In order to view this object you need Flash Player 9+ support!

Get Adobe Flash player
Joomla! Slideshow

VELO CAB2012


SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Monte Carlo Grand Prix: May 26-29, 2016

SELECTED SETS PER DRIVER

 The FIA has communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Monte Carlo Grand Prix.

alt

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

Grande Prémio de Espanha: Resumo da Corrida

 

alt

 

Evento:  Grande Prémio de Espanha (5º round de 21)

Data:  Domingo, 15 de Maio

Local:  Circuit de Barcelona – Catalunya

Layout:  4,655 quilómetros (2,892 milhas), circuito de 16 curvas

Condições climatéricas:  Sol, 21ºC

Vencedor da Corrida:  Max Verstappen da Red Bull

Haas F1 Team:

Esteban Gutiérrez – arrancou de 18º, terminou em 11º (completou 65/66 voltas)

Romain Grosjean – arrancou de 14º, abandonou (travões, completou 56/66 voltas)

 

 

A Haas F1 Team falhou por pouco os pontos no Grande Prémio de Espanha, disputado este domingo no Circuit de Barcelona – Catalunya. Esteban Gutiérrez levou o seu VF-16 desde o décimo sexto lugar da grelha de partida até ao décimo primeiro, a um lugar dos pontos. O seu colega de equipa viveu uma corrida difícil, dado que foi obrigado a abandonar com problemas de travões a dez voltas da bandeirada de xadrez.


A corrida de Gutiérrez até ao décimo primeiro lugar foi a sua melhor da temporada. Com uma estratégia de duas paragens nas boxes, Gutiérrez iniciou a corrida de sessenta e seis voltas ao circuito de 4,655 quilómetros e dezasseis curvas com pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio. Parou na décima quinta volta, montando outro jogo de pneus macios, rodando no décimo quinto lugar quando terminou a primeira ronda de paragens nas boxes.


Uma boa corrida e os erros dos outros, permitiu a Gutiérrez subir até ao décimo lugar quando realizou a sua derradeira paragem nas boxes, na trigésima primeira volta, montando pneus Pirelli P Zero Branco/Médio.


Enquanto os outros realizavam as suas trocas de pneus, Gutiérrez subiu ainda mais dois lugares nas vinte voltas finais, mas os pilotos com pneus mais frescos começaram a aproximar-se. Gutiérrez estava ainda no oitavo posto a dez voltas do final, e a possibilidade de garantir pontos estava à vista. Infelizmente, o Williams de Felipe Massa apanhou o Gutiérrez a oito voltas da bandeirada de xadrez, mais tarde, a seis voltas do final, o McLaren de Jenson Button também o apanhou e na penúltima volta foi a vez do Toro Rosso de Daniil Kvyat conquistar o último lugar com direito a pontos, deixando o Gutiérrez no décimo primeiro posto.


Entretanto, Grosjean, viu a sua asa partir, o que obrigou à sua substituição na trigésima oitava volta, o que o levou a cair do décimo segundo lugar para o décimo oitavo. Mais tarde, na quinquagésima sétima volta, Grosjean avisou a equipa através do rádio que não tinha travões. Dado ser uma questão de segurança, Grosjean levou o carro até à boxe. Foi o seu primeiro abandono de 2016 e o primeiro desde o Grande Prémio do Estados Unidos da América, realizado em Outubro passado, o que cobre oito corridas.


Com os resultados de hoje, a Haas F1 Team desceu para sexto lugar no Campeonato de Construtores, uma vez que a Toro Rosso, graças ao sexto lugar de Carlos Sainz Jr. e ao décimo de Daniil Kvyat, subiu ao quinto. A Haas F1 Team está a agora a quatro pontos da Toro Rosso e oito à frente da Force India.


Max Verstappen da Red Bull foi o vencedor do Grande Prémio de Espanha. Foi a sua primeira vitória na Fórmula 1 e, com dezoito anos, torna-se no mais jovem vencedor da categoria, assim como o mais jovem líder de corrida, o mais jovem a conquistar pontos e o mais jovem a alcançar o pódio. Verstappen alcançou estes feitos ao bater o Campeão do Mundo de Fórmula 1 de 2007, Kimi Raikkonen, por 0,616s.


 

“Foi um fim-de-semana complicado para nós, que se iniciaram com alguns problemas na segunda sessão de treinos-livres na sexta-feira. No entanto, a equipa realizou um trabalho de recuperação fantástico. Na corrida, estava a fazer o meu melhor desde o início ao fim. Penso que, poderíamos ter feito mais com os pneus – talvez atrasar a primeira paragem nas boxes, dado que no final da corrida fiquei sem pneus.  No entanto, foi muito agradável e tive algumas grandes batalhas. Não foi fácil para nós terminar nos pontos, mas estamos cada vez mais consistentes com o carro, o que nos dará mais oportunidades no futuro.”


 

“Tive um bom arranque e uma boa primeira volta. Consegui alcançar o top-10 e estava na luta. Depois, por qualquer motivo, a minha asa dianteira decidiu partir. Voltei às boxes, montei um novo nariz, coloquei pneus, mas depois foram os travões a falhar. O carro não estava a ter um bom dia. Temos mesmo que perceber o que aconteceu, dado que voltámos atrás nas afinações e estamos ainda com dificuldades de equilíbrio. Os testes desta semana serão muito importantes para nós.”


“Foi uma corrida cheia de acontecimentos para os nossos dois pilotos. Tivemos um problema na asa dianteira com o Romain. Trocá-mo-la, mas depois teve que abandonar com problemas de travões. o Esteban esteve bem. Penso que no final ficámos sem pneus. Já não tinha aderência. Lutámos durante toda a corrida. Levámo-lo até ao décimo primeiro lugar, mas não foi o suficiente. Demonstra que estamos lá e que precisamos de fazer um bom trabalho. No final, foi a nossa corrida mais difícil e a corrida em que mais problemas tivemos até agora. Faz parte das corridas. Nem tudo é perfeito.”


 

A sexta ronda do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 é o Grande Prémio do Mónaco. Os treinos-livres realizam-se no dia 26 de Maio, a qualificação a 28 e a corrida a 29.


-HaasF1Team-


Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ou facebook.com/haasportugal.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

G.P. Espanha 2016 - Corrida

ESTRATÉGIA DE DUAS PARAGENS AJUDA MAX VERSTAPPEN A TORNAR-SE O MAIS JOVEM VENCEDOR NA HISTÓRIA DA F1

FERRARI E RED BULL DISPUTAM A VITÓRIA COM DIFERENTES ESTRATÉGIAS NUMA BATALHA ATÉ AO FIM

A MAIOR PARTE DOS PILOTOS OPTOU POR DUAS PARAGENS, COM VETTEL NA TERCEIRA POSIÇÃO A SER O MELHOR CLASSIFICADO COM TRÊS PARAGENS                          

 

 A estratégia foi primordial no Grande Prémio de Espanha, com o resultado final indefenido até à ultima curva do final da corrida, em que os protagonistas da prova adotaram diferentes estratégias nas opções das trocas de pneus. No final, Max Verstappen tornou-se no mais jovem vencedor de um grande prémio, na sua estreia na Red Bull, terminando a prova com um jogo de pneus que realizou 32 voltas, uma volta a mais do que Kimi Raikkonen em Ferrari que terminou no segundo posto. Ambos, Ferrari e Red Bull, dividiram as estratégias com cada equipa a parar duas vezes com um carro e três vezes com o outro. Todos os três compostos (duro/médio/macio), foram utilizados ao longo das 66 voltas do grande prémio, com uma longa disputa entre a Ferrari e a Red Bull, onde a gestão dos pneus foi a “chave” essencial  para o sucesso. Quatro pilotos ainda estavam na disputa pela vitória a caminho da ultima volta, quando Daniel Ricciardo foi afetado por um furo lento, eventualmente provocado por detritos.                                   

Agora, as equipes de Fórmula Um permanecem em Barcelona para o primeiro teste da época, que será entre terça e quarta-feira. Os pneus que vão ser utilizados serão os mesmos compostos de 2016 e usados desde o principio do ano, escolhidos por cada equipe e para o fim especifico. Algumas equipes vão utilizar os pilotos mais jovens.

 

Paul Hembery, diretor da Pirelli Motorsport: “ Foi uma batalha estratégica complexa até ao fim, com a disputa do poder entre a Red Bull e a Ferrari, tal como as táticas utilizadas volta a volta. O resultado foi uma corrida fascinante e imprevisível desde o inicio até à bandeira de xadrez, tornando-a um dos melhores eventos do ano. Ao longo das ultimas 10 voltas, os pilotos tiveram que gerir os pneus de forma a manter o mesmo desempenho até ao fim, acrescentando ainda mais emoção a toda a ação. Foi o tipo de corrida que esperávamos com a nossa atual gama de compostos e sob os novos regulamentos de pneus. Hoje, assistimos a que se fizesse história na Formula Um, com o vencedor mais jovem de sempre no desporto, e nós sentimo-nos orgulhosos por contribuir para isso. ”  

 

 

Tempos mais rápidos do dia por composto:

 

Duro

Médio

Macio

Primeiro

PAL 1m29.779s

VET 1m27.974s

KVY 1m26.948s

Segundo

    MAG 1m30.348s

  RIC 1m28.209s

 VET 1m28.137s

Terceiro

 

  RAI 1m28.538s

 MAG 1m28.716s

 

Os maiores turnos da corrida por composto:

Duro

 Palmer

 32 (voltas)

Médio

 Gutierrez

 35

Macio

 Grosjean

 19

 

Previsão Pirelli: A nossa previsão era uma estratégia com duas paragens, iniciando com o composto macio, novamente para macio na volta 20 e trocar para médio na volta 40. Verstappen adotou uma estratégia com duas paragens, utilizando Macio-médio-médio, trocou nas voltas 12 e 34.

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

Grande Prémio de Espanha: Resumo de Sexta-Feira

 

alt

 

Evento: 1ª e 2ª sessão de treinos-livres

Data:  Sexta-Feira, 13 de Maio

Local:  Circuit de Barcelona – Catalunya

Layout:  4,655 quilómetros (2,892 milhas), circuito de 16 curvas

Pilotos: Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez

Condições climatéricas:

1ª Sessão: Sol e vento, 18ºC

FP2: Parcialmente enevoado e ventoso, 20ºC

 

 

Grosjean:  16º (1m27,258s), 17 voltas completadas

Gutiérrez:  17º (1m27,283s), 18 voltas completadas

Piloto mais rápido:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m23,951s)

Maior número de voltas:  Valtteri Bottas da Williams (36 voltas)

 

 

Grosjean:  13º (1m25,899s), 33 voltas completadas

Gutiérrez:  21º (1m28,205s), 9 voltas completadas

Piloto mais rápido:  Nico Rosberg da Mercedes (1m23,922s)

Maior número de voltas:  Daniil Kyvat da Toro Rosso (44 voltas)

 

 

As duas sessões de treinos-livres realizadas no Circuit Barcelona – Catalunya permitiu aos pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, regressar à pista onde rodaram pela primeira vez com o VF-16 durante os testes de pré-temporada, realizados no final de Fevereiro e no início de Março. Com quatro corridas efectuadas desde as primeiras voltas completadas no circuito de 4,655 quilómetros e dezasseis curvas, o duo utilizou o seu tempo em pista para preparar o Grande Prémio de Espanha de domingo.


Na sessão matinal, Grosjean realizou o décimo sexto tempo entre vinte e um pilotos, registando a marca de 1m27,258s. Gutiérrez ficou imediatamente atrás do seu colega de equipa com uma volta de 1m27,283s. Grosjean realizou a sua marca durante uma série de dez voltas e o Gutiérrez numa de onze. Ambos os pilotos rodaram com Pirelli P Zero Branco/Médio ao longo da sessão, com Grosjean a totalizar dezassete voltas e Gutiérrez dezoito.


Sebastian Vettel, da Scuderia Ferrari, foi o mais rápido na primeira sessão, com a sua melhor volta, 1m23,951s, a melhorar o tempo da pole-position do Grande Prémio de Espanha do ano passado em 0,730s. Os quatro pilotos mais rápidos da primeira sessão – Vettel, Kimi Raikkonen, Nico Rosberg e Lewis Hamilton – realizaram tempos que superaram a marca da pole-position do ano passado (1m24,681s), efectuada pelo Mercedes de Rosberg.


A sessão da tarde produziu resultados díspares. Gutiérrez realizou apenas nove voltas devido a uma questão electrónica no seu carro ao fim de trinta minutos de pista. Grosjean completou um total de trinta e três volta, mas descreveu o carro de “muito difícil de pilotar” durante a série de vinte voltas que incluiu duas paragens nas boxes – uma para treinar a troca de pneus e outra para treinar uma troca de nariz.


O melhor tempo de Grosjean foi realizado com Pirelli P Zero Amarelo/Macio imediatamente antes de ser atingida a primeira meia hora de sessão. O melhor registo de Gutiérrez foi de 1m28,205s, efectuado com pneus Pirelli P Zero Cor de Laranja/Duro durante a sua primeira série de seis voltas, que o colocou no vigésimo primeiro lugar.


Rosberg alcançou o topo da tabela de tempos da segunda sessão de treinos-livres com o tempo de 1m23,922s, que melhorou a melhor marca de Sebastian Vettel na primeira sessão. Vettel foi o quarto mais rápido (1m25,017s) na segunda sessão, mas o seu colega de equipa na Scuderia Ferrari, Raikkonen, ficou no segundo lugar a 0,254s de Rosberg (1m24,176s). Todos os vinte e dois pilotos tomaram parte na segunda sessão.


Entre as duas sessões, a Haas F1 Team completou um total de setenta e sete voltas – cinquenta através de Grosjean e vinte e sete por Gutiérrez.


 

“Não foi um dia fácil. Tive algumas dificuldades em colocar tudo a funcionar com as temperaturas elevadas da pista. Ajuda-nos ter os dados dos testes de Inverno e verificar o que fizemos de diferente, que direcção tomámos no que diz respeito à afinação. Poderemos inverter algumas coisas que fizemos, dado que não estamos muito satisfeitos com o carro. Foi bom ter feito alguns quilómetros, mas penso que a última alteração que fizemos à afinação não foi positiva. Vamos mudar isso para amanhã e esperamos ter um carro melhor.”


 

“Foi muito complicado pilotar na primeira sessão, o que eu não esperava, dado que as condições eram boas. Estava Sol e o vento era fraco. Esperava ter uma sensação clara dos pneus, mas infelizmente, esse não foi o caso com os pneus médios. A segunda sessão foi um pouco mais complicada devido ao vento, que afectava muito o carro. Depois tivemos um problema eléctrico que me impediu de regressar à pista. Assim que a equipa resolver a questão técnica estarei pronto para o pilotar o mais rapidamente possível. É isso que adoro fazer. Vamos trabalhar juntos como equipa para colocar o carro nos pontos.”


“Hoje aprendemos muito na primeira e na segunda sessões sobre afinações, o que temos que fazer e onde talvez tenhamos enveredado pela direcção errada nos dois últimos Grandes Prémios. Não estamos onde gostaríamos de estar, mas penso que amanhã estaremos mais próximos.


O esforço do Romain foi muito positivo. Mais uma vez, o Esteban perdeu algum tempo de pista. Fomos infelizes. Temos que trabalhar mais para termos sorte. Sempre que esteve em pista, o Esteban esteve bem. Mostrámos mais uma vez que sabemos o que fazemos, mas é tempo de alcançarmos resultados para o mostrarmos ao mundo.”


 

Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (10h00 – 11h00) antes da qualificação, que terá o seu início às 13h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis pilotos mais rápidos a avançarem da Q1 para a Q2. Posteriormente, os dez pilotos mais rápidos na Q2 seguem para a Q3, durante a qual lutarão pela pole-position.



-HaasF1Team-


Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ou facebook.com/haasportugal.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Spanish Grand Prix – Race

TWO-STOP STRATEGY HELPS MAX VERSTAPPEN TO BECOME
THE YOUNGEST WINNER IN F1 HISTORY

SPLIT STRATEGIES WITHIN FERRARI AND RED BULL AS THEY FIGHT
FOR VICTORY IN A HIGH-SPEED BATTLE TO THE FINISH

MOST DRIVERS OPT FOR TWO STOPS: BEST-PLACED THREE
STOPPER IS VETTEL IN THIRD

 Strategy was at the forefront of the Spanish Grand Prix, with the final result remaining in doubt right to the very end as the race protagonists adopted different thinking in the timing and choice of tyre changes. In the end, Max Verstappen became the youngest grand prix winner in history on his Red Bull debut, finishing the race on a set of medium tyres that had completed 32 laps: one lap more than those on the Ferrari of Kimi Raikkonen, who finished second. Both Ferrari and Red Bull split their strategies: each team stopping twice with one car and three times with the other.

All three compounds – hard, medium and soft – were used throughout the 66-lap grand prix, with a race-long battle between Red Bull and Ferrari, while tyre management provided an essential key to success. Four drivers were still in contention for the win all the way to the final lap, although Daniel Ricciardo was affected by a slow puncture at the very end, probably caused by debris.

The Formula One teams now remain in Barcelona for the first in-season test of the year, which will take place on Tuesday and Wednesday. A number of teams will run young drivers, while the tyres used will be the usual 2016 compounds seen since the start of this year, chosen by each team for testing purposes.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “This was a complex strategic battle all the way to the very end, with the balance of power shifting between Red Bull and Ferrari as the tactics evolved from lap to lap. The result was a fascinating race that remained absolutely unpredictable all the way to the chequered flag, making it one of the stand-out events of the season. During the final 10 laps the drivers had to manage their tyres to be sure of maintaining performance to the finish, adding yet another intriguing dimension to the action. This is the sort of race we were hoping for with our current range of compounds and the latest tyre regulations, so the Spanish Grand Prix certainly delivered. We’ve seen Formula One history being made today with the youngest winner ever in the sport, and we feel very proud to play a part in that.”

Fastest times of the day by compound:

Hard Medium Soft
First PAL  1m29.779s VET 1m27.974s KVY  1m26.948s
Second MAG 1m30.348s RIC  1m28.209s VET  1m28.137s
Third RAI  1m28.538s MAG 1m28.716s

Longest stint of the race:

Hard  Palmer  32 laps
Medium  Gutierrez  35
Soft  Grosjean  19

 Truthometer: We predicted a two-stop strategy as being the most likely option, starting on soft, then switching to soft on lap 20 and medium on lap 40. Verstappen adopted a two-stop soft-medium-medium strategy, stopping after laps 12 and 34.

 

 alt

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Spanish Grand Prix – Race – Infographics

alt

alt

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Spanish Grand Prix – Practice Sessions

P ZERO ORANGE HARD MAKES ITS 2016 DEBUT
WHILE P ZERO YELLOW SOFT HAS ITS FIRST SPANISH GP APPEARANCE

LAST YEAR’S POLE TIME ALREADY BEATEN IN FP1

 DETAILED ANALYSIS TOGETHER WITH RENAULT IS STILL ONGOING
FOLLOWING TYRE FAILURE FOR PALMER IN FP2

 The 2016 P Zero Orange hard compound was seen for the first time in anger today, during free practice for the Spanish Grand Prix. Not only that, but the P Zero Yellow soft tyre was also seen for the first time in the history of the Spanish race, where Pirelli is the title sponsor once more this year.

In line with the pattern seen at other races so far this season, lap times came down massively compared to 2015: last year’s pole time was already eclipsed in FP1. At the very start of FP2, Jolyon Palmer’s Renault had a tyre deflation. Detailed analysis of this issue is still ongoing.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “The European part of the season starts with one of the toughest tests of all at Barcelona, which the teams know well from pre-season testing. With higher temperatures now, graining has been reduced. While the soft tyre shows a lot of pace here, the medium tyre has performed strongly as well, and looks set to be a very good race tyre judging from what we have seen on the long runs so far.”

FP1 – TIMES FP2 – TIMES
1. Vettel 1m23.951s Soft new 1. Rosberg 1m23.922s Soft new
2. Raikkonen 1m24.089s Soft new 2. Raikkonen 1m24.176s Soft new
3. Rosberg 1m24.454s Medium new 3. Hamilton 1m24.641s Soft new

FP1 – BEST TIME PER COMPOUND

HARD Ricciardo 1m26.405s
MEDIUM Rosberg 1m24.454s
SOFT Vettel 1m23.951s

FP2 – BEST TIME PER COMPOUND

HARD Sainz 1m27.112s
MEDIUM Hamilton 1m25.607s
SOFT Rosberg 1m23.922s

LONGEST STINTS OF THE DAY

HARD  Sainz 17 (laps)
MEDIUM  Wehrlein 23
SOFT  Rosberg 17

Tyre statistics of the day:

Hard Medium Soft
kms driven * 804 3411 1582
sets used overall ** 19 54 24
highest number of laps ** 23 28 21

* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
** Per compound, all drivers combined.

Minimum prescribed tyre pressures: 21.5 psi (fronts) 19.5 psi (rears)

Pirelli fact of the day: Of the 25 races held in Barcelona, 18 have been won by the driver on pole position and 23 have been won from the front row, underlining the importance of tomorrow’s qualifying session. The lowest-ever winning grid position has been P5, which is where Fernando Alonso started before he won in 2013 with Ferrari (his most recent victory).

Spotted in the paddock: Acclaimed Brazilian-British model Alice Dellal, who was at a Williams-Martini event at Port Vell in Barcelona together with Felipe Massa and Valtteri Bottas, where she was announced as an official race photographer for Martini. Dellal is best-known as the face of Chanel and the body of Agent Provocateur, but is also a keen photographer. 

 

alt

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

 

Regresso ao futuro em Barcelona

Testes de pré-temporada dão à Haas F1 Team um bom ponto de partida para o Grande Prémio de Espanha


KANNAPOLIS, Carolina do Norte (12 de Maio) – Quando os testes de pré-temporada se iniciaram em finais de Fevereiro no Circuit de Barcelona – Catalunya, o circuito de 4,655 quilómetros e 16 curvas foi o palco de muitas estreias para a Haas F1 Team.


A primeira apresentação do seu carro. A primeira volta. A primeira simulação de troca de pneus. A lista foi longa.


Agora, ao regressar a Barcelona para o Grande Prémio de Espanha no próximo dia 15 de Maio a primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos terá uma nova estreia: ir para uma pista com dados valiosos e pertinentes.


Tudo é novo para o mais recente concorrente do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1. Não tem informação sobre as pistas, estratégias utilizadas no passado ou notas anteriores.


Apesar de todas as novidades deste exigente mundo, a Haas F1 Team chega ao Grande Prémio de Espanha no quinto lugar do Campeonato de Construtores, vinte e nove pontos atrás da Williams, a quarta classificada, e cinco pontos à frente da sexta classificada, a Toro Rosso.


A Haas F1 Team conquistou esta posição graças a três classificações nos pontos em quatro corridas, que se iniciou no Grande Prémio da Austrália, continuando na segunda ronda, o Grande Prémio do Bahrein, regressando aos pontos no Grande Prémio da Rússia, depois de não alcançar os pontos no Grande Prémio da China. Estes três resultados nos pontos é o máximo que qualquer equipa conseguiu neste novo milénio. Quando a Jaguar se estreou em 2000 e quando a Toyota entrou em cena em 2002, cada uma delas conseguiu apenas alcançar os pontos por duas vezes ao longo da sua primeira temporada completa.


A Haas F1 Team tem ainda mais dezassete corridas para assegurar mais pontos, sendo a ronda de Barcelona a próxima paragem desta volta ao mundo. É uma excelente oportunidade para a Haas F1 Team uma vez que o Circuit de Barcelona – Catalunya é a única pista do calendário de vinte e uma provas onde os seus carros realizaram voltas a ritmo competitivo antes do fim-de-semana de Grande Prémio.


Durante oito dias ao longo de duas semanas no final de Fevereiro e início de Março, a Haas F1 Team registou quatrocentas e setenta e quatro voltas nos testes de pré-temporada em Barcelona. No dia final de testes da equipa – marcado pelo sol e pelas temperaturas agradáveis – foram completada noventa e uma voltas pelas mãos de Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez. Foi o dia em que a formação sediada em Kannapolis mais voltas completou ao longo do teste.


Os conhecimentos alcançados com essas voltas permitirão que o Grande Prémio de Espanha sirva de bitola para a Haas F1 Team. O teste de pré-temporada não garantem à equipa qualquer vantagem sobre os seus adversários, dado todos eles terem testado e regressarem agora com muitas informações. No entanto, permite à Haas F1 Team verificar em que estágio de desenvolvimento, metodologia e espírito de equipa está.


Dado ser a primeira corrida europeia e o local de todos os testes de pré-temporada, Barcelona é o palco da estreia de diversas actualizações técnicas em todas as equipas. A Haas F1 Team não é diferente. A nova asa dianteira estreada na Rússia continua a ser desenvolvida e será acompanhada por uma nova asa traseira. Debaixo do capot-motor estará a nova unidade de potência da Ferrari, depois da marca do Cavallino Rampante ter usado três tokens de desenvolvimento para criar esta evolução, usado pelo Scuderia Ferrari pela primeira vez na Rússia, a última corrida.


Há dois meses em Barcelona, a questão que a Haas F1 Team enfrentava era “será que eles vão aparecer?” Depois de não apenas aparecer, mas também ter alcançado pontos suficientes para estar à frente de seis equipas no Campeonato de Construtores, desta vez, a questão em Barcelona é “até onde podem ir?”.


Com Barcelona a servir como o barómetro da evolução da equipa, a Haas F1 Team está de regresso ao futuro.

Circuit de Barcelona-Catalunya

Perímetro do Circuito: 4,655 km (2,892 molhas)

Voltas: 66

Distância de corrida: 307.,04 km (190,826 milhas)

alt

Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitarwww.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ oufacebook.com/haasportugal.

.

alt

 

Regressam a Barcelona depois de terem marcado pontos em três das quatro corridas disputadas até agora. Quando vieram pela primeira vez a Barcelona, para os testes de Fevereiro, imaginavam ter vinte e dois pontos e estar no quinto lugar do Campeonato de Construtores quando regressassem para o Grande Prémio de Espanha, ou isso nem sequer vos passava pela cabeça?

“Para ser honesto, não. Mas estamos satisfeitos e não enjeitamos tudo isso.”

 

Barcelona marca a primeira e única pista onde a Haas F1 Team terá dados gerados durante os testes de inverno. É valioso ter, finalmente, dados pertinentes sobre o traçado antes de chegar ao circuito?

“É uma das coisas pelas quais estamos ansiosos, dado que podemos comparar o que temos agora com o tínhamos quando começámos. Finalmente, temos algo para nos comparar. Em todas as outras pista não temos dados e não voltaremos a ter dados até que voltemos no próximo ano. É, portanto, muito simpático voltar a Barcelona.”


Muito embora seja positivo ter dados da pré-temporada sobre a pista, as outras equipas também os têm. Existe alguma vantagem para lá da simples preparação do Grande Prémio de Espanha?

“Não existe vantagem. É apenas uma verificação. Podemos verificar o que realizámos ao longo das últimas quatro corridas.”

 

Passaram dois meses desde que testaram em Barcelona. Qual é a evolução da pista que esperam?

“Parece que será um fim-de-semana de calor, portanto, será diferente dos testes. Seguramente que a pista estará diferente.”


Neste mesmo espaço de tempo a Haas F1 Team aprendeu muito num período muito curto. Pode explicar o crescimento da equipa desde que veio a Barcelona pela primeira vez, em Fevereiro?

“A equipa deu passos importantes. Em Barcelona tivemos pessoas a trabalhar dia e noite e tivemos um bom início de testes. Na segunda semana não foi tão positivo. Depois fomos até à Austrália e conquistámos o sexto posto. A equipa desenvolveu-se muito ao longo destes dois meses, mas isso é normal para uma nova equipa. É muito bom que estejamos a crescer e a melhorar. Somos uma equipa muito melhor agora do que éramos há dois meses.”


Barcelona marca a primeira corrida na Europa do calendário da Fórmula 1. Tipicamente, muitas equipas trazem muitas actualizações para os seus carros. A Haas F1 Team tem alguma actualização para os seus carros?

“Temos que realizar desenvolvimentos para tornar o carro mais rápido e a forma como cada um faz isso é o segredo de cada um. Realizámos algumas alterações no carro. Temos uma nova asa dianteira testada pela primeira vez na Rússia e temos uma nova asa traseira que usaremos pela primeira vez em Barcelona. Não faremos muitas alterações nos nossos planos. Introduziremos novas peças quando sentirmos que se justifica. Teremos novas peças de desenvolvimento em todas as corridas, tal como qualquer outra equipa.”

 

Na China tinham uma asa dianteira nova, mas não a usaram muito. Foi utilizada na corrida da Rússia, Como foi a sua performance?

“Começámos a rodar com ela na China, mas tivemos algumas dificuldades que tínhamos que resolver e decidimos não nos concentrar na asa. Continuámos com a asa antiga dado que esta funcionava bem. Voltámos a testá-la na primeira sessão de treinos-livres do Grande Prémio da Rússia e ambos os pilotos gostaram dela. Torna o carro mais estável nas curvas, portanto, decidimos usar a nova asa.”


Na China e na Rússia, os pilotos mencionaram que era complicado colocar os pneus na temperatura correcta de funcionamento. Existe uma temperatura certa na qual cada composto de pneus funciona melhor? Se sim, como se chega até ela?

“Todos os pneus funcionam numa determinada janela e, na Rússia, com a superfície de pouca aderência e temperaturas baixas, tivemos algumas dificuldades em colocá-los a funcionar. Com o tempo mais quente de Espanha, espero que não voltemos a ter estes problemas, mas não o podemos prever.”


Pela primeira vez esta temporada, a Pirelli irá fornecer os P Zero Cor de Laranja/Duro. Depois de quatro corridas, em que foram usados apenas Vermelhos/Super-Macios, Amarelos/Macios e Brancos/Médios, é desafiante entender um novo composto de pneus?

“Não penso que seja um desafio. É apenas uma questão de os colocar no carro e perceber o que estão a fazer. Não acredito que usaremos muito o composto duro e não escolhemos muito deles. Usá-los-emos na primeira e na segunda sessões de treinos-livres, veremos como se comportam, se funcionam connosco ou não.”


Dado a superfície de Barcelona ser muito abrasiva, cada piloto terá que realizar, pelo menos, duas paragens nas boxes, ou até três. As trocas de pneus serão de muita importância, como está a correr a preparação da equipa nesta  vertente?

“Desde a Austrália todos as nossas trocas de pilotos têm estado na região dos três segundos, o que não é mau para uma nova equipa. É preferível ter todas as nossas paragens na região dos três segundos, do que efectuar uma em dois segundos e meio e depois outra de seis segundos. Temos apenas que nos manter consistentes numa boa área.”


Um dos elementos de treinos das paragens nas boxes passa por simular a troca do nariz. O Grosjean teve que trocar o nariz do seu carro na China. O Gutiérrez teve a mesma necessidade na Rússia. Como foi que estas situações ajudaram a equipa a ficar mais bem preparada para efectuar estas trocas durante a corrida?

“Na China levou-nos quarenta segundos para mudar o nariz. Na Rússia trocámos em menos de doze segundos. Mudámos a forma como o nariz está montado no carro e os rapazes treinaram bastante. Espero que não tenhamos muitas trocas de narizes, porque isso significa que estamos no final do pelotão e numa posição difícil para marcar pontos.”


