do Haas VF-16 seria suficientemente forte para a equipa progredir para o segundo do três segmentos de qualificação. Ao completar a Q1 no 11º e 13º lugares, respectivamente, Grosjean e Gutiérrez passaram à Q2 pela primeira vez logo no segundo Grande Prémio da equipa.


      No final, Grosjean foi creditado com o nono tempo (1m31,756s), falhando a passagem à Q3 apenas por uma posição. No entanto, Grosjean pôde poupar um jogo de pneus para a corrida. O Gutiérrez garantiu o 13º tempo (1m31,945s).


      Lewis Hamilton bateu o recorde da qualificação do circuito e assegurou a pole-position, a sua terceira no Bahrein. A sua volta, 1m29,493s, a volta mais rápida alguma vez feita no Bahrein, bateu o anterior recorde de 1m29,848s, assinado por Fernando Alonso em 2005, quando estava na Renault.


       

      “A nossa posição é melhor que as nossas expectativa, portanto, isso é bom. Todos trabalharam de forma brilhante. Estava a falar com o Guenther (Steiner, o chefe de equipa) antes da qualificação e ele disse que esta sessão seria um enorme teste para nós. Sempre que saímos para a pista aprendemos mais. Estou muito orgulhoso destes rapazes. Amanhã teremos uma longa corrida – uma muito difícil devido às escolhas de pneus – mas penso que nos pode correr bem. Esperamos alcançar mais pontos, mas é uma pista muito distinta da da Austrália. Estou ansioso para começar a corrida.”


       

      “Foi uma qualificação muito competitiva e apertada para nós. Tive algum tráfego e foi difícil preparar os pneus nas voltas de saída. Por isso, o meu primeiro tempo na Q1 não foi muito bom. Contudo, a segunda volta foi muito melhor. A passagem à Q2 foi um esforço fantástico por parte da equipa, ao ter tudo pronto. Mais uma vez, encontrei algum tráfego e isso não foi ideal. No entanto, o mais importante para nós é concentrarmo-nos na corrida e em obter pontos. Estamos no 13º lugar e faremos o nosso melhor para maximizar tudo para amanhã.”


      “Hoje tivemos um bom dia. A terceira sessão de treinos-livres foi isenta de problemas e não podíamos desejar uma melhor qualificação. Alcançar o 9º e o 13º lugares coloca-nos numa boa posição para marcarmos pontos amanhã. Era exactamente aí que nos queríamos colocar. Ambos os pilotos realizaram um trabalho fantástico no momento certo. A equipa esteve muito bem nos momentos em que enviou os pilotos para a equipa, e temos que tirar o chapéu por isso. Fizemos tudo o que necessitávamos e agora vamos para a corrida com o intuito de conquistar mais pontos.


       

      -HaasF1Team-

       

      DI GRASSI EM LONG NBEACH

       

      Lucas di Grassi renasce na disputa com vitória em Long Beach

      Brasileiro se recupera de punição na etapa anterior e retoma a liderança do campeonato da Fórmula E com um ponto de vantagem sobre Sébastien Buemi

      Lucas di Grassi venceu o ePrix de Long Beach, sexta etapa da Fórmula E, neste sábado (2). Para quem havia deixado a prova anterior, na Cidade do México, com gosto amargo por ter vencido na pista e depois ser desclassificado por um erro da equipe, foi como uma redenção. O brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport, que então havia assumido a liderança com seis pontos de vantagem, viu sua condição virar fumaça e uma desvantagem de 22 pontos.

      Contudo, no belo balneário californiano situado às portas de Hollywood, a Fórmula E coroou seu protagonista com roteiro digno de filme. Até então com vantagem confortável na tabela, Sébastien Buemi não teve um bom final de semana, errou na classificação e errou mais ainda na corrida, e só levou dois pontos pela volta mais rápida. Di Grassi, por outro lado, ressurgiu para a disputa: largou em segundo e pressionou o então líder Sam Bird para, na 12ª das 41 voltas da corrida, realizar bela ultrapassagem para tomar a ponta - e não mais deixa-la até a bandeirada final.

      "Foi uma corrida fantástica. Provamos que o que aconteceu no México foi apenas um erro, e estamos de volta na briga. O foco é gigantesco: acredito na equipe e vamos sempre tentar conquistar o máximo possível de pontos. Tudo caminhou na direção certa hoje e é muito bom estar de volta à liderança", falou Di Grassi.

      A vitória recolocou o piloto brasileiro na liderança do campeonato, ainda que por um ponto. Para Lucas, no entanto, o resultado traz mais do que o ponto de vantagem na tabela. "Uma bela resposta pelo que aconteceu no México. Nessas horas é muito fácil abaixar a cabeça, jogar a toalha, dizer que o campeonato acabou ou brigar com a equipe", disse. "Mas isso mostra que quando se mantém a calma, coloca a cabeça no lugar, mantém o foco e o trabalho, os resultados aparecem. Agora estamos de novo na liderança do campeonato - o que é fantástico -, e vamos lutar até o final mesmo não tendo um carro tão bom quanto o de nossos concorrentes mais próximos", afirmou Lucas.

      De fato tem sido uma temporada espetacular por parte do brasileiro. Mesmo com um equipamento inferior ao da Renault e.Dams de Buemi, Lucas subiu ao pódio em todas as seis corridas da atual temporada, com três vitórias na pista. Estatisticamente, são cinco pódios e duas vitórias. Prova do trabalho de Di Grassi e a equipe. "Temos cometido menos erros e até agora tem sido um campeonato de sonho com pódios em todas as corridas. Isso mostra o nosso trabalho e o quanto estamos forçando o limite, buscando melhorar cada vez mais. Tenho toda confiança no time e agora, com um ponto na liderança, a gente parte para as etapas europeias com a mesma cabeça, a mesma vontade de vencer todas as corridas e, quando não for possível, somar pontos e brigar pelo campeonato", destaca o piloto.

      A Fórmula E inicia agora a segunda metade da temporada 2015-2016. No dia 23 de abril acontece o ePrix de Paris na capita francesa. Depois, a categoria dos carros elétricos passa por Berlim, Moscou e faz uma rodada dupla de encerramento na Inglaterra.

      "Resultado fantástico. Vencer em Long Beach é especial por tratar-se de uma prova tão tradicional e importante. Estou muito feliz. Queria agradecer aos fãs que votaram em mim no FanBoost, à TAG Heuer, à Eurobike que é minha única patrocinadora brasileira e que está comigo há tanto tempo, por meio do Henry Visconde, que é um grande amigo. O campeonato está aberto. Estamos vivos, então vamos para cima", concluiu.

      Antes da etapa parisiense, no entanto, Lucas tem outro compromisso: a abertura da temporada do FIA WEC, o Campeonato Mundial de Endurance, onde compete pela Audi Sport na classe LMP1. No próximo final de semana, o brasileiro disputa as 6 Horas de Silverstone.

      Resultado do e-Prix de Long Beach (Top-10):
      1-) LUCAS DI GRASSI (BRA), ABT Schaeffler Audi Sport - 41 voltas em 45min11s582 (média de 116,0 km/h)
      2-) Stéphane Sarrazin (FRA), Venturi - a 0s787
      3-) Daniel Abt (ALE), ABT Schaeffler Audi Sport - a 1s685
      4-) Nick Heidfeld (ALE), Mahindra Racing - a 2s343
      5-) Bruno Senna (BRA), Mahindra Racing - a 4s968
      6-) Sam Bird (GBR), DS Virgin - a 5s229
      7-) Jerôme D’Ambrosrio (BEL), Dragon Racing - a 6s735
      8-) Loïc Duval (FRA), Dragon Racing - a 8s057
      9-) Simona de Silvestro (SUI), Andretti - a 10s505
      10-) Mike Conway (GBR), Venturi - a 10s900

      CLASSIFICAÇÃO DA FÓRMULA E APÓS CINCO ETAPAS (Top-5):
      1-) LUCAS DI GRASSI, 101 pontos
      2-) Sébatien Buemi - 100
      3-) Sam Bird - 71
      4-) Jerôme D’Ambrosio - 64
      5-) Stéphane Sarrazin - 48


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      Champanhe para lavar a alma: Lucas vence e recupera liderança do campeonato
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      Comemoração efusiva de Lucas di Grassi
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      Não era para pouco: chegou 22 pontos atrás e saiu um à frente
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      Di Grassi ultrapassou Sam Bird na volta 12 e não mais deixou a liderança
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      Após a vitória, um beijo da esposa
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      Nada como uma corrida após a outra: ABT Schaeffler Audi Sport comemora
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      Companheiro de equipe Daniel Abt completou alegria do time ao chegar em terceiro
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      A próxima etapa da Fórmula E acontece em Paris no dia 23 de abril
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      ANTÓNIO FELIX DA COSTA SEM SORTE

      FÓRMULA E - LONG BEACH - ESTADOS UNIDOS

       

      ANTÓNIO FELIX DA COSTA SEM SORTE - FOI DESC LASSIFICADO

       

      Pole position para a corrida de hoje! Grande trabalho de toda a equipa! Sem dúvida é perfeito sair da frente, mas o mais importante é a corrida que é longa, vamos dar tudo para trazer esta para casa! Corrida hoje às 23:30 na Sporttv5-

       

       

      O meu pneu de trás esquerdo tinha menos 0.05 de pressão que o limite, isto significa que fui desclassificado, perdi a pole e vou ter de partir de último. Tem sido um ano cheio de sorte aqui na Formula E...


       

      CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

      Grande Prémio do Bahrein: Resumo de sexta-feira

       

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      Evento:  Primeira e segunda sessões de treinos-livres

      Data:  sexta-feira, 1 de Abril

      Local:  Bahrain International Circuit em Sakhir

      Layout:  5,412 quilómetros (3,363 milhas), circuito de 15 curvas

      Condições Climatéricas:  Sol, 22ºC

      Pilotos:  Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez

       

       

      Grosjean:  9º tempo (1m35,000s), 18 voltas completadas

      Gutiérrez:  13º tempo (1m35,309s), 19 voltas completadas

      Piloto mais rápido:  Nico Rosberg Mercedes (1m32,294s)

      Piloto com mais voltas:  Marcus Ericsson Sauber e Daniil Kvyat Red Bull (30 voltas)


       

      Gutiérrez:  12º tempo (1m33,129s), 31 voltas completadas

      Grosjean:  14º tempo  (1m33,384s), 23 voltas completadas

      Piloto mais rápido:  Nico Rosberg Mercedes (1m31,001s)

      Piloto com mais voltas:  Valtteri Bottas Williams (39 voltas)

       

       

      Depois da chuva e do vento de quinta-feira, o Sol deu as boas-vindas aos competidores quando começaram os treinos-livres para o Grande Prémio do Bahrein. Os treinos de sexta-feira no circuito de 15 curvas e 5,412 quilómetros foram divididos numa sessão da parte da tarde e outra de noite – ambas de 90 minutos – esta última sob a luminosidade da iluminação artificial.


      Na primeira sessão o piloto da Mercedes Nico Rosberg prosseguiu a sua boa forma evidenciada com a vitória no Grande Prémio da Austrália. Assinou a melhor volta da sessão com os Pirelli P Zero Amarelos/Macios. Com o mesmo tipo de pneus, os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, alcançaram o 9º (1m35,000s) e 13º (1m35,309s) tempos, respectivamente.


      Com o pôr do Sol e os holofotes ligados, os tempos caíram nas segunda sessão de treinos-livres. Os pneus Pirelli P Zero Vermelhos/Super-Macios foram os preferidos. Mais uma vez Rosberg foi o mais rápido, assinando a melhor marca de sexta-feira (1m31,001s), o que lhe permitiu bater o recorde da volta, realizado por Pedro de la Rosa, em McLaren, em 2005.


      A melhor volta do Gutiérrez foi efectuada na segunda vez que saiu das boxes, a sua primeira volta lançada com pneus super-macios novos. Grosjean, depois de ter iniciado a sessão com os Pirelli P Zero/Médio, trocou para os super-macios e marcou a sua melhor volta, 1m33,384s.


      Na segunda parte da sessão da noite os pilotos da Haas F1 Team focaram-se em fazer quilómetros. A aquisição de dados, em vez da velocidade, foi o objectivo declarado para o VF-16 durante estas séries longas. Isto foi importante quer para a qualificação de sábado, quer para a corrida de domingo, que também será realizada durante a noite.


      No seu conjunto a Haas F1 Team registou 91 voltas em ambas as sessões – 37 na primeira e 54 na segunda.


       

      “A segunda sessão de treinos-livres foi interessante. Rodámos diversos tipos de pneus, médios e super-macios. Isto permitiu-nos avaliar quais os melhores para a corrida. Tivemos uma pequena dificuldade com a asa dianteira, mas no geral foi um bom dia de trabalho. Tivemos dois carros em pista para tentar alcançar a melhor afinação. A sessão de sexta-feira à noite é sempre a mais concorrida do fim-de-semana. Amanhã faremos algumas modificações, na tentativa de ganharmos mais um pouco de performance para que possamos regressar aos resultados que obtivemos da parte da manhã. Não penso que seja impossível que estejamos perto do top-10.”


       

      “Foi muito bom para nós termos estado em pista de forma consistente. Na primeira sessão tivemos algumas dificuldades, mas felizmente fomos capazes de as ultrapassar rapidamente. Na segunda sessão tudo correu melhor. As condições do vento melhoraram. Pudemos reunir muitos dados, o que nos ajudará a preparar o dia de amanhã. No geral, estou satisfeito como tudo correu. Temos ainda algum trabalho para fazer amanhã, afinar o carro, mas estou ansioso por fazer a qualificação.”

