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VELO CAB2012


MALDONADO INVESTIGADO NA VENEZUELA

MALDONADO INVESTIGADO NA VENEZUELA

 

 

O piloto venezuelano, e mais um grupo de pilotos que participam em provas de competição em diferentes categorias, estão a ser alvo de investigação, tudo isso pelos milhões de dolares de investimento da PDVSA, empresa de petroleos da VenezuelaPelos vistos para terem acesso  aos largos milhões de dolares, surgiram falsificações de assinaturas de governantes com poder de decisão no patrocinio.POr outro lado, comenta-se em termos de bastidores, que Maldonado quer deixar a Williams para ingressar na Lotus em 2014.Por seu lado Massa torna-se assim um excelente candidato a ir para a Williams.maldo

 

ANTEVISÃO DE ABU DHABI - F 1

Antevisão do Grande Prémio de Abu Dhabi: Yas Marina,
31 de Outubro – 3 de Novembro de 2013

OS PNEUS P ZERO MÉDIOS E MACIOS DE NOVO NO ABU DHABI

O Grande Prémio do Abu Dhabi é a única corrida do ano que começa no final da tarde e acaba no início da noite, dando aos pilotos e às equipas um desafio único e à audiência um espetáculo inesquecível.

 

Os pneus para o Grande Prémio de Abu Dhabi serão o médio P Zero White (Branco) e o macio P Zero Yellow (Amarelo): a mesma nomeação que foi feita para a Índia no fim de semana passado. A amplitude da temperatura que os pneus vão experienciar, no entanto, é muito diferente pois ao contrário da maior parte das outras corridas a temperatura decresce à medida que o Grande Prémio avança no Abu Dhabi, em vez de crescer.

 

Paul Hembery: “O modo como a temperatura da pista desce no Abu Dhabi obviamente tem um efeito tanto no desgaste como na degradação, o que quer dizer que as equipas são capazes de fazer saídas mais longas mesmo com o composto macio mais à frente na corrida. Isto tem algumas implicações importantes na estratégia, o que significa que é muitas vezes possível fazer algo de diferente no Abu Dhabi, ao contrário de outros locais, e que pode dar resultados no final. Na nossa empresa, este circuito é muito conhecido pois é a pista onde fizemos testes antes de começarmos na F1. Também é o local onde as equipas de F1 puderam experimentar os nossos pneus pela primeira vez, no final de 2010. No que se refere ao local, Yas Marina é um dos mais modernos e espetaculares circuitos do ano com um número de diferentes desafios técnicos que testam a maioria dos aspectos da performance de um pneu. O desgaste e a degradação não são especialmente altos aqui: no ano passado também nomeámos o médio e o macio, e a maioria dos pilotos parou apenas uma vez. Como os compostos são geralmente mais macios este ano, esperamos desta vez duas paragens, embora seja possível que algumas equipas façam apenas uma. Teremos que esperar até sexta-feira até termos uma imagem mais clara das diferenças de tempo entre os dois compostos mas no geral antecipamos um ritmo de corrida entre os primeiros pilotos bastante equilibrado, e é sempre nesta circunstâncias que ter a estratégia certa pode verdadeiramente fazer a diferença. Embora haja um alto grau de evolução da pista, e as condições no treino livre não sejam sempre representativas da corrida, o trabalho feito durante as sessões de sexta-feira e sábado serão instrumentais para formar o conhecimento de cada equipa relativamente às estratégias que sejam possíveis e vantajosas no domingo.”

Jean Alesi: “Abu Dhabi não é uma pista onde tenha corrido eu próprio, por isso é difícil comentar do ponto de vista de um piloto, mas certamente que é espetacular de ver e é fantástico ver como tanta infraestrutura é investida na F1. A única impressão negativa que tinha do circuito inicialmente era a de que parecia muito difícil de ultrapassar por vezes, mas julgo que este problema foi resolvido e é interessante ver hoje em dia como os pilotos usam a estratégia para ganhar posição. Estou certo de que as paragens nas boxes serão importantes este fim-de-semana em Abu Dhabi. Não me parece uma corrida que seja particularmente dura para os pneus, mas as circunstâncias são um pouco diferentes do que costume, com a corrida a decorrer no final da tarde, por isso é muito difícil prever o que se vai passar. Tive alguma experiência em correr na penumbra e à noite em Le Mans, e de facto não é fácil, mas julgo que é provavelmente mais fácil num carro F1 do que num carro de endurance, pois os F1 não têm faróis. Os faróis tornam difícil de avaliar as perspetival – particularmente quando estamos a ser ultrapassados – por isso é melhor ter apenas luzes no circuito, como em Singapura ou Abu Dhabi.”

 

O circuito do ponto de vista do pneu:

Em média, a temperatura da pista desce 15 graus durante a corrida, baixando de cerca de 45ºC até aos 30ºC no final da corrida: que é normalmente a mesma temperatura do que a temperatura ambiente. Isto é o oposto do que vemos na maioria das corridas quentes que ocorrem no início da tarde, onde a temperatura da pista tende a ser mais alta do que a temperatura ambiente.

 

Um pouco como Suzuka, a primeira parte do circuito consiste essencialmente de uma série contínua de curvas, que sujeitam os carros a forças laterais de aceleração de 4G. Os pneus têm então de ter uma performance ótima na longa reta, com os carros a acelerar a fundo durante 15 segundos, o que é igual a uma força descendente de carga aproximada de 800 quilos sobre as quatro rodas.

 

A tracção é um especto chave para uma boa performance em Yas Marina, pois não há muitas curvas de alta velocidade. Para ajudar os pilotos a ganhar máxima tracção, os engenheiros tendem a preparar o carro macio na traseira, mas isto pode levar a um maior desgaste nos pneus traseiros. Se o set-up for muito duro, ocorre o problema oposto: excessivas rotações das rodas, o que também diminui a vida dos pneus.

Notas técnicas dos pneus:

O circuito de Yas Marina está ao nível do mar, com maior densidade de ar a aumentar a performance do motor. A potência acrescida também tem efeito sobre o desgaste do pneu, com mais exigências colocadas nos pneus traseiros em particular. Os carros tendem a correr com um set-up de média força descendente, pois Abu Dhabi tem tudo a ver com compromissos técnicos.

 

A superfície da pista em Abu Dhabi consiste em pedra colhida em Inglaterra e é geralmente muito macia. À medida que mais borracha fica no solo dá-se um grau alto de evolução da pista ao longo do fim de semana e também é comum encontrar poeira no circuito nas primeiras sessões, que logo desaparece.

 

Os dois melhores classificados no Abu Dhabi no ano passado (Kimi Raikkonen e Fernando Alonso) usaram uma estratégia de uma paragem, começando com o pneu macio e acabando com o médio. Sebastian Vettel, que começou da reta das boxes por ter tido os seus tempos de qualificação desaprovados, acabou eventualmente em terceiro com uma estratégia de duas paragens, tendo começado com o médio e acabado com duas tiradas de pneus macios.

 

 

As escolhas de pneus até agora:

 

 

PZero Red

PZero Yellow

PZero White

PZero Orange

Austrália

Supermacio

 

Médio

 

Malásia

 

 

Médio

Duro

China

 

Macio

Médio

 

Bahrain

 

 

Médio

Duro

Espanha

 

 

Médio

Duro

Mónaco

Supermacio

Macio

Médio

 

Canadá

Supermacio

 

Médio

 

Reino Unido

 

 

Médio

Duro

Alemanha

 

Macio

Médio

 

Hungria

 

Macio

Médio

 

Bélgica

 

 

Médio

Duro

Itália

 

 

Médio

Duro

Singapura

Supermacio

 

Médio

 

Coreia

Supermacio

 

Médio

 

Japão

 

 

Médio

Duro

India

 

Macio

Médio

 

Abu Dhabi

 

Macio

Médio

 

Estados Unidos

 

 

Médio

Duro

Brasil

 

 

Médio

Duro

 

Outras notícias da Pirelli:

 

O piloto da Kawasaki Racing Team Tom Sykes de Inglaterra, ganhou o seu primeiro campeonato FIM Superbike em Jerez de la Frontera, enquanto a Aprilia ganhou o campeonato de equipas. O campeonato de Superbike usou exclusivamente pneus Pirelli pela sua 10ª sessão consecutiva.

 

O irlandês Daniel McKenna ganhou o prémio Pirelli UK Star Driver para 2014, o que lhe dá um patrocínio para o Campeonato Britânico de Ralis do ano que vem ao volante de um Citroen DS3 R3T. McKenna ultrapassou a concorrência de cinco outros finalistas para conseguir o ambicionado prémio, que lhe foi atribuído por um distinto painel de juízes.

 

As aplicações P Zero, que contem as últimas novidades do mundo da F1, ganharam o prestigiado Prémio Lovie em Londres no fim-de-semana passado: a única cerimónia de prémios pan-europeia dedicada ao conteúdo para a Internet.

 

GALERIA DE IMAGENS

GALERIA DE IMAGENS

 

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CURIOSO ARTIGO

CURISO ARTIGO

 

Artigo extraido dum site brasileiro, que mostr-nos o que pode ganhar diferentes elementos  no seio duma equipa de Fórmula 1, veja com atyenlção, pois vale a pena:

 

 

QUANTO GANHAM MECÂNICOS, ENGENHEIROS E OUTROS FUNCIONÁRIOS NA FÓRMULA 1

 

 

 

Quando se fala em salários da Fórmula 1, a nossa imaginação logo vai para os pilotos. Mas nem só de pilotos vive o mundo da F1. Vettel, Alonos e Hamilton chegam a ganhar mais de 15 milhões de euros por temporada, mas pouco se sabe sobre os salários pagos aos demais funcionários das equipes.

São 90 pessoas que fazem parte de cada time da Fórmula 1 e são divididos em funções técnicas e administrativas. Da secretária ao motorista de caminhão, mecânicos, gerentes de marketing e engenheiros de pista, os salários são pagos de acordo com o nível de responsabilidade de cada função.

f1O jornal espanhol Marca conseguiu reunir o salário das equipes intermediárias da Fórmula 1.

Funções administrativas (valores pagos anualmente):

- Gerentes de Contas Publicitárias: 70.000 euros a 207.000 euros.
- Assistente de Conta: 50.000 euros.
- Assistentes de Marketing: 24.000 euros a 71.000 euros.
- Secretária: 24.000 euros.

Funções técnicas (valores pagos anualmente):

- Engenheiros de Pista: 110.000 euros a 327.000 euros.
- Chefe de Departamento: 80.000 euros.
- Analista de Telemetria: 70.000 euros.
- Engenheiro Júnior: 50.000 euros.
- Técnico de Produção/Fabricação: 50.000 euros.
- Chefe de Mecânicos: 60.000 euros.
- Mecânico principal do carro: 50.000 euros.
- Mecânicos Assistentes: 45.000 euros.
- Chefe de Motoristas: 45.000 euros.
- Motorista: 40.000 euros.

f1-5Cada funcionário trabalha cerca de 16hs/dia no fim de semana de corrida, mas tem 8 horas de descanso garantidas, até o toque de recolher instaurado pela FIA recentemente. Os salários devem ser bem maiores em equipes gigantes, como a Red Bull. Já a famosa Ferrari é conhecida por não pagar salários atraentes. Na F1, assim como no futebol, os funcionários recebem um “bicho” em caso de título, dinheiro esse pago pelos patrocinadores.

Apesar do custo de vida na Europa, os salários não são tão baixos. As equipes menores pagam algo em torno de 2.000 euros para os funcionários.

f1-8E você que sempre sonhou fazer parte do mundo da Fórmula 1, fique atento, as equipes costumam divulgar as vagas de trabalhos eu seus sites oficiais.

Via Motores Despidos.

 

E A BRINCADEIRA CUSTOU 25.000 DOLARES

E A BRINCADEIRA CUSTOU 25.000 DOLARES

 

Foi este o preço que Vettel teve de pagar aos comissários desportivos, depois dos piões que fez em plena recta da meta, após o final do Grande  Prémio da India, atitude que pôs todos os espectadores de pé, no entanto os comissários desportivos, não acharam graça à brincadeira...O dia em que Bernie Eclestone lhes deixar de pagar pelo espectáculo, não sei como irá ser. Atitude inadmissivel, e F1040f1001ofensiva, pois a Fórmual1  tem de ser espectacular a todos os niveis, e com atitudes deste género, não vai longe.....

 

G.P.INDIA DE F 1

 

GP DA ÍNDIA DE F1 2013 – Corrida

VETTEL ESCOLHEUMAESTRATÉGIA CORRETA DE PNEUS E TORNA-SE CAMPEÃO MUNDIAL

f1f2f3f4f5f6f7f10f11f12f20f21f22f23f24f25f30f31f32f33f34f35f36f37f39f41f42f43f1000f1001f1002f1004f1006f1005f1007f1008f1009f1010f1011f1012F1030F1031F1040f1100O piloto da Red Bull Sebastian Vettel tornou-seo mais jovem quadricampeão mundial de sempre da F1, no GP da Índia; ele é apenas o quarto piloto na história da modalidade a conseguir quatro títulos, sendo três deles com pneus Pirelli. Vettel venceu a corrida com uma estratégia de duas paragens, começando com os pneus macios P Zero Amarelo e tendo depois feito duas tiradas com os pneus médios P Zero Brancos. Esta última vitória também faz com que Vettel tenha ganho todos os três GP da Índia disputados até agora.

Entre os dez primeiros na grelha de partida foram adotadas estratégias mistas, com seis pilotos – incluindo o detentor da pole, Vettel – a começarem com pneus macios e quatro a iniciarem a corrida com pneus médios. Mark Webber da Red Bull foi o piloto mais bem colocado, no quarto lugar, a partir com pneus médio: a melhor posição de qualificação obtida até agora nesta temporada por um piloto que tivesse feito o seu melhor tempo num sábado com o composto mais duro dos escolhidos para o fim de semana.

As primeiras paragens nas boxes ocorreram no final da primeira volta, com o Force India de Paul di Resta e o Toro Rosso de Jean-Eric Vergne a trocarem os pneus macios para médios. Vettel fez o mesmo no final da segunda volta, quando seguia à frente, regressando à pista atrás e cedendo a vantagem ao Ferrari de Felipe Massa – que se tornou o primeiro piloto, para além de Vettel, a estar à frente numa volta do GP da Índia.

Massa parou na volta oito, pondo Webber na liderança. Webber parou na volta 28 para trocar para pneus macios, mas nessa altura já Vettel se tinha reapossado da liderança. A paragem final de Vettel foi na volta31 para montar pneus médios, seguido uma volta mais tarde pelo seu companheiro de equipa – que também montou pneus médios para a sua última tirada, antes de abandonar na volta 39 com problemas mecânicos.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: ““Com uma diferença de tempo de volta notável entre os dois compostos, a estratégia esteve na linha da frente deste GP da Índia recheado de ação. Vimos algumas abordagens muito diferentes desde a frente até à parte de trás da grelha de partida, as quais se podiam de um modo geral dividir entre pilotos que começaram com pneus macios e outros que iniciarama corrida com pneus médios. Vimos também muitas equipas a dividirem as estratégias entre ambos os carros, de forma a cobrir todas as possibilidades. A paragem cedo nas boxes de Sebastian Vettel significou que ele pôde neutralizar os seus rivais diretos com a mesma estratégia, mas Webber conseguiu ganhar posições em pista ao permanecer mais tempo sem parar: o que basicamente resume o modo como as diferentes táticas funcionaram. Contudo, ficámos desapontados por ver que algumas equipas foram contra as nossas recomendações e utilizaram os compostos por um período mais longo do que aquele que lhes aconselhámos. No entanto, e acima de tudo, parabéns a Sebastian e à Red Bull pela sua quarta vitória dupla, pilotos e equipas, no campeonato da F1: um testemunho das suas espantosas capacidades em todas as áreas e durante toda a época, incluindo os seus talentos na utilização dos pneus e da estratégia paraganhar vantagem.”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

 

Macio

 Médio

Intermédio

Chuva

Primeiro

SUT – 1m28,419s

RAI – 1m27,679s

N/A

N/A

Segundo

GUT – 1m28,682s

VET – 1m28,116s

N/A

N/A

Terceiro

BOT – 1m28,928s

PER – 1m28,503s

N/A

N/A

Tiradas mais longas da corrida:

Macio

19 voltas

A. Sutil

Médio

51 voltas

K. Raikkonen

Intermédio

N/A

N/A

Chuva

N/A

N/A

Avaliação da correção de previsões:

A nossa previsão para a estratégia a usar nas 60 voltas do GP da Índia era de duas paragens. Sugerimos que a estratégia mais rápida seria: começar com pneus macios, mudar para médios na segunda volta e uma tirada final com médios a partir da volta 28.

Isso foi com maior ou menor exatidão o que Vettel fez, parando na volta 2 como se prévia, mas depois fazendo a sua última paragem na volta 31: três voltas mais tarde do que a previsão que tinha sido feita.

 

MAIS UM TITULO PARA VETTEL

Sebastian Vettel campeão do mundo de Fórmula 1 pela quarta vez

 

O piloto alemão venceu o Grande Prémio da Índia.

Sebastian Vettel campeão do mundo de Fórmula 1 pela quarta vez

Sebastian Vettel (Red Bull-Renault) tornou-se hoje, aos 26 anos, o mais jovem tetracampeão do Mundo de Fórmula 1, ao vencer o Grande Prémio da Índia, 16.ª das 19 provas do calendário.

Para conquistar o seu quarto título consecutivo, Vettel precisava de terminar no apenas no quinto posto no circuito Buddh, em Nova Deli, mas alcançou a décima vitória da temporada, sexta seguida e 36.ª da sua carreira.


Conteúdo publicado por SportInforma

 

G.P.INDIA DE F 1

 

GP da Índia de F1 2013 – Qualificação

PREPARAM-SE DIFERENTES ESTRATÉGIAS DE PNEUS PARA O GP DA ÍNDIA

f1f2f3f4f5f6f7f8f9f10f11f12f14f15f16f17f18f19f30f31f40f41f42F300F301f302f303f304f305f306Sebastian Vettel manteve o seu recorde de ser o mais rápido em todas as sessões que este ano se efetuaram até agora na Índia, graças a uma pole position três quartos de segundo à frente do piloto da Mercedes Nico Rosberg.A volta que garantiu a Vettel a pole position foi feita em 1m24,119s, com os pneus macios P Zero Amarelos, que foram os escolhidos em conjunto com os pneus médios P Zero Brancos para este fim-de-semana, onde o piloto alemão e a sua equipa da Red Bull podem selar ambos os campeonatos – de pilotos e de equipas – pelo quarto ano consecutivo. Com o tempo da volta de pole,Vettelconseguiu ainda o recorde de volta mais rápida dos três anos de história do Buddh International CircuitdaÍndia. Tanto a Red Bull como a Mercedes conseguiram até agora oito pole positions nesta temporada.

A maior parte dos pilotos, exceto os dois Caterham eos dois Marussia, começaram a Q1 com o composto médio, sob temperaturas ambientede 30º Ce de 39º C ao nível da pista. A maioria dos pilotos mudou depois para os pneus macios, com o Sauber de Esteban Gutierreza ser o primeiro a encimar a lista de tempos com os pneus P Zero Amarelos. Mas foi o McLaren de Jenson Button que acabou por ser o mais rápido na Q1, ao passo que Vettel foi o piloto mais rápido a usar apenas o composto médio durante toda a sessão, ao acabar em 11.º. O outro único piloto que utilizou apenas os pneus médios na Q1 foi Romain Grosjean da Lotus, porém ele não conseguiu passar à Q2.

ExcluindoNico Hulkenberg da Sauber eDaniel Ricciardo da Toro Rosso, todos os outros pilotos usaram apenas os pneus macios na Q2. Uma vez mais, o mais rápido da sessão foi Vettel, enquanto Button passou à Q3 com pneus macios que tinha acabado de usar – sendo mais rápido do que tinha sido com um jogo novo dos mesmos pneus na Q1.

Muitas equipas utilizaram estratégias divididas na Q3, com Button, Mark Webber da Red Bull e o Ferraride Fernando Alonso todos a começar a sessão com pneus médios. Vettel e ambos os pilotos da Mercedes utilizaram logo os pneus macios. A primeira tirada de Vettel foi o suficiente para lhe garantir a pole position, ao passo que o seu companheiro de equipa, Mark Webber, em quarto, foi o piloto a qualificar-se coma melhor posição na grelha de partida usando pneus médios, nos instantes finais da sua segunda tirada. Alonso e ambos os McLaren também iniciarão a corrida de amanhã com pneus médios.

A sessão final dos treinos livres, esta manhã, foi encurtada para40 minutos devido a problemas de visibilidade que provocaram o atraso no seu início. O tempo mais rápido de Vettel foi feito com pneus macios, meio segundo à frente do seu companheiro de equipa, Weber,antes de se concentrar em efetuar longas tiradas com os mesmos pneus e muito combustível no depósito, preparando a corrida de amanhã.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse:“ Com uma diferença de cerca de um segundo entre os dois compostos, a estratégia teria de ser muito importante no desfecho da qualificação. Contudo, os pilotos tinham de colocarem cada prato da balança a velocidade extra do composto médio contraa durabilidade extra do composto médio, no que toca ao planeamento da estratégiaglobal. Em comparação com ontem, a pista evoluiu ainda mais, com mais borracha a ser depositada na sua superfície, o que adiciona um elemento extra aos cálculos. Na Q3 assistimos à adoção de uma ampla diversidade de táticas, com muitas equipas a dividirem as suas estratégias, de forma a cobrir todas as possibilidades. Quando se prevê que o pneu macio dure um máximo de 15 voltas e o médio de 30 a 35 voltas, esperamos entre duas a três paragens nas boxes, com os pilotos que começam com o pneu médio obviamente a esperar retirar o máximo de dividendos de uma primeira tirada mais longa. De acordo com os nossos cálculos, será uma luta muito cerrada, tal como tem sido ao longo deste ano, evidenciando todas asdiferentes possibilidades que a estratégia de pneus pode oferecer no tocante a adicionar outra dimensão às corridas.”

O prognosticador misterioso de estratégia da Pirelli:Duas paragens é teoricamente a abordagem mais rápida às 60 voltas do GP da Índia, mas isso depende muito do carro e de outros fatores da corrida como o tráfego em pista.A estratégiaótima de duas paragens é: começar com pneus macios, mudar para médios na segunda volta e depois uma tirada final com médios a partir da volta 28.

Uma estratégiaalternativa de duas paragens é começar com pneus médios, trocar por outro jogo de médios na volta 28 e finalmente para macios na volta 57.

Compostos mais rápidos na TL3:

1.

Vettel

1m25,332s

 Macio Novo

2.

Webber

1m25,892s

 Macio Novo

3.