Em 2017 serão introduzidas alterações no regulamento, mas o que é necessário alterar, uma vez que este anos as corridas têm sido competitivas, sobretudo no meio do pelotão?

“No meio do pelotão está tudo muito equilibrado, é tão competitivo. Com o novo regulamento a ser introduzido no próximo ano, com os carros mais largos, espero que a competitividade alcance também a luta pelos três primeiros lugares. O objectivo com o novo regulamento é ter um pelotão mais equilibrado, mas é uma questão difícil de responder, se ajudará ou não.””

 

 

Regressam a Barcelona depois de terem marcado pontos em três das quatro corridas disputadas até agora. Quando vieram pela primeira vez a Barcelona, para os testes de Fevereiro, imaginavam ter vinte e dois pontos e estar no quinto lugar do Campeonato de Construtores quando regressassem para o Grande Prémio de Espanha, ou isso nem sequer vos passava pela cabeça?

“Na verdade, não. Não gosto de me colocar objectivos em termos de posições. Se tivesse pensado onde estaríamos, o que poderíamos fazer, penso que estamos melhor do que todos esperavam, sobretudo eu. A China foi um bom Grande Prémio para nos fazer regressar à Terra e para nos ajudar a perceber algumas coisas. A Rússia foi também muito positivo. Trabalhámos arduamente para conseguirmos o oitavo lugar. Estamos para lá das expectativas, mas estamos satisfeitos. Pontuámos em três das quatro corridas. Todos estão a melhorar. Existem ainda muitas áreas onde podemos melhorar. Foram grandes feitos e devemos ser capazes de manter essa forma.”


Barcelona marca a primeira e única pista onde a Haas F1 Team terá dados gerados durante os testes de inverno. É valioso ter, finalmente, dados pertinentes sobre o traçado antes de chegar ao circuito?

“Certamente que será útil ter os dados dos testes de inverno, apesar das condições, temperatura e tudo o resto serem diferentes. Os pneus são também distintos – não temos os super-macios que usámos no Inverno. Mas penso que, ainda assim, é bom. Não tenho a certeza de que nos ajudará a afinar o carro inicialmente, mas ajudar-nos-á a verificar tudo o que fizemos e a perceber se adoptámos na direcção certa desde os testes de inverno.”


Muito embora seja positivo ter dados da pré-temporada sobre a pista, as outras equipas também os têm. Existe alguma vantagem para lá da simples preparação do Grande Prémio de Espanha?

“A vantagem de termos os dados dos testes de inverno e regressarmos depois de algumas corridas é que podemos verificar se temos vindo a desenvolver um bom trabalho, em termos de afinações do carro. Estou ansioso por voltar a Barcelona e experimentar as peças de desenvolvimento e as afinações que temos vindo a usar. Esperamos ter mais actualizações, para depois verificar se estamos a fazer as coisas correctas com o carro.”


Passaram dois meses desde que testaram em Barcelona. Qual é a evolução da pista que esperam?

“Mais quente! Normalmente, Barcelona tem um bom clima. A pista será a mesma, todo nós conhecêmo-la muito bem. Apenas a condições serão diferentes. A temperatura desempenha um papel muito importante, especialmente no último sector de Barcelona, onde os pneus muitas vezes sobreaquecem. Para além disso, as diferenças não são muitas".”


Neste mesmo espaço de tempos a Haas F1 Team aprendeu muito num período muito curto. Pode explicar o crescimento da equipa desde que veio a Barcelona pela primeira vez, em Fevereiro?

“Foi uma longa viagem para todos. Completámos apenas quatro corridas esta temporada, mas o que fizemos, a forma como temos vindo a crescer, é impressionante. Todos estão a encontrar o seu lugar. Existem ainda algumas coisas que podemos melhorar, mas temos feito boas corridas. Somos um bom grupo de pessoas e os pilotos estão a trabalhar bem com os engenheiros. Como em qualquer equipa, temos altos e baixos, mas no geral, penso que desde o primeiro teste que somos uma verdadeira equipa de corridas e agora, depois de quatro corridas, somos suficientemente bons para marcar pontos com regularidade.”


Na China e na Rússia, mencionaram como era complicado colocar os pneus na temperatura correcta de funcionamento. Existe uma temperatura certa na qual cada composto de pneus funciona melhor? Se sim, como se chega até ela?

“Há carros que funcionam melhor com pneus macios, outros com duros. Isso deve-se à suspensão e à aerodinâmica do carro. Normalmente, as equipas grandes têm menos problemas para colocar os seus pneus a funcionar, dado que têm mais apoio aerodinâmico. Para nós, existe ainda algumas coisas que podemos fazer. Foi nisso que trabalhámos muito bem na Rússia. Penso que na China seguimos a direcção errada. Foi positivo, na Rússia e numa pista muito difícil, acertar nas decisões. Á medida que vamos para o Verão vamos tendo corridas mais quentes e isso é cada vez menos um problema. No entanto, é ainda possível na Europa e no Canadá que tenhamos uma corrida fria, e então temos que afinar o carro de acordo.”


Pela primeira vez esta temporada, a Pirelli irá fornecer os P Zero Cor de Laranja/Duro. Depois de quatro corridas, em que foram usados apenas Vermelhos/Super-Macios, Amarelos/Macios e Brancos/Médios, é desafiante entender um novo composto de pneus?

“É um pneu que estamos a usar há já alguns anos. Não creio que seja muito diferente do passado. Para ser justo, não acredito que os usemos em Barcelona, a não ser que aconteça algo de inesperado. Tenho apenas dois jogos de pneus desse tipo para todo o fim-de-semana.”


Barcelona, com a sua variedade de curvas e asfalto abrasivo, é uma pista muito exigente no que diz respeito ao que tens que fazer ao volante?

“É uma pista muito exigente devido a algumas curvas de alta velocidade, como se pode verificar no primeiro sector, depois temos algumas secções e curvas de baixa velocidade, como é o caso do último sector. É normalmente, um bom indicador para o carro, dado que evidencia a capacidade aerodinâmica nas zonas de alta velocidade e a mecânica nas curvas de baixa velocidade. Será interessante para nós. Sabemos o que poderíamos ter feito durante os testes de inverno para sermos mais rápidos em Barcelona. A corrida está a chegar. Será interessante para nós verificar o que temos vindo a fazer e se as peças de desenvolvimento que temos estão a funcionar de acordo com o esperado.”


Descreve uma volta a Barcelona.

“Barcelona é, provavelmente, a pista que melhor conhecemos no mundo inteiro. Podemos apontar todas as partes do lay-out.  Há uma longa recta seguida das duas primeiras curvas, direita/esquerda. Vamos com uma boa velocidade quando as descrevemos e, então, temos a famosa Curva 3, onde tentamos ir o mais a fundo possível. Na Curva 4, habitualmente, as rodas bloqueiam na travagem. O Gancho, a Curva 5, é a descer e não vemos o apex até muito tarde, é uma curva complicada. As Curva 7 e Curva 8 na subida levam-nos até à rapidíssima Curva 9, que tem uma novo corrector na saída. Depois chegamos ao gancho da Curva 10, que é um pouco complicada na travagem. Da Curva 11 até à Curva 15 são praticamente uma curva – como um complexo. É difícil ter um bom ritmo nestas curvas. Temos que ter um bom equilíbrio. A Curva 16 é a última curva queremos fazê-la a fundo para nos prepararmos para a recta da meta e para conseguirmos uma boa volta.”


 

 

 Barcelona marca a primeira e única pista onde a Haas F1 Team terá dados gerados durante os testes de inverno. É valioso ter, finalmente, dados pertinentes sobre o traçado antes de chegar ao circuito?

“Penso que será muito positivo para a equipa poder realizar uma comparação entre o ponto em que iniciámos a testar, dado que temos uma boa referência, e o ponto em que estamos agora. Será bom verificar o quanto progredimos e permitir-nos-á perceber melhor o carro. Penso que esse será um passo muito importante.”


Muito embora seja positivo ter dados da pré-temporada sobre a pista, as outras equipas também os têm. Existe alguma vantagem para lá da simples preparação do Grande Prémio de Espanha?

“Faz uma boa diferença, dado que chegamos com alguma informação e podemos prever um pouco melhor as situações. Desde o início coloca-nos numa posição de melhor conhecimento na abordagem ao fim-de-semana. Permite-nos estar mais bem preparados. As outras equipas têm muita informação dos anos anteriores, mas para nós tudo é novo. Esta é a primeira vez que chegaremos a um circuito com dados relevantes e podemos concentrar-nos em maximizar e afinar o carro durante o fim-de-semana.”


Passaram dois meses desde que testaram em Barcelona. Qual é a evolução da pista que esperam?

“Será muito diferente, dado que as condições meteorológicas serão muito diferentes. Os testes de pré-temporada foram realizados em condições mais frias, situação semelhante às que vivemos em Xangai e na Rússia, o que não nos facilitou a vida. Mas agora estamos a aproximar-nos do Verão e as condições climatéricas serão melhores para nós, um pouco mais quentes, e isso ajudar-nos-á a ser um pouco mais consistentes. Tirará essa variável e isso ajudar-nos-á a alcançar o limite de funcionamento dos pneus.”


Neste mesmo espaço de tempos a Haas F1 Team aprendeu muito num período muito curto. Pode explicar o crescimento da equipa desde que veio a Barcelona pela primeira vez, em Fevereiro?

“A maior diferença é a forma como a equipa está a trabalhar. Corrida a corrida sinto que a equipa está a progredir muito, muito depressa. Conseguimos tirar vantagem de tudo o que fizemos e quando nem tudo correu bem, adaptámo-nos muito bem e aprendemos rapidamente.”


Na China e na Rússia, mencionaram como era complicado colocar os pneus na temperatura correcta de funcionamento. Existe uma temperatura certa na qual cada composto de pneus funciona melhor? Se sim, como se chega até ela?

“No geral, os pneus têm janelas de funcionamento diferentes, dependendo dos compostos. Idealmente, a afinação do carro permitiria colocar-nos nessas janelas rapidamente e, igualmente importante, manter-nos lá. Quando as condições são mais frescas, é mais difícil alcançar essas janelas de temperatura e isso exacerba qualquer dificuldade que tenhamos no carro.”


Pela primeira vez esta temporada, a Pirelli irá fornecer os P Zero Cor de Laranja/Duro. Depois de quatro corridas, em que foram usados apenas Vermelhos/Super-Macios, Amarelos/Macios e Brancos/Médios, é desafiante entender um novo composto de pneus?

“Qualquer composto de pneus adapta-se aos carros de formas distintas. Quanto mais duro o composto, menos aderência temos. Cada composto tem certas características que são cruciais para entender de modo a fazer com o que os pneus funcionem relativamente à afinação do carro. Nós vamos rodar com os médios e com os macios. Temos apenas um jogo de duros.”


Barcelona, com a sua variedade de curvas e asfalto abrasivo, é uma pista muito exigente no que diz respeito ao que tens que fazer ao volante?

“Diria que as zonas mais difíceis são os sectores um e dois, que têm curvas longas e muito apoio aerodinâmico. São muito duros para o pescoço. O resto, não acredito que seja um grande desafio. É muito importante estar bem preparado e estou a sentir-me bem em todas as corridas. É apenas uma características distinta. Chegamos da Rússia, onde a Curva 3 é uma esquerda muito longa, e agora vamos para Barcelona que tem muitas curvas para a direita. São muito longas e muito rápidas e os músculos do nosso pescoço sofrem bastante.”


Descreve uma volta a Barcelona.

“Barcelona é uma pista onde testamos bastante. Provavelmente é a pista onde mais voltas completei em toda a minha carreira. Chegamos à primeira secção, para a Curva 1, focados na velocidade de entrada e também na trajectória, para prepararmos a Curva 2 e a Curva 3, que é crucial para termos uma boa saída da famosa e rápida Curva 3 de Barcelona.  Ao chegarmos à Curva 4, temos uma travagem muito incisiva para curvarmos rapidamente, carregando a velocidade para dentro da curva. A saída é muito longa, com muitas forças nos pneus traseiros. Alcançámos a Curva 5, é um pouco a descer, uma curva lenta, na travagem não vemos a entrada muito bem e, ao mesmo tempo, é muito importante não falhar o apex. A Curva 7 é muito incisiva. A curva tem algum banking, o que a torna mais rápida do que esperamos quando nos aproximamos. Depois, a Curva 9 é a subir. Curvamos com uma ligeira travagem e um ligeiro aliviar do acelerador. A saída é cega e, normalmente, o carro move-se muito, tentamos colocar a potência no chão o mais depressa possível, uma curva muito, muito rápida. Temos os pneus quentes dos sectores anteriores e torna a mais importante e desafiadora parte da pista, dado que é onde podemos ganhar ou perder muito tempo, uma vez que é a parte mais técnica do traçado.”


 

 

Circuit de Barcelona – Catalunya

  • Número total de voltas: 66
  • Distância de corrida: 307,104 quilómetros (190,826 milhas)
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h (50 M/H)
  • Este circuito de 4,655 quilómetros (2,892milhas) e 16 curvas albergou a Fórmula 1 desde 1991, tendo no ano passado sido o palco do Grande Prémio de Espanha pela vigésima quinta vez.
  • Kimi Raikkonen detém o recorde da volta ao Circuit de Barcelona – Calalunya (1m21,670s), realizado em 2008 com a Ferrari.
  • Mark Weber detém o recorde da volta de qualificação ao Circuit de Catalunya – Barcelona (1m19,995s), assinado em 2010 com a Red Bull.
  • O Circuit de Barcelona – Catalunya é considerado ser representativo de todas as pistas que a Fórmula 1 visita, tornando-o no traçado ideal para testar. A pista tem apenas duas curvas realizadas a menos de 100 Km/h e o seu lay-out é uma mistura de curvas de média e alta velocidade, o que permite às equipas avaliar a eficiência aerodinâmica. As equipas, antes do início da temporada, passaram duas semanas no circuito. No entanto, a familiaridade não diminui o desafio para equipas e pilotos. Os diversos tipos de curvas, juntamente com a superfície abrasiva, torna a corrida muito exigente fisicamente e mecanicamente. Os desgaste de pneus é muito elevado, o que significa que as equipas terão pelo menos duas paragens nas boxes por carro.
  • Durante o fim-de-semana do Grande Prémio de Espanha em Barcelona, a temperatura mínima variará entre os 11 e 15ºC, ao passo que as temperaturas máximas variará entre os 18 e os 22ºC. A probabilidade em cada um dos dias será de 35%.
  • Espanha marca a primeira corrida Europeia do ano, o que significa que tudo o que a Haas F1 Team precisa para competir – desde os carros até ao equipamento das boxes e unidades de hospitalidade e catering – chegarão ao circuito através da sua frota de transportadores. Desde a base europeia da Haas F1 Team, em Banbury, Inglaterra, os transportadores viajarão também até ao Mónaco, Áustria, Grã-Bretanha, Hungria, Alemanha, Bélgica e Itália.

  • A Pirelli leva para Espanha três compostos de pneus: 
  •                                
  • P Zero Cor de laranja/Duro – Meno aderência, menos degaste (usados para séries longas de voltas)
    • Este é o pneu mais duro da gama da Pirelli. Foi concebido para circuitos que colocam muito energia nos pneus devido a curvas rápida e/ou superfícies abrasivas e que são muitas vezes caracterizadas por temperaturas ambiente muito elevadas. Este composto demora mais a aquecer, mas oferece durabilidade máxima, o que frequentemente significa ter uma papel preponderante na estratégia de corrida.

    • P Zero Branco/Médio – menos aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
    • P Zero Amarelo/Macio – mais aderência, desgaste médio (usado para séries curtas de voltas, e para a Q1)
  • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
  • Um piloto pode usar os três jogos de Pirelli na corrida. Por exemplo, se tiver usado os P Zero Vemelhos/super-macios para passar da Q2 à Q3, terá que iniciar a corrida com esses pneus e tentar realizar algumas voltas bastante rápidas para ganhar alguma margem para os seus adversários antes entrar nas boxes para montar os P Zero Brancos/médios. Depois, dependendo das circunstâncias da corrida, noutra paragem nas boxes, pode montar os P Zero Amarelos/macios, permitindo ao piloto atacar durante as últimas voltas.
  • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Desses 13 jogos, os pilotos e as suas respectivas equipas podem escolher as especificações de dez deles entre os três compostos disponíveis. Os restantes três jogos são definidos pela Pirelli – dois tipos obrigatórios para a corrida (um jogo de P Zero Cor de laranja/duro e um de P Zero Branco/médio) e um tipo obrigatório para a Q3 (um jogo de P Zero Amarelo/Macio). A Haas F1 Team seleccionaram os seguintes jogos:
    • Grosjean: dois jogos de Pirelli P Zero Cor de laranja/Duro três jogos de pneus P Zero Branco/Médio e oito  jogos de P Zero Amarelo/Macio
    • Gutiérrez: um jogo de Pirelli P Zero Cor de laranja/Duro, três jogos de P Zero Branco/Médio e oito jogos de P Zero Amarelo/Macio
        -HaasF1Team-

        Sobre a Haas F1 Team:

        A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing.

        Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    2016 Spanish Grand Prix, Qualifying

    LEWIS HAMILTON CLAIMS POLE ON P ZERO YELLOW SOFT

    PERFORMANCE GAP OF MORE THAN A SECOND
    BETWEEN MEDIUM AND SOFT TYRE

    MIXTURE OF TWO AND THREE STOP STRATEGIES EXPECTED

     Lewis Hamilton has claimed his third pole position of the season, on the circuit that places the most demands on the tyres seen so far this year. Hamilton set his time on the P Zero Yellow soft tyre, which has been nominated together with the P Zero White medium and P Zero Orange hard this weekend. Only Force India used anything other than the soft tyre in qualifying, with Nico Hulkenberg and Sergio Perez on the hard tyre at the start of Q1.

    Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “There’s certainly been plenty to talk about from qualifying. Pole here was more than 2.6 seconds faster than last year, which confirms the pattern that we have seen in every session so far this year in Barcelona. That sets us up for an entertaining battle tomorrow, where strategy will definitely play an important part. We would expect most drivers to go for a two-stop strategy tomorrow although there will be some who are likely to try a three-stopper.”

    How the tyres behaved today:
    Hard: only used by Force India in qualifying but seen in free practice.
    Medium: a strong race tyre, used by Mercedes for the majority of free practice.
    Soft: the default choice for qualifying, with a notable performance advantage.

    Race strategy: A three-stopper is theoretically the quickest way for the 66-lap Spanish Grand Prix, but that leaves drivers trying this strategy having to pass those who stopped only twice towards the end of the race. In practice, most drivers will go for the fastest two-stopper: start on soft, soft again on lap 20, then medium on lap 40. Those trying a three-stopper are likely to start on soft, stop for soft again on laps 16 and 33, then medium from lap 49.

    FREE PRACTICE 3 – TOP THREE TIMES

    Rosberg 1m23.078s Soft new
    Hamilton 1m23.204s Soft new
    Vettel 1m23.225s Soft new

    QUALIFYING TOP 10

    Hamilton 1m22.000s Soft new
    Rosberg 1m22.280s Soft new
    Ricciardo 1m22.680s Soft new
    Verstappen 1m23.087s Soft new
    Raikkonen 1m23.113s Soft new
    Vettel 1m23.334s Soft new
    Bottas 1m23.522s Soft new
    Sainz 1m23.643s Soft new
    Perez 1m23.782s Soft new
    Alonso  1m23.981s  Soft new

    LONGEST STINT SO FAR

    Hard Sainz 17 laps
    Medium Wehrlein 23
    Soft Rosberg 17

    BEST TIME BY COMPOUND SO FAR

    Hard Ricciardo 1m23.405s
    Medium Vettel 1m24.187s
    Soft Hamilton 1m22.000s

     

    alt

     

    CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

     

    A TECNOLOGIA NA ACTUAL F 1

     

    FP1 em Barcelona. 8h45 foi a  hora de arranque com muitas novidades técnicas nos F1.

     

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

     

    VERSTAPPEN IRÁ OSTENTAR O NUMERO 33

     

    O numero 33, foi o numero escolhido por Verstappen, para er utilizado no Red Bull, onde será colega de equipa de Ricciardo.

     

     

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FORMULA 1

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

     

    Esteban Ocon de Mercedes e Alex Lynn de Williams nos dois dias de testes pós GP em Barcelona.

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    ANTEVISÃO GRANDE PRÉMIO PIRELLI ESPANHA

    Corrida n.º 5 de 21

    Barcelona, de 12 15 de Maio 2016

     

    Há um novo composto nomeado para o Grande Prémio de Espanha, diferente dos habituais compostos (médio, macio e supermacio) escolhidos nos primeiros quatro grandes prémios. Para o circuito da Catalunha, os compostos duro, médio e macio foram os nomeados para lidar com as elevadas cargas de energia que a esta pista possui. A maioria das equipes focou-se nos pneus macios ao invés do composto duro. Mais uma vez, a Pirelli assume-se como o principal patrocinador do Grande Prémio de Espanha.

     

     

    O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DOS PNEUS:

    •  É um circuito com uma grande carga de energia para os pneus, especialmente a  curva  3,  uma longa curva para a direita.
    •  Uma vez que os testes de pré-época aconteceram neste circuito, as equipes possuem muitos dados relevantes já retirados na presente época.
    •  O asfalto  rugoso com curvas rápidas, apresenta um excelente teste de resistência aos pneus.
    •  O desgaste e respetiva degradação geralmente são elevados, assim deveremos assistir a várias paragens para troca de pneus.
    •  Barcelona é um circuito exigente para a dianteira dos automóveis, especificamente para o pneu dianteiro esquerdo que é particularmente afetado.
    •  É um circuito com uma elevada carga aerodinâmica, aumentada pela carga de pressão vertical exercida nos pneus.

     

    OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS:

     

    •  Composto Duro (Laranja): Pela primeira vez nesta época, no entanto nenhum piloto escolheu mais que um jogo. (um conjunto foi nomeado pela Pirelli como obrigatório para a corrida).
    •  Composto Médio (branco): Um composto versátil que é o melhor compromisso entre o desempenho e durabilidade.
    •  Composto Macio (amarelo): Um segundo mais rápido que o composto médio (branco) em Barcelona, mas não deverá durar muito tempo. 

     

     

    COMO FOI HÁ UM ANO:

     

    •  Vencedor: Rosberg (duas paragens: iniciou com médio, para médio novamente na volta 15 e trocou para Duro na volta 44).
    •  Melhor classificado com uma estratégia alternativa: Hamilton, segundo lugar com três paragens (apenas com o penultimo turno com o composto duro).
    •  As equipes foram flexiveis na sua abordagem à corrida, realizando entre duas e três paragens.

     

     

    PAUL HEMBERY, DIRETOR PIRELLI MOTORSPORT:

     

    •  “Espanha proporciona sempre um grande teste aos pneus, devido ao traçado do circuito e às suas elevadas cargas de energia, para mais e especialmente  este ano, com a grande maioria das equipes a optar pelos compostos macios. Claro que estão a basear-se nos dados recolhidos nos testes pré-época, no entanto nesta altura do ano as condições estão muito mais quentes. Como resultado, vamos assistir a um elevado desgaste e respetiva degradação, contribuindo para um aumento de paragens, que claramente abre diversas opções de estratégias para o grande prémio .”

     

    O QUE HÁ DE NOVO?

    • Após o Grande Prémio haverá um período de testes durante dois dias, nos quais as principais equipes estarão presentes.


    •  O programa de desenvolvimento de pneus 2017 continua em processo, com Jean Eric  Vergne a testar na semana passada em Fiorano, um Ferrari 2014 com modificações.


    •  As GP2 e GP3 Series, começam em curso este fim de semana, com uma forte participação am cada uma delas, com novos pneus para a GP3, que possui um novo carro para 2016.

     

    OUTROS FACTOS QUE RECENTEMENTE CAPTARAM A NOSSA ATENÇÃO:

    •  Algumas noticias relatam, testes de pneus prototipos de 2017, com dimensões de 2016, em carros de 2013 ou 2014.
    •  Algumas equipes anunciaram algumas alterações ou inovações nos seus carros para Barcelona.
    •  No dia 1 de Julho será a decisão se será aprovado o “aeroscreen” da Red Bull ou o “halo”.

     

    A NOMEAÇÃO DOS COMPOSTOS DE PNEUS ATÉ À DATA:

     

    Roxo

     

    Vermelho

     

    Amarelo

     

    Branco

     

    Laranja

    Austrália

    Supermacio

    Macio

    Médio

    Bahrein

    Supermacio

    Macio

    Médio

    China

    Supermacio

    Macio

    Médio

    Rússia

    Supermacio

    Macio

    Médio

    Espanha

    Macio

    Médio

    Duro

    Mónaco

    Ultramacio

    Supermacio

    Macio

    Canadá

    Ultramacio

    Supermacio

    Macio

    Azerbaijão

    Supermacio

    Macio

    Médio

     

    Austria

    Ultramacio

    Supermacio

    Macio

    Great Britain

    Macio

    Médio

    Duro


     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    PIRELLI SPAIN GRAND PRIX PREVIEW
    Round 5 of 21
    Barcelona, 12-15 May 2016

     There is a new nomination for the Spanish Grand Prix, different to the medium-soft-supersoft selection that was chosen for the first four grands prix. For the Circuit de Catalunya, the hard, medium and soft tyres have been nominated, to cope with the large energy loads that the track generates. Most teams though have kept their hard nominations to a minimum, and focussed on the softer compounds. Pirelli is once more the title sponsor of the Spanish Grand Prix.

    THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW:

    • This is a high-energy load circuit for tyres, especially in the long Turn 3: a big right-hander.
    • Teams have plenty of relevant 2016 data, as this is where pre-season testing took place.
    • The surface is quite rough; along with high-speed corners this presents a tough test for tyres.
    • Wear and degradation is generally high, so we can expect multiple pit stops.
    • The front-left tyre is worked hardest: Barcelona is a front-limited circuit.
    • This is a high-downforce track, increasing the vertical load going through the tyres still further.

    THE THREE NOMINATED COMPOUNDS:

    • Orange hard: Seen for the first time this year, but no driver has chosen more than one set (then one set of hard was nominated by Pirelli as mandatory for the race).
    • White medium: A versatile tyre that is a good compromise between performance and durability.
    • Yellow soft: More than a second faster than the White medium in Barcelona, but unlikely to last for long.

    HOW IT WAS A YEAR AGO:         

    • Winner: Rosberg (two stops: started on medium, medium again on lap 15, hard on lap 44).
    • Best-placed alternative strategy: Hamilton, second with three stops (just the penultimate stint on the hard tyre).   
    • A mixture of two and three stop strategies, with most teams adopting a flexible approach.           

    PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTORSPORT DIRECTOR:                      

    • “Spain always provides a very big test for the tyres due to the high energy loads that the circuit generates, and this year that will especially be the case with most teams having favoured the softer compounds in their selections. Of course they will be able to rely on the data accumulated during pre-season testing, but at this time of year we expect conditions to be much warmer. As a result we should see high wear and degradation leading to several pit stops, which of course opens up a very large number of strategic variables for the grand prix.”

    WHAT’S NEW? 

    • After the grand prix there will be a two-day in season test, which most teams will attend.
    • The 2017 tyre development programme is underway, with Jean-Eric Vergne testing a modified 2014 Ferrari at Mugello last week.
    • The GP2 Series and GP3 Series gets underway this weekend, with a strong field in each and some new tyres for GP3, which has an entirely new car for 2016.

    OTHER THINGS THAT HAVE CAUGHT OUR EYE RECENTLY:

    • News stories that claim we have appointed a test driver: not true as (until late July or maybe August, when current cars will be used with the first 2017 larger size tyre prototypes) we will be using modified older cars from teams, who will mostly nominate their own drivers to carry out the testing.
    • Many teams have announced upgrades to their cars, which will be seen in Barcelona.
    • The Red Bull ‘aeroscreen’ – by 1 July there should be a decision to pursue this or the ‘halo’. 

    TYRES NOMINATED SO FAR:

    Purple Red Yellow White Orange
    Australia Supersoft Soft Medium
    Bahrain Supersoft Soft Medium
    China Supersoft Soft Medium
    Russia Supersoft Soft Medium
    Spain Soft Medium Hard
    Monaco Ultrasoft Supersoft Soft
    Canada Ultrasoft Supersoft Soft
    Azerbaijan Supersoft Soft Medium
    Austria Ultrasoft Supersoft Soft
    Great Britain Soft Medium Hard

     

    alt

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    PIRELLI ANNOUNCES COMPOUND CHOICES AND MANDATORY SETS
    FOR THE 2016 BRITISH GRAND PRIX

    Pirelli will bring the following three compounds to the tenth round of the 2016 Formula One season in Great Britain*, to be held (July 7-10) on the Silverstone circuit:
    P Zero Orange hard
    P Zero White medium
    P Zero Yellow soft

    These are the tyres that Pirelli has said must be used at some point in the race:
    One set of P Zero Orange hard
    One set of P Zero White medium
    Each driver must have both these sets available for the race, and must use at least one of them.

    There are the tyres assigned for Q3 in qualifying:
    One set of P Zero Yellow soft
    Following the regulations, each driver must save for Q3 one set of the softest of the three nominated compounds. This set will be given back to Pirelli after Q3 for those who qualify in the top 8, but the remaining drivers will keep it for the race – as is the case currently.

    The teams are free to choose the remaining 10 sets; making up 13 sets in total for the weekend.

    *The new 2016 tyre regulations mean that tyre nomination for long-haul events have to be made 14 weeks in advance, whereas for European races the deadline is eight weeks in advance.

    The tyres nominated so far:

    Purple Red Yellow White Orange
    Australia Supersoft Soft Medium
    Bahrain Supersoft Soft Medium
    China Supersoft Soft Medium
    Russia Supersoft Soft Medium
    Spain Soft Medium Hard
    Monaco Ultrasoft Supersoft Soft
    Canada Ultrasoft Supersoft Soft
    Azerbaijan Supersoft Soft Medium
    Austria Ultrasoft Supersoft Soft
    Great Britain Soft Medium Hard

     

     alt

     

    TESTES EM BARCELONA JÁ COM BAIXAS

    CAMPEONASTO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

     

    TESTES EM BARCELONA

     

    JÁ HA BAIXAS

     

    A equipa de Fórmula 1 da Sauber não vai poder estar presente nos testes a ter lugar em Barcelona , isso motivado pelas condições financeiras adversas com que se está a debater, isso segundo a informação de alguns orgãos de comunicação social da especialidade.Perante este facto, deixamos a pergunta será que a equipa de origem suiça irá conseguir fazer todas as provas do calendário do Mundial em falta???

     

    SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

    SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

     

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

     

    Está feito e confirmado - Max no lugar de Kvyat já em Barcelona. O russo regressa à Toro Rosso.