       

      “Tivemos duas sessões muito boas, até aos derradeiros cinco minutos, quando tivemos algumas pequenas dificuldades no carro do Romain. Verificámos algum fumo, que parece ter sido fruto de uma fuga de óleo. Tivemos também algumas vibrações na asa dianteira, mas estamos a resolver o assunto. O Esteban desempenhou um bom trabalho. O carro está onde consideramos que pode estar este fim-de-semana. Vamos continuar a trabalhar esta noite para termos tudo resolvido até amanhã.”


       

      Os pilotos terão outra sessão de treinos-livres no sábado (15h00-16h00) antes do início da qualificação, às 18h00. Então, o formato estilo eliminação será usado, sendo o pelotão reduzido progressivamente a dois pilotos, que, teoricamente, lutarão pela pole-position nos derradeiros noventa segundos.


       

      -HaasF1Team-

       

       

      Sobre a Haas F1 Team:

      A Haas F1 Team estreia-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, sendo a primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing.

      Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      2016 Bahrain Grand Prix – Practice Sessions

      LAP RECORD BROKEN IN BAHRAIN AS TIMES FROM 2015 IMPROVE
      BY MORE THAN FIVE SECONDS IN FP1, THREE SECONDS IN FP2

      PERFORMANCE GAP OF AROUND 2.5 SECONDS BETWEEN
      MEDIUM AND SUPERSOFT

       Following some rain on Thursday, conditions for free practice at the Bahrain International Circuit were relatively cool and windy, with track temperatures dropping as FP2 took place in the evening: at the same time as qualifying and the race. The teams concentrated the majority of their set-up and tyre work into the second session, during which the race lap record established in 2005 was broken.

      Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “An indication of how much the lap times have generally improved from last year comes from the fact that the slowest time in FP1 this afternoon would have been the fastest FP1 time last year. Not only that but the race lap record was already broken in FP2. Conditions during FP2 are expected to be representative of qualifying and the race, so the teams have gathered plenty of data for what is looking like a race that will feature two, possibly three, pit stops for most competitors. During FP2 we encountered a very small amount of graining, in the cool conditions with a high fuel load. The low working range supersoft appears to have a pace advantage of about one second over the soft, helped by the cool temperatures.”

      FP1 – TIMES
      FP2 – TIMES
      1. Rosberg 1m32.294s soft new 1. Rosberg 1m31.001s  supersoft  new
      2. Hamilton 1m32.799s soft new 2. Hamilton 1m31.242s  supersoft  new
      3. Raikkonen 1m34.128s soft new 3. Button 1m32.281s  supersoft  new

      FP1 – BEST TIME PER COMPOUND

      MEDIUM Vettel  1m35.073s
      SOFT Hamilton  1m32.294s
      SUPERSOFT Not run in FP1

      FP2 – BEST TIME PER COMPOUND

      MEDIUM  Bottas  1m34.761s
      SOFT  Rosberg  1m32.173s
      SUPERSOFT  Rosberg  1m31.001s

      LONGEST STINTS OF THE DAY

      MEDIUM  Raikkonen  19
      SOFT  Magnussen  19
      SUPERSOFT  Ricciardo  13

      Tyre statistics of the day:

      Medium Soft Supersoft
      kms driven * 2101 3190 1343
      sets used overall ** 27 45 18
      highest number of laps ** 24 26 19

      * The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
      ** Per compound, all drivers combined.

      Minimum prescribed tyre pressures: 21.5psi (fronts) 19psi (rears) 

      Pirelli fact of the day: For Stoffel Vandoorne, who will start his first grand prix on Sunday, Bahrain is a place of auspicious debuts. The Belgian took his very first GP2 start in Bahrain in 2014 – and he went on to win the race. He qualified second on his Sakhir debut, before commencing a run of four consecutive GP2 poles. 

      Spotted in the paddock today: An extraordinary survivor: Nando Parrado. For those not familiar with him, the Uruguayan was one of just 16 people who walked out of the infamous 1972 Andes plane crash, playing an instrumental role in ensuring the rescue of his fellow Old Christians rugby team members by trekking through the mountains over a 10-day period to find help. After the crash he went on to become a professional racing driver, and is now a motivational speaker and television personality. 

      For more information: please visit our all-new website, which is regularly updated with exclusive in-depth features, news and reviews. To find out more, please visit:
      http://racing.pirelli.com/global/en-ww/bahrain-2016-practice

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      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      2016 Bahrain Grand Prix – Qualifying

      LEWIS HAMILTON CLAIMS POLE ON SUPERSOFT
      WITH FASTEST EVER LAP OF BAHRAIN

      THREE-STOP STRATEGY THEORETICALLY
      QUICKEST FOR THE RACE

      Using Pirelli’s 2016-specification P Zero Red supersoft tyre, Mercedes driver Lewis Hamilton set the fastest ever lap of Bahrain: 1m29.493s, eclipsing a record that stood since free practice in 2005. The supersoft was the default choice for all drivers in qualifying, which was a full second faster than the soft tyre and more than 2.5 seconds than the medium.

      Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “We experienced falling temperatures in Sakhir that made the circuit slightly faster at thwe end of each session. We’re expecting two to three pit stops tomorrow. Most of the top drivers didn’t save fresh sets of tyres for the race, which adds another interesting aspect. The top eight qualifiers will all start on used supersoft. From our initial calculations, we can see that there are a number of potentially different ways to approach the race, with no single strategy that stands out as being obviously quickest. There will be a lot of data analysis tonight, which should lead to a tactically intriguing race tomorrow with many different schools of thought.”

      How the tyres behaved today:
      Medium Teams trying to reduce the number of pit stops will use this in the race.
      Soft Likely to be used for the second stint: a large number of this compound available.
      Supersoft About a second faster than the soft: but at the cost of a short opening stint.

      Race strategy: This is one of the most interesting races strategically, with the tactics depending of course on each driver’s individual allocation. A three-stop strategy is theoretically quickest for the 57-lap race: start on supersoft, change to soft on lap 14, soft again on lap 29 and soft again on lap 43. If a driver has enough new supersofts available (around a second per lap faster than the soft) another effective strategy would be: start on supersoft, then change to supersoft again on laps 12 and 27, then a final stint on soft from lap 42. The fastest two-stopper would be start on supersoft, medium on lap 12, then soft from lap 37. However, this carries a significant pace disadvantage.

      F 3 – TOP 3 TIMES

       1. Vettel 1m31.683s Super Soft new
       2. Raikkonen 1m31.723s Super Soft new
      3. Rosberg 1m32.104s Super Soft new

      QUALIFYING – TOP 8

      1 Hamilton 01m29.493s Supersoft new
      2 Rosberg 01m29.570s Supersoft new
      3 Vettel 01m30.012s Supersoft new
      4 Raikkonen 01m30.244s Supersoft new
      5 Ricciardo 01m30.154s Supersoft new
      6 Bottas 01m31.853s Supersoft new
      7 Massa 01m31.155s Supersoft new
      8 Hulkenberg 01m31.620s Supersoft new

      LONGEST STINTS SO FAR

      MEDIUM Raikkonen 19 laps
      SOFT Magnussen  19
      SUPERSOFT Ricciardo 13

       BEST TIME BY COMPOUND SOFAR

      MEDIUM Bottas 1m34.761s
      SOFT Rosberg 1m32.173s
      SUPERSOFT Hamilton 1m29.493s

      For more information: please visit our all-new website, which is regularly updated with exclusive in-depth features, news and reviews. To find out more, please visit:
      http://www.pirelli.com/global/en-ww/bahrain-2016-qualifying

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      SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

      SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS MCOSTA

       

      G.P.BAHREIN

       

      Jean Todt, presidente da FIA, falou hoje com a imprensa no Bahrain. Ao que parece, duas palavras se destacaram:
      a que o presidente mais gosta - Governance (que é o que a FIA tem demonstrado pouco na F1 actual...)
      e a que menos gosta - Dictator (o que por vezes falta...)
      Sabem o que é triste: pensar que tenho saudades de Balestre e Mosley,

       

      CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

      CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

       

      G.P.BAHREIN

       

      FINALMENTE A FERRARI NA FRENTE

       

       

      CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

      CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

       

      G.P. BAHREIN

       

      2ª SESSÃO DE TREINOS

       

      TEMPOS FP2 Bahrain.

       

      TUDO A POSTOS PARA O G.P.BAHREIN

      TUDO A POSTOS PARA O G.P. DO BAHREIN

       

      JÁ ESTE FIM DE SEMANA

       

      Está tudo pronto para a segunda jornada do Campeonato do Mundf26 Copyf27 Copyf28 Copyf29 Copyf30 Copyf31 Copyo de Fórmula 1, que este fim mde semana está no Médio Oriente no Bahrein.f1 Copyf2 Copyf3 Copyf4 Copyf5 Copyf6 Copyf7 Copyf8 Copyf9 Copyf10 Copyf11 Copyf12 Copyf13 Copyf14 Copyf15 Copyf16 Copyf17 Copyf18 Copyf19 Copyf20 Copyf21 Copyf22 Copyf23 Copyf24 Copyf25 Copy

       

      GALERIA DE IMAGENS

      GALERIA DE IMAGENS

       

      FÓRMULA E NO MEXICO

       

      Embora com um pouco de atraso, apresentamos um pequeno grupo de imagens da passagem da Fórmula E pela cidade do México.fe1formulaemexico Copyfe2 Copyfe3 Copyfe4 Copyfe5 Copyfe6 Copyfe7 Copyfe8 Copyfe9 Copyfe10 Copyfe11 Copyfe12 Copyfe14 Copyfe15 Copyfe16 Copyfe17 Copy

       

      SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

      SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

       

      FÓRMULA 1

       

      CONFIRMADO: Alonso Out, Vandoorne In no Bahrain. O espanhol voltará a ser reavaliado antes do GP da China. 

       

      O HUMOR DE ANTÓNIO FELIX DA COSTA

      FÓRMULA E NOS ESTADOS UNIDOS

       

      LONG BEACH

       

      O HUMOR DE ANTÓNIO FELIX DA COSTA

       

      Dia de prepação aqui em Long Beach e talvez seja hora de pensar em fazer a barba... Concordam? Vamos a ver...


       

      EUROSPORT PREPARADA PARA O BAHREIN

       

      FÓRMULA 1:

      GRANDE PRÉMIO DO BAHREIN NO EUROSPORT 2

      Cobertura integral em direto: sessões de treino, qualificação e corrida

       

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      Emoção em direto e até à bandeira de xadrez!

      A temporada 2016 da Fórmula 1 teve início a 20 de março com o Grande Prémio da Austrália. E em abril o Eurosport 2 vai continuar a oferecer aos adeptos todo o espetáculo da Fórmula 1, a começar pelo GP do Bahrein, segunda prova do calendário, a realizar já no domingo dia 3. As transmissões Eurosport 2 incluem a cobertura da totalidade do programa de cada fim de semana de F1: sessões de treinos, qualificação e corrida.


      O segundo Grande Prémio da edição 2016 do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 tem como palco o Circuito Internacional do Bahrein, na região de Sakhir, em pleno deserto. É uma corrida noturna, disputada totalmente sob iluminação artificial.

       

      O GP do Bahrein é um dos desafios mais duros para os travões, pois este ciruito tem retas grandes e travagens fortíssimas; é também um desafio para os pneus, porque os treinos começam ainda com a luz do dia, mas a corrida realiza-se à noite, podendo existir uma amplitude térmica superior a 15° C.

       

      GP F1 DO BAHREIN – COBERTURA EUROSPORT 2:

      1. oSexta 1 abril

      12:00   1.º Treino Livre

      16:00   2.º Treino Livre

      1. oSábado 2 abril

      13:00   3.º Treino Livre

      15:45   Qualificação

      1. oDomingo 3 abril

      15:30   Grelha de Partida

      16:00   Corrida

      1. oSegunda 4 abril

      19:00   Resumo da Prova

       

      Depois do emocionante e espetacular Grande Prémio da Austrália, com Sebastian Vettel a confirmar o prognóstico de que a temporada 2016 poderá bem assistir a uma fantástica batalha a três entre o alemão da Scuderia Ferrari e os dois Mercedes AMG Petronas de Lewis Hamilton e Nico Rosberg, segue-se, entre 1 e 3 de abril, o GP do Bahrein. Onde o campeão do mundo em título Lewis Hamilton venceu as duas últimas edições (2014 e 2015). O seu companheiro de equipa Nico Rosberg nunca ganhou no Bahrein, mas vem de um ciclo muito bom depois de vencer a ronda inaugural na Austrália, juntando a essa as vitórias nas últimas três corridas no ano passado; este é um ano crucial para Rosberg, para confirmar que tem fibra de campeão e legitimidade para manter o seu lugar na Mercedes.

       

      O especialista Filipe Albuquerque (ex-piloto de testes da equipa Red Bull F1; piloto oficial Audi no WEC) será o piloto convidado para os comentários Eurosport, antecipando assim o segundo GP da temporada: Estou bastante expectante relativamente a este segundo Grande Prémio, como acredito esteja a grande maioria das pessoas. Será que a Mercedes terá hegemonia como no ano passado, ou a Ferrari está mais próxima do que aquilo que imaginamos? Acho que vai ser uma prova onde algumas dúvidas se vão dissipar. Ficou no ar uma série de ‘ses’ que só se vão confirmar depois de uma segunda corrida. Vai ser por isso muito interessante para mim estar no Eurosport a comentar esta prova. A F1 é um campeonato que acompanho desde sempre, pelas razões óbvias, e é com enorme prazer que me junto aos outros comentadores com a missão de passar para os telespetadores mais e melhor informação sobre a modalidade.

       

      Viva a experiência única da Fórmula 1 em direto e exclusivo no Eurosport 2!