Alonso

1m26,105s

 Macio Novo

Pneus usados pelos 10 mais rápidos:

Vettel

Macio

1m24.119s

Rosberg

Macio

1m24.871s

Hamilton

Macio

1m24.941s

Webber

Médio

1m25,047s

Massa

Macio

1m25,201s

Raikkonen

Macio

1m25,248s

Hulkenberg

Macio

1m25,334s

Alonso

Médio

1m25,826s

Perez

Médio

1m26,153s

Button

Médio

1m26,487s

 

MUITO INTERESSANTE ESTA CRÓNICA

MUITO INTERESSANTE ESTA CRÓNICA DE JOÃO CARLOS COSTA SOBRE FELIX DA COSTA

 

 

ACONSELHAMOS A UMA LEITURA ATENTA

 

 

UMA CRÓNICA GELADA" (parte II)

A não ser que mostre muito pouca competitividade, não tenho dúvidas vai ser protegido pela RED BULL. A marca austríaca está cada vez mais ligada à F.1. O que é bom para a disciplina, é bom para a empresa. Não pudemos esquecer que as bebidas energéticas são o novo tabaco em termos de patrocínios na F1. E a Red Bull é a Marlboro dos dias de hoje. Aquela que investe mais. Por isso, joga o jogo com Bernie Ecclestone, jogos esses de interesse comum. O patrão da disciplina anda à procura de mercados dispostos a pagar aquilo que os europeus não podem despender para ter o show. A Red Bull procura países em crescimento, com muitos milhões de potenciais clientes. O russo Kvyat serve ambas as partes às mil maravilhas, melhor que AFC ou até Carlos Sainz jr. O filho do ex-campeão do mundo de ralis até podia ter reunido uma boa verba – fala-se em metade do russo, igual ao que outros pagaram antes – e tinha o apelido sonante. Mas reparem na explicação de Marko sobre a contratação de Kvayt: “ele é um misto entre Raikkonen e Alonso”. E é de facto, mas digo que as razões pouco têm a ver com talento. É uma aposta arriscada como o finlandês que chegou à F.1 com apenas 23 corridas de monolugares e sem sequer ter andado de F.3. Raikkonen era jovem e imaturo, com uma forma de estar na vida muito própria, que foi “requintando” como imagem de marca. Deu certo na Sauber e foi notícia, embalando para uma enorme carreira. Kvayt tem muito de Raikkonen na juventude e na maneira despreocupada (uma dose de loucura à russa) como está no mundo das corridas. Mas terá no “braço”?
E a comparação a Alonso: será por ser metódico? Não. Antes porque, tal como o espanhol, vai para a F.1 para conquistar um país. No início deste século, quando Alonso entrou na Minardi, antecessora da Toro Rosso (coincidência), permitiu que o colosso Espanha (então oitava economia mundial e sempre a crescer) se interessasse verdadeiramente pela F.1, levando por arrasto alguns dos mercados que falam a língua de Cervantes. É isso que a Red Bull e o “Tio” Bernie querem que aconteça com Kvayt; que seja o porta-bandeira de um mercado ainda mais importante, com centenas de milhões de potenciais consumidores de Grandes Prémios na televisão – sim porque isso de espectadores na bancada é de somenos importância nos dias de hoje!... 
Estará Kvayt preparado para tanta responsabilidade? Não acredito! A “universidade” de pilotos da Red Bull cada vez me faz lembrar mais aquela que a Elf desenvolveu em França, nos anos 70, 80 e 90 do sec. XX, em conjunto com várias escolas de pilotagem. Uma procura incessante de talentos, que descobriu muitos e desperdiçou muitos mais e apenas revelou um campeão do mundo de F.1 (Alain Prost).
Deixei ANTÓNIO FÉLIX DA COSTA para o fim. Pelo que escrevi acima terá sido a sua não promoção meramente circunstancial? Não penso assim! Tivesse feito a temporada perfeita e seria mais difícil a Marko justificar a escolha de Kvayt. E se o austríaco ainda assim mantivesse a opção pelo russo, talvez houvesse espaço para sair pela porta grande do universo Red Bull e procurar outro refúgio. O problema desta temporada é que deixa dúvidas, bem diferente do final de 2012, onde AFC era visto como a maior esperança do automobilismo de velocidade a nível europeu. 
Não tenho dúvida que a equipa Arden tem muita culpa no cartório, que a mudança inicial de engenheiro não ajudou, que foram vários os problemas técnicos e que nas poucas vezes que esteve verdadeiramente em confronto directo na pista com os seus maiores adversários (Kevin Magnussen e Stoffel Vandoorne) levou vantagem. Mas a decisão está tomada! É chover no molhado, aprendendo com a lição. 
AFC vive dias de limbo. Aceita ir a Macau onde tem tudo a perder. Já ganhou no ano passado, tem quatro presenças e como tal tudo o que seja abaixo da vitória é menos bom. Para além disso, vai guiar o monolugar que a Carlin destinara a Kvayt e que o russo, de forma muito inteligente, não irá usar. Para quê expor um piloto que vai para a F.1 numa prova de uma disciplina menor, num circuito difícil, onde tudo pode acontecer?! Assim não corre mal, de certeza…
Poderia AFC ter recusado o convite? Por contrato acredito que não. Mas esse só é válido se o português quiser ficar na órbita da Red Bull. Por enquanto parece ser o que deseja, recusando atirar tudo às ortigas. Diz até que há boas notícias a caminho. Será o papel de terceiro piloto na F.1? Continuara a testar no simulador, a fazer road-shows? Se for só isso não será mau, porque um dia, quem sabe, Vettel ou Ricciardo podem ter uma “unha encravada” e AFC senta-se no carro mais competitivo do plantel. Pior é se, a par disso, há a obrigatoriedade de fazer GP2 ou WSR 3.5. O jovem português não só voltaria a não ter margem para erro, como após seis temporadas nos monolugares de promoção nada lhe acrescentaria. 
Será então a passagem para outro projecto Red Bull? O DTM parece fechado. No WTCC não se sabe se a empresa austríaca fará parte do pacote Citroen. GT, Mundial de Resistência, ou qualquer aventura do outro lado do Atlântico? 
Há vida para lá da F.1. E se é essa a vontade, há que avançar, nem que seja fora da Red Bull, aproveitando o capital de confiança, a áurea de enorme valor que ainda transporta. Mais um ano menos bom e a memória daquilo que AFC fez, esvazia-se… 
Sei que será uma escolha dura de fazer, até porque acarreta demasiados riscos. Quase me apetecia dizer que, tal como Marko fez, AFC devia jogar os dois tabuleiros: continuar na Red Bull mas andar a ver da vida por outras paragens e se surgisse oportunidade, saltar. Ele próprio sabe disso e escrevia numa mensagem do twitter, no sábado à noite: “apesar de tudo, quero agradecer à Red Bull e ao Dr. Marko, meteram-me numa posição de lutar por um lugar na F.1 e muito mais”. Lido assim, parece ser mais que um simples agradecimento…
Referi que iria acabar esta crónica com o DESPORTO AUTOMÓVEL em Portugal. Podia ter sido o grande perdedor, mas verdadeiramente não perdeu tanto assim! Escrevi há 12 meses que o estado de letargia que vive só teria recuperação se houvesse um piloto nacional a ganhar na F.1 ou no Mundial de Ralis. A chegada de AFC aos Grandes Prémios de F.1 surgia como essa esperança de (re)abertura ao grande público, aquele que se perdeu quase todo desde meio da década de 90. 
Só que, mais que chegar, era preciso ganhar. Não haveria muito mais público a ver F.1 na televisão, a interessar-se pelo fenómeno, a criar raízes como entusiasta, se AFC fosse para a Toro Rosso. É uma equipa da cauda do pelotão, que apenas ganhou aquele G.P. em Monza/2008, em circunstâncias muito especiais, e com o super dotado Vettel ao volante do melhor chassis que a escuderia com sede em Itália dispôs até hoje – o STR 03. Por esse lado, nada se alteraria. Seria mais uma aventura, como a de Pedro Chaves, Pedro Lamy ou Tiago Monteiro. Tirando o naipe dos fanáticos das corridas, poucos se lembram dos resultados desses três (ou quatro que quisermos juntar Nicha Cabral), nem mesmo que Tiago levou a bandeira de Portugal a um pódio na F.1. A dor desta não contratação de AFC é limitada aos que amam este desporto. Somos poucos, infelizmente…





 

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FÓRMULA INDY

 

 

Mais um grupo de imagens da Fórmula Indy na sua incursão pelos Estados Unidos.indy1indy2indy3indy4indy5indy6indy7indy8indy9indy10indy11indy12indy14indy15indy16indy17indy18indy19indy20indy21indy22indy23

 

G.P.INDIA F 1

GP da Índia de F1 de 2013 – Treinos Livres

 

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ESPERADAS ENTRE DUAS E TRÊS PARAGENS NAS BOXES NO CALOR DA ÍNDIA

 SebastianVettel,da Red Bull, foi hoje o mais rápido em ambas as sessões de treinos livres do GP da Índia da F1, efetuadas sob uma temperatura ambiente de 30º C.Vettel fez o melhor tempo de manhã com os pneus médios P Zero Brancos, tendo depois mudado à tarde para os macios P Zero Amarelos. Estes dois pneus são um grau mais macios que os escolhidos para a Índia no ano passado, quando muitos pilotos completaram a corrida com apenas uma paragem nas boxes. Durante a sessão da tarde, Vettel fez um tempo de referência de 1m25,722s: quase um segundo mais rápido do que aquele que tinha feito de manhã. Em ambas as sessões, o seu companheiro de equipa, Mark Webber, foi o segundo mais rápido.

Verificou-se um grau considerável de evolução da pista no decurso do dia, com Vettel a eclipsar confortavelmente o seu tempo1m26,221s, obtido naTL2 do ano passado, também com pneus macios.

O tempo quente vai continuar no resto do fim-de-semana, com uma previsão de duas a três paragens nas boxes para a maioria dos pilotos no exigente circuito indiano. Se domingo Vettel acabar o GP da Índia na quinta posição ou acima, poderá reclamar o seu quarto título mundial de pilotos e tornar-se-á um dos quatro pilotos em toda a história da F1 a fazê-lo, na senda de Juan Manuel Fangio, Alain Prost e Michael Schumacher.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse:“No essencial, optámos desta vez por compostos mais macios, porque o GP da Índia de 2012 foi uma corrida de uma paragem nas boxes e a combinação que trouxemos para aqui este ano possibilita uma estratégiade duas a três paragens. Depois do que vimos hoje, o desgaste e degradação estão no geral de acordo com as nossas expetativas mas houve alguns problemas com bolhas no composto macio, enquanto alguns pilotos fizeram até 24 voltas com pneus médios. O pneu médio parece ser o pneu ideal para a corrida, ao passo que o macio deverá ser o usado para a qualificação, pois atá agora tem sido cerca de 0,8s mais rápido por volta. A avaliação das perdas de performance será a chave para formular a estratégia e estabelecer o timing para a primeira paragem nas boxes. Em consequência, algumas equipas irão também considerar os benefícios de começar a corrida com pneus médios. No entanto, a pista ainda não parou de evoluir, por isso as decisões finais não serão tomadas senão depois dos treinos livres de amanhã.”

TL1:

TL2:

1. Vettel

 1m26,683s

 Médio Usado

1. Vettel

 1m25,722s

 Macio Novo

2. Webber

 1m26,871s

 Médio Usado

2. Webber

 1m26,011s

 Macio Novo

3. Rosberg

 1m26,899s

 Médio Usado

3. Grosjean

 1m26,220s

 Macio Novo

Estatísticas do dia dos pneus:

Macio

Médio

Intermédio

Chuva

Quilómetros percorridos*

 1279

 4910

 N/A

 N/A

Total de jogos utilizados**

 22

 46

 N/A

 N/A

Maior número de voltas**

 20

 34

 N/A

 N/A

 * Este número indica a quantidade total de quilómetros feitos hoje nas sessões 1 e 2 de treinos livres pelo conjunto de todos os pilotos.

** Por composto, pelo conjunto de todos os pilotos

“Que a Força esteja contigo”:

O que é popularmente conhecido como força G é, na realidade, aceleração. Estes são os valores máximos em travagem e em curva:

Máximo de força G na travagem (força longitudinal):

-4,45 @ Curva 4

Máximo de força G em curva (força lateral):

 4,55 @ Curva 9 e Curva 14

Factos do dia da Pirelli:

A Índia tem a zona de boxes mais longa de todos os circuitos da F1, com 414 metros sujeitos ao limitador de velocidade. Contudo, o seu desenho faz com que a perda de tempo seja de apenas cerca de 18 segundos – assim, isso não deverá ter um efeito desproporcionado na estratégia. O vencedor da corrida do ano passado, Vettel, só parou uma vez, na volta 33, e houve 28 paragens nas boxes no total.

 

VETTEL REI E SENHOR NA TERRA DOS MARAJÁS

GRANDE PRÉMIO DE FÓRMULA 1 - INDIA

 

VETTEL REI E SENHOR NAS TERRAS DOS MARAJÁS

 

 

Uma vez os Red Bull Renault ficaram à frente na 2ª sessaõ de treinos liindia1india2india3india4india5india7india8india9india14india15india16india17india18india21india22india23india24india25india26india28india29india30india31india33india34india35india36india37india38india41india42india43india44india45india46india47india48india49india50india100india300india400india401india402india403india404india405india406india408india409vres para o Grande Prémio de Fórmula 1 na India.Alias a superiordade dos Red Bull é de tal ordem, que Webber, acabou por secundar o seu colega Vettel, tendo atrás de si o Lotus Renault de Grosjean, o Mercedes de Hamilton, que por sua vez teve no seu encalço o Ferrari de Alonso e o Mercedes de Hamilton.

 

A 7ª posição foi para o Ferrari de Massa, seguido pelo Lotus Renault de raikonen, ficando o "top ten" completo com os McLaren Mercedes de Perez e Button.

 

CRÓNICA DE FRANCISCO SANTOS

CRÓNICA DE FRANCISCO SANTOS

 

OS MILHÕES da FÓRMULA 1 e FELIPE MASSA na WILLIAMS.
Ontem, o meu amigo brasileiro Américo Teixeira Jr escrevia no seu blog (www.diariomotorsport.com.br) que Felipe Massa está indo para a Williams com um contrato de cinco anos, sem ter de levar dinheiro, ou seja, irá receber um ordenado de Frank Williams.
Para mim, foi uma decisão certa para os dois lados, embora ache muito estranho o contrato ser de cinco anos, tendo Felipe já 33, e o atual estado da F1 não aconselhar s contratos tão longos. Para Frank Williams é a certeza de ter um piloto de grande experiência, e um ex-vice-campeão mundial, o que lhe será útil na obtenção de mais alguns patrocínios de vulto. E, assim, o Brasil não ficará sem nenhum piloto na F1, o que iria acontecer pela primeira vez em muitos anos. 
Ayrton Senna com Frank Williams, nos testes de 1983, em Donington Park.
 
Como de costume, muitos brasileiros fizeram comentários a este seu texto (ao contrário dos portugueses que se retraem muito mais e só meia dúzia comenta no Facebook os meus textos).
E, alguns desses comentários focavam o facto de Felipe de certamente receber uns milhões enquanto grande parte da população brasileira continua a gter grandes dificuldades económicas. Além de eu não acreditar que Massa vá receber o mesmo que auferia em Maranello (contingências de finalde carreira…) , esta questão do dinheiro que as estrelas da Fórmula 1 e de outros tipos de desporto recebem é muito controversa. Não nos esqueçamos, primeiro, que enquanto um executivo de topo pode viver profissionalmente uns 30 anos – ou mais – recebendo um salário de alguns milhões por ano, um atleta – seja de F1 ou de basketball ou de futebol ou de futebol americano ou de ténis, para referir apenas algumas modalidades – tem uma vida útil muito menor.
Hoje, infelizmente não posso desenvolver mais o assunto pois tenho de ir para o hospital para me ser implantado um desfibrilador no peito, no seguimento do meu infarto de há três semanas, mas no domingo desenvolverei mais este tema socioeconómico, comparando os salários dos desportistas de topo com o Produto Interno Bruto per Capita dos seus respetivos países, e esses leitores do artigo do “Diário Motorsport” vão ficar tão boquiabertos quanto eu. 
Os salários dos pilotos de Fórmula 1
Entretanto deixo-vos a lista de salários atuais dos pilotos de F1, para pensarem um pouco no assunto:
O Business Book de 2013 publicou há uns meses, antes da temporada deste ano, os salários dos pilotos de Fórmula 1, em euros:
1 – Lewis Hamilton (Mercedes) e Fernando Alonso (Ferrari) – €20 milhões 
3 – Jenson Button (McLaren) – €16 milhões 
4 – Sebastian Vettel (Red Bull) – €12 milhões 
5 – Nico Rosberg (Mercedes) – €11 milhões 
6 – Mark Webber (Red Bull) – €10 milhões 
7 – Felipe Massa (Ferrari) – €6 milhões 
8 – Kimi Raikkonen (Lotus) – €3 milhões (mais US$50.000 por ponto conquistado ou seja, até hoje, mais US$8,85 milhões).
9 – Sérgio Perez (Mclaren) – €1,5 milhões 
10 – Romain Grosjean (Lotus), Pastor Maldonado (Williams) e Nico Hulkenberg (Sauber) – €1 milhão 
13 – Valteri Bottas (Williams) – €600.000 
14 – Jules Bianchi (Marussia) e Adrian Sutil (Force India) – €500.000 
16 – Paul di Resta (Force India), Jean Eric Vergne (Toro Rosso) e Daniel Ricciardo (Toro Rosso) – €400.000 
19 – Esteban Guitirez (Sauber) – €200.000 
20 – Charles Pic (Caterham), Giedo van der Garde (Caterham) e Max Chilton (Marussia) – €150.000 euros.
Claro que a estes salários haverá, penso eu (dependendo do critério do “Business Book” que tratarei de descobrir nos próximos dias), que somar os contratos publicitários pessoais de alguns pilotos que não os incluíram nos seus acordos com a respetiva equipa.

 

VETTEL NA FRENTE NA INDIA

GRANDE PRÉMIO DA INDIA DE FÓRMULA 1

 

VETTEL NA FRENTE

 

 

A sessão de treinos livres para o Grande Prémio da India, já conduziu Vettel para a frente. pois Fernando Aloinso ficou com a oitava melhor marca, no entanto este Grande Premio da India, deverá ser o último a ter lugar isso porque muitos problemas, estão a ensobrar esta edição.

 

 

 

As questões financeiras que sobraram do Grande Prémio do ano passado, ainda estão por resolver, e assim pelos vistos há dividas perante o fisco, que ainda não foram cumpridas.Depois para o povo indiano a Fórmula 1 não tem quase significado nenhum, isso já para não falar do transito catastrófico nos acessos à pista.Depois por aquilo que aconteceu com a equipa da McLaren, que foi afectada no hotel por uma praga de mosquitos, que obrigou inclusive à mudança de unidade hoteleira.

Mas os problemas não se ficam por aqui, por pouco Rosberg não matou uma vaca...em plena auto estrada, e outros pilotos estão a tomar precauções contra eventuais doenças.

Para 2014, o Grande Prémio da India já não faz parte do calendário, o que dificilmente poderá voltar a ser reintegrado.

 

Sobre as dividas da organização do Grande Prémio, o Supremo Tribunal da India, que está a estudar o caso, pretende que cerca de um quarto das receitas provenientes da bilheteira seja congeladaf1indiaf2indiaf3indiaf4indiaf5indiaf6indiaf8india, de forma a começar a serem liquidadas as dividas de 2012.Por outro lado, segundo a óptica do fisco indiano, o Grande Prémio de Fórmula 1 é considerado um espectáculo de entretenimento e não de desporto, o que não deixa de ser curioso esta análise.

 

TUDO PRONTO PARA O G.P.INDIA DE F 1

TUDO PRONTO PARA O GRANDE PRÉMIO DA INDIA DE FÓRMULA 1

 

Tudo a postos para o Grande Prémio da India de Fórmula1, que vaio ter lugar já este fim de semana.Será que Vettel vai continuar a vencer?Resta esperar para ver.f1f1indiaf2indiaf3indiaf4indiaf6indiaf7indiaf8indiaf9indiaf10indiaf20indiaf21indiaf22indioaf23indiaf24indiaf25indiaf26indiaf27indiaf29indiaf30indiaf31indiaf40indiaf41indiaf42indiaf43indiaf44indiaf45indiaf46indiaf50indiaf60indiaf61india

 

A JUSTA OPINIÃO DE FRANCISCO SANTOS

A JUSTA OPINIÃO DE FRANCISCO SANTOS

 

O nome de Francisco Santos dispensa apresentações, pois este senhor para além de ex piloto, onde recebeu a alcunha de Chico Cambalhotas, esteve muito anos ligado ao mundo da Fórmula 1e ao jornalismo, para além de eventos diversos, e sobre o que aconteceu a António Felix da Costa, Francisco Santos faz uma observação bem interessante e que reproduzimos na integra, pois merecer ser lida por todos os nossos leitores.

 

 

FÓRMULA 1 – O HABITUAL MUNDO CÃO DOS MILHÕES
Desde 1969 que a sigo a Fórmula 1 como jornalista. Una anos mais de perto, indo à maioria dos GPs, outros apenas pesquisando tudo cobre cada corrida e escrevendo o meu anuário de 1972 a 2009. 
A realidade – a gora que nos sentimos todos muito chocados pelo erro da Red Bull (leia-se Helmut Marko) em não promover António Félix da Costa à equipa Toro Rosso – é que sempre a Fórmula 1 se moveu em volta de interesses comerciais. Mas agora está demais. Como aponta – e bem – o nosso amigo Helder de Sousa, citando o meu ex-colega da F1, Joe Saward, esta decisão errada põe em causa todo o propósito do Red Bull Junior Team.
F.Santos e A.Félix da Costa, no Renault Passion Days 2013, no seu 22º aniversário.
 
Mais um erro de Helmut Marko
Para quê tanto trabalho e tanto investimento se, depois, os 15 milhões de um qualquer patrocinador russo mais o tamanho do potencial mercado russo fazem com que o nosso “Formiga” seja preterido por Daniel Kvyat.
No comunicado oficial do AFC, ele continuará a pertencer à “família Red Bull”. Que “bela” família, como aliás já tinha demonstrado ser em várias ocasiões para com o australiano Mark Webber em termos de laços familiares …
Pelo menos, mais um ano da Fórmula Renault 3.5 com as cores (e o dinheiro) da Red Bull… Temos confiança que a Carlin no próximo ano acerte melhor o carro que a Arden o fez para o António este ano e que os resultados sejam mais consistentes, pois as qualidade do piloto só tendem a melhorar, claro.
Mas, no fundo, no fundo, este é o problema de todos os portugueses de talento no desporto – o tamanho do nosso mercado.
 

ANTEVISÃO G.P. F1 NA INDIA

Antevisão do Grande Prémio da Índia

Deli, 24-27 de Outubro 2013

A PIRELLI NOMEIA OS PNEUS P ZERO MÉDIOS E MACIOS PARA A ÍNDIA

 India, a nova adição ao calendário da F1 em 2011, tem algumas mudanças de elevação influentes e uma larga variedade de curvas, tornando-a uma pista verdadeiramente espetacular que exige muito dos pneus, especialmente devido às altas temperaturas ambientes. Após dois anos de nomeações dos pneus duro e macio no circuito Buddh, este ano a Pirelli optou por nomear o pneu médio P Zero White (Branco) e o pneu macio P Zero Yellow (Amarelo).

Paul Hembery: “Decidimos pelo P Zero White médio e pelo P Zero Yellow macio para a Índia este ano, o que pensamos ser a melhor combinação para o circuito de Buddh e que levará a uma corrida mais renhida. Nos últimos dois anos seguidos usámos, na verdade, os compostos duro e macio, que pode ter sido uma decisão um pouco conservadora, por isso este ano optámos por uma escolha mais agressiva e macia. Como resultado, tal como na última corrida no Japão, não estamos à espera de grandes variações em tempos de volta entre os dois compostos. Consequentemente, a estratégia que fez muita diferença no Japão, deverá fazer diferença também na Índia. Tivemos apenas uma paragem nas boxes o ano passado na Índia, mas este ano estamos à espera de duas – o que também dará aos pilotos e às equipas mais oportunidades para mudar de posição. Com as variações de elevação e uma larga variedade de curvas, a Índia fornece aos pneus um verdadeiro teste, pois temos forças a virem de todas as direções, por isso a gestão dos pneus será mais uma vez muito importante. Como de costume, deverá estar um tempo quente na Índia, o que também aumenta a degradação termal. Isto parece ser uma corrida decisiva para o campeonato, por isso esperamos que a nossa escolha de pneus possa ajudar a tornar esta competição uma corrida de alta qualidade.”

Jean Alesi: “Antes de falarmos da Índia, gostava de voltar ao Grande Prémio do Japão, que é uma corrida que gostei muito de ver. Julgo que mostrou verdadeiramente a diferença que as estratégias podem fazer, e o mais incrível é o resultado renhido que podemos ver mesmo com estratégias completamente diferentes a serem usadas. A tensão e o espetáculo que isto cria para os que estão a assistir à corrida são fantásticos. Quanto à Índia, não é um circuito em que eu tenha corrido, mas ouvi bons comentários dos pilotos. No entanto, há uma perspetival mais lata: julgo que termos corridas em territórios como a Índia é tremendamente importante pois há um enorme potencial desportivo e comercial. Para além de pilotarem os carros, os pilotos têm uma responsabilidade de verdadeiros embaixadores para o desporto: despertar o interesse na F1 e em todos os que estão envolvidos nela. Este papel de embaixadores é mais importante em lugares como a Índia do que em Monza, por exemplo, que já acolhe a F1 há muitos anos. Vemos um grande entusiasmo pelo desporto em geral na Índia, em particular o cricket, e seria fantástico se a F1 pudesse ter o mesmo tipo de seguidores.”