     

    HAAS - G.P. RUSSIA DE F 1

    Grande Prémio da Rússia: Resumo da Qualificação

     

     

    Evento: Qualificação do Grande Prémio da Rússia (4º round de 21)alt

    Data: Sábado, 30 de Abril

    Local: Autódromo de Sochi

    Layout: 5,848 quilómetros (3,634 milhas), circuito de 18 curvas

    Condições climatéricas: Parcialmente encoberto, 17ºC

    Recorde da volta: 1m37,113s assinada por Nico Rosberg em 2015 com um Mercedes (realizada durante a qualificação))

    Autor da pole-position: Nico Rosberg da Mercedes (1m35,417s)

    Resultado:

    Romain Grosjean qualificou-se no 15º lugar, arrancará do exterior da oitava linha

    Esteban Gutiérrez qualificou-se no 16º lugar, arrancará do interior da oitava linha

     

    • tem a duração de 18 minutos, participando os 22 pilotos 
    • os 16 pilotos mais rápidos avançam para a Q2

    Grosjean: 14º (1m38,383s), avançou para a Q2

    Gutiérrez: 16º (1m38,678s), avançou para a Q2

    Piloto mais rápido: Lewis Hamilton da Mercedes (1m36,006s)

    Cutoff: 16º, Esteban Gutiérrez da Haas F1 Team (1m38,678s)

    • tem a duração de 15 minutos, participando os 16 pilotos mais rápidos da Q1
    • os 10 pilotos mais rápidos avançam para a Q3

    Grosjean: 15º (1m38,055s)

    Gutiérrez: 16º (1m38,115s)

    Piloto mais rápido: Nico Rosberg da Mercedes (1m35,337s)

    Cutoff: 10º, Daniil Kyvat da Red Bull Racing (1m38,265s)

     

    • tem a duração de 12 minutos, participando os 10 pilotos mais rápidos da Q2, que se batem pela pole-position

    Autor da pole-position: Nico Rosberg da Mercedes (1m35,417s)

    Segundo: Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m36,123s)*


    *Vettel terá uma penalização de cinco lugares na grelha de partida devido à troca da sua caixa de velocidades.

     

     

    A qualificação do Grande Prémio da Rússia foi disputada com condições semelhantes às verificadas nos treinos-livres de sexta-feira, continuando com o céu parcialmente encoberto. Ao contrário de anteriores qualificações, os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, chegaram à Q1 com uma substancial quantidade de quilómetros realizados ao circuito de 5,484 quilómetros, o Autódromo de Sochi.


    Os treinos-livres de sexta-feira produziram oitenta e oito voltas, coadjuvadas por uma boa sessão de sessenta minutos este sábado. O duo completou trinta e três voltas, sendo dezoito creditadas a Gutiérrez e quinze a Grosjean. Depois das suas voltas de instalação, efectuadas com Pirelli P Zero Branco/médio, ambos os pilotos rapidamente montaram os P Zero Vermelho/super-macios para a restante sessão. A melhor volta do Gutiérrez (1m39,230s) colocou-o no décimo quinto lugar e a de Grosjean (1m39,239s) no décimo sétimo.


    Os pneus vermelhos/super-macios foram a escolha preferida de todos ao longo da qualificação. Os dois pilotos da Haas F1 Team efectuaram os seu melhores tempos, depois de terem montado borrachas frescas com menos de seis minutos por disputar na Q1. Grosjean e Gutiérrez avançaram para a Q2 pela primeira vez desde o Grande Prémio do Bahrein, em Abril. A melhor volta do Grosjean (1m38,383s) colocou-o no décimo quarto lugar enquanto Gutiérrez assegurou o décimo sexto posto com a marca de 1m38,678s.


    Os quinze minutos da Q2 foram muito mais desafiantes, uma vez que apenas os dez primeiros passam ao segmento no qual se disputa a pole-position. Grosjean e Gutiérrez assinaram melhores voltas que na Q1, mas não foram suficientemente rápidos para avançar para a Q3. O Grosjean participou pela terceira vez consecutiva na Q2, assinando a marca de 1m38,055s, ficando no décimo quinto posto da grelha de partida para o Grande Prémio da Rússia. Gutiérrez acompanhará o seu colega de equipa na oitava linha, ficando no décimo sexto lugar com a volta de 1m38,115s. Apesar de a equipa esperar avançar para a Q3 ambos os pilotos ficaram com o aspecto positivo de pouparem um jogo de pneus cada um para a corrida de cinquenta e três voltas.


    Rosberg conquistou a pole-position com a marca de 1m35,417s, a segunda obtida consecutivamente, tanto na temporada de 2016 como no Grande Prémio da Rússia.


     

    “Tem sido um fim-de-semana complicado para nós, até ao momento. Temos vindo a ter dificuldades com a aderência do carro. É difícil colocar os pneus a funcionar num asfalto tão suave. Estamos a progredir, estamos a aprender e a fazer o máximo que podemos. Ainda não tenho a sensação que tinha com o carro nas primeiras corridas da temporada. Temos mesmo que analisar o que se passa. Amanhã será uma corrida longa com muita poupança de combustível. É difícil manter os pneus na janela de funcionamento, portanto, será desafiante para todos. Talvez possamos ser um pouco mais inteligentes. Vamos dar o nosso melhor, vamos analisar e vamos continuar a reunir dados. Veremos onde estamos no final da corrida.”


     

    “A qualificação foi muito difícil. Foi complicado colocar os pneus a funcionar e, por isso, foi um grande desafio. Fiz o meu melhor com todas as opções disponíveis para maximizar tudo, mas não estou verdadeiramente satisfeito com o resultado. No entanto, ainda temos uma corrida amanhã. Esperamos que as surpresas venham ao nosso encontro e que nos permitam lutar pelos pontos. Provavelmente, não será fácil, dado que o nosso ritmo não é tão bom como gostaríamos, mas vamos dar o nosso máximo e fazer o nosso melhor.”


    “Estamos satisfeitos com a qualificação. Temos vindo a ter um fim-de-semana difícil até hoje, mas recuperámos e ficámos no décimo quinto e décimo sexto lugares, muito perto dos dois McLaren.  Estar na Q2 com ambos os carros é muito bom para nós. Normalmente, somos mais rápidos na corrida que na qualificação. Vamos, definitivamente, dar o máximo com os dois carros para maximizar a nossa posição e alcançar os pontos, portanto estou ansioso para perceber o que acontecerá amanhã.”


     

    -HaasF1Team-

     

    Sobre a Haas Automation

    A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

     

    HAAS NO G.P. DA RUSSIA

    Grande Prémio da Rússia: resumo da corrida

     

     

    alt

    Evento:  Grande Prémio da Rússia (4º round de 21)

    Data:  Sábado, 1 de Maio

    Local:  Autódromo de Sochi

    Layout:  5,848 quilómetros (3,634 milhas), circuito de 18 curvas

    Condições climatéricas:  Parcialmente nublado, 18ºC

    Vencedor da corrida:  Nico Rosberg da Mercedes

    Haas F1 Team:  

    Romain Grosjean – arrancou do 15º lugar, terminou em 8º (completou 52/53 voltas)

    Esteban Gutiérrez – arrancou do 16º lugar, terminou em 17º (completou 52/53 voltas)

     

     

    Num dia glorioso no local dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, o piloto da Haas F1 Team, Romain Grosjean, pilotou o seu VF-16 até um bom oitavo lugar no Grande Prémio da Rússia, realizado este domingo no Autódromo de Sochi. Foi a terceira vez em quatro corridas que Grosjean terminou nos pontos, o que lhe permitiu subir um lugar no Campeonato de Pilotos, estando agora em sétimo.


    Grosjean terminou entre os dez primeiros pela trigésima oitava vez na sua carreira, a sexta vez nas últimas sete corridas graças a uma estratégia de uma paragem. Depois de ter efectuado de forma bem-sucedida a primeira volta, o caos da segunda curva permitiu-lhe subir desde o décimo quinto lugar na grelha de partida até ao oitavo. Realizou a troca de pneus na décima sétima volta, trocando Pirelli P Zero Vermelho/Super-Macio por Pirelli P Zero Amarelo/Macio. Grosjean conseguiu que este jogo de pneumáticos aguentasse as restantes trinta e seis voltas ao circuito de 5,848 quilómetros e dezoito curvas, uma vez que a superfície ultra suave da pista permitiu-lhe atacar sem limitações. Isto foi importante, dado que Grosjean teve que se defender dos ataques do Force India do Sérgio Pérez, que terminou no oitavo lugar, depois de ter sido uma presença constante nos espelhos do Grosjean.


    A performance do Grosjean em Sochi, juntamente com as suas conquistas nas duas primeiras provas da temporada – terminou em sexto na Austrália e em quinto no Bahrein – significa que a Haas F1 Team – a primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos – marcou mais classificações nos pontos que qualquer outra formação debutante neste milénio. Quando a Jaguar se estreou em 2000 e quando a Toyota ingressou na categoria em 2002 cada uma delas conseguiu terminar nos pontos apenas por duas vezes. A Haas F1 Team conquistou três classificações com direito a pontos nas primeiras quatro corridas e a equipa tem ainda mais dezassete provas para assegurar mais pontos. O Grande Prémio da Rússia consolidou o quinto posto da Haas F1 Team no Campeonato de Construtores, onde está a vinte e nove pontos da Williams, a quarta classificada, e com uma vantagem de cinco pontos para a Toro Rosso, que está no sexto lugar.


    Esteban Gutiérrez, o colega de equipa de Romain Grosjean na Haas F1 Team, terminou no décimo sétimo lugar, terminando pela segunda vez consecutiva com o seu VF-16. Gutiérrez foi obrigado a entrar nas boxes muito cedo para trocar a asa dianteira do seu monolugar, uma vez que foi apanhado no incidente protagonizado por diversos pilotos na segunda curva da primeira volta. A cadeia de acontecimentos provocou o toque de Gutiérrez na traseira do Force India de Nico Hulkenberg. Para agravar ainda mais a sua situação, os comissários desportivos decidiram aplicar-lhe um penalização de uma passagem pelas boxes, que Gutiérrez cumpriu na nona volta.


    Nico Rosberg venceu o Grande Prémio da Rússia. A Mercedes continua imbatível esta temporada e sua senda vitoriosa data do Grande Prémio do México do ano passado, o que garante a Rosberg sete vitórias consecutivas. O alemão alcançou um grupo de elite composto por Alberto Ascari, Michael Schumacher e Sebastian Vettel, também eles com sete vitórias consecutivas alcançadas. Este triunfo incrementou também a liderança de Rosberg no Campeonato de Pilotos, detendo agora uma vantagem de quarenta e três pontos para o seu colega de equipa, Lewis Hamilton.



    “É fantástico estar de volta aos pontos, especialmente, depois de um fim-de-semana difícil em que nunca estivemos satisfeitos com o carro. Foi uma boa primeira volta, evitei todos os incidentes e, depois, consegui manter o (Sérgio) Pérez atrás de mim. Ainda temos tantas coisas para melhorar no carro. Não estou ainda totalmente satisfeito com o seu comportamento. Penso que a próxima corrida será muito melhor. É muito positivo saber que temos algo que ficará ainda melhor.”



    “Foi uma corrida difícil desde o primeiro momento. Não foi, definitivamente, um bom arranque. Cheguei à primeira curva com muito espaço à minha frente e travei, mas infelizmente, não consegui parar o carro e bati no Nico (Hulkenberg). É uma pena, não só para mim, mas também para ele. Dei o meu melhor para recuperar na corrida, mas é claro, apanhámos uma penalização e perdemos muito tempo. No entanto, dei o máximo até ao fim e conseguimos terminar a corrida, o que foi positivo. Temos que nos concentrar na próxima prova, em Barcelona.”



    “É fantástico para a equipa estar nos pontos. Depois de dois dias de testes e de qualificação, não esperávamos terminar em oitavo. Porém, temos sempre como objectivo terminar nos pontos e mais uma vez alcançámo-lo. Quero agradecer a todos na equipa por este grande esforço. Obviamente, o Esteban foi muito infeliz devido ao seu incidente no arranque, mas vamos continuar a trabalhar e brevemente ele estará nos pontos. Foi uma grande corrida do Romain, ao manter a sua posição depois de uma enorme luta. Torna a Fórmula 1 ainda mais interessante. Foi uma grande corrida.”


    A quinta etapa do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 é o Grande Prémio de Espanha, que se realiza em Barcelona. Os treinos-livres começam no dia 13 de Maio, a qualificação será realizada no dia 14 e a corrida no dia 15.

     

    -HaasF1Team-

     


    Sobre a Haas Automation

    A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

     

    ROSBERG VENCEU RUSSIA

     

    Nico Rosberg alcançou a 18ª vitória da sua carreira no Grande Prémio da Rússia realizado ontem. Esta foi a sua primeira vitória em Sochi e a quarta da época de 2016;

    ·        Lewis Hamilton terminou na 2ª posição depois de uma intensa batalha para alcançar o pódio, após ter partido da 10ª posição. Foi a 2ª vez esta época que os Silver Arrows alcançaram a 1ª e 2ª posição num Grande Prémio de Fórmula 1;

    ·        Nico Rosberg conquistou a volta mais rápida do Circuito de Sochi ao bater o recorde de 1:40.071 (VET, 2015) por quase um segundo (0.977s);

    ·        Lewis Hamilton teve uma performance fantástica ao longo da corrida mesmo com um problema que afetou a viatura nas últimas voltas, mantendo assim a 2ª posição;

    ·        Nico Rosberg (100) lidera o Mundial de Condutores por 43 pontos para Lewis Hamilton (57);

    ·        A equipa MERCEDES-AMG PETRONAS (157) lidera o Mundial de Construtores para a Ferrari (76) por 81 pontosROS 03_Copy

     

    RED BULL

     

    Former Formula One racer and reigning World Endurance champion Mark Webber said it’s time for the sport to focus more on the drivers and their skills and less on tyres and engines.

    Webber, speaking exclusively to the Red Bull Content Pool at Salzburg’s Hangar 7, said the focus has been on the technical side of the sport for too long and not enough on the raw talent of drivers.

    ‘We talk too much about tyres in F1,’ the Australian driver said.

    ‘We need to talk more about the drivers and the cars, but we are constantly talking about the tyres. In Shanghai there was a lot of overtakes but if you ask the drivers, were there genuine overtakes? Not really.

    ‘They can’t really pick where they want to pass because of tyres – if they have old or new tyres, there is a difference in the pace. And the drivers really only race in the first two laps and the last 10% of the Grand Prix, because in the middle of the race they are managing things.

    ‘They are managing batteries, they are managing tyres, they really cannot push to the limit. And this is the part of the race we also need to look at that is not fabricated.’

    In a wide-ranging interview available HERE, Webber said Nico Rosberg would take some catching in the F1 World Championship and that Red Bull and Ferrari would be snapping at Mercedes’ heels later in the season.

    As for how his own chances of defending his title in the World Endurance Championship, Webber was upbeat despite a spectacular crash involving team mate Brendon Hartley in the opening round at Silverstone last month.



    Download
    alt
    alt
    alt

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    2016 Grande Prémio da Rússia - Corrida

     

    ROSBERG RECORRE À ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM PARA VENCER O 100º GRANDE PRÉMIO DA PIRELLI DESDE O SEU REGRESSO À FÓRMULA 1 EM 2011

     

    ESTRATÉGIA ALTERNATIVA PARA OS PILOTOS DA RED BULL QUE MUDARAM PARA MÉDIO DURANTE UMA PASSAGEM ANTECIPADA DO SAFETY CAR

     

    A PARAGEM ÚNICA É A TÁTICA FAVORITA: MASSA É O MAIS BEM POSICIONADO COM DUAS PARAGENS EM QUINTO LUGAR

     

    Nico Rosberg prosseguiu a sua onda de vitórias (começou em 2015 com o GP do México) ao vencer desde a pole em Sochi, iniciando com pneus Supermacios e alternando depois para Macios na volta 21. Em segundo lugar ficou o seu colega de equipa Lewis Hamilton, que usou a mesma estratégia para subir oito posições partindo em 10º na grelha: o resultado de um problema técnico antes da Q3.

    A maioria dos pilotos usou a estratégia de uma paragem Supermacio-Macio, mas uma alternativa tática foi utilizada por ambos os pilotos da Red Bull, que foram apanhados num incidente ao início que causou um antecipado safety car, o que influenciou a estratégia. Daniel Ricciardo e Daniil Kvyat trocaram para pneus Médios, com Kvyat a completar mais de 50 voltas com este composto e a terminar a 15 posições do último lugar, apesar da penalização de 10 segundos.

    Uma diferente estratégia alternativa foi adotada por Sergio Perez da Force India, que utilizou pneus Macios na primeira volta sob circunstâncias semelhantes e posteriormente trocou uma vez mais para Macios usados a apenas 20 voltas do fim. Perez terminou nos pontos, mas não foi o piloto com duas paragens mais bem posicionado: esse foi Felipe Massa, da Williams, em quinto, que completou o último turno com Supermacios. Apenas seis pilotos pararam duas vezes, com todos os restantes a parar apenas uma.

    Após um dia bastante fresco, as temperaturas durante a corrida foram muito quentes.

     

    Paul Hembery, Diretor de Motosport da Pirelli: “A antecipação do safety car acrescentou uma dimensão interessante à corrida, com um número de pilotos a recorrer a uma estratégia alternativa. No fim, Daniil Kvyat completou uma inteira distância de corrida com composto Médio, numa era em que há mais carga a passar pelos pneus do que alguma vez houve na história da Fórmula 1. Vimos também outras estratégias diferentes: Fernando Alonso, Kevin Magnussen e Romain Grosjean conseguiram maximizar as suas oportunidades com a estratégia de uma paragem para subir diversos lugares quando comparados com as suas posições na grelha. Falando na generalidade, a estratégia de uma paragem foi a fórmula certa como prevemos, com o mínimo desgaste e degradação em todos os três compostos. Este foi o 100º Grande Prémio da Pirelli desde que regressámos à Fórmula 1 em 2011.”

     

     

    OS TEMPOS MAIS RÁPIDOS DO DIA POR COMPOSTO:

     

     

     Médio

     Macio

     Supermacio

    Primeiro

     KVY 1m42.344s

     ROS 1m39.094s

     MAS 1m39.743s

    Segundo

     GUT 1m42.378s

     RAI 1m40.101s

     ROS 1m41.364s

    Terceiro

     RIC 1m43.538s

     HAM 1m40.266s

     WEH 1m41.907s

     

     

    TURNO MAIS LONGO DA CORRIDA:

     

    Médio                         Kvyat             51 (voltas)

    Macio                         Sainz             41

    Supermacio                Ericsson        27

     

     

    A NOSSA PREVISÃO: Prevemos que a estratégia de uma paragem iria ser a melhor opção antes da corrida de 53 voltas, começando com Supermacio e alternando para Macio ao parar na volta 18. Isto foi exatamente o que Rosberg fez, mas com a ajuda do safety car antecipado aumentou o primeiro turno para 21 voltas.

     

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    PIRELLI ANNOUNCES COMPOUND CHOICES AND MANDATORY SETS
    FOR THE 2016 AUSTRIAN GRAND PRIX

     - Pirelli will bring the following three compounds to the ninth round of the 2016 Formula One season in Austria*, to be held (June 30 – July 3) on the Spielberg circuit:
    P Zero Yellow soft
    P Zero Red supersoft
    P Zero Purple ultrasoft

    These are the tyres that Pirelli has said must be used at some point in the race:
    One set of P Zero Yellow soft
    One set of P Zero Red supersoft.
    Each driver must have both these sets available for the race, and must use at least one of them.

    There are the tyres assigned for Q3 in qualifying:
    One set of P Zero Purple ultrasoft
    Following the regulations, each driver must save for Q3 one set of the softest of the three nominated compounds. This set will be given back to Pirelli after Q3 for those who qualify in the top 8, but the remaining drivers will keep it for the race – as is the case currently.

    The teams are free to choose the remaining 10 sets; making up 13 sets in total for the weekend.

    *The new 2016 tyre regulations mean that tyre nomination for long-haul events have to be made 14 weeks in advance, whereas for European races the deadline is eight weeks in advance.

    The tyres nominated so far:

    Purple Red Yellow White Orange
    Australia Supersoft Soft Medium
    Bahrain Supersoft Soft Medium
    China Supersoft Soft Medium
    Russia Supersoft Soft Medium
    Spain Soft Medium Hard
    Monaco Ultrasoft Supersoft Soft
    Canada Ultrasoft Supersoft Soft
    Azerbaijan Supersoft Soft Medium
    Austria Ultrasoft Supersoft Soft

     

     alt

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    PIRELLI TESTING TODAY AT FIORANO CIRCUIT

    Pirelli is testing today at Fiorano circuit with Ferrari.
    The team’s test driver Jean-Eric Vergne is driving a F1 Ferrari F14-T.
    The tyres are the 2016 size and contain a number of prototype elements as we start developing larger tyres for 2017: the first season of a new three-year programme for Pirelli.

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    Spanish Grand Prix: May 13-15, 2016

    SELECTED SETS PER DRIVER

     The FIA has communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Spanish Grand Prix.

    alt

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    2016 Russian Grand Prix – Practice Sessions

    MERCEDES FASTEST IN BOTH PRACTICE SESSIONS
    ON RAPIDLY-EVOLVING SOCHI CIRCUIT

    TRACK TEMPERATURES HIGHER THAN AT THE LAST RUSSIAN GP,
    ONLY SIX MONTHS AGO

    JUST UNDER A SECOND SEPARATES THE SOFT FROM THE SUPERSOFT
    COMPOUND, SETTING THE SCENE FOR MANY STRATEGIC OPTIONS

     While track temperatures in the Russian spring were warmer than when the race was last held in autumn six months ago, the essential characteristics of the Sochi circuit remained: rapid evolution, as the ‘green’ track had more rubber laid on it, and a very smooth surface, which kept tyre wear and degradation to a minimum. Most of the drivers used the supersoft tyre already in FP1, which proved to be well suited to the track layout, and was used to set the fastest time in both sessions today.

    Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “Soft and supersoft tyres were seen in both sessions today, and different strategic choices from Mercedes and Ferrari about how those tyres were used. With just under a second between the two compounds, the supersoft seems set to be the qualifying tyre tomorrow, and it will be interesting to see whether or not the medium tyre comes into play during the race weekend at all. We’ve got plenty of data to look at now, but initial indications suggest that a one-stopper could well be possible here: although it’s unlikely to be quickest way. This all depends on track evolution though: a hallmark of Sochi that will continue throughout the weekend.”

    FP1 – TIMES FP2 – TIMES
    1. Rosberg 1m38.127s Supersoft new 1. Hamilton 1m37.583s Supersoft used
    2. Hamilton 1m38.849s Supersoft new 2. Vettel 1m38.235s Supersoft new
    3. Vettel 1m39.175s Soft used 3. Rosberg 1m38.450s Soft new

    FP1 – BEST TIME PER COMPOUND

    MEDIUM Wehrlein 1m44.512s
    SOFT Rosberg 1m39.097s
    SUPERSOFT Rosberg 1m38.127s

    FP2 – BEST TIME PER COMPOUND

    MEDIUM No medium
    SOFT Hamilton 1m38.311s
    SUPERSOFT Hamilton 1m37.583s

    LONGEST STINTS OF THE DAY

    MEDIUM Wehrlein 7 (laps)
    SOFT Sainz 24
    SUPERSOFT Haryanto 23

    Tyre statistics of the day:

    Medium Soft Supersoft
    kms driven * 105 3693 3112
    sets used overall ** 10 48 38
    highest number of laps ** 7 35 29

    * The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
    ** Per compound, all drivers combined.

    Minimum prescribed tyre pressures: 23 psi (fronts) 19.5 psi (rears) 

    Pirelli fact of the day: Prior to Sochi’s inauguration in 2014, the Grand Prix of St Petersburg was held twice in 1913 and 1914. The first race was won by Russian driver Georgy Suvorin in a Benz, while Germany’s Willy Scholl won the second race, also in a 35-horsepower Benz. 

    Spotted in the paddock today: Sergey Sirotkin. The 20-year-old Russian, who had been formerly tipped for a Sauber race drive in 2014, drove for Renault in FP1 this morning, setting a respectable 13th-fastest (which was actually faster than his team mate). Currently competing in GP2, he is targeting a return to F1 next season. 

     

    alt

     

    CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

    Grande Prémio da Rússia: Resumo de sexta-feira

     

    alt


    Evento:  1ª e 2ª sessões de treinos-livres

    Data:  Sexta-feira, 29 de Abril

    Local:  Autódromo de Sochi

    Layout:  5,848 quilómetros (3,634 milhas), circuito de 18 curvas

    Condições Climatéricas:  Parcialmente encoberto, 16ºC

    Pilotos:  Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez

     

     

    Gutiérrez:  16º (1m41,238s), 18 voltas completadas

    Grosjean:  17º (1m41,385s), 20 voltas completadas

    Piloto mais rápido:  Nico Rosberg da Mercedes (1m38,127s)

    Mais voltas completadas:  Valtteri Bottas da Williams (34 voltas)

     

     

    Grosjean:  16º (1m40,260s), 24 voltas completadas

    Gutiérrez:  17º (1m40,508s), 26 voltas completadas

    Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m37,583s)

    Mais voltas completadas:  Valtteri Bottas da Williams (42 voltas)

     


    A preparação para o Grande Prémio da Rússia, que se realiza no domingo, começou com o céu parcialmente encoberto, tendo a sessão de treinos-livres da manhã permitido à Haas F1 Team somar valiosos quilómetros. Os noventa minutos de acção sublinharam a falta de aderência ao longo do circuito de 5,848 quilómetros e dezoito curvas, com diversos carros a experimentarem breves saídas de pista no início da sessão. O ritmo foi pautado inicialmente pela Mercedes, com o líder do campeonato a assinar a melhor volta (1m38,127s), depois de ter montado pneus Pirelli P Zero Vermelho/super-macio. Também com super-macios estiveram os pilotos da Haas F1 Team, Esteban Gutiérrez e Romain Grosjean.


    Inicialmente, a entrada em pista do Gutiérrez foi atrasada devido a uma contrariedade técnica menor que exigiu um rápida recarga da bateria. Assim que pôde sair das boxes, começou a trabalhar com uma série de dezasseis voltas. A sua melhor volta foi de 1m41,238s, décima sexta mais rápida da sessão. O Grosjean ficou no encalço do seu colega de equipa com a marca de 1m41,385s, assegurada durante uma série de sete voltas realizada nos primeiros momentos da sessão, o que lhe permitiu figurar no décimo sétimo posto da tabela de tempos. Foram introduzidas diversas alterações na afinação do carro, uma vez que Grosjean pretendia melhorar a performance do seu VF-16. Na sua série de voltas final montou outra asa dianteira para avaliação de dados.


    Os tempos caíram durante a segunda sessão de noventa minutos de treinos, realizada durante a tarde. O Gutiérrez entrou em pista assim que o semáforo passou a verde com pneus Pirelli P Zero Amarelo/macio. Grosjean seguiu-o com as mesmas borrachas para ambos montarem vermelhos/super-macios a tempo da respectivas segundas séries de voltas. Isto permitiu que cada um deles pudesse assinar o seu melhor crono do dia. A melhor volta do Grosjean (1m40,260s) colocou-o no décimo sexto lugar da tabela de tempos e a de Gutiérrez (1m40,508s) levou-o até ao décimo sétimo lugar. Posteriormente, ambos dedicaram-se a séries longas com pneus usados e depósito cheio para preparar a corrida de cinquenta e três voltas, que será realizada no domingo.


    No total das duas sessões, a Haas F1 Team completou oitenta e oito voltas, divididas em igualdade pelos seus dois pilotos – quarenta e quatro para Grosjean e quarenta e quatro para Gutiérrez.


    Tal como na primeira sessão, a Mercedes ficou no topo da tabela de tempos, muito embora com um piloto diferente. O vencedor das duas últimas edições do Grande Prémio da Rússia e o Campeão do Mundo em título, Lewis Hamilton, foi o mais rápido dos vinte e dois pilotos, com a sua volta de 1m37,538s realizada com pneus vemelhos/super-macios.



    “Foi bom estar de volta ao carro. Sochi é uma pista de que gosto. Não tivemos um dia fácil enquanto tentávamos perceber como funcionavam os nossos pneus e o nosso carro. Podemos melhorar para tornar o carro melhor. Esperamos poder encontrar as respostas amanhã, dado que a performance não está dentro do que pretendíamos para este momento. No entanto, é uma questão de trabalho e de aprender. Estamos com algumas dificuldades hoje, mas tenho a certeza de que a rapaziada vai reagir bem.”


     

    “Estou satisfeito com a forma como o dia correu, dado que conseguimos realizar muitas voltas. Não estamos tão competitivos como esperava, mas reunimos muitos dados. Vamos trabalhar para tentar optimizar a nossa afinação o máximo que pudermos. Na primeira sessão de treinos-livres tivemos uma pequena interrupção, mas da parte da tarde seguimos na direcção certa. Estamos ainda a trabalhar na afinação para os pneus super-macios, portanto, penso que na terceira sessão de treinos-livres será importante para nós ter uma boa referência para a qualificação.”



    “Na primeira sessão de treinos-livres tivemos uma pequena dificuldade no carro da Esteban, que nos levou cerca de cinquenta minutos a resolver. Depois tivemos que recarregar as baterias do carro dele, mas não foi muito grave. Realizámos boas séries de voltas nas duas sessões. Fizemos muitas voltas – mais do que tínhamos realizado em duas sessões, anteriormente. Estamos ainda à procura da melhor afinação para esta pista. Temos que colocar os pneus na janela de temperaturas indicada. Mas fizemos muitos quilómetros e veremos o que poderemos fazer na terceira sessão de treinos-livres, amanhã de manhã.”


    Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (12h00 – 13h00) antes da qualificação, que terá o seu início às 15h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis pilotos mais rápidos a avançarem da Q1 para a Q2. Posteriormente, os dez pilotos mais rápidos na Q2 seguem para a Q3, durante a qual lutarão pela pole-position.



    -HaasF1Team-

     

     

    Sobre a Haas Automation

    A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

    Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

    A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ou facebook.com/haasportugal.

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    2016 Russian Grand Prix – Race – Infographics

    alt

    alt

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

     ROSBERG USES A ONE-STOP STRATEGY TO WIN THE 100TH GRAND PRIX
    FOR PIRELLI SINCE ITS RETURN TO FORMULA ONE IN 2011

    ALTERNATIVE STRATEGY FOR RED BULL DRIVERS WHO SWITCH
    TO MEDIUM DURING AN EARLY SAFETY CAR

    A ONE-STOPPER IS THE FAVOURED TACTIC:
    MASSA THE HIGHEST-PLACED TWO-STOPPER IN FIFTH

     Nico Rosberg has continued his run of victories (started at the 2015 Mexican GP) by winning from pole in Sochi, starting on the supersoft tyre then switching to the soft on lap 21. In second place was his team mate Lewis Hamilton who used the same strategy to make up eight places from 10th on the grid: the result of a technical problem before Q3.
    Most drivers used a one-stop supersoft-soft strategy, but an alternative tactic was used by both Red Bull drivers, who were caught in the incident at the start that caused a brief safety car, which influenced strategy. Daniel Ricciardo and Daniil Kvyat both switched to the medium tyre, with Kvyat completing more than 50 laps on this compound to finish 15th from the back, despite picking up a 10-second penalty.
    A different alternative strategy was adopted by Force India’s Sergio Perez, who switched to used soft tyres on lap one under similar circumstances, then switched to more used softs with just over 20 laps to go. Perez finished in the points but he was not the highest-placed two-stopper: that was Williams driver Felipe Massa in fifth, who completed a final stint on supersofts. Only six drivers stopped twice, with the rest all stopping once.
    Following a cool day yesterday, temperatures during the race were much warmer.

    Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “The early safety car certainly added an interesting dimension to the race, with a number of drivers trying an alternative strategy. In the end, Daniil Kvyat completed an entire race distance on the Medium compound, in an era when there is more load going through the tyres than there ever has been before in Formula 1 history. We saw some other different strategies: Fernando Alonso, Kevin Magnussen and Romain Grosjean were able to maximise their opportunities with a one-stop strategy to make up several places compared to their grid positions. Generally speaking, the one-stop strategy was the way to go as we predicted, with low wear and degradation across all three compounds. This was the 100th grand prix for Pirelli since we returned to Formula One in 2011.”

    Fastest times of the day by compound:

      Medium   Soft  Supersoft
    First  KVY 1m42.344s  ROS 1m39.094s  MAS 1m39.743s
    Second  GUT 1m42.378s  RAI 1m40.101s  ROS 1m41.364s
    Third  RIC 1m43.538s  HAM 1m40.266s  WEH 1m41.907s

    Longest stint of the race:

    Medium   Kvyat   51 laps
    Soft   Sainz   41
    Supersoft   Ericsson   27

    Truthometer: We predicted a one-stop strategy as being the best option before the 53-lap race, starting on supersoft and then stopping on lap 18 for softs. This is exactly what Rosberg did, but helped by the early safety car he stretched the first stint for 21 laps.

     

    alt

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    NICO ROSBERG USES SUPERSOFT TO BREAK LAP RECORD AT SOCHI

     Nico Rosberg has set the fastest lap ever of Sochi to claim pole on the P Zero Red supersoft, comprehensively beating the previous record of 1m37.113s set in qualifying last year. With every driver using the supersoft in Q2 as well, this is the tyre that the top 10 on the grid will start on tomorrow. As conditions were cool in Russia today, drivers had to concentrate carefully on warming up the tyres. Similar conditions are expected for tomorrow’s race as well.

    Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “Russia is by no means a typical track as it features low grip that keeps wear and degradation at very low levels and also enables long stints. For this reason we saw drivers complete multi-lap runs during qualifying, with consistent performance from the tyres. We expect a one-stop strategy to be the preferred choice for most contenders tomorrow, and it’s unlikely that the medium tyre will be used.”

    How the tyres behaved today:
    Medium Not seen at all during qualifying and unlikely be used during the race.
    Soft The frontrunners are expected to finish the race on this tyre: key to the strategy.
    Supersoft Just under a second faster than the soft and capable of long runs as well.

    Race strategy: A one-stopper should be the favoured tactic on the smooth asphalt of Russia for the 53-lap race. Starting on soft or supersoft makes little difference to the overall race time. Starting on supersoft, the fastest way is to change to soft on lap 18. Starting on soft, it’s best to change to supersoft on lap 35. Some teams may gamble on a two-stopper, which is theoretically the fastest way to do the race but risks traffic. In which case: start on supersoft, change to soft on lap 12, then soft again on lap 32.

    FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES

    Hamilton   1m36.403s   Super Soft – New
    Rosberg    1m36.471s    Super Soft – New 
    Vettel    1m37.007s    Super Soft – New 

    QUALIFYING TOP 10

    Rosberg  1m35.417s  Super Soft – New
    Vettel   1m36.123s  Super Soft – New
    Bottas   1m36.536s  Super Soft – New
    Raikkonen   1m36.663s  Super Soft – New
    Massa   1m37.016s  Super Soft – New
    Ricciardo   1m37.125s  Super Soft – New
    Perez   1m37.212s  Super Soft – New
    Kvyat   1m37.459s  Super Soft – New
    Verstappen   1m37.583s  Super Soft – New
    Hamilton 

    LONGEST STINT SO FAR

    MEDIUM  Wehrlein  7
    SOFT  Sainz J  24
    SUPERSOFT  Haryanto  23

    BEST TIME BY COMPOUND SO FAR

    MEDIUM  Palmer  1m42.886s
    SOFT  Hamilton  1m38.311s
    SUPERSOFT  Rosberg  1m35.337s

     

     

    alt

     

    LEMBRAR O "DIA DA PARTIDA" DE AYRTON SENNA

    LEMBRAR O" DIA DA PARTIDA" DE AYRTON SENNA

     

    Por João Carlos Costa

     

     

    Sei que já fizemos o luto. Já rimos. Já nos lembramos que não era uma pessoa perfeita (até porque não as há). Já conseguimos ver as imagens do acidente em Imola e sentir uma emoção diferente, que vai muito para além da perda - antes o tentar perceber o que verdadeiramente se passou. Senti tudo isso quando há dois anos, de regresso a Imola, onde não ia desde o dia 1 de Maio de 1994, parei por momentos junto da estátua de Ayrton Senna e percebi que a emoção era diferente, até reconfortante. Mas fazer o luto é ter a hipótese de recordar com carinho, não esquecer. Hoje, a única homenagem pública que Senna teve em Sochi foi a censura oficial. Fez-me lembrar os tempos da Rússia soviética onde as fotos eram alteradas, fazendo desaparecer pessoas como que por milagre. Nem uma palavra, nem um banner, nem uma imagem na transmissão oficial do Grande Prémio. Bastava um minuto de imagens de arquivo, como fizemos (e penso que bem) na transmissão do Eurosport para Portugal. Ou bastava que Martin Brundle, um dos seus grandes rivais, ou Lewis Hamilton, que o idolatrava, se tivessem lembrado no pódio.
    Sei que os ídolos de hoje são outros. Entendo que os momentos menos bons são mais complicados de recordar quando se quer um ambiente de festa. Mas terá a F1 (e quem nela e dela vive há muitas décadas) esquecido ter sido Senna um dos que mais contribuiu para a disciplina ter este impacto universal? Mozart e Beethoven também morreram mas a sua música não parou de se ouvir e é com orgulho que os recordamos. Eusébio ou Féher não estão connosco mas na Luz não deixam de ser recordados, e o húngaro também morreu em campo. 


    Desde esse dia 1 de Maio de 1994 que um G.P. não tinha lugar na mesma data. Até por isso, teria sido fácil fazer melhor. Não sei de quem foi a culpa: se de Bernie, se da FIA, se dos organizadores, se não passou de um mero acaso. Sei, sim, que Fórmula 1, no seu todo, não fez apenas uma má operação de marketing. Fez muito pior: pegou na borracha e apagou a memória da sua História, envergonhou-se de um dos seus. Acanhou-se no medo da morte quando havia que a glorificar na perspectiva que só os Grandes morrem de pé, no palco que escolheram para brilhar. Aconteceu com Senna! Ter vergonha é ter culpa. E ninguém a devia ter… como bem demostrou o seu fisioterapeuta, Jo Leberer, ao fazer esta singela homenagem na grelha de partida em Sochi!

     

    SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

    SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

     

    Profissionalmente só por duas vezes fui verdadeiramente na onda da emoção e não aguentei deixar cair uma lágrima: quando anunciei na rádio a morte de Senna e quando "cantei" a primeira vitória de Zanardi no WTCC. Porque o Desporto que amo é feito disso mesmo: de paixão, de querer, mas também de adversidade.

     

    SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

    SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

     

    As côres do fim-de-semana! Espero que hoje, no pódio em Sochi, alguém se lembre deles. Porque escrever história também é ter memória.

     

    A EQUIPA DO EUROSPORT

    A EQUIPA DO EUROSPORT

     

    Eis a equipa que vai trabalhar para todos os adeptos este fim de semana em termos de desporto motorizado, o piloto António Felix da Costa, e os jornalistas João Carlos Costa e Pedro Nascimento.

     

     

    CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

    DANIEL RICCIARDO TESTOU NOVO COCKPIT PARA A F 1

     

    O piloto da Red Bull testou o novo sistema de segirança para os pilotos, conforme as imagens que ho13051634 10206388190046569_6125524907623693733_n_Copy13092068 10206388189046544_4306438338285598587_n_Copy13094330 10206388189966567_6138545405164288826_n_Copy13094413 10206388190286575_7725875882491053154_n_Copy13095935 10206388190526581_4278339139392289050_n_Copy13124752 10206388190366577_5356221058527631623_n_Copyje apresentamos,Resta saber se a FIA vai adoptar este novo sistema.

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA BREMBO

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA BREMBO

     

     

    19% da volta "em cima" dos travões. Sochi é o mais exigente dos traçados de F1 nesse aspecto, explica a Brembo.

     

     

    VETTEL FOI VISITAR EX COLEGAS

    Sebastien Vettel foi matar saudades dos seus ex colegas  na Red Bull., Vá lá, comecem a especular: Vettel apanhado na boxe da Red Bull. Não, não volta para a equipa das bebidas energéticas. Foi só ver de perto o aeroscreen... 

     

    COMPARAR F 1

    CARS!

     

    HAAS NO G.P.DA CHINA

     

    Uma Odisseia Espacial

    Da Terra à Lua e de novo de regresso,

    Rússia, outra rampa de lançamento para a Haas F1 Team

     

    ) – Depois do grande lançamento da sua temporada de estreia no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, a Haas F1 Team regressou à Terra no Grande Prémio da China.


    A primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos foi até à Lua quando Romain Grosjean terminou o Grande Prémio da Austrália no sexto posto para se manter em órbitra com um ainda mais impressionante quinto lugar no Grande Prémio do Bahrein, duas semanas depois.


    Mas no terceiro round, na China, a exploração espacial metafórica da Haas F1 Team chegou ao solo, quando Grosjean e o seu colega de equipa, Esteban Gutiérrez, sentiram dificuldades com os equilíbrios aerodinâmico e mecânico dos seus respectivos VF-16. Depois de marcar pontos consecutivamente na abertura da temporada, Grosjean terminou no décimo nono lugar. Gutiérrez viu a bandeirada de xadrez cinco lugares mais à frente, no décimo quarto lugar. Nem tudo ficou perdido, no entanto, dado que ambos terminaram a corrida, algo que apesar das conquistas da Austrália e do Bahrein, não acontecera até à China. Gutiérrez terminou pela primeira vez este ano, depois de dois abandonos nas duas primeiras provas da época.


    Com os sucessos e as adversidades deixados para trás, a Haas F1 Team pode apontar o Grande Prémio da Rússia, em Sochi, como a sua próxima missão – terminar com os dois pilotos nos pontos.


    O Autódromo de Sochi é um circuito de 5,848 quilómetros (3,634 milhas) e dezoito curvas, sendo o terceiro traçado mais longo da temporada, atrás apenas de Spa-Francorchamps (7,004 quilómetros/4,352 milhas)  e de Silverstone (5,891 quilómetros/3,660 milhas). Situado nos arredores do Aldeia Olímpica que albergou o Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, Sochi foi palco apenas de dois Grandes Prémios. Apesar da sua curta história, Sochi é conhecido pela sua superfície suave que coloca a aderência em plano de destaque. A degradação dos pneus é mínima comparativamente a outros circuitos, o que permite às equipas adoptar uma estratégia de uma paragem, ao passo que os pilotos têm a liberdade de atacar, mas não em demasia. Sochi é um circuito excepcionalmente técnico, caracterizado por travagens fortes para curvas lentas seguidas da necessidade de acelerar com suavidade na saída, quando os pilotos tentam colocar a potência no chão.


    Encontrar este equilíbrio exige que o piloto tenha a sensibilidade para sentir o carro no limite e que a equipa tenha um entendimento profundo do monolugar. É um equilíbrio tornado ainda mais complicado pela complexidade de um carro Fórmula 1 actual. Isto obrigou as equipas a contratarem cientistas espaciais para espremeram os seus pacotes tecnológicos em todos as situações dos circuitos.


    No dia 1 de Maio, o Grande Prémio da Rússia não é uma missão a Marte, mas depois das lições aprendidas e as quedas dadas, a passagem por Sochi  oferece à aplicada Haas F1 Team uma sólida rampa de lançamento para uma trajectória ascendente.

    Sochi Autodrom

    Perímetro: 5,848 km (3,364 milhas)

    Voltas: 53

    Distância de Corrida: 309,745 km (192,467 milhas)

    Data: May 1

    Transmissão Televisiva:Eurosport 2 HD 12h30m

    alt

    Sobre a Haas Automation

    A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitarwww.HaasCNC.com.

    Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

    A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ oufacebook.com/haasportugal.

    alt


    Depois de duas corridas muito boas no início da temporada, a China provou ser um fim-de-semana difícil. Apesar de não ter sido o desfecho que pretendia, foi um evento que ajudou a equipa a colocar os pés no chão e forçou toda gente a trabalhar ainda mais para encontrar soluções?

    “Penso que sabíamos que, mais tarde ou mais cedo, teríamos um desapontamento, e aconteceu na nossa terceira corrida. Vamos voltar a tentar que tudo dê certo na Rússia e terminar onde devemos.”


    A experiência do Grosjean foi uma das razões para que a Haas F1 Team o contratasse. Durante um fim-de-semana como o que a equipa experimentou na China, foi valiosa a informação que ele ofereceu para melhorar o carro?

    “A informação do Romain foi muito valiosa, como sempre. Não conseguíamos que o carro fizesse o que pretendíamos. Tivemos um problema com o carro do Esteban, portanto, tivemos muito pouco tempo em pista na sexta-feira, o que contribuiu para o quadro geral. Não podemos cometer erros como aquele durante todo o fim-de-semana. Nem mesmo o Romain pode recuperar, se não estamos a usar o nosso tempo de forma eficiente.

    Quando o Romain se apercebeu que alguma coisa não estava bem, regressámos à nossa asa dianteira original – a nossa assa aprovada. Com um piloto estreante talvez disséssemos que era necessário verificar alguma coisa. O Romain sabia que algo não estava bem e sabíamos que não tínhamos tempo suficiente para a experimentar, portanto, tínhamos que regressar ao que conhecíamos.”


    Pela primeira vez esta temporada, o Gutiérrez pôde realizar a totalidade da corrida, na China, permitindo à Haas F1 Team ter ambos os seus carros na linha de chegada. Foi um feito importante para o Gutiérrez e para a equipa, dado que geriu dois carros ao mesmo tempo ao longo de toda a corrida?

    “O mais importante é que terminámos com os dois carro, o que aconteceu pela primeira vez. Não foi tão bem-sucedido como pretendíamos, no que diz respeito à classificação. Realizámos sete trocas de pneus no total e funcionaram bem. Ganhámos muita confiança nas paragens nas boxes, mas aprendemos que gerir dois carros durante uma corrida é muito mais complicado que gerir apenas um. Agora estamos mais preparados para levar dois carros até ao fim, como deve sempre acontecer.”


    A Haas F1 Team é uma equipa nova com apenas três corridas disputadas. Se houvesse uma forma de chegar a um circuito ainda mais bem preparado, qual seria ela?

    “Como nova equipa, gostaria de ter a possibilidade de testar mais uns dias que as outras equipas. Deêm às novas equipas um teste de três ou mais dias para que possam conhecer melhor o carro, para que a equipa possa trabalhar melhor e evite pequenos erros que cometemos no início que, por vezes, tem grandes consequências. É sonhar, mas saber o que sei agora teria ajudado a evitar os problemas que sentimos na China.”


    Esse teste seria mais para experimentar diversas peças no carro ou seria para dar à equipa mais tempo para se familiarizar com o carro?

    “Seria mais para que a equipa trabalhasse junta e conhecesse o carro melhor que para inventar algo de novo. Se temos uma nova peça de equipamento, temos muito pouco tempo durante o fim-de-semana para juntar a equipa, saber para onde olhar e para garantir que tudo corra bem. Não tem a ver com o ir mais depressa. Tem a ver com o não cometer erros para que não fiquemos mais lentos. Teria sido bom ter tido mais uns dias de testes.”


    Gostaria que a Haas F1 Team tomasse parte nos testes da Pirelli que ajudarão a desenvolver os pneus de 2017?

    “Infelizmente, não temos um carro de 2015. Tudo o que temos é um monolugar de 2016, portanto, não podemos tomar parte. Mas não seria algo que gostássemos de fazer, dado que preferimos concentrarmo-nos naquilo que temos que fazer agora. Ainda temos muito para aprender sobre este carro.”

     

    Até agora temos três Grandes Prémios disputados este ano e a chuva apareceu em dois deles, pelo menos nos dias que antecederam a corrida. Apesar da chuva ser uma visão não muito bem-vinda numa pista, a experiência de rodar na chuva nos treinos-livres da Austrália e da China beneficiou a equipa, dado que é menos um cenário que terá que enfrentar pela primeira vez?

    “Não penso que seja importante. A intensidade da chuva nunca é a mesma. É claro que aprendemos sempre, mas preferia aprender com a pista seca, porque nessas condições há muito para aprender. Com a pista molhada nunca temos uma afinação base. No seco temos uma afinação base que usamos sempre.”


    A primeira curva da primeira volta de um Grande Prémio é excitante e, paralelamente, caótica. Mas no seu papel enquanto chefe de equipa, deverá ser um momento de grande tensão, dado que uma decisão errada de alguém pode arruinar o trabalho de um fim-de-semana.

    “Existe, de facto, muita tensão. Esperamos para ver o que acontece e, a partir daí, determinar o que fazer a seguir. Assim que a primeira metade da volta está terminada, é como se metade da corrida estivesse concluída, dado que ficamos a saber se estamos numa boa posição ou não.”


    O Autódromo de Sochi estende-se em redor da Aldeia Olímpica, uma vez que Sochi que albergou os Jogos Olímpicos de Invernos de 2014. Segue os Jogos Olímpicos? Prefere os Jogos de Inverno ou de Verão e existe algum evento que goste especialmente de seguir?

    “Dado ser oriundo das montanhas, gosto de seguir os Jogos de Inverno. Diria que o ski alpino é o que mais me interessa.”

     

     

    Depois de duas corridas muito boas no início da temporada, a China provou ser um fim-de-semana difícil. Apesar de não ter sido o desfecho que pretendia, foi um evento que ajudou a equipa a colocar os pés no chão e forçou toda gente a trabalhar ainda mais para encontrar soluções?

    “Foi um fim-de-semana difícil para nós e certamente não teve o desfecho que pretendíamos. Ainda se faz sentir como um fim-de-semana negativo, mas num futuro próximo, estou certo de que veremos aspectos positivos, uma vez que as situações difíceis ajudam-nos a aprender. Espero que tenhamos aprendido com o que aconteceu. Se alguma coisa estava mal com o carro, o que poderemos fazer para o melhorar? O que podemos fazer de forma diferente? Como podemos reagir de uma forma melhor se nos encontrarmos numa situação semelhante? Penso que é uma daquelas situações em que uma nova equipa enfrenta, mas tenho a certeza de que iremos reagir bem, como temos feito sempre.”


    Quando o carro é difícil de pilotar, que coisas podes fazer atrás do volante para o melhorar?

    “Temos algumas ferramentas que podemos usar a partir do interior do carro para mudar e afinar coisas como o equilíbrio aerodinâmico. Mas quando não estamos muito satisfeitos com o carro e a afinação não está a comportar-se da forma como deveria, é muito difícil recuperar num mundo tão competitivo.”


    A tua experiência foi uma das muitas razões pelas quais a Haas F1 Team te quis, dado que és capaz de fornecer importantes informações sobre o que o carro está a fazer. Evidentemente, na China tiveste muito trabalho para fazer, mas que tipo de trabalho tiveste que fazer fora do carro para o tentar tornar melhor?

    “A Fórmula 1 é um desporto em que estamos sozinhos dentro do carro, mas em que temos muitas pessoas por detrás de nós, desde os mecânicos nas boxes e os engenheiros, que afinam o carro, até ao dono da equipa e aos patrocinadores, a Haas Automation. Estivemos muito tempos em reuniões a tentar encontrar as melhores soluções para qualquer problema que tenhamos. É algo de que muito gosto. É muito interessante tentar encontrar a melhor afinação sempre que temos problemas. Nestas situações a experiência ajuda. Por vezes, não resolve tudo, mas ajuda a encontrar problemas ou soluções.”


    A gestão de pneus foi crucial na China, dado que a degradação era muito elevada. Agora temos na Rússia o espectro oposto, onde a pista suave significa que os pneus tendem a durar mais. Podes explicar a forma como geriste os teus pneus na China e compará-la com o que poderás fazer na Rússia?

    “A China é uma daquelas pistas onde são os pneus dianteiros que mais sofrem. O pneu dianteiro/esquerdo é muito castigado. Na Rússia é tudo muito diferente. Tem mais a ver com o Bahrein, portanto, isso será bom. Espero que tenhamos o carro onde queremos e, com uma boa afinação, será mais fácil gerir os pneus.”


    O Autódromo de Sochi apenas albergou dois Grandes Prémios. A pista foi consistente entre 2014 e 2015 e esperas que a superfície da pista se comporte de forma similar ao que experimentaste no ano passado?

    “O primeiro anosnuma nova pista é sempre complicado, dado que há muito óleo do asfalto novo. Depois de um ano fica melhor. Penso que a Rússia será mais semelhante com 2015 do que 2014 e isso deverá ser um pouco melhor para nós.”


    Qual é a tua secção preferida do Autódromo de Sochi e porquê?

    “Gosto da Curva 3. É uma curva de altíssima velocidade. O ano passado cheguei lá depressa de mais, mas é um local muito divertidos. Penso que as curvas surgem com harmonia. É uma boa pista para pilotar.”


    Explica uma volta ao Autódromo de Sochi.

    “Existe uma longa recta da meta, seguida de uma grande travagem para uma direita feita em terceira ou quarta velocidade. Depois temos a famosa Curva 3, que na qualificação é feita a fundo. Seguimos para a Curva 4 – podemos realizá-a a uma boa velocidade. A curvas que se seguem são muito semelhantes. É uma boa sequência e dá algum gozo a velocidade que sentimos no carro. Então vamos para a recta das traseiras e, uma vez mais, uma travagem difícil. Depois, a última secção é muito mais lenta, sobretudo as duas últimas curvas. A entrada nas boxes é também um pouco complicada.”


    O Autódromo de Sochi estende-se em redor da Aldeia Olímpica, uma vez que Sochi que albergou os Jogos Olímpicos de Invernos de 2014. Segue os Jogos Olímpicos? Prefere os Jogos de Inverno ou de Verão e existe algum evento que goste especialmente de seguir?

    “Sigo os Jogos Olímpicos. O meu avô competiu duas vezes nos Jogos Olímpicos como esquiador. Os Jogos Olímpicos são muito importantes para a minha família. É sempre um prazer ver onde está a chama Olímpica e partilhar esse espírito. Esperamos ter uma boa corrida em Sochi.”


    Fernand Grosjean, o avô do Romain, foi um esquiador suíço que competiu nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1948 em St. Moritz, na Suíça, e nos de Oslo 1952, Noruega. Em 1948 terminou no oitavo lugar no Esqui Alpino e em décimo sexto no evento combinado (descida e slalom). Em 1952 terminou no décimo primeiro lugar no slalom gigante. – Ed.


     

     

    China marcou a primeira corrida que completaste em 2016. Como foi finalmente poderes completar a corrida, especialmente depois da adversidade que sentiste com o carro na sexta-feira, quando realizaste apenas quatro voltas?

    “Foi um grande alívio finalmente poder fazer tantas voltas consecutivas. Estava a gostar tanto do carro que poderia continuar por mais cinquenta voltas, provavelmente. Foi uma situação complicada não poder treinar na sexta-feira e ter uma sessão molhada no sábado de manhã. Basicamente, não efectuámos voltas e foi um desafio chegar à qualificação sem qualquer preparação e mesmo assim, ter que fazer boas voltas. Penso que ultrapassámos bem esse desafio enquanto equipa.”


    Quando o carro é difícil de pilotar, que coisas podes fazer atrás do volante para o melhorar?

    “Podemos influenciar o carro com o nosso estilo de pilotagem. Temos que nos adaptar. Se tenho uma carro subvirador, adopto um estilo de pilotagem e adopto outro se tenho um carro sobrevirador. Temos também muitas ferramentas, como podem ver no volante com todos os botões que temos. Temos algumas ferramentas na ponta dos dedos e podemos tentar resolver algumas coisas.”


    A gestão de pneus foi crucial na China, dado que a degradação era muito elevada. Agora temos na Rússia o espectro oposto, onde a pista suave significa que os pneus tendem a durar mais. Podes explicar a forma como geriste os teus pneus na China e compará-la com o que poderás fazer na Rússia?

    “É um pouco diferente, dado que na China, a principal limitação era o eixo dianteiro, o pneu dianteiro/esquerdo era muito sensível. Na Rússia acontece exactamente o contrário. Na verdade, são os pneus traseiros que são a limitação e, ao mesmo tempo, é uma pista de baixa degradação. Portanto, o foco é totalmente diferente e permitir-nos-á um pouco mais de flexibilidade no que diz respeito à estratégia. Penso que o nosso carro é razoável no que diz respeito à degradação, portanto, podemos olhar com algum optimismo para o fim-de-semana da Rússia.”


    A primeira curva da primeira volta parece sempre ser um pouco caótica. Como equilibras a concretização das oportunidades para tentar melhorar a tua posição com o cuidado em manter o teu carro sem danos?

    “É muito importante manter-nos longe de acidentes. Na China, nas duas primeiras curvas, tive que evitar muitas peças que voavam devido a embates entre carros. Obviamente, não é a situação ideal, dado que quando evitamos alguma coisa, também perdemos posições. Penso que também é importante conquistar alguns lugares entre o arranque a primeira curva, através de uma boa partida. Conseguimos fazer isso nos dois últimos Grandes Prémios. Planeio continuar a melhorar os arranques de modo a ficar numa boa posição na primeira curva e nas seguintes.”


    Este ano marca a tua primeira temporada completa desde 2014. Em 2015 passaste muito tempo no simulador e a observar corridas no teu papel de piloto de reserva da Ferrari. De que forma aplicas ao carro o que aprendeste no simulador, sobretudo neste fim-de-semana de Sochi?

    “O mais importante é que no ano passado foi-me possível experimentar muitas coisas com o meu estilo de pilotagem no simulador e isso deu-me uma ideia precisa de onde pretendia estar e também a possibilidade de desenvolver diferentes estilos de pilotagem para me adaptar a circunstâncias diversas. Aproveito todas as oportunidades para ter uma selecção mais abrangente de estilos de pilotagem para me poder adaptar a qualquer circunstância.”


    Qual é a tua secção preferida do Autódromo de Sochi e porquê?

    “Adoro o primeiro sector. É engraçado, tem uma grande travagem para a Curva 1 e depois tempos a longa Curva 3, que é feita a fundo. De seguida temos um conjunto de curvas de velocidade média que são também muito divertidas.”


    Explica uma volta ao Autódromo de Sochi.

    “Chegamos à Curva 1 – uma travagem muito forte depois de uma longa recta. Saímos da Curva 1 e chegamos à Curva 3, que é muito rápida, uma curva de alta velocidade, normalmente feita a fundo. Alcançámos a Curva 4 -  é uma curva de velocidade média, é muito importante ter um bom equilíbrio de travagem, dado que esta é feita ainda na Curva 3, que tem muitas forças laterais. A curva seguinte é a 5, que é de noventa graus. É realizada em quarta velocidade e podemos usar todo o corrector. Depois temos uma curva com relevé inverso e a pista parece que está a fugir do apex para a saída. Isto coloca algumas dificuldades à tracção do carro. Temos algumas curvas de velocidade média antes da recta traseira, que na verdade não é verdadeiramente uma recta, uma vez que tem algumas curvas que fazem parte da recta. A curva seguinte é um gancho. Chegamos à travagem com muita força lateral e isto exige um equilíbrio de travagem distinto, dado que é uma longa travagem numa longa curva, um pouco à semelhança do que acontece no Bahrein. Então, saímos de uma curva muito lenta com muitas forças laterais para preparar a curva seguinte, que é uma vez mais com relevé inverso, seguida por uma esquerda também de relevé inverso. Temos uma pequena recta antes das últimas duas curvas, que são de noventa graus. É importante ter os pneus na temperatura certa, porque precisamos de ter tracção. É uma pista estilo travagem e aceleração que exige uma afinação muito diferente daquele que tivemos na China.”


    O Autódromo de Sochi estende-se em redor da Aldeia Olímpica, uma vez que Sochi que albergou os Jogos Olímpicos de Invernos de 2014. Segue os Jogos Olímpicos? Prefere os Jogos de Inverno ou de Verão e existe algum evento que goste especialmente de seguir?

    “Gosto bastante dos Jogos Olímpicos de Inverno, especialmente do esqui e de bobsled. É sempre interessante estar numa área ou num local onde já aconteceram fortes competições. Aprecio os atletas que maximizam as suas performances, e Sochi é um desses lugares.”


     

     

    Autódromo de Sochi

    • Este circuito de 5,848 quilómetros e dezoito curvas alberga a Fórmula 1 desde 2014.
    • Valtteri Bottas detém o recorde da volta de Sochi (1m40,896s), realizada em 2014 num Williams.
    • Lewis Hamilton detém o recorde da volta de qualificação em Sochi (1m38,228s) realizada em 2014 num Mercedes.
    • O Autódromo de Sochi é um dos muitos novos circuitos de Fórmula 1 desenhados por Hermann Tilke. É um circuito excepcionalmente técnico, caracterizado pelas travagens fortes. No entanto, é também um dos traçados mais longos da Fórmula 1 atrás apenas de Spa-Francorchamps (7,004 quilómetros/4,352 milhas)  e de Silverstone (5,891 quilómetros/3,660 milhas). No total, tem doze curvas para a direita e seis para a esquerda, com uma recta de seiscentos e cinquenta metros entre a primeira e a segunda curvas. Dos 5,848 quilómetros de Sochi, 1,7 quilómetros são realizados em estradas públicas. A superfície tanto das estradas públicas como dos segmentos construídos propositadamente para o circuito é suave e a pista manteve-se consistente entre a sua estreia, em 2014 e a corrida do ano passado em Outubro. A degradação dos pneus é mínima comparativamente a outras pistas, o que permite às equipas equacionar uma estratégia de uma paragem e permitir aos pilotos, ainda assim, atacar.
    • O Autódromo de Sochi é um dos quatro palcos da Fórmula 1 com laços Olímpicos. Sochi albergou em 2014 o Jogos Olímpicos de Inverno e a construção massiva que a cidade sofreu foi especificamente para esses jogos. Antes de Sochi, o Circuit de Barcelona – Catalunya foi o palco do início e do fim do contra-relógio de ciclismo quando Barcelona foi a sede dos Jogos Olímpicos de 1992. A recta traseira do Circuit Gilles Villeneuve, em Montreal, é adjacente à pista de remo Olímpica usada durante os Jogos Olímpicos de Verão de 1976. E o Magdalana Mixhuca Sports City, onde o Autodromo Hermanos Rodrigues está localizado, albergou numerosos eventos durante os Jogos Olímpicos de Verão de 1968, na Cidade do México.
    • Durante o fim-de-semana do Grande Prémio da Rússia, em Sochi, a temperatura mínima deverá ficar entre os 6ºC e os 10ºC e a máxima entre 14ºC e 17ºC. A possibilidade de chuva, em média será de 47%.
    • O primeiro Grande Prémio da Rússia disputou-se há 103 anos em St. Petersburg e foi vencida por um local, Georgy Suvorin num Mercedes. A corrida realizou-se no ano seguinte e foi vencida pelo alemão Willy Scholl, novamente num Mercedes.