       

       

       

       

      Sobre o Eurosport

      Eurosport, o difusor desportivo detido pela Discovery, junta fãs e atletas à volta dos maiores eventos do desporto. Os seus canais, Eurosport 1, Eurosport 2 e Eurosportnews, chegam a um total de 243 milhões de assinantes através de 99 países na Europa, Ásia-Pacífico, África e Médio Oriente. Eurosport.com é o principal website de informação desportiva na Europa, registando até 23 milhões de visitantes todos os meses. Eurosport Player é um serviço televisivo online que oferece acesso ilimitado aos melhores eventos do calendário, disponível a qualquer momento e a partir de qualquer dispositivo em 52 países. Eurosport Events é especializada na gestão e promoção de eventos desportivos internacionais.

      Para mais informações, visite corporate.eurosport.com

       

      Em Portugal os canais Eurosport estão disponíveis nos operadores NOS, MEO, Cabovisão e Vodafone.

      Site Eurosport Portugal: tv.eurosport.pt

      Eurosport Portugal no Facebook: www.facebook.com/Eurosport

       

      ANTÓNIO FELIX DA COSTA PREPARADO PARA MAIS UMA JORNADA

      FÓRMULA E NOS ESTADOS UNIDOS

       

       

      ANTÓNIO FELIX DA COSTA PREPARADO PARA MAIS UMA JORNADA NA FÓRMULA E

       

      A mítica corrida de Long Beach é já este fim-de-semana, já cheguei a este país incrível. Adoro os Estados Unidos e espero gostar ainda mais depois deste fim-de-semana, vamos com tudo!


       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      A PIRELLI ANUNCIA OS COMPOSTOS SELECIONADOS E OS JOGOS OBRIGATÓRIOS PARA O GP DO MÓNACO 2016

       

       

        Para o sexto grande prémio da época, a realizar no circuito citadino do Mónaco* de 26 a 29 de Maio, a Pirelli  irá levar os seguintes três compostos:

       

      • P Zero Amarelo, composto macio
      • P Zero Vermelho, composto supermacio
      • P Zero Roxo, composto ultramacio (Estreia em GP)

       

      Os compostos que a Pirelli estipulou que têm de ser utilizados na corrida, são:

      • Um jogo de P Zero Amarelo, composto macio
      • Um jogo de P Zero Vermelho, composto supermacio 


      Cada piloto tem ambos os  jogos disponíveis para a corrida, tendo que utilizar pelo menos um deles.

       

      Os pneus atribuídos para a sessão de qualificação Q3, são:

       

      • Um jogo P Zero Roxo, composto ultramacio

       

      De acordo com o regulamento, cada piloto tem que reservar para a Q3 um jogo do composto mais macio dos três designados. Depois da Q3, os pilotos que se qualificaram entre os 8 primeiros, terão que devolver este jogo à Pirelli, enquanto os restantes podem guardar para a corrida, como já acontece na presente época.

       

      As equipes têm liberdade para optar pelos outros jogos, até um total de 13 jogos para todo o fim de semana.

       

      *A nova normativa de pneus para 2016, estipula que a seleção dos compostos para as provas fora da Europa, tem que ser realizadas com 14 semanas de antecedência, ao invés das provas europeias que o prazo é de oito semanas.

       

       

      A seleção de compostos de pneus até à presente data:

       

      Roxo

       

      Vermelho

       

      Amarelo

       

      Branco

       

      Laranja

      Austrália

      Supermacio

      Macio

      Medio

      Bahrein

      Supermacio

      Macio

      Medio

      China

      Supermacio

      Macio

      Medio

      Russia

      Supermacio

      Macio

      Medio

      Espanha

      Macio

      Medio

      Duro

      Mónaco

      Ultramacio

      Supermacio

      Macio

      Canadá

      Ultramacio

      Supermacio

      Macio

      Azerbeijão

      Supermacio

      Macio

      Medio

       

      HAAS PREPARADA PARA O BAHRAIN

       

      Manter os Ganhos no Bahrein

      Depois de um fim-de-semana “pontuado” na Austrália, a Haas F1 Team quer mais em Sakhir


       Até a Haas F1 Team se estrear no Grande Prémio da Austrália, há pouco mais de uma semana, tinham passado trintas anos até que uma equipa americana competira no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1. O nosso objectivo passava por marcar presença completamente preparados e colocar dois carros em pista a realizar tempos competitivos. Para os curiosos veteranos da indústria o interesse era saber que tipo de organização era a Haas F1 Team, mas a presença profissional demonstrada nos testes de pré-temporada em Barcelona e na primeira corrida da época, na Austrália, ultrapassou as suas expectativas.


      As expectativas foram ultrapassadas largamente, quando o piloto da Haas F1 Team Romain Grosjean terminou no sexto lugar – o seu melhor resultado depois de conquistar o terceiro lugar no Grande Prémio da Bélgica do ano passado, em Agosto. Esta performance valeu-lhe oito pontos no Campeonato de Pilotos e valeu oito pontos à Haas F1 Team no Campeonato de Construtores. Colocou os rookiesnum surpreendente quinto lugar do Campeonato de Construtores, batendo equipas com décadas de experiência. A última vez que uma equipa de Fórmula 1 pontuou na sua corrida de estreia foi em 2002, quando Mika Salo terminou no sexto posto o Grande Prémio da Austrália ao serviço da Toyota, há catorze anos.


      O colega de equipa de Grosjean, Esteban Gutiérrez, mostrou-se igualmente rápido na Austrália, apesar de não ter alcançado os resultados de acordo com o seu esforço. Na qualificação, Gutiérrez estava a realizar uma volta que o colocaria no sétimo lugar da Q1, mais do que suficiente para lhe permitir avançar para a Q2. Mas o tempo tinha-se esgotado e em vez de ser um dos quinze mais rápidos e avançar para a segunda ronda da qualificação, o Gutiérrez quedou-se pelo vigésimo posto. A conclusão a retirar era que, apesar do resultado insatisfatório, Gutiérrez sabia que, no domingo, o seu carro seria rápido e capaz de lhe permitir recuperar até mais à frente. Infelizmente, a corrida do Gutiérrez terminou na décima sétima volta, quando o Fernando Alonso embateu no pneu traseiro/esquerdo do carro do mexicano ao aproximarem-se da Curva 3. O impacto lançou Alonso para o ar e enviou o Gutiérrez para um pião que terminou na escapatória de brita. Ambos os pilotos saíram pelo seu próprio pé do violento acidente.


      Os azares do Gutiérrez e a conquista de pontos do Grosjean fazem agora parte do passado, dado que a Fórmula 1 está agora caminho do Bahrein, o local da segunda ronda da temporada que tem vinte e uma corridas. Os treinos-livres iniciam-se no dia 1 de Abril, com a qualificação no sábado, 2 de Abril, e o Grande Prémio do Bahrein no domingo, 3 de Abril.


      O Grosjean alinhou por quatro vezes nos 5,412 quilómetros (3,363 milhas) e quinze curvas do Bahrain International Circuit, em Sakhir, tendo como melhor resultado dois terceiros lugares obtidos em 2012 e 2013. O terceiro lugar assegurado em 2012 marcou a estreia de Grosjean no pódio. Gutiérrez alinhou por duas vezes no Bahrein, ambas com a Sauber F1 Team, em 2013 e 2014.


      O Bahrein realizou em 2004 a sua estreia no calendário da Fórmula 1, tornando-se no primeiro Grande Prémio realizado no Médio Oriente. O Grande Prémio do Bahrein de 2016 marca a décima segunda edição da sua história. O circuito é conhecido pelas suas enormes escapatórias e uma largura substancial ao longo do seu layout. Isto encoraja as ultrapassagens, mas tem sido criticado por não punir os pilotos que cometem erros e continuam em corrida. Dado que a pista é localizada no meio do deserto, a areia pode colocar alguns problemas – para o nível de aderência na pista e para a performance do carro, com os filtros do motor a serem verificados regularmente.


      Estes desafios, juntamente com o elevar das expectativas da Haas F1 Team depois da sua performance na Austrália, dão as boas-vidas à organização. 

      Bahrain International Circuit

      Perímetro: 5,412 km (3,363 milhas)

      Voltas: 57

      Distância de corrida: 308,238 km (191,53 milhas)

      Transmissão: Eurosport 2   Grelha de Partida: 15h30  / Corrida: 16h00

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      Sobre a Haas Automation

      A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitarwww.HaasCNC.com.

      Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal


      A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ oufacebook.com/haasportugal.

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      A Haas F1 Team já efectuou a sua estreia em Grandes Prémios. Foi, obviamente, sublinhada com o sexto lugar do Grosjean, mas no geral, como tudo correu e o que ensinamentos alcançados na Austrália se aplicam ao Bahrein?

      “Tivemos os nossos altos e baixos. Começámos por não conseguir testar o suficiente nos treinos-livres de sexta-feira. Tentámos recuperar no sábado de manhã, durante a sessão de treinos-livres, mas tivemos um incidente, com um carro a embater no Romain (Grosjean) quando saía da garagem. Não começou da melhor forma e, depois, a qualificação não nos correu da melhor forma, mas a equipa recuperou e estávamos prontos para domingo. Mostrámos um bom ritmo de corrida e estávamos prontos para competir. No final, foi muito positivo. Foi difícil chegar ao período positivo, mas com muito trabalho com muita gente trabalhadora, chegámos lá. Agora, o maior risco é replicar isto, o que não será fácil, mas certamente que voltaremos a tentar.”


      Depois de ter regressados à base da Haas F1 Team na Carolina do Norte, foi-lhe possível perceber de que forma a performance da equipa na Austrália ecoou no Estados Unidos?

      “Penso que ecoou de uma forma muito positiva no automobilismo americano. Mesmo aqueles que não seguem a Fórmula 1 consideraram ter sido uma grande conquista para uma nova equipa americana terminar no sexto lugar, uma vez que o país já não tinha presença na Fórmula 1 há trinta anos.”

       

      Visto de fora, parece que a Haas F1 Team assumiu uma abordagem pouco ortodoxa para construir uma equipa de Fórmula 1. E muito embora isso seja verdade, será que a performance da equipa na Austrália sustenta a vossa metodologia, sobretudo no que diz respeito à parceria com a Scuderia Ferrari e a Dallara?

      “Penso que o nosso plano está a funcionar, mas não vamos terminar todas as corridas no sexto lugar, portanto, temos que ser cuidadosos com as nossas expectativas. Penso que mostrámos que é possível construir uma equipa e entrar para o meio do pelotão. Não ficámos em último na Austrália, o que era um dos nossos objectivos, e penso que também não seremos últimos no final do ano. A forma como chegámos até aqui é um sinal de que o nosso plano está a funcionar.”


      A Haas F1 Team mostrou-se forte na primeira prova da temporada, na Austrália. A História mostra-nos que nem todos os Grandes Prémios serão tão bem-sucedidos. Como gere as expectativas, internamente e externamente?

      “Não estamos a ser arrogantes devido ao nosso sucesso e teremos corridas onde não estaremos ao nosso nível. O nosso sexto lugar na Austrália motiva a equipa, que trabalha arduamente e tenta efectuar o melhor trabalho que pode. Se continuarmos a fazer o que fizemos em Melbourne, teremos bons resultados.”

       

      O aspecto negativo do sexto lugar do Grosjean na Austrália foi o facto do Gutiérrez ter sido apanhado num acidente.

      Haviam alguns danos na traseira/esquerda do carro do Gutiérrez. O que é preciso fazer para o reparar e que tipo de logísticas estão envolvidas para o deixar pronto para o Bahrein?

      “Algumas peças, por exemplo o chassis, foram enviadas para a Europa para ser verificadas e reparadas, dado que não o podemos fazer no Bahrein. Temos peças suficientes para construir outro chassis, portanto, é isso que faremos. Depois, o chassis reparado será enviado aereamente para o Bahrein para servir de reserva. A rapaziada terá que trabalhar dia e noite para tudo estar pronto no Bahrein, mas é alcançável. O nosso número de sobressalentes está em baixo, mas temos suficientes para prosseguir, portanto, vamos continuar a trabalhar.”

       

      A Haas F1 Team tem lidado com a adversidade muito bem – seja com questões técnicas durante a segunda semana de testes em Barcelona ou com o incidente no pit-lane durante a sessão de treinos-livres do sábado na Austrália. Da sua perspectiva, como está este novo grupo de pessoas a trabalhar?

      “Escolhemos pessoas de grande qualidade. Ninguém fica abatido com a adversidade. Todos ficam motivados. Trabalham na solução e não no problema. Trabalham juntos, porque são profissionais e sabem o que podem fazer enquanto equipa. Tudo se resume a pessoas de qualidade e penso que a nossa qualidade é muito elevada.”

       

      Com o mau tempo de sexta-feira na Austrália, a equipa viu o seu trabalho de afinação do carro comprometido. As condições climatéricas no Bahrein, normalmente, são muito consistentes, e isso significa consistentemente seco. Quão útil será para a equipa e para si um fim-de-semana de condições climatéricas consistentes?

      “Se tivemos um bom dia de treinos-livres com ambos os carros e seis horas de pista, será fantástico apenas para aprender mais sobre a máquina.”

       

      Com o acidente do Gutiérrez na décima sétima volta e a troca de pneus do Grosjean durante a situação de bandeiras vermelhas, a Haas F1 Team não efectuou qualquer troca de pneus nas boxes na Austrália. Como está a equipa a preparar-se para as trocas de pneus e existe alguma preocupação por esse elemento do programa não ter sido ainda verdadeiramente testado?

      “Não nos queixámos por não termos feito qualquer troca de pneus na Austrália, mas teremos que o fazer no Bahrein, certamente. Faremos inúmeras coisas durante os treinos-livres para garantirmos que estaremos prontos. Na Austrália não precisámos de fazer trocas de pneus, mas isso não vai voltar a acontecer no Bahrein. Vamos estar concentrados em treinar as paragens nas boxes durante o fim-de-semana de modo a que a equipa vá para a corrida confiante de que está devidamente preparada.”