O circuito do ponto de vista dos pneus:Uma das áreas mais exigentes do circuito é o complexo das curvas 10 e 11: ambas as quais surgem em rápida sucessão quase como uma única curva. Os pneus têm de aguentar a força lateral de alta energia durante sete segundos. O pneu dianteiro esquerdo sofre o maior esforço, e tem de aguentar uma força de aceleração de até 4G’s à saída da curva, onde é necessária a máxima aderência para manter a linha de condução.

A curva 4 é outra área crucial do circuito. Aqui, os carros desaceleram dos 320km/h aos 90km/h em apenas 140 metros. Os pneus são sujeitos a uma força de desaceleração de 3,6G’s, mas ainda assim têm de garantir a estabilidade e precisão nas áreas de travagem.

A Índia também tem uma das mais longas recatas do ano, que tem mais de um quilómetro de comprimento. Os pneus rodam a cerca de 50 voltas por segundo a alta velocidade, e no final da reta a temperatura na banda de rodagem excede 100ºC.

Notas técnicas dos pneus:A reta das boxes é uma das mais longas da F1 com cerca de 600 metros. Isto leva a uma perda significativa de tempo quando se muda de pneus, o que é um fator importante quando se considera a estratégia.

A superfície da pista na Índia é geralmente não muito abrasiva. No entanto, tendo-se estreado apenas há dois anos, o asfalto está a evoluir. Ao longo do tempo, o asfalto novo tende a tornar-se mais abrasivo, à medida que o betume na superfície desaparece, deixando expostas as pedras que formam o asfalto. Esta abrasividade aumenta, o que tem um efeito sobre o desgaste dos pneus.

Todos os que chegaram ao fim no ano passado – onde foram usados compostos duros e macios - pararam apenas uma vez, mais ou menos na volta 30. A estratégia mais popular foi a de começar com o composto macio e acabar com o duro, embora um ou dois pilotos mais abaixo na grelha tenham usado a estratégia oposta com vantagem.

As escolhas de pneus:

 

PZero Red

PZero Yellow

PZero White

PZero Orange

Austrália

Supermacio

 

Médio

 

Malásia

 

 

Médio

Duro

China

 

Macio

Médio

 

Bahrain

 

 

Médio

Duro

Espanha

 

 

Médio

Duro

Mónaco

Supermacio

Macio

Médio

 

Canadá

Supermacio

 

Médio

 

Grã-Bretanha

 

 

Médio

Duro

Alemanha

 

Macio

Médio

 

Hungria

 

Macio

Médio

 

Bélgica

 

 

Médio

Duro

Itália

 

 

Médio

Duro

Singapura

Supermacio

 

Médio

 

Coreia

Supermacio

 

Médio

 

Japão

 

 

Médio

Duro

India

 

Macio

Médio

 

Outras notícias da Pirelli:

Na ronda final do Campeonato de Itália da Ralis, o Rali de Sanremo, a Pirelli conseguiu o título de fabricantes com a Peugeot Itália pela quinta vez. O título de pilotos já tinha sido atribuído a Umberto Scandola, ao volante de um Skoda equipado com Pirelli, na ronda anterior.

A Pirelli patrocinou uma regência numa das mais prestigiadas universidades dos Estados Unidos. A Pirelli estabeleceu a “Regência Pirelli para o Professor Convidado em Estudos Italianos” para um período de cinco anos na Universidade de Princeton em New Jersey. O objetivo é promover o estudo da história e da cultura italianas.

A Pirelli lançou uma marca dedicada de pneus P Zero de estrada para o recentemente revelado Alfa Romeo 4C, que deu a volta ao Nurburgring em 8m04s com pneus Pirelli P Zero Trofeo. O novo pneu foi feito especificamente para as características de performance do Alfa Romeo, com ‘AR’ inscrito na parede lateral.

A ronda final do Campeonato Britânico de Ralis apoiado pela Pirelli também aconteceu este fim-de-semana. O piloto da Citroën Osian Pryce ganhou o rali com pneus Pirelli enquanto o antigo Star Driver UK da Pirelli Jukka Korhonen arrebatou o título.

 

 

DECEPÇÃO NAS HOSTES LUSITANAS

Félix da Costa perde lugar na Toro Rosso

    Kayat é o atual segundo classificado da GP3 Series, com duas vitórias em Grande Prémios. Na escolha também terá pesado o poderio financeiro russo.

    Félix da Costa perde lugar na Toro Rosso

    António Félix da Costa perdeu o lugar de preferência que ostentava para ocupar uma das vagas da Toro Rosso para a próxima temporada da Fórmula 1.

    O piloto português foi ultrapassado pelo russo Daniil Kvyat, piltoto de 19 anos que assim será colega de Jean-Eric Vergne em 2014. Relembre-se que Daniel Ricciardo será piloto da Red Bull na próxima temporada, fazendo dupla com Sebastian Vettel.

    Félix da Costa integra o programa de jovens pilotos da Red Bull e já chegou a fazer testes pela equipa campeã mundial em 2012, ano em que foi terceiro classificado no campeonato GP3 e venceu o Grande Prémio de Macau.

    «Se um jovem piloto demonstra talento, paixão e um alto nível de ética laboral, damos-lhe uma hipótese. É nessa perspetiva que escolhemos o Kvyat», afirmou o consultor da Red Bull para o desporto automóvel, Helmut Marko.

    «É um sonho tornado realidade e quero agradecer à Red Bull e à Toro Rosso por me darem esta oportunidade sem preço. Desde que comecei no karting que queria chegar à Fórmula 1 e agora esse desejo vai tornar-se realidade na próxima época», confessa Kvyat, num comunicado divulgado pela Toro Rosso.

    Kvyat é o atual segundo classificado da GP3 Series, com duas vitórias em Grande Prémios. Na escolha também terá pesado o poderio financeiro russo.


    Conteúdo publicado por SportInforma

 

GALERIA DE IMAGENS

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FÓRMULA IDY - FONTANA

 

indy1indy2indy3indy4indy5indy6indy7indy8indy9indy10Mais uma série de imagens dos Fórmula Indy em Fontana - Estados UNidos.

 

DIA DIFICIL PARA FELIX DA COSTA

Dia difícil onde o António lutou com tudo o que tinha para terminar num bom 4º lugar.
Amanhã 2ª corrida de Barcelona e ultima do ano 2013 em directo no Eurosport 2 às 12:00.

 

GALERIA DE IMAGENS

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FÓRMULA INDY

 

 

Imagens referentes à ultima prova de FórmulaIndy que está a ter lugar na pista de Fontana.indy1indy2fontanaindy3indy4indy5indy6indy7indy8indy9

 

CONHEÇA O SOM DO NOVO MOTOR HONDA DE F1

 

Conheça o som do novo motor F1 da Honda

 


A Honda publicou hoje uma gravação do som do seu novo motor de Fórmula 1 a funcionar pela primeira
vez. Este motor está a ser desenvolvido para a temporada de 2015 na qual a Honda irá participar num
projecto conjunto com a McLaren.
Manabu Nishimae, Presidente da Honda Motor Europe Ltd, comentou: “É muito entusiasmante ouvir, pela
primeira vez, o choro do nosso recém-nascido motor de Fórmula 1. Os nossos engenheiros estão a
trabalhar arduamente para o desenvolvimento do mesmo e já ansiamos todos pelo início da temporada
2015.”
Pode ouvir o trabalhar deste motor em: http://youtu.be/431h20gvm3M
A Honda será responsável pelo desenvolvimento, produção e fornecimento do bloco que inclui o motor e o
sistema de recuperação de energia, enquanto a McLaren encarregar-se-á não só do desenvolvimento e
produção do chassis, mas também da gestão da nova equipa - McLaren Honda.
A partir de 2014, os novos regulamentos da F1 obrigam à introdução de um motor V6, de 1.6lt turbo de
injecção directa com sistemas de recuperação de energia. A oportunidade de desenvolvimento destas
novas tecnologias num ambiente de competição foi crucial para a nossa decisão do regresso da Honda à
Formula 1. Ao longo da sua história, a Honda tem vindo, de forma apaixonada, a desenvolver melhorias na
eficiência dos motores de combustão interna e, nos últimos anos, tem sido, um dos pioneiros no
desenvolvimento dos sistemas híbridos. A participação na Formula 1, sob estas novas regras, irá motivar a
Honda a obter ainda mais progressos em ambas as áreas. Adicionalmente, uma nova geração de
engenheiros Honda irá enfrentar os desafios e as emoções da participação na disciplina rainha do
desporto motorizado.
As operações europeias de competição Honda terão sede em Milton Keynes, a partir de Junho de 2014.

 

RECORDAR F 1 EM 1983

RECORDAR FÓRMULA 1 EM 1983

 

 

Grupo de imagens referentes ao Grande PrREC1REC2REC3REC4REC5REC6REC7RECAFRICASUL19831emio de Fórmula 1 da Africa do Sul.

 

NOVO RECORDE PARA A RENAULT

 

A Renault ESTABELECE UM NOVO recordE NA F1

 

 

A pole-position obtida por Mark Webber (Infiniti Red Bull Racing) na qualificação para o Grand-Prémio do Japão permitiu à Renault estabelecer, com 209 pole-positions na sua história, um novo recorde, para um fabricante de motores, no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1.

 

 

O anterior recorde, de 208 poles, era detido pela Ferrari. A Renault que se estreou na F1 em 1977, atravessou várias épocas com a introdução do V6 Turbo e, posteriormente dos motores V10 e V8. Os monolugares com motores Renault conquistaram, até hoje, 160 Grandes-Prémios, 11 títulos de Campeão do Mundo e permitiram a 10 pilotos ascender ao reservado clube de Campeão do Mundo de F1.

 

« Poderia ser apenas um número mas este recorde representa uma imenso orgulho para todos os que trabalham na Renault», sublinha Rob White, Director-Geral Adjunto da Renault Sport F1. « Desde 1977, que conseguimos, de forma constante colocar as equipas com motores Renault entre as mais rápidas e isto demonstra a qualidade do trabalho no seio do Grupo mas, também, uma enorme aptidão para trabalhar em conjunto com diversas escuderias para obter os melhores monolugares. A nossa filosofia foi sempre a de dar, aos construtores de chassis todos os meios para que pudessem construir os melhores monolugares sem compromissos. E esta forma de actuar tem-se mantido deste o primeiro V6 até ao actual V8 cuja última prova terá lugar daqui por algumas semanas.

A obtenção deste recorde é uma motivação suplementar para que guardemos este nível de desempenho em 2014, numa nova era para a Fórmula 1 na nova era dos V6 turbo

 

Renault: Caçadora de recordes!

 

  • Presente da Fórmula 1 desde 1977, a Renault disputou, até agora, 514 Grande-Prémios e um monolugar com motor Renault partiu da primeira linha da grelha em 40% das corridas. A título de comparação, os actuais concorrentes como fornecedores de motores têm uma média de, respectivamente, 23% e 28%.

 

 

 

  • A primeira pole-position foi obtida por Jean-Pierre Jabouille ao volante do Renault RS01, em 1979, no circuito de Kyalami na África do Sul.
  • 50 das 209 pole-positions foram obtidas como o motor V6 1,5 litros turbo utilizado entre 1977 e 1986, 44 pelo V10 3,5 l. (1989-1995) e 53 pelo V10 3,0 l. que atravessou duas épocas, de 1995 a 1997 e depois de 2002 a 2005. O V8 2,4 l que começou a correr em 2006 partiu da pole em 62 ocasiões.
  • 8 Campeões do Mundo obtiveram uma pole-position com um motor Renault no ano do título: Prost, Mansell, Senna, Schumacher, Hill, Villeneuve, Alonso e Vettel.
  • Sebastian Vettel obteve, apenas ele, 20% do total de pole-positions dos motores Renault.
  • 6 Diferentes escuderias obtiveram pole-positions com um motor Renault: Elf Renault, Lotus, Williams, Benetton, Renault F1 Team e Red Bull Racing.
  • Em 2011, o RB7 da Red Bull Racing, com o motor Renault, assinou 18 das 19 pole-positions possíveis numa temporada. Um outro recorde na F1.
  • O motor V10 Renault dominou o Campeonato do Mundo no início dos anos 90. Entre 1992 e 1997, este motor partiu da pole em 77 corridas ou seja em 80% dos Grandes-Prémios disputados.
  • Com 62 pole-positions desde 2006, o motor V8 Renault conseguiu 44% das poles possíveis!

 Motor V8_RS27

 

GALERIA DE IMAGENS

GALERIA DE IMAGENS

 

 

GRANDE PRÉMIO DE FÓRMULA 1 NO JAPÃO

 

 

Derradeiro grupo de imagens do Grande Prémio do Japão de Fórmula 1, onde tudo está na mesma, Vettel cada vaez mais lider, partilhando o pódio com Webber e Grosjean,f70f71f72f73f74f75f76f77f356f370f371f372f373f374f375f400f401f402f403f404f405f406f407f500f501f502f503f504f900fia3fia5fia6fia7fia8fia9fia10

 

VETTEL SOMA E SEGUE

 

GP DO JAPÃO DE F1 2013 – Corrida

VETTEL CONQUISTA UMA ESTRATÉGICA VITÓRIA COM DUAS PARAGENS NO JAPÃO

f172f173f174f180f200f201f202f203f204f205f206f207f320f321f322f323f324f325f326f325f327f350f351f352f353f353f354f355f356f370f371f372O piloto da Red Bull Sebastian Vettel conseguiu o seu quarto triunfo no Japão, o quinto seguido e o nono deste ano, mas isso não foi o suficiente para conquistar já o seu quarto título consecutivo no campeonato dos pilotos porque Fernando Alonso da Ferrari terminou em quarto, após ter partido da oitava posição da grelha de partida. Vettel utilizou uma estratégia de duas paragens para bater o seu companheiro de equipa, Mark Webber, que parou três veze, e o Lotus de Romain Grosjean, que também parou duas vezes.

Quase todos os pilotos começaram com pneus médios P Zero Brancos, escolhidos em conjunto com os pneus duros P Zero Laranja para Suzuka. As exceções foramo Toro Rosso de Daniel Ricciardo e o Caterham de Charles Pic. Grosjean partiu da terceira posição, mas colocou-se logo na frente da corrida: o início de uma intensa luta tática entre ele e os dois Red Bull que se prolongariapor toda a corrida.

Webber foi o primeiro dos três da frente a parar, na volta 11, quando seguia no segundo lugar, trocando para pneus duros, esperando fazer uso dessa estratégia para ultrapassar Grosjean. O piloto da Lotus, que estavaà frente,foi às boxes na volta seguinte para mudar para pneus duros, deixando Vettel na liderança da corrida.

A primeira paragem de Vettel foi na volta 14 para montar pneus duros, regressando à pista em terceiro, com Grosjean e Webber na frente. O último piloto a fazer a primeira paragem nas boxes foi Ricciardo, na volta 21, para montar um novo jogo de pneus duros, após ter subido ao quarto lugar na fase inicial da corrida.

A segunda paragem de Webber foi na volta 25, para voltar a montar pneus duros, esperando passar Grosjean e recuperar uma vez mais a liderança da corrida com o timing da sua paragem nas boxes. Essa estratégia funcionou: a segunda paragem de Grosjean foi na volta 29 para trocar por novo jogo de pneus duros, tendo regressado à pista em terceiro, atrás de Vettel e Webber.Vettel fez a sua segunda e última paragem na volta 37, a 16 do final, para montar pneus duros. Regressou à pista na terceira posição, mas como Webber parou uma vez mais e Grosjean fez uma tirada final de 24 voltas, a estratégia do piloto alemão foi a escolha vencedora.A 11 voltas do fim, na sua terceira paragem, Webber montou os mais rápidos pneus médios e pôs-se em perseguição de Vettel e Grosjean, conseguindo subir ao segundo lugar na volta 52. A diferença de tempos entre os três primeiros foi inferior a 10 segundos, apesar de terem adotado táticas muito diferentes.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “Com a pouca diferença no tempo de volta entre os dois compostos escolhidos, esta seria sempre uma corrida muito disputada. Em resultado, assistimos a abordagens estratégicas variadas, com tanto os pneus médios como os duros a serem utilizados em momentos diferentes para as segunda e terceira tirada. A maioria dos pilotos parou duas vezes tal como esperávamos: o desgaste é muito reduzido em Suzuka devido à fluidez do circuito – o que significa que as exigências de tração são baixas –,mas as elevadas cargas de energia lateral fazem com que o fator limitativo seja a degradação. Isso é, sem dúvida, acentuado se a corrida for muito disputada com os carros a seguir uns atrás dos outros, pois a eficiência aerodinâmica fica comprometida e os carros derrapam mais. Vettel pôde usar aqui uma estratégia de duas paragens para fazer a diferença, mas a luta com Webber e Grosjean foi muito cerrada. Uma vez mais, fomos muito bem recebidos no Japão: um dos circuitos mais difíceis em todo o mundopara pilotos, carros e pneus, com uma atmosfera absolutamente espantosa graças a alguns dos mais fantásticos fãs.”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

 

Médio

 Duro

Intermédio

Chuva

Primeiro

 WEB – 1m34,587s

 ROS – 1m34,650s

N/A

N/A

Segundo

 RIC – 1m35,020s

 VET – 1m35,317s

N/A

N/A

Terceiro

 BUT – 1m35,549s

 RAI – 1m35,516s

N/A

N/A

Tiradas mais longas da corrida:

Médio

18 voltas

 C. Pic

Duro

27 voltas

 P. Di Resta

Intermédio

 N/A

 N/A

Chuva

 N/A

 N/A

Avaliação da correção de previsões:

A nossa previsão de estratégia para as 53voltas do GP do Japão era uma de duas paragens. Sugerimos que a estratégia mais rápida era começar com pneus médios, montar novo jogo de médios na volta 20 e depois mudar para duros na volta 37. A estratégia alternativa era: começar com médios, mudar para duros na volta 20 e tornar a montar duros na volta 37. Em conclusão, as equipas na sua maioria optaram por uma variação da segunda estratégia sugerida, mas um pouco mais cedo do que esperávamos no respeitante à primeira paragem – em grande parte como resultado de os carros terem feito a corrida muito próximos uns dos outros. Vettel seguiu a estratégia médio-duro-duro, parando nas voltas 14 e 37.

 

G.P.JAPÃO DE F 1

 

GP do Japão de F1 2013 – Qualificação

ESPERADAS DUAS PARAGENS NAS BOXES NUMA CORRIDA ANIMADA EM SUZUKA

f60f61f70f71f72f73f74f75f76f77f78f79f81f82f83f84f85f90f100f101f102f103f104f105f106f170f171Mark Webber da Red Bull conquistou a pole position no GP do Japão de F1: a sua primeira pole desde o GP da Coreia do ano passado. Foi a 12.ª pole position da sua carreira com um tempo de 1m30,915s, à frente do seu companheiro de equipa, Sebastian Vettel.

O tempo permaneceu seco durante a qualificação, com a temperatura ambiente a atingir os 25º C e um vento forte e variável na ordem dos 30 km/h. No início da Q1, os pilotos da frente usaram principalmente os pneus duros P Zero Laranja, os escolhidos para o Japão juntamente com os médios P Zero Brancos. A três minutos do fim da sessão foi exibida a bandeira vermelha. Quando a sessão se reatou, o mais rápido foi Romain Grosjean da Lotus após a sua segunda tirada com pneus duros, enquanto muitos pilotos trocaram para os médios.

Os 16 pilotos que passaram à Q2 adotaram diversas estratégias, com Grosjean e Raikkonen a começarem com os pneus duros. Os dois Red Bull só saíram uma vez para a pista a seis minutos do final, com pneus médios e fizeram os dois tempos mais rápidos, com Vettel à frente de Webber. Grosjean ficou em terceiro, depois de uma tirada com os pneus médios.

Os 10 melhores pilotos qualificados utilizaram na Q3 principalmente os pneus médios, com Vettel a ser o primeiro a sair para a pista, seguido por Webber e Alonso. O McLaren de Jenson Button foi o único carro a fazer a sua primeira tirada na Q3 com pneus duros. Webber fez o melhor registo inicial na sua primeira tirada e depois melhorou-o na sua segunda saída para a pista, assegurando a fila da frente na grelha de partida para a Red Bull.

Na última sessão dos treinos livres, de manhã, o melhor foi também Webber, que foi o mais rápido com pneus médios. Durante a maior parte da sessão, Webber desfrutou de uma vantagem de seis décimos sobre os seus rivais, antes de o piloto da Mercedes Lewis Hamilton ter feito uma volta rápida no final da sessão, que lhe valeu o segundo melhor tempo da manhã.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “Foi um dia cheio de ação em Suzuka, o que é um sinal de como este circuito é estimulante. Até agora, no decorrer deste fim de semana, houve uma grande evolução na pista e esperamos que, no curso normal dos acontecimentos, amanhã os carros parem duas vezes nas boxes durante a corrida. Há uma diferença muito menor de tempos entre os dois compostos escolhidos em comparação com o que assistimos nas duas corridas anteriores, o que teve uma clara influência na estratégia na medida em que tornou mais fácil para os pilotos da frente se qualificarem na Q1 utilizando os compostos duros, tal como vimos Grosjean fazer com uma tirada notável. Isso abre a porta para diferentes possibilidades de estratégia na corrida de amanhã, com diversas opções a potencialmente surtirem efeito. A diferença entre os tempos obtidos é efetivamente muito escassa, por isso há uma oportunidade de pôr em prática uma estratégia para verdadeiramente fazer a diferença. Embora seja uma pista muito exigente para os pneus, com as mais altas cargas de energia lateral do ano, o desgaste e a degradação foram o que se esperava: vimos na qualificação, que os tempos não pioraram significativamente mesmo com pneus usados.”

O prognosticador misterioso de estratégia da Pirelli:

Teoricamente, duas paragens nas boxes é o modo mais rápido de completar as 53 voltas do GP do Japão. A estratégia mais rápida deveria ser começar com pneus médios, montar novo jogo de médios na volta 20 e depois trocar para duros na volta 37.

Uma alternativa poderia ser: começar com médios, trocar para duros na volta 20 e voltar a montar duros na volta 37.

Compostos mais rápidos na TL3:

1.

 Webber

1m32,053s

Médio Novo

2.

 Hamilton

1m32,187s

Médio Novo

3.

 Rosberg

1m32,355s

Médio Novo

Pneus usados pelos 10 mais rápidos:

 Webber

Médio

1m30,915s

 Vettel

Médio

1m31,089s

 Hamilton

Médio

1m31,253s

 Grosjean

Médio

1m31,365s

 Massa

Médio

1m31,378s

 Rosberg

Médio

1m31,397s

 Hulkenberg

Médio

1m31,644s

 Alonso

Médio

1m31,665s

 Raikkonen

Médio

1m31,684s

 Button

Médio

1m31,827s

 

 

G.P.JAPÃO DE F 1

Grande Prémio do Japão 2013 – Sessões de Treino

 VETTEL É MAIS RÁPIDO COM O PNEU MÉDIO P ZERO WHITE

f1f2f11f12f14f16f17f18f19f20f21f22f23f24f25f26f27f28f29f30f31f51f52f54f55f60f61f70f71 O piloto da Red Bull Sebastian Vettel estabeleceu o tempo mais rápido durante a segunda sessão de treino livre hoje no Grande Prémio do Japão, correndo com o pneu médio P Zero White (Branco). Este foi nomeado juntamente com o pneu duro P Zero Orange (Laranja) pois ambos são adequados às difíceis exigências do circuito de Suzuka que é reconhecido pelas suas curvas de alta velocidade.

O piloto da Mercedes Lewis Hamilton foi o mais rápido com o composto duro P Zero Orange esta manhã, estabelecendo o tempo de 1m34.157s. Mas foi Vettel que estabeleceu o tempo de 1m33.852s durante a segunda sessão de treino livre, que provou ser o tempo mais rápido do dia. O piloto de 26 anos estabeleceu este tempo a meio da sessão da tarde, com o seu colega de equipa Mark Webber a ser o segundo mais rápido também com o composto médio.

Ambas as sessões foram corridas com um tempo quente e seco e temperaturas ambiente que ultrapassaram os 30ºC.