    • A Pirelli leva para a Rússia três compostos de pneus:
      • P Zero Branco/Médio – menos aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
      • P Zero Amarelo/Macio – mais aderência, desgaste médio (usado para séries curtas de voltas, e para a Q1)
      • P Zero Vermelho/Super-Macio – proporciona a maior aderência e maior índice de desgaste (usado na qualificação e para momentos da corrida seleccionados)
    • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
    • Um piloto pode usar os três jogos de Pirelli na corrida. Por exemplo, se tiver usado os P Zero Vemelhos/super-macios para passar da Q2 à Q3, terá que iniciar a corrida com esses pneus e tentar realizar algumas voltas bastante rápidas para ganhar alguma margem para os seus adversários antes entrar nas boxes para montar os P Zero Brancos/médios. Depois, dependendo das circunstâncias da corrida, noutra paragem nas boxes, pode montar os P Zero Amarelos/macios, permitindo ao piloto atacar durante as últimas voltas.
    • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Desses 13 jogos, os pilotos e as suas respectivas equipas podem escolher as especificações de dez deles entre os três compostos disponíveis. Os restantes três jogos são definidos pela Pirelli – dois tipos obrigatórios para a corrida (um jogo de P Zero Amarelo/macio e um de P Zero Branco/médio) e um tipo obrigatório para a Q3 (um jogo de P Zero Vermelho/super-macios). A Haas F1 Team seleccionaram os seguintes jogos:
      • Grosjean: um jogo de pneus P Zero Branco/Médio, dois jogos de P Zero Amarelo/Macio e dezjogos de P Zero Vermelho/Super-Macio
      • Gutiérrez: dois jogos de P Zero Branco/Médio, quatro jogos de P Zero Amarelo/Macio e setejogos de P Zero Vermelho/Super-Macio.


    -HaasF1Team-

    Sobre a Haas F1 Team:

    A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing.

    Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.


     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    ANTEVISÃO GRANDE PRÉMIO PIRELLI RÚSSIA

    Quarta Corrida de 21

    Sochi, 29 de Abril a 1 de Maio 2016

     

     Pela quarta vez, e à semelhança de outras corridas, os compostos Médio, Macio e Supermacio foram os escolhidos para esta semana. Agora no seu terceiro ano, o Grande Prémio da Rússia em Sochi engloba uma pista variada e técnica, com uma superfície muito suave, que leva a um baixo desgaste e degradação dos pneus.

    O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DOS PNEUS:

    ·      Apesar de a pista ter apenas três anos, o asfalto está ainda em evolução e poderá ficar diferente.

    ·      Com o baixo nível de desgaste e de degradação dos pneus, não esperamos um elevado número de paragens na box.

    ·      Com condições climatéricas amenas, a degradação térmica dos pneus não deverá ser um problema.

    ·      A Curva 3 é a mais desafiante: Multi-apex de curvatura à esquerda que relembra a Curva 8 do Circuito de Istambul. 

    ·      Cerca de 1,7 Km dos 5.848-quilómetros da volta são realizados em estrada aberta ao público.

    ·      É esperada uma grande evolução da pista, dado que esta não é usada de forma intensiva.

     

    OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS:

    ·       Composto Médio (branco): Funciona numa gama baixa de temperatura e privilegia a durabilidade sobre a performance.

    ·       Composto Macio (amarelo): Uma das chaves para a vitória de Rosberg na China, dado que começou a corrida com este composto.

    ·       Composto Supermacio (vermelho): Com um nível de performance superior que o torna no pneu ideal para qualificações.

     

    COMO FOI HÁ UM ANO:

    ·       Vencedor: Hamilton (uma paragem: iniciou com Supermacio, trocou para Macio na volta 32).

    ·       Melhor classificado com uma estratégia alternativa: Perez, terceiro lugar (igualmente uma só paragem, mas aproveitou a entrada do safety car para mudar de Supermacio para Macio na volta 12, percorrendo de seguida 41 voltas até terminar).

    ·       Praticamente todos os pilotos fizeram apenas uma paragem, com somente dois a parar por duas vezes.

     

     

    PAUL HEMBERY, DIRETOR PIRELLI MOTORSPORT:

     

    ·      “Estamos de volta à Rússia apenas seis meses após cá termos competido, o que significa que provavelmente poderemos esperar condições de primavera diferentes das do outono passado. Esta é uma das pistas com menor desgaste que visitámos durante toda a temporada, logo poderemos esperar tempos entre paragens longos mesmo nos compostos Supermacios, tal como vimos com Lewis Hamilton no ano passado. Contudo, temos observado um notável aumento de performance dos carros em 2016, o que irá levar a um aumento de desgaste dos pneus e, por isso, os testes serão muito importantes para obter uma noção sobre o comportamento dos pneus nestas novas condições com carros de última geração.”

     

    O QUE HÁ DE NOVO?

    ·       Mercedes, Ferrari e Red Bull seguiram diferentes abordagens nas suas escolhas de pneus para Sochi.

    ·       A comissão da Fórmula 1 aceitou a nossa proposta de obtermos mais uns dias de testes a fim de nos prepararmos para 2017.

    ·       Em www.pirelli.com temos todos os detalhes sobre cada corrida e país, com atualizações regulares. 

    OUTROS FACTOS QUE RECENTEMENTE CAPTARAM A NOSSA ATENÇÃO:

    ·       Esta poderá ser a última corrida diurna do G.P. da Rússia: Uma corrida noturna poderá ser uma realidade em Sochi em 2017.

    ·       A competitividade da equipa Red Bull: Esperam causar “confusão” entre a dianteira da corrida.

    ·       Poderão fazer esqui após o G.P. da Rússia: A época de esqui em Sochi termina a 20 de maio aproximadamente.

    ·       Desfrutámos de algumas atividades locais: Blancpain GT Series, European GT4 e Lamborghini Super Trofeo, todos vieram a Monza no último fim-de-semana, a apenas meia hora da nossa sede.

     

    A NOMEAÇÃO DOS COMPOSTOS DE PNEUS ATÉ À DATA:

     

    Roxo

     

    Vermelho

     

    Amarelo

     

    Branco

     

    Laranja

    Austrália Supermacio Macio Médio
    Bahrein Supermacio Macio Médio
    China Supermacio Macio Médio
    Rússia Supermacio Macio Médio
    Espanha Macio Médio Duro
    Monte Carlo Ultramacio Supermacio Macio
    Canadá Ultramacio Supermacio Macio
    Azerbaijão Supermacio Macio Médio

     

     

     

    Siga o Racing Spot em pirelli.com e descubra conteúdos exclusivos da F1 em: http://racingspot.pirelli.com/global/en-ww/racingspot

     

    Videos e fotos em alta resolução, sem copyright, disponíveis para fins editoriais através da web de imprensa:  www.pirelli.com/f1pressarea (registo obrigatório). Siga-nos no Twitter @pirellisport ou Facebook: Pirelli Motorsport. Visite também o nosso website para mais informações sobre a marca: http://www.pirelli.com.




     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    PIRELLI RUSSIA GRAND PRIX PREVIEW
    Round four of 21
    Sochi, 29 April-1 May 2016

     For the fourth time in as many races, the medium, soft and supersoft compounds have been nominated this weekend. Now in its third year, the Russian Grand Prix at Sochi features a varied and technical track, with a very smooth surface that typically leads to low tyre wear and degradation. 

    THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW:

    • Although the track is now three years old, the asphalt is still evolving and may be different.
    • With wear and degradation being low, we would not expect a high number of pit stops.
    • Weather conditions tend to be mild, so thermal degradation is not a big issue.
    • The most challenging corner is Turn 3: a multi-apex left-hander that recalls Istanbul’s Turn 8.
    • About 1.7 kilometres of the 5.848-kilometre lap are run on roads open to the public.
    • A high degree of track evolution is expected, as the track is not otherwise used extensively.

    THE THREE NOMINATED COMPOUNDS:

    • White medium: a low working range compound that trades performance for durability.
    • Yellow soft: a key part of Rosberg’s victory in China, as he started the race on this compound.
    • Red supersoft: a significant performance advantage favours this as a qualifying tyre.

    HOW IT WAS A YEAR AGO:

    • Winner: Hamilton (one stop: started on supersoft, changed to soft on lap 32).
    • Best-placed alternative strategy: Perez, third (also a one-stopper, but took advantage of a safety car to change from supersoft to soft on lap 12, then ran 41 laps to the finish).      
    • Practically all the drivers stopped only once, with just two stopping twice.        

    PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTORSPORT DIRECTOR:                      

    • “We’re back to Russia just six months after coming to the race previously, which means that we can probably expect conditions in spring to be different from how they were last autumn. This is one of the lowest degradation tracks we visit all season, so we can expect to see some quite long stints even on the supersoft, as Lewis Hamilton showed last year. However, the performance increase that we have consistently observed from the 2016 cars will increase wear, so free practice will be very important to get an accurate read on tyre behaviour in these new conditions with the latest generation of cars.”

    WHAT’S NEW?

    • Mercedes, Ferrari and Red Bull have gone for a different approach to their Sochi tyre choices.
    • The Formula 1 Commission has accepted our proposal for more test days to prepare for 2017.
    • We have www.pirelli.com magazine features about every race and country, regularly updated.

    OTHER THINGS THAT HAVE CAUGHT OUR EYE RECENTLY:

    • This could be the last daytime Russian GP: a night race is a possibility in Sochi for 2017.
    • The competitiveness of Red Bull: they expect to cause “mischief” among the frontrunners.
    • You can go skiing after the Russian Grand Prix: ski season is Sochi only ends around 20 May.
    • We enjoyed some home action: the Blancpain GT Series, European GT4 and Lamborghini Super Trofeo all came to Monza last weekend: just half an hour from our headquarters.

    THE COMPOUND NOMINATIONS SO FAR:

    Purple Red Yellow White Orange
    Australia Supersoft Soft Medium
    Bahrain Supersoft Soft Medium
    China Supersoft Soft Medium
    Russia Supersoft Soft Medium
    Spain Soft Medium Hard
    Monte Carlo Ultrasoft Supersoft Soft
    Canada Ultrasoft Supersoft Soft
    Azerbaijan Supersoft Soft Medium

    Follow The Racing Spot on pirelli.com for exclusive F1 content:
    http://racingspot.pirelli.com/global/en-ww/racingspot

    alt

    alt

    alt

     

    DI GRASSI VENCE EM OARIS

     

    Lucas vence em Paris e abre mais dez pontos na liderança da Fórmula E

    Missão dada é missão cumprida: Brasileiro venceu na casa dos adversários da Renault e.Dams com largada perfeita, onde assumiu a ponta para não mais perde-la

     

    A Fórmula E realizou neste sábado (23) a sétima etapa da temporada 2015-2016, pela primeira vez correndo nas ruas de Paris. E na casa dos adversários da e.Dams Renault, Lucas di Grassi venceu pela terceira vez na temporada - a segunda vez seguida. O brasileiro, que chegara à França com apenas um ponto de vantagem para o suíço Sébastien Buemi, parte para a etapa caseira da ABT Schaeffler Audi Sport com 11 pontos na frente - a oitava etapa acontece em Berlim no dia 21 de maio.

    O palco escolhido foi a região de Les Invalides, próximo a cartões postais parisienses como a Torre Eiffel. "A torcida, a atmosfera, o local - tudo nessa corrida ajudou para que este fosse o melhor evento da Fórmula E até agora. E isso me deixa ainda mais orgulhoso por ter vencido", falou Lucas.

    Di Grassi construiu sua vitória com uma largada precisa. Partindo da segunda posição, o brasileiro conseguiu melhor aderência na saída para contornar a primeira curva já à frente do britânico Sam Bird, que largou na pole position. Dali em diante, Lucas tratou de imprimir um ritmo forte na primeira parte da corrida enquanto seus adversários lutavam por posição.

    O brasileiro chegou a alimentar mais de quatro segundos de vantagem para o segundo colocado, Jean-Eric Vergne, quando parou para seu pit stop obrigatório, na 23ª volta. Ele saiu atrás de seu companheiro de equipe Daniel Abt, que pararia na volta seguinte. Restabelecido na liderança, Lucas ainda manteve uma margem de certa forma confortável para o francês da Virgin DS, enquanto Sébastien Buemi, vice-líder do campeonato, lutava pelo terceiro lugar com Bird - e acabou conseguindo a posição final do pódio graças a um erro do britânico.

    Na volta 39, o chinês Ma Qin Hua bateu na curva que antecede a reta principal, causando a entrada do safety car. Pela quantidade de detritos deixada na pista - alertada inclusive por Di Grassi via rádio à equipe - e a demora na retirada do bólido do chinês, o carro de segurança permaneceu à frente do pelotão até a bandeira quadriculada.

    "Quando estávamos andando devagar com o safety car na pista eu pude ver as pessoas acenando das sacadas dos apartamentos - eu nunca vi nada parecido", narrou. "Até pareceu fácil olhando de fora, mas ali dentro não estava: a temperatura da pista estava baixa e era difícil levar os pneus e os freios à temperatura certa - e isso pode ser provado pela quantidade de erros que vimos na corrida hoje. Agora vamos para Berlim correr na casa da equipe como líderes do campeonato. Eu sei o que isso significa para todos os membros do time, parceiros, patrocinadores e fãs", disse.

    Foi a quarta vitória de Lucas di Grassi em sua carreira na Fórmula E, terceira nesta temporada e a segunda seguida. Resultado que o mantém na primeira posição na tabela da temporada com 126 pontos, 11 à frente de Buemi faltando quatro corridas (três etapas) para o fim da temporada.

    O próximo compromisso da Fórmula E acontece nas ruas de Berlim, capital da Alemanha, na terra da equipe de Lucas, a ABT Schaeffler Audi Sport.

    Resultado do e.Prix de Paris (top-10):
    1-) Lucas di Grassi (ABT Schaeffler Audi Sport) - 45 voltas
    2-) Jean-Eric Vergne (Virgin DS) - a 0s853
    3-) Sébastien Buemi (Renault e.Dams) - a 1s616
    4-) Nicolas Prost (Renault e.Dams) - a 2s142
    5-) Stéphane Sarrazin (Venturi) - a 3s044
    6-) Sam Bird (Virgin DS) - a 3s856
    7-) Robin Frijns (Andretti) - a 5s141
    8-) António Félix da Costa (Aguri) - a 7s000
    9-) Bruno Senna (Mahindra) - a 8s433
    10-) Daniel Abt (ABT Schaeffler Audi Sport) - a 9s479

    CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO (top-5)
    1-) LUCAS DI GRASSI - 126 pontos
    2-) Sébastien Buemi - 115
    3-) Sam Bird - 82
    4-) Jerôme D’Ambrosio - 64
    5-) Stéphane Sarrazin - 58

     

    ABT Schaeffler Audi Sport
    Clique na imagem para fazer o Donwload... 
    Lucas di Grassi vence o e-Prix de Paris, sétima etapa da Fórmula E
    Alta | Web

    ABT Schaeffler Audi Sport
    Clique na imagem para fazer o Donwload... 
    Brasileiro tracionou melhor na largada e assumiu a ponta na primeira curva
    Alta | Web

    ABT Schaeffler Audi Sport
    Clique na imagem para fazer o Donwload... 
    Piloto da ABT Schaeffler Audi Sport tratou de controlar a distância para o resto
    Alta | Web

    ABT Schaeffler Audi Sport
    Clique na imagem para fazer o Donwload... 
    Prova disputada em Paris reuniu belos cartões postais
    Alta | Web

    ABT Schaeffler Audi Sport
    Clique na imagem para fazer o Donwload... 
    Como a Torre Eiffel, por exemplo, e o Rio Sena
    Alta | Web

    ABT Schaeffler Audi Sport
    Clique na imagem para fazer o Donwload... 
    Terceira vitória de Lucas na temporada - quarta na categoria
    Alta | Web

    ABT Schaeffler Audi Sport
    Clique na imagem para fazer o Donwload... 
    O pódio
    Alta | Web

    ABT Schaeffler Audi Sport
    Clique na imagem para fazer o Donwload... 
    Lucas deixa a França com 11 pontos de vantagem na liderança sobre Buemi
    Alta | Web

     

    nto.

     

    FÓRMULA 1 É NO EUROSPORT

     

    FÓRMULA 1:
    GP DA RÚSSIA NO EUROSPORT 2
    Cobertura integral em direto: sessões de treino, qualificação e corrida


    Aí está o quarto Grande Prémio da temporada!
    Entre 29 de abril e 1 de maio, o circuito citadino de Sochi, projetado à volta do Parque Olímpico desta estância balnear russa no Mar Negro, será o palco da prova que vai inaugurar a temporada europeia do Campeonato do Mundo FIA de F1 2016: o Grande Prémio da Rússia.

     

    SERÃO ESTES OS FÓRMULA 1 DO FUTURO?

    SERÃO ESTES OS FÓRMULA 1 DO FUTURO?100. Copy101 Copy102 Copy

     

    VOLANTES NA FÓRMULA 1

    VOLANTES NA FÓRMULA 1

     

    S~ºao estes os volantes que os actuais piloto de Fórmula 1, usam nas corridas que têm efectuado esta época.volante1 Copyvolante2 Copyvolante3 Copyvolante4 Copyvolante5 Copyvolante6 Copyvolante7 Copyvolante8 Copyvolante9 Copy

     

    SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

    SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

     

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

     

    Está a compor-se! Mas haverá que regras nos carros de 2017, sobretudo nos motores.?

     

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

    CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1

     

    Um case study!

     

    Bernie sabe que os canais generalistas não lhe pagam o que quer, pois não conseguem justificar o investimento em direitos e produção apenas com publicidade. Mas sabe também que os canais pagos não conseguem os mesmos números de audiências, ainda que, com a venda das transmissões em pacote ou PPV, consigam suportar os custos totais de produção (muitas vezes os direitos, por si só, ficam aquém dos 50 por cento do total).
    Este é o dilema das transmissões desportivas no futuro, sobretudo dos produtos mais caros.
    Quanto às redes sociais, a solução é bem mais fácil e esperam-se enormes novidades já para 2017.

     

    Texto de João Carlos Costa

     

     

     

    A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

    A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

     

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

     

    As corridas não são para andar depressa?

     sabiam que a última curva do circuito de Sepang vai passar a ser... ainda mais lenta?

     

    FÓRMULA E CORRE EM PARIS

     

    FÓRMULA E corre nas ruas de Paris e Michel Vaillant é o anfitrião.1 Copy2 Copy3 Copy

     

    ANTÓNIO FELIX DA COSTA CORRE EM PARIS

    Corrida de Paris é já este fim de semana. Sem duvida uma especial com a Torre Eiffel como fundo! É tempo para me vingar das últimas corridas que foram duras de perder!


     

    ROSBERG E MERCEDES INCOLUME

     

    Nico Rosberg domina Grande Prémio de Fórmula 1 na China, Lewis Hamilton com excelente recuperação depois de um início de corrida dramático para o piloto inglês.

    •  Nico Rosberg alcançou este domingo no Circuito Internacional de Shangai a 17ª vitória da sua carreira, a 2ª neste circuito após 4 anos;
    •  Lewis Hamilton terminou na 7ª posição após uma excelente recuperação da 22ª posição;
    •  Esta vitória marcou o pódio Nº 100 para os Silver Arrows da Mercedes-Benz na Fórmula 1;
    •  Nico Rosberg lidera atualmente o Mundial de Pilotos com 75 pontos, com Lewis Hamilton a manter a 2ª posição;
    •  A equipa MERCEDES-AMG PETRONAS tem agora 114 pontos e lidera o Mundial de Construtores com uma diferença de 53 pontos para a Ferrari.SNE12521 CopySNE21963 Copy
     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    Russian Grand Prix, April 29 – May 01, 2016

    SELECTED SETS PER DRIVER

     The FIA has communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Russian Grand Prix.

    alt

     

    SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

    SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

     

    E de repente, tudo se pode complicar? Toto Wolff veio a público afirmar que não entente as regras de 2017 nem a necessidade das mesmas, sobretudo agora que as actuais permitem espectáculo, estão bem rodadas e que a mudança acarretaria um esforço difícil de suportar por equipas como a Williams e a Force India, as quais podiam ainda ficar mais longe do grupo da frente. 


    Sendo a teoria de quem ganha, e por isso sabe que qualquer mudança pode levar a alterações nesse estado de coisas, tem algum valor. Os ciclos de três anos são demasiado curtos. O que pertence fazer, significa uma mudança radical, tanto nos chassis como nos motores. Nesta altura, com as mesmas regras, os F1 estão cinco segundos mais velozes do que em 2014. E a evolução continua, sem parar. Pergunto: não seria melhor deixar as equipas e os construtores de motores fazer o seu trabalho e levar este actual regulamento até à entrada do futuro "Pacto da Concórdia", pelo menos na questão dos motores. Ou vamos ter apenas um regulamento para 2017 (ou 2018) até 2019, mudando tudo outra vez?


     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    2016 China Grand Prix – Race – Infographics

    alt

    alt

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    2016 China Grand Prix – Race

    MOST DRIVERS OPT FOR THREE STOPS BUT A TWO-STOPPER
    ALLOWS ROSBERG’S WINNING STREAK TO CONTINUE

    WIDE VARIETY OF DIFFERENT STRATEGIES AND TYRE TACTICS ON ONE
    OF THE MOST CHALLENGING TRACKS OF THE YEAR

     Mercedes driver Nico Rosberg claimed victory from pole using a two-stop strategy in China: one of the most action-packed and challenging races of the year. The majority of drivers used a three-stop strategy: however there were a number of different variations on this theme. Rosberg used a two-stop soft-soft-medium strategy to win: the same as Felipe Massa, who finished sixth for Williams.
    A very different strategy was used by Mercedes driver Lewis Hamilton, who climbed to seventh place behind Massa after starting from the back as a result of a technical problem in qualifying, despite making five pit stops.
    In total, 13 drivers used all three compounds available, in a strong demonstration of how the latest regulations have shaken up the range of tactics that are possible during a grand prix.

    Paul Hembery: Pirelli motorsport director: “Most teams came into the Chinese Grand Prix, which we were delighted to sponsor this year, with not as much dry running as they would like. As a result, their strategy forecasts were made even harder, but Rosberg and Mercedes made exactly the right calls after starting on the soft tyre: which just goes to show how strategy really starts from before qualifying. Shanghai is one of the most demanding circuits of the year, yet Rosberg’s win was achieved with just two pit stops. Behind the winner a wide variety of different approaches were used, underlining how teams are using the 2016 three-compound choice to great effect”.

    Medium Soft Supersoft
    First ROS 1m40.418s VES 1m40.399s HUL 1m39.824s
    Second HAM 1m40.662s ROS 1m40.580s GRO 1m39.923s
    Third RIC  1m41.015s NAS 1m40.582s BUT 1m40.298s

    Longest stint of the race:

    Medium Perez 28 (laps)
    Soft Vettel 21
    Supersoft Vettel 13

    Truthometer: We predicted a three-stop strategy as being fastest, starting on supersoft and then switching to soft on laps 11, 26 and 41. Rosberg however started on the soft, so we thought that for him a three-stopper changing to soft on laps 16 and 31, then supersoft from lap 46,could be interesting. In the end he stopped twice, for the soft on lap 16 and medium on lap 39.

     

     

    alt

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    G.P. China 2016 - Corrida

    A MAIORIA DOS PILOTOS OPTA POR TRÊS PARAGENS, MAS RORSBERG COM DUAS PARAGENS CONTINUA A VENCER

    GRANDE VARIEDADE E DIFERENTES ESTRATÉGIAS,  COMO TÁTICAS DE PNEUS, NUM DOS MAIS COMPETITIVOS      CIRCUITOS DO ANO 

     

     O piloto da Mercedes Nico Rosberg, obteve a vitória a partir da pole, utilizando uma estratégia de duas paragens no G.P. da China, sendo uma das corridas com mais ação e disputada do ano. A maioria dos pliotos optou pela estratégia com três paragens, no entanto referente a este tema houve diversas variantes. Rosberg venceu, utilizando uma estratégia de duas paragens com os compostos (macio/macio/médio), igual estratégia utilizada pelo Felipe Massa em Williams que terminou na sexta posição.  Uma estratégia muito diferente foi usada pelo piloto da Mercedes, Lewis Hamilton, que obteve a sétima posição, atrás de Massa, e apesar de parar cinco vezes deviddo a “pit Stop´s” e  depois de começar a prova de trás, devido a um problema técnico na sessão de qualificação. No total, houve 13 pilotos que utilizaram os três compostos disponíveis, numa forte demonstração de como os novos regulamentos de pneus, contribuíram para que diversas táticas e estratégias sejam possiveis durante um grande prémio.                              

    Paul Hembery, diretor da Pirelli Motorsport: “ A maioria das equipes que vieram até ao Grande Prémio da China, o qual tivemos o prazer de patrocinar este ano, e que não secou muito como elas gostariam. Como resultado, as previsões das estratégias foram mais dificeis, mas a Mercedes e Rosberg realizaram exatamente as melhores opções após iniciar com o pneu de composto macio. Isto demonstra realmente, como a estratégia começa antes das sessões de qualificação. Xangai é um dos circuitos mais exigentes do ano, mas a vitória de Nico Rosberg foi alcançada apenas com duas paragens. No lugares seguintes, uma variedade de diferentes estratégias foram utilizadas, sublinhando como as equipas estão a utilizar a opção de usar os três compostos com grande regularidade. ” 

    Tempos mais rápidos do dia por composto:

     

    Médio

    Macio

    Supermacio

    Primeiro

     ROS 1m40.418s

     VES 1m40.399s

     HUL 1m39.824s

    Segundo

     HAM 1m40.662s

     ROS 1m40.580s

     GRO 1m39.923s

    Terceiro

     RIC 1m41.015s

     NAS 1m40.582s

     BUT 1m40.298s

     

    Os maiores turnos da corrida por composto:

    Médio

     Perez

     28 (voltas)

    Macio

    Vettel

     21

    Supermacio

     Vettel

     13

     

    Previsão Pirelli: A nossa previsão para a estratégia mais rápida, era com três paragens, iniciando com o composto supermacio e trocar para o macio nas voltas 11, 26 e 41. No entanto, pensámos que seria interessante que  Rosberg iniciasse com o composto macio, novamente para macio nas voltas 16 e  31 e para o ultimo turno, na volta 46 , colocar supermacio. No final, apenas parou duas vezes, trocou para macio na volta 16 e trocou para médio na volta 39.

     

     

    CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2016

    Grande Prémio da China: Resumo da Corrida

     

     

    alt

    Evento:  Grande Prémio da China (3º round de 21)

    Data:  Domingo, 17 de Abril

    Local:  Circuito Internacional de Xangai

    Layout:  5,451 quilómetros (3,387 milhas), circuito de 16 curvas

    Condições climatéricas:  Sol, 22ºC (72ºF)

    Vencedor da corrida:  Nico Rosberg, Mercedes

    Haas F1 Team:

    Esteban Gutiérrez – arrancou de 18º, terminou em 14º (completou 55 das 56 voltas)

    Romain Grosjean – arrancou de 14º, terminou em 19º (completou 55 das 56 voltas)

     

     

    A Haas F1 Team não conseguiu, no Grande Prémio da China, marcar pontos consecutivamente pela terceira vez, mas conseguiu efectuar outra estreia na sua primeira temporada de Fórmula 1 – ambos os pilotos da Haas F1 Team terminaram a corrida, algo que não tinha ainda acontecido nas duas primeiras provas do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, na Austrália e no Bahrein.


    Gutiérrez terminou no décimo quarto posto e liderou a Haas F1 Team em Xangai, ao passo que Grosjean cruzou a meta no décimo nono lugar. Cada um deles completou cinquenta e cinco das cinquenta e seis voltas de corrida, sendo dobrados no final da prova por Nico Rosberg, que levou o seu Mercedes até à vitória, com uma vantagem massiva de 37,776s sobre o segundo classificado, Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari.


    A corrida sólida de Gutiérrez foi garantida através de uma estratégia de três paragens. O piloto de vinte e quatro anos começou a corrida com pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio para, depois, na trigésima quinta volta, trocar por Pirelli P Zero Vermelho/Super-Macio. Gutiérrez montou outro jogo de pneus super-macios na quadragésima quarta volta, tendo este o levado até ao final da corrida. Foi a primeira vez que completou a distância de prova na temporada de 2016, dado que o Gutiérrez abandonou na Austrália e no Bahrein.


    Depois de celebrar o seu trigésimo aniversário hoje, Grosjean arrancou de décimo quarto e estava na mesma estratégia que o seu colega de equipa. Essa estratégia, no entanto, teve um pequeno percalço, quando uma confusão na primeira curva da primeira volta enviou Grosjean para as boxes para trocar a asa dianteira. Uma carambola que envolveu diversos carros acabou por significar que Marcus Ericsson se tivesse atravessado à frente do VF-16 do Grosjean. Grosjean foi obrigado a realizar uma paragem nas boxes não programada logo na primeira volta, tendo sido gasto tempo valioso a montar a nova asa. Apesar de ter regressado no vigésimo primeiro lugar, Grosjean empregou a mesma tenacidade que lhe permitiu terminar entre os seis primeiros por duas vezes consecutivas nas provas de abertura da temporada. Ganhou duas posições, terminando a corrida no décimo nono posto.


    Apesar de não ter marcado pontos em Xangai, a Haas F1 Team mantém-se no quinto lugar do Campeonato de Construtores, onze pontos da quarta classificada, a Williams, e com um ponto de avanço para a sexta, a Toro Rosso.


    Rosberg permaneceu imbatível em 2016, alargando a sua senda vitórias para seis, tendo sido a primeira alcançada no Grande Prémio do México do ano passado. O seu triunfo foi o seu segundo no traçado de 5,451 quilómetros e dezasseis curvas, tornando-o no terceira piloto, apenas, com múltiplos triunfos no Grande Prémio da China, juntando-se ao seu colega de equipa na Mercedes, Lewis Hamilton, e a Fernando Alonso. Rosberg lidera o Campeonato de Pilotos com uma vantagem de trinta e seis pontos para Hamilton.


     

    “Foi uma corrida horrível. O arranque foi terrível quanto o (Marcus) Ericsson veio contra mim e partiu a minha asa dianteira. Depois tivemos o Safety-Car e pensei: ‘OK, talvez ainda possamos fazer algumas coisa’. Mas o equilíbrio do carro estava longe de ser bom. Não sei o que aconteceu. De alguma forma, é positivo que tenhamos tido uma corrida tão difícil, porque podemos analisar o que correu mal, o que fizemos bem e o que poderíamos ter feito diferente. Vamos voltar ainda mais fortes. Foi uma corrida difícil depois das duas primeiras. Não foi o aniversário que esperava.”