       

      De que forma a adição de um terceiro tipo de pneus como opção influenciou a vossa estratégia para a Austrália, e que impacto considera que terá a vossa estratégia de pneus no Bahrein?

      “Todos terão um terceiro tipo de pneus como opção, portanto, temos que lidar com isso. Não penso que isso tenha um grande impacto, é o mesmo para todos. Temos apenas que ter a certeza de que usamos as três opções que temos da melhor forma possível.”



      A Haas F1 Team já efectuou a sua estreia em Grandes Prémios. É evidente que a Austrália correu muito bem para ti. Que conclusões podes tirar de lá e de que forma as podes aplicar no Bahrein?

      “Para ser honesto, correu melhor do que o esperado. Foi um fim-de-semana complicado com o tempo e uma qualificação difícil para todos. O domingo é o dia em que queremos realmente andar bem e nós estivemos muito bem. O carro mostrou-se fiável e chegou ao fim. A estratégia foi perfeita. Desde o primeiro dia que o carro mostrou um potencial enorme. Mostrá-mo-lo na Austrália. Com pouco trabalho de afinação, colocámos o carro em pista e conseguimos manter o sexto lugar no final do Grande Prémio.”


      A Haas F1 Team tem lidado com a adversidade muito bem – seja com questões técnicas durante a segunda semana de testes em Barcelona ou com o incidente no pit-lane durante a sessão de treinos-livres do sábado na Austrália. Da tua perspectiva, como está este novo grupo de pessoas a trabalhar?

      “Muito bem. Desde os testes de Inverno que todos na equipa trabalham como se trabalhassem há diversos anos. Era isso que as pessoas viam de fora e era isso que eu via do lado de dentro. A terceira sessão de treinos-livres da Austrália foi um bom exemplo. Mudaram o fundo plano do carro em apenas vinte e cinco minutos, o que é fantástico. Conseguiram colocar o carro em pista em todas as situações. Não houveram erros. É claro que todos podemos melhorar e ficarmos mais adaptados a tudo mas, no geral, existe um bom sentimento na equipa. É um bom grupo de pessoas.”

      Com o mau tempo de sexta-feira na Austrália, a equipa viu o seu trabalho de afinação do carro comprometido. As condições climatéricas no Bahrein, normalmente, são muito consistentes, e isso significa consistentemente seco. Quão útil será para a equipa e para ti um fim-de-semana de condições climatéricas consistentes?

      “Seria muito conveniente. Precisamos de ter mais tempo de pista. Temos que fazer mais quilómetros e aprofundar o nosso entendimento do carro. Temos uma longa lista de coisas que queremos experimentar e fazer para melhorar. É muito trabalho mas, por outro lado, significa que podemos melhorar bastante o carro. Gosto de manter uma postura positiva. Se pudermos fazer parte dessas coisas no Bahrein, o carro irá melhorar e isso permite-nos continuar a trabalhar e lutar por melhores resultados.”


      De que forma a adição de um terceiro tipo de pneus como opção influenciou a vossa estratégia para a Austrália, e que impacto consideras que terá a vossa estratégia de pneus no Bahrein?

      “Na verdade, é muito bom. Abre mais as opções estratégicas e o racciocínio, provavelmente dá mais trabalho no pit-wall para tentar perceber qual o melhor pneu para prosseguir. Significa mais trabalho na sexta-feira para entender cada um dos pneus, para perceber a sua durabilidade. Poderemos ver pilotos diferentes no comando em Grandes Prémios distintos.”


      Foste de Barcelona para a tua casa em Genebra, para depois ires competir à Austrália para mais tarde regressares a casa antes de ires para o Bahrein. O que fazes fisicamente e mentalmente para combater a fadiga que advém de teres viajado ao longo de tantos paralelos durante um mês?

      “É um choque para o corpo.Existem algumas técnicas, algumas coisas que temos que fazer. É claro que, fisicamente, a preparação é muito importante. O restante é dormir muito. Estamos que estar prontos para a hora local seguinte o mais cedo possível. O Bahrein é muito perto de Genebra no que diz respeito à diferença horária, portanto, é porreiro. A Austrália é sempre uma das mais duras, porque está dez horas a nossa frente, mas aprendemos a viver com isso.”

       

      Explica-nos uma volta ao Bahrain International Circuit.

      “O Bahrein é um circuito que não parece muito técnico quando se olha para o papel, mas adoro rodar lá. Uma enorme recta conduz à Curva 1. Temos uma travagem muito forte e uma saída complicada para a Curva 2, e então enfrentamos a colina e aproximamo-nos da Curva 4. Tem uma travagem difícil, com muitas forças G laterais e aceleração a caminho da secção de alta velocidade das curvas 5, 6 e 7. O vento pode ter muita influência nestas curvas. Depois temos o gancho no final da colina, a que se seguem as curvas 9 e 10, onde podemos facilmente bloquear as rodas da frente, dado que são muitas forças G durante a travagem. Seguimos para a recta traseira, que nos leva para a Curva 11, uma curva a subir, seguida da 12, que pode ser a fundo se tivermos um carro muito bom. Temos uma travagem difícil para a Curva 13, dado virmos de uma curva de alta velocidade. Queremos colocar a potência no chão o mais cedo possível para seguirmos para a Curva 14, mais uma vez experimentamos uma travagem muito forte antes de acelerarmos para a recta da meta.”

       

       

      A Haas F1 Team já efectuou a sua estreia em Grandes Prémios. Como correu e que conclusões podes tirar da Austrália para aplicar no Bahrein?

      “No seu todo foi uma experiência positiva, excepto o infeliz incidente que tivemos durante a corrida. Efectuámos um trabalho muito bom como equipa. Obviamente, marcar pontos deixa-nos com muita confiança, mas temos ainda muito trabalho por fazer. Penso que, no geral, podemos ir para o Bahrein dar mais um passo em frente enquanto equipa. Tanto na organização como na comunicação não tem havido muito tempo para a equipa respirar, dado que foi preciso trabalhar arduamente para construir o carro e testar em Barcelona e depois foi o primeiro Grande Prémio. Esperamos poder consolidar tudo, ter tudo pronto e tentar tirar o melhor partido do nosso potencial.”


      A Haas F1 Team tem lidado com a adversidade muito bem – com questões técnicas durante a segunda semana de testes em Barcelona ou com o acidente no pit-lane durante a sessão de treinos-livres do sábado na Austrália. Da tua perspectiva, como está este novo grupo de pessoas a trabalhar?

      “Podemos estar muito orgulhosos com o que alcançámos e com a forma como reagimos, considerando que somos uma equipa nova, mas ainda temos muito trabalho por fazer. São coisas que virão com a experiência, estamos a melhorar sempre que vamos para a pista.”


      Com o mau tempo de sexta-feira na Austrália, a equipa viu o seu trabalho de afinação do carro comprometido. As condições climatéricas no Bahrein, normalmente, são muito consistentes, e isso significa consistentemente seco. Quão útil será para a equipa e para ti um fim-de-semana de condições climatéricas consistentes?

      “Será muito positivo, dado que dessa forma poderemos finalmente trabalhar, fazer algumas experiências com o carro e com a sua afinação. Infelizmente, não pudemos fazer isso. É impressionante que, muito embora não tenhamos experimentado muitas coisas, tenhamos uma base tão boa. Portanto, estou verdadeiramente ansioso para conhecer ainda mais o carro, para o experimentar ainda mais e trabalhar na melhor direcção para a nossa afinação. O Bahrein ajudar-nos-á a rodar de uma forma mais consistente, a dar mais voltas nas sessões de treinos-livres e, de preferência, a ter um fim-de-semana sem problemas.”


      De que forma a adição de um terceiro tipo de pneus como opção influenciou a vossa estratégia para a Austrália, e que impacto consideras que terá na vossa estratégia de pneus no Bahrein?

      “Fazemos muita experiências para tentar conhecer os compostos dos pneus e a forma como reagem em diferentes circunstâncias. Tornou as corridas e o fim-de-semana interessantes, dado que existe mais estratégia da parte de cada uma das equipas, que escolhem os pneus que funcionam melhor nos seus carros.”


      Foste de Barcelona para a tua casa no México, para depois ires competir na Austrália para mais tarde regressares a casa antes de ires para o Bahrein. O que fazes fisicamente e mentalmente para combater a fadiga que advém de teres viajado ao longo de tantos paralelos durante um mês?

      “O mais importante é prosseguir com o ritmo de treino. A experiência ajudou-me a lidar com o jet-lag, portanto, isso não é verdadeiramente um problema. Tento organizar a minha agenda da melhor forma possível de modo a minimizar o tempo de viagem e número de locais onde tenho que ir. Tento encontrar o melhor equilíbrio e o melhor compromisso para todas as minhas responsabilidades.”


      Explica-nos uma volta ao Bahrain International Circuit.

      “Existe uma grande travagem para a Curva 1, de que eu gosto muito após uma recta muito longa. De seguida temos uma saída muito complicada da Curva 1 para a Curva 2, com muitas forças laterais, enquanto tentamos colocar a potência no chão à saída de uma curva muito lenta. Acelerar naquela zona não é fácil. Depois vamos para a Curva 4 e a superfície da pista muda muito. A curva fecha muito no fim, portanto, temos que preparar muito bem a curva para termos uma saída confortável, com o carro bem equilibrado. Então chegamos às curvas 5, 6 e 7 – curvas rápidas. Logo de seguida estamos no gancho. Descemos para a Curva 8, é complicado dado que o vento afecta o carro e, por vezes, temos o vento de frente, o que torna a curva mais fácil. Mas quando temos o vento pelas costas, torna a travagem muito complicada e difícil realizar o gancho de modo a ter uma boa saída. As curvas 9 e 10 são das mais difíceis da temporada. Travamos com muitas forças laterais, aqui o equilíbrio da travagem é muito particular, não tendo paralelo a outra de todo o calendário. Vamos para a recta traseira, temos uma curva de média/alta velocidade de que gosto muito – a Curva 11. Subimos, temos uma direita rápida, a Curva 12, e chegamos à Curva 13, uma direita, depois de uma curva de altíssima velocidade. É muito importante travar a direito e voltar a ganhar velocidade, porque é muito rápida. Diria que é uma curva de média/alta velocidade onde podemos ganhar muita vantagem com uma boa velocidade no apex. Entramos na última curva, que prepara a longa recta da meta. É um pouco complicada, dado que a saída é distinta. Quando chegamos ao corrector a curva fecha um pouco, o que a torna interessante. Agora, estou a ansioso por chegar lá para entrar no carro.”


       

       

      Bahrain International Circuit

      • Número de voltas de corrida: 57

      • Distância de corrida: 308,238 quilómetros (191,53 milhas)

      • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h

      • Este circuito de 5,412 quilómetros (3,363 milhas) e 15 curvas – o Bahrain International Circuit – recebe a Fórmula 1 desde 2004, tendo no ano passado albergado a décima primeira edição da prova. (A corrida de 2011 foi cancelada).

      • Pedro de la Rosa detém o recorde da volta mais rápida em corrida do Bahrein (1m31,447s), realizada em 2005 com um McLaren.

      • Fernando Alonso possui o recorde da melhor volta em qualificação do Bahrein (1m29,848s), realizada em 2005 com um Renault.

      • O Bahrein International Circuit é uma pista construída tendo em vista a Fórmula 1. Estreou-se em 2004, tendo o Bahrein sido o primeiro Grande Prémio realizado no Médio Oriente. O circuito é conhecido pelas suas enormes escapatórias e pela largura da pista. Isto encoraja as ultrapassagens, mas normalmente é criticado por não punir os pilotos que cometem erros e se mantêm em pista. Dado que a pista é localizada no meio do deserto, a areia pode colocar alguns problemas – ao nível da aderência do asfalto e ao nível da performance do carro, com os filtros do motor a serem verificados sucessivamente. A corrida inicia-se ao fim da tarde e termina de noite, com as temperaturas a irem desde o calor do dia até ao frio da noite, adiccionando outra variável às afinações do carro.

      • Em média, as temperaturas no Bahrein no fim de Março aumenta todos os dias, com a temperatura máxima a subir desde os 22ºC até os 27ºC durante um mês. Por seu lado, as temperaturas mínimas sobem dos 17ºC para os 20ºC. O índice de nebulosidade é de 31% e, em média, a probabilidade de ocorrência de chuva é de 26%. A humidade varia entre os 42% (confortável) até aos 85% (muito húmido). A velocidade do vento varia entre os 5 Km/h e os 29 Km/h, raramente excedendo os 42 Km/h.

      • Apesar das bebidas alcoólicas serem legais no Bahrein, os pilotos não utilizam champagne na tradicional cerimónia do pódio. Os organizadores da corrida fornecem-lhes Waard, uma bebida sem álcool feita de água de rosas e de romã. 

      • A Pirelli leva para a Bahrein três compostos:

        • P Zero Branco/Médio – menos aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)

        • P Zero Amarelo/Macio – mais aderência, desgaste médio (usado para séries curtas de voltas, e para a Q1)

        • P Zero Vermelho/Super-Macios – proporciona a maior aderência e maior índice de desgaste (usado na qualificação e para momentos da corrida seleccionados)

      • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis.

      • Um piloto pode usar os três jogos de Pirelli na corrida. Por exemplo, se tiver usado os P Zero Vemelhos/super-macios para passar da Q2 à Q3, terá que iniciar a corrida com esses pneus e tentar realizar algumas voltas bastante rápidas para ganhar alguma margem para os seus adversários antes entrar nas boxes para montar os P Zero Brancos/médios. Depois, dependendo das circunstâncias da corrida, noutra paragem nas boxes, pode montar os P Zero Amarelos/macios, permitindo ao piloto atacar durante as últimas voltas.

      • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Desses 13 jogos, os pilotos e as suas respectivas equipas podem escolher as especificações de dez deles entre os três compostos disponíveis. Os restantes três jogos são definidos pela Pirelli – dois tipos obrigatórios para a corrida (um jogo de P Zero Amarelo/macio e um de P Zero Branco/médio) e um tipo obrigatório para a Q3 (um jogo de P Zero Vermelho/super-macios). A Haas F1 Team seleccionaram os seguintes jogos:
        • Grosjean: dois jogos de P Zero Branco/médio, quatro jogos de P Zero Amarelo/macios e setejogos de P Zero Vermelho/super-macios

        • Gutiérrez: um jogo de P Zero Branco/médio, cinco jogos de P Zero Amarelo/macios e setejogos de P Zero Vermelho/super-macios

      • Depois e muita delibiração, o novo formato de qualificação que estreou na primeira prova da temporada, o Grande Prémio da Austrália, está de regresso no Bahrein. É um formato em estilo de eliminação dividido em três sessões e funciona da seguinte forma:
        • Q1
          • 16 minutos, com todos os 22 pilotos
          • Após sete minutos, o piloto mais lento é eliminado.
          • A partir de então, o piloto mais lento é eliminada a cada noventa segundos até à bandeirada de xadrez.
          • Sete pilotos são eliminados e quinze seguem para a Q2.
        • Q2
          • 15 minutos, tomando parte os quinze pilotos mais rápidos da Q1
          • Após seis minutos, o piloto mais lento é eliminado
          • A partir de então, o piloto mais lento é eliminada a cada noventa segundos até à bandeirada de xadrez.
          • Sete pilotos são eliminados e oito seguem para a Q3
        • Q3
          • 14 minutos, tomando parte os oito pilotos mais rápidos da Q2
          • Após cinco minutos, o piloto mais lento é eliminado
          • A partir de então, o piloto mais lento é eliminado a cada noventa segundos até à bandeirada de xadrez
          • Ficarão dois pilotos para os noventa segundos finais, criando um duelo pela pole-position

      -HaasF1Team-



      Sobre a Haas F1 Team:

      A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing.

      Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      ANTEVISÃO GRANDE PRÉMIO PIRELLI BAHRAIN

       

      Segunda corrida de 21

       

       

        No Bahrain o inicio da corrida é ao fim da tarde e termina sob a iluminação do circuito. As equipes já têm a experiência  do novo regulamento de pneus, por isso, podem explorar a melhor estratégia de forma a retirar o máximo proveito dos mesmos. Os três compostos nomeados (Médio, Macio e Supermacio) são iguais aos utilizados na Austrália.

       

       

      O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DO PNEU:

      •  O inicio da corrida pelas 18H00, significa que as temperaturas irão cair drasticamente com o decorrer da prova.
      •  O asfalto à base de granito é rugoso e abrasivo, aumentando o desgaste dos pneus.
      •  A areia deslocada pelo vento, devido à area desértica envolvente, contribui para a diminuição da aderência.
      •  Existem diversas curvas lentas, pelas quais uma boa tração é crucial, e quatro retas rápidas. Assim, é essencial obter um compromisso de set-up versátil.
      •  Em doze anos de história de corridas, apenas houve duas situações de Safety-cars, estes raramente afetam a estratégia de corrida.

       

      OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS:

       

      •  Composto médio (Branco): Um composto para uma série de utilização reduzida, sendo um dos mais versáteis da gama.
      •  Composto macio (Amarelo): Um composto para uma série de utilização elevada, com incidência na performance.
      •  Composto supermacio (Vermelho): Um composto para uma série de utilização reduzida, sendo rápido mas com durabilidade limitada.

       

       

       

      COMO FOI HÁ UM ANO:

       

      •  Vencedor: Hamilton (Duas paragens, iniciou com macio, trocou novamente para macio na volta 15 e para composto médio na volta 33).
      •  Melhor classificado com uma estratégia alternativa: Raikkonen, 2.º classificado (Também com duas paragens mas iniciou com macio, trocou para médio na volta 17 e voltou a trocar para macio na volta 40).
      •  Houve um misto entre duas e três paragens. Vettel foi quinto, com uma não programada estratégia de três paragens (na ultima paragem substituiu a parte dianteira do carro e os pneus).

       

       

       

      DECLARAÇÕES DE PAUL HEMBERY, (Diretor Pirelli Motorsport):

       

      •   O novo regulamento de pneus para 2016 provou ter sido um sucesso, com vários pontos de discussão e proporcionando diferentes possibildades de estratégias. O Bahrain é um tipo de circuito  muito diferente, uma vez que o comportamento dos pneus é afectado pela elevada quebra de temperatura ao longo da corrida. Isto proporciona variados parâmetros e diferentes desafios, por isso vair ser interessante ver quem aprendeu mais na Australia com o propósito de retirar a melhor vantagem de uma outra nova situação. As equipes têm diversas opções, que vão desempenhar um papel fundamental no resultado da corrida. “

       

       

      O QUE HÁ DE NOVO?

      •  Novos conteúdos em www.pirelli.com , atualizados regularmente.
      •  Fornecemos mais informação: Comunicamos na manhã de domingo, os pneus de corrida e os respetivos compostos disponíveis para todos os pilotos.
      •  A queda das temperaturas da pista para o final de cada sessão, é um momento encorajador durante a sessão de qualificação no Bahrain. No entanto, o formato de qualificação não vai mudar em comparação com a Australia.
      •  As principais equipes realizaram escolhas bem diferentes na distribuição de pneus.

       

       

      RECENTEMENTE, OUTROS FACTOS DESPERTARAM A NOSSA ATENÇÃO:

      •  Um tweet perfeito de  @EstebanGtz: “Races we have many, but life we only have one.”
      •  Os pneus P Zero fabricados especificamente para os Lamborghini´s Super Troféu de corrida no gelo em Livigno, Itália.
      •  O que a equipe Haas F1 poderá fazer no Bahrain, depois de uma estreia categórica com uma estratégia de pneus perfeita na Austrália.

       

      A SELEÇÃO DE COMPOSTOS DE PNEUS ATÉ À PRESENTE DATA:

       

       

      Roxo

       

      Vermelho

       

      Amarelo

       

      Branco

       

      Laranja

      Austrália

       

      Supermacio

      Macio

      Medio

       

      Bahrein

       

      Supermacio

      Macio

      Medio

       

      China

       

      Supermacio

      Macio

      Medio

       

      Russia

       

      Supermacio

      Macio

      Medio

       

      Espanha

       

       

      Macio

      Medio

      Duro

      Mónaco

      Ultramacio

      Supermacio

      Macio

       

       

      Canadá

      Ultramacio

      Supermacio

      Macio

       

       

      Azerbeijão

       

      Supermacio

      Macio

      Medio

       


       

      FÓRMULA E - DI GRASSI

       

      Lucas di Grassi: "Ambição permanece inabalável"

      Brasileiro abre mês em que encara verdadeira maratona, começando pela sexta etapa da Fórmula E em Long Beach, nos Estados Unidos, onde busca recuperar terreno

      A Fórmula E volta à ativa no próximo sábado (2) em Long Beach, nos Estados Unidos, em prova com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal Fox Sports 2 a partir das 19h30 (a largada acontece às 20h, no horário de Brasília). A categoria dos carros elétricos teve uma estreia no México cheia de polêmicas, mas será no balneário californiano onde Lucas di Grassi conquistou um pódio em 2015 que o piloto da ABT Schaeffler Audi Sport busca mais uma reação na temporada.

      No atual campeonato Lucas é o vice-líder, 22 pontos atrás de Sébastien Buemi. O suíço, da Renauld e.Dams, conta com um equipamento reconhecidamente superior, embora a disputa continue bastante aberta. Di Grassi, que depois de quatro pódios e uma vitória nas quatro provas do atual campeonato, sofreu um duro revés: embora tenha vencido convincentemente a corrida na Cidade do México, o brasileiro foi excluído do resultado porque o carro da primeira parte da disputa estava 1,8 quilo abaixo do peso mínimo - ele só havia ascendido à liderança na segunda parte da corrida. A equipe aceitou a responsabilidade pelo erro.

      "Meu objetivo é muito claro: lutar por um lugar no pódio e uma possível vitória - e conseguimos isso em todas as corridas da temporada até agora. Ter sido desclassificado no México foi claramente um golpe duro na disputa pelo título. A equipe tem lidado com as circunstâncias de maneira precisa e fará de tudo para que isso não se repita nunca mais. Perdemos juntos e vamos também vencer juntos, como já provamos anteriormente. O assunto para mim está encerrado e só olho para a frente: seis corridas, 150 pontos em jogo - há muita coisa daqui em diante e minha ambição se mantém inabalada", falou.

      Lucas di Grassi dá início a uma verdadeira maratona. Depois de dois dias de testes com a Audi Sport em Paul Ricard, na França, onde trabalhou no desenvolvimento do novo R18 com o qual disputará o Mundial de Endurance e as 24 Horas de Le Mans, o brasileiro cruza o Atlântico rumo aos Estados Unidos. É um início de correria que inclui quatro corridas em cinco finais de semana somando a Fórmula E e o FIA WEC.

      O brasileiro foi um dos vencedores do FanBoost nas últimas três etapas. "O apoio dos fãs tem sido imenso, e isso me traz mais estímulo, além de grande ajuda nas corridas", destacou. O artifício consiste em uma votação aberta na internet onde os três mais votados ganham potência extra para realizar uma ultrapassagem durante a corrida.

       

      FIA Formula E
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      Presença no pódio tem sido uma constante na temporada de Lucas na Fórmula E
      Alta | Web

      FIA Formula E
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      Etapa de Long Beach é a sexta do atual campeonato
      Alta | Web

      FIA Formula E
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      Di Grassi busca manter a regularidade na disputa pelo título
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      FIA Formula E
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      Seis corridas e 150 pontos em jogo pela frente
      Alta | Web

      FIA Formula E
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      "Minha ambição se mantém inabalada", diz vice-líder da disputa
      Alta | Web

      ABT Schaeffler Audi Sport
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      Fox Sports transmite a etapa ao vivo para todo o Brasil
      Alta | W

       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      PIRELLI BAHRAIN GRAND PRIX PREVIEW
      Round two of 21
      Sakhir, 31 March–3 April 2016

       Bahrain features a twilight start and a finish under lights. Teams have now experienced the new tyre regulations, so may have more ideas as to how to get the best out of them. The three nominated compounds (medium, soft and supersoft) are the same as those for Australia.

      THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW:

      • The 18:00 start time means that track temperatures fall dramatically as the race goes on.
      • The granite-based asphalt is rough and abrasive, which increases tyre wear.
      • Sand can often blow onto the surface from the surrounding desert, affecting grip.
      • There are a number of slow corners where good traction is crucial, so the track is rear-limited.
      • At the same time, there are four fast straights, so a versatile compromise set-up is required.
      • Safety cars rarely affect strategy: there have only been two in the 12-year history of the race.

      THE THREE NOMINATED COMPOUNDS:

      • White medium: a low working range compound that is one of the most versatile in the range.
      • Yellow soft: a high working range compound with the accent on performance.
      • Red supersoft: a low working range compound that is rapid but with a limited overall life.

      HOW IT WAS A YEAR AGO:

      • Winner: Hamilton (two stops: started on soft, changed to soft on lap 15, medium on lap 33).
      • Best-placed alternative strategy: Raikkonen, second (also stopping twice, but starting on soft, changing to medium on lap 17, then soft on lap 40).        
      • There were a mixture of two and three-stoppers. Vettel was fifth, with an unscheduled three-stopper (final stop to replace a nosecone and take on new tyres)       

      PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTORSPORT DIRECTOR:                      

      • “The new tyre regulations for 2016 proved to be a big success, providing many different strategy options and talking points for all the teams in Australia. Bahrain is a very different type of circuit, with tyre behaviour affected by a big drop in temperature as the race goes on. This provides a different set of challenges and parameters, so it will be interesting to see who has learned most from Australia in order to take best advantage of another new situation. There are some quite diverse choices from the teams, which will play a key role in the race outcome.”

      WHAT’S NEW?

      • Keep checking www.pirelli.com for new and fresh content, updated regularly.
      • We’re providing more info: race tyres with relative compound available to all drivers will be issued by Sunday morning
      • Falling track temperatures during qualifying in Bahrain should encourage later running at the end of each session. But the qualifying format won’t change compared to Australia.
      • Leading teams have made some quite different choices for tyre allocation.

      OTHER THINGS THAT HAVE CAUGHT OUR EYE RECENTLY:

      • A perfect tweet from @EstebanGtz: “Races we have many, but life we only have one.”
      • Lamborghini’s Super Trofeo race car on ice at Livigno, Italy, using specially made P Zero tyres.
      • Haas F1’s mastery of tyre strategy on their debut in Australia. What can they do in Bahrain?

      TYRES USED SO FAR:

      Purple Red Yellow White Orange
      Australia Supersoft Soft Medium
      Bahrain Supersoft Soft Medium

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      OS "SEGREDOS" DOS F1 ACTUAIS

      OS "SEGREDOS" DOS F 1 ACTUAIS

       

      As «partidas-canhão» dos Ferrari na Austrália surpreenderam todos... acima de tudo os Mercedes! uma teoria que liga a facilidade de arranque ao novo volante do SF16-H e à interpretação mais radical das regras de 2016

       

      GALERIA DE IMAGENS

      GALERIA DE IMAGENS

       

      GRANDE PRÉMIO DA AUSTRÁLIA F 1

       

      Grupo de imagens da primeira jornada do Campeonato do Mundo de Fórmula 1, que teve lugar na Austrália.f198 CopyF190 Copyf64 Copyf63 Copyf62 Copyf60 Copyf59 Copyf58 Copyf57 Copyf56 Copyf55 Copyf54 Copyf53 Copyf52 Copyf51 Copyf50 Copyf49 Copyf48 Copyf47 Copyf46 Copyf45 Copyf44 Copyf43 Copyf42 Copyf41 Copyf40 Copy

       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      PIRELLI ANNOUNCES COMPOUND CHOICES AND MANDATORY SETS
      FOR THE 2016 MONACO GRAND PRIX

       Pirelli will bring the following three compounds to the sixth round of the 2016 Formula One season in Monaco*, to be held (May 26-29) on the street circuit in Montecarlo:
      P Zero Yellow soft
      P Zero Red supersoft
      P Zero Purple ultrasoft (at its GP debut)

       These are the tyres that Pirelli has said must be used at some point in the race:
      One set of P Zero Yellow soft
      One set of P Zero Red supersoft.