Paul Hembery, Diretor de Motorsport da Pirelli, disse: “Gostamos sempre de vir ao Japão: a atmosfera é elétrica e o entusiasmo pela F1 é simplesmente incrível. Tivemos duas sessões de treino sólidas hoje com as equipas a recolherem dados sobre os pontos de sobreposição dos pneus, a velocidade relativa do pneu quando usado por mais de uma saída e o comportamento geral do pneu. No ano passado, vimos uma estratégia de duas paragens e parece que estamos apontados para estratégias de duas ou três paragens de novo para a corrida deste ano. Suzuka é um circuito abrasivo e os pneus são sujeitos a cargas de alta energia com as curvas rápidas como a 130R e a Spoon. Assim, não é surpresa que uma estratégia de três paragens possa ganhar a corrida como em 2011. Estamos à espera de temperaturas mais baixas para o dia da corrida que irá reduzir o desgaste termal dos pneus e algumas equipas poderão tentar uma corrida de duas paragens. Dos dados que temos neste momento, a diferença de tempo entre os dois compostos é de cerca de 0,5s.”

FP1:

FP2:

1.Hamilton

 1m34.157s

 Duro Usado

1.Vettel

 1m33.852s

 Médio Novo

2.Rosberg

 1m34.487s

 Duro Usado

2.Webber

 1m34.020s

 Médio Novo

3.Vettel

 1m34.768s

 Duro Usado

3.Rosberg

 1m34.114s

Médio Novo

 

Estatísticas dos Pneus do dia:

 

Médio

Duro

Intermédio

Chuva

Km percorridos*

1,608

4,436

N/A

N/A

Jogos usados no geral **

19

43

N/A

N/A

Maior número de voltas **

23

28

N/A

N/A

* O número acima dá o total de quilómetros corridos no FP1 e no FP2 hoje, todos os pilotos combinados
** Por composto, todos os pilotos combinados.

Que a Força esteja consigo:

O que é popularmente conhecido como a força G é de facto a aceleração. Estes são os valores máximos nas travagens e curvas:

-Força G máxima na travagem(Forçalongitudinal): - 4.55@T16">4.55 @ T16

- Força G máxima nascurvas(Força lateral): - 5.00 @ T1

Factos Pirelli do dia:

Sebastian Vettel liderou até agora 142 voltas seguidas e ganhou os últimos quatro Grandes Prémios – algo que fez três vezes na sua carreira até agora. No entanto, se Vettel ganhar no Japão este fim de semana, juntar-se-á a um grupo de elite de apenas cinco pilotos na história da F1 que conseguiram ganhar cinco corridas ou mais de seguida - Alberto Ascari (nove), Michael Schumacher (sete, seis e cinco), Jack Brabham, Jim Clark and Nigel Mansell (todos cinco). Para além disso, se Fernando Alonso ficar abaixo do oitavo lugar este ano, Vettel será coroado o campeão de 2013 e tornar-se-á o piloto mais novo da história a ganhar quatro campeonatos.  

 

 

TUDO NA MESMA NO JAPÃO

Vettel vence no Japão e fica a 10 pontos do quarto título mundial de Fórmula 1

Vettel, campeão em 2010, 2011 e 2012, está, assim, a um quinto lugar de igualar o francês Alain Prost no terceiro "ranking" dos campeões, quando faltam quatro corridas para o final, na Índia, Abu Dhabi, Estados Unidos e Brasil.

Com 100 pontos em disputa, o germânico passou a contar 297 pontos, mais 90 do que o espanhol Fernando Alonso (Ferrari), segundo do campeonato, que, ao terminar em quarto lugar, impediu o germânico de festejar desde já o "tetra" em solo nipónico.

Agência Lusa

 

G.P.JAPÃO F 1

 

2013 Grande Prêmio do Japão - Sessões Práticas


 VETTEL VAI MAIS RÁPIDO EM P ZERO BRANCO MÉDIO


Sebastian Vettel, da Red Bull fez o melhor tempo no GP do Japão durante a segunda sessão de treinos livres de hoje, em execução em P Zero Branco pneu médio da Pirelli. Este foi indicado ao lado do P Zero Laranja duro que são ambos bem adaptado às exigências desafiadoras do circuito de Suzuka , que é conhecida por suas curvas de alta velocidade .
O piloto da Mercedes Lewis Hamilton foi o mais rápido na Zero composto duro Laranja P , esta manhã , estabelecendo um tempo de referência de 1m34.157s . Mas foi Vettel , que passou a definir um tempo de 1m33.852s durante a segunda sessão de treinos livres, o que provou ser o tempo mais rápido do dia. The 26-year- old definir o tempo mais rápido no meio da sessão da tarde , com seu companheiro de equipe Mark Webber vai segunda mais rápida , ao mesmo tempo sobre o composto médio.
Ambas as sessões foram realizadas em clima quente e seco, com temperaturas chegando a 30 graus Celsius.
Diretor de automobilismo da Pirelli Paul Hembery disse: "Nós sempre gostam de vir para o Japão : a atmosfera é elétrica eo entusiasmo pela Formula One aqui é nada menos que incrível. Tivemos duas sessões de treinos livres sólidos , hoje, com as equipes de coleta de dados sobre pontos de cruzamento , a velocidade relativa do pneu quando usado por mais de uma corrida e comportamento geral dos pneus. No ano passado , vimos uma estratégia de pneus de duas paradas e parece que estamos no alvo para um 2-3 corrida parada novamente este ano. Suzuka é um circuito abrasivo e os pneus estão sujeitos a cargas de alta energia com curvas rápidas , como a 130R e colher . Não é nenhuma surpresa , portanto, que a estratégia de três paradas era o que ganhou a corrida de volta em 2011. Estamos esperando as temperaturas mais baixas para o dia da corrida que irá reduzir o desgaste térmico dos pneus e algumas equipes podem tentar ir para uma corrida de duas paradas em linha reta. A partir dos dados que temos atualmente a diferença de tempo entre os dois compostos é de cerca de 0,5 s . "
FP1: FP2 :
1.Hamilton 1m34.157s Disco Usado 1.Vettel 1m33.852s Médio Novo
2.Rosberg 1m34.487s Disco Usado 2.Webber 1m34.020s Médio Novo
3.Vettel 1m34.768s Disco Usado 3.Rosberg 1m34.114s Médio Novo
Estatísticas de pneus do dia :
 Médio Difícil Intermediate Wet
kms orientada * 1.608 4.436 N / A N / A
conjuntos utilizados geral ** 19 43 N / D N / D
maior número de voltas ** 23 28 N / D N / D
* O número acima dá o total de quilómetros percorridos em FP1 e FP2 , hoje, todos os drivers combinados.
Por ** composto , todos os drivers combinados.
Que a Força esteja com você :
O que é popularmente conhecido como G-Force é de fato a aceleração. Esses são os valores máximos durante a frenagem e curvas :
-Max . g- força de travagem (força longitudinal ) : -4,55 @ T16
-Max . g-force curvas (força lateral) : 5.00 @ T1
Pirelli fatos do dia :
Sebastian Vettel levou agora os últimos 142 voltas consecutivas e ganhou os últimos quatro grand prix corridas - algo que ele fez três vezes em sua carreira já . No entanto, se Vettel vence no Japão neste fim de semana ele vai se juntar a um grupo de elite de apenas cinco pilotos na história da F1 que conseguiram ganhar cinco corridas ou mais - Alberto Ascari (nove) , Michael Schumacher (sete , seis e cinco) , Jack Brabham , Jim Clark e Nigel Mansell ( todos os cinco ) . Além disso, se Fernando Alonso termina menos de oitavo neste fim de semana , Vettel será coroado o campeão mundial de 2013 e vai se tornar o piloto mais jovem da história a vencer quatro campeonatos.
 
Lewis Hamilton ( Mercedes) define o tempo mais rápido na sessão de treinos da manhã do japonês Grand Prix 2013 , usando a Zero Laranja pneu duro P .

 

PIRELLI COM NOVIDADES

 

Pirelli anuncia pneus nomeações
para Abu Dhabi , Estados Unidos e Brasil

 


 foram anunciadas as nomeações de pneus para a próxima grands prix em Abu Dhabi , nos Estados Unidos e no Brasil.
Em Abu Dhabi , as equipes irão utilizar o P Zero Branco pneu médio eo pneu macio P Zero Amarelo . Para os Estados Unidos Grand Prix, Pirelli trará o P Zero Laranja duro e P Zero Branco pneu médio . Esta combinação - duro e médio - também serão usados ​​no Brasil.
Em Abu Dhabi , os brancos compostos macios médio e amarelo foram selecionados. A combinação dos pneus médios e macios são os mais adequados às características variadas do Abu Dhabi pista, o que sendo uma corrida crepúsculo começa no final da tarde com temperaturas caindo para o final do grand prix .
Para os Estados Unidos Grand Prix, Pirelli trará os duros laranja e branco compostos médios. Os compostos duros e médios são a melhor escolha para responder aos desafios deste fast track , o que coloca cargas de alta energia através dos pneus devido a diferentes altitudes que altas velocidades alternadas com algumas secções mais lentas e mais técnico.
No Brasil, serão utilizados os duros laranja e branco compostos médios. Interlagos é uma pista exigente com curvas de alta velocidade e mudanças de elevação significativa , de modo que os compostos duros e médios são a melhor escolha para esta última corrida da temporada de 2013.
As escolhas de pneus até agora:
 PZero Red PZero Amarelo PZero Branco PZero Laranja
Austrália Supersoft Médio
Malásia Médio Difícil
China Macio Médio
Bahrain Médio Difícil
Espanha Médio Difícil
Mônaco Supersoft suave
Canadá Supersoft Médio
Grã-Bretanha Médio Difícil
Alemanha suave Médio
Hungria suave Médio
Bélgica Médio Difícil
Itália Médio Difícil
Cingapura Supersoft Médio
Coréia Supersoft Médio
Japão Médio Difícil
Índia suave Médio
Abu Dhabi suave Médio
Estados Unidos Médio Difícil

Brasil Médio Difícil

 

RECORDAR SENNA

RECORDAR SENNA

 

 

É sempre bom recordar o msennaaior piloto de todos os tempos que passou pela Fórmula1, de seu nome AYRTON SENNA DA SILVA.

 

GALERIA DE IMAGENS

GALERIA DE IMAGENS

 

 

FÓRMULA INDYinbdy15indy2indy3indy4indy5indy6indy7indy8indy9indy10indy11indy12indy14indy16indy17indy18indy19indy20indy21indy22indy23indy24indy25indy26

 

Mais um grupo de imagens da derradeira prova de Fórmula Indy.

 

G.P.JAPÃO DE FÓRMULA 1

GRANDE PRÉMIO JAPÃO DE FÓRMULA 1

 

 

RED BULL CONTINUAM A EXERCER DOMINIO COM VETTEL

 

 

Tudo na mesma, mas a verdasde é que o Red Bull REnault de Vettel continua na frente, tendo atrás do si o seu colega de equipe Webber.Depois aparece o Mercedes de Rosberg, tendo na sua esteira os dois Lotus Renault de Raikonen e Grosjean, e só depois surgem o Mercedes de Hamilton.As duas linhas seguintes são para já pertença de Ricciardo no Toro Rosso, seguido pelo Ferrari de Massa, fif1f3f4f5f6f7f8f9f10f20f21f22f23f24f25f26f27f30f31f40f50f51f53f55f58f59f60f66f70f100f101f102f103f105f106f107f500f501f502f503f504f505cando o "top ten" completo com o McLaren Mercedes de Button, e o Ferrari de Alonso.

 

MARIA DE VILLOTA MORREU

MARIA DE VILLOTA MORREU

 

 

Foi encontrada morta esta manhã a antiga piloto de Fórmula 1 , a espanhola Maria de Villota no seu quarto em Sevilha.Maria de Villota encontrava-se em Sevilha, onde iria aparesentar o seu novo livro, e para já nada se sabe o que motivou tudo isto.Recorde-se que Maria de Villçota foi alvo dum grave acidente num teste de Fórmula 1, na qual acabaria por recuperar.Maria de Villota tinha 33 anos de idade, e da parte da equipa do www.velocidadeonline.comvillotavillota2 apresentamos as amis sentidas condolências para a sua familia e para todo o automobilismo espanhol, que assim ficou mais pobre.

 

ANTEVISÃO G.P.JAPÃO

Antevisão do GP do Japão de F1: Suzuka, 10-13 Outubro 2013

 A PIRELLI REGRESSA A UM CIRCUITO LENDÁRIO COM PNEUS P ZERO DUROS E MÉDIOS

Suzuka é um dos circuitos mais populares do calendário da Fórmula 1, graças a um layout de pista emocionante e a alguns dos mais apaixonados fãs do planeta. Este ano, a Pirelli levará para lá os dois compostos mais duros da sua gama: os P Zero Laranja duroe P Zero Branco médio. Estes pneus são perfeitamente adequados aos exigentes desafios colocados por esta famosa pista, que se situa no meio do Japão, perto de Nagoia.

Suzuka é conhecida pelas suas curvas rápidas tais como a 130R e a Colher, que têm um efeito marcante no desgaste e degradação dos pneus. Em consequência, são esperadas entre duas e três paragens nas boxes.A outra característica do Japão são as condições meteorológicas extremamente variáveis, sendo a chuva intensa uma ocorrência comum durante o fim de semana de corridas. Em 2010, até mesmo a qualificação teve de ser adiada até domingo demanhã devido a forte temporal. No entanto, a corrida do ano passado disputou-se com tempo quente, com temperaturas a exceder os 30º C – o que serve para ilustrar a imprevisível diversidade do tempo, no GP do Japão.

Paul Hembery: “Suzuka, entre todos circuitos os que compõem o calendário, é um daqueles onde os pneus sofrem níveis mais elevados de desgaste e de degradação: devido à superfície relativamente abrasiva e, acima de tudo, devido às elevadas cargas de energia a que eles são submetidos. É por isso que escolhemos os dois compostos mais duros da nossa gama para o GP deste ano em Suzuka.E não se trata só das curvas rápidas porque também há algumas zonas de travagem a fundo e curvas mais apertadas.Por isso, é um circuito altamente exigente no que se refere à energia lateral, mas relativamente pouco exigente em termos de tracção, devido ao facto de o traçado ter muita fluidez, com as curvas encadeadas umas nas outras. A estratégia irá uma vez mais desempenhar um papel importante – esta foi uma corrida de duas paragens no ano passado, quando escolhemos os compostos duro e macio– e Suzuka é um circuito de que todos os pilotos gostam devido às altas velocidades que ali se atingem. O Japão é velocidade pura e dura e os pneus que escolhemos para este fim-de-semana deverão permitir aos pilotos mostrar isso aos espantosos fãs japoneses.”

Jean Alesi: “O Japão é um dos meus países e circuitos favoritos: tem de tudo.Um pouco como Spa ou Monza, Suzuka é uma pista verdadeiramente emocionante para qualquer piloto aí competir, pois tem traçado com uma fluidez fantástica e tantas curvas muito rápidas. Mas não é só isso: também tem uma atmosfera brilhante devido ao facto de os espetadores japoneses serem tão entusiásticos e conhecedores: são verdadeiramente loucos pela Fórmula 1! Tenho muitas boas recordações de Suzuka, mas se tivesse de escolher uma seria a de 1994, quando era piloto da Ferrari. Tive uma luta fantástica com Nigel Mansell e terminei no pódio debaixo de uma tempestade; Damon Hill ganhou a corrida. Esse é o tipo de chuva que se pode apanhar no Japão de tempos em tempos e oferece outro aspeto ao desafio. A escolha dos pneus duros e médios é a melhor que se pode fazer para Suzuka: os pneus são submetidos a muita energia e por isso espera-se muito desgaste. Teremos talvez entre duas e três paragens. Durante a minha carreira, tive muitos tipos diferentes de regulamentação dos pneus – desde pneus de qualificação a pneus com sulcos e ranhuras na banda de rodagem – e qualquer coisa até três paragens nas boxes, a meu ver, está bem. Mais que três pode começar a tornar-se confuso, mas até agora só aconteceu em uma ou duas ocasiões, o que é um registo muito bom.”

O circuito sob o ponto de vista dos pneus:

A natureza fluida da pista de 5,807 quilómetros de Suzuka faz com que este seja verdadeiramente o circuito com menos exigências em termos de tração de todo o calendário. Mas em contrapartida apresenta a exigência mais alta em termos de energia lateral.

A primeira parte da volta é essencialmente uma série de curvas encadeadas. Os pneus aquecem muito, pois não há uma reta significativa em que possam arrefecer. Como resultado, a parte mais quente da banda de rodagem do pneu pode atingir os 110º C. O pneu sujeito a mais trabalho é o esquerdo da frente.

As paragens nas boxes em Suzuka acarretem uma penalização relativamente baixa em termo de tempo devido a uma zona de boxes curta, com apenas 395 metros. Isso permite uma flexibilidade adicional em termos de estratégia.

Notas técnicas sobre os pneus:

A curva 15 é a mais rápida de todo o campeonato, feita a 310 km/h em sétima velocidade. Os carros operam com um máximo de força descendente aerodinâmica, combinada com uma aceleração lateral de 3,1 G. Isso coloca a estrutura dos pneus sob uma das mais árduas condições de funcionamento de toda a temporada.

Níveis elevados de esforço sobre os pneus podem originar a formação de bolhas se o carro não for devidamente afinado. Esse fenómeno é o resultado da acumulação localizada de calor, em particular no ombro do pneu, quando este se flexiona.

A maioria dos pilotos utilizou uma estratégia de duas paragens no ano passado. Só três – colocados muito atrás na gelha de partida – optaram por começar a corrida com o compostomais duro. Mas essa estratégia mostrou-se útil para lhes melhorar o seu posicionamento em pista.Sebastian Vettel venceu partindo da pole, numa corrida que foi afetada pela entrada do safety car na volta de abertura.

 

As escolhas de pneus:

 

PZero Vermelho

PZero Amarelo

PZero Branco

PZero Laranja

Austrália

Supermacio

 

Médio

 

Malásia

 

 

Médio

China

 

Macio

Médio 

Bahrain

 

 

Médio

Duro

Espanha

 

 

Médio

Duro

Mónaco

Supermacio

Macio

 

 

Canada

Supermacio

 

Médio

 

Grã-Bretanha

 

 

Médio

Duro

Alemanha

 

Macio

Médio

 

Hungria

 

Macio

Médio

 

Bélgica

 

 

Médio

Duro

Itália

 

 

Médio

Duro

Singapura

Supermacio

 

Médio

 

Coreia

Supermacio

 

Médio

 

Japão

 

 

Médio

Duro

Outras notícias da Pirelli:Sebastien Ogier venceu o Campeonato Mundial de Ralis no Rali de França disputado neste último fim de semana, mas esse, na realidade, foi o seu segundo título mundial. Ogier venceu o Mundial de Ralis Júnior em 2008 – utilizando pneus Pirelli.

Para além de fornecer pilotos de corrida consagrados, a Pirelli também tem estado ocupada em criá-los. Na Grã-Bretanha, uma empresa de pneus organizou uma competição em que o vencedor recebe como prémio poder competir numa corrida do Mini Challenge: um campeonato nacional da icónica marca que corre com pneus de controlo Pirelli. A Pirelli também fornece pneus de estrada run-flat como equipamento original dos Mini.

 

TIPOS DE PNEUS USADOS

TIPOS DE PNEUS USADOS NO GRANDE PRÉMIO DA COREIA DE FÓRMULA 1

 

 

 

 


  Vettel Supersoft
  Hamilton Supersoft
  Grosjean Supersoft
  Rosberg Supersoft
  Alonso Supersoft
  Massa Supersoft
  Hulkenberg Supersoft
  Gutierrez Supersoft
  Raikkonen Supersoft
  Perez Supersoft
  botão Supersoft
  Ricciardo Médio
  Webber Supersoft
  Sutil Supersoft
  Di Resta Supersoft
  Vergne Supersoft
  Bottas Supersoft
  Maldonado Supersoft
  pic Supersoft
  Van der Garde Supersoft
  Supersoft Chilton
  Bianchi Supersoft

 

G.P.COREIA DE FÓRMULA 1

 

GP DA COREIA DE F1 2013 – Corrida

VETTEL TRIUNFA NA CORRIDA COREANA PLENA DE AÇÃO COM DUAS PARAGENS NAS BOXES

f1f2f3f4f5f6f7f8f9f10O piloto da Red Bull Sebastian Vettel conquistou a sua terceira vitória consecutiva no GP da Coreia e aumentou o seu avanço na liderança do campeonato face à concorrência. O alemão parou duas vezes nas boxes e tornou-se o primeiro piloto a ganhar um GP da Coreia partindo da pole, o que lhe dá a possibilidade matemática de conquistar o seu quarto título mundial no Japão, no próximo fim-de-semana. Se ganhar em Suzuka e Fernando Alonso não conseguir terminar numa posição acima do nono lugar, Vettel será desde logo o campeão mundial de pilotos de F1 de 2013.

Todos os pilotos começaram com pneus supermacios P Zero Vermelhos, com exceção deDaniel Ricciardo da Toro Rosso, que iniciou a corrida com os pneus médios P Zero Brancos. Depois de alguns pingos de chuva durante a manhã, o tempo permaneceu seco na Coreia durante toda a tarde, com a corrida a começar com uma temperatura ambiente de 27º C e de 29º C ao nível da pista.

A estratégia de Ricciardo levou-o da 12.ª posição na grelha de partida ao quarto lugar no momento em que fez a sua primeira paragem nas boxes, na volta 18, para voltar a montar pneus médios. Depois trocou para pneus supermacios por ocasião da primeira entrada em pista do safety car, e estava a preparar-se para acabar nos 10 primeiros antes de abandonar a uma volta do fim. Jenson Button da McLaren foi um dos poucos pilotos que não utilizou os períodos de entrada em pista dosafety car para ir às boxes. O inglês acabou no oitavo lugar, tendo partido da 11.ª posição da grelha de partida, tendo montado o seu jogo final de pneus médios na volta 22 e indo com eles até ao fim.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “Com o composto médio a provar ser o pneu ideal para a corrida, a maioria dos pilotos tentou usá-lo o mais cedo possível, com as equipas a reagir desde o início da corrida às estratégias que tinham sido postas em prática pelos seus rivais imediatos. Tivemos uma escolha de pneus que pode ter sido agressiva, com o supermacio a ser o pneu perfeito para a qualificação e o médio a ser o ideal para a corrida, mas essa escolha foi de acordo com os pedidos de muitas das equipas. No que se refere ao problema no pneu direito da frente de Sergio Perez, pudemos determinar muito rapidamente que ele foi o resultado de um flat spot (ponto plano) no pneu derivado de um bloqueio durante uma travagem a fundo. É óbvio que utilizamos exatamente a mesma construção nos pneus que a usada nos pneus que fizeram a prova do ano passado, por isso não há qualquer problema subjacente, pois os flat spots e furos sempre foram uma parte integrante da corrida. Os dois períodos de entrada em pista do safety car tiveram um efeito importante na estratégia da corrida, o que significou que todos os pilotos que terminaram a prova, à exceção de um, pararam apenas duas vezes nas boxes. Sem os safety cars, provavelmente veríamos mais pilotos a pararem três vezes, mas seria sempre uma janela entre duas e três paragens nas boxes, o que tem sido o nosso objetivo desde que regressámos à F1.”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

 

Médio

 Supermacio

Intermédio

Chuva

Primeiro

 VET – 1m41,380s

 RIC – 1m42,947s

N/A

N/A

Segundo

 GRO – 1m41,936s

 SUT – 1m44,095s

N/A

N/A

Terceiro

 RAI – 1m41,975s

 VET – 1m45,986s

N/A

N/A

Tirada mais longa da corrida:

Médio

33 voltas

 J Button

Supermacio

21 voltas

 D Ricciardo

Intermédio

 N/A

 N/A

Chuva

 N/A

 N/A

Avaliação da correção de previsões:Os dois períodos de entrada em pista do safety car alteraram o cariz da corrida, mas a nossa previsão de estratégias não estava inteiramente certa no que se refere ao timing das paragens, embora o esquema estivesse correto em traços gerais. Dissemos que, no papel, a estratégia mais rápida seria começar com supermacios, montar novo jogo de supermacios na volta 20 e depois trocar para médios na volta 40. Afinal, Vettel montou supermacios na volta 11 e depois para médios na volta 31, durante a primeira entrada em pista do safety car.

 

 

GALERIA DE IMAGENS

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FÓRMULA INDY 

 

GRupo de imagens da Fórmula Indy, que este fim de semana correu no circuito citadino de Houston.findy2findy3findy4findy5findy6findy7indy1findy2findy3findy4indy2indy3indy4indy5indy5indy4indy7indy8indy20indy21indy22indy23indy24indy25indy26indy27

 

G.P.COREIA DE F 1

GALERIA DE IMAGENS

 

 

GRANDE PRÉMIO DA COREIA DE FÓRMULA 1

 

Derradeiro grupo de imagens do Grande Prf1f2f3f4f5f6f7f8f9f10f11f12f14f15f16f20f21f22f23f24f25f26f27f28f29f30f31f32f33f34f35f36f37f38f40f41f42emio da Coreia de Fórmula 1, na qual os motores Renault foram os vencedores, ocupando os três lugares do pódio com o Red Bull e os dois Lotus.

 

 

 

G.P. F 1 DA COREIA

 

GP da Coreia de F1 2013 – Qualificação

PREVISÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE DUAS PARAGENS NAS BOXES NO GP DA COREIA

 Sebastian Vettel da Red Bull obteve a sua sexta pole position da época, o que faz dele o piloto com mais pole positions conquistadas nesta temporada. Vettel, que consegue a sua segunda pole position na Coreia, fez uma volta em 1m37,202s com os pneus supermacios P Zero Vermelhos, que são os escolhidos juntamente com os pneus médios P Zero Brancos para este fim-de-semana. Interessante é o facto de, nos três anos em que o GP da Coreia tem sido disputado, o detentor da pole nunca ter vencido a corrida. Vettel e o piloto da Mercedes Lewis Hamilton partilham a fila da frente da grelha pela quinta vez nesta temporada.

O tempo esteve quente e seco na qualificação, com uma temperatura ambiente de 25º C, tendo a maioria dos pilotos iniciado a qualificação com pneus médios. Os Marussia e os Caterham, bem como o Sauber de Esteban Gutierrez, foram os primeiros a montar os pneus supermacios, tendo o Lotus de Kimi Raikkonen, equipado com os supermacios, sido o mais rápido no final da primeira sessão da qualificação.

Todos os pilotos começaram a Q2 com pneus supermacios, tendo o piloto da Mercedes Lewis Hamilton feito o melhor tempo inicial. Ele foi superado por Vettel, que foi mais rápido numa única volta com pneus supermacios a três minutos do final da sessão. Esse tempo foi o suficiente para o piloto da Red Bull se manter como o melhor até ao final da Q2.

Com a pista em constante evolução, o timing foi importante durante a Q3, que foi disputada unicamente com os pneus supermacios P Zero Vermelhos. Os pilotos da Red Bull saíram cedo para a pista para a primeira de duas tiradas, seguidos de perto por ambos os Mercedes, tendo Vettel voltado a ser o mais rápido. Os Ferrari e os Sauber utilizaram uma tática diferente, optando por fazer apenas uma tirada no final da sessão, ao passo que a Lotus empregou duas estratégias, com Romain Grosjean a fazer duas tiradas e Kimi Raikkonen apenas uma.

Vettel foi também o mais rápido na última sessão dos treinos livres, de manhã, seguido pelo seu companheiro de equipa, Mark Webber. Vettel fez o seu melhor tempo com pneus supermacios, tendo Webber sido inicialmente o mais rápido.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “Estamos a assistir agora a uma diferença de cerca de 0,8 segundos por volta entre os dois compostos, o que é consideravelmente menos que em Singapura. Isto propicia uma plataforma para algumas estratégias interessantes durante a corrida, mas também significou que a maioria dos pilotos de topo pôde passar a Q1 sem terem de usar o composto supermacio. Os níveis de aderência melhoraram de sessão para sessão e à medida que estas decorriam. Assim, a maioria dos pilotos tentou fazer os seus melhores tempos nos segundos finais de cada sessão. Vimos estratégias diferentes a serem postas em prática durante a qualificação, com diversas abordagens a serem efetuadas também na Q3, embora esperemos que a maioria dos pilotos, em circunstâncias normais,parem duas vezes durante a corrida. O grande ponto de interrogação é o tempo: estão previstos aguaceiros para esta noite e para amanhã de manhã. Embora durante a corrida em si o tempo deva permanecer seco, prevê-se que a temperatura durante a tarde seja mais baixa que a que tivemos até ao momento, ainda assim parece que, pelo menos, evitámos o tufão!”

O prognosticador misterioso de estratégia da Pirelli:

Teoricamente, duas paragens serão o modo mais rápido de completar as 55 voltas do GP da Coreia. No papel, a estratégia mais rápida será começar com pneus supermacios, trocar por novo jogo de supermacios na volta 20 e depois mudar para pneus médios na volta 40.

No entanto, realisticamente, a maioria dos pilotos irá adotar a seguinte estratégia: começar com supermacios, mudar para médios na volta 20 e tornar a montar médios na volta 38.

A melhor estratégia de três paragens – para aqueles que querem tentar algo de diferente – é começar com pneus supermacios, montar novo jogo de supermacios na volta 19, de novo supermacios na volta 34 e finalmente médios na volta 47.

Compostos mais rápidos na TL3:

1.

 Vettel

 1m37,881s

 Supermacio Novo

2.

 Webber

 1m38,018s

 Supermacio Novo

3.

 Rosberg

 1m38,318s

 Supermacio Novo

Pneus usados pelos 10 mais rápidos:

 Vettel

 Supermacio

 1m37,202s

 Hamilton

 Supermacio

 1m37,420s

 Webber

 Supermacio

 1m37,464s

 Grosjean

 Supermacio

 1m37,531s

 Rosberg

 Supermacio

 1m37,679s

 Alonso

 Supermacio

 1m38,038s

 Massa

 Supermacio

 1m38,223s

 Hulkenberg

 Supermacio

 1m38,237s

 Gutierrez

 Supermacio

 1m38.405s

 Raikkonen

 Supermacio

 1m38,822s

 

G.P.COREIA DE FÓRMULA 1

GRANDE PRÉMIO COREIA DE FÓRMULA 1

 

 

TUDO NA MESMA - VETTEL VENCE

 

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POLÉMICA NA F 1?

Pirelli rebateu acusações de Alonso sobre fragilidade dos pneus

Após a qualificação de sábado, Fernando Alonso disse aos jornalistas que os pilotos não foram capazes de melhorar os tempos aproveitando o máximo da potência devido aos pneus, que os críticos dizem ser frágeis.

Paul Hembery, diretor da Pirelli para os desportos motorizados disse que Alonso é um dos grandes pilotos de Fórmula Um e que ouvir tais comentários da sua parte foi "dececionante e abaixo do que se espera de um campeão".

Agência Lusa

 

PARA VARIAR VETTEL NA FRENTE

GRANDE PRÉMIO COREIA DE FÓRMULA 1

 

 

PARA VARIAR VETTEL NA FRENTE

 

 

Para não deixar de variar uma vez mais o Red Bull REnault de Vettel, vai largar na frente, para o Grande Prémio da Coreia, tendo a seu lado  Hamiltom.Na linha seguintye, está o Red BUll Renault de Webber,e ao seu lado o Lotus Renault de Grosjean, que por sua vez tem atrás de si, na 3ª linha o Mercedes de Rosberg, o Ferrari de Alonso e Massa, e o Sauber de Hulkenberg.f1101f1102f1103f1104f1105f1106f1111f1200f1200f1200f1201f2000f2001f2003f2004f2010f5000f5002f6001f6002f6003f6004f6005f6006f6007f6008f6009f6010f6011f6012f6013f6014f6015f6016f6017f6018f6019f6020f6021f6022f6023f6024f6025f6026f6027f6028f6029f6030f6031f6032f6033f6034f6035f6037f7000f7001f7002f7003f7004f7007f7008f7009f7010f7011f7012f7014f7020f7022f50001

 

G.P.COREIA DE FÓRMULA 1

GP da Coreia de F1 de 2013 – Treinos Livres

HAMILTON O MELHOR DOS TREINOS LIVRES NA COREIA

COM OS PNEUS SUPERMACIOS P ZERO VERMELHOS

O piloto da Mercedes Lewis Hamilton é até agora o mais rápido, ao cabo da segunda sessão dos treinos livres da edição de 2013 do GP da Coreia de F1, tendo usado os pneus supermacios Pirelli P Zero Vermelhos. Estes pneus foram os escolhidos para este fim-de-semana em conjunto com os de composto médio P Zero Brancos: exatamente a mesma combinação usada há duas semanas em Singapura.

Hamilton superiorizou-se em ambas as sessões de hoje de treinos livres nocircuito de Yeongam, sendo também o mais rápido de manhã com os pneus P Zero Brancos enquanto afinava o seu carro para a corrida. Mas foi o seu tempo da parte da tarde, 1m38,673s, que foi o melhor face aos conseguidos pelos outros pilotos. Hamilton obteve a sua melhor marca a meio da sessão da tarde, com Sebastian Vettel da Red Bull a ser o segundo mais rápido, também com o composto supermacio.

Ambas as sessões decorreram sob tempo quente e seco, com a temperatura ambiente a atingir os 24º C. No entanto, prevê-se tempo variável para o resto do fim de semana, o que pode originar uma corrida com tempo molhado no domingo.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “As equipas já dispõem de bastantes dados sobre os pneus médios e supermacios depois de Singapura, mas este circuito é uma proposta completamente diferente. Em especial, as cargas laterais de energia são muito mais elevadas, o que faz com que o processo de análise com precisão dos graus de desgaste e de degradaçãocom diferentes cargas de combustível seja essencial no que toca à formulação de uma estratégia. A pista estava muito “verde” hoje de manhã, no início dos treinos livres, mas isso era o que estávamos à esperae tornou-se mais rápida à medida que se depositava borracha no piso. Apesar da superfície escorregadia, as equipas não se depararam com muita granulação nos pneus e, de um modo geral, não houve grandes surpresas, o que permitiu a toda gente cumprir os seus programas como tinham antecipado. Neste momento, estamos a ver uma diferença de cerca de um segundo entre os dois compostos, embora esperemos que ela se reduza um pouco amanhã. Por isso, há muita margem de manobra para formular algumas estratégias interessantes. Mas o grande ponto de interrogação será o tempo que vai fazer e a participação dossafety cars. Prevê-se tempo incerto para o resto do fim-de-semana na Coreia pelo que é muito provável a entrada em pista do safety car, o que obviamente poderá mudar o cariz da corrida.Com todas essas circunstâncias variáveis, o melhor é sempre ter o máximo de informação possível e é por isso que o trabalho feito durante os treinos livres é tão importante.”

TL1:

TL2:

1.Hamilton

1m39,630s

Médio Usado

1.Hamilton

1m38,673s

Supermacio Novo

2.Vettel

1m39,667s

Médio Usado

2.Vettel

1m38,781s

Supermacio Novo

3.Rosberg

1m39,816s

Médio Usado

3.Rosberg

1m38,797s

Supermacio Novo

 Estatísticas do dia dos pneus:

 

Supermacio

Médio

Intermédio

Chuva

Quilómetros percorridos*

 1785

 4458

 N/A

 N/A

Total de jogos utilizados**

 22

 44

 N/A

 N/A

Maior número de voltas**

 21

 26

 N/A

 N/A

 * Este número indica a quantidade total de quilómetros feitos hoje nas sessões 1 e 2 de treinos livres pelo conjunto de todos os pilotos.

** Por composto, pelo conjunto de todos os pilotos

Que a Força esteja contigo:

O que é popularmente conhecido como força G é, na realidade, aceleração. Estes são os valores máximos em travagem e em curva:

Máximo de força G na travagem (força longitudinal):

-4,94 @ Curva 1

Máximo de força G em curva (força lateral):

 4,99 @ Curva 8

Factos do dia da Pirelli:

 A Pirelli é o quinto produtor mundial de pneus, estando presente em mais de 160 países, com unidades de produção em quatro continentes que empregam mais de 34.000 pessoas. Uma das principais prioridades da Pirellié a investigação e o desenvolvimento, aos quais a empresa dedica 3% dos seus rendimentos anuais. Os maiores mercados da Pirelli são atualmente a América Central e do Sul, seguido de perto pela Europa.

 

F 1 NA COREIA

 

2013 coreano Grand Prix - sessões de treinos


P ZERO RED SUPERSOFT AJUDA HAMILTON liderar o caminho na KOREA


o piloto da Mercedes Lewis Hamilton fez o melhor tempo do fim de semana coreano Grand Prix até agora durante a segunda sessão de treinos livres de hoje, em execução em P Zero Red pneu supermacio da Pirelli. Este foi indicado ao lado do P Zero Branco composto médio : exatamente a mesma combinação , usado em Cingapura há duas semanas.
Hamilton completou uma limpeza de ambas as sessões no circuito de Yeongam , indo mais rápido na parte da manhã , bem como sobre o P Zero Branco como ele trabalhou para uma corrida de set-up. Mas foi o seu tempo na parte da tarde , 1m38.673s , que provou ser mais rápido do que qualquer outra pessoa poderia administrar todo o dia. Hamilton definir o tempo mais rápido no meio da sessão da tarde , com a Red Bull Sebastian Vettel vai segunda mais rápida , também sobre o composto supermacio .
Ambas as sessões foram realizadas em clima quente e seco, com temperaturas chegando a 24 graus centígrados. No entanto , as condições mais mistos são previstos para o resto da semana , o que poderia levar a uma corrida molhada no domingo.
Diretor de automobilismo da Pirelli Paul Hembery disse: "As equipes têm um monte de dados sobre o meio e supersoft já a partir de Singapura , mas este circuito é uma proposta completamente diferente. As cargas laterais de energia , em particular, são muito mais elevados , o que faz com que o processo de leitura do desgaste e com precisão em taxas de degradação diferentes cargas de combustível absolutamente essencial quando se trata de formular uma estratégia. A pista estava muito 'verde' no início do treino livre desta manhã , mas isso é o que esperávamos e ele ficou mais rápido, mais borracha estava previsto . Apesar da superfície escorregadia as equipes não encontraram muita granulação e não houve grandes surpresas de um modo geral , o que permitiu que todos possam continuar com seus programas como o previsto. Estamos vendo uma diferença de tempo de cerca de um segundo entre os dois compostos , no momento, apesar de que seria de esperar esta a descer um pouco amanhã . Portanto, não há muita margem para formular algumas estratégias interessantes , mas o grande ponto de interrogação será em torno do tempo e carros de segurança. Algum tempo incerto é esperado durante o resto do fim de semana e Coréia também tem uma alta probabilidade de carro de segurança, que pode, obviamente, alterar a aparência da raça . Nestas circunstâncias variáveis ​​, é sempre melhor ter o máximo de informações com o seu cinto possível , razão pela qual o trabalho feito nos treinos livres é tão importante. "
FP1: FP2 :
1.Hamilton 1m39.630s meio utilizado 1.Hamilton 1m38.673s Supersoft Nova
2.Vettel 1m39.667s meio utilizado 2.Vettel 1m38.781s Supersoft Nova
3.Rosberg 1m39.816s meio utilizado 3.Rosberg 1m38.797s Supersoft Nova
Estatísticas de pneus do dia :
 Supersoft Médio Intermediate Wet
kms orientada * 1.785 4.458 N / A N / A
conjuntos utilizados geral ** 22 44 N / D N / D
maior número de voltas ** 21 26 N / A N / A
* O número acima dá o total de quilómetros percorridos em FP1 e FP2 , hoje, todos os drivers combinados.
Por ** composto , todos os drivers combinados.
Que a Força esteja com você :
O que é popularmente conhecido como G-Force é de fato a aceleração. Esses são os valores máximos durante a frenagem e curvas :
-Max . g- força de travagem (força longitudinal ) : -4,94 @ T1
-Max . g-force curvas (força lateral) : 4.99 @ T8
Pirelli fatos do dia :
Pirelli é a quinta maior fabricante de pneus do mundo, que está presente em mais de 160 países , com 22 fábricas em quatro continentes , empregando mais de 34.000 pessoas . Uma das principais prioridades da Pirelli é a pesquisa e desenvolvimento, para que a empresa dedica 3% de sua receita anual. O maior mercado para pneus Pirelli é atualmente central e América do Sul , seguido de perto pela Europa.
 
Lewis Hamilton ( Mercedes) mais rápido nas duas sessões de treinos livres de hoje.

 

G.P.COREIA DE FÓRMULA 1

GRANDE PRÉMIO DA COREIA DE FÓRMULA 1

 

 

Treinos LIvres

 

 

Hamiltom foi o mais rápido em pista tendf1f20f21f22f23f24f26f40f50f200f201f203f204f205f206f207f208f209f210f211f212f1029f1030f1040f1050f1060f1070f1080o sempre no seu encalço Vettel e Webber, que por sua vez teve atrás de si Rosberg.Depois aparece Button, seguido de Alonso, e só depois aparecem os dois Lotus de Grosjean e Raikonen, ficando o "top ten" completo com Perez e Massa.

 

RUBENS BARICHELLO PODE VOLTAR

RUBENS BARICHELO PODE VOLTAR À FÓRMULA 1

 

Nos meandros internacionais, está-se a comentar com uma certa insistência que o piloto brasileiro Rubens Barichelo poderá voltar em 2014 à Fórmula1 , ao volante dum sauber.Nada está ainda confirmado pela equipa, nem pelo piloto, mas a verdade é que "não há fumo sem fogo".rubinho-sauber

 

TUDO PRONTO PARA O G-P-.COREIA DE F 1

TUDO PRONTO PARA O GRANDE PRÉMIO DE FÓRMULA 1 NA COREIA

 

 

Está tudo pronto para que amanha de manhã, o ronco cos motores já se possam ouvir na Coreia, na qual o circo da F1, está preprado para mais uma jornada.O dia de hoje foi dedicado às habituais conferencias de imprensa, e outros eventos, em que os pilotos estiveram presentes.f1f2f3f4f5f6f7f9f10f12f20f21f22f23f24f25f26f27f29f31f31f32f33f34f35f36f37f40f43f44f45f46f47f48f49f50f51

 

FELIX DA COSTA JÁ NA F1?

FELIX DA COSTA NA FÓRMULA 1?

 

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Nada está confirmado, mas internacionalkemnte fala-se cada vez mais com uma certa insistência que António Felix da Costa poderá ser em 2014 um dos pilotos da Red BUll.Será que sempre vamos ter um piloto português na alta roda da Fórmula 1?

 

PREPARATIVOS PARA O G.P.F 1 NA COREIA

PREPARATIVOS PARA O GRANDE PRÉMIO DE FÓRMUf1f2f3f4f5f8LA 1 NA COREIA

 

 

Prossegue a bom ritmo, os preparativos para o Grande Premio de Fórmula 1 que vai ter lugar já este fim de semana na Coreia.

 

ANTEVISÃO G.P. COREIA

Antevisão do Grande Prémio da Coreia- Yeongam, 3-6 Outubro 2013

OS PNEUS PZERO MÉDIOS E SUPERMACIOS ABREM A ESTRATÉGIA NA COREIA

 Tal como na corrida anterior sob as luzes de Singapura, os compostos médio P Zero White (Branco) e supermacio P Zero Red (Vermelho) foram nomeados para o Grande Prémio da Coreia: mas este é um circuito muito diferente em carácter. Yeongam, perto de Mokpo, no sul do país, contém um pouco de tudo: de curvas rápidas a curvas mais lentas com secções muito técnicas. Tendo feito a sua estreia de Grandes Prémios em 2010, a pista de 5,615 km é corrida contra o sentido do relógio o que não é um problema para os pneus, mas por vezes é uma fonte de esforço para os músculos do pescoço dos pilotos.

O Circuito Internacional da Coreia raramente é usado exceto para o Grande Prémio, por isso haverá um grau alto de evolução da pista ao longo do fim de semana. A combinação do médio e supermacio, usada pela quarta vez este ano, foi desenhada para maximizar a velocidade na qualificação e garante um nível alto de durabilidade para a corrida, o que oferece muita oportunidade para estratégia.

Paul Hembery:

“A nomeação deste ano é uma mudança da última época em que trouxemos os pneus macios e supermacios, pois complementa melhor as características dos compostos de 2013. Esperamos que haja uma diferença significativa de tempo de volta entre os dois compostos que selecionámos, como foi o caso de Singapura, e isso poderá ajudar as equipas a desenvolverem algumas estratégias interessantes. A Coreia é uma mistura interessante: temos algumas curvas rápidas e também algumas mais lentas, mas na verdade tem a mais alta exigência em termos de energia lateral de todos os circuitos em que o supermacio é usado, por isso a gestão dos pneus será importante mais uma vez. Em particular, será especialmente importante o trabalho do treino livre, em que se avaliam os níveis de desgaste e degradação de cada composto com diferentes cargas de combustível, que poderá ser a chave para a corrida. Vimos a diferença que a estratégia certa pode fazer em Singapura, e embora na Coreia haja uma probabilidade mais baixa de intervenção do carro de segurança, isto é algo a que as equipas terão de dar muita atenção na preparação para o Grande Prémio, pois o campeonato está a chegar à sua fase final.”

Jean Alesi:

“A Coreia não é uma pista que eu tenha corrido, mas ouvi muitas coisas positivas sobre ela dos pilotos. Isto é encorajador, pois quando esta geração moderna de circuitos surgiu eles não eram universalmente populares mas agora parece que há uma filosofia diferente que assegura que todas as pistas são também boas pistas para os pilotos. O que é interessante sobre esta corrida é que a nomeação dos pneus será a mesma que em Singapura, que foi uma corrida muito boa. Conseguimos ver uma diferença grande de tempos de volta entre os compostos e alguns pilotos foram capazes de usar isto para sua vantagem para desenvolverem uma boa estratégia. A outra coisa que vimos foi a consistência dos pneus supermacios: ainda que sejam os pneus mais macios da gama, conseguiram completar tiradas longas sem nenhuma quebra notável de performance, por isso imagino que vejamos o mesmo na Coreia.”

O circuito do ponto de vista do pneu:

As características mais críticas desta pista do ponto de vista do pneu são as curvas de alta velocidade e as áreas de travagem intensa, que permitem aos automóveis usar o máximo das suas capacidades de paragem (ou, para ser mais preciso, de desaceleração) de 5,2G’s. Com a transferência de peso envolvida, isto resulta nos pneus dianteiros a serem sujeitos a forças verticais equivalentes a 900 quilos.

Para além das travagens, também há grandes forças laterais a serem exercidas sobre os pneus. As curvas 7 e 8, por exemplo, envolvem mudanças de direção a 270 km/h. Isto coloca muita energia lateral sobre os pneus carregados, com máximos de 4,4G’s. As rápidas mudanças de direção exigem rigidez máxima da estrutura, o que assegura precisão da condução e ajuda o piloto a manter a sua linha ideal.

Outra área crucial é a sequência mais lenta de curvas das curvas 15 a 17. As bermas que os pilotos usam no interior testam a estrutura o que significa que a aderência à pista na parte exterior do pneu é crítica: um factor que é gerido com os graus altos de aderência mecânica gerada pelos pneus supermacios em particular.

Notas técnicas dos pneus:

O set-up aerodinâmico adotado na Coreia pelas equipas é muito similar ao do Japão, com níveis médios e altos de força descendente. No entanto, as exigências de tração são muito maiores no Japão, de modo que as equipas usam mapeamentos dos motores diferentes para ajudar a colocar a potência no solo à saída das curvas lentas. O pneu dianteiro direito é o mais esforçado na pista coreana.

A granulação pode ser um problema na Coreia, particularmente nas condições de pouca aderência no início do fim de semana. A granulação é causada quando os automóveis deslizam para os lados em demasia, criando um padrão irregular de desgaste na superfície da banda de rodagem que afecta a performance.

A maioria dos pilotos no ano passado usou uma estratégia de duas paragens, enquanto apenas três tentaram uma estratégia de uma ou três paragens. Os 10 melhores qualificados começaram a corrida com o pneu supermacio, com Sebatian Vettel a ganhar a corrida para a Red Bull a partir de segundo na grelha. Jean-Eric Vergne, da Toro Rosso, foi o piloto que terminou melhor classificado a começar com o pneu macio a partir da 16ª posição da grelha para terminar em 8º.

 

As escolhas Pirelli:

 

PZero Vermelho

PZero Amarelo

PZero Branco

PZero Laranja

Austrália

Supermacio

 

Médio

 

Malásia

 

 

Médio

Duro

China

 

Macio

Médio

 

Bahrain

 

 

Médio

Duro

Espanha

 

 

Médio

Duro

Mónaco

Supermacio

Macio

 

 

Canadá

Supermacio

 

Médio

 

Grã-Bretanha

 

 

Médio

Duro

Alemanha

 

Macio

Médio

 

Hungria

 

Macio

Médio

 

Bélgica

 

 

Médio

Duro

Itália

 

 

Médio

Duro

Singapura

Supermacio

 

Médio

 

Coreia

Supermacio

 

Médio

 

 

Outras notícias Motorsport da Pirelli:

Maximilian Buhk foi coroado o Campeão da Série de Blancpain Endurance após ter ganho a ronda final no Nurburgring 1000, na Alemanha. O alemão pilotava um Mercedes SLS AMG GT3 equipado com pneus Pirelli. Houve mais sucessos de pilotos equipados com Pirelli na penúltima ronda da série FIA GT em Navarra, Espanha, no último fim de semana, com Sebastien Loeb Racing a conseguir colocar os McLarens equipados com Pirelli nos dois primeiros lugares, depois de dominarem a corrida de qualificação, Sébastien Loeb e Álvaro Parente conquistaram finalmente a primeira vitória do ano numa corrida principal do campeonato FIA GT.

A Pirelli também teve um fim de semana atarefado de ralis. Em Itália, os Peugeot 207 S2000 do multicampeão italiano de ralis Paolo Andreucci ganhou o famoso Rali Targa Florio na Sicília. Entretanto, Osian Pryce ganhou o Rali de Trackrod Yorkshire, a penúltima ronda do Campeonato Britânico de Rali, apoiado pela Pirelli, ao volante de um Citroen DS3 R3T equipado com Pirelli.

 

BOLEIAS NA FÓRMULA 1

BOLEIAS NA FÓRMULA 1

 

 

Dar boleias aos colegas da Fórmula 1, não é novidade o que se passou no passado fim de semana do Grande Prémio de Singapura, conforme imagem anexa.boleias

 

VETTEL VENCE EM SINGAPURA

 

GP DE SINGAPURA DE F1 2013 – Corrida

 VETTEL VENCE EM SINGAPURA COM UMA ESTRATÉGIA DE DUAS PARAGENS NAS BOXES

f1f1000f1000f1001f1002f1003f1005f1006f1007f1008f1010f1011f1012f1013f1014f1016f2000f2001f2002fia1011 Sebastian Vettel da Red Bull conquistou a 33.ª vitória da sua carreira na edição de 2013 do GP de Singapura de F1, usando uma estratégia de duas paragens nas boxes. A vitória de Vettel, que partiu da pole position, garante a manutenção do recorde do GP de Singapura de só ter sido ganho por campeões do mundo.

O piloto da Ferrari Fernando Alonso utilizou uma estratégia diferente de duas paragens para acabar em segundo, ele que tinha saído na sétima posição da grelha de partida, ao passo que o piloto da Lotus Kimi Raikkonen – apesar de sofrer de uma lesão nas costas – conseguiu terminar em terceiro depois de começar a corrida na 13.ª posição da grelha de partida, socorrendo-se de uma terceira estratégia de duas paragens nas boxes. Nas três últimas corridas, Vettel e Alonso terminaram, respetivamente, no primeiro e segundo lugares.

O GP de Singapura iniciou-se sob uma humidade de 67%, com todos os pilotos, à exceção de Adrian Sutil da Force India, a começarem a corrida com os pneus supermacios P Zero Vermelhos. O primeiro piloto a ir às boxes foi Raikkonen, na volta 10, para montar outro jogo de supermacios. Vettel fez uma primeira tirada longa para construir uma vantagem de mais de 35 segundos antes da sua primeira paragem nas boxes, na volta 17, para montar um jogo de pneus médios, voltando à pista ainda na liderança da corrida.

Na volta 25, o safety car entrou em pista durante um total de cinco voltas, mantendo outro recorde a 100% do circuito de Marina Bay. Vários pilotos beneficiaram dessa situação para ir às boxes trocar de pneus, mas os quatro primeiros (que traziam todos eles pneus médios) mantiveram-se em pista, tendo sido eliminada a vantagem de 13 segundos de Vettel.

Não obstante, o piloto alemão voltou a ganhar avanço de forma a efetuar uma segunda paragem, desta vez para montar pneus supermacios novos na volta 44, sem ceder a liderança. Isso permitiu-lhe vencer a corrida com uma vantagem de meio minuto sobre o segundo. Com um limite de velocidade baixo na zona das boxes, que é longa em Singapura, verificou-se uma penalização considerável de tempo em cada paragem – a mais demorada da época – o que fez com que as equipas tentassem minimizar o tempo gasto pelos carros nas boxes.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “Verificou-se que, mais que o desgaste real, aqui em Singapura, a degradação térmica foi o fator limitativo que hoje os pneus tinham de superar: uma corrida que provou ser tão dura como o que todos estavam à espera. Ambos os compostos, mas em particular o supermacio, mostraram muita durabilidade bem como ritmo e foram a escolha mais apropriada para esta corrida. Uma das maiores complicações foi o facto de a estratégia de corrida aqui ter de ser flexível de forma a ser tida em conta a extensão da corrida e a potencial entrada em pista do safety car, o que fez, uma vez mais, que a duração da corrida atingisse as duas horas. O safety car confundiu consideravelmente as estratégias, mas enquanto Vettel fazia uma corrida a solo, houve uma batalha tática intensa pelas duas outras posições no pódio. Na parte final da corrida, houve muita ação, com a utilização de estratégias diferentes a garantir uma luta cerrada pelos lugares pontuáveis e várias manobras de ultrapassagem, num circuito onde, normalmente, não é normalmente fácil de ultrapassar.”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

 

Médio

 Supermacio

Intermédio

Chuva

Primeiro

 WEB – 1m49,783s

 VET – 1m48,574s

N/A

N/A

Segundo

 HAM – 1m49,916s

 SUT – 1m49,656s

N/A

N/A

Terceiro

 VET – 1m50,022s

 VER – 1m50,328s

N/A

N/A

Tirada mais longa da corrida:

Médio

    36 voltas

    Perez; Raikkonen; Hulkenberg; Alonso; Button; Gutierrez

Supermacio

    22 voltas

    Di Resta; Vergne

Intermédio

    N/A

    N/A

Chuva

    N/A

    N/A

Avaliação da correção de previsões:

Embora seja sempre difícil prever uma estratégiaem Singapura, sugerimos duas paragens como sendo o cenário mais provável. Pensámos que poderia haver duas opções: começar com supermacios, depois mudar para médios na volta 16 e voltar a trocar para supermacios na volta 39. Uma alternativa era exatamente a mesma estratégia, mas usar os médios em vez dos supermacios na tirada final.Vettel aderiu a este padrão ao mudar para médios na volta 17 e ao trocar na volta 44 para supermacios para uma curta tirada final.

 

G.P.F 1 SINGAPURA

 

GP de Singapura de F1 2013 – Qualificação

ESPERADAS DUAS A TRÊS PARAGENS NAS BOXES NO GP DE SINGAPURA DE F1

Sebastian Vettel da Red Bull conquistou a 41.ª pole position da sua carreira em Singapura, fazendo uso dos pneus supermacios P Zero Vermelhos, escolhidos em conjunto com os P Zero Brancos médios para este fim-de-semana. Uma diferença de performance de aproximadamente dois segundos entre os dois compostos faz com que haja uma grande abertura para as estratégias a utilizar durante a corrida de amanhã. O tempo da volta de Vettel que lhe garantiu a pole (a sua segunda em Singapura) foi 1m42,821s, menos de um décimo de segundo à frente do piloto da Mercedes Nico Rosberg, que se qualificou em segundo.

Com tempo quente e húmido e temperaturas ambiente de 31º C, a maioria dos pilotos iniciou a Q1 com pneus médios antes de a maioria dos pilotos da frente tentarem fazer apenas uma última tirada no final da sessão com pneus supermacios. Só os Red Bull e o Lotus de Romain Grosjean é que completaram a Q1 com pneus médios, com Mark Webber, em sexto, a ser o mais rápido dos pilotos que usaram pneus médios. O mais rápido de todos, com pneus supermacios, foi o piloto da Mercedes Lewis Hamilton.

Todos os pilotos começaram a Q2 com os supermacios, utilizando em geral o jogo de pneus com que, numa primeira tirada, tinham terminado a Q1. Vettel foi outra vez o mais rápido na sua única tirada, em que usou um jogo de pneus supermacios, oito décimos de segundo à frente do seu colega de equipa, que terminou na segunda posição, adotando uma estratégia similar. Ambos os Mercedes também passaram à Q3 com apenas uma tirada efetuada, usando pneus supermacios.

Todos os melhores 10 pilotos qualificados para a Q3 iniciaram a sessão com pneus supermacios, à exceção do McLaren de Jenson Button que começou com pneus médios, mas não fez um tempo. Mas Button voltou a sair para a pista, desta vez com pneus supermacios. Vettel conquistou a pole na sua primeira e única saída para a pista, com pneus supermacios. Esteban Gutierrez da Sauber não fez um tempo na Q3, mas, com o 10.º lugar, assegurou a sua melhor posição na grelha de partida desta época,.

Vettel tinha já sido o mais rápido na sessão final dos treinos livres, esta manhã, seguido pelo Lotus de Romain Grosjean. Vettel fez o tempo mais rápido com pneus supermacios, com os dois carros da Red Bull a ocuparem os dois primeiros lugares na maior parte da sessão.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “Desde o início do fim de semana que ficou claro que esta corrida iria girar à volta da estratégia dos pneus, mas as decisões acerca da estratégia afetaram de igual modo a qualificação. Por isso, tudo começou realmente logo na Q1, com a estratégia para a corrida já a funcionar. Historicamente, tem sido sempre importante obter uma boa posição na grelha de partida em Singapura, porque aqui não é o sítio mais fácil para efetuar ultrapassagens; com a diferença de tempos de volta entre os dois compostos, o supermacio era o pneu indicado para a qualificação. Contudo, é preciso também ter em consideração esses pneus para a corrida. O facto de a qualificação, tal como a corrida, ser disputada à noite significa que há um padrão diferente da evolução da temperatura e da pista em relação às outras provas do calendário. Embora não seja uma pista particularmente dura em termos de desgaste, a degradação térmica pode ser bastante elevada e o facto de não existirem longas retas e de Singapura ter o maior número de curvas de todos os circuitos do ano, coloca um desafio aos pneus. As travagens a fundo, que são outra das caraterísticas desta pista, também aumentam o aquecimento dos pneus. Para amanhã, esperamos duas a três paragens nas boxes, mas muito irá depender de fatores externos como a temperatura e os safety cars. Devido a todas as oportunidades para estratégia, esta corrida parece que vai ser muito aberta.”

O prognosticador misterioso de estratégia da Pirelli:

Singapura é uma das corridas mais difíceis para prever uma estratégia, porque, estatisticamente, há uma probabilidade elevada da entrada em pista do safety car. Teoricamente, a estratégia mais rápida seria uma de três paragens, mas na realidade, devido às prováveis condições de corrida e de tráfego na pista, a maioria das equipas irá adotar uma estratégia de duas paragens. Por isso, uma estratégia possível será: começar com supermacios, trocar para médios na volta 16 e de novo para supermacios na volta 39. Uma alternativa é exatamente a mesma estratégia, mas utilizando os pneus médios na última tirada em vez dos supermacios.

Os compostos mais rápidos na FP3:

1.

 Vettel

1m44.173s

SupermacioNovo

2.

 Grosjean

1m44.364s 

SupermacioNovo

3.

 Rosberg

1m44.741s 

SupermacioNovo

Tope 10 dos pneus utilizados:

 Vettel

 Supermacio

1m42.841s

 Rosberg

 Supermacio

1m42.932s

 Grosjean

 Supermacio

1m43.058s

 Webber

 Supermacio

1m43.152s

 Hamilton

 Supermacio

1m43.254s

 Massa

 Supermacio

1m43.890s

 Alonso

 Supermacio

1m43.938s

 Button

 Supermacio

1m44.282s

 Ricciardo

 Supermacio

1m44.439s

 Gutierrez

 Supermacio

No time set

 

MAIS UMA PARA VETTEL

Vettel vence GP de Singapura e amplia liderança no Mundial de F1

Vettel, tricampeão do Mundo, alcançou a sétima vitória da temporada - terceira consecutiva - e ampliou a liderança do Mundial, com 247 pontos, mais 60 pontos do que os 187 de Alonso, a seis provas do final.

Com o terceiro posto, o finlandês Kimi Raikkonen (Lotus), que será companheiro de Alonso na Ferrari na próxima temporada, soma agora 149 pontos no Mundial de pilotos e aproximou-se dos 151 do britânico Lewis Hamilton.

Agência Lusa

 

RICARDO TEIXEIRA ESTEVE PERTO

RICARDO  TEIXEIRA ESTEVE PERTO DE PARTICIPAR

 

 

Ricardo Teixeira esteve bem perto de alinhar este fim de semana na prova de GP 2 que está a ter lugar em Singapura.Recorde-se que a Trident convidou Teixeira para disputar as corridas na Hungria e em Itália, e precisamente no domingo passado, foi colocado em alerta, pois poderia ter de embarcar para este país do Oriente, mas na 2ª^feirichra acabou por não serr necessário, pois um piloto canadiano acabou por adquirir o lugar na Trident, para assim poder participar.

 

GALERIA DE IMAGENS

GALERIA DE IMAGENS

 

 

GRANDE PRÉMIO DE FÓRMULA 1 - SINGAPURA

 

Eis um grupo de imagens do Grande Prémio de Singapura que se está desenrolar neste país do Extremo Oriente.Na sessãod e treinso livres ficou assim estabelecido:

 

1º Vettel - Red Bull Renault

2º  Webber - Red Bull REnault

3º Rosberg - Mercedes

4º Hamilton - Mercedes

5º Grosjean - Lotus REnault

6º Alonso - Ferrari

7º Button - McLaren Mercedes

8º Raikonen- Lotus Renault

9º Sutil - Force India

10º Perez - McLaren Mercedes

 

Grelha de Partida

 

1º Vettel - Red Bull REnault

2º Rosberg - Mercedes

3º Grosjean - Lotus Renault

4º Webber - Red Bull Renault

5º  Hamilton - McLaren Mercedes

6º Massa- Ferrari

7º Alonso - Ferrari

8º Button - McLaren Mercedes

9º Ricciardo - Toro Rosso Ferrari

10º Guitierrez - Sauber Ferrarif1000f1001f1002f1003f1004f1200f1202f1203f1204f1205f1206f1207f1208f1209f1300f1301f1302f1303f1304f1305f1306f1400f1401f1402

 

G.P. F1 EM SINGAPURA

 

2013 Singapore Grand Prix - sessões de treinos


 P ZERO RED SUPERSOFT um começo em Singapura

 


 O circuito de rua da temporada apresentou P Zero Red supersoft pneus da Pirelli e P Zero Branco médio durante a abertura de duas sessões de treinos livres . Sebastian Vettel, da Red Bull foi o mais rápido na segunda sessão , com um tempo de 1m44.249s no supersoft .
Como esperado, a umidade estava perto de 75 %, no circuito de Marina Bay , que hospeda apenas corrida noturna da Fórmula . Este é apenas um dos fatores que faz com que uma corrida de Cingapura como fisicamente exigente , então as duas sessões de treinos livres foram fundamentais para as equipes para capturar os dados que lhes permitam maximizar as suas oportunidades durante a corrida. Após os flat-out retas de Monza , as equipes de reverter para uma alta downforce set-up para Cingapura, que é o segundo mais lento colo do ano, depois de Mônaco.
Diretor de automobilismo da Pirelli Paul Hembery , afirmou: " É absolutamente fantástico para nós, para estar de volta em Cingapura, onde a atmosfera é tão espetacular como sempre. Porque é uma raça tão diferente de qualquer outro lugar, o trabalho realizado nos treinos livres é vital para assimilar informações com diferentes cargas de combustível, set-ups e compostos . Estes dados formam a espinha dorsal da estratégia de cada equipe, mas com a alta probabilidade de um safety car , as estratégias têm de ser o mais flexível possível . Normalmente nós estaríamos olhando para dois pit stops aqui , mas isso depende muito de como a corrida de panelas ou mesmo se ele é executado em toda a sua alocação de voltas programadas, o que não foi o caso no ano passado. Cingapura também é um contraste enorme para as duas corridas que a precederam , para ver como o alto downforce set- ups trabalho com os pneus nestas condições era outra prioridade. Nós temos mais dados para olhar, mas o que podemos dizer agora é que o desgaste é baixo e há uma diferença de desempenho significativa de aproximadamente dois segundos entre os dois compostos que realmente abre as oportunidades de estratégia. Que seria de esperar a maioria das pessoas de se qualificar na supersoft , porque é o mais próximo que chegamos a um pneu de qualificação real , mas então o que eles fazem na corrida é totalmente aberta. "
FP1: FP2 :
1.Hamilton 1m47.055s meio utilizado 1.Vettel 1m44.249s Supersoft Nova
2.Webber 1m47.420s meio utilizado 2.Webber 1m44.853s Supersoft Nova
3.Vettel 1m47.885s meio utilizado 3.Rosberg 1m44.258s Supersoft Nova
Estatísticas de pneus do dia :
 Supersoft Médio Intermediate Wet
kms orientada * 1.445 3.961 N / A N / A
conjuntos utilizados geral ** 22 44 N / D N / D
maior número de voltas ** 24 26 N / D N / D
* O número acima dá o total de quilómetros percorridos em FP1 e FP2 , hoje, todos os drivers combinados.
Por ** composto , todos os drivers combinados.
Que a Força esteja com você :
-Max . g- força de travagem (força longitudinal ) : -4,53 @ T7
-Max . g-force curvas (força lateral) : 4,15 @ T22
Pirelli fatos do dia :
O Grande Prêmio de Cingapura , que foi inaugurado em 2008, só foi vencido por campeões mundiais : Fernando Alonso ( 2008, 2010 ), Lewis Hamilton (2009) e para os dois últimos anos Sebastian Vettel. Atualmente Vettel e Fernando Alonso estão empatados em número de vitórias totais única fórmula : 32. Apenas três pilotos - Michael Schumacher , Alain Prost e Ayrton Senna - têm mais. Ambos estarão lutando pela supremacia sob as 1.500 lâmpadas que a linha do circuito de Marina Bay .
 
Sebastian Vettel ( Red Bull) define o tempo mais rápido no FP2 na Zero Red pneu supermacio P .

 

SINGAPURA ASSEGURA F 1 ATÉ 2017

Contrato renovado até 2017

 

O Grande Prémio de Singapura, 14.ª prova do Mundial de 2012, que se disputa domingo, vai manter-se no calendário da Fórmula Um até 2017.

Contrato renovado até 2017
A confirmação foi anunciada depois de um acordo de renovação negociado com o governo de Singapura e o “patrão” da Fórmula Um, Bernie Ecclestone, que se manifestou muito satisfeito pelo novo acordo alcançado.
«Vamos continuar aqui por mais cinco anos. O mais difícil foi convencer o ministro [S. Iswaran, do Comérvio e Industria] que não se corre de graça», ironizou, em conferência de imprensa conjunta, Ecclestone.
Disputado no circuito urbano de Marina Bay, o Grande Prémio de Singapura já vincou a sua assinatura no Mundial por ser o único a ser disputado integralmente à noite, sob a luz de holofotes.
«Não está excluída a possibilidade de outras corridas também se disputarem de noite no futuro», admitiu Ecclestone na mesma conferência de imprensa.

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MAIS UMA POLE PARA VETTEL

Vettel conquista "pole position"

 

O alemão lidera o mundial de Fórmula 1.

Vettel conquista

O piloto alemão Sebastian Vettel (Red Bull) conquistou este sábado a “pole position” para o Grande Prémio de Singapura de Fórmula 1, a segunda consecutiva e quinta esta época, na 14.ª prova do Mundial.

O tricampeão mundial em título fez 1.42,841 segundos na volta mais rápida, partindo domingo do primeiro lugar da grelha no circuito urbano de Marina Bay, enquanto o seu compatriota Nico Rosberg (Mercedes) será o segundo.

O alemão conquistou a 41.ª pole position da carreira, a quinta da época, enquanto o francês Romain Grosjean (Lotus), autor do terceiro crono das qualificações noturnas, partira da segunda linha da grelha, ao lado de Mark Webber (Red Bull).


Conteúdo publicado por SportInforma c/ Lusa

 

PREPARATIVOS EM SINGAPURA PROSSEGUEM

PREPARATIVOS EM SINGAPURA PROSSEGUEM

 

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Estão a decorrer em grande ritmo os preparativos pasra o Grande Prémio de Singapura em Fórmula1, que terão lugar já este fim de semana, pçrova a ser disputada à noite.

 

GP 2 E 3 CALÇADOS COM PIRELLI

 

SÉRIES GP2 E GP3 COM PIRELLI NAS PRÓXIMAS ÉPOCAS

Contrato de vários anos renovado entre as Séries e o fabricante de pneus italiano

Os organizadores das séries GP2 anunciam com prazer que renovaram o contrato de vários anos com a Pirelli para as séries GP2 e GP3. As duas categorias que alimentam a F1 têm tido uma forte relação com a Pirelli desde 2010 e o início das Séries GP3. No ano seguinte, o fabricante italiano também se tornou o fornecedor único das Séries GP2 e nas últimas três épocas ajudou os jovens pilotos a prepararem-se para o próximo passo: a Fórmula 1.

O CEO das Séries GP2 e GP3 Bruno Michel disse: “Estou muito feliz de ter renovado o nosso contrato com a Pirelli para as próximas épocas. A nossa relação, que começou quando lançámos a GP3 em 2010, foi sempre forte e saudável. Assim, era natural que a escolhêssemos para as Series GP2 quando se tornou também a fornecedor exclusiva da F1, sempre foi a nossa filosofia usar o mesmo fornecedor que os F1. Nas últimas três épocas, esta parceria deu-nos algumas das melhores corridas da nossa história. É ótimo trabalhar com a Pirelli: eles são muito acessíveis e compreendem o que é necessário fornecer de modo a que as categorias sejam extremamente competitivas.

“Como fornecedora exclusiva de ambas as nossas séries, a Pirelli prepara os jovens pilotos para o próximo passo onde a gestão dos pneus é a chave, mas também os apoia totalmente no desenvolvimento da sua carreira: o campeão de GP3 irá receber de novo um cheque de €200,000 da Pirelli se subir para a GP2 enquanto o campeão da GP2 terá um dia de testes de pneus ao volante de um carro F1.”

O Diretor de Motorsport da Pirelli Paul Hembery comentou: “Estamos deliciados por continuar a fornecer os nossos pneus a ambos os campeonatos GP2 e GP3, que se têm mostrado um passo natural de oportunidade para os que pretendem competir nos níveis mais altos do Motorsport. São um campo de treino perfeito e já vimos vários pilotos progredirem para as fileiras da F1, o que só mostra a importância destes campeonatos. A GP2 e a GP3 também permitem aos pilotos aprender a lidar com fatores importantes como a gestão de pneus nalguns dos circuitos de corrida mais desafiantes e famosos do mundo. A competitividade em ambos os campeonatos tem sido evidente ao longo da época com um número recorde de diferentes vencedores de corridas. Não há dúvidas que a GP2 e a GP3 continuarão a formar um passo integral de qualquer carreira de piloto, e aspiramos continuar a trabalhar com alguns dos pilotos mais promissores nos próximos anos. Parte da filosofia da Pirelli tem sido sempre cultivar os campeões do futuro, e é por isso que a nossa participação na GP2 e na GP3 é tão importante para nós.”

 

MAIS NOVIDADES DA PIRELLI PARA A FÓRMULA 1

MAIS NOVIDADES DA PIRELLI PARA A F 1

 

 

Reveladas as escolhas de pneus para os GP de F1 da Coreia, Japão e Índia

Foram reveladas as escolhas de pneus para os próximos GP de F1 da Coreia, Japão e Índia.

Para a Coreia, serão utilizados os pneus médio e supermacio. A superfície tende a ser escorregadia, com uma ampla variedade de curvas e algumas áreas de travagem a fundo. O pneu médio enfrentará a vastagama de exigências colocadas pelo circuito, enquanto o supermacio é capaz de gerar os mais elevados níveis de tração na superfície escorregadia.

No circuito de Suzuka, no Japão, uma das mais populares e históricas pistas de todo o calendário, foram escolhidos os pneus P Zero Laranjaduro e P Zero Branco médio. Estes pneus foram os escolhidos para absorver as elevadas exigências de energia colocadas por curvas rápidas, como a 130R e a Colher, que caraterizam o famoso circuito japonês.

Para a Índia, um circuito que se estreou no calendário da F1 em 2011, foram nomeados os pneus P Zero Branco médioe P Zero Amarelo macio. Esta combinação foi selecionada para proporcionar o melhor compromisso possível entre performance e durabilidade no circuito Buddh International, que é famoso pelas suas grandes mudanças de elevação e curvas tecnicamente exigentes

As escolhas de pneus até ao presente:

 

PZero Vermelho

PZero Amarelo

PZero Branco

PZero Laranja

Austrália

Supermacio

 

Médio

 

Malásia

 

 

Médio

Duro

China

 

Macio

Médio

 

Bahrein

 

 

Médio

Duro

Espanha

 

 

Médio

Duro

Mónaco

Supermacio

Macio

 

 

Canadá

Supermacio

 

Médio

 

Grã-Bretanha

 

 

Médio

Duro

Alemanha

 

Macio

Médio

 

Hungria

 

Macio

Médio

 

Bélgica

 

 

Médio

Duro

Itália

 

 

Médio

Duro

Singapura

Supermacio

 

Médio

 

Coreia

Supermacio

 

Médio

 

Japão

 

 

Médio

Duro

Índia

 

Macio

Médio

 

 

 

 

 

 

 

PIRELLI ANUNCAI TIPO DE PNEUS PARA PROXIMOS G.PRÉMIO

 


Foram anunciadas as nomeações de pneus para a próxima grands prix na Coréia, Japão e Índia.

 


Para a Coréia, serão utilizados os pneus médios e supermacio. A superfície tende a ser escorregadia, com uma vasta variedade de cantos e algumas áreas de travagem fortes. O meio lida pneu bem com as demandas de amplo alcance do circuito, enquanto o supermacio é capaz de gerar os mais elevados níveis de tração na superfície escorregadia.
No circuito de Suzuka, no Japão, uma das faixas mais populares e histórica sobre todo o calendário, o P Zero Laranja duro e pneus médios P Zero Branco foram escolhidos. Estes são projetados para absorver as demandas de alta energia de curvas rápidas, como a 130R e colher, que caracterizam o famoso circuito japonês.
Na Índia, o que era novo para a agenda Formula One em 2011, o P Zero Branco médio e pneus macios P Zero Amarelo são nomeados. Esta combinação foi escolhida para fornecer o melhor compromisso possível entre desempenho e durabilidade no Circuito Internacional de Buddh, que é bem conhecida por suas grandes mudanças de elevação e curvas tecnicamente exigente.
As escolhas de pneus até agora:
  PZero Red PZero Amarelo PZero Branco PZero Laranja
Austrália Supersoft Médio
Malásia Médio Difícil
China Macio Médio
Bahrain Médio Difícil
Espanha Médio Difícil
Mônaco Supersoft suave
Canadá Supersoft Médio
Grã-Bretanha Médio Difícil
Alemanha suave Médio
Hungria suave Médio
Bélgica Médio Difícil
Itália Médio Difícil
Cingapura Supersoft Médio
Coréia Supersoft Médio
Japão Médio Difícil
Índia suave Médio
 
O 2013 Pirelli Fórmula gama de pneus completa.
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SEGUNDO FERNANDO ALONSO

Contratação de Raikkonen é positiva

 

palavras de Fernando Alonso

 

 

O piloto espanhol terá como companheiro na Ferrari na próxima temporada o finlandês Kimi Raikkonen.

«Contratação de Raikkonen é positiva»

Fernando Alonso comentou, pela primeira vez, em Singapura, a vinda de Raikkonen para a Ferrari, substituindo o brasileiro Felipe Massa.

«É bom para a Ferrari, é positivo. Com Felipe o trabalho foi excelente nestes últimos quatro anos. Estou triste por ele, mas a equipa decididiu que era necessário haver uma alteração. Falaram comigo e eu considerei que era uma boa opção».

A verdade é que nos bastidores da Fórmula 1 comenta-se que a relação entre os dois pilotos não irá ser fácil dada a personalidade de Alonso e Raikkonen. O espanhol não se mostrou nada preocupado com esse facto.

«Também diziam, quando cheguei, que a minha relação com Massa iria ser um desastre e falam o mesmo agora, mas não há diferença. Partiremos os dois do zero em 2014 e se algum tiver a sorte de se distanciar e lutar pelo campeonato, a equipa irá centrar-se nele», explicou.

No que diz respeito ao presente ano, o espanhol da Ferrari está a uma distância de 53 pontos de Vettel, líder do mundial de pilotos. Nada que o faça deitar por terra a esperança de ainda poder vir a ser campeão em 2013.

«Vamos lutar pelo campeonato até que seja matematicamente possível», concluiu.


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F 1 EM SINGAPURRA

F 1 EM SINGAPURA

 

Desde a passada 2ª feira que todo o material das equipas de Fórmula 1 já chegaram a Singapura, na qual no próximo fim de semana terá lugar mais uma jornada do Mundial.sing1sing2sing3

 

ANTEVISÃO G.P.SINGAPURA

Antevisão do Grande Prémio de Singapura:

20-22 Setembro de 2013

PIRELLI PRONTA PARA AJUDAR A ILUMINAR SINGAPURA

 Depois de dois circuitos rápidos e históricos no centro da Europa, Spa e Monza, a F1 dirige-se agora para o oposto: o ultramoderno circuito de rua de Singapura, que é a única corrida do calendário a decorrer de noite sob as luzes dos lampiões. Para esta pista de pára-arranque, a Pirelli selecionou o pneu supermacio P Zero Red (Vermelho) – o mais macio da sua gama – e o médio P Zero White (Branco).

Para além do facto de ser corrida à noite, com todas as equipas a manterem o horário Europeu, há uma variedade de outros fatores que tornam o circuito de Marina Bay único. Em termos de duração, esta é normalmente a corrida mais longa do ano, pois fica frequentemente perto do limite das duas horas, o que significa que os automóveis carregam a mais pesada carga de combustível da época. É também uma das corridas mais húmidas do ano, e estatisticamente há uma probabilidade alta de intervenção do carro de segurança. Todos estes elementos afetam o desgaste e degradação dos pneus para além da estratégia.

Paul Hembery: “Os pneus que trazemos para Singapura este ano representam uma mudança relativamente ao ano passado, quando escolhemos o macio e o supermacio. Isto porque os pneus são no geral mais macios em toda a linha este ano de modo a maximizar a performance e a aderência. Singapura tem um piso bastante irregular – uma característica típica dos circuitos de rua – e há muito equipamento de rua como as linhas brancas pintadas e as tampas no solo que comprometem a aderência e a tração. Estamos a correr à noite, o que apresenta um conjunto único de parâmetros para os pneus relativamente ao modo como as temperaturas da pista e ambiente evoluem. Os automóveis também transportam a maior carga de combustível do ano, o que também tem um efeito direto na degradação e desgaste dos pneus. É uma corrida longa, que dá às equipas muito espaço para aparecerem com estratégias interessantes no que é um evento verdadeiramente espetacular em todos os sentidos. Sempre nos sentimos muito bem-vindos em Singapura, que é provavelmente o evento mais fantástico do ano em termos do espetáculo que é oferecido ao público. O nosso objetivo como sempre é o de contribuir para o espetáculo fornecendo pneus com o exato compromisso entre a performance e a degradação de modo a garantir uma corrida renhida.”

Jean Alesi: “Nunca corri em Singapura mas já lá fui ver o Grande Prémio há dois anos. Posso descrevê-lo apenas como um local incrível: o que os organizadores conseguiram fazer é de tirar o fôlego. E é fantástico de ver na TV também pois é um puro espetáculo visual. Do que pude ver é uma corrida que é dura para os pilotos e os carros, mas menos para os pneus: a velocidade média não é muito alta e há muito pára-arranca com uma aderência baixa, o que são condições que geralmente não castigam os pneus demasiado. Para os pilotos, no entanto, é completamente diferente: as temperaturas altas, a humidade, e simplesmente a duração da corrida, são muito exigentes fisicamente. Spa e Monza, que acabámos de ver, são duas corridas muito difíceis para os pneus. Agora vamos para algo completamente diferente, e acho que vai ser interessante ver que tipo de estratégias é que as equipas vão formular em Singapura. Com os pneus supermacios e médios, há muitas oportunidades para tentar algo diferente e essa é uma parte fascinante das corridas modernas de Grandes Prémios.”

O circuito do ponto de vista dos pneus:

A tração é fundamental pois Singapura contém o segundo maior número de curvas da época (23). O asfalto tem tendência para ser irregular e escorregadio, com a aderência a ser comprometida pelas linhas das ruas e pelas tampas de manutenção. Mas os carros podem ainda assim gerar 4,3G’s nas travagens, apesar da falta de aderência.

Os níveis de humidade em Singapura estão entre os 75% e os 90%, o que pode muitas vezes levar à chuva. Consequentemente há uma alta probabilidade dos pneus intermédios Cinturato Green (Verdes) e os de chuva Cinturato Blue (Azuis) também poderem ser usados.

Singapura tem um dos mais altos tempos de paragem nas boxes do ano, devido a um limite baixo de velocidade nas boxes (60km/h) e uma reta das boxes de 404 metros, o que tem impacto na estratégia.

Notas técnicas dos pneus:

Para além de ser uma longa corrida, o consumo de combustível por quilómetro é um dos mais altos do ano devido à natureza pára-arranca do circuito. Cerca de metade da volta é corrida a fundo, mas também há várias áreas de travagem.

Todos os pilotos no pódio no ano passado usaram uma estratégia de duas paragens. Sebastian Vettel ganhou a corrida a partir do terceiro lugar na grelha com o pneu P Zero Red supermacio, e então completou duas saídas com o pneu macio P Zero Yellow. Jenson Button terminou em segundo com exatamente a mesma estratégia. Todos os pilotos do top 10 na grelha começaram a corrida com o composto supermacio.

A estratégia de corrida em Singapura tem de ser muito flexível de modo a ter em conta a alta probabilidade de intervenção do carro de segurança (houve duas saídas do carro de segurança no ano passado). Os períodos do carro de segurança levam alguns pilotos a fazerem uma paragem ‘livre’ nas boxes, e também diminuem o rácio de desgaste e degradação dos pneus pois os tempos de volta são muito mais lentos.

 

As escolhas de pneus:

 

PZero Vermelho

PZero Amarelo

PZero Branco

PZero Laranja

Austrália

Supermacio

 

Médio

 

Malásia

 

 

Médio

Duro

China

 

Macio

Médio

 

Bahrain

 

 

Médio

Duro

Espanha

 

 

Médio

Duro

Mónaco

Supermacio

Macio

 

 

Canadá

Supermacio

 

Médio

 

Grã-Bretanha

 

 

Médio

Duro

Alemanha

 

Macio

Médio

 

Hungria

 

Macio

Médio

 

Bélgica

 

 

Médio

Duro

Itália

 

 

Médio

Duro

Singapura

Supermacio

 

Médio

 

 

 

G.P.NOVA JÉRSIA EM RISCO??

GRANDE PRÉMIO DE NOVA JÉRSIA EM RISCO?

 

O segundo Grande Prémio a ter lugar nos Estados Unidos, teve para ter lugar no estado de Nova Jérsia, mas acabou por não ter lugar motivado pelo furacão que atingiu de forma brutal este estado em terras do Tio Sam.No entanto nesta fase, segundo os promotores, está a correr com normalidade para a realização  no próximo ano, mas segundo a equipa de Bernie Eclestone, verificou que está a tudo a decorrer ao contrário, pois ainda não há garantias de pagamento para os os Grandes Prémios a serem realizados nos anos seguintes.No passado os organizadores, para realizarem o dinheiro necessário para a organização dum grande Prémio, pagava a 1ª corrida, e depois o dinheiro gerado com a  mesma pagava o Grande Prémio do ano seguinte, e assim por diante.Mas a verdade é que a equipa liderada por Eclestone, mudou a estratégia, e já começou a exigirf1 garantias, que traz logo uma série de problemas suplementares.Casu um promotor não tenha meios para efectuar o pagamento, alguém terá de assumir isso, e como é lógico, não será Bernie Eclestone e a sua equipa a assumir um passivo dum promotor - organizador.

 

FELIX DA COSTA VENCEU

Vitória! Esta já é nossa!!!
Depois do mau dia de ontem, hoje mostrámos uma força mental muito forte e demos a volta a uma situação complicada. Mais do que os 25 pontos desta vitória, foi bom ter vencido em luta directa com o Magnussen e o Vandoorne. Ataquei ao máximo nas duas voltas que tive pista livre e quando regressei depois da paragem, estava na frente e depois fui ganhando tempo a eles os dois. A equipa fez um óptimo trabalho e isto mostra que quando tudo corre bem, somos candidatos às vitórias. Esta vitória é minha, da equipa e de todos os que nunca deixam de acreditar em mim e de estar ao meu lado! Obrigado a todos!

 

FÓRMULA E DA RENAULT

 

COMO  PARCEIRO TÉCNICO  DO CAMPEONATO  FIA  DE FÓRMULA  E, A RENAULT  LANÇA-SE  NA  ERA  DA COMPETIÇÃO  « ELÉCTRICA »

 

 

A Renault, que é a marca líder na Europa nas vendas de veículos eléctricos com a gama Z.E. e que dispõe de um know-how único no desporto automóvel aposta no novo Campeonato FIA de Fórmula E. O Spark-Renault SRT_01E, concebido em colaboração com a Renault Sport, com estreia mundial em Frankfurt, é o monolugar  que será utilizado pelas 10 equipas inscritas nesta competição a partir de Setembro 2014.

 

Uma nova era para o desporto automóvel

 

O desporto automóvel, desde sempre um laboratório de desenvolvimento de novas tecnologias, não podia ficar alheado da propulsão eléctrica. Desde logo a Fórmula 1 é objecto de uma viragem radical em 2014, com uma regulamentação que introduz as novas Power Units, baseadas em motores turbo de baixa cilindrada associadas a novos e revolucionários sistemas de recuperação de energia.

 

Com o impulso da Federação Internacional do Automóvel (FIA), a Fórmula E explora uma outra via, com monolugares 100% eléctricos zero emissões.

 

O primeiro Campeonato FIA de Fórmula E irá ser disputado entre Setembro de 2014 e Junho de 2015 e irá desenrolar-se em 10 etapas, todas organizadas em circuitos citadinos. Na Europa (Londres, Berlim, Roma), Ásia (Pequim, Banguecoque e Putrajaya) e América (Los Angeles, Miami, Rio de Janeiro, Buenos Aires). Nesta primeira temporada, 20 pilotos, repartidos por 10 equipas irão enfrentar-se num monolugar baptizado Spark-Renault SRT_01E.

 

 

 

 

 

Uma união entre grandes nomes do desporto automóvel

A Fórmula E Holdings, promotora do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula E, confiou à Spark Racing Technology a concepção e o fabrico dos 40 primeiros monolugares. Estes monolugares são homologados segundo uma regulamentação que enquadra os níveis de performance, segurança e custos, que poderá permitir o envolvimento, no futuro, de outros construtores.

Para o desenvolvimento e a industrialização destes monolugares, a Spark criou um consórcio que agrupa grandes nomes do desporto automóvel:

  • Renault: arquitecta da transmissão eléctrica, integração de sistemas, optimização, performance e segurança da transmissão eléctrica,
  • McLaren Electronic Systems: desenvolvimento, fabrico e montagem do grupo motopropulsor e do controlo electrónico,
  • Williams Advanced Engineering: concepção das baterias,
  • Dallara: concepção e construção do chassis
  • Spark: concepção do monolugar (eixos, aerodinâmica, montagem).

 

A Renault, enquanto parceiro técnico da Spark, apoia-se nas competências da Renault Sport Technologies e da Renault Sport F1 para supervisionar e optimizar as performances e a segurança do monolugar.

 

 

 

 

 

 

Spark-Renault SRT_01E: um concentrado de tecnologia

Ao integrar as mais avançadas tecnologias em matéria de propulsão eléctrica, o Spark-Renault SRT_01E é igualmente inovador em termos de design. A aerodinâmica foi concebida para facilitar as ultrapassagens e a altura da carroçaria, relativamente elevada, está adequada aos circuitos urbanos que serão utilizados. Em termos de segurança, este monolugar cumpre as regras actualmente em vigor na Fórmula 1.

Tal como o piloto, a bateria, com uma massa de 200 kg, dispõe da sua própria célula de segurança. O motor eléctrico, ligado às rodas traseiras, debita 200 kW, ou seja 270 cv. Esta potência estará integralmente disponível nos treinos de qualificação mas em corrida, estará limitada a 133 kW (180 cv), com um modo "push-to-pass" que permite beneficiar temporariamente dos 200 kW.

Com um peso mínimo de 800kg, incluindo com o piloto, este monolugar é comparável com os monolugares térmicos.

As simulações de performance estimam que o Spark-Renault SRT_01E acelere dos 0 aos 100km/h em 3 segundos, com uma velocidade de ponta limitada a 200km/h para garantir a máxima segurança nos circuitos urbanos.

 

"Este projecto dá-nos a oportunidade de explorar novas vias. Ninguém tinha concebido monolugares eléctricos com este nível de performance e, ainda menos, com a ambição de os produzir em pequena série e em pouco tempo! Fruto das competências complementares dos membros do consórcio, o Spark-Renault SRT_01E representa uma boa síntese do actual nível de desenvolvimento das tecnologias e estamos certos que este monolugar irá fazer história no desporto automóvel"

François Champod – Responsável técnico de competição da Renault Sport Technologies e coordenador da Renault para a Fórmula E

TWIZY RENAULT SPORT F1 : JUST FOR FUN !

 

Se agarrar num Twizy e o confiar à fértil imaginação dos engenheiros da Renault Sport F1 e da Renault Sport Technologies eles irão arranjar forma de substituir o banco traseiro por um KERS de Fórmula 1, de colocar num Twizy rodas de um Fórmula Renault 2.0 e o volante de um Fórmula Renault 3.5 e de desenvolver um « pacote aerodinâmico » radical.

É assim o Twizy Renault Sport F1! Um veículo delirante mas sempre Zero Emissões.

 

Com o KERS a potência passa de 17 cv para 97 cv o que permite a este Twizy uma aceleração dos 0-100 km/h idêntica à de um Mégane R.S. A autonomia é limitada mas quando Jean Ragnotti e Sebastien Vettel o ensaiaram não tinham qualquer vontade de parar…

 

 

 

 

 Formula-e Spark_Renault_SRT_01ESpark Renault_SRT_01E

 

G.P.BAHREIN VAI SER DISPUTADO À NOITE

GRANDE PRÉMIO DO BAHREIN VAI SER DISPUTADO Á NOITE

 

Tal como em Singapura a edição deste ano do Grande Prémio do Bahrein, vai passar a ser disputado de noite, o que vem de encontro com os interesse de todo o "circo", e isso porque a transmissão em directoBahrain-F1-grand-prix-Lew-008 para todo o globo, vai apanhar com a questão dos fusos horários grande parte dos espectadores acordados.Depois como a noite é mais fresca, todas as mecânicas poderão dar um pouco mais de si, em virtude de não estar a  sentir as altas temperaturas neste país do Médio Oriente.

 

FIA QUER REDUZIR CUSTOS NA F1

FIA QUER REDUZIR CUSTOS NA F1

 

 

A FIA quer reduzir custos na Fórmula 1, pois nos tempos que correm um lugar numa boa equipa, não cuf1sta menso do que 40 milhões de dolares...Mas a Federação Internacional quer que a Fórmula 1 baixe os seus custos, pois por este andar a categoria poderá ter os dias contados...

 

 

Tem sido dificil tentar encontrar uma proposta interessante a todas as equipas que participam, mas Jean Todt, tem esperança que em breve sejam encontyradas soluções.

 

HUMOR NA F 1

HUMOR NA F 1

 

Desta feita são uma série de caricaturas de pilotos que militaram na equipa da McLaren, no ano em que está a festejao o meio século de existência.humorf1

 

A MARCA DE MASSA NA FERRARI

A MARCA DE MASSA NA FERRARI

 

 

Ainda não deixou a equipa da Frecordsarmassaferrarierrari, mas já se fazem retratos sobre os oito anos em que o piloto brasileiro esteve ao serviço da equipa do Cavalinho Rampante.

 

RECORDAR SENNA

RECORDAR SENNA

 

È sempre bom recordar o melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos, o piloto brasileiro Ayrton Senna, que infelizmente já nos deixou.Nesta foto surge ao volante do Toleman, o primeiro F 1, que condurecordar sennazui, e só não ganhou o G.P.Mónaco, pois a direcção da corrida antecipou a bandeira de xadrez.

 

EQUIPA DA WILLIAMS DE F 1 PRESTA HOMENAGEM

EQUIPA DA WILLIAMS DE F1 PRESTA HOMENAGEM

 

 

 

Tivemos uma reunião hoje para deixar Bernie Goble da Oficina, aposentando-se após 35 anos de serviço dedicado.

Tanto Sir Frank e Patrick Head falou no encontro em nossa recepção. Bernie foi um dos primeiros funcionários após nossos fundadores.

Ele era o nosso maior empregado porção de 35 anos e agora decidiu se aposentar. Obrigada pela sua dedicação e vidro abordagem meio cheio!

Em suas palavras "O tempo voa quando você está se divertindo e não se sentir como um décimo de 35 anos. Agora é a hora de se aposentar, pois bem, você não pode ter muito divertido não é? "wwilliams

 

FÓRMULA E

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Fórmula E é a primeira categoria mundial de emissão zero de poluentes
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O SRT_01E
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Visão aérea do bólido
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Carro da Fórmula E: projeto reúne o que há de mais avançado e ecológico
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Detalhes do volante do carro
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Lucas di Grassi é o desenvolvedor do carro da categoria
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Velocidade, desempenho, tecnologia e emissão zero: com Lucas di Grassi, Fórmula E mostra carro

Primeira categoria no mundo com motores 100% elétricos terá dez etapas - todas em circuitos urbanos - e correrá no Rio de Janeiro

O carro da Fórmula E, primeira categoria do automobilismo mundial com emissão zero de poluentes, foi lançado nesta terça-feira (10) no Salão de Frankfurt, na Alemanha. O pano que cobria o Spark-Renault SRT_01E foi retirado pelo presidente da FIA (Federação Internacional do Automóvel) Jean Todt e pelo CEO da Fórmula E, Alejandro Agag, frente a vários convidados e membros da imprensa que cobrem o Frankfurt Motor Show. Todos os testes e desenvolvimento do carro em pista foram conduzidos pelo piloto brasileiro Lucas di Grassi.

O monoposto reúne todas as características de empresas líderes em desempenho e tecnologia do automobilismo mundial como Renault, Dallara, Spark, Michelin, Hewland, Williams e McLaren. O carro foi projetado e construído pela Spark Racing Technology, liderada pelo renomado francês Frédéric Vasseur, da ART Grand Prix, e a categoria, a primeira série global de carros elétricos de competição, começa em setembro de 2014.

Usando das mais recentes tecnologias, o SRT_01E quer estender os limites do que é atualmente alcançável no esporte a motor, ao mesmo tempo garantindo equilíbrio entre custos acessíveis e sustentabilidade, tudo isso para correr em circuitos montados dentro de grandes centros urbanos, reduzindo os ruídos.

O chassis foi construído pela italiana Dallara e foi aerodinamicamente desenhado para proporcionar um alto número de ultrapassagens. Feito de fibra de carbono e alumínio, o monocoque passou em todos os testes de impacto impostos pela FIA nos padrões 2014.

A McLaren Eletronics Systems, braço do grupo McLaren International, que inclui aí a tradicional equipe de Fórmula 1, fornece o motor elétrico e os sistemas eletrônicos do carro, enquanto outra empresa líder da categoria-topo do automobilismo, a Williams, é a responsável pelas baterias e seus sistemas de gerenciamento, por meio da Williams Advanced Engineering. As baterias produzem 220 kw de potência, o equivalente a 275 cavalos de um motor a combustão - potência superior a um carro da Fórmula 3, por exemplo. O câmbio do SRT_01E é feito pela Hewland com acionamento atrás do volante e seis marchas.

Para a integração de todos os sistemas, otimização de desempenho e segurança eletrônica do trem de força está a Renault, parceira técnica da categoria, líder em veículos elétricos, com extenso know-how em esportes a motor graças a seus programas em tecnologia e em categorias de acesso e na Fórmula 1. Para segurar toda a potência e garantir o melhor desempenho e estabilidade, a Michelin é a fornecedora oficial dos pneus de 18 polegadas, especialmente criados para a Fórmula E tanto para correr em pista seca como molhada.

"Parabenizo todos os envolvidos na produção deste carro 100% elétrico. É um acontecimento fantástico. A avançada tecnologia empregada segue as melhores práticas ambientais, destacando o potencial da Fórmula E para revolucionar o desenvolvimento de novos sistemas de ecomobilidade, não só para os esportes a motor, mas também para o uso diário. Este novo campeonato se faz sob os tradicionais valores da FIA como promotora de inovação, tecnologia e desempenho no setor automotivo", discursou o presidente da entidade, Jean Todt.

O carro, que levou 10 meses entre projeto e construção, será usado por todas as dez equipes e 20 pilotos a competir na primeira temporada da categoria. No futuro, a Fórmula E estimula os times a construir seus próprios carros para acelerar os trabalhos em pesquisa e desenvolvimento em torno dos veículos elétricos.

"Como um campeonato aberto, a categoria dá aos fabricantes a oportunidade de mostrar suas próprias inovações em energia. Muitos fabricantes que estão no Salão de Frankfurt estão mostrando seus carros elétricos mas não só como conceito, e isso demonstra como os tempos mudaram e porquê o momento é o ideal para lançarmos o FIA Formula E Championship", afirmou Alejandro Agag, CEO da categoria.

Dinâmica - Serão produzidos pela Spark um total de 42 carros, já que cada piloto usará dois carros durante as corridas, que terão a duração de uma hora cada. "Em vez de trocar parar nos boxes para trocar a bateria, o piloto troca de carro. Vai ser uma dinâmica muito interessante de se acompanhar", destaca Lucas di Grassi, piloto responsável pelo desenvolvimento do SRT_01E.

"A Fórmula E é uma categoria que vem para quebrar alguns paradigmas aliando performance, custo baixo e sustentabilidade. A principal razão sobre a escolha do calendário é que vamos correr somente em circuitos de rua em cidades que geralmente possuem restrições a ruídos urbanos. É o cenário ideal para que o potencial da Fórmula E seja mostrado ao mundo", diz o piloto brasileiro, que também faz parte do programa de endurance (LMP) da equipe Audi e é o test-driver oficial da Pirelli na Fórmula 1.

O campeonato tem início daqui exatamente um ano, em setembro de 2014, e tem final previsto para junho de 2015. A temporada inaugural percorrerá dez cidades já definidas, sempre em circuitos urbanos. Embora as datas ainda não tenham sido reveladas, as cidades são Berlim, na Alemanha; Bangkok, Tailândia; Pequim, China; Buenos Aires, Argentina; Londres, Inglaterra; duas nos Estados Unidos, em Miami e Los Angeles; Putrajaya, na Malásia; Roma, na Itália; e a etapa brasileira no Rio de Janeiro.

Até o momento três equipes estão confirmadas na disputa: Drayson Racing, China Racing e a Andretti Autosport, cada uma com quatro carros (dois por piloto). A Fórmula E já tem fechado um acordo de transmissão para pelo menos 80 países com a FOX Sports, incluindo a América Latina.

O novo carro entra na pista em novembro para mais testes e simulação de corrida, sempre conduzido por Lucas di Grassi.



 

MASSA NO DESEMPREGO?

MASSA NO DESEMPREGO

 

Embora a Ferrari ainda não anunciasse a saída do piloto brasileiro, esta noite, o mesmo no seu Twitter anunciou, que em 2014 não será mais piloto da marca do Cavalinho Rampante, deixando a equipa italiana depois de oito anos de serviços.Assim o Brasil deixa de estar representado no universo da Fórmula 1.massaout1massaout2massaout3massaout4massaout5massaout6massaout7massaout8massaout9

 

NIKI LAUDA FOI PREMIADO

Brembo premeia Niki Lauda

Durante o Grande Prémio de Formula 1 de Itália.

O lendário piloto austríaco, três vezes Campeão do Mundo de Fórmula 1, recebeu o "Prémio Bernie Ecclestone 2013" por ter contribuído com as suas capacidades desportivas e empresariais para a história da Fórmula 1.

O prémio especial – uma peça de sistema de travagem de Formula 1 - foi alcançado com a seguinte motivação:

"Por ter contribuído para a história da Fórmula 1 como um piloto de corridas, com três vitórias de campeão do mundo em 1975, 1977 e 1984, tendo disputado 177 corridas, com 25 vitórias, 54 pódios, 24 pole positions. Após a retirada das competições, no papel de consultor equipas, comentarista de televisão, escritor e jornalista de automobilismo e agora como presidente não-executivo da Mercedes AMG Petronas F1 Team. Além disso, em setembro de 2013 o filme Rush será lançado sobre a batalha entre o piloto austríaco e James Hunt, nos anos setenta, contribuindo para disseminar ainda mais a cultura da Formula 1 em todo o mundo. Graças ao prêmio atribuído a Niki Lauda, a Brembo traz o prémio fora da Itália a um nível mais internacional".



Prémio Bernie Ecclestone 2013 pela Brembo Prémio Bernie Ecclestone 2013 pela Brembo

 

MASSA DEIXA FERRARI NO FINAL DA ÉPOCA

Felipe Massa abandona Ferrari no final da temporada

 

 

Brasil pode perder o único representante na Fórmula 1 em 2014.

Felipe Massa abandona Ferrari no final da temporada

O piloto brasileiro de Fórmula 1, Felipe Massa, anunciou esta terça-feira através de uma rede social que irá sair da Ferrari no final da presente temporada.

«Não vou mais correr pela Ferrari a partir de 2014», escreveu o piloto brasileiro na sua página do Twitter.

«Gostaria de agradecer pela amizade , vitórias e um lindo momento com a Ferrari . A ajuda da minha esposa, da minha família e de todos os meus fãs. Toda a ajuda dos meus patrocinadores», acrescentou Massa.

No entanto, Felipe Massa não descarta a continuidade na Fórmula 1 ao serviço de uma escuderia que lhe proporcione conduzir um carro competitivo.

«A partir de agora quero encontrar uma equipa que me dê um carro competitivo para conseguir mais vitórias e vencer um campeonato, que é o meu sonho», sentenciou Massa que deve ser substituído pelo finlandês Kimi Raikkonen.

 

 

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HUMOR NA F 1

HUMOR NA F´ROMULA 1

 

Realmente a imaginação do ser humano não tem limites, veja-se o humor aplicado à Fórmula 1.demaisdemais1HUMORF1

 

AIRBUS F 1

AIRBUS F 1

 

A máquina publicitária da Fórmula 1 já chegou aos ares, pois a Etihad, uma companhia de aviaçãoairbusF1 do Médio Oriente, está a operar com um Airbus A 340-500, um wide body que viaja para todo o globo, e este avião surge com uma decoração alusiva à Fórmula 1, conforme imagem anexa, por sinal bem bonita.

 

MERCADO DE PILOTOS DE F1 NA BERLINDA

MERCADO DE PILOTOS DE FÓRMULA 1 NA BERLINDA

 

 

A noticia ventilada este fim de semana que Raikonen tinha já assinado contrato com a Ferrari em 2014, veio aumentar ainda mais a confusão no seio do mercado dos pilotos de Fórmula 1.Caso esta noticia se concretize,  será Filipe Massa a ter de deixar a Ferrari.Mas na Red Bull Renault tudo está já mais definido, pois Sebastien Vettel irá continuar, enquanto Mark Webber, vai sair para a Porsche, para conduzir Sport Protótipos.No lugar de Webbber surge Daniel Ricciardo, que deixa assim a Toro Rosso.Na Mercedes não deverá haver grandes mudanças, mantendo a marca alemã, Rosberg e Hamilton.Na Lotus, com a saida de Raikonen, Massa poderá ter lugra na equipa ao lado de Grosjean, mas nos bastidores fala-se doutros candidatos, Pastor Maldonado, Hulkenberg, entre outros.Na McLaren Marcedes, à partida a mesma dupla será mantida com Button e Perez.

 

Em relação às restantes equipas a confusão será ainda maior, e quem trouxer uma mala com muito dinheiro terá direto a sentar-se ao volante dum Fórmula1, para a época de 2014, e note-se que o talente na actual F1, já não é importante.

 

PIRELLI AINDA NÃO EXPLICOU...

PIRELLI AINDA NÃO EXPLICOU

 

 

A marca italiana de pneumáticos para a Fórmula 1, ainda não chegou á conclusão o que motivou os furos que afectaram o desempenho de algumas equipas no Grande Prémio de Inglaterra.Na altura,comentou-se que os furos surgiram, motivado por gaves destroços no meio da pista, o que não convenceu os pilotos afectados.

 

MAIS ENCRENCAS PARA ECLESTONE?

MAIS ENCRENCAS PARA ECLESTONE?

 

 

Pelos vistos as encrencas não páram no universo de Bernie Eclestone, o "homem forte " da Fórmula 1, que recentemente refutou mais acusaões de suborno na Aleclestonelemanha, na qual só para finais de deste mês é que se saberá, se o britânico é levado ou não perante a justiça alemã.

 

VETTEL DE NOVO NA TERRA DA FERRARI

GRANDE PRÉMIO DE ITÁLIA DE FÓRMULA 1 - MONZA

 

Uma vez mais os Red Bull Renault impuseram a sua lei de forma determinante, e Vettel venceu mais uma prova, tendo atrás de si o Ferrari de Fernando Alonso, ficando o pódio completo com o Red Bull Renault de Mark Webber..

Nos lugares seguintes cortaram a linha de chegada o Ferrari de Massa, seguido pelo Sauber Ferrari de Hulkenberg, que teve atrás de si o Mercedes de Rosberg.

 

A 7ª posição foi para o Toro Rosso Ferraf300f301f303f304f500f502f503f504f505f506f507f508f509f510f511f512f513f514f515f516f517f518f519f520f521f522f523f524f525f526f527f528f529f530f531f532f533f534f536f537f538f1000f1001f1002f1003f1004f1005f1006f1007f1008f1009f1010f1011f1100f1102f1103f1104f1105f1106f1107f1108f1109f1111f1113f1114f1115f1116f1120f1121f1123f1124ri de Ricciardo, seguido pelo Lotus Renault de Grosjean, ficando o "top ten" completo com o Mercedes de Hamilton, e o McLaren de Button.

 

VETTEL SOMA E SEGUE EM ITÁLIA

Mais uma vitória para Vettel

 

Com este triunfo, Vettel iguala Fernando Alonso em número de vitórias na Formula 1, (31).

Mais uma vitória para Vettel

O alemão Sebastian Vettel venceu o Grande Prémio de Itália em Formula 1 e reforçou a sua liderança no mundial de pilotos. O tricampeão do Mundo concluiu as 53 voltas ao circuito transalpino em 1:18.33,352 horas, à frente do espanhol Fernando Alonso (Ferrari) e o australiano Mark Webber (Red Bull) que foram segundo e terceiro, a 5,467 e 6,350 segundos, respetivamente.

No circuito de Monza, o piloto da Red Bull partiu da "pole position", dominou a corrida do início ao fim e raramente foi ameaçado por Fernando Alonso, segundo classificado. Na terceira posição ficou o Red Bull de Max Webber que bateu o Ferrari de Felipe Massa.

É o sexto triunfo de Vettel esta temporada, o terceiro em Monza, ele que teve a sua primeira vitória na Formula 1 neste circuito italiano em 2008 ao volante de um Toro Rosso.

Com este triunfo, Vettel iguala Fernando Alonso em número de vitórias na Formula 1, (32), e fica com 222 pontos, mais 53 que o homem da Ferrari no Mundial de pilotos. Hamilton, que subiu ao terceiro posto no Mundial, está a 81 pontos do piloto da Red Bull. O piloto britânico da Mercedes fez uma corrida de trás para a frente, mas com muitos problemas.

Hamilton largou da 11.ª posição, galgou terreno mas depois vieram os problemas: teve um início de furo num dos pneus, só que a equipa não conseguia comunicar com ele para ir às boxes. Na parte final da corrida, Hamilton ultrapassou Raikonnen (ambos fizeram três paragens, contra duas dos adversários), Perez e Button para terminar na oitava posição. Na última volta tentou forçar a ultrapassagem a Romain Grosjean da Lotus mas cometeu um erro e não conseguiu efetuar a manobra.

Alonso teve um arranque de corrida espetacular, ao ganhar várias posições logo nas primeiras voltas, ultrapassando Hulkenberg, Webber e Massa. O espanhol esteve a rondar durante muito tempo nas "nas traseiras" de Vettel mas depois não conseguiu aguentar o ritmo imposto pelo piloto alemão. Apesar disso conseguiu minimizar os estragos e conseguiu o seu 93.º pódio.

A corrida não correu como previso para Raikonnen que ficou fora dos pontos (11.º), depois de não ter conseguido roubar o lugar a Button nas últimas voltas, que terminou atrás de Perez.

Destaque para o quinto posto de Nico Hulkenberg da Sauber, que já tinha surpreendido na qualificação. Nico Rosberg da Mercedes foi sexto, Daniel Ricciardo da Toro Rosso acabou em sétimo, à frente de Romain Grosjean da Lotus.

Tudo sobre o Grande Prémio de Itália


Conteúdo publicado por SportInforma

 

RED BULL RENAULT NA 1ª LINHA EM MONZA

RED BULL RENAULT NA 1ª LINHA DA GRELHA EM MONZA

 

 

Os dois carros da Red BUll Renault com Vettel e Webber ocupam as duas linhas  da frente no Grande Prémio de Monza no Grande Prémio de Itália, tendo atrás de si a surpresa desta jornada com o Sauber Ferrari de Hulkenberg, que por sua vez terá a seu lado o Ferrari de Massa.A terceira linha é pertença do Ferrari de Alonso que tem a seu lado o Mercedes de Rosberg.Nas duas linhas seguintes surge o Toro Rossf1f2f3f4f5f6f7f8f9f15f20f21f22f23f24f25f26f27f55f56f57f58f59f60f61f62f63f64f69f70f71f72f73f74f75f76f77f78f79f80 Ferrari de Ricciardo, e o McLaren Mercedes de Perez.Depois surge o segundo McLaren, tripulado por Button e o Toro Rosso Ferrari de Vergne.

 

GALERIA DE IMAGENS

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FÓRMULA INDY - BALTIMORE

 

 

Mais um grupo de imagens referentes à prova do passado fim de semana disputado em Baltimore.

 

MCLAREN

McLaren – 50 anos e um Grupo que vale 600 milhões

 

 

Da Nova Zelândia ao topo da elite no desporto automóvel com diversificação de actividades. Entre os projectos estão mais títulos mundiais e a entrada em bolsa a partir de 2016.

Quando Bruce McLaren fundou a Motor Racing com o seu nome, em 1963, a ideia era construir carros para corridas na Austrália e Nova Zelândia. Mas o sonho da Fórmula 1 impôs-se e, no Mónaco, em 1966, acontecia a estreia da escuderia, surgindo o primeiro sucesso dois anos mais tarde, na Bélgica. Hoje, após 20 títulos mundiais e 182 triunfos em Grandes Prémios, o Grupo McLaren é formado por diversas empresas, incluindo as de produção de equipamentos de alta tecnologia, catering e até cartoons, estando avaliado em cerca de 600 milhões de euros.

Nascido em 1937, Bruce deixaria em 1958 a Nova Zelândia - onde ganhara de Les, o pai, a paixão por carros aos 14 anos -, depois de o australiano Jack Brabham detectar o seu potencial numa corrida local. Rumou a Inglaterra, onde estudou Engenharia, ao mesmo tempo que entrava nas corridas - estreou-se com um Fórmula 2 Cooper-Climax na Alemanha, onde os carros de Fórmula 1 e 2 competiam em conjunto. No ano seguinte, com 22 anos e 80 dias, tornou-se o mais jovem piloto a vencer uma prova de Fórmula 1 até então ao impor-se nos Estados Unidos. "Ainda hoje dou por mim a pensar como foi possível que a minha mãe me aturasse ao lado do meu pai a conversar à mesa da cozinha cheia de componentes do motor", contou. Bruce McLaren morreria aos 32 anos, a 2 de Junho de 1970, a testar um carro de Can-Am no circuito de Goodwood em Inglaterra.

Seis anos antes, no livro "From the cockpit", avaliando a morte do companheiro de equipa Timmy Mayer, o próprio Bruce escreveu: "Fazer alguma coisa bem vale tanto a pena que morrer a tentar melhorar não é um disparate. Seria um desperdício que um talento não fosse aproveitado, pois penso que a vida mede-se em conquistas e não apenas pela passagem dos anos."
Afirmando-se no universo das competições automobilísticas, a marca desbravou caminho na Fórmula 1, mas também nas corridas de Can-Am, Indy e até nas 24 Horas de Le Mans, conquistadas logo na estreia em 1995. Pelo caminho transformou-se num Grupo que diversificou actividades por entre uma linha de carros de luxo, alta tecnologia com aplicação militar e até no universo da medicina.

Dennis e um mundo diferente 

"Para haver sucesso numa equipa de Fórmula 1 o mais importante é ter uma liderança com autoridade, astúcia comercial e determinação total - é preciso que a equipa se converta na sua vida." Este é o resumo da forma como Ron Dennis, que passou a dirigir a equipa em 1981, chegando a accionista e líder do Grupo, encarou o desafio. O norte-irlandês John Watson, vencedor pela primeira vez sob o comando de Dennis, chamou-lhe "perfeccionista que alterou a filosofia da Fórmula 1 moderna". Sem utilizar os mesmos termos, Dennis traçou o auto-retrato numa frase: "Era e sou incansavelmente competitivo." Mark Priestley, mecânico-chefe que também saiu há quatro anos, explicou que "todo o Grupo McLaren está construído à imagem do seu modo de pensar, dos seus níveis de exigência incrivelmente elevados, e as coisas ou se fazem à sua maneira ou não se fazem".

Responsável pelo primeiro chassis em fibra de carbono, pelo regresso de Lauda à Fórmula 1 ou por atrair a Honda e Ayrton Senna, vindos, respectivamente, da Williams e da Lotus, Ron Dennis não revolucionou a McLaren apenas nos circuitos - modernizou-a nos campos da tecnologia (o Centro Tecnológico em Woking, desenhado pelo consagrado Norman Foster, é o exemplo mais eloquente) e da finança com associação a capitais do Bahrain e da Arábia Saudita. "A minha visão é fazer evoluir e crescer o Grupo, explorando de modo criativo a nossa tecnologia e um conhecimento de nível mundial", reconheceu. Há dois anos foi mesmo apontado o objectivo da entrada em bolsa com IPO (oferta pública inicial) programada para 2016.

"A McLaren nasceu do sonho de um só homem, crescendo até dar forma à esperança e sonhos de mais de dois mil homens e mulheres tão infatigáveis como o foi Bruce", resumiu Dennis.

"Este 50º aniversário é a oportunidade ideal para cada funcionário perceber como é parte fundamental de uma organização com história e cultura que, de facto, significam algo."Niki Lauda, Alain Prost, Ayrton Senna, Mika Hakkinen e Lewis Hamilton, todos campeões mundiais na McLaren com Dennis como líder da equipa, foram funcionários muito especiais que perceberam isso, tal como antes o fizeram os outros campeões pela marca, Emerson Fittipaldi e James Hunt. Este fim-de-semana, no Grande Prémio em Monza, as celebrações continuam.

 

Fonte : Diário Económico

 

PLENO DA RED BULL EM MONZA

PLENO DA RED BULL EM MONZA

 

A Red Bull fez hoje na sessão de treinos livres as melhores marcas, coinseguindo bater os adversários mais directos.Atrás dos Redc Bull encontram-se os Lotus Renualt de Raikoinen e Grosjean, seguido pelo Ferrari de Alonso, e o Mercedes de Hamilton

Depopis surge o Mercedes de Rosberg, seguido do Ferrari de Massa, ficando o "top ten" completo com Button e Perez.f1f2f3f4f5f6f8f9f10f11f12f13f14f15f16f20f21f22f23f24f25f26f27f28f29f30f31f32f33f40f41f42f43f44f45f46f47f50f51f53

 

G.P. MONZA COMEÇA HOJE

GRANDE PRÉMIO DE MONZA COMEÇA HOJE

 

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Vai ter inicio hoje o Grande Prémio de Monza de Fórmula 1, que assim marca a despedida do "Grande Circo" da Europa.

 

PREPARATIVOS PARA O G.P.ITÁLIA

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No paddock da pista italiana de Monza já está quase tudo a postos para mais uma jornada do Fórmula 1 já este fim de semana, sendo esta prova a despedida do circo das Fórmula 1 da Europa, pois as restantes provas terão lugar em continentes diferentes.

 

FORMULA 1 ATRAVÉS DOS TEMPOS

FÓRMULA 1 ATRAVÉS DOS TEMPOS

 

Hoje trazemso até aos nosso leitores uma série de imagens marcantes da história da Fórmula 1fot1fot2fot3fot4fot5fot6fot7fot8fot9fot10fot11fot12fot13fot14fot15fot16fot17fot18fot19fot20fot21fot22fot23fot24fot25fot26fot27fot28fot29fot30fot31fot32fot33fot34fot35fot36fot37fot38fot39fot40fot41fot42fot43fot44fot45fot46fot47fot48fot49fot50fot51fot52fot53fot54fot55fot56fot58fot59fot60fot61fot62fot63fot64fot64fot66fot67fot68fot69fot70

 

GALERIA DE IMAGENS

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Fórmula Indy

 

 

Maisindy1indy2indy3indy4indy5indy6indy7indy8 um grupo de imagens da passagem da Fórmula Indy por Baltimore nos Estadops Unidos.

 

EAU ROUGE

CURVA DO EAU ROUGE

 

 

E um dos pontos mais dificeis do circuito belga de SPA, onde os pilotos fazem esta curva a velocidade bem superiores a 200 km /h.Para o leitor poder comparar veja o que é o Eau Rougeeaurouge1eaurouge -spae no passado e na actualidade....

 

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FÓRMULA INDY - BALTIMORE

 

Um grupo de imasgens das sessões de trindy1indy2indy3indy4indy5indy6indy7indy8indy10indy11indy12indy13indy14indy15indy16einos do Grande Prémio de Baltimore disputados nos Estados Unidos.

 

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FÓRMULA INDY - ESTADOS UNIDOS

 

Mais um grupo de imagens da Fórmula Indy, relativas à ultima prova.

 

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GRANDE PRÉMIO DA BÉLFICA - FÓRMULA 1

 

Eis o derradeiro grupo de imagens do  Grande Prémio da Bélgica de Fórmula 1.xpa5xpa6xpa7xpa8xpa9xpa11xpa12xpa13xpa15xpa16xpa18xpa19xpa20xpa21xpa22xpa23xpa24xpa25xpa26xpa27xpa28xpa29xpa30xpa31xpa32xpa33xpa34xpa35xpa36xpa37xpa38xpa40xpa41xpa42xpa43

 

 

GALERIA DE IMAGENS

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GRANDE PRÉMIO BELGICA - FÓRMULA 1

 

 

Mais um grupo de imagens  do Grande Prémio da Bélgica de Fórmula 1spa100spa222spa223spa224spa224spa224spa225spa226spa226spa227spa228spa229spa230spa231spa232spa233spa234spa235spa236spa238spa235spa237spa239spa240spa241spa242spa243spa244spa245spa1000spax100spa1000spa1001spax100spax101spax103spax102spax104spax105spax1000spax1001spax1001spax1003spax1004spax1005spax1006spax1007spax1008spax1100

 
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João Raposo

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