     

    “Hoje tivemos um dia divertido e terminar a corrida foi muito importante. Penso que agora podemos evoluir a partir desta performance para nos prepararmos para a Rússia. Quero agradecer aos rapazes, dado que estão a realizar um trabalho fantástico. As paragens nas boxes foram fabulosas. Infelizmente, o DRS não estava a funcionar e, por isso, foi difícil ultrapassar, mas no geral foi uma corrida sólida. Agora temos que terminar nos pontos e é nisso que nos vamos focar. Estou ansioso pela próxima corrida”


    “Foi uma corrida difícil para nós, mas levamos os dois carros até à bandeirada de xadrez. Os pilotos realizaram o seu trabalho. O Romain foi azarado no início, tendo perdido parte da sua asa dianteira. Teve que vir às boxes para trocar a asa, o que lhe custou posições em pista. O carro depois estava muito difícil de pilotar. Foi uma boa classificação para o Esteban. Pela primeira vez terminou uma corrida com a Haas F1 Team. Penso que aprendemos muito este fim-de-semana e tudo o que aprendemos será aplicado na Rússia. Vamos ver o que poderemos fazer lá.”


     

    A quarta ronda do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 será o Grande Prémio da Rússia, em Sochi. Os treinos-livres iniciam-se no dia 29 de Abril, a qualificação no dia 30 e a corrida será realizada a 1 de Maio.




    -HaasF1Team-



    About Haas F1 Team:

    Sobre a Haas Automation

    A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

    Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

    A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ou facebook.com/haasportugal.

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    2016 Chinese Grand Prix – Qualifying

     ROSBERG CLAIMS POLE POSITION ON SUPERSOFT
    AT CHINESE GRAND PRIX AFTER ACTION-PACKED QUALIFYING

     Following the warm conditions of yesterday, this morning the rain came down in Shanghai. As a result, the teams used the full wet and intermediate tyre for the first time since the FP1 in Melbourne, before conditions dried up for qualifying in the afternoon. Various mechanical incidents and driver errors made for an action-packed qualifying session at the demanding Shanghai circuit, where Mercedes driver Nico Rosberg emerged with pole position. With Hamilton not qualified after Q1, Mercedes driver Nico Rosberg ran the soft tyre in Q2, meaning that this is the compound he will start with tomorrow.

    Paul Hembery: Pirelli motorsport director: “The rain in the morning added a different dimension to the action today, complicating the strategy at what is already a complex race by depriving the teams of dry running before qualifying. That may have been one of the reasons why we saw such an action-packed qualifying today, with some incidents that have helped to shake up the grid for tomorrow, as we returned to the previous system of qualifying. The supersofts clearly have a speed advantage here, but there is scope for an interesting alternative strategy by starting on the soft, as Nico Rosberg has shown. There are a couple of potential three-stops winning strategies in play for the race: the teams will have to be reactive, so we expect to see a wide variety of different tactics in play.”

    How the tyres behaved today:
    Medium          Not much used today, some teams could use this at the end of the race.
    Soft                 Used by some teams in qualifying, notably Mercedes in Q2.
    Supersoft       About 0.8s faster than the soft: but at the cost of a short opening stint.
    Wet                 Used at the start of FP3, helped to dry the track.
    Intermediate Set the fastest time in FP3.

    Race strategy: With the teams having comparatively little slick tyre data to go on, the strategy calculations for the 56-lap race have taken on a new twist. The rain also has the effect of washing any rubber that has been laid down off the surface, which again affects tyre behaviour.  Tyre wear and degradation in China is traditionally high, so the optimal strategy should theoretically be a three-stopper: start on the supersoft and then change to the soft on laps 11, 26 and 41. An alternative strategy (Rosberg, for example) would be to start the race on soft, run soft for the majority of the race (changing around lap 16 and 31), and then put on the supersoft for the final stint around lap 46. Am S/S/S/Mediuum strategy looks interesting but slightly slower.

    FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES

    Vettel 1m57.351s  Intermediate New 
    Bottas  1m58.061s Intermediate New
    Perez  1m58.689s Intermediate New 

    QUALIFYING TOP 10

    Rosberg  1m35.402s Super Soft New 
    Ricciardo  1m35.917s  Super Soft New
    Raikkonen  1m35.972s  Super Soft New
    Vettel  1m36.246s  Super Soft New
    Bottas  1m36.296s  Super Soft New
    Kvyat  1m36.399s  Super Soft Used
    Perez  1m36.865s  Super Soft New
    Sainz  1m36.881s  Super Soft New
    Verstappen 1m37.194s Super Soft New
    Hulkenberg

    LONGEST STINT SO FAR

    SOFT Raikkonen   17 
    MEDIUM Bottas 16
    SUPERSOFT Raikkonen 11 
    SUPERSOFT Perez 11
    SUPERSOFT Hulkenberg 11
    INTERMEDIATE Nasr 7
    WET Verstappen 6

    BEST TIME BY COMPOUND SO FAR

    MEDIUM Hamilton  1m38.791s 
    INTERMEDIATE Vettel 1m57.351s
    WET Sainz  1m58.800s 
    SOFT Rosberg 1m36.240s
    SUPERSOFT Rosberg 1m35.402s

     

    alt

     

    CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

    Grande Prémio da China: Resumo da Qualificação

     

     

    alt

    Evento:  Qualificação para o Grande Prémio da China

    Data:  Sábado, 16 de Abril

    Local:  Circuito Internacional de Xangai

    Layout:  5,451 quilómetros (3,387 milhas), circuito de 16 curvas

    Condições Climatéricas: Céu nublado , 23ºC (73ºF)

    Recorde da Volta:  1m32,238 Michael Schumacher 2004  - Ferrari

    Pole-Position:  Nico Rosberg - Mercedes (1m35,402s)

    Resultado:

    - Romain Grosjean 14º, iniciará a corrida no exterior da 7ª linha

    - Esteban Gutiérrez 18º, iniciará a corrida no exterior da 9ª linha


    • tem a duração de 18 minutos, sendo disputada pelos 22 pilotos
    • os 16 pilotos mais rápidos avançam para a Q2

    Grosjean:  14º (1m38,425s), avançou para a Q2

    Gutiérrez:  18º (1m38,770s)

    Piloto mais rápido:  Sebastian Vettel Scuderia - Ferrari (1m37,001s)

    Cutoff:  16º Felipe Nasr - Sauber (1m38,654s)

    • tem a duração de 15 minutos, sendo disputada pelos 16 pilotos mais rápidos da Q1
    • os 10 pilotos mais rápidos avançam para a Q3

    Grosjean:  14º (1m39,830s)

    Piloto mais rápido:  Kimi Raikkonen - Scuderia Ferrari (1m36,118s)

    Cutoff:  10º Nico Hulkenberg - Force India (1m37,333s)

     

    • tem a duração de 12 minutos, sendo disputada pelos 10 pilotos mais rápidos da Q2, que lutam pela pole-position
    Pole-Position:  Nico Rosberg - Mercedes (1m35,402s)

    Segundo:  Daniel Ricciardo - Red Bull Racing (1m35,917s)

     

     

    A qualificação foi disputada com a pista seca, depois de nos derradeiros treinos-livres terem sido usados os Pirelli Cinturato Azul/Chuva, antes de muitos terem experimentado os Pirelli Cinturato Verde/Intermédio.


    Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, cumpriram no seu conjunto onze voltas na terceira sessão de treinos-livres, com o Grosjean a realizar quatro e o Gutiérrez sete. O Grosjean realizou todas as suas voltas com pneus Azuis/chuva. o Gutiérrez mudou para os Verde/Intermédios para as suas últimas três voltas.


    Apesar de as condições climatéricas não terem sido benéficas, o tempo de pista foi bem-vindo depois do dia inconsistente de sexta-feira, quando o tempo em pista foi limitado, especialmente para o Gutiérrez, que totalizou apenas seis voltas e nenhuma delas lançada. Grosjean, comparativamente, completou trinta e uma voltas, mas teve dificuldades com o equilíbrio aerodinâmico e de travagem.


    Apesar da chuva na sessão de treinos-livres final, a pista secou para a qualificação, excepto em algumas zonas da recta da meta. As equipas que inicialmente seleccionaram os pneus Verde/intermédios rapidamente os trocaram pelos Pirelli P Zero Vermelho/Super-Macio.


    Dezasseis pilotos avançaram da Q1 para a Q2 e o Grosjean foi um deles. A sua volta de 1m34,425s colocou-o no décimo quarto lugar, o que lhe permitiu ingressar no segundo segmento da qualificação pelo segundo Grande Prémio consecutivo. A melhor volta de Gutiérrez foi de 1m38,770s, o que o colocou no décimo oitavo lugar.


    Os Vermelho/Super-Macios permaneceram os pilotos preferidos na Q2 para todos, excepto para Nico Rosberg, que optou pelos Pirelli P Zero Amarelo/Macio. Depois de ter realizado na sua primeira volta lançada na Q2 a marca de 1m39,830s com pneus usados, Grosjean estava apostado em melhorar a sua marca, mas uma situação de bandeira vermelha, devido à paragem em pista do Force India de Nico Hulkenberg, negou-lhe essa possibilidade. Grosjean ficou assim no décimo quarto lugar da grelha de partida.


    Os dez primeiros pilotos da Q2 avançaram para a Q3. Apesar de não ser o que pretendia, o décimo quarto lugar na qualificação acabou por trazer um aspecto positivo para Grosjean: ao não passar à Q3, poupou um jogo de pneus para a corrida. Quem passou à Q3 usou mais um jogo dos treze a que têm direito, o que os deixa com um a menos para a corrida.


    O Rosberg conquistou a pole-position, com a marca de 1m35,402s, a sua primeira da temporada, a vigésima terceira da sua carreira e segunda em Xangai.


     

    “Penso que o carro hoje estava melhor que ontem, e estávamos mais perto dos tempos da frente. Isso é positivo. Tivemos muito azar com a bandeira vermelha no final da Q2. Não fizemos uma volta lançada com pneus novos na Q2 e o resultado foi este. Não é a melhor posição para amanhã, mas a corrida é longa. A degradação de pneus é enorme, portanto, vamos tentar tirar o melhor partido disso. Não tem sido um bom fim-de-semana para nós, com diversas bandeiras vermelhas na primeira sessão de treinos-livres, depois a terceira foi realizada com a pista molhada. Tudo tem sido um pouco complicado para nós. Amanhã será outro dia, de preferência diferente do de hoje.”



    “Foi uma sessão complicada no início. Estava a planear fazer o máximo de voltas possível, basicamente, era a primeira vez que estava a andar na pista. Foi difícil alcançar um bom ritmo. Dei o meu melhor. O nosso objectivo, agora, é a corrida de amanhã e conseguir tirar o melhor partido do nosso carro.”


    “Foi uma qualificação excitante. Foi bom estar de regresso ao velho sistema. Para nós, foi a primeira vez neste formato e tivemos algumas dificuldades, mas no final estivemos bem. A posição de arranque do Romain, 14ª, é positiva.

    Infelizmente, o Esteban não passou à Q2 e vai arrancar de 18º. Estou ansioso pela corrida de amanhã e espero que seja tão emotiva como a qualificação. Estou seguro de que os pneus terão um papel preponderante e estou convencido de que faremos uma boa corrida.”



    -HaasF1Team-

     

     

    Sobre a Haas Automation

    A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

    Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

    A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ou facebook.com/haasportugal.

     

    HAAS NO G.P.CHINA

    Grande da China: O resumo de sexta-feira

     

    alt


    Evento:  Treinos-Livres 1(TL1) e Treinos-Livres 2 (TL2)

    Data:  Sexta-feira, 15 de Abril

    Local:  Circuito Internacional de Xangai

    Layout:  5,451 quilómetros (3,387milhas), circuito de 16 curvas

    Condições climatéricas:  Sol, ficando gradualmente parcialmente encoberto

    Temperatura:  22ºC (71ºF)

    Pilotos:  Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez



    Grosjean:  14º (1m41,358s), nove voltas

    Gutiérrez:  21º (sem tempo), duas voltas

    Piloto mais rápido:  Nico Rosberg Mercedes (1m38,037s)

    Piloto com mais voltas:  Rio Haryanto Manor Racing (20 voltas)



    Grosjean:  16º (1m39,890s), 22 voltas

    Gutiérrez:  21º (1m42,954s), 4 voltas

    Piloto mais rápido:  Kimi Raikkonen Ferrari (1m36,896s)

    Piloto com mais voltas:  Pascal Wehrlein Manor Racing (36 voltas)



    As equipas encontraram a pista seca e com Sol, mas a primeira sessão de treinos-livres do Grande Prémio da China, no Circuito Internacional de Xangai, produziu poucos dados para a Haas F1 Team. Um problemas num sensor da caixa de velocidades impediu que Esteban Gutiérrez realizasse qualquer volta ao circuito de 5,441 quilómetros e dezasseis curvas para lá das de instalação. Entretanto, uma série de pneus furados – dois sofridos pelo o Williams de Felipe Massa e um pelo Renault de Kevin Magnussen – promoveu o aparecimento das bandeiras vermelhas por duas vezes, reduzindo drasticamente o período de pista. Romain Grosjean conseguiu completar nove voltas, todas com os Pirelli P Zero Amarelo/Macio. A sua melhor volta foi de 1m41,358s, a décima quarta mais rápida da sessão. Nico Rosberg, em Mercedes, assegurou a melhor volta (1m38,037s) e Rio Haryanto, Manor, foi quem mais voltas realizou.


    A segunda sessão de treinos-livres do dia não foi melhor para Gutiérrez, dado que um problema nos travões traseiros logo no início, permitiu-lhe completar apenas quatro voltas, tendo sido duas delas durante a série de instalação. A sua melhor marca foi de 1m42,954s, o que o colocou no vigésimo primeiro lugar da tabela de tempos. A Grosjean correu um pouco melhor, realizando vinte e duas voltas durante três runs distintos. A sua melhor volta foi de 1m39,890s, efectuada com pneus Pirelli P Zero Vermelho/Super-Macio. No entanto, Grosjean sentiu dificuldades com o equilíbrio aerodinâmico e dos travões e não foi capaz de encontrar um bom nível de conforto. O Kimi Raikkonen colocou-se no topo da tabela de tempos com o registo de 1m36,896s, à frente do seu colega de equipa na Ferrari, Sebastian Vettel. Pascal Werhlein foi quem mais voltas completou (36 voltas).



    "Não foi um dia ideal para a equipa. O Esteban teve muitos problemas. Tivemos que experimentar a asa nova, mas a pista está muito difícil de entender. Não conseguimos colocar tudo a funcionar da forma como queríamos. O carro está muito difícil de pilotar. Não está fácil. Hoje, os rapazes terão uma longa noite para tentar analisar o que podemos melhorar para amanhã. Neste momento não estamos onde gostaríamos de estar. Temos que perceber o que se passa e trabalhar nisso. Hoje foi prejudicial sermos uma equipa nova e não termos dados dos anos anteriores. Tentámos soluções diferentes, mas nada parece resultar, para já.”



    “Foi um dia muito difícil. Será muito importante analisar todos os dados esta noite para solucionar os problemas e preparar-nos para a amanhã e restante fim-de-semana. A equipa está a trabalhar arduamente e estou confiante de que rectificaremos a situação. Estou ansioso para voltar à pista, amanhã.”



    “O dia de amanhã será um dia desafiante, sobretudo para o Esteban. De manhã tivemos um problema com um sensor da caixa de velocidades, o que o impediu de ir para a pista. Depois, da parte da tarde, tivemos uma dificuldade com o sistema brake-by-wire, resultando numa falha de travões, que pegaram fogo. Infelizmente, ele não pôde regressar à pista, dado que tivemos que substituir todo o trem traseiro. No que diz respeito ao Romain, foi difícil encontrar uma boa afinação para a pista. Estragámos um jogo de pneus numa travagem na TL2 e, depois, passou o resto da tarde a trabalhar na afinação. Vamos esperar que amanhã seja um dia melhor.”


    Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (12h00-13h00) antes do início da qualificação às 15h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os 16 pilotos mais rápidos da Q1 a avançarem para a Q2. Depois, os dez primeiros da Q2 passam para a Q3, durante a qual a pole-position será disputada.


     

    CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

    CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1

     

    G.P CHINA

     

    Situação estranha na pista chinesa com inumeros furos de diferentes monolugares...

     

    Que agitação no primeiro treino livre para o G.P. da China! Alguns furos suspeitos levaram mesmo a direcção de prova a interromper a sessão para uma cuidada inspecção ao circuito!

     

    CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2016

    CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1

     

    G.P.CHINA

     

    FERRARI SURPRENDE MERCEDES

     

    Raikkonen e Vettel surpreenderam a Mercedes, sendo os mais rápidos no segundo treino na China. Mas o que quererá isso dizer na realidade?...

     

    NGK SPARK PLUGS EQUIPA SCUDERIA FERRARI

    Scuderia Ferrari e equipamentos NGK Spark Plug juntos novamente para mais uma temporada

    A NGK Spark Plug e a Scuderia Ferrari juntaram-se pela primeira vez em 1996.

    Pela 21ª vez, a Scuderia Ferrari, a equipa de Fórmula 1 mais rica em tradição, e a NGK Spark Plug, maior fabricante mundial de velas de ignição, estão a unir forças para enfrentar uma forte concorrência na temporada de corridas. A renovação da associação foi anunciada oficialmente em fevereiro, por ocasião da apresentação do carro em Maranello.

    A NGK Spark Plug e as corridas - em particular, a Fórmula 1 estão junto como fogo e enxofre. O especialista em velas de ignição e sondas colaborou em mais de 300 vitórias – tanto de construtores como de pilotos - contribuindo para 32 títulos, só na Fórmula 1. Muitos destes sucessos foram o resultado de uma cooperação que tem continuado por mais de duas décadas: a NGK Spark plug e Scuderia Ferrari juntaram-se pela primeira vez em 1996. Nos anos seguintes, ganharam seis Campeonatos Mundiais de Pilotos e oito prémios de Construtores.

    Na temporada 2016/2017, a Scuderia Ferrari e a NGK Spark Plug voltam novamente a estar na linha de partida como uma equipa. A NGK Spark Plug é o fornecedor exclusivo de velas para o SF16 - H, que a Scuderia Ferrari apresentou recentemente ao público. Além disso, para celebrar a longa associação das duas empresas, o carro mostra num lugar destacado o logótipo da NGK.



    Scuderia_Ferrari_SF16

     

    HAAS EXPECTANTE PARA XANGAI

     

    Expectativas altas para Xangai

    A Haas F1 Team ambiciona os pontos pela 3ª vez consecutiva

     

     – A Haas F1 Team chega à terceira ronda do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 num impressionante quinto lugar do Campeonato de Construtores graças a resultados consecutivos do Romain Grosjean. Desde que a Shadow Racing – outra equipa americana – se estreou em 1973, com resultados nos pontos consecutivos para o californiano George Follmer, que uma organização não terminava entre os seis primeiros nas suas duas primeiras corridas.


    Agora, a Haas F1 Team – a primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos – tem a oportunidade criar história quando chegar a Xangai para o Grande Prémio da China. A corrida de cinquenta e seis voltas ao Circuito Internacional de Xangai, com o perímetro de 5,451 quilómetros e dezasseis curvas, marcará a terceira prova da Haas F1 Team e, para além de mais pontos para Grosjean, o principal objectivo é garantir que o seu colega de equipa, Esteban Gutiérrez, termine e também nos pontos.


    Enquanto Grosjean conquistou um sexto lugar na prova de abertura da temporada, o Grande Prémio da Austrália, apoiado por um quinto lugar no Grande Prémio do Bahrein, Gutiérrez foi bafejado pelo azar e não pôde reproduzir o mesmo tipo de resultados. Apesar de um ritmo semelhante ao do seu colega de equipa, na Austrália Gutiérrez foi vítima de um acidente para o qual em nada contribuiu com dezasseis voltas cumpridas, ao passo que no Bahrein uma dificuldade técnica obrigou-o ao abandono após nove voltas.


    A força colectiva da Haas F1 Team foi vislumbrada na qualificação do Bahrein, com ambos os pilotos a avançarem com solidez para a Q2, tendo Grosjean se qualificado em nono e Gutiérrez em décimo terceiro. Foi a primeira vez na história da Haas F1 Team que os seus pilotos avançaram para a Q2 – outro feito alcançado na época de estreia da equipa.


    Para se ter sucesso na China é necessário vencer o desafio apresentado pelas “curvas caracol” e a enorme recta traseira de Xangai. As curvas caracol assemelham-se a um caracol e forçam os pilotos adoptar um ritmo de caracol – pelo menos comparando com a normalidade da Fórmula 1. Estas curvas, que compreendem as curvas 1-4 e 11-13, opõem-se aos 1400 metros da recta traseira – a mais longa da Fórmula 1. Assegurar o apoio aerodinâmico necessário para maximizar estes elementos vastamente divergentes, juntamente com outros aspectos da pista, é semelhante a andar no fio da navalha.


    O décimo terceiro Grande Prémio da China é o terceiro round da temporada deste ano e a Haas F1 Team ambiciona os pontos pela terceira vez consecutiva na terceira corrida da sua existência. Para Grosjean, a oportunidade de marcar pontos surge no dia do seu trigésimo aniversário. Para Gutiérrez, terminar nos pontos marcaria o seu terceiro Grande Prémio da China.


    A numerologia é um bom pronuncio para a Haas F1 Team, dado que o três é um número muito importante na cultura chinesa. Pronunciado “sān”, é semelhante ao caractér de nascimento. É claro que, logo após o nascimento vem o crescimento e, desde a estreia na Austrália, a estatura da Haas F1 Team cresceu a um ritmo considerável – um ritmo que pretende manter na China.

    Circuito Internacional de Xangai

    Perímetro: 5,451 km (3,387 milhas)

    Voltas: 56

    Distância de Corrida: 305,066 km (189,559 milhas)

    Transmissão Televisiva:Eurosport 2 HD 6h30m

    alt

    Sobre a Haas Automation

    A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitarwww.HaasCNC.com.

    Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal


    A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ oufacebook.com/haasportugal.

    alt

     

    Dois Grandes Prémios, duas corridas muito fortes para a Haas F1 Team. Esperava que este sucesso fosse possível de alcançar tão cedo?

    “Não, realisticamente, não. Sempre dissemos que gostaríamos de marcar pontos e de fazer a diferença. Queríamos estar no meio do pelotão, mas terminar no sexto e quinto lugares nas primeiras duas corridas não estava certamente nos planos. Mas nós não nos fazemos de rogados e estamos satisfeitos com os resultados.”


    A equipa aprendeu cada vez mais durante cada um dos Grandes Prémios. Mas o que estão a aprender sobre a estratégia de pneus e de que forma os diferentes tipos de compostos afectam o carro?

    “É sempre específico de cada Grande Prémio. Saímos para a pista e testamos na sexta-feira e no sábado e, sobretudo, observamos a degradação dos pneus e os níveis de aderência. Na Austrália usámos os dados que recolhemos em Barcelona, dado que não rodámos muito em Melbourne devido às condições climatéricas. As corridas são todas diferentes, assim como as pistas. Cada pneu reage de forma diferente à pista e tentamos sempre aprender o máximo que podemos durante os fins-de-semana de corridas. Por outro lado, temos que escolher os pneus antes dos fins-de-semana de corridas. A nossa equipa tem feito boas decisões e escolheu os pneumáticos certos para o momento certo.”


    Com o formato de qualificação usado na Austrália e no Bahrein , era muito vantajoso alcançar a Q2 sem passar à Q3?

    “Na Austrália estivemos longe de chegar à Q2 devido a algumas dificuldades na Q1. No Bahrein ficámos muito satisfeitos por não chegar à Q3, dado que isso permitiu-nos iniciar a corrida com um novo jogo de pneus. Com pneus novos, temos mais aderência no arranque. Ambos os pilotos jogaram bem com essa vantagem e partiram muito bem.”


    Pela primeira vez na história da jovem Haas F1 Team, ambos os pilotos avançaram para o segundo segmento da qualificação. Esse facto foi importante para a equipa?

    “Avançar para a Q2 ajudou-nos a ganhar confiança. Queríamos realizá-lo na Austrália, mas não conseguimos. No entanto, no Bahrein conseguimo-lo e é isso que vamos tentar fazer em todos os Grandes Prémios.”


    A Haas F1 Team iniciou a sua temporada de estreia a ultrapassar as expectativas. Mas na Fórmula 1 todos estão a desenvolver os seus carros constantemente, é difícil manter a competitividade relativa?

    “É muito difícil, mas vamos continuar o desenvolvimento. Vamos continuar a testar no túnel de vento e a trazer novos desenvolvimentos para o nosso carro, e isso levar-nos-á a ganhos aerodinâmicos ao longo da temporada. Penso que na China teremos novos desenvolvimentos, como as restantes equipas do meio do pelotão.”


    No Bahrein vimos a equipa a efectuar cinco trocas de pneus durante a corrida. Como correram, qual foi a sensação de, finalmente, realizar trocas de pneus durante a corrida?

    “Tenho que dizer que duas das três trocas pneus foram boas. Ainda podemos melhorar, mas estamos onde queríamos estar. Na terceira tivemos uma dificuldade com uma porca da roda. Fiquei satisfeito com o mecânico, dado que quando ele a ia apertar, percebeu que alguma coisa estava errada e tirou-a. Se ele não a tivesse apertado, provavelmente, o carro seria parado após duas ou três curvas com a roda solta. Portanto, tivemos um problema, mas foi resolvido e, provavelmente, perdemos dois segundos, o que não fez grande diferença. O mecânico e o seu comportamento impediu-nos de realizar uma um erro ainda maior.”

    Apesar de a equipa estar a evidenciar boas performances, e os resultados de Grosjean provam-no, o azar tem prejudicado os esforços do Gutiérrez, que tem dois abandonos. Como faz para equilibrar o sucesso de um piloto enquanto trabalha para ajudar o outro piloto a ultrapassar a adversidade que tem sentido?

    “No incidente do Esteban da Austrália olhamos para ele com a abordagem: ‘o que podemos fazer quando alguém vem por trás e te bate?’ No Bahrein, tivemos um problema com um disco de travão e estamos ainda a investigar por que motivo partiu. Estamos a trabalhar com o fabricante de travões para termos um entendimento melhor do problema e poder evitá-lo no futuro. Falei com o Esteban depois da corrida e ele disse: ‘Guenther, estas coisas acontecem. Não há nada que possamos fazer.’ Ele entende o motivo que o levou ao abandono em cada uma das corridas e agora está determinado em chegar ao fim da corrida e conquistar pontos.”


    Explique-nos o nível de sofisticação de um carro de Fórmula 1 dos dias de hoje. Por que motivo um problema não pode ser resolvido nas boxes durante a corrida, como acontece na NASCAR Sprint Cup Series?

    “Se alguma coisa parte num carro de Fórmula 1,eles são tão sofisticados, que é um longo processo para determinar o que está errado e, então, já não há tempo suficiente para o resolver. Para além disso, os mecânicos estão envolvidos nas trocas de pneus, portanto, quanto alguma coisa corre mal, não podemos colocar três ou quatro a resolveram o problema, dado que, regulamentarmente, eles são necessários para opit-stop do outro carro que está ainda em pista. Tentar reparar o carro e regressar à corrida com vinte voltas de atraso não faz qualquer sentido.”


    Estão duas corridas disputadas e já conseguiram alcançar alguns objectivos da pré-temporada, como é o caso de conquistar pontos. O que pretende alcançar na China?

    “Um dos nos objectivos é levar os dois carros até ao final da corrida, porque ainda não o conseguimos fazer. Queremos sempre mais e, para já, melhorar passa por terminar com os dois carros, de preferência com os dois nos pontos.”



    Dois Grande Prémios, duas corridas muito fortes para a Haas F1 Team. Esperavas que este sucesso fosse possível de alcançar tão cedo?

    “Bem, inicialmente não. Não julgava ser possível. Ninguém acreditava. Pensava que era possível alcançar pontos no início da temporada, sim, mas terminar nos seis primeiros, não acreditava, mas estou a gostar.”

    O arranque é crucial em cada Grande Prémio, e isso foi especialmente evidente no Bahrein. Tanto tu como o teu colega de equipa conquistaram muitas posições na partida. Estas evidências são mais uma questão estratégica ou é uma questão de aproveitar a oportunidade?

    “Ambas. Começámos com pneus novos, o que nos dá alguma vantagem relativamente ao carro que estava à minha frente. É claro que na primeira curva, na primeira volta, há sempre muitas oportunidades. Pode ser um pouco confuso, também. Temos que decidir bem. Estive bem na primeira curva, depois fui um pouco bloqueado pelo (Lewis) Hamilton, que tinha sofrido um toque, mas é uma questão de encontrar o limite certo.”

    A dado momento da corrida, tinhas a volta mais rápida da corrida. Isso é um vislumbre do que o VF-16 pode fazer esta temporada?

    “Sim, vi isso na televisão. É fantástico. Penso que a melhor prova do que o VF-16 é capaz de fazer são a qualificação e a corrida do Bahrein. Nono na qualificação, poupar pneus, e então sexto na corrida.”

    A estratégia que usaste no Bahrein significou que tinhas que ser agressivo durante a corrida. Como equilibras a agressividade com a necessidade de proteger o carro?

    “É difícil. Tem que se encontrar o equilíbrio certo entre ter a estratégia correcta para ganhar muitas posições, cuidar do carro, dos travões, pneus e combustível. É sobretudo uma questão de experiência, encontrar o equilíbrio entre todos os aspectos.”


    A equipa aprendeu cada vez mais durante cada um dos Grandes Prémios. Mas o que estão a aprender sobre a estratégia de pneus e de que forma os diferentes tipos de compostos afectam o carro?

    “Penso que existe ainda muito potencial no carro que ainda não descobrimos, o que é fantástico. É, certamente, muito divertido para toda a rapaziada e para mim. Estamos ansiosos por mais. Ter estratégias agressivas oferece-nos boas oportunidades. Na China temos, novamente, algumas opções de pneus agressivas, vamos esperar que funcionem tão bem como no Bahrein.”

     

    No Bahrein rodaram muito mais até à corrida do que na Austrália, onde a chuva afectou os treinos-livres. Foi benéfico para a corrida a forma consistente como estiveram em pista na sexta-feira e no sábado?

    “Foi mais importante para nós que para os outros, dado que testámos pouco e, depois, fizemos poucas voltas no início do fim-de-semana da Austrália. Ser possível efectuar dois dias plenos de preparação para a corrida foi muito importante para os dois carros.”

     

    Pela primeira vez na história da jovem Haas F1 Team, tu e o teu colega de equipa avançaram para o segundo segmento da qualificação. Esse facto foi importante para a equipa e para ti?

    “Foi o primeiro objectivo do fim-de-semana – melhorar a nossa performance na qualificação relativamente a Melbourne. Não foi muito difícil, mas foi uma boa conquista. Melhorar na corrida é um desafio maior e também o conseguimos. Temos muito para aprender, mas estamos na direcção certa.”


    A Haas F1 Team iniciou a sua temporada de estreia a ultrapassar as expectativas. Mas na Fórmula 1 todos estão a desenvolver os seus carros constantemente, é difícil manter a competitividade relativa?

    “Agora esse será o nosso desafio, manter-nos com as grandes equipas. Tivemos um bom arranque e temos uma boa base de trabalho. É claro que, como piloto, queremos mais performance. Penso que temos algumas peças novas para a China e, depois, teremos mais. Estou muito ansioso por experimentar os primeiros desenvolvimentos para perceber se funcionam como devem. Não conhecemos ainda o carro a cem porcento, portanto, existe ainda algumas coisas que podemos fazer sem os novos desenvolvimentos.”