      Each driver must have both these sets available for the race, and must use at least one of them.

       There are the tyres assigned for Q3 in qualifying:
      One set of P Zero Purple ultrasoft

      Following the regulations, each driver must save for Q3 one set of the softest of the three nominated compounds. This set will be given back to Pirelli after Q3 for those who qualify in the top 8, but the remaining drivers will keep it for the race – as is the case currently.

       The teams are free to choose the remaining sets; making up 13 sets in total for the weekend.

       *The new 2016 tyre regulations mean that tyre nomination for long-haul events have to be made 14 weeks in advance, whereas for European races the deadline is eight weeks in advance.

      The tyres nominated so far:

      Purple Red Yellow White Orange
      Australia Supersoft Soft Medium
      Bahrain Supersoft Soft Medium
      China Supersoft Soft Medium
      Russia Supersoft Soft Medium
      Spain Soft Medium Hard
      Monaco Ultrasoft Supersoft Soft
      Canada Ultrasoft Supersoft Soft
      Azerbaijan Supersoft Soft Medium

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      O ESTOURO DE FERNANDO ALONSO

      CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

       

      O ESTOURO DE FERNANDO ALONSO

       

      Palavras para quê, as imagens dizem tudo....basta ver as mesmas, para ver como ficou o estado do McLaren, e Alonso ter saido do carro pelos seus próprios meios.f1 Copyf2 Copyf3 Copyf4 Copyf5 Copyf6 Copyf7 Copyf8 CopyF9 CopyF10 CopyF12 CopyF13 CopyF14 CopyF15 CopyF16 CopyF17 CopyF18 CopyF19 CopyF20 CopyF22 CopyF23 CopyF24 CopyF25 Copy

       

      SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

      SEGUNDO O HUMOR DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

       

      Enfim a Manor vai bem lançada em termos de pontos......

       

       

      CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

      AS " COMADRES "COMEÇAM-SE A ZANGAR NA F 1?

       

      Lá está a F1 aos ziguezagues... Agora vem a Pirelli, que se queixara de não ter sido consultada quando foi alterado o formato da qualificação, pôr em causa se se deve voltar ao formato anterior. 

       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      Bahrain Grand Prix, April 1-3, 2016
      SELECTED SETS PER DRIVER

      - The FIA has communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Bahrain Grand Prix.

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      SURFISTAS ESTIVERAM NA F 1

       

      Estrelas do Mundial de Surf visitam promessa brasileira da Fórmula 1 nos boxes de Melbourne

      Campeões do mundo em 2015, Mineirinho e Caio Ibelli assistem ao GP da Austrália como convidados de Felipe Nasr, piloto da equipe Sauber

      Aproveitando a perna australiana do Mundial de Surf, que consiste de três etapas em dois meses na terra dos cangurus, o atual campeão do mundo Adriano de Souza e o atual campeão da divisão de acesso à elite Caio Ibelliassistiram ao GP da Austrália de F1 do último domingo bem de pertinho, como convidados de Felipe Nasr, piloto da equipe Sauber.

      Os três, que compartilham o mesmo patrocínio (Oakley), se encontraram no dia da corrida, com Nasr sendo um grande anfitrião e apresentando cada detalhe do carro e da garagem aos dois. Em contrapartida, o brasiliense se mostrou bastante interessado no surf, fazendo várias perguntas a Mineirinho e Caio.

      Os dois membros da elite mundial de surf não foram sozinhos a Melbourne: recém-casado, Adriano levou a esposaPatricia Eicke, que é modelo, enquanto Caio foi acompanhado de Alessa Quizon, também surfista da elite mundial.

      "Já estive em algumas corridas, mas é a primeira vez aqui na Austrália. Foi muito legal conhecer o Felipe pessoalmente, um cara de muito futuro", destacou Adriano, que, junto com o piloto de F1, figura na lista dos 30 jovens mais promissores com menos de 30 anos de idade. "Nunca tinha estado dentro de uma garagem de F1 e achei tudo incrível, a estrutura e o cuidado com os detalhes são de cair o queixo. Foi uma experiência muito bacana e o Felipe é um cara muito legal", completa Caio.

      Agora, Mineirinho e Caio partem para Bells Beach, no litoral australiano, onde a segunda etapa começa a ser realizada a partir desta quinta-feira (24).

      Adriano de Souza é apoiado por Hawaiian Dreams (HD), Red Bull, Oi, Mitsubishi Motors do Brasil, Oakley, XP Investimentos, G-Shock, CI Surfboards, Nossolar, Estácio e All It Host.
      - Caio Ibelli tem o apoio de Oakley

       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      NICO ROSBERG IMPÕE- SE NA PRIMEIRA CORRIDA COM O NOVO REGULAMENTO DE PNEUS

      OS SEIS PRIMEIROS ADOTARAM CINCO ESTRATÉGIAS DISTINTAS

      OITO PILOTOS MONTARAM OS TRÊS COMPOSTOS DISPONÍVEIS

       

       O piloto da Mercedes Nico Rosberg, venceu a primeira corrida com o novo regulamento de pneus 2016, com três compostos disponíveis por corrida e que as equipes podem jogar uma carta importante ao escolher os jogos de pneus. Oito pilotos montaram os três compostos disponíveis numa corrida marcada por uma bandeira vermelha, após 18 voltas realizadas. Na nova partida, existiam diversas opções estratégicas (que é o que pretende o novo regulamento), com a Mercedes e a Ferrari a optarem por táticas opostas. Mesmo assim, os três primeiros cruzaram a linha de meta separados por menos de 10 segundos, enaltecendo que as novas regras de pneus proporcionam uma competição muito mais renhida.

      Paul Hembery, diretor da Pirelli Motorsport: “ o grande prémio começou e acabou com uma disputa tática de pneus, mas uma bandeira vermelha depois de 18 voltas, contribuiu para que a corrida que tinha re-iniciado, mudásse totalmente a sua fisionomia ao estar permitido as trocas de pneus. Depois de iniciar com o mesmo composto supermacio (usado),  a Ferrari e a Mercedes optaram por estratégias opostas na segunda metade da corrida, com a Mercedes que percorreu dois terços da distância com o composto médio, mas muito pressionados por Vettel com o composto macio. Isto, demonstra até que ponto as novas normas contribuíram para abrir o leque das diferentes estratégias, com nove dos 16 pilotos classificados que utilizaram os três compostos disponíveis e cinco estratégias completamente diferentes entre os seis primeiros. Além da esperada disputa na frente da corrida, Romain Grosjean acabou num excelente sexto lugar na estreia da equipe Haas, na prática sem realizar nenhuma paragem , uma vez que trocou de composto macio para médio durante a interrupção da corrida pela bandeira vermelha. Valtteri Bottas utilizou a mesma estratégia”.  

       

      Previsão Pirelli: A nossa previsão para a estratégia mais rápida, era com duas paragens, iniciando com o composto supermacio, e trocar para o macio nas voltas 16 e 37. No entanto, devido à bandeira vermelha, Rosberg venceu a corrida, após iniciar com o supermacio  e trocar para o médio durante a interrupção. Hamilton utilizou a mesma estratégia ao parar antes da bandeira vermelha.

       

      Tempos mais rápidos do dia por composto:

       

      Médio

      Macio

      Supermacio

      Primeiro

       ROS 1m30.557s

       VET 1m30.137s

       RIC  1m28.997s

      Segundo

       HAM 1m30.646s

       RIC  1m31.278s

       VET 1m29.951s

      Terceiro

       VES  1m31.516s

       ROS 1m31.298s

       RAI  1m30.701s

       

      Os maiores turnos da corrida por composto:

      Médio

        Hamilton  – Magnussen

       41 (voltas)

      Macio

        Ricciardo

       24

      Supermacio

        Vettel

       17

       

      SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

      SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

       

      Foi o primeiro momento de uma nova fórmula de transmissões. Como que para nos acolher da melhor a maneira, a F1 ofereceu-nos em Melbourne um espectáculo de primeira. Uma corrida de nervos, de emoções, daquelas em que comentar se torna um (ainda maior) prazer. Grandes momentos em imagens, de festa mas também de frustração e desilusão, fantásticas ultrapassagens, lutas na pista e nas tácticas, incerteza, expectativa e até um aparatoso acidente. Quase três horas na cabine, vividos na companhia de Pedro Nascimento e António Félix da Costa, a face "audível" de uma aventura no Eurosport que agora começou. Mas há muito mais pessoas sem as quais esta "viagem" seria impossível. E muitas mais, Vocês todos, que nos seguem, e que são a razão para o fazermos. A todos, obrigado.

       

      RESUMO DA CORRIDA DA HAAS

      Grande Prémio da Austrália – Resumo da Corrida

       

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      Evento: Grande Prémio da Austrália

      Data: Domingo, 20 de Março

      Local: Albert Park Circuit, Melbourne, Austrália

      Layout: 5,303 quilómetros (3,295 milhas), circuito de 16 curvas

      Condições climatéricas:  Sol, 21ºC

      Vencedor:  Nico Rosberg, Mercedes 

      Romain Grosjean: arrancou de 19º, terminou em 6º (completou 57/57 voltas)

      Esteban Gutiérrez: arrancou de 20º, terminou em 20º (acidente, completou 16/57 voltas)

       

       

      Haas F1 Team fez história antes e depois do 32º Grande Prémio da Austrália, disputado este domingo em Melbourne.


      A estreia da organização no primeiro round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016 marcou o regresso de uma equipa americana à Fórmula 1 desde 1986. Depois de terminar uma ausência de trinta anos, a Haas F1 Team conseguiu outro feito para a estreia de uma organização.


      Após arrancar de décimo nono, Romain Grosjean, piloto da Haas F1 Team, terminou num impressionante sexto lugar, oferecendo oito pontos à equipa para o Campeonato de Construtores. A última vez que uma equipa de Fórmula 1 conquistou pontos na sua corrida de estreia foi no Grande Prémio da Austrália de 2002, quando Mika Salo terminou em sexto com a Toyota.


      Este desfecho afortunado, em parte, deveu-se ao desfortúnio do colega de equipa de Grosjean, Esteban Gutiérrez, que foi obrigado a abandonar a corrida num acidente espectacular que envolveu o piloto da McLaren Fernando Alonso. Na 17º volta, quando se aproximava à Curva 3 do circuito de 5,303 quilómetros e 16 curvas, Alonso movimentou-se pelo lado de fora do Gutiérrez na tentativa de o ultrapassar. A roda frente/direita de Alonso tocou na roda traseira/esquerda do Gutiérrez. O impacto lançou Alonso para um voo e enviou Gutiérrez para um pião que terminou na escapatória de gravilha. O carro do espanhol acabou encostado a um muro sobre um dos lados e completamente desfeito de onde Alonso saiu pelo seu próprio pé. Gutiérrez rapidamente foi verificar o seu colega de profissão e ambos abandonaram sem lesões a cena do violento acidente.


      Com detritos a cobrir a pista, os comissários mostraram a bandeira vermelha. O pelotão regressou à via das boxes, onde pararam, e a única coisa que as equipas podiam fazer aos seus carros era trocar os pneus. A sorte bateu a porta da Haas F1 Team e esta abriu-a.


      Depois de arrancar para a corrida com Pirelli P Zero Amarelos/macios, a equipa aproveitou a situação de bandeiras vermelhas para trocar os pneus de Grosjean para Pirelli P Zero Brancos/médios. Apesar de os médios não terem tanta aderência como os macios, também não se desgastam tão rapidamente. Quando a corrida foi recomeçada, Grosjean foi suficientemente bom para realizar a restante distância sem regressar às boxes. A estratégia dele passava por fazer durar os pneus e ser mais rápido que os seus adversários. Foi bem-sucedido e apenas cinco pilotos terminaram à sua frente, e todos eles pertenciam a equipas de corridas com décadas de experiência. O sexto lugar valeu seis pontos, colocando a Haas F1 Team no quinto lugar do Campeonato de Construtores.


      A F1 regressou e América também regressou em força.

       

       

      “Muita gente contribuiu para isto, portanto, temos que agradecer a todos, começando pelo Guenther Steiner (o chefe de equipa), que colocou tudo no lugar e sempre puxou por mim para que eu experimentasse este desafio. As pessoas da Ferrari têm sido excelentes. Ajudaram-nos muito. A Dallara ajudou-nos a construir o chassis. Temos um grande patrocinador na Haas Automation. É tudo fantástico.


      Há uma nova equipa de Fórmula 1 e é uma equipa de Fórmula 1 americana, portanto, estamos muito orgulhosos. Não acredito que vamos estar a este nível todos os dias , mas foi um bom dia para nós.


      Obviamente que o chassis, a aerodinâmica o motor, tudo funcionou. Isso é muito importante. Foi por isso que decidimos trabalhar um ano extra nesses aspectos técnicos. O carro é uma plataforma estável. De certa forma, já o sabíamos desde (os testes) de Barcelona. Tivemos algumas questões técnicas, mas penso que a base do chassis será muito boa para nós.


      O Grosjean teve um enorme desafio. Tomaram a decisão de realizar trinta e nove voltas com pneus médios, foi puxar os limites. Basicamente, ele não desgastou os seus pneus no início e, por isso, conseguiu fazer trinta e nove voltas com eles. Penso que, já perto do final, ele estava a conseguir aproximar-se dos tempos do piloto que circulava no seu encalço. Estratégia de pneus, poupar pneus, são essas o tipo de coisas que tornam um piloto numa lenda.


      O Grosjean deu o seu melhor e fez tudo o que pôde para manter o lugar e funcionou. Quando o Nico (Hulkenberg) estava atrás dele pensei que talvez ele o apanhasse, mas ele defendeu-se bem e, na verdade, conseguiu até a ganhar algum tempo. Perto do final esteve a poupar gasolina, mas assim que ele chegou às últimas voltas e atacou um pouco mais, o carro respondeu muito bem.


      Isto são corridas. É para isto que vivemos, é fantástico. Mas aviso-vos, haverão dias maus, portanto, vamos celebrar este.”


       

      “Foi um grande dia de trabalho. Isto parece uma vitória. Para todos os rapazes que tanto trabalharam nas últimas semanas isto é inacreditável. Ontem não tivemos sorte, mas hoje tivemos alguma, com a bandeira vermelha. Ainda assim, conseguimos manter à distância um Williams (Valtteri Bottas) e um Force India (Nico Hulkenberg). Não tínhamos muito tempo de afinações no carro. Foi um caso de sair para a pista e ver o que aconteceria. É um sentimento inexplicável. O rapazes efectuaram um trabalho fantástico e disse-lhes que este resultado é para nós como uma vitória. Primeira corrida e somos sextos. É um dia feliz.”


       

      “Não foi a corrida que desejava. No entanto, o mais importante é que tanto o Fernando como eu estamos bem. O carro estava com um bom comportamento e os resultados demonstram que podemos ser competitivos. O Romain realizou um grande trabalho para a equipa. Conquistar pontos na nossa primeira corrida é fantástico. Agora já estou focado no Bahrein. Mal posso esperar por voltar às corridas.”


      “Antes de mais, o melhor de tudo é que o Esteban e o Fernando não têm qualquer lesão. Foi um infortúnio para nós, mas penso que o sexto lugar compensa e estou seguro de que o Esteban regressará forte no Bahrein. O Romain e a equipa realizaram um trabalho fantástico e quero oferecer um grande obrigado a todos os que trabalharam tão arduamente durante os meses que nos trouxeram até à nossa primeira corrida. Ontem disse que estávamos ansiosos pela corrida, mas terminar nos pontos é um sonho que se torna realidade. Agora temos que seguir em frente e pensar no Bahrein.”


       

      A segunda ronda do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016 é o Grande Prémio do Bahrein, em Sakhir. Os treinos-livres iniciam-se no dia 1 de Abril, a qualificação será realizada no dia 2 de Abril e a corrida no dia 3 de Abril.


       

      -HaasF1Team-

       

       

      Sobre a Haas F1 Team:

      A Haas F1 Team estreia-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, sendo a primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing.

      Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.


      Sobre a Haas Factory Outlet – Portugal :

      A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços.

       

      A HAAS NO G.P.AUSTRÁLIA

      Grande Prémio da Austrália: Resumo da Qualificação

       

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      Evento: Qualificação para o Grande Prémio da Austrália

      Data: Sábado, 19 de Março

      Local: Albert Park Circuit, Melbourne, Austrália

      Layout: 5,303 quilómetros (3,295 milhas), circuito de 16 curvas

      Condições climatéricas: Ventoso e enevoado com abertas ocasionais

      Temperatura: 18ºC

      Recorde da pista: 1m23,529s Sebastian Vettel em 2011, Red Bull Racing

      Autor da Pole-Position: Lewis Hamilton, Mercedes (1m23,837s)

      Resultado: Romain Grosjean 19º, alinhará no interior da décima linha

                     Esteban Gutiérrez 20º, alinhará no exterior da décima linha

       

      • 16 minutos, participando a totalidade dos 22 pilotos
      • Após sete minutos, o piloto mais lento é eliminado
      • A partir de então, o piloto mais lento é eliminado a cada 90 segundos até à bandeirada de xadrez
      • Sete pilotos são eliminados e os quinze mais rápidos passam à Q2
      • Grosjean: 19º (1m28,322s) Pirelli P Zero Vermelhos/super-macios
      • Gutiérrez: 20º (1m29,606s) Pirelli P Zero Vermelhos/super-macios
      • Piloto mais rápido: Lewis Hamilton Mercedes (1m25,351s)
      • Tempo de corte: 15º Kevin Magnussen Renault Sport (1m27,297s)

      • 15 minutos, participando os quinze pilotos mais rápidos da Q1
      • Após seis minutos, o piloto mais lento é eliminado
      • A partir de então, o piloto mais lento é eliminado a cada 90 segundos até à bandeirada de xadrez
      • Sete pilotos são eliminados e os oito mais rápidos passam à Q3
      • Piloto mais rápido: Lewis Hamilton Mercedes (1m24,605s)
      • Tempo de corte: 8º Daniel Ricciardo Red Bull Racing (1m25,599s)

       

      • 14 minutos, participando os oito pilotos mais rápidos da Q2
      • Após cinco minutos, o piloto mais rápido é eliminado
      • A partir de então, o piloto mais lento é eliminado a cada 90 segundos até à bandeirada de xadrez
      • Dois pilotos ficarão a disputar os 90 segundos finais, o mais rápido fica com a pole-position
      • Autor da Pole-Position: Lewis Hamilton Mercedes (1m23,837s)
      • Segundo: Nico Rosberg Mercedes (1m24,197s)

       

       

      O novo formato de qualificação estilo eliminação surpreendeu os pilotos da Haas F1 Team que foram eliminados cedo. Ainda assim, o duo foi capaz de suplantar os Manor de Pascal Wehrlein e Rio Haryanto.


      Grosjean e Gutiérrez pareciam capazes de avançar para a Q2, mas ficaram sem tempo para realizar uma segunda volta lançada ao circuito de dezasseis curvas e 5,303 quilómetros (3,295 milhas). Isto significou que os tempos, mais rápidos, não contaram, uma vez que ambos os pilotos tinha já sido eliminados.


      Assim, Grosjean foi o décimo nono mais rápido (1m28,322s) e Gutiérrez o vigésimo (1m29,606s).Será dessas posições, num plantel de vinte e dois pilotos, que iniciarão o Grande Prémio da Austrália, no domingo.



      “Estava numa boa volta, mas subitamente estava eliminado. Nem sequer tive a oportunidade de terminar a volta. Isso é aborrecido, dado que o carro estava bom, a nossa base é boa e, em termos de performance, éramos claramente capazes de continuar. Faltou-nos apenas um pouco de rapidez na operação de boxes e isso deixou-nos sem tempo. Esta é uma daquelas corridas complicadas e em que temos que terminar. É esse o nosso objectivo principal para amanhã. É isso que o Gene (Haas) pretende. A partir daí tudo é possível. É uma corrida longa, temos novas regras para as comunicações de rádio, portanto, temos que tentar usar a nossa experiência.”


       

      “É um pouco frustrante não ver o tempo da volta que realizámos se reflectir nos resultados. No entanto, sabemos que temos potencial. No geral, penso que estamos a ter um fim-de-semana complicado, mas com o tempo tornar-nos-emos mais eficientes enquanto equipa. O aspecto positivo é que sabemos que o tempo da volta era suficientemente bom para estarmos mais à frente na grelha de partida. Olhando em frente, temos que ser positivos, continuar a trabalhar afincadamente e avançar.”


      “Penso que nunca estive feliz e infeliz ao mesmo tempo. Hoje demonstrámos o potencial do carro, mas fomos incapazes de o usar, dado que cometemos alguns erros na qualificação. A nossa primeira volta não foi suficientemente boa e, quando voltámos à pista, estávamos atrasados alguns segundos. No entanto, agora sabemos onde todos estão e, amanhã, na corrida vamos tentar dar o nosso melhor para chegar mais à frente. O fim-de-semana tem sido um grande desafio, mas não fizemos nada completamente errado, o que é um sucesso para nós, como nova equipa. Agora estamos ansiosos pela corrida, mal posso esperar.”


       

      -HaasF1Team-

       

       

      Sobre a Haas F1 Team:

      A Haas F1 Team estreia-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, sendo a primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing.

      Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      2016 Australian Grand Prix – Race – Infograhics

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      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      NICO ROSBERG WINS FIRST RACE OF NEW TYRE REGULATIONS

      TOP SIX DRIVERS USE FIVE DIFFERENT STRATEGIES

        EIGHT DRIVERS USE ALL THREE COMPOUNDS AVAILABLE

       Mercedes driver Nico Rosberg won the first race of the new 2016 tyre regulations, with three compounds available per race and teams allowed a large element of choice in their allocations. Eight drivers used all three compounds available, in a race that was characterised by a red flag stoppage after 18 laps. A variety of strategic choices – which was the intention of the new regulations – were possible at the re-start, with Mercedes and Ferrari notably opting for opposite tactics. Nonetheless, the top three were separated by less than 10 seconds at the finish: underlining the closeness of the competition under the latest tyre rules.

      Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “The grand prix started and ended with a tactical tyre battle, but a red flag after 18 laps reset the race, giving it a very different complexion with tyre changes allowed. After starting with the same used supersoft compounds, Ferrari and Mercedes chose opposite strategies in the second part of the race, with Mercedes running two-thirds of the total distance on the medium tyre but closely challenged by Vettel on the soft. This goes to show how the new regulations have helped to open up a number of different approaches to strategy, with nine of the 16 finishers taking advantage of all three compounds on offer and five completely different strategies covering the top six places. As well as the expected battle at the front, Romain Grosjean finished an excellent sixth for the Haas team on its debut by effectively not making a pit stop at all: instead swapping from soft to medium during the restart, which was an inspired decision. The same strategy was used by Valtteri Bottas”.

      Truthometer: We predicted a two-stop strategy as being fastest, starting on supersoft and then switching to soft on laps 16 and 37. Instead, also due to the red flag, Rosberg won after starting on supersoft and then changing to medium during the restart. Hamilton used the same strategy, pitting before the red flag.

      Fastest times of the day by compound:

      Medium Soft Supersoft
      First  ROS 1m30.557s  VET 1m30.137s  RIC  1m28.997s
      Second  HAM 1m30.646s  RIC  1m31.278s  VET 1m29.951s
      Third  VES  1m31.516s  ROS 1m31.298s  RAI  1m30.701s

      Longest stint of the race:

      Medium   Hamilton  – Magnussen  41 (laps)
      Soft   Ricciardo  24
      Supersoft   Vettel  17

      For more information: please visit our all-new website, which is regularly updated with exclusive in-depth features, news and reviews. To find out more, please visit:
      http://racing.pirelli.com/global/en-ww/melbourne-2016-race

      The full pit stop summary is available in the attached pdf document.

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      GALERIA DE IMAGENS

      GALERIA DE IMAGENS

       

      PREPARATIVOS PARA O G.P. AUSTRÁLIA DE F 1

       

      Pequeno grupo de imagens dos preparativos para o Grande Prémio da Austrália de Fórmula 1.f1 Copyf2 Copyf3 Copyf4 Copyf5 Copyf6 Copyf7 Copyf8 Copyf9 Copyf10 Copyf11 Copyf12 Copyf14 Copyf15 Copyf16 Copyf17 Copyf18 Copyf18 Copyf19 Copyf20 Copyf21 Copyf22 Copyf23 Copyf24 Copyf25 Copyf26 Copyf27 Copyf28 Copy

       

      F 1 - 2016

      F 1 - 2016

       

      AINDA O INCREMENTO DE SEGURANÇA PARA A F 1

       

      Esta é a proposta da Red Bull.A1 CopyA2 CopyA3 Copy

       

      SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

      SEGUNDO A OPINIÃO DO JRONALISTA JOÃO CARLOS COSTA

       

      F 1 - 2016 - AUSTRALIA

       

      Estou indeciso: qual foi o momento mais hilariante do dia? O acidente de viação entre Haryanto e Grosjean, ou os minutos finais do Q3? No fundo, foi como se na final dos 100 metros dos Jogos Olímpicos os atletas deixassem de correr aos 80... 

       

      CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2016

      SEGUNDO A OPINIÃO DE VETTEL

       

      As cinco letras de Vettel. E não, não são tantas quantas as que escrevem o apelido do alemão...

      "Essa nova classificação é uma merda", disse o piloto aos jornalistas. "Está tudo errado. As primeiras voltas são uma loteria com todos na pista e, depois, o Q3 é totalmente parado", completou.

      Sebastian Vettel durante o primeiro treino livre da F1 para o GP da Austrália, em Melbourne 
      O ferrarista ainda foi mais longe e afirmou que os dirigentes foram avisados de que isso poderia acontecer. "Nós simplesmente não podemos tentar coisas que muitos criticam, incluindo nós, e, em seguida, virar e dizer: 'Bem, isso aqui não dá mais, vamos voltar ao que era'. Precisamos ser sensatos e fazer as mudanças certas", acrescentou.

      "Para as pessoas nas arquibancadas, não sinto que foi a melhor escolha. Elas querem ver Lewis, Nico, Kimi e todo mundo andar no limite no fim da classificação, quando a pista tende a ser melhor. Não devemos criticar agora, já fizemos isso, mas com certeza esse é um caminho errado. E foi o que dissemos", emendou Sebastian.

       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      NEW ERA OF QUALIFYING IN MELBOURNE:
      POLE TIME 2.5 SECONDS FASTER THAN 2015

      RACE STRATEGY DIFFICULT TO PREDICT FOLLOWING
      LIMITED SLICK RUNNING DUE TO CHANGEABLE WEATHER

       A new era of qualifying began today in Melbourne, with drivers being eliminated one-by-one. The new format gave everybody plenty to get used to, as drivers and teams worked out the best compromise between setting a quick time and managing the tyre allocation in order to maximise opportunities for the race. Lewis Hamilton’s pole position time for Mercedes (the 50th of his career) was close to 2.5 seconds quicker than his pole last year and three-tenths off the pole record: a clear indication of the performance increase from the latest-generation cars.

      Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “More so than ever, today was all about learning and thinking on your feet. The teams headed into a brand new qualifying format with relatively little tyre data, as a result of the rain that limited running yesterday. More detailed work was done in the dry conditions of FP3 today, with some drivers only trying the supersoft compound for the first time. When it came to qualifying, the aim of the game hasn’t fundamentally changed: it’s still to get through the session using as few sets of tyres as possible. However, we already saw a number of different ways of achieving that goal, which will make for some interesting strategies tomorrow: especially for those outside the top eight, who will have a free choice of starting tyres.”

      How the tyres behaved today:
      Medium Not used that much so far this weekend. It is one of the two mandatory sets in the race together with the soft.
      Soft The favoured race tyre: will generally be chosen for the longest stints tomorrow. Around 1.2s faster per lap than the medium*
      Supersoft The only tyre used in qualifying, around 0.7s faster per lap than the soft*
      *Data to be confirmed after full analysis                   

      Race strategy: The rain and limited running yesterday, as well as a brand new set of tyre regulations, mean that race strategy is hard to predict. More information will follow after full data analysis.

      F 3 – TOP 3 TIMES

      1.HAM – Mercedes   1m25.624s   Super Soft – New
      2.ROS – Mercedes   1m25.800s   Super Soft – New
      3.VET – Ferrari   1m25.852s   Super Soft – New

      QUALIFYING TOP 8

      1   Hamilton   01m23.837s   Supersoft new
      2   Rosberg   01m24.197s   Supersoft new
      3   Vettel   01m24.675s   Supersoft new
      4   Raikkonen   01m25.033s   Supersoft new
      5   Verstappen   01m25.434s   Supersoft new
      6   Massa   01m25.458s   Supersoft new
      7  Sainz   01m25.582s   Supersoft new
      8  Ricciardo   01m25.589s   Supersoft new

      LONGEST STINTS SOFAR

      SOFT   Verstappen   17 laps
      SOFT   Sainz J   17
      SUPERSOFT   Ericsson   15
      SUPERSOFT   Nasr   15
      SUPERSOFT   Massa   15
      SUPERSOFT   Bottas   15
      INTERMEDIATE   Wehrlein   13
      MEDIUM**   Haryanto   5

       **Nearly unused sofar

      BEST TIME BY COMPOUND SOFAR

      MEDIUM   Ricciardo   1m32.394s
      INTERMEDIATE   Hamilton   1m38.841s
      SOFT   Rosberg   1m26.149s
      SUPERSOFT   Hamilton   1m23.837s

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      HAAS NO G.P. DA AUSTRÁLIA

      Grande Prémio da Austrália: Resumo de sexta-feira

       

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      Evento:  1ª e 2ª sessões de treinos-livres

      Date:  Sexta-feira, 18 de Março

      Local:  Albert Park Circuit em Melbourne, Austrália 

      Layout:  5,303 quilómetros (3,295 milhas), circuito de 16 curvas

      Condições climatéricas: Pista molhada e céu enevoado, com alguns raios de Sol ocasionais

      Temperatura:  17ºC

      Pilotos:  Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez

       

       

      Gutiérrez:  18º  (1m41,780s), 8 voltas completadas

      Grosjean:  20º (1m43,443s), 6 voltas completadas

      Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton, Mercedes (1m29,725s)

      Maior número de voltas completadas:  Jenson Button, McLaren (16 voltas)

       

       

      Gutiérrez:  11º (1m42,891s), 10 voltas completadas

      Grosjean:  13º (1m43,731s), 8 voltas completadas

      Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton, Mercedes (1m38,841s)

      Maior número de voltas completadas:  Pascal Wehrlein, Manor (25 voltas)

       

       

      Foi o primeiro dia de actividade em pista tendo em vista o Grande Prémio da Austrália, que se disputa no domingo em Melbourne. Ambas as sessões foram realizadas na sexta-feira sob aguaceiros intermitentes, obrigando os pilotos a “navegar” ao longo dos 5,303 quilómetros (3,295 milhas) e 16 curvas do Circuito de Albert Park com os Pirelli Cinturato Azuis de chuva ou com os Pirelli Cinturato Verdes intermédios.


      No entanto, nos primeiros minutos da primeira sessão a pista esteve seca, permitindo que alguns pilotos rodassem com pneus slicks. Lewis Hamilton, piloto da Mercedes, assinou a volta mais rápida enquanto usava os pneus Pirelli P Zero Amarelos/macios.


      A Haas F1 Team registou trinta e duas voltas no conjunto das duas sessões – catorze voltas na primeira sessão e dezoito na segunda. Apesar das condições da pista não serem ideais, o tempo de pista pode mostrar-se útil para a qualificação de sábado, dado que a chuva continua a estar presente nas previsões climatéricas.


       

      "Tivemos condições climatéricas complicadas nas nossas primeiras sessões de treinos-livres oficiais. Foi um bom esforço de todos os rapazes para estarmos em pista a tempo do início da primeira sessão. Foi um momento intenso para o Gene (Haas, o dono da equipa) e para o Guenther (Steiner, o chefe de equipa), dado que têm estado a trabalhar neste projecto há muito tempo. Hoje tornámo-nos oficialmente numa equipa de Fórmula 1.”


      “As condições climatéricas foram complicadas. Efectuámos algumas voltas com pneus intermédios, mas não conseguimos aproveitar a oportunidade para rodar com slicks. Parece que a terceira sessão de treinos-livres será disputada com a pista seca, portanto, podemos tentar recuperar amanhã e evoluir a partir daí. Estou muito orgulhoso de todos e muito orgulhoso por poder colocar o nosso nome na tabela de tempos. Estou ansioso por um dia mais seco amanhã.”


       

      “É extraordinário poder estar finalmente em Melbourne, poder entrar em pista e fazer história para a equipa. Os rapazes realizaram um trabalho fantástico para que tudo estivesse pronto, hoje. As condições de pista mostraram-se instáveis, rodámos o mais que podíamos para reunir a maior quantidade de dados para preparar o dia de sábado. É evidente que temos algum trabalho para fazer esta noite para que tudo esteja pronto para amanhã, mas estou ansioso por poder voltar à pista.”


      "Foi uma dia de emoções contrárias. Durante a primeira sessão de treinos-livres, com os aguaceiros intermitentes, realizámos algumas voltas, mas não tantas como gostaríamos. Contudo, tirámos o máximo partido da situação e efectuámos algum progresso. A segunda sessão foi muito similar à primeira. Não completámos tantas voltas como gostaríamos, mas utilizaremos todos os dados que recolhemos e vamos continuar a trabalhar arduamente tendo em vista o dia de amanhã.”

       

      Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres, no sábado (14h00 – 15h00) antes do início da qualificação, às 17h00. Então, o novo formato de eliminação será estreado, durante o qual os vinte e dois pilotos serão excluídos sucessivamente até ficarem apenas dois, que disputarão a pole-position nos noventa segundos finais.


       

      SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

       

      2016 Australian Grand Prix – Practice Sessions

      RAIN WRITES OFF REALISTIC FREE PRACTICE IN ALBERT PARK

      MOST OF THE RUNNING ON INTERMEDIATES
      AS TRACK TEMPERATURES DROP SIGNIFICANTLY

       Rain in both the first and second free practice sessions today meant that it wasn’t possible for the teams to complete much realistic running. As well as wet weather, there were high winds and cool conditions that resulted in track temperatures that were around 20 degrees less than those recorded yesterday.

      Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “A bit of a washout – that’s how we can describe today I think! Most of the running was on intermediates this afternoon, which we are unlikely to see being used in the race, although there’s a chance they will be needed again tomorrow. While nobody really learned a lot today, there was some slick tyre running this morning, and we came close to the crossover point, enabling some useful data to be gathered about the intermediate. What this all means is that a season full of far-reaching changes has got off to an even more unpredictable start than expected, which opens up even more variables for the rest of the weekend. We’ll have to wait a little bit longer now to find out the true effect of the 2016 tyre regulations.”

      FP1 – TIMES
      FP2 – TIMES
      1.Hamilton 1m29.725s Soft new 1.Hamilton 1m38.841s Interm. new
      2.Kvyat 1m30.146s Soft new 2.Hulkenberg 1m39.308s Interm. used
      3.Ricciardo 1m30.875s Soft new 3.Raikkonen 1m39.486s Interm. new

      FP1 – BEST TIME PER COMPOUND

      MEDIUM  Ricciardo 1m32.394s
      INTERMEDIATE  Verstappen 1m40.075s
      SOFT  Hamilton 1m29.725s

      FP2 – BEST TIME PER COMPOUND

      INTERMEDIATE  Hamilton 1m38.841s

      LONGEST STINTS OF THE DAY

      INTERMEDIATE  Wehrlein 13 laps
      SOFT  Hamilton 9
      MEDIUM  Haryanto 5

      Tyre statistics of the day:

      Medium Soft Intermediate Wet
      kms driven * 127 562  1256 68
      sets used overall ** 7 26  21 13
      highest number of laps ** 23 1

       * The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
       ** Per compound, all drivers combined.

      Pirelli fact of the day: Jacques Villeneuve, who would go on to become 1997 world champion, made his Formula 1 debut at the 1996 Australian Grand Prix exactly 20 years ago, qualifying on pole but finishing second after his car picked up an oil leak.

      Spotted in the paddock today: Alan Jones, 1980 world champion, who was commentating for Australian television. Jones is still the only Australian driver to have won the Australian Grand Prix, at Calder Park in 1980: a non-championship race, in which Jones drove his title-winning Williams FW07.

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      F 1 - TUDO NA MESMA COMO EM 2015

      CA,PEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - AUSTRÁLIA

       

      TUDO NA MESMA COMO EM 2015

       

      HAMILTON E ROSBERG, OCUPAM A 1º LINHA

       

      Qualificação em Melbourne. Hamilton obteve a sua 50ª pole position

       

      RENAULT DE F1 SURFOU

       

      O RENAULT SPORT FORMULA ONE TEAM A SURFAR AS ONDAS DA AUSTRÁLIA

       

       

      O Renault Sport Formula One Team revela as cores definitivas da escuderia para o Campeonato do Mundo de Fórmual 1 de 2016.

      A equipa apresentou a suas cores caracaterísticas, amarelo-ouro e preto, num evento nas Docklands de Melbourne. Os presentes puderam, literalmente, ver o R.S.16 surfar as ondas da praia de Boat Harbour Park, perto de Sydney!

       R.S. 16_CopyR.S. 16__CopyR.S. 16_CopyR.S. 16_-Jolyon_Palmer_e_Kevin_Magnussen_Copy

       

      PAUL DI RESTA É O 3º PILOTO DA WILLIAMS

      MUNDIAL DE F 1 - 2016

       

      PAUL DI RESTA É O 3º PILOTO NA WILLIAMS

       

      Paul Di Resta volta à F1 como terceiro piloto da Williams. Com Massa e também Bottas com guia de marcha no final do ano, Claire prepara o futuro? 

       

      AINDA A SEGURANÇA NA FÓRMULA 1

      AINDA A SEGURANÇA NA F 1

       

      O TAL Halo "carro de Batman" que se falou nos testes de Barcelona. Se tem que ser, que seja este... 

       

      OS NOVOS REGULAMENTOS DOS TREINOS NA F 1

      AS BASES...

       

      ALONSO VISITOU LOCAL

       

      CAMPEONATO MUNDO DE F 1

       

      ALONSO VISITOU LOCAL DONDE IRÁ TER LUGAR  GRANDE PRÉMIO DA EUROPA

       

      O piloto espanhol esteve em Baku, no local, onde irá ter lugar o Grande Prémio da Europa de Fórmula 1, e ficou surpreso pela passagem duma parte da pista bem estreita12670390 10205978847333257_7207124876202824048_n_Copy12800304 10205978846933247_2334570054966249587_n_Copy12801501 10205978846893246_4333933412666620449_n_Copy12802780 10205978847453260_4063924601802896289_n_Copy em que apenas deve passar apenas um carro de cada  vez, isso junto das muralhas, conforme imagens anexas.Mas a verdade é que na F 1, a lei do dinheiro é o que vale, e por isso tudo indica que este projecto vá mesmo para a frente.

       

      CARROS DA RENAULT SERÃO AMARELOS

      CARROS DA RENAULT SERÃO AMARELOS

       

      As côres quie os carros da Renault não serão pintados de preto, mas sim de amarelo conforme imagens anexas-AB1 CopyAB2 CopyAB3 Copy

       

      HUMOR NA FÓRMULA 1

      HUMOR NA FÓRMULA 1

       

      Poderá um candidato ao título mundial de Fórmula 1 conduzir... uma pizza?!, 

       

      CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2016

      CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

       

      OS NUMEROS A SEREM USADOS

       

      Aí estão os numeros que os participantes no Mundiual de Fórmula 1 deste ano irão ostentar nos seus carros.

       

       

      MAIS UM PROJECTO PARA O F 1 DO FUTURO

      MAIS UM PROJECTO PARA O F 1 DO FUTURO

       

      Mais umas301f6bbb-fafa-457a-8656-281f0d7c2d0f Copy imagens do que poderá vir a Fórmula 1 dentro de alguns anos, cujo projecto desta feita é da autoria da Red Bull.

       

      F 1 - 2016

      f 1 2016

       

      A METEREOLOGIA PARA O FIM DE SEMANA

       

      Será esta a previsão em termos de tempo para a primeira jornada do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 a ter lugar na Austrália em Melbourne.

       

       
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      João Raposo

      Telemóvel: +351 961 686 867
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