    Explica-nos uma volta ao Circuito Internacional de Xangai.

    “É uma pista divertida. A primeira curva é, provavelmente, a mais conhecida. É uma direita muito longa. Esta é uma pista muito dura para os pneus dianteiros. Há também uma longa recta na traseira que precede uma forte travagem. Será um bom teste para nós verificar se, num traçado diferente, estaremos tão bem como fomos no Bahrein.


     

     

    No Bahrein rodaram muito mais até à corrida do que na Austrália, onde a chuva afectou os treinos-livres.

    Foi benéfico para a corrida a forma consistente como estiveram em pista na sexta-feira e no sábado?

    “Foi muito benéfico, dado que tivemos a oportunidade de explorar e aprender mais no que diz respeito à afinação. Entre Barcelona e Austrália não tivemos verdadeiramente tempo para experimentar muita coisa. Rodar consistentemente nos treinos-livres do Bahrein ajudou-nos a desenvolver a afinação do carro, o que será muito benéfico para o próximo Grande Prémio.”


    Pela primeira vez na história da jovem Haas F1 Team, tu e o teu colega de equipa avançaram para o segundo segmento da qualificação. Esse facto foi importante para a equipa e para ti?

    “Para a equipa é um reforço de moral, dado que pudemos mostrar a nossa verdadeira velocidade em qualificação e, também, na corrida, o que é a melhor combinação possível. Temos ainda muito trabalho por fazer para extrair o máximo da nossa performance, mas estamos a caminho de o conseguir. É uma grande motivação para mim, porque perceber que posso estar confortável a pilotar o carro nos limites significa muito. Posso verdadeiramente ter prazer e andar nos limites.”


    A tua corrida do Bahrein terminou prematuramente devido a um problema mecânico. Apesar de ser desapontante, como foi que ultrapassaste esse desapontamento e te preparaste para a China?

    “Tenho a sensação que os bons resultados estão ao virar da esquina e isso significa conquistar pontos consistentemente. Tivemos um bom ritmo e um bom carro em duas pistas diferentes. Vou continuar a minha preparação, continuar a dar o máximo e a lutar, dado que brevemente os resultados aparecerão.”


    A equipa aprendeu cada vez mais durante cada um dos Grandes Prémios. Mas o que estão a aprender sobre a estratégia de pneus e de que forma os diferentes tipos de compostos afectam o carro?

    “Os diferentes compostos afectam directamente o equilíbrio do carro e a nossa selecção de pneus parece ser bastante boa. Sinto-me confiante na nossa estratégia e estou envolvido na sua execução. Estamos a trabalhar muito bem e temos a capacidade de reagir rapidamente a qualquer circunstância que possa ocorrer durante a corrida.”


    Haas F1 Team iniciou a sua temporada de estreia a ultrapassar as expectativas. Mas na Fórmula 1 todos estão a desenvolver os seus carros constantemente, é difícil manter a competitividade relativa?

    “É verdade que surpreendemos muita gente. É uma situação que, provavelmente, não esperávamos – estarmos tão bem. Ainda temos que gerir as nossas expectativas, dado que o nosso carro adaptou-se muito bem a Melbourne e ao Bahrein, mas temos que perceber como reagirá agora na China. Penso que a China dar-nos-á uma boa indicação de como será a temporada e também sobre a forma como as outras equipas estão a desenvolver os seus carros. Á medida que a época vai avançando, tudo se tornará mais competitivo, portanto, temos que estar prontos para isso. Temos ainda que extrair mais alguma velocidade e performance do nosso carros e a China dar-nos-á a oportunidade para fazer isso.”


    Explica-nos uma volta ao Circuito Internacional de Xangai.

    “Xangai é uma pista muito exigente para o trem dianteiro, carrega muito os pneus dianteiros. A Curva 1 é muito rápida e muito longa – é muito diferente de todas as outras curvas da temporada. É um ícone de Xangai. Chegamos lá muito depressa e quando entramos na curva, temos que esperar bastante para entrar na Curva 2. Temos a Curva 3, que tem uma saída longa e onde a tracção é muito difícil, uma vez que se coloca muitas forças laterais. Passamos pelas curvas 4 e 5, uma secção de alta velocidade, e depois temos as curvas 6 e 7, uma das minhas zonas preferidas da pista. Chegamos à Curva 6 na velocidade máxima e, depois, mudamos de direcção para a Curva 7. Temos que nos preparar para a Curva 8 e Curva 9, dado que nesta sequência é muito importante não perder o ritmo. Depois chegamos à Curva 10, uma curva de 90º que dá acesso a uma recta muito, muito longa para chegarmos à Curva 11, que é o início de uma longa curva. Vamos de uma velocidade muito baixa para a aumentar ao longo da curva e é uma zona do circuito onde podemos danificar os pneus dianteiros. É uma zona do circuito onde é importante ter um carro bem afinado. Depois temos uma das rectas mais longas da temporada, onde atingimos a velocidade máxima. Chegamos a um curva com uma grande inclinação – a Curva 14. Depois temos a última curva, de 90º – de média velocidade – que é um pouco traiçoeira na saída devido ao corrector, que pode ser usado, mas como é evidente, tem os seus limites. Estamos sempre a tentar maximizar a pista. É muito desafiante.”

     

     

     

    Circuito Internacional de Xangai

    • Número de voltas: 56
    • Distância de corrida: 305,066 quilómetros (189,559 milhas)
    • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h (50 M/h)
    • O Circuito Internacional de Xangai, de 5,451 quilómetros e  16 curvas, alberga a Fórmula 1 desde 2004, tendo sido o Grande Prémio da China do ano passado a sua décima segunda edição.
    • Michael Schumacher detém o recorde da volta a Xangai (1m32,238s), assinado em 2004 em Ferrari.
    • Rubens Barrichello detém o recorde da volta de qualificação em Xangai (1m34,012s), alcançado em 2004 em Ferrari.
    • O Circuito Internacional de Xangai é um dos muitos circuitos de Fórmula 1 concebido pelo Hermann Tilke, que tem a sua assinatura – uma longa recta traseira seguida por um gancho. Esta recta de 1400 metros é a mais longa da Fórmula 1, tendo o comprimento de onze estádios de futebol. A actual geração de carros de Fórmula 1 ultrapassam os 300 Km/h nesta recta, que está localizada entre as curvas 13 e 14. Outro aspecto distinto desta pista são as “curvas caracol”, que se verificam nas curvas 1-4 e 11-13. A recta de alta velocidade juntamente com estas curvas garantem um enorme desafio para as equipas, dado que têm que equilibrar os níveis de apoio aerodinâmico para negociar estes aspectos vastamente diferentes.
    • O mês de Abril em Xangai é caracterizado pela rápida subida de temperatura. Durante o fim-de-semana do Grande Prémio da China, a temperatura mínima andará em torno dos 13/14ºC e a máxima dos 20/21ºC. A probabilidade de chuva é de 54% ao longo dos três dias.
    • O local onde o Circuito Internacional de Xangai foi construído era originalmente uma zona de pântanos. Mas com uma equipa de 3000 engenheiros a trabalhar 24 horas por dia, levou 18 meses a criar um circuito de nível mundial.

    • A Pirelli leva para a China três compostos de pneus:
      • P Zero Branco/Médio – menos aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
      • P Zero Amarelo/Macio – mais aderência, desgaste médio (usado para séries curtas de voltas, e para a Q1)
      • P Zero Vermelho/Super-Macio – proporciona a maior aderência e maior índice de desgaste (usado na qualificação e para momentos da corrida seleccionados)
    • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
    • Um piloto pode usar os três jogos de Pirelli na corrida. Por exemplo, se tiver usado os P Zero Vemelhos/super-macios para passar da Q2 à Q3, terá que iniciar a corrida com esses pneus e tentar realizar algumas voltas bastante rápidas para ganhar alguma margem para os seus adversários antes entrar nas boxes para montar os P Zero Brancos/médios. Depois, dependendo das circunstâncias da corrida, noutra paragem nas boxes, pode montar os P Zero Amarelos/macios, permitindo ao piloto atacar durante as últimas voltas.
    • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Desses 13 jogos, os pilotos e as suas respectivas equipas podem escolher as especificações de dez deles entre os três compostos disponíveis. Os restantes três jogos são definidos pela Pirelli – dois tipos obrigatórios para a corrida (um jogo de P Zero Amarelo/macio e um de P Zero Branco/médio) e um tipo obrigatório para a Q3 (um jogo de P Zero Vermelho/super-macios). A Haas F1 Team seleccionaram os seguintes jogos:
      • Grosjean: um jogo de pneus P Zero Branco/Médio, cinco jogos de P Zero Amarelo/Macio esete jogos de P Zero Vermelho/Super-Macio
      • Gutiérrez: dois jogos de P Zero Branco/Médio, quatro jogos de P Zero Amarelo/Macio e setejogos de P Zero Vermelho/Super-Macio.

    • O que é velho, volta a ser novo. Depois de usar a qualificação estilo eliminação nas duas primeiras corridas da temporada, em que o piloto mais lento ia sendo eliminado a cada 90 segundos, a qualificação volta ao que era em 2015.
    • Q1
      • Tem a duração de 18 minutos, durante os quais todos os vinte e dois pilotos tomam parte.
      • Os dezasseis pilotos mais rápidos passam à Q2.
    • Q2
      • Tem a duração de 15 minutos, durante os quais os dezasseis pilotos mais rápidos da Q1 tomam parte.
      • Os dez pilotos mais rápidos passam à Q3.
    • Q3
      • Tem a duração de 10 minutos, durante os quais os dez pilotos mais rápidos da Q2 tomam parte.
      • Estes dez pilotos lutam pela pole-position.

     

    CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

     

    G.P. DA CHINA

     

    O nariz  da Williams - o novo, estreado no Bahrain, é o da foto de cima.
    Quando às asas dianteiras da McLaren, aquela que foi estreada na prova anterior é a da esquerda.  

     

    CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2016

    TREINOS PROBLEMÁTICOS NA F 1

     

    G.P DA CHINA

     

    Pelos vistos os treinos no Grande Prémio da China foram recheados de problemas com pneus, basta ver as imagens .13000187 10206308668138571_5979923140174221905_n_CopyF1 CopyF2 CopyF4 Copy

     

    ALONSO PODE PARTICIPAR NO G.P DA CHINA

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

     

    FERNANDO ALONSO VAI PODER CORRER NO G.P.CHINA ESTE FIM DE SEMANA

     

     

    NO EUROSPORT ESTE FIM DE SEMANA

     

    FÓRMULA 1:

    GP DA CHINA NO EUROSPORT 2

    Cobertura integral em direto: sessões de treino, qualificação e corrida

     

    s

     

    A temporada de Fórmula 1 teve início a 20 de março na Austrália e no primeiro fim de semana de abril o Circuito Internacional do Bahrein acolheu a segunda prova do Campeonato do Mundo FIA de F1 2016. Segue-se agora o GP da China, com o Eurosport 2 SD/HD preparado para continuar a alimentar a paixão dos fãs pelas corridas ao oferecer todo o espetáculo do ‘Grande Circo’ da Fórmula 1, numa cobertura exclusiva em direto que inclui a totalidade do programa de fim de semana, entre sessões de treinos, qualificação e corrida.

     

    Nos comentários Eurosport, o especialista convidado será António Félix da Costa, o último piloto português a guiar um carro de Fórmula 1, oferecendo uma perspetiva exclusiva sobre os bastidores da F1 e juntando-se assim aos habituais comentadores Eurosport, Pedro Nascimento e João Carlos Costa.


     

    GP F1 DA CHINA – COBERTURA EUROSPORT 2:

    1. oSexta 15 abril

    03:00   1.º Treino Livre

    07:00   2.º Treino Livre

    1. oSábado 16 abril

    04:45   3.º Treino Livre

    07:45   Qualificação

    1. oDomingo 17 abril

    06:30   Grelha de Partida

    07:00   Corrida

    1. oSegunda 18 abril

    18:00   Resumo

    Duas semanas depois do Bahrein, o Circuito Internacional de Xangai recebe o Grande Prémio F1 Pirelli da China, desenhado num espetacular cenário que combina a tradição chinesa com o modernismo arquitetónico.

    Lewis Hamilton (Mercedes AMG Petronas) venceu aqui em 2014 e 2015.

    Para a edição 2016 do GP chinês o Campeão do Mundo em título, autor da ‘pole position’ nas duas primeiras provas desta temporada, terá como principal desafio traduzir em corrida a superioridade até aqui demonstrada na qualificação de modo a contrariar a ‘boa forma’ do seu colega de equipa Nico Rosberg, vencedor tanto na Austrália como no Bahrein (somando já 5 vitórias consecutivas na F1, depois de ter ganho também as 3 últimas provas de 2015) e assim líder na classificação do Mundial de Pilotos (com 50 pontos), que lidera à frente de Hamilton (33 pontos) e do australiano Daniel Ricciardo da Red Bull Racing (24).

     

    A outra grande incógnita antecipada para este terceiro Grande Prémio do Mundial 2016 reside em saber se o alemão Sebastian Vettel (Scuderia Ferrari) irá conseguir voltar a rivalizar em pista – tal como fez na ronda inaugural, em Melbourne, onde liderou grande parte da corrida  – com os dois Mercedes.

     

    Para o GP da China, a primeira grande novidade – para satisfação de todos, incluindo equipas, pilotos e espetadores – é o regresso do antigo formato de qualificação, depois da experiência mal sucedida adotada nas duas provas que abriram a temporada, prometendo desde logo mais emoção e espetáculo.

     

    Filipe Albuquerque (ex-piloto de testes da equipa Red Bull F1; piloto oficial Audi no WEC) vaticina que “Rosberg e Hamilton vão lutar novamente pela pole position, mas para a corrida acho que a Ferrari tem uma palavra a dizer, temos só de ver qual é a situação do Vettel, se vai ou não ter de trocar de motor, se vai ou não arrancar cá mais para trás. Acho que vai ser muito interessante a luta pela vitória na China. Xangai é uma pista bastante parecida à do Bahrein, com uma reta grande e depois um miolo muito encadeado, embora o asfalto seja completamente diferente”.

     

    Viva a experiência única da Fórmula 1 em direto e exclusivo no Eurosport 2!

     


     

     

    SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

    SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

     

     

    Não sei se há muitas fotos assim ao longo dos 67 anos de F1. Um documento para a História, publicado no twitter de Nico Rosberg, que fez a selfie. E deixo também o comentário do alemão - caustico!

    or in Bernie's words: 

     

     

    CURIOSIDADES DA FÓRMULA 1

    CURIOSIDADES DA FÓRMULA 1

     

    Por João Carlos Costa

     

    O lado B da Fórmula 1. Bacquets da Williams. A de Bottas é 100g mais pesada do que a de Massa, apesar de alguns buracos estratégicos. 

     

    AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    ANTEVISÃO GRANDE PRÉMIO PIRELLI CHINA

    Terceira corrida de 21

    Xangai, 14 a 17 de Abril 2016

     

     

      O imponente circuito de Xangai é amplo, fluido e rápido, com muitos e diversos pontos para ultrapassar que frequentemente proporcionam disputadas e animadas corridas. No presente ano e pela terceira vez os compostos de pneus nomeados são:

    P Zero Branco (médio), P Zero Amarelo (macio) e P ​​Zero Vermelho (supermacio)

     

     

    O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DO PNEU:

    •  As condições meteorológicas são quase sempre imprevisíveis, tendo um grande efeito sobre o comportamento dos pneus.
    •  Como resultado, por vezes o “graining” é um problema quando está frio, especialmente nas primeiras sessões.
    •  Aproximadamente 80% da volta ao circuito é realizado com o carro em curva, significando que as cargas laterais são um factor crucial.
    •  O circuito limita a dianteira, devido ao número e tipo de curvas existentes.
    •  As curvas mais exigentes são a curva 1, quase um círculo completo e a curva 13 que é semelhante.
    •  De forma a reduzir a posterior degradação, os pilotos têm que evitar o “patinar”
    •  das rodas motrizes à saída das curvas.

     

    OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS:

    •  Composto médio (Branco): Funciona numa gama baixa de temperatura, sendo um dos mais versáteis da gama.
    •  Composto macio (Amarelo): Funciona numa gama alta de temperatura, com incidência na performance.
    •  Composto supermacio (Vermelho): Funciona numa gama baixa de temperatura, sendo rápido mas com durabilidade limitada.

     

    COMO FOI HÁ UM ANO:

    •  Vencedor: Hamilton (duas paragens, iniciou com o composto macio, trocou novamente para macio na volta 14 e para médio na volta 33).
    •  Melhor classificado com uma estratégia alternativa: Massa, 5.º Class. (também duas paragens, mas iniciou com macio, trocou para médio na volta 13 e trocou novamente para médio na volta 34).
    •  A maioria dos pilotos parou duas vezes, com poucos pilotos a considerarem três paragens. As estratégias foram afectadas devido à entrada tardia do Safety car em pista, prolongando a eficácia e durabilidade dos pneus.

     

    DECLARAÇÕES DE PAUL HEMBERY, (Diretor Pirelli Motorsport):

    •  “ O G.P. da China é um circuito muito diferente dos dois que já visitámos este ano, embora a nomeação dos compostos sejam os mesmos, destacando a adaptabilidade do nosso produto para diversas circunstâncias. Xangai é sinónimo de uma boa e disputada corrida, no entanto a natureza do local significa que tudo poderá acontecer e as equipes terão que assumir uma mente aberta quanto às estratégias, e correlacionar os dados recolhidos com as sessões de treinos e eventuais dados de corrida. Mais uma vez esperamos uma grande variedade de diferentes estratégias, uma vez que os três compostos nomeados até agora, têm proporcionado diferentes tácticas “ .

     

    O QUE HÁ DE NOVO?

    •  Mais conteúdos em www.pirelli.com acerca da corrida, história e cultura da China.
    •  Qualificação - Retorna o antigo sistema, não afetando a atual atribuição de pneus.
    •  Diferentes estratégias das equipes nas escolhas dos pneus, com a Haas, McLaren e Williams a realizarem as mais agressivas opções, optando por um máximo de sete jogos do composto Supermacio.
    •  Pela primeira vez este ano, a Pirelli será o principal patrocinador do grande prémio da China. O grande prémio de Espanha (de 12 a 15 de Maio), será a segunda corrida onde a Pirelli também se assume como principal patrocinador.

     

    OUTROS FACTOS QUE RECENTEMENTE DESPERTARAM A NOSSA ATENÇÃO:

    •  Stoffel Vandoorne - Assegurou a sua estreia do Grande Prémio do Bahrain, demonstrando a eficácia da GP2, no que concerne à gestão dos pneus por parte dos pilotos.
      •  O lançamento do novo pneu P Zero de estrada no circuito do Estoril, este que há 20 anos acolheu o ultimo grande prémio realizado em Portugal.
      •  Comenta-se um possível regresso a Las Vegas. O grande prémio Caesar´s palace realizou-se em 1981 e 1982, em ambas as épocas decidiu o campeonato.

     

    A NOMEAÇÃO DOS COMPOSTOS DE PNEUS ATÉ À PRESENTE DATA:

     

    Roxo

     

    Vermelho

     

    Amarelo

     

    Branco

     

    Laranja

    Austrália

    Supermacio

    Macio

    Medio

    Bahrein

    Supermacio

    Macio

    Medio

    China

    Supermacio

    Macio

    Medio

    Russia

    Supermacio

    Macio

    Medio

    Espanha

    Macio

    Medio

    Duro

    Montecarlo

    Canadá

    Ultramacio

    Supermacio

    Macio

    Azerbeijão

    Supermacio

    Macio

    Medio

     

     

     

    CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2016

    CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1

     

    PARA AJUDAR A ENTENDER PARA QUER SERVEM OS BOTOS NO VOLANTE....

     

     

    CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2016

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

     

    A equipa de Fórmula 1 da Manor ganha em grafismo! 

     

    O "CEMITÉRIO" DE PEÇAS DO F1 DE ALONSO

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

     

    O  "CEMITÉRIO " DE PEÇAS DO F 1 DE ALONSO

     

    Eis uma curiosa imagem dos destroços procedentes do acidente protagonizado pelo piloto espanhol Fernando Alonso,do decorrer da jornada inaugural no Grande Prémio da Austrália que ao que tudo indica ainda subsistem dúvidas se poderá alinhar no Grande Prémio da China de Fórmula 1.

     

     

     

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    PIRELLI CHINA GRAND PRIX PREVIEW
    Round three of 21
    Shanghai, 14-17 April 2016

     The imposing Shanghai circuit is wide, fast and flowing, with plenty of overtaking opportunities that frequently make for entertaining races. For the third time this year, the P Zero White medium, P Zero Yellow soft, and P Zero Red supersoft compounds have been nominated. 

    THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW:

    • Weather conditions are nearly always unpredictable, which have a big effect on tyre behaviour.
    • As a result, graining is sometimes an issue when it’s cool: especially in the early sessions.
    • Around 80% of the lap is spent cornering, meaning that lateral loads are a crucial factor.
    • The track is front limited, because of all the turns and high-energy corners.
    • The crucial corners are Turn 1, which is almost a full circle, and Turn 13, which is banked.
    • Drivers also have to avoid wheelspin out of the corners, in order to minimise rear degradation. 

    THE THREE NOMINATED COMPOUNDS:

    • White medium: a low working range compound that is one of the most versatile in the range.
    • Yellow soft: a high working range compound with the accent on performance.
    • Red supersoft: a low working range compound that is rapid but with a limited overall life.

    HOW IT WAS A YEAR AGO:        

    • Winner: Hamilton (two stops: started on soft, changed to soft on lap 14, medium on lap 33).
    • Best-placed alternative strategy: Massa, fifth (also stopping twice, but starting on soft, changing to medium on lap 13, then medium again on lap 34).     
    • Most drivers stopped twice, but a few drivers also tried a three-stopper. The race strategy was affected by a late safety car, which extended tyre life.              

    PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTORSPORT DIRECTOR:                

    • “China is a very different type of circuit to the two that we’ve visited up to now this year, yet the tyre nomination is the same, which underlines the adaptability of our product under a wide range of circumstances. Shanghai is also likely to be quite a cool race, although the nature of the place means that anything is possible, so teams will have to keep an open mind on strategy and carefully correlate the data captured in practice to the eventual race conditions. The three compounds selected have led to a number of different tactical permutations up to now, and we expect an ample variety of strategies once more in China.”

    WHAT’S NEW?

    • Fresh articles on www.pirelli.com about the racing scene, culture and history in China.
    • Qualifying: the former system will now return. This will not affect tyre allocations.
    • Different thinking from teams on tyre selection: Haas, McLaren and Williams have made the most aggressive choice by taking a maximum seven sets of supersoft.
    • For the first time, Pirelli will be the title sponsor of the Chinese Grand Prix. The second Pirelli-sponsored event this year will be the Spanish Grand Prix from May 12-15.

    OTHER THINGS THAT HAVE CAUGHT OUR EYE RECENTLY:

    • Stoffel Vandoorne: in Bahrain an assured grand prix debut that also proves the effectiveness of GP2 when it comes to teaching drivers about tyre management.
    • The launch of the new P Zero road car tyre in Estoril, last used for a grand prix 20 years ago.
    • Talk of a possible return to Las Vegas. The Caesar’s Palace Grand Prix was previously run in 1981 and 1982, being the championship decider in both cases.

    THE COMPOUND NOMINATIONS SO FAR:

    Purple Red Yellow White Orange
    Australia Supersoft Soft Medium
    Bahrain Supersoft Soft Medium
    China Supersoft Soft Medium
    Russia Supersoft Soft Medium
    Spain Soft Medium Hard
    Monte Carlo
    Canada Ultrasoft Supersoft Soft
    Azerbaijan Supersoft Soft Medium

    For more information: please visit our all-new website, which is regularly updated with exclusive in-depth features, news and reviews. To find out more, please visit:
    http://www.pirelli.com/global/en-ww/shanghai-2016-preview

    alt

    alt

    alt

     

    CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2016

    As contas da F1 e a forma para se perceber que os patrocinadores têm cada vez menos importância relativa nos budgets das equipas, tirando o caso Red Bull/Toro Rosso, que faz uma operação de marketing, tal como os construtores directamente envolvidos. Talvez por isso, ninguém se queixe verdadeiramente do facto de quase não haver F1 sem ser em canais pagos (muitos deles bem pagos), aqueles que depois rendem os milhões que a FOM distribui. Tudo se explica, pois não há forma das televisões ditas "em canal aberto" rentabilizarem os custos apenas com publicidade - existem excepções em alguns muito poucos mercados, sendo o alemão, com a RTL, um deles, mas também ele a minguar e com fim à vista num futuro muito próximo.

     

     

    Texto de João Carlos Costa

     

     

    Gosto
    Comentar

     

    O HUMOR DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

    O HUMOR DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

     

    POR CAUSA DA SITUAÇÃO FINANCEIRA DA EQUIPA DE F 1 DA SAUBER

     

     

    SAUBER pediu mais um "cartão de crédito". Fica a ideia que um dia destes vai ter que usar um daqueles planos de consolidação de dívidas da "Deco"... 

     

    CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

     

     

    SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

     

    Tanto barulho, tanta declaração de intenções, tanta vontade de mudar, tantos "não voltamos atrás" e agora perceberam todos que não é a gritar mais alto que se chega a uma decisão.
    Feitas as contas: já desde Xangai qualificação volta ao método usado até 2015. 

    Qualifying set to use 2015 format from China

    Formula One qualifying is expected to return to last year’s system from next weekend’s 2016 Formula 1 Pirelli Chinese Grand Prix, it has been announced.

    It follows widespread criticism of the revised elimination format used in Australia and Bahrain, which failed to produce the intended change in spectacle.

    A statement from F1 governing body, the FIA, and Formula One Management (FOM) said: "At the unanimous request of the teams in a letter received today, Jean Todt, President of the FIA, and Bernie Ecclestone, commercial rights holder representative, accepted, in the interests of the Championship, to submit a proposal to the F1 Commission and World Motor Sport Council to revert to the qualifying format in force in 2015."

    If approved by the F1 governing bodies, the change will take effect from the next round in Shanghai and will apply for the rest of the season. The 2015 format, which had been in place since the start of 2010, will see the six slowest cars eliminated at the end of Q1 and Q2, leaving 10 to fight it out for pole in Q3, with their grid positions based on their best lap times at the end of qualifying.

    Todt and Ecclestone also welcomed the idea put forward by the teams to have a global assessment of the format of the Grand Prix weekend for 2017.

     

    SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

    SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

     

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

     

    O VOLANTE DO FERRARI

     

    Falta a legenda... ou a explicação dos nossos expert. Aqui fica o volante do Ferrari SF-16h 

     

    O HUMOR DO JORNALISTA PEDRO NASCIMENTO

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 2106

     

    O HUMOR DO JORNALISTA PEDRO NASCIMENTO

     

    "oi, Bernard, véio... 'xeu falar uma coisa pr'ocê: ou mudam já este sistema de qualificação ou nem um carro entra em pista na China. Tá ligado?"

     

    MERCEDES VENCEU NO BAHREIN

     

    Nico Rosberg faz a dobradinha em 2016, duas corridas, duas vitórias para o Alemão.

    ·         Nico Rosberg alcançou a sua 16ª vitória em Grandes Prémios de Fórmula 1, a primeira no Circuito do Bahrain;

    ·         Lewis Hamilton conquistou o 89º pódio após uma longa batalha para alcançar o 3º lugar;

    ·         Nico Rosberg (50) lidera agora o Campeonato Mundial de Pilotos por 17 pontos com Lewis Hamilton (33) na segunda posição;

    ·         A equipa MERCEDES-AMG PETRONAS (83 pontos) mantém a liderança no Campeonato Mundial de Construtores com 50 pontos de diferença para a Ferrari (33 pontos).nico1 CopyNico Rosberg_Copy

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    Chinese Grand Prix, April 15-17, 2016

    SELECTED SETS PER DRIVER

     The FIA has communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Chinese Grand Prix.

    alt

     

    OS MENINOS DA FÓRMULA 1

    OS MENINOS DA FÓRMULA 1

     

    Cuiroso grupo de imagenmen1 Copymen2 Copymen3 Copymen5 Copymen6 Copymen10 Copymen11 Copymen15 Copymen18 Copys referentes a alguns dos actuais pilotos que actualemnte estão fa Fórmula 1, lançamos um desafio aos nossos leitores se os conseguem reconhecer....

     

    NIKO ROSBERG SALVOU CRIANÇA

    NIKO ROSBERG SALVOU CRIANÇA

     

    Uns dias antes do Grande Prémio da Austrália, estava Niko Rosberg numa praia do Mónaco com a sua filha, quando de repente apercebe-se duma criança que estava prestes a afogar-se.De imediato o piloto de Fórmula 1, que é um excelente nadador, atirou-se á água e foi buscar  a criança que estava prestes a morrer afogada.Escusado será dizer que o piloto alemão não quis publicidade à volta deste feito, mas a verdade é que esta noticia chegou rápidamente à Alemanha, que assim reconheceu o mérito do acto de Rosberg.ROSBERG Copy

     

    CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

    CAMPEONATO MUNDO DE F´ROMULA 1 

     

    G.P.BAHREIN

     

    TREINOS - TUDO DENTRO DA NORMALIDADE

     

    Uma vez mais na sessão de treinos, o duelo entre a Mercedes e a Ferrari está ao rubro, onde desta vez Hamilton e Rosberg conseguiram bater os carros vermelhos da Ferrari, com Vettel e Raikonen no encalço.Na 5ª posição surge o Red Bull de Ricciardo, logo seguido pelo Williams de Bottas, que por sua vez teve na sua esteira o seu colega de equipa Massa.

     

    Depois surge o Force India de Hulkenberg, o Haas de Grosjen e o Toro Rosso de Verstappen.F1 CopyF2 CopyF3 CopyF4 CopyF5 CopyF6 CopyF7 CopyF8 CopyF9 CopyF10 CopyF12 CopyF14 CopyF15 CopyF16 CopyF17 CopyF18 CopyF19 CopyF20 Copy

     

    SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

    SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

     

    SAUBER COM MUITAS DIFICULDADES FINANCEIRAS

     

     

    A equipa da Sauber é de novo noticia, e pelos piores motivos : ao que parece, os ordenados de Março não estão pagos e não há dinheiro para a viagem para a China. 23 anos depois de uma estreia à Haas, a equipa lançada por Peter não merecia o actual estado das coisas... Comenta-se em termos de bastidores que pode sair Ericsson e entra... Maldonado?

     

     

    CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

     

    G.P. BAHREIN

     

    Stoffel Vandhoorrne pontuou na estreia e estreou a McLaren Honda nos pontos este ano.

     

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

     

    G.P. BAHREIN

     

    OS QUADROS do GP do Bahrain.

     

    A SORTE NADA QUIS COM FELIX DA COSTA

    FÓRMULA E - ESTADOS UNIDOS

     

    A SORTE NADA QUIS COM ANTÓNIO FELIX DA COSTA

     

    Não há muito a dizer sobre o dia de ontem... É difícil de digerir estas em que do meu lado fiz tudo como devia mas com trabalho tenho a certeza que a minha sorte vai mudar. Quem me conhece sabe que não desisto e vamos para a luta já na próxima em Paris. Obrigado a todos pelas centenas de mensagens de apoio! 


     

    CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

     

    Grande Prémio do Bahrein: Resumo da Corrida

     

    alt

     

    Evento: Grande Prémio do Bahrein (2ª ronda de 21)

    Data:  Domingo, 3 de Abril

    Local:  Bahrain International Circuit em Sakhir

    Layout:  5,412 quilómetros (3,363 milhas), circuito de 15 curvas

    Condições Climatéricas:  Céu limpo, 24ºC

    Vencedor da Corridas:  Nico Rosberg Mercedes

    Haas F1 Team:

    Romain Grosjean – arrancou de 9º, terminou em 5º (completou as 57 das 57 voltas)

    Esteban Gutiérrez – arrancou de 13º, terminou em 19º (problemas mecânicos, completou 9 das 57 voltas)

     

     

    A excelente estreia da Haas F1 Team na temporada de 2016 do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 continuou este domingo no Grande Prémio do Bahrein.


    Depois de arrancar do nono lugar, Romain Grosjean terminou num impressionante quinto lugar a corrida de cinquenta e sete voltas ao traçado de 5,412 quilómetros e quinze curvas, o Bahrein International Circuit, em Sakhir. Foi o seu segundo resultado nos pontos em duas corridas, dado que o piloto de 29 anos há duas semanas terminou no sexto posto o Grande Prémio da Austrália. Os oito pontos conquistados em Melbourne combinados com os dez assegurados no Bahrein colocam o Grosjean no quinto lugar do Campeonato de Pontos – a melhor classificação da sua carreira na Fórmula 1. De facto, desde o Grande Prémio do México do ano passado, a 1 de Novembro, que o Grosjean terminou entre os dez primeiros em cinco corridas consecutivas, registando vinte e cinco pontos.


    Os esforços consecutivos da Haas F1 Team colocaram-na no quinto lugar do Campeonato de Construtores. A primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos está a apenas dois pontos do quarto classificado, a Williams, e sete à frente do sexto classificado, a Toro Rosso.


    Enquanto o Grosjean continua o seu bom início de temporada, o seu colega de equipa, Esteban Gutiérrez, terminava a corrida prematuramente pela segunda vez consecutiva. O piloto de vinte e quatro anos arrancou bem do décimo terceiro lugar da grelha de partida e no final da primeira volta era já oitavo, mas um problema com um disco de travão da roda dianteira/esquerda na nona volta forçou-o ao abandono nas boxes.


    Nas restantes quarenta e oito voltas, Grosjean liderou a Haas F1 Team. Colocando em prática uma estratégia agressiva de três paragens, o Grosjean alcançou os seus desideratos em cada um dos seus stints. Depois de ter subido até ao quarto posto, o Grosjean parou na décima segunda volta, montando um jogo de pneus Pirelli P Zero Vermelhos/Super-Macios novo. Regressou à pista no décimo lugar, mas recuperou, ultrapassando o Felipe Massa e o Daniel Ricciardo.


    Depois de passar novamente pelo quarto lugar, o Grosjean entrou nas boxes para montar um jogo de pneus super-macios usados na vigésima nona volta, regressando à pista no oitavo lugar após uma troca de pneumáticos de três segundos. Uma vez mais demonstrou o seu potencial, assim como o do VF-16, voltando ao quinto lugar após uma boa ultrapassagem ao Daniil Kvyat. A terceira e última paragem nas boxes foi realizada na quadragésima volta, desta vez foram montados pneus Pirelli P Zero Brancos/Médios que o levaram até ao final da corrida.


    Grosjean alcançou o top-seis a dez voltas do fim, após uma excelente ultrapassagem a Massa, uma cópia daquela que já tinha feito ao piloto veterano. Com uma mão cheia de voltas para a bandeirada de xadrez, Grosjean garantiu o quinto lugar e a equipa permitiu-lhe que desse o máximo até ao fim, estando esta confiante da sua vantagem. Quando a bandeirada de xadrez caiu, Grosjean estava com 2,630s de vantagem sobre Max Verstappen.


     

    “Isto é o sonho Americano. É inacreditável. Disse que temos que gerir as nossas expectativas depois de termos terminado no sexto lugar na Austrália, mas aqui terminámos em quinto. Há ainda muitas coisas que podemos melhorar, desde as paragens nas boxes até às afinações do carro, etc, mas para já, este resultado é para vocês rapazes. Olhei para a cara deles ontem à noite e todos eles estavam muito cansados, devido à imensa quantidade de trabalho que realizaram. Esta é uma grande recompensa. É inacreditável. Na corrida senti-me bem com o carro. Foi uma estratégia agressiva, mas gerir os pneus sempre foi uma das minhas qualidades. Saber que tínhamos um composto mais macio para esta pista era algo que me agradava. O carro estava bem afinado para os super-macios e tive uma corrida fantástica. O carro tem uma boa base. Tudo funcionou muito bem. Penso que nunca estive numa posição tão boa como este quinto lugar no Campeonato de Pilotos. É a primeira vez na minha carreira, mal posso acreditar.”


     

    “Fizemos um trabalho fantástico. Depois de um bom arranque, ganhei muitas posições, estava muito confiante. Esta satisfeito com o carro se estava a comportar e estava a gerir os pneus e o combustível. Infelizmente, tivemos uma dificuldade com os travões dianteiros e concluímos que não podíamos continuar e fui obrigado a abandonar. Já estou a olhar para a China. A equipa está muito bem. Temos velocidade e um bom carro. Portanto, na próxima corrida vou voltar a lutar.”


    “Um dia fantástico para a equipa. O Romain fez um trabalho fantástico. Toda a equipa realizou um trabalho fantástico. O único ponto negativo foi o facto do Esteban não ter completado a equipa. Tivemos um problema com o travão dianteiro/esquerdo, que vamos investigar mais profundamente. O nosso objectivo para a China é terminar com os dois carros e terminar nos pontos. Fizemos algumas paragens nas boxes, o que nos deu muita confiança. Mal podemos esperar para ir para a próxima corrida e tentar manter este nível.”


     

    O terceiro round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016 é o Grande Prémio da China, que se disputa em Xangai. Os treinos-livres iniciam-se no dia 15 de Abril, a qualificação realiza-se a 16 de Abril e a corrida é disputada a 17 de Abril.


     

    -HaasF1Team-

     

    Sobre a Haas F1 Team:

    A Haas F1 Team estreia-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, sendo a primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing.

    Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.


    Sobre a Haas Factory Outlet – Portugal :

    A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitarwww.haasportugal.com/ ou www.facebook.com/haasportugal.

     

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    2016 Bahrain Grand Prix – Race – Infographics

    alt

    alt

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    2016 Bahrain Grand Prix – Race

    NICO ROSBERG EXTENDS CHAMPIONSHIP LEAD WITH THREE-STOP
    STRATEGY TO CLAIM FIFTH CONSECUTIVE WIN

     NINE DIFFERENT STRATEGIES IN THE TOP 10

       FELIPE MASSA HIGHEST-PLACED TWO-STOPPER IN EIGHTH

     Two wins from two races in 2016 for Mercedes driver Nico Rosberg, using a three-stop strategy in Bahrain that alternated stints on the P Zero Red supersoft with P Zero Yellow soft: exactly the same strategy used by Kimi Raikkonen, who was second for Ferrari. Lewis Hamilton finished third after using the medium tyre for his second stint, following contact with another competitor at the start. In total, there were nine different strategies used throughout the top 10, including a two-stopper for Williams driver Felipe Massa.

    Paul Hembery: Pirelli motorsport director: “We’re only in the second race of the 2016 tyre regulations but already we’re seeing a massive variety of strategies throughout the field, as we particularly expected to be the case this weekend. Tyre strategy started already in qualifying, as we saw from Romain Grosjean who made the most of his starting position to score more points. Nico Rosberg and Kimi Raikkonen finished just 10 seconds apart at the finish, using exactly the same strategy as each other. As well as the performance of the softer compounds, the adaptability of the product was demonstrated by Felipe Massa, who completed the race with just two pit stops despite the high wear and degradation traditionally associated with the Sakhir track.”

    Medium Soft Supersoft
    First Ricciardo     1:36.064 Rosberg     1:34.482 Hamilton     1:34.721
    Second Hamilton      1:37.076 Hamilton     1:34.677 Hulkenberg 1:35.188
    Third Massa          1:37.560 Raikkonen  1:35.158 Nasr            1:35.360

    Longest stint of the race:

    Medium 27 laps Ericsson and Massa
    Soft 23 Perez
    Supersoft 19 Perez

    Truthometer: We predicted a three-stop strategy as being fastest, starting on supersoft and then switching to soft on laps 14, 29 and 43. Rosberg made his stops on laps 13, 30 and 39, but rather than using the supersoft to start and then three stints on the soft, he used the supersoft and the soft on alternate stints. 

    For more information: please visit our all-new website, which is regularly updated with exclusive in-depth features, news and reviews. To find out more, please visit:
    http://www.pirelli.com/global/en-ww/bahrain-2016-race

    Another P Zero will be in action next week: follow the launch of the latest P Zero tyre in Estoril (which last hosted a grand prix in 1996, exactly 20 years ago) on Pirelli’s social media channels.

    The full pit stop summary is available in the attached pdf document.

    alt

    alt

     

    HAAS NO G.P.BAHREIN

    Grande Prémio do Bahrein: Resumo da Qualificação

     

     

    alt

    Evento:  Qualificação para o Grande Prémio do Bahrein

    Data:  Sábado, 2 de Abril

    Local:  Bahrain International Circuit em Sakhir

    Layout:  5,412 quilómetros (3,363 milhas), circuito de 15 curvas

    Condições Climatéricas:  Céu limpo, 23ºC

    Recorde da volta:  1m29,493s assinada por Lewis Hamilton em 2016 num Mercedes

    Autor da Pole:  Lewis Hamilton Mercedes (1m29,493s)

    Resultados:

    Romain Grosjean 9º, alinhará na 5ª linha

    Esteban Gutiérrez 13º, alinhará na 7º linha

     

    • 16 minutos, participando a totalidade dos 22 pilotos
    • Após sete minutos, o piloto mais lento é eliminado
    • A partir de então, o piloto mais lento é eliminado a cada 90 segundos até à bandeirada de xadrez
    • Sete pilotos são eliminados e os quinze mais rápidos passam à Q2
    • Grosjean:  11º (1m32,005s), passou à Q2
    • Gutiérrez:  13º (1m32,118s), passou à Q2
    • Piloto mais rápido:  Nico Rosberg Mercedes (1m31,325s)
    • Cutoff:  15º, Daniil Kvyat da Red Bull Racing (1m32,559s)

      • 15 minutos, participando os quinze pilotos mais rápidos da Q1
      • Após seis minutos, o piloto mais lento é eliminado
      • A partir de então, o piloto mais lento é eliminado a cada 90 segundos até à bandeirada de xadrez
      • Sete pilotos são eliminados e os oito mais rápidos passam à Q3
      • Grosjean:  9º (1m31,756s)
      • Gutiérrez:  13º(1m31,945s)
      • Piloto Mais Rápido:  Lewis Hamilton Mercedes (1m30,039s)
      • Cutoff:  8º, Nico Hulkenberg da Force India (1m31,604s)

        • 14 minutos, participando os oito pilotos mais rápidos da Q2
        • Após cinco minutos, o piloto mais rápido é eliminado
        • A partir de então, o piloto mais lento é eliminado a cada 90 segundos até à bandeirada de xadrez
        • Dois pilotos ficarão a disputar os 90 segundos finais, o mais rápido fica com a pole-position
        • Autor da Pole:  Lewis Hamilton Mercedes (1m29,493s)
        • Segundo:  Nico Rosberg Mercedes (1m29,570s)

         

        Com a Fórmula 1 a manter a qualificação estilo-eliminação para o Bahrein, a Haas F1 Team passou grande parte da preparação até sábado a treinar as saídas para a pista. O trabalho árduo e a execução habilidosa da equipa, combinada com a pilotagem sublime de Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, garantiu outra conquista para a equipa, dado que ambos os pilotos passaram pela primeira vez da Q1 à Q2.


        Todo o plantel de 22 carros optou por utilizar os Pirelli P Zero Vermelhos/Super-Macios para a qualificação. Foi rapidamente evidente que o ritmo do Haas VF-16 seria suficientemente forte para a equipa progredir para o segundo do três segmentos de qualificação. Ao completar a Q1 no 11º e 13º lugares, respectivamente, Grosjean e Gutiérrez passaram à Q2 pela primeira vez logo no segundo Grande Prémio da equipa.


        No final, Grosjean foi creditado com o nono tempo (1m31,756s), falhando a passagem à Q3 apenas por uma posição. No entanto, Grosjean pôde poupar um jogo de pneus para a corrida. O Gutiérrez garantiu o 13º tempo (1m31,945s).


        Lewis Hamilton bateu o recorde da qualificação do circuito e assegurou a pole-position, a sua terceira no Bahrein. A sua volta, 1m29,493s, a volta mais rápida alguma vez feita no Bahrein, bateu o anterior recorde de 1m29,848s, assinado por Fernando Alonso em 2005, quando estava na Renault.


         

        “A nossa posição é melhor que as nossas expectativa, portanto, isso é bom. Todos trabalharam de forma brilhante. Estava a falar com o Guenther (Steiner, o chefe de equipa) antes da qualificação e ele disse que esta sessão seria um enorme teste para nós. Sempre que saímos para a pista aprendemos mais. Estou muito orgulhoso destes rapazes. Amanhã teremos uma longa corrida – uma muito difícil devido às escolhas de pneus – mas penso que nos pode correr bem. Esperamos alcançar mais pontos, mas é uma pista muito distinta da da Austrália. Estou ansioso para começar a corrida.”


         

        “Foi uma qualificação muito competitiva e apertada para nós. Tive algum tráfego e foi difícil preparar os pneus nas voltas de saída. Por isso, o meu primeiro tempo na Q1 não foi muito bom. Contudo, a segunda volta foi muito melhor. A passagem à Q2 foi um esforço fantástico por parte da equipa, ao ter tudo pronto. Mais uma vez, encontrei algum tráfego e isso não foi ideal. No entanto, o mais importante para nós é concentrarmo-nos na corrida e em obter pontos. Estamos no 13º lugar e faremos o nosso melhor para maximizar tudo para amanhã.”


        “Hoje tivemos um bom dia. A terceira sessão de treinos-livres foi isenta de problemas e não podíamos desejar uma melhor qualificação. Alcançar o 9º e o 13º lugares coloca-nos numa boa posição para marcarmos pontos amanhã. Era exactamente aí que nos queríamos colocar. Ambos os pilotos realizaram um trabalho fantástico no momento certo. A equipa esteve muito bem nos momentos em que enviou os pilotos para a equipa, e temos que tirar o chapéu por isso. Fizemos tudo o que necessitávamos e agora vamos para a corrida com o intuito de conquistar mais pontos.


         

        -HaasF1Team-

         

        DI GRASSI EM LONG NBEACH

         

        Lucas di Grassi renasce na disputa com vitória em Long Beach

        Brasileiro se recupera de punição na etapa anterior e retoma a liderança do campeonato da Fórmula E com um ponto de vantagem sobre Sébastien Buemi

        Lucas di Grassi venceu o ePrix de Long Beach, sexta etapa da Fórmula E, neste sábado (2). Para quem havia deixado a prova anterior, na Cidade do México, com gosto amargo por ter vencido na pista e depois ser desclassificado por um erro da equipe, foi como uma redenção. O brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport, que então havia assumido a liderança com seis pontos de vantagem, viu sua condição virar fumaça e uma desvantagem de 22 pontos.

        Contudo, no belo balneário californiano situado às portas de Hollywood, a Fórmula E coroou seu protagonista com roteiro digno de filme. Até então com vantagem confortável na tabela, Sébastien Buemi não teve um bom final de semana, errou na classificação e errou mais ainda na corrida, e só levou dois pontos pela volta mais rápida. Di Grassi, por outro lado, ressurgiu para a disputa: largou em segundo e pressionou o então líder Sam Bird para, na 12ª das 41 voltas da corrida, realizar bela ultrapassagem para tomar a ponta - e não mais deixa-la até a bandeirada final.

        "Foi uma corrida fantástica. Provamos que o que aconteceu no México foi apenas um erro, e estamos de volta na briga. O foco é gigantesco: acredito na equipe e vamos sempre tentar conquistar o máximo possível de pontos. Tudo caminhou na direção certa hoje e é muito bom estar de volta à liderança", falou Di Grassi.

        A vitória recolocou o piloto brasileiro na liderança do campeonato, ainda que por um ponto. Para Lucas, no entanto, o resultado traz mais do que o ponto de vantagem na tabela. "Uma bela resposta pelo que aconteceu no México. Nessas horas é muito fácil abaixar a cabeça, jogar a toalha, dizer que o campeonato acabou ou brigar com a equipe", disse. "Mas isso mostra que quando se mantém a calma, coloca a cabeça no lugar, mantém o foco e o trabalho, os resultados aparecem. Agora estamos de novo na liderança do campeonato - o que é fantástico -, e vamos lutar até o final mesmo não tendo um carro tão bom quanto o de nossos concorrentes mais próximos", afirmou Lucas.

        De fato tem sido uma temporada espetacular por parte do brasileiro. Mesmo com um equipamento inferior ao da Renault e.Dams de Buemi, Lucas subiu ao pódio em todas as seis corridas da atual temporada, com três vitórias na pista. Estatisticamente, são cinco pódios e duas vitórias. Prova do trabalho de Di Grassi e a equipe. "Temos cometido menos erros e até agora tem sido um campeonato de sonho com pódios em todas as corridas. Isso mostra o nosso trabalho e o quanto estamos forçando o limite, buscando melhorar cada vez mais. Tenho toda confiança no time e agora, com um ponto na liderança, a gente parte para as etapas europeias com a mesma cabeça, a mesma vontade de vencer todas as corridas e, quando não for possível, somar pontos e brigar pelo campeonato", destaca o piloto.

        A Fórmula E inicia agora a segunda metade da temporada 2015-2016. No dia 23 de abril acontece o ePrix de Paris na capita francesa. Depois, a categoria dos carros elétricos passa por Berlim, Moscou e faz uma rodada dupla de encerramento na Inglaterra.

        "Resultado fantástico. Vencer em Long Beach é especial por tratar-se de uma prova tão tradicional e importante. Estou muito feliz. Queria agradecer aos fãs que votaram em mim no FanBoost, à TAG Heuer, à Eurobike que é minha única patrocinadora brasileira e que está comigo há tanto tempo, por meio do Henry Visconde, que é um grande amigo. O campeonato está aberto. Estamos vivos, então vamos para cima", concluiu.

        Antes da etapa parisiense, no entanto, Lucas tem outro compromisso: a abertura da temporada do FIA WEC, o Campeonato Mundial de Endurance, onde compete pela Audi Sport na classe LMP1. No próximo final de semana, o brasileiro disputa as 6 Horas de Silverstone.

        Resultado do e-Prix de Long Beach (Top-10):
        1-) LUCAS DI GRASSI (BRA), ABT Schaeffler Audi Sport - 41 voltas em 45min11s582 (média de 116,0 km/h)
        2-) Stéphane Sarrazin (FRA), Venturi - a 0s787
        3-) Daniel Abt (ALE), ABT Schaeffler Audi Sport - a 1s685
        4-) Nick Heidfeld (ALE), Mahindra Racing - a 2s343
        5-) Bruno Senna (BRA), Mahindra Racing - a 4s968
        6-) Sam Bird (GBR), DS Virgin - a 5s229
        7-) Jerôme D’Ambrosrio (BEL), Dragon Racing - a 6s735
        8-) Loïc Duval (FRA), Dragon Racing - a 8s057
        9-) Simona de Silvestro (SUI), Andretti - a 10s505
        10-) Mike Conway (GBR), Venturi - a 10s900

        CLASSIFICAÇÃO DA FÓRMULA E APÓS CINCO ETAPAS (Top-5):
        1-) LUCAS DI GRASSI, 101 pontos
        2-) Sébatien Buemi - 100
        3-) Sam Bird - 71
        4-) Jerôme D’Ambrosio - 64
        5-) Stéphane Sarrazin - 48


        Vote em Lucas di Grassi no FANBOOST da Fórmula E:FanBoost Formula E

        Curta Lucas di Grassi no Facebook: Lucas di Grassi Official

        Siga Lucas di Grassi no Twitter: @lucasdigrassi

        E também no Instagram: @lucasdigrassi

        Conheça a categoria em: www.fiaformulae.com



        ABT Schaeffler Audi Sport
        Clique na imagem para fazer o Donwload... 
        Champanhe para lavar a alma: Lucas vence e recupera liderança do campeonato
        Alta | Web

        ABT Schaeffler Audi Sport
        Clique na imagem para fazer o Donwload... 
        Comemoração efusiva de Lucas di Grassi
        Alta | Web

        ABT Schaeffler Audi Sport
        Clique na imagem para fazer o Donwload... 
        Não era para pouco: chegou 22 pontos atrás e saiu um à frente
        Alta | Web

        ABT Schaeffler Audi Sport
        Clique na imagem para fazer o Donwload... 
        Di Grassi ultrapassou Sam Bird na volta 12 e não mais deixou a liderança
        Alta | Web

        ABT Schaeffler Audi Sport
        Clique na imagem para fazer o Donwload... 
        Brasileiro controlou o ritmo, a corrida e seus adversário para vencer novamente
        Alta | Web

        ABT Schaeffler Audi Sport
        Clique na imagem para fazer o Donwload... 
        Após a vitória, um beijo da esposa
        Alta | Web

        ABT Schaeffler Audi Sport
        Clique na imagem para fazer o Donwload... 
        Nada como uma corrida após a outra: ABT Schaeffler Audi Sport comemora
        Alta | Web

        ABT Schaeffler Audi Sport
        Clique na imagem para fazer o Donwload... 
        Companheiro de equipe Daniel Abt completou alegria do time ao chegar em terceiro
        Alta | Web

        ABT Schaeffler Audi Sport
        Clique na imagem para fazer o Donwload... 
        A próxima etapa da Fórmula E acontece em Paris no dia 23 de abril
        Alta | Web

         

        ANTÓNIO FELIX DA COSTA SEM SORTE

        FÓRMULA E - LONG BEACH - ESTADOS UNIDOS

         

        ANTÓNIO FELIX DA COSTA SEM SORTE - FOI DESC LASSIFICADO

         

        Pole position para a corrida de hoje! Grande trabalho de toda a equipa! Sem dúvida é perfeito sair da frente, mas o mais importante é a corrida que é longa, vamos dar tudo para trazer esta para casa! Corrida hoje às 23:30 na Sporttv5-

         

         

        O meu pneu de trás esquerdo tinha menos 0.05 de pressão que o limite, isto significa que fui desclassificado, perdi a pole e vou ter de partir de último. Tem sido um ano cheio de sorte aqui na Formula E...


         

        CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2016

        Grande Prémio do Bahrein: Resumo de sexta-feira

         

        alt

         

        Evento:  Primeira e segunda sessões de treinos-livres

        Data:  sexta-feira, 1 de Abril

        Local:  Bahrain International Circuit em Sakhir

        Layout:  5,412 quilómetros (3,363 milhas), circuito de 15 curvas

        Condições Climatéricas:  Sol, 22ºC

        Pilotos:  Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez

         

         

        Grosjean:  9º tempo (1m35,000s), 18 voltas completadas

        Gutiérrez:  13º tempo (1m35,309s), 19 voltas completadas

        Piloto mais rápido:  Nico Rosberg Mercedes (1m32,294s)

        Piloto com mais voltas:  Marcus Ericsson Sauber e Daniil Kvyat Red Bull (30 voltas)


         

        Gutiérrez:  12º tempo (1m33,129s), 31 voltas completadas

        Grosjean:  14º tempo  (1m33,384s), 23 voltas completadas

        Piloto mais rápido:  Nico Rosberg Mercedes (1m31,001s)

        Piloto com mais voltas:  Valtteri Bottas Williams (39 voltas)

         

         

        Depois da chuva e do vento de quinta-feira, o Sol deu as boas-vindas aos competidores quando começaram os treinos-livres para o Grande Prémio do Bahrein. Os treinos de sexta-feira no circuito de 15 curvas e 5,412 quilómetros foram divididos numa sessão da parte da tarde e outra de noite – ambas de 90 minutos – esta última sob a luminosidade da iluminação artificial.


        Na primeira sessão o piloto da Mercedes Nico Rosberg prosseguiu a sua boa forma evidenciada com a vitória no Grande Prémio da Austrália. Assinou a melhor volta da sessão com os Pirelli P Zero Amarelos/Macios. Com o mesmo tipo de pneus, os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, alcançaram o 9º (1m35,000s) e 13º (1m35,309s) tempos, respectivamente.


        Com o pôr do Sol e os holofotes ligados, os tempos caíram nas segunda sessão de treinos-livres. Os pneus Pirelli P Zero Vermelhos/Super-Macios foram os preferidos. Mais uma vez Rosberg foi o mais rápido, assinando a melhor marca de sexta-feira (1m31,001s), o que lhe permitiu bater o recorde da volta, realizado por Pedro de la Rosa, em McLaren, em 2005.


        A melhor volta do Gutiérrez foi efectuada na segunda vez que saiu das boxes, a sua primeira volta lançada com pneus super-macios novos. Grosjean, depois de ter iniciado a sessão com os Pirelli P Zero/Médio, trocou para os super-macios e marcou a sua melhor volta, 1m33,384s.


        Na segunda parte da sessão da noite os pilotos da Haas F1 Team focaram-se em fazer quilómetros. A aquisição de dados, em vez da velocidade, foi o objectivo declarado para o VF-16 durante estas séries longas. Isto foi importante quer para a qualificação de sábado, quer para a corrida de domingo, que também será realizada durante a noite.


        No seu conjunto a Haas F1 Team registou 91 voltas em ambas as sessões – 37 na primeira e 54 na segunda.


         

        “A segunda sessão de treinos-livres foi interessante. Rodámos diversos tipos de pneus, médios e super-macios. Isto permitiu-nos avaliar quais os melhores para a corrida. Tivemos uma pequena dificuldade com a asa dianteira, mas no geral foi um bom dia de trabalho. Tivemos dois carros em pista para tentar alcançar a melhor afinação. A sessão de sexta-feira à noite é sempre a mais concorrida do fim-de-semana. Amanhã faremos algumas modificações, na tentativa de ganharmos mais um pouco de performance para que possamos regressar aos resultados que obtivemos da parte da manhã. Não penso que seja impossível que estejamos perto do top-10.”


         

        “Foi muito bom para nós termos estado em pista de forma consistente. Na primeira sessão tivemos algumas dificuldades, mas felizmente fomos capazes de as ultrapassar rapidamente. Na segunda sessão tudo correu melhor. As condições do vento melhoraram. Pudemos reunir muitos dados, o que nos ajudará a preparar o dia de amanhã. No geral, estou satisfeito como tudo correu. Temos ainda algum trabalho para fazer amanhã, afinar o carro, mas estou ansioso por fazer a qualificação.”

         

        “Tivemos duas sessões muito boas, até aos derradeiros cinco minutos, quando tivemos algumas pequenas dificuldades no carro do Romain. Verificámos algum fumo, que parece ter sido fruto de uma fuga de óleo. Tivemos também algumas vibrações na asa dianteira, mas estamos a resolver o assunto. O Esteban desempenhou um bom trabalho. O carro está onde consideramos que pode estar este fim-de-semana. Vamos continuar a trabalhar esta noite para termos tudo resolvido até amanhã.”


         

        Os pilotos terão outra sessão de treinos-livres no sábado (15h00-16h00) antes do início da qualificação, às 18h00. Então, o formato estilo eliminação será usado, sendo o pelotão reduzido progressivamente a dois pilotos, que, teoricamente, lutarão pela pole-position nos derradeiros noventa segundos.


         

        -HaasF1Team-

         

         

        Sobre a Haas F1 Team:

        A Haas F1 Team estreia-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, sendo a primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing.

        Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

         

        SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

         

        2016 Bahrain Grand Prix – Practice Sessions

        LAP RECORD BROKEN IN BAHRAIN AS TIMES FROM 2015 IMPROVE
        BY MORE THAN FIVE SECONDS IN FP1, THREE SECONDS IN FP2

        PERFORMANCE GAP OF AROUND 2.5 SECONDS BETWEEN
        MEDIUM AND SUPERSOFT

         Following some rain on Thursday, conditions for free practice at the Bahrain International Circuit were relatively cool and windy, with track temperatures dropping as FP2 took place in the evening: at the same time as qualifying and the race. The teams concentrated the majority of their set-up and tyre work into the second session, during which the race lap record established in 2005 was broken.

        Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “An indication of how much the lap times have generally improved from last year comes from the fact that the slowest time in FP1 this afternoon would have been the fastest FP1 time last year. Not only that but the race lap record was already broken in FP2. Conditions during FP2 are expected to be representative of qualifying and the race, so the teams have gathered plenty of data for what is looking like a race that will feature two, possibly three, pit stops for most competitors. During FP2 we encountered a very small amount of graining, in the cool conditions with a high fuel load. The low working range supersoft appears to have a pace advantage of about one second over the soft, helped by the cool temperatures.”

        FP1 – TIMES
        FP2 – TIMES
        1. Rosberg 1m32.294s soft new 1. Rosberg 1m31.001s  supersoft  new
        2. Hamilton 1m32.799s soft new 2. Hamilton 1m31.242s  supersoft  new
        3. Raikkonen 1m34.128s soft new 3. Button 1m32.281s  supersoft  new

        FP1 – BEST TIME PER COMPOUND

        MEDIUM Vettel  1m35.073s
        SOFT Hamilton  1m32.294s
        SUPERSOFT Not run in FP1

        FP2 – BEST TIME PER COMPOUND

        MEDIUM  Bottas  1m34.761s
        SOFT  Rosberg  1m32.173s
        SUPERSOFT  Rosberg  1m31.001s

        LONGEST STINTS OF THE DAY

        MEDIUM  Raikkonen  19
        SOFT  Magnussen  19
        SUPERSOFT  Ricciardo  13

        Tyre statistics of the day:

        Medium Soft Supersoft
        kms driven * 2101 3190 1343
        sets used overall ** 27 45 18
        highest number of laps ** 24 26 19

        * The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
        ** Per compound, all drivers combined.

        Minimum prescribed tyre pressures: 21.5psi (fronts) 19psi (rears) 

        Pirelli fact of the day: For Stoffel Vandoorne, who will start his first grand prix on Sunday, Bahrain is a place of auspicious debuts. The Belgian took his very first GP2 start in Bahrain in 2014 – and he went on to win the race. He qualified second on his Sakhir debut, before commencing a run of four consecutive GP2 poles. 

        Spotted in the paddock today: An extraordinary survivor: Nando Parrado. For those not familiar with him, the Uruguayan was one of just 16 people who walked out of the infamous 1972 Andes plane crash, playing an instrumental role in ensuring the rescue of his fellow Old Christians rugby team members by trekking through the mountains over a 10-day period to find help. After the crash he went on to become a professional racing driver, and is now a motivational speaker and television personality. 

        For more information: please visit our all-new website, which is regularly updated with exclusive in-depth features, news and reviews. To find out more, please visit:
        http://racing.pirelli.com/global/en-ww/bahrain-2016-practice

        alt

         alt

         

        SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI