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VELO CAB2012


CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

Uma forma de comparar a  nível tecnico os monolugares de 2016, e os de 2017

 

 

 

 

 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

 

  1. A equipa de Fórmula 1 da Haas já tem um modelito se quiser escolher para a decoração do F1 2017. Gosto do pormenor da asa dianteira.  Veiga

 

FÓRMULA E

FÓRMULA E

 

ANTÓNIO FELIX DA COSTA ANSIOSO PELA PRÓXIOMA PROVA

 

Foco! 2 semanas para Buenos Aires

 

NOS BASTIDORES DO CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1

 

NOS BASTIDORES DO CAMPEONATO MUNDO DE F 1 - 2017

 

  1. Mclaren descarta a referência MP4 para o F1 de 2017. É a primeira vez em 36 anos. O novo McLaren vai chamar-se MCL32, que é a referência de um... forno da Teka!

 

F 1 TAPADO

 

 

 

  1. F1 TAPADO

Ficção ou realidade???

 

CALENDÁRIO GP 2 E GP 3

 

 

 

  1. CALENDÁRIO GP2 2017.
  2. Início mais cedo e não em Barcelona, antes no Bahrain. Como sempre, corridas concomitantes com a F1 mas uma jornada "independente" em Jerez.
    GP3 terá apenas 8 jornadas, menos três que o GP2. Só começa em Barcelona, não vai nem ao Mónaco nem a Baku, mas também tem prova em Jerez. O GP3 testa no Estoril a 22 e 23 de Março.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

1º DE ABRIL POR ANTECIPAÇÃO

 

Segundo o jornalista João Carlos Costa

 

 

  1. Bernie Ecclestone compra a Manor F1, contrata Ron Dennis para director-desportivo e Gordon Murray como director-técnico. Pelo caminho troca o nome para Brabham e consegue o patrocínio da Rolex, DHL, Heineken e Petronas. E vai buscar Nico Rosberg e Susie Wolff à reforma.
    Acordei, desculpem!

 

EQUIPA DA MANOR ACABOU

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

EQUIPA DA MANOR ACABOU

 

ESTE MONOLUGAR DA MANOR NUNCA MAIS IRA VER PISTA ALGUMA NO MUNDIAL

 

 

  1. A primeira imagem de um F1 2017. Foto do modelo de túnel de vento do Manor, que nunca será usado, aparece nas redes sociais.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

FALTAM DOIS MESES PARA A NOVA FÓRMULA 1

 

 

  1. 26 de Janeiro / 26 de Março. A festa da F1 2017 começa dentro de exactamente dois meses. Uma temporada cheia de novidades, a todos os níveis. Político, técnico e regulamentar; em imagem com a chegada do Ultra HD; com um plantel com apenas uma estreia mas com dança das cadeiras em 7 das 10 equipas confirmadas. Só não há estreia em provas e o número desce para 20. Mas apesar de tantas novidades, por enquanto está no mapa como o primeiro ano do pós-Bernie.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

A EQUIPA DE QUE BERNIE ECLESTONE TEVE DE TRAZER CONSIGO

 

COM A SUA SAIDA DO PANORAMA DA FÓRMULA 1

 

 

 

  1. O banido, o perseguido e o despedido.

 

 

NOVIDADES NA FERRARI

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

NOVIDADES NA FERRARI

 

  1. FERRARI F1 2017 já tem nome, pelo menos segundo o Santander, que minutos depois apagou o tweet - JB de Jules Bianchi.

 

RENAULT SPORT RACING

 

A Renault Sport Racing associa-se à BP e à Castrol

 

A BP e a Renault Sport Racing anunciaram hoje uma parceria para o apoio da companhia petrolífera à escuderia Renault Sport Formula One Team na sua ambição de conquistar o Campeonato do Mundo num prazo de cinco anos. A BP e a Castrol, marca de lubrificantes do mesmo grupo, serão as fornecedoras de combustíveis e lubrificantes para a próxima temporada de F1, que arrancará em março na Austrália, em Melbourne.

 

FÓRMULA 1 MUDA DE BOSS

 

Bernie Ecclestone despedido pelos novos donos da F1

 

 

O britânico Bernie Ecclestone confirmou esta segunda-feira que foi demitido do posto de chefe máximo da Fórmula 1, cargo que ocupou durante quatro décadas.

Já esta terça, em entrevista à BBC, o novo dirigente máximo da categoria, Chase Carey, não poupou críticas ao referir-se ao seu antecessor, que chegou mesmo a classificar de “um ditador durante muito tempo” pela forma como dirigiu a Fórmula 1.

Os novos proprietários da Fórmula 1 querem adicionar ao Mundial da categoria a disputa de uma prova a mais nos Estados Unidos, um circuito de rua, para aumentar no país a popularidade da elite do automobilismo, que nos últimos anos tem enfrentado grandes quedas de audiência – período em que continuava a ser liderada por Bernie Ecclestone.

É um grande desporto, mas claro que pode ser melhorado. Até certo ponto necessitamos de um novo ponto de partida. O que trazemos é um novo olhar. Temos uma outra ambição, que é tornar a F1 um desporto fantástico para os fãs”, ressaltou Carey.

Chase Carey é também o CEO do grupo Liberty Media, empresa norte-americana que investe em entretenimento e desporto, e que em setembro adquiriu a F1, num negócio de 7600 milhões de euros.

Carey vai acumular as funções de CEO e presidente da Fórmula 1 e, embora tenha acabado de assumir a função de líder máximo da elite do automobilismo, deixou as cautelas de lado ao analisar o longo trabalho de Bernie Ecclestone, de 86 anos de idade.

Segundo diz Carey numa outra entrevista, concedida esta terça-feira à agência de notícias Associated Press, o britânico comandava a F1 com um estilo “autocrático”. “Bernie tinha um estilo autocrático. Eu não sou assim”, sublinhou.

Para Carey, a Fórmula 1 ficou estagnada no passado, apesar das constantes mudanças de regulamentos e inovações tecnológicas nos últimos anos, com “eventos um pouco cansativos”. O presidente da F1 considera que Ecclestone não conseguiu acompanhar a evolução dos meios de comunicação, hoje altamente ampliada com o advento da internet.

Diego Azubel / EPA

Chase Carey, presidente da Fórmula 1 e CEO da Liberty Media

Chase Carey, presidente da Fórmula 1 e CEO da Liberty Media

Aposta nos EUA

Carey deixou claro que pretende não apenas maiores audiências na Fórmula 1, mas também enviou um recado aos organizadores das provas mais tradicionais do calendário:  terão que ser rentáveis para continuar a fazer parte do Mundial de F1.

Isso aplica-se por exemplo ao Grande Prémio de Inglaterra, disputado fora de uma zona urbana, em Silverstone, que terá de assegurar que pode gerar mais lucros para continuar a acolher uma prova do campeonato.

A Liberty Media, controlada pelo milionário John Malone, completou na última segunda-feira a aquisição da F1 ao fundo de investimentos CVC Capital Partners.

E conseguir um crescimento da categoria nos Estados Unidos é agora uma das prioridades da Liberty, proprietária da equipa de baseball Atlanta Braves, de grandes ligas desportivas e de investimentos em companhias de TV por cabo nos Estados Unidos.

Actualmente, a Fórmula 1 tem apenas com uma prova em solo norte-americano, em Austin, no Texas. O novo chefe da categoria e os seus proprietários querem incluir uma segunda prova no país, em algum grande centro urbano.

“Gostaria de acrescentar uma corrida nos Estados Unidos em algum local como Nova York, Los Angeles, Miami ou Las Vegas”, adianta Carey na entrevista à Associated Press.

 

Fonte ZAP - Agencia BR

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

  1. Será? A ser verdade, e até pode ser, é uma bomba. E a ser, será início de uma nova Era. Interessante que outra tinha começado em Outubro de 1976, quando Ecclestone adquiriu os direitos de televisão da F1 por um milhão de dólares e os tentou vender às 10 equipas de "garagistas" por 100 mil dólares cada. Estas recusaram como agora fizeram o mesmo à proposta da Liberty Media para serem accionistas. Será que os team voltam a falhar outros negócio multimilionário? Será que o fim de 40 anos de reinado de Bernard I e o início de outro é outra vez uma oportunidade perdida

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

 

  1. A equipa de Fórmula 1 da Sauber não renova contrato com a Ferrari para 2018. Será para "vestir" Mercedes com a chegada de Wehrlein? Não, antes deve ir parar ao campo Honda. Por vezes, na F1, o que parece não é...

 

FÓRMULA 1 MUDA DE BOSS

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

FÓRMULA 1 MUDA DE BOSS

 

 

 

 

  1. Accionistas da Liberty aprovam compra da F1. Agora falta a FIA. Transferência de poderes deve acontecer em Março. Pedro Nascimento Sérgio Veiga

 

NOS BASTIDORES

 

NOS BASTIDORES

 

 

  1. Quem entra e quem sai, e quem vai para onde, no Red Bull Júnior Team:

    GP2 Series champion Pierre Gasly will race in the Japan-based Super Formula series with Red Bull-backing this season after missing out on a shot at graduating to F1.

    The Frenchman was tipped to progress to F1 with Toro Rosso in 2017 having established himself in the GP2 championship fight only for the team to re-sign both Carlos Sainz and Daniil Kvyat.

    ...

    Despite this, Gasly – who would go on to secure the title in Abu Dhabi – will retain Red Bull backing in 2017 and move to Super Formula, following in footsteps of 2016 GP2 champion Stoffel Vandoorne, who raced in Japan before securing a 2017 McLaren F1 drive.

    Revealed as part of a revised Red Bull Junior line up for 2017, Gasly will once again line up alongside Niko Kari, who moves from European F3 to GP3 with Arden, and Richard Verschoor, who steps up from Formula 4 to the Formula Renault Eurocup 2.0.

    New to the Red Bull Junior family will be American racer Neil Verhagen and British youngster Dan Ticktum, both of whom will also race in the Formula Renault Eurocup 2.0 series.

    Losing their place in the line-up will be Sergio Sette Camara – despite scoring a podium in the Macau Grand Prix – and MSA Formula driver Luis Leeds.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

E OS MCLAREN PODERÃO VOLTAR  A SER LARANJA

 

Há uma série hipótese dos McLaren para esta época surgirem com esta decoração, qude se diga de passagem é deveras chamativaAB2 CopyAB3 Copy

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

 

  1. E a Fórmula 1 mudou de mãos. A FIA deu o aval. Resta ver o que vai mudar mesmo.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

MASSA JÁ ASSINOU PELA WILLIAMS

 

REFORMA RETARDADA

 

Depois de todo aquele cerimonial no Grande Prémio de Brasil, na despedida de Filipe Massa, pelos vistos esta despedida ficou adiada, e o piloto de Sáo Paulo tem pela frente mais uma época na Williams.

 

  1. O mais curioso é  verificar a diferença de idade de Massa e Stroll.....17 anos e 187 dias. A diferença de idades entre Massa e Scroll. Maior só talvez Juan Manuel Fangio e Stirling Moss, companheiros na Mercedes nos anos 50 do século passado, com 18 anos e dois meses.

 

 

APRESENTAÇÃO DO F 1 DA MCLAREN

 

 

  1. 24 de Fevereiro?, será desta que é para regressar ao top? Esta é a data da apresentação do carro da McLaren para a época de 2017

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

BOTTAS JÁ ASSINOU PELA MERCEDES

 

A imprensa eurpeia da especialidade afirmou hoje que Bottas j´assinou poela Mercedes para esta temporada, que farfá ao lado de Lewis Hamilton.

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI ANNOUNCES COMPOUND CHOICES AND MANDATORY SETS
FOR THE 2017 GRANDS PRIX OF BAHRAIN AND RUSSIA

Pirelli announces the following compounds for the third and fourth rounds of the 2017 Formula 1 season.

In BAHRAIN*, to be held from April 14-16 on the Sakhir circuit:
P Zero White medium
P Zero Yellow soft
P Zero Red supersoft

These are the tyres that must be available (at least one of them to be used) at some point in the race:
One set of P Zero White medium
One set of P Zero Yellow soft

There are the tyres assigned for Q3 in qualifying:                     
One set of P Zero Red supersoft

In RUSSIA*, to be held from April 28-30 on the Sochi circuit:
P Zero Yellow soft
P Zero Red supersoft
P Zero Purple ultrasoft

These are the tyres that must be available (at least one of them to be used) at some point in the race:
One set of P Zero Yellow soft
One set of P Zero Red supersoft

There are the tyres assigned for Q3 in qualifying:                     
One set of P Zero Purple ultrasoft

*The tyre nomination for long-haul events has to be made 15 weeks in advance, whereas for European races the deadline is nine weeks in advance.

In accordance with the regulations, each driver must save for Q3 one set of the softest of the three nominated compounds. This set will be given back to Pirelli after Q3 for those who qualify in the top 10, but the remaining drivers will keep it for the race.

For the first five events of the season all 13 sets for each driver are identical and defined in the regulations: seven sets of the softest of the three nominated compounds, four sets of the middle compound and two of the hardest compound nominated. 

ABOUT THE 2017 TYRES:

  • The range has been completely transformed, with new sizes (305/670-13 at the front and 405/670-13 at the rear) as well as new profiles, constructions and compounds.
  • The compounds in particular make use of entirely new materials and a completely fresh design philosophy.
  • After a very positive testing programme with the new sizes Pirelli has decided to additionally homologate a back-up compound alongside each of the five new base compounds. These extra compounds are formulated using more traditional criteria compared to the new base compounds.
  • For the first part of the championship, only the new-generation base compounds have been selected.
  • The back-up compounds could be introduced later in the season to respond to any particular requirements once the real performance levels of the 2017 cars have been identified.
 

DI GRASSI EM LAS VEGAS

 

Em Las Vegas, Lucas di Grassi corre atrás do "bom princípio de Ano Novo"

Na capital mundial das apostas, Fórmula E inova com corrida virtual entre pilotos da categoria e competidores profissionais de simuladores. O prêmio é de 1 milhão de dólares

A Fórmula E inova mais uma vez ao dar o pontapé inicial de suas atividades em 2017 com uma corrida bastante diferente do que está acostumada a realizar nos grandes centros mundiais. Desta vez, a categoria dos carros elétricos organiza uma corrida virtual dentro do Hotel The Venetian, palco da CES 2017, a maior feira de eletrônicos e tecnologia do planeta, e que acontece em Las Vegas, nos Estados Unidos.

O Vegas eRace consiste em uma disputa de simulador entre os 20 pilotos da categoria mais dez gamers profissionais pré-selecionados - cada um representando uma equipe como seu terceiro piloto. O total em prêmios em distribuição é de 1 milhão de dólares - a maior premiação da história dos eGames.

"É difícil falar em diversão quando se tem um milhão de dólares em jogo, mas de qualquer forma, é bom começar o ano disputando uma bolada dessas", brinca Di Grassi, que forma o trio da ABT Schaeffler Audi Sport ao lado de seu companheiro de equipe Daniel Abt e do alemão Patrick Holzmann, de 22 anos, um dos gamers classificados para disputar a prova. "A ideia é curtir, mas os jogadores têm alguma vantagem porque para nós é bem diferente, sem nenhum dos desafios físicos que uma prova da categoria traz na pista. É mais difícil de prever do que um fim de semana normal de corrida", afirma.

Para Lucas, melhor piloto brasileiro em atividade de acordo com várias publicações especializadas e considerado o oitavo melhor piloto do mundo em 2016 pela conceituada revista inglesa Autosport, o retorno a Las Vegas traz lembranças de quando ele foi o responsável pela primeira exibição pública de um carro da Fórmula E, ainda antes da estreia oficial da categoria, em 2014.

"A primeira temporada ainda nem havia começado, e fizemos uma demonstração com o carro pelas ruas de Las Vegas. A recepção à ideia foi impressionante na ocasião, e agora estamos de volta, mais uma vez inovando, com uma corrida virtual", testemunhou.

Segundo o piloto da Audi, a corrida virtual é um novo marco. "É um bom exemplo de como a Fórmula E está, mais uma vez, à frente de várias outras disciplinas esportivas. É um evento completamente novo para nós. E seja no asfalto ou na tela do computador, o objetivo é o mesmo: vencer", diz.

O modelo da disputa segue exatamente os moldes da categoria, com treinos livres, classificação, super pole e uma corrida de 28 voltas. O vencedor leva 200 mil dólares; o segundo colocado, 100 mil; o terceiro fica com 50 mil dólares e até o trigésimo colocado os valores vão caindo até o mínimo de US$ 20 mil. O autor da pole position ganha 25 mil dólares e o autor da melhor volta da corrida fica com 10 mil.

"Definitivamente, neste caso, o que se faz em Vegas não fica em Vegas!", diverte-se. O Vegas eRace tem a largada às 22 horas deste sábado (7) com transmissão ao vivo pelo site twitch.tv e pelo site oficial da categoria, o fiaformulae.com.

 

Abt, Holzmann e Lucas di Grassi: o trio da ABT Schaeffler Audi Sport em Vegas (FIA Formula E)

Abt, Holzmann e Lucas di Grassi: o trio da ABT Schaeffler Audi Sport em Vegas (FIA Formula E)
Alta  | Web

Brasileiro começa acelerando na primeira atividade do ano (Audi Sport)

Brasileiro começa acelerando na primeira atividade do ano (Audi Sport)
Alta  | Web

Em vez dos carros... (Audi Sport)

Em vez dos carros... (Audi Sport)
Alta  | Web

Simuladores em uma disputa de 1 milhão de dólares em Las Vegas (Audi Sport)

Simuladores em uma disputa de 1 milhão de dólares em Las Vegas (Audi Sport)
Alta  | Web

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

NOS BASTIDORES

 

SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

 

  1. A passagem para a outra margem... em Grove. James Allison já está à porta da Mercedes. Mas, também ele, tem de tratar do jardim até... 1 de Abril. Sinceramente, acho que ficam a perder para os lados da estrela.

 

F 1 - AS DATAS DAS APRESENTAÇÕES

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

AS DATAS DAS APRESENTAÇÕES PARA A ÉPOCA

 

Eis algumas das datas de apresentação de algumas das equipas que irão participar no Campeonato do Mundo de Fórmula 1

 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE  FÓRMULA 1

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOºÃO CARLOS COSTA

 

 

 

  1. Mercedes chega a acordo com a Sauber para colocar Pascal Wehrlein na equipa em 2017. E diz-se agora que Mercedes, Williams e Sauber vão fazer o anúncio das suas equipas ao mesmo tempo, para não causar nenhuma situação confrangedora.
    Com Hamilton/Bottas na Mercedes, Massa/Stroll na Williams e Ericsson/Wehrlein na Sauber ficam por conhecer apenas os pilotos da Manor.

 

IMAGINAÇÃO SEM LIMITES

IMAGINAÇÃO SEM LIMITES1 Copy2 Copy3 Copy4 Copy5 Copy6 Copy7 Copy8 Copy9 Copy10 Copy11 Copy12 Copy13 Copy14 Copy15 Copy

 

 

  1. Pega-se num F1 2016 e o artista faz o resto. A ideia de Sean Bull: usar pinturas icónicas de Le Mans. Eis o resultado.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2017

 

 

 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

MAIS NOVIDADES DOS BASTIDORES

 

 

 

  1. Toro Rosso também pode dar outro nome aos motores Renault que vai usar em 2017. Só está a tentar arranjar quem pague. Entretanto, o chassis STR12 já passou os crash-test estando previsto que rode em pista para filmagens antes dos testes de Barcelona.

 

1º DE ABRIL POR ANTECIPAÇÃO??

 

 

 

  1. DE ABRIL POR ANTECIPAÇÃO
Um jornal espanhol noticiou que o piloto de motos Valentino Rossi, poderia ser o substituto de Rosberg na equipa de Fórmula 1 da Mercedes.

 

SERÁ ESTE O ASPECTO DOS F1 EM 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

SERA ESTE O ASPECTO DOS F 1 EM 2017??

 

Será este o aspecto dos monolugares de Fórmula 1 na próxima época???3 Copy4 Copy5 Copy6 Copy7 Copy8 Copy9 Copy10 Copy11 Copy12 Copy14 Copy

 

O HOBBY DE HAMILTON

 

 

O HOBBY DE HAMILTON

 

 

  1. Um dos hobby´s de Louis Hamilton - desportos na neve

 

STROLL CONTINUA ADAPTAÇÃO

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMUAL1

 

STROOL CONTINUA ADAPATAÇÃO AO WILLIAMS

 

  1. Lance Stroll, o papa quilómetros.

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

 

F1 2016 - OS 15 MOMENTOS DO ANO.

 

 

1 - O ADEUS do campeão: ninguém estava à espera. Uma decisão difícil de perceber, mais fácil de aceitar, com contornos únicos. Rosberg a deixar uma marca dupla no Mundial 2016.

2 - BATALHA RICCIARDO / VERSTAPPEN na Malásia: a 39ª volta em Sepang, na sequência rápida das curvas 5, 6 e 7. Um lado-a-lado que devíamos rever sempre vezes sem conta.

3 - ULTRAPASSAGEM ROSBERG a Verstappen em Abu Dhabi: pela importância, pela forma aguerrida, pelo risco, até pelo sangue frio.

4 - SHOW DE VERSTAPPEN à chuva em Interlagos: as ultrapassagens, o carro perpendicular à pista na recta da meta, a forma como “lia” o asfalto molhado à sua frente. Se dúvidas houvesse, o holandês mostrou que é um eleito.

5 - VITÓRIA DE VERSTAPPEN em Espanha: pelo que significou em termos de recorde de idade. Pela forma como foi conseguida - entregue de bandeja pelos Mercedes Boys e pela táctica da Red Bull. Mas, mais ainda, pela defesa final face a Raikkonen e por ter sido logo na estreia com a Red Bull. O dia em que muitos descobriram (ou redescobriram) a F1.

6 - F… YOU CHARLIE: Vettel já tinha perdido muitas vezes a cabeça no rádio. No México, mesmo aceitando-se que a razão estava do lado dele, foi longe de mais no ataque ao Director de Corrida. “Rasteirou” o árbitro e teve como penalização uma palmadinha nas costas. Tudo num dia menos bom para a F1 (três terceiros em poucas horas!!!), mostrando que a regra “Verstappen” tem tinha tudo para dar errado… e deu!

7 - PARTIDAS FALHADAS de Hamilton: seis no total. Mais que o motor na Malásia, talvez o verdadeiro factor que custou o tetra.

8 - A MUDANÇA DE PNEUS de Ricciardo em Monte Carlo: se é verdade que a Ferrari cometeu muitos erros de estratégia, a Red Bull bateu todos com a paragem do australiano no Mónaco. Percebe-se porque Ricciardo não falou com a equipa durante dois dias. A sua cara no pódio contava com todos os detalhes o que lhe ia na alma. Nesse dia, em vez de beber champanhe pela bota, devia querer dar com a mesma em alguém…

9 - QUALIFICAÇÃO DE RICCIARDO em Monte Carlo: aquele momento em que tudo corre bem. Em que até o rail à saída da piscina se encolhe. Magia australiana, tal como a pole de Hamilton em Monza foi do outro mundo.

10 - ACIDENTE DOS MERCEDES na primeira volta em Barcelona: podia ser final da corrida na Áustria ou o início no Canadá. Mas o toque a caminho da curva 4 em Espanha foi mais marcante porque impediu um triunfo quase certo. Mais ainda, percebeu-se que a guerra seria sem quartel, sem prisioneiros, mostrando uma atitude de Rosberg a que não estávamos habituados… e que pode ter sido decisiva para o título (mais que o party-time de Hamilton).

11 - DOIS FERRARI no comando no final da 1ª volta em Melbourne: acreditámos que íamos ter uma Ferrari forte. Ficámos pelo desejo. A equipa afundou-se na falta de competitividade do chassis (aerodinâmica e gestão de pneus), nos falhanços tácticos e até numa menor serenidade de Vettel.

12 - ACIDENTE DE ALONSO na Austrália: um susto do tamanho dos mais de 200g que o espanhol “acumulou” na viagem alucinante. Segundos de incredulidade, seguidos de outros tantos de expectativa de ver se Alonso saía inteiro do carro. Sustos grandes também com as batidas de Verstappen na piscina do Mónaco, de Ericsson nos treinos de Silverstone e a pancada de Magnussen no topo do Raidillon, para além da “espera da carambola” após o despiste de Raikkonen em Interlagos.

13 - 161 ULTRAPASSAGENS em Xangai: a melhor maneira de mostrar que a ideia preconcebida que não se ultrapassa na F1 é o maior dos disparates. No quilómetro “e uns pós” da recta grande, numa das voltas houve “apenas” 12 ultrapassagens e dois carros que trocaram três vezes de posição entre si.

14 - FINAL DO Q3 em Melbourne: aquele momento em que nada se passa a não ser o facto de nas nossas cabeças percebermos que estamos a assistir a um dos piores momentos da história da F1. Felizmente a “cura” veio rápido…

15 - ACIDENTE DE VETTEL em Sochi: dois toques de seguida de Kvyat. O primeiro momento de grande frustração do alemão em 2016. E os primeiros “pis” com vontade pelo rádio.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI ANNOUNCES COMPOUND CHOICES AND MANDATORY SETS
FOR THE 2017 GRANDS PRIX OF AUSTRALIA AND CHINA 

NEW MATERIALS AND A COMPLETELY FRESH DESIGN PHILOSOPHY
DEFINE THE NEW-GENERATION RANGE OF TYRES
 

With the 2016 championship just over, Pirelli is already thinking to the coming F1 season. As the tyre nomination for long-haul events has to be made 15 weeks in advance, whereas for European races the deadline is nine weeks in advance, Pirelli announces the following three compounds for the first and second rounds of the 2017 Formula One season.

In AUSTRALIA*, to be held (March 24 – 26) on the Albert Park circuit in Melbourne:
P Zero Yellow soft
P Zero Red supersoft
P Zero Purple ultrasoft

These are the tyres that must be available (one of them to be used) at some point in the race:
One set of P Zero Yellow soft
One set of P Zero Red supersoft

There are the tyres assigned for Q3 in qualifying:                     
One set of P Zero Purple ultrasoft

In CHINA*, to be held (April 7 – 9) on the Shanghai circuit:
P Zero White medium
P Zero Yellow soft
P Zero Red supersoft

These are the tyres that must be available (one of them to be used) at some point in the race:
One set of P Zero White medium
One set of P Zero Yellow soft

There are the tyres assigned for Q3 in qualifying:                     
One set of P Zero Red supersoft

Following the regulations, each driver must save for Q3 one set of the softest of the three nominated compounds. This set will be given back to Pirelli after Q3 for those who qualify in the top 10, but the remaining drivers will keep it for the race.

The teams are free to choose the remaining 10 sets; making up 13 sets in total for the weekend. 

2017 TYRES’ NEW FRAME

  • The range has been completely transformed, with new sizes (305/670-13 at the front and 405/670-13 at the rear) as well as new profiles, constructions and compounds.
  • The compounds in particular make use of entirely new materials and a completely fresh design philosophy.
  • After a very positive testing programme with the new sizes Pirelli has decided to additionally homologate a back-up compound alongside each of the five new base compounds. These extra compounds are formulated using more traditional criteria compared to the new base compounds.
  • For the first part of the championship, only the new-generation base compounds have been selected.
  • The back-up compounds could be introduced later during the course of next season to respond to any particular requirements once the real performance levels of the 2017 cars have been identified
 

CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMUAL 1 - 2017

 

NOS MEANDROS DOS BASTIDORES

 

 

  1. Final próximo para Joe Capito!? A contratação que ninguém percebeu, a não ser para funcionar como um escudo junto dos funcionários, explicando-lhes o negócio, que acabou falhado, de Ron Dennis, está prestes a deixar a McLaren.

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

NOS MEANDROS DOS BASTIDORES

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

 

Do Canadá com "amor". 
Sebastian Vettel deve "Drive com compostura, ser mais calma, menos agitada" se ele quiser permanecer na Ferrari, equipe de fórmula 1 além de 2017, de acordo com a ferrari presidente Sergio Marchionne.
Vettel suportou um difícil segunda temporada com Ferrari em 2016, a não conseguir vencer uma corrida e se abaixou em quarto lugar no campeonato de pilotos de f1, após uma corrida-ganhar maiden temporada em maranello em 2015.
Os quatro vezes campeão do mundo foi beneficiado por seu companheiro de equipa na qualificação kimi raikkonen durante o segundo semestre de 2016, como ferrari foi remodelado pelo red bull no dos construtores da classificação.
Ele também se envolvida em polêmica após uma explosão na rádio F1 Race Director Charlie badejo e red bull é max verstappen durante o grande prêmio do México, para que vettel emitiu um pedido formal de desculpas para o fia.
Vettel foi dito ele deve " ganhar o seu lugar " no scuderia além do próximo ano pela equipe chefe maurizio arrivabene, e enquanto a falar italiano no Ferrari media anual do briefing pré-Natal, marchionne disse duas correntes de Ferrari é raça " motoristas estavam sob escrutínio ".
" quanto aos nossos pilotos de corrida, é trabalho em andamento," marchionne disse.
" admito que estamos olhando à nossa volta para o futuro, por a analisar atentamente as situações dos outros.
" isso não significa que não temos confiança nos nossos motoristas, mas é justo dizer que eles estão sob escrutínio.
" Eu sou feliz com raikkonen é temporada - ele irá correr novamente em 2017, mas o que dizer depois disso? Ele quer se aposentar ou continuar?
" com o vettel não faz sentido falar sobre renovação agora, primeiro temos que entender se ele se sente confortável com nós em 2017.
" Devemos dar-lhe um carro vencedor, caso contrário, a falar do futuro é inútil.
" Ele quer ganhar connosco, nós sabemos disso. Podemos garantir isso por ele? Em troca, ele deve conduzir com serenidade, ser mais calmo, menos agitado.
" Ele deve pensar em ganhar na pista e bater os outros carros, não entrar em contendas pessoais."
Alfa Romeo poderia ser jovem condutor equipa
Marchionne reiterou o seu desejo de Alfa Romeo para retornar a f1 no futuro, sugerindo a famosa marca italiana "poderia tornar-se um terreno fértil para jovens condutores italiano".
Ferrari recentemente recrutados gp2 Runner-Up Antonio giovinazzi como seu terceiro motorista para 2017, e marchionne sugeriu um alfa romeo equipa pode fazer um trabalho melhor desenvolvimento do talento italiano cliente atual f1 esquadrões haas e sauber pode.
" Alfa Romeo em f1 poderia tornar-se ótimo terreno fértil para o jovem italiano marchionne motoristas," disse.
" a melhor de todas, giovinazzi, já está com a gente, mas há outros além dele, e eles estão a lutar para encontrar a sala.
" Alfa Romeu, mais do que a nossa cliente equipas, podia oferecer-lhes esse espaço.
" Não há espaço para um alfa romeo troca, possivelmente como uma colaboração com a Ferrari.
" agora não, porque apesar de Alfa deve primeiro fazer dinheiro através de vendas da Giulia e do Stelvio [estrada carros]."

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2017

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMUAL 1 - 2017

 

NOS BASTIDORES....

 

 

  1. Pat Symonds deixa a Williams onde chegou a meio de 2013. Caminho aberto para Paddy Lowe.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2017

  1. Ferrari apresenta F1 2017 a 24 de Fevereiro na pista de Fiorano.

 

LAUREUS É NOTICIA

 

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E o Prêmio Laureus World Sports Awards vai para…

MÔNACO

Ou deveria ser…

MÔ...NICO?

Assista ao vídeo abaixo para descobrir

  • Nico Rosberg, campeão da Fórmula 1 e embaixador da Laureus, anuncia a cidade sede
  • Depois de 17 anos voltamos para o berço do primeiro Prêmio Laureus
  • Foi em 2000, quando o presidente Nelson Mandela inspirou Laureus a provar que o esporte tem o poder de mudar o mundo. Desde então, Laureus desenvolveu-se como um movimento global
  • Laureus Sport For Good é agora uma força importante para a transformação positiva, usando o poder do esporte para acabar com a violência, discriminação e exclusão social e provar que o esporte pode mudar o mundo
  • A cerimônia de premiação no dia 14 de fevereiro não só homenageará os maiores esportistas e atletas de 2016, mas também mostrará o trabalho de Laureus Sport for Good. Agora mais do que nunca
  • Os indicados de 7 categorias serão anunciados no dia 11 de janeiro de 2017

 

HUMOR NA FÓRMULA 1

 

 

HUMOR NA FÓRMULA 1

 

Pelos vistos mal Pastor Maldonado soube que havia uma vaga na equipa da Mercedes de Fórmula 1, apresentou logo a sua candidatura deste forma bem original.....

 

 

 

 

 

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMUAL 1 2017

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

 

  1. 17 DE JANEIRO: é aí que se vai perceber se há, ou não, vontade da Liberty Media para comprar a maioria das acções da F1. Depois virá a segunda parte deste "jogo" - há ou não dinheiro próprio? Vão ou não pedir a participação financeira das equipas, ou de outras partes, para a conclusão do negócio de 4,4 mil milhões? Mas antes, é preciso passar por esta fase.

    Liberty Media shareholders will vote on whether or not the media company should proceed wi...th its proposed Formula 1 takeover next month.
    The US company has already acquired an 18.7 per cent stake in the sport from CVC Capital Partners, but hopes to increase that to a majority holding next year.
    The process however requires majority support from Liberty Media's shareholders and the matter will go to a vote on January 17.
    "Holders will be asked to vote on proposals relating to Liberty's issuance of shares of its Series C Liberty Media common stock in connection with the proposed acquisition of Formula 1 and the renaming of the Liberty Media Group and the Liberty Media common stock to the Formula One Group and the Liberty Formula One common stock, respectively, following the proposed acquisition of Formula 1 by Liberty."

 

FRANK WILLIAMS REAPARECEU

 

FRANK WILLIAMS REAPARECEU

 

  1. Frank Williams de regresso na festa de Natal da Williams.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE F 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMUAL 1 - 2017

 

NOS MEANDROS DA FÓRMULA 1

 

 

  1. Já o deram  como possível na Ferrari, mas também na McLaren. Agora, parece que o destino de Paddy Lowe será um regresso a Grove, como novo chefe máximo da Williams. Será mão de Lawrence Stroll?

 

NOS MEANDROS DA FÓRMULA 1

 

CAMPEOANTO DO MUNDO DE F´ROMUAL1 - 2017

 

NOS MEANDROS DA FÓRMULA 1

 

  1. Rory Byrne está prestes a deixar a pesca asiática e voltar a ocupar-se, a tempo (quase) inteiro, da aerodinâmica dos F1 para os lados de Maranello. Tal como James Allison parece estar de escritório quase montado no gabinete que ainda é de Paddy Lowe. Isto porque "Harry Potter" vai mesmo acabar em Grove. Ao que tudo indica com o ordenado que a Mercedes não quer pagar, mais um belo pacote de acções, naquilo que pode ser uma cortesia do sr. Lawrence. Está tão boa esta silly-season dos "engenheiros"...

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

 

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

OS RUMORES NA FÓRMULA 1 PARA 2017

 

  1. ESTOU A ADORAR os media britânicos na sua senda para encontrar um substituto para Rosberg na Mercedes. E as suas certezas. Já houve a fase Alonso; agora vivemos na "era" Bottas; qual será o sabor da próxima semana? Lanço já a ideia Button, deixando Sainz para o Natal. Talvez que o Ano Novo lhes traga Wehrlein...
    Agora que Motorsport.com e Autosport GB têm o mesmo patrão, a batalha mais interessante faz-se entre a Sky, o Ch4 e a BBC. Há uma guerra pela necessidade de remissão,... de serem os primeiros a dar a notícia, como se fosse uma espécie de compensação pelo "furo" perdido. E com tudo isto acabam por fazer notícias ao nível dos tablóides de "fleet street"
    Na Sky ainda está tudo de "luto". Como foi possível Rosberg não ter usado o canal para anunciar a sua decisão. Foi tão, tão, tão bom ouvir Mr. MB dizer que soube da notícia pelo... filho. Ele que sabe sempre tudo em primeira mão. Na entrevista a Rosberg no Autosport Awards, Ted (que é, na minha opinião, o melhor de todos os repórteres de F1) parecia não esconder a vontade de questionar o campeão do mundo sobre essa "ousadia".
    No Ch4, Coulthard mostrou aquele ar de eu já desconfiava; Irvine, esse, nem comenta (ele há sempre uma primeira vez...)
    Na BBC estão numa de mostrar se fossem eles a fazer a transmissão, claro que tinham sabido.
    O que nos vai valendo é que às 3. feiras temos Auto-Hebdo para ler...

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

 

 

 

  1. Anda tudo preocupado com o segundo lugar na Mercedes que ainda ninguém tinha percebido que a Lotus F1 afinal ainda existe. Abençoada "A Bola"! Não sabe que a F1 é transmitida em Portugal, mas tem sempre as "últimas" sobre a modalidade...

 

SUGESTÃO DO FIM DE SEMANA NO EUROSPORT

 

SUGESTÃO DO FIM DE SEMANA NO EUROSPORT

 

 

  1. Resumo do Mundial de F1 2016 para ver este fim-de-semana no Eurosport 2Xtra. 60 minutos com todas as histórias do ano.
    Horários:
    Sábado - 12:20, 15:45, 20:10
    Domingo - 12:30, 16:30, 20:15, 23:10

 

EBULIÇÃO NA FÓRMULA 1

EBULIÇÃO NA FÓRMULA 1

 

FILIPE MASSA PODE CONTINUAR POR MAIS UMA ÉPOCA NA F1

 

BOTTAS PODE IR PARA A MERCEDES NO LUGAR DE ROSBERG

 

  1. Bottas vai mesmo para o lugar de Rosberg na Mercedes e o que ganha a Williams com isso? Um desconto de mais de 10 milhões/ano nos motores (metade da factura anual) por um período de dois anos. Paddy Lowe entra directo na Williams, sem ter que cumprir o habitual nojo (6 a 12 meses), e vai reestruturar uma equipa que precisa disso mesmo, com a ajuda de Lawrence Stroll que está cada vez mais envolvido na estrutura de Grove e por isso fez exigências. Para além de um patrão técnico quer um piloto capaz de ajudar no desenvolvimento do filho, Lance. E é aí que entra Filipe Massa, disposto a fazer mais um ano na F1 até que esteja pronto o projecto Lamborghini GT. Tudo isto para confirmar lá para o dia 4 / 5 de Janeiro.

 

VISITA DE NIKO ROSBERG

Visita dos Campeões Mundiais de Fórmula 1 2016

Nico Rosberg, aterrou em Kuala Lumpur, Malásia, na primeira de uma série de rápidas visitas, numa digressão global de celebração.

Acabado de vir do triunfo e das celebrações em Abu Dhabi, Nico escolheu o país sede da PETRONAS, parceiro principal da sua equipa, como primeiro destino para celebrar a sua estreia nos títulos mundiais.

Foi acompanhado pelo Diretor da Mercedes-Benz Motorsport, Toto Wolff, em honra do terceiro título consecutivo da equipa no Campeonato Mundial de Construtores, e pelo Presidente e Diretor-executivo da PETRONAS, Datuk Wan Zulkiflee Wan Ariffin.

O ponto alto do dia foi, sem dúvida, a incrível receção feita pela família malaia de Nico, os seus colegas da PETRONAS, no átrio das Torres Gémeas PETRONAS.
Ao caminhar pelo átrio da sede da empresa, Nico foi saudado por milhares de funcionários entoando o seu nome em celebração da vitória no Campeonato Mundial – e este reconheceu a contribuição de todos eles com um simples elogio: “O nosso campeonato é o vosso campeonato também; nós alcançámo-lo juntos.”

Em seguida continuou: “As últimas 48 horas foram cheias de emoções inacreditáveis e isso foi um ponto alto para mim – não estava nada à espera e fiquei totalmente surpreendido! Foi incrível e maravilhoso de ver. Têm sido dias bastante intensos. Sinto-me bastante cansado por comemorar tanto em Abu Dhabi e tenho também algumas nódoas negras, da grande celebração com os meus amigos – mas é uma sensação incrível pensar que consegui atingir o meu sonho de infância e que sou Campeão Mundial.

“Tenho trabalhado para este objetivo há 25 anos, toda a minha vida, e foi extremamente intenso no domingo, com alguma incerteza e teria sido terrível perder o campeonato. Mas depois de tudo, foi incrível partilhar com toda a gente, especialmente com a equipa. A Mercedes é a minha família na F1 e estivemos juntos desde o primeiro dia, em 2010, tal como a PETRONAS – e agora somos os melhores do mundo. Os meus melhores amigos foram a Abu Dhabi para me surpreender e claro, os meus pais também. Uma das partes mais emocionantes é conquistar o que o meu pai conquistou há 34 anos atrás. Os meus pais tinham preparado um vídeo de mim durante os meus primeiros dias a correr num kart, que eu nunca tinha visto antes. Quando o vi no domingo à noite nas redes sociais, fartei-me de chorar, pensando no apoio que os meus pais me deram durante todos esses anos.

“Também devo umas palavras ao Lewis. Ele é um dos melhores do mundo, certamente um dos melhores de sempre, por isso é incrivelmente intenso correr contra ele. Parece que o fazemos há muito tempo e ele superou-me sempre por pouco, por isso finalmente ganhar-lhe é fantástico. Tenho imenso respeito por ele, pois ele faz um trabalho incrível, tem-se saído tão bem ao longo dos anos e no domingo lutou até ao último metro. Isso fez com que a corrida no domingo fosse extremamente dura, o que tornou tudo ainda mais bonito depois.”

O Diretor da Mercedes-Benz Motorsport, Toto Wolff, continuou: “Tendo celebrado o Campeonato de Construtores em Brackley e Brixworth há algumas semanas, pareceu mais do que justo que Kuala Lumpur deveria ser a nossa primeira paragem depois de Abu Dhabi. Os nossos amigos da PETRONAS tiveram um enorme papel no sucesso dos últimos três anos e estes títulos pertencem-lhes tanto como a nós. O que começou em 2010 como uma relação comercial transformou-se agora numa parceria tecnológica profundamente enraizada – principalmente após a introdução da era do Híbrido, em 2014. A sua tecnologia é a força vital deste motor e raramente encontrei pessoas tão motivadas, enérgicas e ambiciosas. Como grupo, vencemos já Campeonatos do Mundo com ambos os nossos condutores – algo que foi alcançado pela última vez na década de 1980, pela McLaren, com Senna e Prost. Este tipo de comparação faz uma enorme declaração acerca do trabalho árduo realizado na obtenção destes resultados, por cada uma das pessoas em Brackley, Brixworth, Estugarda e aqui em Kuala Lumpur – incluindo, claro, ambos os nossos pilotos de corrida.

“Quando juntámos pela primeira vez o Lewis e o Nico como nossos condutores, em 2013, tornámos claro que não haveria estatuto de número um para qualquer deles – e eles também não o queriam. Sabíamos que tínhamos nas nossas mãos dois talentos de classe mundial e que dar-lhes oportunidades iguais para alcançarem o seu potencial iria conseguir obter o melhor deles. Ao mesmo tempo, sabíamos que esta abordagem iria por vezes trazer-nos momentos duros com que lidar. É algo que tivemos em conta e aceitámos como um desafio que valeria a pena abraçar. Quando vemos os resultados que obtivemos juntos, é claro que esta é a abordagem certa. Uma das chaves para o nosso sucesso é que eles puxam constantemente um pelo outro – o que faz com que a fasquia fique cada vez mais alta. São ambos lutadores natos e a competição intensa tem sido boa para eles, para a equipa e para o desporto.

“Finalmente, uma palavra para o Nico. Vi o vídeo que ele mencionou, sobre as suas primeiras voltas num kart e achei-o bastante inspirador. Quando vemos pilotos hoje na Fórmula 1, tendemos a esquecer todo o esforço que foi necessário para chegarem onde estão. Quando vejo aquele miúdo pequeno num kart, há 25 anos atrás, apercebo-me mais uma vez da longa jornada que foi para o Nico e todo o esforço que ele empenhou para alcançar o seu sonho. Mostrou compromisso e orientação para alcançar o lugar onde está hoje e é um digno Campeão Mundial.

O Presidente e Diretor-executivo da PETRONAS, Datuk Wan Zulkiflee, concluiu: “A PETRONAS ainda é uma empresa jovem – só temos 42 anos – e poucas pessoas sabem que estamos envolvidos na Fórmula 1 há 21 anos. Mas tem sido esta última era a trazer uma história mesmo fantástica para nós. Temos visto um enorme incremento na exposição mediática e temos sido a marca de energia de topo no desporto nas últimas três épocas. Contudo, o que me deixa mais orgulhoso é que, com as nossas soluções tecnológicas de fluidos, fizemos uma contribuição significativa para a conquista desta equipa. A Fórmula 1 é boa para a nossa marca, para os nossos produtos e para a nossa gente.

“Gostaria também de aproveitar esta oportunidade de congratular o Nico pelo seu sucesso nesta época. É um fantástico momento para receber o próximo campeão mundial aqui na nossa sede, vindo diretamente da corrida final, em Abu Dhabi, e poder partilhar as nossas celebrações com ele e com o Toto. Desfrutámos de três incríveis épocas de sucesso e estamos a trabalhar mais do que nunca para responder aos novos grandes desafios dos regulamentos de 2017, no próximo ano.”
Depois de abordar esta época uma corrida de cada vez, Nico encontrou agora uma nova aplicação para a sua rígida disciplina mental. No seguimento de uma época com um número recorde de 21 corridas, ele planeia abordar as próximas semanas... uma festa de cada vez!



Petronas
 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

Mais um passo dado para a aquisição da F1. Como se esperava, a Liberty Media teve necessidade de procurar dinheiro junto de uma "terceira entidade", uma vez mais fundos de investimento. E a CVC continua bem presente na liderança. Fica cada vez mais difícil perceber quem manda em quê...

Liberty Media Corporation Announces Agreements with Third Party Investors to Invest $1.55 Billion to Support Formula 1 Acquisition

Corporation ("Liberty Media") (NASDAQ: LSXMA, LSXMB, LSXMK, BATRA, BATRK, LMCA, LMCK) announced today that it has entered into agreements with certain third party investors to commit $1.55 billion in subscriptions for newly issued shares of its Series C Liberty Media common stock ("LMCK") at a price of $25.00 per share in connection with its acquisition of Formula 1. The third parties are Coatue Management, L.L.C., the D. E. Shaw group, JANA Partners LLC, Ruane, Cunniff & Goldfarb Inc., Soroban Capital Partners LP, SPO Advisory Corp., and Viking Global Investors LP (collectively the "Third Party Investors"). The issuance of the shares of LMCK to the Third Party Investors will be consummated concurrently with the completion of the Formula 1 acquisition.
Greg Maffei, President and Chief Executive Officer of Liberty Media, said: "We are excited that this impressive list of investors will participate in the acquisition of Formula 1. This group shares our enthusiasm for the sport and our belief in the opportunity to develop and grow it for the benefit of the fans, teams, sponsors and our shareholders. We look forward to closing the transaction in early 2017."
Chase Carey, Chairman of Formula 1, said: "This is a significant step in Liberty Media's transformative acquisition of Formula 1 and is further confirmation that the future of the sport is bright."
The proceeds from this $1.55 billion investment will be used to increase the cash portion of the aggregate consideration payable to the consortium of selling Formula 1 shareholders (the "Selling Shareholders") led by CVC Capital Partners ("CVC"). As a result of this investment, the number of LMCK shares issuable to the Selling Shareholders at the closing of the Formula 1 acquisition will be reduced from approximately 138 million to approximately 76 million. The total number of LMCK shares to be issued by Liberty Media in connection with the acquisition of Formula 1, to both the Selling Shareholders and the Third Party Investors, remains unchanged at approximately 138 million shares (excluding the dilutive impact of the $351 million Exchangeable Notes). Both the Third Party Investors and the Selling Shareholders will be subject to certain lock-up restrictions for a period of six months following the completion of the Formula 1 acquisition, subject to certain exceptions. Information regarding these lock-up restrictions can be found in the definitive proxy statement filed by Liberty Media with respect to the special meeting of stockholders (described below) and in a future Current Report on Form 8-K to be filed by Liberty Media.
The interest in Formula 1 already acquired by Liberty Media, and the remaining interest to be acquired upon the closing of the acquisition, is being attributed to the Liberty Media Group tracking stock. Upon completion of the acquisition, subject to stockholder approval, the Liberty Media Group will be renamed the Formula One Group and the ticker symbols for the Series A, Series B and Series C Liberty Media common stocks will be changed from LMC (A/B/K), respectively, to FWON (A/B/K), respectively.
Following the completion of the Formula 1 acquisition and the issuance of shares to the Third Party Investors, the Third
(1) Party Investors in the aggregate will own approximately 26%
of the Formula One Group's equity, and the Selling
Shareholders will own approximately 39%(1) of the Formula One Group's equity and will have board representation at Formula 1 to support Liberty Media in continuing to develop the full potential of the sport. In addition, a CVC representative will be joining the Liberty Media Board of Directors.
The completion of the acquisition is subject to certain conditions, including the receipt of (i) certain clearances and approvals by antitrust and competition law authorities in various countries, (ii) certain third-party consents and approvals, including that of the Fédération Internationale de l'Automobile, the governing body of Formula 1, and (iii) the approval by Liberty Media's stockholders of the issuance of LMCK shares in connection with the acquisition (including the issuance to the Third Party Investors) at the special meeting scheduled for January 17, 2017. The acquisition is expected to close before the end of the first quarter in 2017. At the special meeting, Liberty Media's stockholders will also be asked to approve the name change of the Liberty Media Group to the Formula One Group. However, the approval of the name change proposal is not a condition to closing the Formula 1 acquisition. Additional information regarding the acquisition and Formula 1 has been included in the definitive proxy materials filed by Liberty Media with the Securities and Exchange Commission relating to the matters to be voted upon by Liberty Media's stockholders described above.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

ALL THE NUMBERS FROM PIRELLI’S 2016 FORMULA ONE SEASON

“This has been an incredible season both on and off the track: here are a few facts and figures as a souvenir of a year that will go down in history. Pirelli has introduced a brand new compound – the ultrasoft – and also new regulations that allowed teams to use three compounds during each race, selected in advance. This extra tactical intrigue proved to be a highlight of the year, enhancing the show still further. We also had the final season of tyres with a deliberately high level of degradation, as from next year we adopt a new philosophy in line with the latest direction for the sport. At the same time as completing this season, we were testing for the next one: both using prototypes in 2016 dimensions, and then, from August, prototypes in 2017 size on adapted mule cars over 24 cumulative test days. As a result of that, and the biggest calendar ever featured in the sport, we completed a longer distance, at higher levels of performance, than has ever been seen before in the history of Formula 1.”
Paul Hembery, Pirelli Motorsport Director

TYRES

  • Total number of tyres supplied in 2016: 42,792
  • Of these, 38,112 were supplied for race weekends and 4,680 for testing
  • Of the 42,792 tyres, 28,188 were slicks and 14,604 were rain or intermediate tyres
  • Total number of tyres used during race weekends: 15,652, of which 13,844 were slick tyres and 1,808 were rain or intermediates
  • Total number of tyres that were recycled: all
  • Maximum number of kilometres driven on each compound (excluding tests):
    Hard: 759 km (Daniel Ricciardo, Red Bull)
    Medium: 3,597 km (Valtteri Bottas, Williams)
    Soft: 6,566 km (Sergio Perez, Force India)
    Supersoft: 4,598 km (Valtteri Bottas, Williams)
    Ultrasoft: 2,052 km (Nico Rosberg, Mercedes)
    Intermediate: 444 km (Jenson Button, McLaren)
    Wet: 523km (Lewis Hamilton, Mercedes)

PIT STOPS

  • Total number of pit stops: 933, of which 4 drive-throughs and one was a stop and go)
  • This makes an average of 44.4 per race, and 2.01 per driver in each race
  • Most pit stops in a race: 66 at the Chinese Grand Prix
  • Fewest pit stops in a race: 26 in Russia

OVERTAKING

  • Total number of overtaking manoeuvres during the season: 866 (*), with an average of 41.2 per race
  • Highest number of overtaking manoeuvres at a dry race: 128 in China (**)
  • Highest number of overtaking manoeuvres at a wet race: 64 in Brazil
  • Fewest number of overtaking manoeuvres at a dry race: 10 in Hungary
  • Driver with the most overtaking manoeuvres during the year: Max Verstappen, 78 (**)
  • Driver with the most overtaking manoeuvres at a single race: 18, Lewis Hamilton in China
  • Driver who has been overtaken least: Sebastian Vettel, one time (by Max Verstappen at the Brazilian Grand Prix, 66th lap, 5th position)
  • Driver who made up most places on the opening lap: Fernando Alonso, who gained 41 positions on the opening lap
  • Team that carried out most overtaking: Red Bull, 136 moves (**) – 61 by Daniel Ricciardo, 60 by Max Verstappen, 15 by Daniil Kvyat
  • Team that has been overtaken least: Mercedes, seven times (Nico Rosberg four, Lewis Hamilton three)

(*) How overtaking moves are calculated: an overtaking manoeuvre is counted as one that takes place during complete flying laps (so not on the opening lap) and is then maintained all the way to the lap’s finish line. Position changes due to major mechanical problems or lapping/unlapping are not counted.
(**) It’s the highest value since 1983 (the first year since when data is available)

CIRCUITS AND RACING

  • Longest race of the season: Brazil, three hours, one minute and 01,335 seconds
  • Shortest race of the year: Italy, one hour, 17 minutes and 28,089 seconds
  • Fastest race of the year: Italy, winner’s average speed (Nico Rosberg), 237.558 kph
  • Highest speed reached by a Pirelli P Zero Formula One tyre during a grand prix: 372.5 km/h, Valtteri Bottas in Mexico (*)
  • Highest number of fastest laps: Lewis Hamilton, 15 (3 in races and 12 in qualifying)
  • Highest number of laps led: 566 (Lewis Hamilton)

(*) New record in an official F1 session (previous: 370,1 kph, Kimi Raikkonen at the Italian Grand Prix, 2005)

2017 WIDER TYRE TESTS

  • Number of prototypes tested: 96
  • Tyres’ width: +25%
  • Teams involved in Pirelli’s testing programme: 3 (Ferrari, Mercedes, Red Bull)
  • Drivers involved: 11, of which 4 Ferrari, 4 Red Bull and 3 Mercedes
  • Days of testing: 24
  • Laps: 2,613
  • Total of kilometres: 12,148 km
  • Circuits: 5 (Abu Dhabi, Barcelona, Fiorano, Mugello, Paul Ricard)

KILOMETRES TESTED WITH WIDER TYRES

  • Pascal Wehrlein (Mercedes): 3,248
  • Pierre Gasly (Red Bull): 2,494
  • Sebastian Vettel (Ferrari): 2,228
  • Sébastien Buemi (Red Bull): 1,190
  • Kimi Raikkonen (Ferrari): 1,054
  • Max Verstappen (Red Bull): 517
  • Esteban Gutiérrez (Ferrari): 480
  • Antonio Fuoco (Ferrari): 478
  • Nico Rosberg (Mercedes): 209
  • Daniel Ricciardo (Red Bull): 200
  • Lewis Hamilton (Mercedes): 50

PIRELLI IN FORMULA ONE (SINCE 1950)

  • Races: 320
  • Wins: 161
  • Pole positions: 164
  • Podiums: 490
  • Fastest laps: 168
  • Driver titles: 11
  • Team titles: 6

OTHER INTERESTING NUMBERS

  • Number of drivers (including third drivers and young drivers) who have driven a Pirelli-equipped Formula One car since 2010: 102
  • Kilometres driven by all the P Zero compounds throughout 2016 (including tests, practice, qualifying and races): 384,705 km (excluding prototype tyres)
  • By compound, it works out as: Hard 14,236; Medium 99,447; Soft 133,988; Supersoft 86,014; Ultrasoft 31,647; Intermediate 8,278; Wet 11,095
  • Distance covered in testing during 2016 (excluding race weekends): 61,772 km, of which over 12,000 km with 2017 Wider Tyres
  • Distance covered in races in 2016: 123,534 km
  • Number of fastest laps (in qualifying and races) set by the world champion in 2016: 14 (six in races and eight in qualifying)
  • Lowest average speed at which a dry race has been won in 2016: 159.992 kph (Nico Rosberg, Singapore Grand Prix)
  • Lowest asphalt temperatures recorded during a race (on Sunday): 15°C in Canada
  • Lowest asphalt temperatures recorded during a race weekend: 13°C in Mexico.
  • Highest asphalt temperatures recorded during a race (on Sunday): 59°C in Malaysia
  • Highest asphalt temperatures recorded during a race weekend: 61°C, again in Malaysia
  • Lowest ambient temperatures recorded during a race (on Sunday): 11°C in Canada
  • Lowest ambient temperatures recorded during a race weekend: 11°C in Canada
  • Highest ambient temperatures recorded during a race (on Sunday): 37°C in Malaysia
  • Highest ambient temperatures recorded during a race weekend: 37°C in Malaysia

PIRELLI TEAM AND ITS GUESTS

  • Pirelli team members who travel to each race: 60 (on average)
  • Nationalities represented within the Pirelli Formula One team: 9
  • Different languages spoken by team members: 10
  • Press releases written by Pirelli Formula One Team: 234
  • Infographics: 210
  • Tweets sent by @PirelliSport account via Twitter: 2,100
  • Pirelli notebooks distributed throughout the season inside the paddock: 2,550
  • Guests: 5,600
  • Pirelli podium caps sold: 15,000

PIRELLI’S HOSPITALITY IN 2016 

  • Meals served within Pirelli’s hospitality unit (including tests): 15,600
  • Litres of water drunk in Pirelli’s hospitality during the year: 10,200
  • Kilograms of pasta cooked by Pirelli’s chef: 900
  • Pizzas cooked by Pirelli’s chef: 420
  • Number of different dessert recipes prepared at Pirelli’s Hospitality unit: 50 
  • Desserts eaten at Pirelli’s hospitality: 7,500
  • Coffees served at Pirelli’s: almost 30,000
  • Litres of olive oil used during the year: 500

 

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A ULTIMA APARIÇÃO DE NIKO ROSBERG

A ULTIMA APARIÇÃO DE NIKO ROSBERG

 

Foi a ulniko1-sindelfingen Copyniko2 Copyniko3 Copytima vez que o actual Campeão do Mundo de Fórmula 1 se sentou ao volnte dos eu Mercedes, numa acção pública que teve lugar na Alemanha.

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

 

 

  1. Goso tanto desta imagem! O melhor de vários mundos...

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

  1. MAIS UMA proposta de um F1 2017.

 

NIKO ROSBERG EXPLICA

 

Nico Rosberg, o Campeão do Mundo de Fórmula 1 em 2016, anunciou hoje o abandono da competição com efeito imediato;

  • Desde Alain Prost, em 1993, é o primeiro piloto a terminar a sua carreira logo após vencer o título de Campeão do Mundo;
  • Nico Rosberg: “Vencer o título de Campeão do Mundo com os Silver Arrows foi a minha conquista de que mais me orgulho”;
  • Toto Wolff: “Uma decisão corajosa que prova a força de carácter do Nico.”

 

Num discurso carregado de emoção antes da cerimónia de 2016 dos FIA Prize Giving, em Viena de Áustria, Nico revelou as razões que levaram à sua decisão que foi tomada a seguir à sua conquista no passado domingo em Abu Dhabi.

 

Nico Rosberg decide terminar a sua carreira
• Nico Rosberg, o Campeão do Mundo de Fórmula 1 em 2016, anunciou hoje o abandono da competição com efeito imediato; • Desde Alain Prost, em 1993, é o primeiro piloto a terminar a sua carreira logo após vencer o título de Campeão do Mundo; • Nico Rosberg: “Vencer o título de Campeão do Mundo com os Silver Arrows foi a minha conquista de que mais me orgulho”; • Toto Wolff: “Uma decisão corajosa que prova a força de carácter do Nico.”
 
Num discurso carregado de emoção antes da cerimónia de 2016 dos FIA Prize Giving, em Viena de Áustria, Nico revelou as razões que levaram à sua decisão que foi tomada a seguir à sua conquista no passado domingo em Abu Dhabi.
Nico completou um total de 206 Grandes Prémios e venceu 23, o que lhe permite ocupar o 12º lugar na lista dos vencedores em toda a história da competição, a par de Nelson Piquet. Conquistou 30 pole positions (8º melhor de sempre) e 20 voltas mais rápidas.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
No passado domingo em Abu Dhabi tornou-se o primeiro piloto Alemão a vencer um Campeonato do Mundo de Fórmula 1 ao volante de um Mercedes-Benz Silver Arrow.
Nico Rosberg: 
“Ao longo dos meus 25 anos de carreira no desporto automóvel, o meu grande sonho foi sempre a conquista do título de Campeão do Mundo de Fórmula 1. Através do trabalho árduo, com sofrimento e sacrifícios, este era o meu objetivo. Agora consegui alcançá-lo. Trepei a minha montanha, cheguei ao topo e sinto-me realizado. Neste momento, o meu maior sentimento é de profundo agradecimento a todos os que me apoiaram nesta conquista.
“Permitam-me que vos diga, esta temporada foi extremamente difícil. Pressionei até aos limites em todas as situações após as desilusões dos últimos dois anos; eles estimularam a minha motivação para níveis que nunca tinha sentido. Obviamente que isso também teve impacto nas pessoas que eu amo – foi um sacrifício de toda a família para colocar tudo atrás do nosso objetivo. Não tenho palavras para expressar o meu agradecimento à minha esposa Vivian; ela foi incrível. Ela compreendeu que este era o grande ano e a nossa oportunidade para vencer e deu-me espaço para recuperar entre todas as provas, cuidando todas as noites da nossa filha, aceitar a situação quando as coisas ficaram complicadas e colocar o nosso campeonato em primeiro lugar. 
“Quando venci a prova de Suzuka, a partir do momento em que o destino do título estava nas minhas mãos, começou a surgir uma enorme pressão e pensei em terminar a minha carreira desportiva caso
 
 
 
 
 
 
 
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vencesse o Campeonato do Mundo. No domingo de manhã em Abu Dhabi eu sabia que poderia ser a minha última corrida e esse sentimento deu-me lucidez antes da partida. Sabendo que poderia ser a última vez, quis desfrutar de todos os momentos da experiência… e então as luzes desligaram e a seguir fiz as 55 voltas mais intensas da minha vida. Tomei a minha decisão na segunda-feira à noite. Após refletir durante um dia, as primeiras pessoas a quem transmiti a minha decisão foi a Vivian e o Georg (Nolte, da equipa do Nico), seguidas do Toto.
“A única coisa que dificulta a minha decisão é o facto de colocar os elementos da minha equipa numa situação difícil. Mas o Toto compreendeu. Ele sabia que eu estava totalmente convencido da minha decisão e isso tranquilizou-me. O meu maior orgulho na minha carreira no desporto automóvel será sempre a conquista do campeonato do mundo com esta incrível equipa, os Silver Arrows.
“Agora estou apenas a desfrutar do momento. Vou saborear as próximas semanas, refletir sobre a temporada e desfrutar de todas as experiências futuras. Só depois irei pensar o que a vida me reserva e qual o meu próximo passo…” 

 

E QUEM SUBSTITUI ROSBERG NA MERCEDES???

  1. A ESPECULAÇÃO está em alta para quem irá calçar as botas de Rosberg na Mercedes. Alonso, Max, Vettel e uma série de outros nomes. Permitam-me só a pergunta. Acredito que todos esses pilotos já viram os planos dos carros das suas actuais equipas para 2017; muitos já os guiaram em simulador. E agora saem? As equipas iam deixar? Não vejo como. Por isso, há sempre a solução Pascal Wehrlein...

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

NOS 67 ANOS de história da F1, talvez seja uma das notícias que causou maior espanto. As mortes também surpreenderam, mas de forma diferente, apesar de caírem como um martelo, até mais marcante.
Outros campeões saíram de cena, uns pela porta grande, outros nem tanto. Mas quase sempre com aviso prévio, se não oficial, pelo menos havendo rumores dessa possibilidade.
Não foi o caso Nico Rosberg. Surgiu como uma flecha, disparada do escuro, mas certeira, penetrante, marcante. Apanhou-nos a todos desprevenidos.
A primeira pergunta foi: porquê? Sabemos agora que Rosberg começou a pensar nisso no Japão. Sabemos que na fase inicial da corrida de Abu Dhabi lhe veio à memória que podia ser aquela a última vez que guiava um F1. Fica a ideia que conquistado o título mundial de pilotos cumpriu um sonho, quase lhe chamaria um destino. Riscou mais um item na sua bucket list.
Percebe-se agora melhor o ar destroçado na conferência de imprensa pós-corrida de Abu Dhabi. Claro que vivera uma montanha de emoções na pista. Claro que era o extravasar de um sentimento que estava recalcado há três anos, sobretudo desde a derrota nos EUA, em 2015. Mas havia mais. Talvez já um vazio, ou quem sabe uma espécie de luz ao fundo do túnel. Se calhar até o não querer encarar a realidade de frente, com receio de deixar, num gesto ou numa palavra, escapar a novidade que se fabricava, cada vez mais forte, no seu cérebro.
No fundo, estava a formar um novo puzzle pessoal. Suplantar a perda, dando início a uma nova existência: ser marido, pai, filho, ter uma vida normal, sem dedicar todo o tempo a um objectivo - ser melhor que o seu nemesis, bater Lewis Hamilton, o amigo que se tornou rival, numa relação de gestão imensamente complicada.
Rosberg saiu em alta. É a minha primeira análise. Não quer ir mais a jogo. Esgotou a vontade. Nem os 50 milhões que conseguiu, ainda este ano, por mais dois anos de contrato (até 2018) o fizeram demover. Porque dinheiro nunca foi motivação. Dinheiro sempre teve. Não lhe acrescenta nada, não lhe abre as portas da “vida bella”. Talvez não queira, sim, ser terceiro, nem quarto… nem mesmo segundo. Já esteve no topo. E o sabor da vitória, da glória, não tem par. O que vier a seguir não será mais do que… igual. Mesmo que vença mais Grandes Prémios, mais títulos.
Terá Rosberg medo de novo confronto? Não me parece. Sabe que numa volta o inglês é capaz de ser melhor. Mas este ano é ele o campeão. E mereceu ser.
"Fecha a loja" numa altura em que a F1 muda e não há certezas que a Mercedes seja tão dominadora a partir daqui. Rosberg não quer viver de novo as desilusões dos tempos da Williams, nem do início da aventura Mercedes. Esperou muito tempo pela primeira vitória. E mais que ninguém pelo primeiro título, conseguido depois de ultrapassados os 200 GP.
Disse-o no domingo no Bandeira de Xadrez: Rosberg sabe que nunca será o campeão do povo, pelo seu passado, pelas origens. Fica sempre a ideia que viveu na "passadeira vermelha", o que está longe de ser verdade nas corridas, pois teve de trabalhar no duro para alcançar o Everest de um piloto de automóveis.
Esta saída extemporânea dá-lhe uma aura especial e coloca no mapa o seu ceptro, para sempre. E este campeonato estava destinado a ter no futuro a importância de um 1996, para dar apenas um exemplo. O título de 2016 iria esfumar-se no tempo, até porque o campeão nem foi o piloto que venceu mais GP, nem sequer o que conquistou mais pódios. Assim tornou-se inesquecível...

 

CALENDÁRIO 2017 - CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

CALENDÁRIO PARA 2017

 

  1. 2017 FORMULA 1 CALENDAR
    March 26 Australia, Melbourne
    April 9 China, Shanghai...
    April 16 Bahrain, Sakhir
    April 30 Russia, Sochi
    May 14 Spain, Barcelona
    May 28 Monaco, Monte Carlo
    June 11 Canada, Montreal
    June 25 Azerbaijan, Baku
    July 9 Austria, Red Bull ring
    July 16 UK, Silverstone
    July 30 Hungary, Hungaroring
    August 27 Belgium, Spa
    September 3 Italy, Monza
    September 17 Singapore, Marina Bay
    October 1 Malaysia, Sepang
    October 8 Japan, Suzuka
    October 22 USA, Austin
    October 29 Mexico, Mexico City
    November 12 Brazil, Interlagos *
    November 26 Abu Dhabi, Yas Marina

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

  1. APENAS faltava a confirmação oficial: ExxonMobil troca McLaren por Red Bull na F1.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Grande Prémio de Abu Dhabi - Corrida

 

HAMILTON VENCE, ENQUANTO O SEU COMPANHEIRO DE EQUIPE MERCEDES, ROSBERG VENCE O CAMPEONATO.

AMBOS COM ESTRATÉGIAS SEMELHANTES DE DUAS PARAGENS

 

FERRARI COM ESTRATÉGIA ALTERNATIVA DE DUAS PARAGENS.

SEBASTIAN VETTEL TERMINOU NO PÓDIO

 

TERÇA-FEIRA SERÁ O TESTE FINAL DE DESENVOLVIMENTO, EM CONJUNTO COM TRÊS EQUIPES A TESTAR OS PNEUS DE 2017 COM CARROS PROTÓTIPO

 

A ultima corrida na era da degradação intencional de pneus chegou ao fim, com o piloto da Mercedes Lewis Hamilton a vencer o Grande Prémio de Abu Dhabi e o seu companheiro de equipe Nico Rosberg, terminou em segundo sagrando-se campeão do mundo pela primeira vez.

 

Ambos os pilotos da Mercedes utilizaram uma estratégia idêntica de duas paragens, iniciando com o composto Ultramacio, e trocaram os dois para macio com uma volta de diferença em ambas as ocasiões.

 

Sebastian Vettel em Ferrari adotou uma estratégia diferente, utilizando os três compostos. Iniciou com Ultramacio, trocou para macio e terminou a corrida com supermacio. Vettel foi o homem mais rápido na pista nos turnos finais, subindo na classificação para ameaçar os líderes e proporcionar um final emocionante de corrida.

 

Apenas os pilotos dos dois Red Bull, dos dez primeiros classificados não iniciaram com o composto ultramacio. Apesar de um pião devido a um contacto de outro carro no inicio da corrida, Max Verstappen em Red Bull foi capaz de subir até ao segundo lugar antes de realizar a sua única troca de pneus. Verstappen foi o único dos pilotos da frente a parar apenas uma vez, retirando o máximo do seu primeiro turno com Supermacios para ganhar posição na pista e eventualmente terminar na quarta posição.

 

Na terça-feira, terá lugar o teste final de desenvolvimento dos novos pneus 2017, com a Mercedes, Red Bull e Ferrari, juntos pela primeira vez a realizarem testes em pista com os carros protótipo modificados de 2015. A próxima geração de pneus mais largos, é concebida para ter menos degradação, introduzindo uma nova filosofia para a revolução técnica que irá proporcionar ainda mais desempenho desportivo no próximo ano.

 

 

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “Foi fundamental a decisão de ontem tomada pela Red Bull, para começar a corrida de hoje com o Supersoft. Verstappen retirou o máximo de uma estratégia criativa de uma só paragem para desafiar os que realizaram duas paragens. Vettel também maximizou o desempenho do Supersoft para subir na fase final. Parabéns a Nico Rosberg por ter conquistado o seu primeiro titulo mundial e também gostaríamos de aproveitar a oportunidade para homenagear Felipe Massa e Jenson Button que ambos terminaram hoje as suas fantásticas carreiras na Fórmula 1. Agora que acabou a época 2016, o nosso foco muda já para o próximo ano, terça-feira iniciamos com os ultimos testes de desenvolvimento final dos novos pneus de 2017, que vão ser mais largos, e utilizaremos os três carros protótipo de cada marca que pela primeira vez vão estar juntos.”

 

Melhores tempos do dia por composto:

 

                        MACIO                         SUPERMACIO                 ULTRAMACIO

 

Primeiro        RIC 1m44.889s            VET 1m43.729s             HAM 1m46.191s

Segundo       HAM 1m45.137s          ALO 1m44.495s             ROS 1m46.394s

Terceiro        RAI 1m45.163s            GRO 1m44.970s            RAI 1m46.479s

 

OS TURNOS  MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

 

MACIO                     Ericsson                    38 Voltas

SUPERMACIO        Verstappen                21 Voltas

ULTRAMACIO         Perez                         9  Voltas

 

 

A NOSSA PREVISÃO: Como previmos, Lewis Hamilton venceu a corrida com duas paragens, iniciou com Ultramacio e trocou para macio nas voltas 8 e 29. Rosberg seguiu uma estratégia semelhante, parando uma volta mais tarde em cada ocasião

 

HAAS NO G.P. ABU DHABI

 

Grande Prémio de Abu Dhabi: Resumo da Corrida



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Evento:  Grande Prémio de Abu Dhabi(Round 21 de 21)

Data:  Domingo, 27 de Novembro

Local:  Yas Marina Circuit em Abu Dhabi, Emiratos Árabes Unidos

Layout:  5,554, circuito de 21 curvas

Condições Climatéricas:  lusco-fusco, 25ºC/26ºC

Vencedor:  Lewis Hamilton da Mercedes

Campeão:  Nico Rosberg da Mercedes

Haas F1 Team:  

Romain Grosjean – arrancou de 14º, terminou em 11º (completou 55/55 voltas)

Esteban Gutiérrez – arrancou de 13º, terminou em 12º (completou 55/55 voltas)



Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, terminaram, respectivamente, no décimo primeiro e décimo segundo lugares no Grande Prémio de Abu Dhabi, que se disputou este domingo no Circuit Yas Marina.


Grosjean arrancou do décimo quarto posto da grelha de partida para terminar no décimo primeiro lugar, a uma posição dos pontos. Foi a oitava vez que a equipa terminou no décimo primeiro lugar este ano, Grosjean por três vezes e Gutiérrez cinco.


Ambos os pilotos da Haas F1 Team empregaram uma estratégia de duas paragens para a corrida de cinquenta e cinco voltas ao traçado de 5,554 quilómetros e vinte e uma curvas. No entanto, optaram por diferentes escolhas de pneus.


Grosjean começou a corrida com o pneu Pirelli P Zero Amarelo/Macio, tendo o composto mais duro permitido-lhe permanecer em pista até mais tarde do que aqueles que iniciaram a corrida com Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio. Grosjean chegou a rodar no décimo lugar, antes de parar na vigésima volta para montar outro jogo de macios. Regressou à pista no décimo quinto lugar e subiu até ao décimo primeiro para realizar a sua derradeira paragem na trigésima oitava volta, montando um jogo novo de pneus supermacios. O composto mais macio ofereceu a Grosjean a aderência necessária para atacar as últimas voltas. Manteve o décimo primeiro lugar, quando saiu das boxes, e apontou armas ao décimo lugar do McLaren de Fernando Alonso, Apesar de ser um segundo mais rápido que o bicampeão mundial, quando faltavam dez voltas para a bandeirada de xadrez, Grosjean não conseguiu extinguir a sua desvantagem e foi obrigado a ver a bandeirada de xadrez no décimo primeiro posto.


Gutiérrez usou os supermacios para iniciar a prova a partir do décimo terceiro lugar da grelha de partida e, com a maior degradação das borrachas, entrou nas boxes quando estavam completadas oito voltas para montar macios. Estes pneumáticos levaram Gutiérrez até ao final da vigésima oitava volta, quando estava no décimo primeiro lugar. Nesta paragem nas boxes montou outro jogo de pneus macios, que levaram Gutiérrez até ao final da prova, mas saiu atrás do seu colega de equipa, terminando no décimo segundo posto.


A Haas F1 Team terminou a sua temporada de estreia num respeitável oitavo lugar no Campeonato de Construtores, batendo a Renault, nona, a Sauber, décima, e a Manor, décima primeira. Os vinte e nove pontos que a Haas F1 Team somou ao longo de 2016 é o máximo que qualquer nova equipa conseguiu neste novo milénio. Quando a Jaguar se estreou em 2000 e a Toyota em 2002, cada uma destas entidades conseguiu terminar nos pontos apenas por duas vezes ao longo das suas respectivas temporadas de estreia, terminando com seis pontos cada uma.


Lewis Hamilton foi o vencedor do Grande Prémio de Abu Dhabi. Foi a quinquagésima terceira vitória na Fórmula 1 do pilotos da Mercedes, o décimo da temporada e o quarto consecutivo. Foi também o seu terceiro triunfo no Circuito de Yas Marina. Hamilton bateu o seu colega de equipa na Mercedes, Nico Rosberg por 0,439s, mas isso não foi o suficiente para bater Rosberg na luta pelo Campeonato de Pilotos.


Rosberg  venceu o seu primeiro título de Fórmula 1 com o segundo lugar que conquistou no Grande Prémio de Abu Dhabi. Chegou à última corrida do campeonato com uma vantagem de doze pontos sobre Hamilton e o seu segundo lugar de hoje garantiu-lhe o título por cinco pontos. Rosberg junta-se ao seu pai, Keke, no galeria dos Campeões Mundiais de Fórmula 1, uma vez que Keke venceu o título de 1982. Keke e Nico Rosberg são apenas o segundo duo pai/filho a vencer campeonatos, tendo Graham e Damon Hill sido o primeiro, depois de o patriarca ter vencido em 1962 e 1968 e o filho, Damon, em 1996.


A corrida final de 2016 marca também o final da carreira de Fórmula 1 para duas das maiores estrelas da categoria – Felipe Massa e Jenson Button. Massa termina a sua carreira de Fórmula 1 de catorze anos que inclui duzentos e cinquenta Grandes Prémios, onze vitórias, quarenta e um pódios, dezasseis pole-positions e novecentas e trinta e sete voltas na liderança. Pilotou o seu Williams até ao nono lugar no Grande Prémio de Abu Dhabi. Button conclui uma carreira na Fórmula 1 de dezassete anos que inclui trezentos e cinco Grande Prémios, sublinhada pelo título de 2009, quinze vitórias, cinquenta pódios, oito pole-position e setecentas e sessenta e uma voltas na liderança. Button abandonou no Grande Prémio  de Abu Dhabi devido a um problema mecânico quando estavam cumpridas doze voltas.


Com a temporada de 2016 oficialmente terminada, as equipas viram a sua atenção para 2017. O novo regulamento técnico, que inclui um avançado pacote aerodinâmico que criará um maior nível de apoio aerodinâmico devido a um nariz mais longo, uma asa dianteira mais larga, derivas maiores, flancos mais largos, uma asa traseira mais baixa e larga, um difusor mais largo e mais alto cinquenta milímetros.


A temporada de 2017 abre com o Grande Prémio da Austrália no dia 26 de Março, mas muito trabalho ocorrerá  no defeso, realizando-se os testes de pré-temporada entre os dias 27 de Fevereiro e 7 de Março e 7 e 10 de Março no Circuit Barcelona – Catalunya, o que permitirá ter um primeiro vislumbre dos monolugares da sexagésima oitava temporada de Fórmula 1.



“Tivemos uma temporada fantástica e foi uma surpresa para todos, incluindo nós mesmos, com alguns pontos altos e alguns pontos baixos. Hoje não marcámos pontos, mas hoje se tirarmos os seis primeiros, Mercedes, Red Bull e Ferrari, somos apenas a terceira equipa, o que não é mau. Há muitas coisas que podemos melhorar durante o inverno, sobretudo no que diz respeito aos pneus. Claramente hoje em algumas voltas o meu ritmo foi fantástico e o carro estava muito bom quando os pneus estavam a funcionar. Depois, algumas voltas mais tarde, algumas coisas deixaram de funcionar bem. É evidente que temos que trabalhar. Todas as outras equipas estão próximas dos seus limites, ao passo que nós temos muito onde poder melhorar. Estou ansioso.”



“Estou muito feliz por ter trabalhado com todos os membros desta equipa. Dei o meu melhor, hoje. Espero que fiquem com boas memórias. Foi muito agradável e estou muito agradecido por ter trabalhado com o Gene Haas e com o Gunther Steiner. Estou orgulhoso por ter estado com esta equipa, que foi construída a partir do zero e por fazer parte do projecto ao longo da temporada. Um muito obrigado aos meus mecânicos e aos meus engenheiros. Desejo a toda a equipa o melhor para o futuro.”



“Penso que estamos felizes com o dia de hoje.Tivemos um carro competitivo para terminar em décimo primeiro e décimo segundo, o que reflecte bem o ano. Terminámos o ano em alta, apesar de não termos conquistado pontos. Penso que hoje tivemos uma das nossas melhores corridas, com ambos os pilotos à porta dos pontos. Esta é uma boa forma de terminarmos a nossa primeira temporada. Aproveito este momento para agradecer a todos e, especialmente, ao Gene, por nos ter dado esta oportunidade. Agradeço a todos os membros da equipa que trabalharam tanto e ao Romain e ao Esteban pelo trabalho que realizaram. Agora temos que nos preparar para o próximo ano.”


O Campeonato Mundial de Fórmula 1 de 2017 inicia-se a 26 de Março, com Grande Prémio do Austrália, que se realiza em Melbourne. Mas antes dos carros se fazerem ao circuito de Albert Park, de 5,303 quilómetros e dezasseis curvas, passarão duas semanas em testes no Circuit de Barcelona – Catalunya. Durante dois testes de quatro dias no palco do Grande Prémio de Espanha – entre 27 de Fevereiro e 2 de Março e 7 e 10 de Março – as equipas desenvolverão os seus carros de 2017 no circuito de 4,655 quilómetros e dezasseis curvas.



-HaasF1Team-


Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.
 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Abu Dhabi Grand Prix – Race – Infographics

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Abu Dhabi Grand Prix – Race

HAMILTON WINS RACE WHILE HIS MERCEDES TEAM MATE ROSBERG
WINS CHAMPIONSHIP: BOTH USE IDENTICAL TWO-STOP STRATEGIES

ALTERNATIVE DOUBLE-STOPPER USED BY FERRARI’S
SEBASTIAN VETTEL TO FINISH ON PODIUM

FINAL DEVELOPMENT TEST ON TUESDAY AS THREE TEAMS
TRY OUT 2017 TYRES WITH MULE CARS TOGETHER

The final race in the era of deliberately high tyre degradation came to an end with Mercedes driver Lewis Hamilton winning the Abu Dhabi Grand Prix, and his team mate Nico Rosberg finishing second to win the drivers’ world championship for the first time.

Both Mercedes drivers used an identical two-stop strategy, starting on the ultrasoft and then changing twice to the soft within a single lap of each other on both occasions.

A different strategy was adopted by Ferrari’s Sebastian Vettel, who used all three compounds: starting on the ultrasoft, switching to the soft and then ending the race on the supersoft. Vettel was the fastest man on the track in the closing stages, moving up the leaderboard to threaten the leaders and provide a dramatic finish to the race.

The only drivers in the top 10 not to start on the ultrasoft were the two Red Bull drivers. Despite a spin at the start of the race following contact, Red Bull’s Max Verstappen was able to climb to second overall before making his single stop. Verstappen was the only one of frontrunners to stop just once, maximising his first supersoft stint to gain track position and eventually finish fourth.

On Tuesday, the final development test for the completely new 2017 tyres will take place, with Mercedes, Red Bull and Ferrari all taking to the track with their modified 2015 mule cars together for the first time. The next wider generation of tyres is designed to provide less degradation, introducing a new philosophy for the technical revolution that will provide even more performance next year.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “The decision taken by Red Bull yesterday to start on the supersoft was pivotal to the race today, with Max Verstappen making the most of a creative one-stop strategy to challenge the two-stoppers. Sebastian Vettel also capitalised on the performance of the supersoft to move up in the closing stages. Congratulations to Nico Rosberg for winning his first world title, and we’d also like to take the opportunity to pay tribute to Felipe Massa and Jenson Button, who both ended their fantastic Formula 1 careers today. Now that the 2016 season is over, our focus already switches to next year – starting on Tuesday, when we undertake our final development test for the new 2017 wider tyres, using all three mule cars together for the first time.”

Fastest times of the day by compound

Soft Supersoft Ultrasoft
First RIC 1m44.889s VET 1m43.729s HAM 1m46.191s
Second HAM 1m45.137s ALO 1m44.495s ROS 1m46.394s
Third RAI 1m45.163s GRO 1m44.970s RAI 1m46.479s

Longest stint of the race:

Soft Ericsson 38 laps
Supersoft Verstappen 21
Ultrasoft Perez 9

Truthometer: Lewis Hamilton won the race using two pit stops, going from ultrasoft to soft on laps eight and 29, as we expected. Rosberg followed an identical strategy, stopping on each occasion a lap later.

 

 

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI COMPLETES 2017 TYRE TESTING PROGRAMME IN ABU DHABI

2607 LAPS TESTED IN TOTAL BY 11 DRIVERS
ON FIVE DIFFERENT CIRCUITS
FROM AUGUST UP TO NOW

  The final day of 2017 tyre testing (from a cumulative total of 24 days) brought together all three ‘mule’ cars from Mercedes, Red Bull and Ferrari on the Yas Marina circuit. These are modified 2015 cars, designed to simulate next year’s new regulations that will increase speeds by five seconds per lap compared to last year.

In order to create tyres best suited to these increased loads, Pirelli has been testing a number of different compounds and structures, with the development work continuing today at Yas Marina from 0900-1800 in dry and warm conditions.

The three cars completed a combined total of 331 laps, equivalent to around 1839 kilometres or six Abu Dhabi Grand Prix distances. Approximately 96 different prototypes were tested, with all the teams running a variety of specifications in order to maximise data collection.

Kimi Raikkonen took the wheel for Ferrari, Lewis Hamilton and Pascal Wehrlein drove for Mercedes, while Daniel Ricciardo and Max Verstappen shared driving duties at Red Bull.

Pirelli motorsport director Paul Hembery commented: “For the final test of the year, we had five F1 race drivers sample our 2017 prototypes as we completed the development programme with three cars at the same time. Now the hard work begins as we collate and analyse the results of our 24 days and approximately 12,000 kilometres of testing in order to define the tyres with which we will go racing next year. These will then be run on the actual 2017 cars for the first time during the official group tests next February. Our latest test in Abu Dhabi went according to plan and we were able to collect the data we needed thanks to the three mule cars from Mercedes, Red Bull and Ferrari; without whom it would have been impossible to carry out this intense development programme.”

 

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Abu Dhabi Grand Prix – Sets available for the race – Infographics

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Abu Dhabi Grand Prix, Qualifying

TRACK EVOLUTION AND FALLING TEMPERATURES MEANS THAT TIMES
SPEED UP RAPIDLY THROUGHOUT EACH QUALIFYING SESSION

MERCEDES ONE-TWO ON ULTRASOFT WITH HAMILTON BEATING
ROSBERG, WHILE RED BULL DRIVERS WILL START ON THE SUPERSOFT

TWO PIT STOPS LIKELY FOR THE RACE: STRATEGY WILL BE CRUCIAL
ON A TRACK WHERE IT IS HARD TO OVERTAKE

Mercedes driver Lewis Hamilton will start tomorrow’s world championship decider from pole position after setting a time of 1m38.755s on the ultrasoft tyre. This was a second and a half faster than last year’s pole, when the supersoft was the softest available compound.

In line with expectations, track and air temperatures dropped throughout each session, meaning that the quickest times tended to come right at the end. All the drivers were straight onto the ultrasoft in Q1, with the exception of the Williams drivers. Only Valtteri Bottas managed to get through to Q2 with the supersoft only.

Having gone fastest in Q1 on the ultrasoft, Hamilton lowered his benchmark in Q2 on a fresh set of the same compound, with both him and his team mate completing only one run to place first and second.

Red Bull was the only team to take an alternative approach to the Q2 session by running the supersoft, which is around 0.7 seconds slower than the ultrasoft but can last longer. Daniel Ricciardo and Max Verstappen will start from third and sixth on the grid tomorrow: the only cars in the top 10 to begin the grand prix on the supersoft. Both Red Bull drivers completed their final Q2 runs on the ultrasoft, without improving their previous times.

The final top 10 shoot-out was mostly contested over two runs, with Hamilton’s pole time on the second run coming close to the absolute qualifying record set in 2011.

The most likely strategy tomorrow is for two pit stops, with tactics playing an important role in the race as the Yas Marina circuit is quite difficult to overtake on, as has been seen in the past here during previous championship deciders. One predictable factor should be the weather, which is expected to be similar to conditions today.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “Track and air temperatures fell throughout the session, and we were also a full 11 degrees cooler on track than the FP3 session earlier in the day. In these unique conditions the ultrasoft came into its own, but there was an interesting variation in strategy from Red Bull, which has opted to start the race on the supersoft. How these different tactics play out will be a key aspect of the race and potentially the championship outcome tomorrow.”

How the tyres behaved today:
Soft: Not seen in qualifying at all but will be a vital ingredient in tomorrow’s race.
Supersoft: The talking point in qualifying, with Red Bull opting to use them in Q2.
Ultrasoft: Around 0.7s.faster than the supersoft, used for the majority of running today.

FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES

Vettel 1m40.775s Ultrasoft New
Verstappen 1m40.912s Ultrasoft New
Raikkonen 1m40.999s Ultrasoft New

QUALIFYING TOP 10

Hamilton 1m38.755s Ultrasoft New
Rosberg 1m39.058s Ultrasoft New
Ricciardo 1m39.589s Ultrasoft New
Raikkonen 1m39.604s Ultrasoft New
Vettel 1m39.661s Ultrasoft New
Verstappen 1m39.818s Ultrasoft New
Hulkenberg 1m40.501s Ultrasoft New
Perez 1m40.519s Ultrasoft New
Alonso 1m41.106s Ultrasoft New
Massa 1m41.213s Ultrasoft New

MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR

Soft Wehrlein 28 laps
Supersoft Bottas 22
Ultrasoft Gutierrez 20

BEST TIME BY COMPOUND SO FAR

Soft Rosberg 1m42.294s
Supersoft Verstappen 1m39.903s
Ultrasoft Hamilton 1m38.755s

 

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HAAS NO G.P. ABU DHABI

 

Grande Prémio de Abu Dhabi: Resumo de Sexta-Feira

 

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Evento:  1ª Sessão de Treinos-Livres e 2ª Sessão de Treinos-Livres

Data:  Sexta-Feira, 25 de Novembro

Local:  Yas Marina Circuit em Abu Dhabi, Emiratos Árabes Unidos

Layout:  5,554 quilómetros, 21 curvas

1ª Sessão:  Sol, 29ºC/31ºC

2ª Sessão:  lusco-fusco, 25ºC/26ºC

Pilotos:  Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez

 

 

Grosjean:  12º (1m45,600s), 13 voltas

Gutiérrez:  14º (1m45,925s), 20 voltas

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m42,869s)

Mais voltas completadas:  Jolyon Palmer da Renault (33 voltas)



Gutiérrez:  13º (1m43,012s), 35 voltas

Grosjean:  14º (1m43,108s), 17 voltas

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m40,861s)

Mais voltas completadas:  Nico Rosberg da Mercedes (38 voltas)

 


Calor e pista seca deram as boas-vindas às equipas que competem no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 que começaram hoje a trabalhar no circuito de Yas Marina, em Abu Dhabi, para o Grande Prémio de domingo. Foram umas boas-vindas reconfortantes, depois do Grande Prémio do Brasil de há duas semanas ter sido marcado pela chuva.


Duas sessões de treinos-livres abriram o programa do fim-de-semana esta sexta-feira, com a primeira a ser disputada debaixo de sol, ao passo que a segunda foi bastante mais representativa, uma vez que replicou o lusco-fusco que as equipas encontrarão no Grande Prémio de Abu Dhabi, que se realiza no domingo.


Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez iniciaram a primeira sessão com os Pirelli P Zero Vermelho/Supermacios, trocando para o composto macio mais tarde.


Grosjean registou o seu melhor crono, 1m45,000s, na sua oitava volta com supermacios, o que lhe assegurou o décimo segundo lugar na tabela de tempos. A sua passagem pela pista com macios revelaram-se pouco produtivas. Duas blocagem de rodas e um pião na primeira curva do circuito de 5,554 quilómetros e vinte e uma curvas quando o relógio marcava uma hora de sessão resultaram num regresso prematuro às boxes com apenas treze volta realizadas. Ao danificar o seu único jogo de pneus macios, a equipa centrou a sua atenção na preparação da segunda sessão.


Gutiérrez teve uma sessão isenta de problemas, ao contrário de Grosjean, tendo a sua melhor marca sido alcançada com pneus macios. Gutiérrez registou a sua marca, 1m45,925s, na sua décima volta durante a sua segunda série de voltas, o que colocou no décimo quarto posto. A melhor volta de Gutiérrez com pneus supermacios foi de 1m46,319s, assegurada durante a sua primeira série efectuada a um ritmo competitivo. Terminou a primeira sessão com uma série de seis voltas com o mesmo jogo de pneus macios que utilizou para registar o seu melhor crono. Quando a primeira sessão chegou ao seu fim, Gutiérrez tinha completado vinte voltas.


Lewis Hamilton, da Mercedes, foi o mais rápido na primeira sessão. A sua marca, 1m42,869s, foi 0,374s mais rápida que o seu colega de equipa e líder do Campeonato de Pilotos,  Nico Rosberg. Estes dois pilotos são os únicos ainda a competir pelo título, tendo Rosberg uma vantagem de doze pontos para Hamilton quando falta disputar apenas uma corrida.


Quando o sol começou a descer, começou a segunda sessão. Gutiérrez foi o mais rápido dos pilotos da Haas F1 Team, com a marca de 1m43,012s, o que o colocou no décimo terceiro posto da tabela de tempos. Garantiu a sua melhor marca durante uma simulação de qualificação na sua décima segunda volta, efectuada com pneus Pirelli P Zero Roxo/Ultramacio. Gutiérrez iniciou a sessão de noventa minutos com uma série de oito voltas realizada com pneus supermacios, para depois montar ultramacios. Depois de efectuar as simulação de corrida, Gutiérrez realizou dezanove voltas, com as primeiras sete completadas com supermacios para depois montar ultramacios. Gutiérrez acabou por completar trinta e cinco voltas.


Grosjean iniciou bem a segunda sessão com uma série de sete voltas realizada com pneus macios. Tal como o seu colega de equipa, Grosjean trocou-os depois por ultramacios para uma simulação de qualificação, tendo conseguido registar o décimo quarto tempo, com o registo de 1m43,108s alcançado na sua décima terceira passagem pela linha de meta. Infelizmente para Grosjean, isso seria o melhor que alcançaria. O seu long-run foi reduzido a apenas três voltas devido a uma fuga de água. Depois de uma rápida avaliação na boxe, a equipa foi forçada a terminar a sessão de Grosjean quando ainda faltavam vinte e cinco minutos, completando apenas dezassete voltas.


Hamilton e Rosberg ficaram, novamente, no topo da tabela de tempos, com a melhor marca de Hamilton, 1m40,861s, a deixar o seu colega de equipa a 0,079s.


Entre as duas sessões, a Haas F1 Team completou oitenta e cinco voltas – cinquenta e cinco realizadas por Gutiérrez e trinta por Grosjean.



“Não foi a sexta-feira mais fácil que já tive. Tivemos alguns problemas de manhã, com um pião, algumas dificuldades de mapeamento nos travões. Trabalhámos bem para os resolver a tempo na segunda sessão. Depois, infelizmente, na segunda sessão, tivemos uma fuga de água, o que significou que não pudemos completar a nossa série longa de voltas. Essa será a nossa maior preocupação para esta noite. Sabemos que na terceira sessão de amanhã não será representativa do restante fim-de-semana. Vamos esperar tomar as decisões certas para a qualificação e para a corrida.”



“Penso que hoje maximizamos as nossas possibilidades em pista. Conseguimos completar o programa, o que foi importante para nós, permitiu-nos ter uma boa sensação do carro, o que é muito importante, dado as diferentes temperaturas que se verificam entre a primeira e a segunda sessões. É importante compreender de que forma isto afecta o nosso carro. Temos muitos dados para analisar. Vamos trabalhar durante a noite para compreender tudo e tomar as decisões certas.”


“Tanto a primeira sessão como a segunda começaram bem. Tudo parecia correr de acordo com o plano. Depois, na segunda metade da segunda sessão o carro do Romain desenvolveu uma fuga de água, o que nos obrigou a pará-lo. Realizámos os nossos testes, mas temos ainda que aprender mais sobre a utilização dos pneus ultramacios. Penso que fizemos alguns progressos. Não estamos onde queremos, mas temos ainda mais uma sessão amanhã e veremos o que acontece.”


Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (14h00 – 15h00) antes da qualificação, que terá o seu início às 17h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis pilotos mais rápidos a avançarem da Q1 para a Q2. Posteriormente, os dez pilotos mais rápidos na Q2 seguem para a Q3, durante a qual lutarão pela pole-position.

 

-HaasF1Team-

 

Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 
 

HAAS NO G.P. ABU DHABI

 

Grande Prémio de Abu Dhabi: Resumo da Qualificação

 

 

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Evento:  Qualificação para o Grande Prémio de Abu Dhabi (Round 21 de 21)

Data:  Sábado, 26 de Novembro

Local: Yas Marina Circuit em Abu Dhabi, Emiratos Árabes Únidos

Layout:  5,554 quilómetros, circuito de 21 curvas

Condições climatéricas:  lusco-fusco, 26ºC

Recorde da volta:  1m38,434s  realizado por Lewis Hamilton e 2011 com a McLaren na Q2

Pole-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m38,755s)

Resultado:                  

Esteban Gutierrez 13º

Romain Grosjean 14º

 

  • tem a duração de 18 minutos e todos os vinte e dois pilotos participam
  • os dezasseis pilotos mais rápidos passam à Q2

Grosjean:  12º (1m41,467s), avançou para a Q2

Gutiérrez:  14º (1m41,639s), avançou para a Q2

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m39,487s)

Cutoff:  16º Pascal Wehrlein da Manor (1m41,886s)

  • tem a duração de 15 minutos e participam os dezasseis pilotos mais rápidos da Q1
  • os dez pilotos mais rápidos passam à Q3

Gutiérrez:  13º (1m41,480s)

Grosjean:  14º (1m41,564s)

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m39,382s)

Cutoff:  10º Fernando Alonso da McLaren (1m41,044s)

 

 

  • tem a duração de 12 minutos e participam os dez mais rápidos da Q2, que lutam pela pole-position

Pole Winner:  Lewis Hamilton da  Mercedes (1m38,755s)

Second:  Nico Rosberg da Mercedes (1m39,058s)

 

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Esteban Gutiérrez e Romain Grosjean, qualificaram-se no décimo terceiro e décimo quarto lugares, respectivamente, para o Grande Prémio de Abu Dhabi, que se disputa domingo no Circuito de Yas Marina.


Grosjean marcou o décimo segundo tempo na Q1, com uma volta realizada em 1m41,467s, e Gutiérrez o décimo quarto com uma volta de 1m41,639s. Apenas os dezasseis mais rápidos avançaram para a Q2 e, pela décima sexta vez na sua temporada de estreia, a Haas F1 Team avançou com ambos os seus pilotos para a segunda fase da qualificação.


Na Q2, Gutiérrez alcançou o décimo terceiro tempo, com uma marca de 1m41,480s, e Grosjean seguiu no seu encalço, no décimo quarto crono, com a marca de 1m41,564s. Apenas os dez mais rápidos da Q2 avançam para a Q3.


Tanto Gutiérrez como Grosjean rodaram exclusivamente com pneus Pirelli P Zero Roxo/Ultramacio durante a qualificação.


Lewis Hamilton, da Mercedes, garantiu a pole-position para o Grande Prémio de Abu Dhabi. A sua marca de 1m38,755s foi 0,303s mais rápida que a do seu mais próximo perseguidor, o seu colega de equipa e líder do Campeonato de Pilotos, Nico Rosberg. Foi a sexagésima primeira pole-position de Fórmula 1 da carreira de Lewis Hamilton, a décima segunda da temporada, a quarta consecutiva e a sua terceira no Circuito de Yas Marina. Mesmo com a pole-position de Lewis Hamilton, Rosberg mantém o comando do Campeonato de Pilotos. Detém uma vantagem de doze pontos para Hamilton, quando falta disputar apenas a corrida de domingo.


Antes da qualificação, Gutiérrez, Grosjean e os seus adversários participaram na terceira sessão de treinos-livres com o intuito de afinarem os seus carros para a qualificação e, no caso de alguns pilotos, para recuperarem do tempo perdido na sexta-feira.


Para simularem a qualificação, tanto Gutiérrez como Grosjean rodaram exclusivamente com pneus ultramacios, usando dois jogos cada um. Grosjean completou nove voltas com o seu primeiro jogo, ao passo que Gutiérrez registou oito. Os tempos por volta caíram à medida que a sessão foi avançando, com os dois pilotos a garantirem as suas melhores marcas durante as suas respectivas séries finais, realizadas nos últimos quinze minutos de sessão.


Gutiérrez assinou o décimo crono, com uma marca de 1m42,354s, na sua décima primeira volta de dezasseis. Grosjean completou dezassete, realizando o seu melhor registo na sua décima quinta volta – 1m42,805s, o que o colocou no décimo quinto posto da geral.


O mais rápido na terceira sessão foi Sebastian Vettel, da Scuderia Ferrari, com a marca de 1m40,775s,, o que deixou o segundo classificado, Max Verstappen da Red Bull, a 0,137s.



“Estou desapontado com a qualificação. Claramente, esperava um pouco mais. Tivemos muitos problemas ontem e esperávamos ter tomado as decisões certas. Fizemos o máximo que podíamos, mas temos que entender melhor os pneus. Penso que estamos a gastar demasiado energia apenas para que os quatro cantos do carro funcionem. É o mesmo para todos, é aí que temos que nos focar. Já pudemos verificar que quando tudo funciona, como no Brasil, somos muito rápidos. Quando nem tudo funciona, andamos à volta do décimo quarto, décimo quinto lugares. Essa é a nossa prioridade para já. Para a corrida de amanhã, não faço ideia do que esperar. Não fiz muitas séries longas de voltas. Será interessante verificar como evoluímos.”



“Foi um dia complicado, começou logo na terceira sessão com as condições climatéricas estavam muito quentes. Obviamente, era importante compreender de que formas as alterações afecta o equilíbrio do carro antes da qualificação, uma vez que começa a noite e a temperatura começa a cair. Sinto-me agradecido por ter alcançado este resultado para a minha equipa. O meu grupo de mecânicos e engenheiros têm vindo a dar o seu máximo, apesar de ser uma fim-de-semana emocional para todos nós, uma vez que é a nossa última corrida. Eles merecem que eu dê o melhor e eu darei o melhor da minha concentração, atitude e performance.”


“Foi um dia sem grandes rasgos. Penso que, para a última qualificação, realizámos um trabalho razoável. Há duas semanas, no Brasil, foi melhor, mas ainda assim, estamos em posição de alcançar os pontos amanhã. Seria uma boa forma de terminar a nossa primeira temporada. Temos algum trabalho pela frente, mas vamos tentar concluí-lo.”

 

-HaasF1Team-

 

 

Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.
 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2016 Abu Dhabi Grand Prix – Practice Sessions

HIGH TRACK EVOLUTION AS USUAL
DURING FREE PRACTICE AT YAS MARINA

LEWIS HAMILTON FASTEST IN FP2, RUN IN REPRESENTATIVE
CONDITIONS, USING THE ULTRASOFT ON ITS ABU DHABI DEBUT

AROUND 0.8 SECONDS SEPARATE SUPERSOFT FROM ULTRASOFT,
 1.4 SECONDS COVERS ENTIRE SELECTION FROM SOFT TO ULTRASOFT

There was a high degree of track evolution on the Yas Marina circuit, especially during the FP1 session. This meant that a number of drivers set faster times on a harder compound compared to the softer ones that they ran previously, as conditions improved. However, by the late afternoon – when FP2 was run, at a similar time to qualifying and the race – track conditions had stabilised, meaning that representative times were set on each compound.

The FP2 session was held from 17:00, with track temperatures falling throughout the session by three degrees, and more than 10 degrees compared to FP1. As expected, the ultrasoft proved to be ultimately quickest, setting the fastest time of the day with Lewis Hamilton for Mercedes: 1m40.861s, more than a second quicker than last year’s FP2 time (set on supersoft).

The smooth nature of the surface and the varying track conditions meant that the speed differentials between the different compounds was reasonably small, compared to other tracks. So far, around 0.8 seconds separate the supersoft from the ultrasoft. Teams completed both race and qualifying simulations, with the top two Mercedes separated by just 0.079s.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “As we expected, wear and degradation is reasonably high on the softest compounds, due to the high longitudinal acceleration and braking demands of this track. However, the pattern depends very much on the state of the track, which has been changing all day due to normal evolution and also falling temperatures in FP2. As a result, drivers are chasing a moving target when it comes to defining set-up and strategy, which adds an extra element to the challenge imposed by the championship finale. Already we have seen some of the run plans today influenced by the pre-event tyre choices from each driver, giving an insight into individual strategies.”

FP1 – TIMES FP2 – TIMES
Hamilton 1m42.869s Soft New Hamilton 1m40.861s Ultrasoft new
Rosberg 1m43.243s Ultrasoft new Rosberg 1m40.940s Ultrasoft new
Verstappen 1m43.297s Soft new Vettel 1m41.130s Ultrasoft new

FP1 – BEST TIME PER COMPOUND

Soft Hamilton 1m42.869s
Supersoft Perez 1m44.155s
Ultrasoft Hamilton 1m43.051s

FP2 – BEST TIME PER COMPOUND

Soft Rosberg 1m42.294s
Supersoft Raikkonen 1m42.257s
Ultrasoft Hamilton 1m40.861s

MOST LAPS BY COMPOUND

Soft Wehrlein 28 laps
Supersoft Bottas 22
UItrasoft Gutierrez 20

Tyre statistics of the day:

Soft Supersoft Ultrasoft
kms driven * 3631 988 1815
sets used overall ** 47 14 25
highest number of laps ** 28 22 20

* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
  ** Per compound, all drivers combined.

Minimum prescribed tyre pressures: 21.5 psi (fronts) 20 psi (rears)

Pirelli fact of the day: Exactly 15 years ago today, Pirelli’s 2001 World Rally Champion clinched the title on Rally Great Britain with Subaru. Four years later, to the day, he lost his battle with a brain tumour. The Richard Burns Foundation, supported by Pirelli, honours his memory and helps people who are affected by brain illness or injury. For more information, visit www.richardburnsfoundation.com

Spotted in the paddock: King Juan Carlos I of Spain. A keen motorsport fan and friend of the Sainz family, Spain’s former monarch has been to a number of grands prix already.

 

 

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI SHOWS THE ENTIRE RANGE OF WIDE 2017 TYRES IN ABU DHABI

 NEW TREAD PATTERNS REVEALED FOR INTERMEDIATE AND WET

POSITIVE RESULTS OBTAINED FROM THE 2017 TEST PROGRAMME, WHICH
WILL CONCLUDE ON TUESDAY AFTER THE ABU DHABI GRAND PRIX

ON AVERAGE, LAP TIMES ARE EXPECTED TO BE FASTER BY THREE
SECONDS OR MORE NEXT YEAR

– The entire range of new P Zero tyres in wider 2017 size is being presented in the Yas Marina paddock at the Abu Dhabi Grand Prix, together with a first look at the new tread pattern for the Cinturato intermediate and wet tyres.

NEW SIZES. The front tyre has grown wider by 60mm, going from 245 to 305mm. The rear tyre grows by 80mm, from 325 to 405mm. As a result, the 2017 tyres are around 25% wider than the current tyres. This applies to the intermediate and full wet tyres as well as the slicks.
The new 2017 slick tyre measurements are:
•  305/670-13 at the front
•  405/670-13 at the back
The Cinturato intermediate tyres will have a diameter of 675mm, while the Cinturato full wet tyres will have a diameter of 680mm.
The rim size remains unchanged at 13-inch.

TESTING. Thanks to a change in FIA sporting regulations, development of the new 2017 tyres has taken place over 10 sessions, making a combined total of 24 cumulative days of running. The test programme using individual mule cars began in early August, with the latest test concluding last week at Abu Dhabi with Ferrari. On the Tuesday after the Abu Dhabi Grand Prix (November 29) the three mule cars from Ferrari, Mercedes and Red Bull will all be seen on track together for the first time.

MULE CARS. The three teams have each provided a modified 2015 car that has been adapted according to specific technical directives from the FIA in order to simulate next year’s regulations, with more downforce, a wider track and wider tyres. Each car has so far completed seven days of running (as detailed in the test calendar) with the work equally split on slick tyres in all the different compounds as well as intermediate and wet tyres.

The November 29 test day at Abu Dhabi will be the eighth day of running for each of the three teams, making up a cumulative total of 24 days that completes this year’s development programme agreed by the teams, the FIA and Pirelli.

PROGRAMME. A total of five circuits have hosted the development programme, as per the details below:

MULE CAR TESTS – 2017 SIZES

Session Date Test days Circuit Car (s) Type of tyre Drivers
1 Aug 1-2 2 Fiorano FER Wet Vettel/Gutierrez
2 Aug 3-4 2 Mugello RBR Slick Buemi
3 Sep 6-7 2 Barcelona FER Slick Raikkonen/Vettel
4 Sep 6-7-8 3 Paul Ricard MGP Slick Wehrlein
5 Sep 21-22 2 Paul Ricard MGP Wet Wehrlein
6 Oct 12-13 2 Barcelona MGP Slick Rosberg
7 Oct 14-15-16 3 Abu Dhabi RBR Slick Gasly
8 Nov 2-3 2 Abu Dhabi RBR Wet Gasly
9 Nov 15-16-17 3 Abu Dhabi FER Slick Vettel/Fuoco
10 Nov 29 3 Abu Dhabi ALL 3 TEAMS Slick   

RESULTS TO DATE. Pirelli is satisfied with the results obtained to date, despite the obvious difficulties that the teams have faced in modifying their 2015 cars in order to exactly simulate the performance expected next year.

While they have delivered an increase in downforce compared to current cars, the mule cars are still some way from the real performance of the 2017 cars, which will influence the way that the compounds behave in particular. A number of these compounds, designed with a new philosophy and new materials, have already begun to meet the targeted objectives: lower degradation and greater resistance to overheating, allowing them to consistently maintain an optimal level of grip. But all these results will be validated at the start of next year in representative conditions. One complication comes from the fact that some European tests have been run in cold conditions and rain, limiting the relevance of these tests.

Development will in any case continue throughout 2017 to deliver the improvements that have been requested, based on data obtained during races, and supply a further evolved product in 2018.

All this has been discussed and agreed with the teams, with whom Pirelli is already working to define a new test plan for next season.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “I’d like to thank all the teams that have allowed us to develop our new wider tyres for 2017, using their mule cars. We’ve made huge steps forward since trying the new tyres out for the first time at the beginning of August and we’re pleased by the results obtained with the majority of the specifications. We know however that the work is just beginning. The aerodynamic progress made by next year’s cars will lower lap times by around five seconds compared to 2015, and about three seconds compared to this year. The new cars that will take to the track for the first time in February will have a downforce increase of more than 20 per cent: much more than we have seen with the mule cars. And that progress will continue throughout the whole of next season. So the next phase of our development, aimed at 2018 when the cars will be faster still, already begins in February.”

 

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G.P. F 1 EM ABU DHABI

 

Época de estreia termina em Abu Dhabi

O Final de Temporada da Fórmula Conclui o Histórico Primeiro Ano da Haas F1 Team


– A mais longa temporada da história da Fórmula 1, constituída por vinte e uma corridas, chega no próximo fim-de-semana ao seu fim com o Grande Prémio de Abu Dhabi, que se disputa no circuito de Yas Marina a 27 de Novembro.


Talvez o ritmo da temporada e a velocidade a que passou esteja ao nível do que se passa na Fórmula 1, mas para a Haas F1 Team passou ainda mais depressa.


A Haas F1 Team é a primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos e, depois de vinte corridas, é parte integrante do paddock. Mas ainda antes dos carros terem saído para a pista durante os testes de pré-temporada de Barcelona, no final de Fevereiro e início de Março no Circuit de Barcelona – Catalunya, a questão que era colocada à Haas F1 Team era se facto era verdadeira.


Foi uma questão respondida inicialmente em Janeiro de 2014, quando o fundador e presidente da equipa, Gene Haas, apresentou à FIA o seu interesse em ingressar na Fórmula 1. Quando a FIA assegurou à Haas a licença de Fórmula 1, em Abril de 2014, a questão persistiu.


As dúvidas diminuíram quando em Setembro de 2014 a Haas F1 Team formou com a Scuderia Ferrari uma parceria técnica. Um ano depois, voltaram a diminuir quando os pilotos Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez foram anunciados para a temporada inaugural da equipa, injectou nova dose de realidade – a Haas F1 Team era, de facto, real.


No entanto, para quem estava do lado de fora, a Haas F1 Team não tinha carro para mostrar ou camiões de transporte. Não existiam evidências tangíveis de que uma nova equipa, com uma nova sede sediada no país da NASCAR poderia estar nas grelhas de 2016.


Mas, então, surgiram os testes de pré-temporada em Barcelona. Na ponta mais distante do paddock, um trio de camiões de transporte imaculados adornados com um enorme “H” vermelho circular num fundo cinzento marcavam presença. Por detrás dos camiões estava uma atraente entrada para as boxes, replicando as cores da Haas Automation, o maior construtor de maquinas CNC da América do Norte. Dentro das boxes, cuidado por um grupo de mecânicos trajados com uniformes de acordo com as cores da equipa, estava o VF-16, o primeiro carro de corridas da Haas F1 Team.


Ás 10h00, CET, de segunda-feira, 22 de Fevereiro, o VF-16 foi trazido à vida. Com Grosjean aos comandos, saiu da boxe para o via das boxes de Barcelona. O Ferrari 061 turbo V6 funcionou sem falhas ao longo dos 4,655 quilómetros e dezasseis curvas do circuito, permitindo realizar uma valiosa volta de reconhecimento para verificar todos os sistemas do carro. A Haas F1 Team acabara de chegar. Provava-o as quatrocentas e setenta e quatro voltas (2 206,47 quilómetros) realizadas durante os oito dias de testes (22 a 25 de Fevereiro e 1 a 4 de Março).


Foi um bom início, mas testes não são corridas, portanto as dúvidas sobres a Haas F1 Team persistiam. Mas então, veio o sexto posto na corrida de abertura, o Grande Prémio da Austrália, seguido pelo quinto lugar na segunda prova da temporada, no Bahrein. E agora, com a aproximação do final da época no circuito de 5 554 quilómetros e vinte e uma curvas, o Yas Marina Circuit, a Haas F1 Team tem vinte e nove pontos e está num sólido oitavo lugar do Campeonato de Construtores.


Os vinte e nove pontos que a Haas F1 Team alcançou até agora é máximo que alguma nova equipa alcançou neste milénio. Quando a Jaguar se estreou em 2000 e a Toyota em 2002, cada uma delas terminou nos pontos apenas por duas vezes ao longo das suas respectivas temporadas de estreia, somando seis pontos.


A Haas F1 Team detém agora um historial significativo, para além dos seguintes marcos que conquistou na sua marcha até Abu Dhabi:


●  Quando Grosjean terminou na Austrália no sexto posto, marcando oito pontos, foi a primeira vez que uma nova equipa marcou pontos na sua corrida de estreia, desde que em 2002 Mika Salo garantiu um sexto posto para a Toyota durante o Grande Prémio da Austrália.


●  Quando o piloto de desenvolvimento da Haas F1 Team, Santino Ferrucci, realizou as suas primeira voltas voltas ao volante de um carro de Fórmula 1 no circuito inglês de Silverstone, na terça-feira que se seguiu ao Grande Prémio da Grã-Bretanha, marcou a primeira vez que um piloto americano rodou aos comandos de um monolugar de Fórmula 1 americano, desde o dia 9 de Outubro de 1977, quando Danny Ongais pilotou o Penske PC4 no Grande Prémio do Canadá, realizado na Mosport International Raceway em Bowmanville, Ontario.


●  Quando a Haas F1 Team entrou na pista de Austin, no Texas, para realizar a primeira sessão de treinos-livres, foi a primeira vez que uma equipa de Fórmula 1 americana rodava em solo americano desde o Grande Prémio de Detroit de 1986, quando Eddie Cheever e Alan Jones competiram pelo Team Haas, que apesar do nome não tem qualquer relação com a Haas F1 Team. (o industrialista Gene Haas detém a Haas F1 Team, ao passo que o falecido Caarl Haas era o dono do Team Haas.)


Com a sua temporada de estreia quase completa, a Haas F1 Team segue para Abu Dhabi para colocar um ponto final no seu primeiro ano enquanto, paralelamente, se prepara para o seu segundo ano na Fórmula 1.

Yas Marina Circuit

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Perímetros: 5,554 km

Voltas: 55

Distância de corrida: 305,355 km

Transmissão televisiva: Eurosport 2xtra

Antevisão – 11h30

Corrida – 13h00

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Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

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Abu Dhabi marca o fim da temporada e é também o final da época de estreia da Haas F1 Team. Como foi construir uma equipa a partir do zero e foi satisfatório fazer parte do sucesso da equipa?

“Temos vindo a construir esta equipa há mais de dois anos – quase três – portanto, foi uma missão excitante e desafiadora. Aponto este ano como a nossa primeira temporada porque pudemos mostrar o que podemos fazer, mas trabalhámos três anos para chegarmos aqui. Passou tão depressa que foi incrível. Tive a oportunidade de iniciar uma equipa de Fórmula 1 – quantas pessoas podem dizer isso? Portanto, para mim, num plano pessoal, foi algo muito especial. Quando somos miúdos sonhamos com coisas destas, e conseguimos concretizá-lo. Não estive sozinho. Muitas pessoas trabalham comigo. A forma como definimos o sucesso é complicada, mas ter chegado aqui foi fantástico.”


A equipa foi construída de uma forma pouco ortodoxa, pelo menos no que diz respeito aos standards da Fórmula 1. O sucesso da equipa valida a abordagem da Haas F1 Team?

“Graças a Gene Haas, que acreditava na ideia de que tínhamos fazer as coisas de uma forma diferente, uma vez que não funcionaria efectuá-las de forma tradicional. O desejo do Gene era encontrar um caminho diferente. Encontrámos e funcionou bem. Penso que surpreendemos muitas pessoas e acredito que muitas pessoas admiti-lo-ão. Creio que agora somos vistos como uma das onze equipas de Fórmula 1. Alguns pensarão que estamos apenas na nossa primeira temporada, o que na verdade é um cumprimento. Queremos ser uma equipa respeitável por nós e pela Fórmula 1. Penso que as pessoas olham para nós e consideram-nos como uma parte integrante da competição.”


Existe algum momento deste temporada que, para si, se tenha destacado?

“Há dois momentos que saltam a vista – em Barcelona, quando saímos pela primeira vez para a pista para os testes, e depois, quando marcámos pontos na nossa primeira corrida. Foi, ‘uau, fomos nós que fizemos isto?’ Tivemos os nossos altos e baixos, e teremos mais, mas houve alguns momentos que todos os membros da equipa recordarão para o resto das suas vidas.”


A temporada passou depressa de mais?

“Todos os momentos são intensos. São deadlines atrás de deadlines, desafios atrás de desafios. Vamos sempre avançando e até nos esquecemos de que o tempo está a passar.


Terminarão a temporada no oitavo lugar do Campeonato de Construtores. Se alguém, no início da temporada, disse que o oitavo posto era o lugar onde a Haas F1 Yeam terminaria, acreditaria?

“É claro que, se desejarmos alguma coisa acreditamos, mas se assinava por baixo o oitavo lugar? Claro. Era para estes desafios que estávamos a trabalhar e tínhamos a sensação de que o poderíamos vencer, mas na Fórmula 1 nada é certo. Temos que ir para a pista e competir. Depois das primeiras três ou quatro corridas o oitavo lugar parecia seguro, mas depois, a meio da temporada, alguém poderia fazer um melhor trabalho que nós, dado que tínhamos alguns problemas com a performance. Portanto, sim, merecemos o oitavo lugar.”

 

Havia alguma forma de saber como a Haas F1 Team se comportaria perante as outras equipas de Fórmula 1, mais estabelecidas?

“Era desconhecido para todo, mas sabíamos mais e melhor que todos os outros, dado que, obviamente, construímos o carro e sabíamos o que tinha. Continua a ser um desporto, e um desporto muito competitivo, portanto, todos progridem. Progredimos esta temporada, mas os outros também.”


Esta é a vigésima primeira e última corrida da mais longa temporada da história da Fórmula 1. A extensão da época teve algum impacto na equipa? Pode a temporada crescer ainda mais, precisa de existir um acordo, ou vinte e uma corridas é o limite?

“Estávamos conscientes disso, mas ainda assim teve um impacto em nós. Todos estamos cansados e desgastados. Pode-se perceber no final da temporada que todos estão cansados. Estiveram longe muitos dias. É desgastante, mas o que podemos fazer? Se ultrapassarmos as vinte e uma corridas, penso que deveremos olhar para a possibilidade de termos fins-de-semana mais curtos, ou tornar mais simples as viagens para as corridas ou de olharmos de uma forma inteligente para a logística. Caso contrário, não teremos dias suficientes para realizar todas as corridas durante um ano.”


A experiência deste ano é importante para a equipa enquanto constrói e desenvolve o carro do próximo ano?

“É evidente que ajuda. Aprendemos sempre, é claro, e no primeiro ano é quando aprendemos mais, mas isso não significa que nos impeça de cometer erros no próximo ano. Mas penso que estamos preparados. Será um segundo ano difícil para nós, todos precisam estar conscientes disso. Fizemos muitas coisas este ano que nos prepararão para o próximo, sendo o mais importante os dados que reunimos. Ajudar-nos-á, é claro, mas estaremos sempre cinco anos atrás da segunda equipa mais nova. Isso não se alterará. A única coisa que não podemos recuperar ou comprar é tempo.”


O que foi que aprenderam com o carro deste ano que podem aplicar na construção do carro de 2017?

“Aplicaremos todas as lições que aprendemos este ano e a nossa relação com a Ferrari e com a Dallara está melhor, dado que sabemos muito mais do que há um ano atrás. Deveremos poder fazer melhor, mas tenho a certeza de que teremos alguns problemas que nos recordarão este ano. Mas o desconhecido mais importante será o que os outros farão e os carros das outras equipas. Poderemos ser muito eficientes e construir melhor o carro, mas em termos de performance podemos estar aquém dos nossos adversários, dado que não sabemos o que os outros estão a fazer com os seus carros.”


O Yas Marina Circuit é um local espectacular. O que o torna especial no calendário da Fórmula 1?

“Fizeram um trabalho fantástico. Realizaram um investimento impressionante para o tornar num local espectacular. Gostaríamos que estivesse lá tudo o que lá está. Não falta nada. É um local state of the art. É um local fantástico para terminar a temporada.”


Com a corrida a iniciar-se no final da tarde e a terminar à noite, a pista muda muito com o arrefecimento do ar e do asfalto?

“Arrefece e, esperamos, ajudar-nos-á com a gestão de pneus, dado que somos mais competitivos quando está mais fresco. O nosso carro parece preferir ambientes mais frescos e, como vimos no Brasil, quando fica mais frio, conseguimos colocar os pneus na sua janela de funcionamento. Penso que se ficar suficientemente fresco poderemos colocá-los na sua janela de funcionamento em Abu Dhabi.”


Agora que vão para o defeso, vão desligar mesmo, ou nunca desligam completamente, uma vez que os testes de pré-temporada normalmente chegam muito depressa?

“Não existe um verdadeiro defeso. O único período de defeso é o que medeia o Natal do Ano Novo. Todos parecem estar desligados nesse período. Ninguém vai atacar nessa altura. Portanto, podemos relaxar um pouco.”


 

Abu Dhabi marca o fim da temporada e é também o final da época de estreia da Haas F1 Team. Como foi fazer parte da construção de uma equipa e foi satisfatório contribuir para o sucesso da equipa?

“Tem sido uma grande temporada. Juntar-me à equipa no seu primeiro ano foi algo muito especial. Queria ser a primeira pessoa a garantir pontos e um top-5 para a equipa. Os dois próximos objectivos são os pódios e as vitórias. Usar as cores da Haas Automation no pódio seria muito especial. Para um primeiro ano, foi uma jornada muito excitante. Houve altos e baixos, é claro, mas, no geral, estou muito orgulhoso de tudo o que fizemos. Depois de Abu Dhabi haverá tempo para nos sentarmos e verificar o que podemos melhorar para o futuro, mas no geral estivemos muito bem para a primeira temporada.”


Houve algum momento durante a temporada que se tenha destacado para ti?

“É sempre difícil escolher um momento da temporada, devido às emoções que vivemos com os altos e baixos. Se tivesse que escolher um, diria a Austrália, a nossa primeira corrida e os nossos primeiros pontos. Quando lá chegámos, as coisas não estavam completamente perfeitas, mas conseguimos dar a volta e terminar em sexto.”

Qualquer piloto quer vencer corridas, marcar pódios e conquistar pole-positions. No entanto, poucos são os pilotos que ajudam na construção de uma equipa. Tu ajudaste e os vinte nove pontos que a Haas F1 Team marcou são mais do que outra nova equipa conseguiu neste novo milénio. Conhecendo a Fórmula 1 como tu conheces, as tuas conquistas deste ano assemelham-se a uma vitória?
“Sim, esse é o nosso caso. Depois de terminarmos em quinto no Bahrein disse isso mesmo no rádio. Foi como se fosse uma vitória para a equipa. Vinte e nove pontos no nosso primeiro ano, muito à frente da Renault, da Sauber e da Manor e não muito longe de equipas como a McLaren ou a Toro Rosso – é um enorme feito para o nosso primeiro ano. Tivemos algumas boas oportunidades. Houve algumas que falhámos, mas no geral, a nossa reptrospectiva anual é muito positiva.”

A tua experiência deste ano será importante para quando a equipa tiver que construir e desenvolver outro novo carro?

“Penso que será muito importante. É por isso que a equipa, sobretudo o Gene (Haas) e o Gunther (Steiner) queriam um piloto experiente para o projecto. Foi por isso que não se apressaram a escolher o primeiro piloto que apareceu quando estavam a contratar. Portanto, sim, estou a tentar ajudar a equipa o máximo possível. Experiência é muito importante para chegar ao sucesso. Isso ajudou este ano e será ainda mais importante no futuro.”


O Yas Marina Circuit é um local espectacular. O que o torna especial no calendário da Fórmula 1?

“É um local fantástico. A corrida começa de dia e termina à noite. Temos o pôr do Sol a meio da corrida, o que é engraçado. A atmosfera é sempre boa e sabemos que, depois da corrida, estamos de férias, uma vez que é a última da temporada. Ainda assim, vou dar o máximo mais uma vez.”


O circuito de Yas Marina consiste em três sectores distintos. Como encontras a afinação que se adapte a todos os aspectos da pista, ou tens que comprometer uma secção para tirar vantagem noutra secção?

“No geral, é uma circuito com curvas de baixa velocidade. As únicas curvas de alta velocidade são a dois e a três. Normalmente, são efectuadas a fundo – com facilidade na qualificação. A pista tem algumas rectas longas, mas temos que nos concentrar sobretudo em realizar bem as curvas de baixa velocidade, especialmente o último sector. É nisso que temos que nos focar em Abu Dhabi.”


Com a corrida a iniciar-se no final da tarde e a terminar à noite, a pista muda muito com o arrefecimento do ar e do asfalto?

“No dia da corrida, não muda muito durante o Grande Prémio. O pior é entre a primeira e a segunda sessões de treinos-livres e, depois entre a terceira sessão e a qualificação, quando estamos em pista durante duas fases distintas do dia. Temos uma grande diferença na temperatura da pista e no comportamento do carro. É algo que temos que ter em mente. Não temos dados do ano passado. Não conseguimos antecipar o que vai acontecer entre a terceira sessão de treinos-livres e qualificação no que diz respeito ao equilíbrio aerodinâmico e na afinação do carro. São estas as coisas que temos que descobrir por nós quando lá chegarmos.”

O que podes fazer para combater as alterações das condições da pista durante a corrida?

“Para ser honesto, as condições não se alteram muito durante a corrida. Já estamos a competir no final da tarde, portanto, a temperatura da pista não se altera muito quando chegamos à noite. Normalmente, não é muito mau.”


Yas Marina é uma pista muito suave e parece levar a algum tempo a ganhar borracha. À medida que a aderência aumenta durante o fim-de-semana, como determinas o limite na sexta-feira, no sábado e, depois, no domingo?

“O mais difícil em Abu Dhabi são as condições entre a primeira e a segunda sessões de treinos-livres. Temos apenas uma sessão representativa da qualificação e da corrida, a segunda. A primeira e a terceira são mais quentes, logo temos apenas uma hora e meia para determinar a melhor afinação.


Tens algum momento especial na tua carreira que tenhas vivido em Abu Dhabi?

“Venci na GT1 (em 2010 com a Matech Competition). Era a minha primeira corrida no Campeonato do Mundo de GT e a primeira corrida com aquela equipa e vencemos. Foi um grande momento, conquistar aquela vitória e liderar o campeonato.”


Qual é a tua zona preferida do Circuito de Yas Marina?

“Gosto bastante da primeira parte, com as curvas 1, 2 e 3. Podem ser divertidas.”


Descreve uma volta ao Circuito de Yas Marina.

“Da recta da meta vamos para a primeira curva – que surge muito depressa – uma esquerda de noventa graus, normalmente, realizada em quarta velocidade. As curvas 2 e 3 são feitas a fundo. Vamos a descer e travamos para a curva seis – uma travagem muito complicada para a seis logo seguida da sete. Temos que estar bem posicionados para o gancho no final da recta traseira. É uma curva complicada. Temos nova longa recta, travagem para a chicane, e mais uma vez, temos que estar bem posicionados para a esquerda e a direita que se segue. Temos então outra recta que nos leva até às curvas 11, 12 e 13. É uma chicane tripla e, assim que saímos, vamos de prego a fundo para a Curva 14, que é uma esquerda de noventa graus. Mais uma vez, vamos a fundo para as curvas 16 e 17, duas direitas feitas a fundo. Assim que saímos da Curva 17 tempos que travar para a Curva 18. As curvas 19 e 20 são feitas por baixo do hotel, com uma saída complicada da Curva 20. A penúltima curva é engraçada. É de alta velocidade, realizada em quarta ou quinta velocidade. Depois temos a última curva, que é muito complicada. É muito larga na entrada, com a entrada para as boxes do lado direito. Não é fácil encontrar a melhor trajectória. Depois, aceleramos o mais cedo possível para terminar a volta.” 

 

 

 

Abu Dhabi marca o fim da temporada e é também o final da época de estreia da Haas F1 Team. Como foi fazer parte da construção de uma equipa e foi satisfatório contribuir para o sucesso da equipa?

“Tem sido uma boa experiência, mas com muitos desafios. Houve alguns dias difíceis para os mecânicos, trabalharam dia e noite muitas vezes, assim como para os engenheiros. Sendo uma nova equipa, não temos muitas pessoas para rodar, portanto, foi um enorme desafio para todos, e também para mim.”


Houve algum momento durante a temporada que se tenha destacado para ti?

“Diria Monza, quando alcançámos a Q3 pela primeira vez. Esse foi um momento especial.”


Qualquer piloto quer vencer corridas, marcar pódios e conquistar pole-positions. No entanto, poucos são os pilotos que ajudam na construção de uma equipa. Conhecendo a Fórmula 1 como tu conheces, consideras que os teus feitos foram importantes?

“Gostaria que fossem melhor, mas o facto de construir uma equipa foi algo, definitivamente, muito especial – algo que não vivemos com muita frequência. Construímos algo a partir do zero.”


O Yas Marina Circuit é um local espectacular. O que o torna especial no calendário da Fórmula 1?

“É luxuoso e moderno. É uma pista incrível. Houve muito investimento. Sempre que lá vamos é como entrar num mundo diferente, como a Disneyland. É bom ter a última corrida da temporada em Abu Dhabi.”


O circuito de Yas Marina consiste em três sectores distintos. Como encontras a afinação que se adapte a todos os aspectos da pista, ou tens que comprometer uma secção para tirar vantagem noutra secção?

“Temos que comprometer o primeiro sector, que é constituído sobretudo por curvas de alta velocidade. Depois temos os sectores dois e três, onde a velocidade máxima, travagens para chicanes e curvas lentas imperam. Temos que gerir os pneus e esse é o grande desafio.”


Com a corrida a iniciar-se no final da tarde e a terminar à noite, a pista muda muito com o arrefecimento do ar e do asfalto?

“Uma vez na corrida, não muda muito. Altera-se muito depois das três ou das quatro da tarde e o Sol começa a descer e quando começa a prova, já está baixo. Tudo é mais estável. As temperaturas são mais estáveis, os pneus funcionam bem e, usualmente, podemos geri-los melhor ao não os sobreaquecer.”


O que podes fazer para combater as alterações das condições da pista durante a corrida?

“Temos que ter em consideração a forma como o equilíbrio do carro evolui durante a corrida. Basicamente, temos que ter um plano para alterar o equilíbrio do carro ao longo da prova com pequenos ajustes na asa dianteira e com todas as ferramentas que temos no carro.”


Yas Marina é uma pista muito suave e parece levar a algum tempo a ganhar borracha. À medida que a aderência aumenta durante o fim-de-semana, como determinas o limite na sexta-feira, no sábado e, depois, no domingo?

“É muito simples. Vamos sempre aos limites e, se o limite está num determinado nível, alcançamos esse nível. Se aumenta ao longo do fim-de-semana, adaptamo-nos.”


Tens algum momento especial na tua carreira que tenhas vivido em Abu Dhabi?

“Foi em Abu Dhabi que realizei um teste de Fórmula 1, depois de uma temporada de GP2.”


Qual é a tua zona preferida do Circuito de Yas Marina?

“Decididamente, a primeira parte, o primeiro sector.”


Descreve uma volta ao Circuito de Yas Marina.

“Chegamos à Curva 1, de noventa graus, uma boa forma de iniciar a volta. Aproximamo-nos a alta velocidade das curvas 2, 3 e quatro, que são quase a fundo. Quando chegamos à Curva 5 entramos com muita velocidade, travamos bastante, mas ao mesmo tempo, optimizamos a trajectória para a Curva 6 e preparamos tudo para o gancho, a Curva 7, que tem uma das saídas mais importantes de todas. Chegamos a uma das rectas mais longas da pista, para irmos até à Curva 8, uma travagem muito forte, é importante ser muito consistente entre as curvas oito e nove e manter um bom equilíbrio. Tentamos sempre ter uma boa tracção na saída da Curva 9, o que nem sempre é fácil. Vamos para a Curva 10, que nos leva à 11, a chicane, que é uma curva muito interessante. Queremos alcançar o apex correcto na Curva 11, dado que é importante para as curvas que se seguem, a 12 e a 13. A Curva 14 é muito desafiante, dado ter um banking invertido, o que faz com que o carro escorregue um pouco. É complicada. Vamos a fundo para as curvas 15 e 16 e temos que travar com muitas forças laterais, o que torna muito importante a afinação da travagem. A Curva 17 é de noventa graus  e as curvas 18 e 19 são um pouco semelhantes à 14, com banking invertido, portanto, é difícil encontrar a aderência correcta. Temos uma curva de alta velocidade, a 20, onde é muito importante ter um bom ritmo. Chegamos à Curva 21 com os pneus completamente sobreaquecidos e a tentar ter aderência na saída a caminho da linha de meta.”


 

 

Yas Marina Circuit

  • Número de voltas: 55 
  • Distância de corrida: 305,355 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
  • Este circuito de 5,554 quilómetros e 21 curvas alberga a Fórmula 1 desde 2009, tendo no ano passado sido o palco do seu sétimo Grande Prémio.
  • Sebastian Vettel detém o recorde da volta ao Circuito de Yas Marina (1m40,279s), realizada em 2009 com a Red Bull.
  • Lewis Hamilton detém o recorde de volta de qualificação ao Circuito de Yas Marina (1m38,434s), realizada em 2011 com a McLaren durante a Q2.
  • O Circuito de Yas Marina é um local espectacular e é considerado a pista de Fórmula 1 mais cara de sempre, estimando alguns ter custado mil milhões de euros. É um circuito construído de raiz numa ilha artificial e é um dos muitos circuito desenhados por Hermann Tilke. Tem menos de dez anos e é realizado no sentido contrário ao dos ponteiros dos relógios, sendo possível alcançar velocidades na região dos 325 Km/h e uma velocidade média de 190 Km/h. Possui nove curvas para a direita e doze para a esquerda frente ao mar, rivalizando com o Mónaco e com Singapura. A sua estravagância e a sua singularidade são sublinhadas por estes atributos: a saída da via das boxes passa por baixo da pista através de um túnel e as boxes têm ar condicionado. O circuito de Yas Marina possui um potente sistema de iluminação e pode orgulhar-se de albergar a primeira corrida de Fórmula 1 no lusco-fusco.
  • DYK? Abu Dhabi possui a montanha russa mais rápida do mundo. Localizada no interior do Ferrari World. A Fórmula Rossa alcança os 240 Km/h em menos de cinco segundos e sobe aos cinquenta e dois metros, criando forças de cerca de 4,8G. E se replicar as sensações de um Fórmula 1 não é suficiente, é possivel esquiar, apesar de em Novembro Abu Dhabi ostentar uma temperatura média de cerca de 30ºC. O Ski Dubai, no Centro Comercial Emirates, oferece no interior uma descida de esqui com 3 000m2 de neve numa montanha de oitenta e cinco metros de altitude.
  • Durante o Grande Prémio de Abu Dhabi, a temperatura mínima será de 18ºC/20ºC ao passo que a máxima será de 26ºC/27ºC.  A humidade relativa estará entre os 29% e os 83%. O vento variará entre os 0Km/h e os 23Km/h, nunca excedendo os 55Km/h.

  • A Pirelli leva para Abu Dhabi três tipos de pneus:
    • P Zero Amarelo/Macio – pouca aderência, desgaste baixo (usado para longas séries de voltas da corrida)
    • P Zero Vermelho/Supermacio – muita aderência, desgaste médio (usado para séries curtas de voltas e para o primeiro segmento de qualificação)
    • P Zero Roxo/Ultramacio – o máximo de aderência, desagaste máximo (usado para a a qualificação e situações seleccionadas da corrida)
    • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
    • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Desses 13 jogos, os pilotos e as suas respectivas equipas podem escolher as especificações de dez deles entre os três compostos disponíveis. Os restantes três jogos são definidos pela Pirelli – dois tipos obrigatórios para a corrida (um jogo de P Zero Amarelo/Macio e um de P Zero vermelho/supermacio) e um tipo obrigatório para a Q3 (um jogo de P Zero Roxo/Ultramacio). A Haas F1 Team seleccionaram os seguintes jogos:
      • Grosjean: 4 jogo de P Zero Amarelo/Macio, 2 jogos de P Zero Vermelho/Supermacio e 7 jogos de P Zero Roxo/Ultramacio.
      • Gutiérrez: 3 jogo de P Zero Amarelo/Macio, 3 jogos de P Zero Vermelho/Supermacio e 7 jogos de P Zero Roxo/Ultramacio.

    -HaasF1Team-

    Sobre a Haas F1 Team:

    A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing.

    Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    ANTEVISÃO GRANDE PRÉMIO PIRELLI DE ABU DHABI

    21ª Ronda de 21

    Yas Marina, Abu Dhabi, 25-27 de Novembro de 2016

     

     

    O Campeonato do Mundo de Fórmula 1 deste ano chega ao fim em Abu Dhabi, com o título a ser decidido na corrida final. A Pirelli trará os três compostos mais macios da gama para Abu Dhabi: P Zero roxo ultramacio, P Zero vermelho supermacio e P Zero amarelo macio. O ultramacio será utilizado pela primeira vez desde Singapura, contabilizando a sua quinta aparição neste ano.

     

    O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DOS PNEUS:

    • Yas Marina tem uma superfície de pista muito lisa com uma grande variedade de curvas e velocidades, bem como um tempo quente que é consistente ao longo do ano, o que torna este circuito favorável para testes.
    • Dada a variedade do circuito, as equipas tendem a optar por uma afinação média da aerodinâmica.
    • As ultrapassagens costumam ser dificeis em Yas Marina, pelo que a estratégia pode ajudar a potenciar a posição em pista.
    • A superfície suave e lisa, leva normalmente a baixos níveis de desgaste e de degradação do pneu.
    • O Grande Prémio começa mais tarde, às 17h00, e termina de noite, o que significa que as temperaturas em pista podem variar do início ao fim, algumas vezes baixando drasticamente.
    • A tração é um aspeto primordial no comportamento do pneu em Abu Dhabi, pela aceleração na saída das curvas.
    • Tal como no Brasil, Yas Marina é uma corrida realizada no sentido inverso ao dos ponteiros do relógio, algo pouco típico em comparação com a restante temporada.

     

    OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS:

    • Macio - amarelo: visto em todas as corridas, mas é o composto mais duro disponível neste fim-de-semana.
    • Supermacio - vermelho: usado previamente em Abu Dhabi e, tal como o macio, é um conjunto obrigatório disponível.
    • Ultramacio - roxo: este composto oferece vantagem em velocidade, pelo que introduzirá uma interessante variável na estratégia.

     

    COMO FOI HÁ UM ANO:

    • Nico Rosberg venceu a corrida de 55 voltas com uma estratégia de duas paragens com a Mercedes, começando com supermacio e alternando para macio nas voltas 10 e 31. As duas paragens foram a opção mais popular.
    • A melhor estratégia alternativa: Sebastian Vettel também parou duas vezes, mas com dois turnos  iniciais com macio seguidos de um turno final com supermacio. Isto permitiu-lhe subir na grelha da 15ª para a 4ª posição.

     

    PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTOSPORT DIRECTOR:

    “Abu Dhabi é um dos circuitos que melhor conhecemos, tendo aí realizado diversos testes anteriormente, incluindo alguns dos mais abrangentes a pneus de 2017 que temos levado a cabo desde agosto. O novo elemento na corrida deste ano é obviamente o pneu ultramacio, o que deve providenciar alguma velocidade extra num circuito que oferece um bom teste à totalidade da gama de pneus. De facto, todos os compostos nomeados para este ano são muito adequados para Abu Dhabi, abrindo um maior leque de possibilidades no que toca a estratégia. Embora a atenção esteja focada no término da temporada de 2016, estamos já atentos a 2017, com a sua apresentação à comunicação social antes do início do Grande Prémio, seguida do primeiro teste com os três carros protótipos com pneus para 2017, na terça-feira a seguir à corrida.”

     

    O QUE HÁ DE NOVO?

    • Abu Dhabi também será o último Grande Prémio para a atual geração de carros, antes que as novas regras para 2017 entrem em vigor, o que deverá aumentar a velocidade das voltas em cinco segundos em comparação com 2015.
    • Tal como o título de F1, tanto os campeonatos de GP2 e GP3 terminarão em Abu Dhabi. Antonio Giovinazzi, de Itália, está na disputa pelo título de GP2 no seu ano de estreia nas séries.
    • Nico Rosberg e Lewis Hamilton fizeram exatamente as mesmas seleções de pneus para a sua luta final pelo título. A escolha mais agressiva foi de Nico Hulkenberg, com oito conjuntos ultramacios.
    • Na mesma noite do último teste de F1 em Abu Dhabi (29 de novembro), o calendário Pirelli será lançado em Paris, registado pelo fotógrado e realizador alemão Peter Lindbergh.

     

    OUTROS ASPETOS QUE NOS CHAMARAM A ATENÇÃO RECENTEMENTE:

    • A Pirelli forneceu tanto o FIA GT como a F3 World Cup no famoso Grande Prémio de Macau do último fim-de-semana. António Félix da Costa venceu a corrida de Fórmula 3, enquanto Laurens Vanthoor triunfou no encontro de GT.
    • O Campeonato Europeu FIA de Rally anunciou o seu calendário de 10 voltas de 2017, onde a Pirelli confirmou uma vez mais que será o fornecedor exclusivo para as séries de juniores, e com uma nova volta em Itália.

    A NOMEAÇÃO DOS COMPOSTOS DE PNEUS ATÉ À DATA:

     

    Roxo

     

    Vermelho

     

    Amarelo

     

    Branco

     

    Laranja

    Austrália

    Supermacio

    Macio

    Médio

    Bahrein

    Supermacio

    Macio

    Médio

    China

    Supermacio

    Macio

    Médio

    Rússia

    Supermacio

    Macio

    Médio

    Espanha

    Macio

    Médio

    Duro

    Mónaco

    Ultramacio

    Supermacio

    Macio

    Canadá

    Ultramacio

    Supermacio

    Macio

    Azerbeijão

    Supermacio

    Macio

    Médio

     

    Austria

    Ultramacio

    Supermacio

    Macio

    Inglaterra

    Macio

    Médio

    Duro

    Hungria

    Supermacio

    Macio

    Médio

    Alemanha

    Supermacio

    Macio

    Médio

    Bélgica

    Supermacio

    Macio

    Médio

    Itália

    Supermacio

    Macio

    Médio

    Singapura

    Ultramacio

    Supermacio

    Macio

    Malásia

    Macio

    Médio

    Duro

    Japão

    Macio

    Médio

    Duro

    Est. Unidos

    Supermacio

    Macio

    Médio

    México

    Supermacio

    Macio

    Médio

    Brasil

    Macio

    Médio

    Duro

    Abu Dhabi

    Ultramacio

    Supermacio

    Macio


     

    MALÁSIA ASSEGURA GRAND EPRÉMIO POR MAIS DOIS ANOS

     

     

     

     

     

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

     

    MALÁSIA ASSEGURA CONTINUAÇÃO DE GRANDE PRÉMIO POR MAIS DOIS ANOS

     

    1. G:p.da Malásia de Fórmula 1 está salvo... mas só por mais dois anos. Governo local confirmou que não renova o contrato que termina em 2018. Mas também não há vontade de sair mais cedo, levando o caso para tribunal.

     

    SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

    SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

     

    MUDANÇAS NA MCLAREN

     

    1. Quase uma semana depois da saída da Ron Dennis da McLaren, Zak Brown é nomeado director executivo do McLaren Technology Group. E já tem foto na frente do lago.

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    PIRELLI ABU DHABI GRAND PRIX PREVIEW
    Round 21 of 21
    Yas Marina, Abu Dhabi, 25-27 November 2016 

      This year’s Formula 1 world championship comes to a close in Abu Dhabi, with the drivers’ title set to be decided at the final race. Pirelli is bringing the three softest compounds in the range to Abu Dhabi: P Zero Purple ultrasoft, P Zero Red supersoft, and P Zero Yellow soft. The ultrasoft is being used for the first time since Singapore, marking its fifth appearance of the year.

    THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW:

    • Yas Marina has a very smooth track surface with a wide variety of corners and speeds, as well as warm weather that is consistent all year round, which makes it a favoured venue for testing.
    • Because the circuit is quite varied, teams tend to run a medium downforce compromise set-up.
    • Overtaking tends to be quite tricky at Yas Marina, so strategy can help boost track position.
    • The smooth surface generally leads to quite low levels of tyre wear and degradation.
    • The grand prix starts in the late afternoon at 5pm and ends in the evening, which means that track temperatures tend to vary from start to finish, sometimes dropping off dramatically.
    • Traction is a key aspect of tyre behaviour in Abu Dhabi, with all the acceleration out of corners.
    • Like Brazil, Yas Marina is an anti-clockwise lap, which is not typical of the rest of the season.

    THE THREE NOMINATED COMPOUNDS:

    • Yellow soft: seen at every race but is the hardest compound available this weekend.
    • Red supersoft: used previously at Abu Dhabi and like the soft, it’s a mandatory available set.
    • Purple ultrasoft: this has a speed advantage, so puts an interesting variable into strategy.

    HOW IT WAS A YEAR AGO:         

    • Nico Rosberg won the 55-lap race with a two-stop strategy for Mercedes, starting on supersoft and then stopping for softs on laps 10 and 31. Two stops was the most popular option.
    • Best alternative strategy: Sebastian Vettel also stopped twice but with two initial stints on soft followed by a final stint on supersoft. This allowed him to climb from 15th on the grid to fourth.

    PAUL HEMBERY, PIRELLI MOTORSPORT DIRECTOR:                      

    “Abu Dhabi is one of the circuits we know best, having completed a number of tests there previously, including some of the recent 2017 wider tyre tests that we have been carrying out since August. The new element to this year’s race is obviously the ultrasoft tyre, which should provide some extra speed on a circuit that forms a good all-round test for the tyres. In fact, all the compounds nominated for this year are very well suited to Abu Dhabi, opening up a number of different possibilities when it comes to strategy. Although the attention is on the finish of the 2016 season, we’re already looking forward to 2017, with a presentation to media before the start of the grand prix, then the first test with all three mule cars on track together with 2017 tyres, on the Tuesday after the race.”

    WHAT’S NEW?

    • Abu Dhabi will also be the final grand prix for the current generation of cars, before the new 2017 rules come in that should increase lap speeds by five seconds compared to 2015.
    • As well as the F1 drivers’ title, both the GP2 and GP3 championships will conclude in Abu Dhabi. Italy’s Antonio Giovinazzi is in contention for the GP2 title in his rookie year of the series.
    • Nico Rosberg and Lewis Hamilton have made exactly the same tyre selections for their title showdown. The most aggressive choice is from Nico Hulkenberg, with eight ultrasoft sets.
    • On the same evening as the final F1 test in Abu Dhabi (29 November) the 2017 Pirelli calendar will be launched in Paris, shot by German photographer and director Peter Lindbergh.

    OTHER THINGS THAT HAVE CAUGHT OUR EYE RECENTLY:

    • Pirelli supplied both the FIA GT and F3 World Cup at the world famous Macau Grand Prix last weekend. Antonio Felix da Costa won the Formula 3 race, while Laurens Vanthoor triumphed in the GT encounter.
    • The FIA European Rally Championship has announced its 10-round 2017 calendar, with Pirelli confirmed once again as exclusive tyre supplier for the Junior series, and a new round in Italy.

    TYRES NOMINATED THIS SEASON: 

    Purple Red Yellow White Orange
    Australia Supersoft Soft Medium
    Bahrain Supersoft Soft Medium
    China Supersoft Soft Medium
    Russia Supersoft Soft Medium
    Spain Soft Medium Hard
    Monaco Ultrasoft Supersoft Soft
    Canada Ultrasoft Supersoft Soft
    Azerbaijan Supersoft Soft Medium
    Austria Ultrasoft Supersoft Soft
    Great Britain Soft Medium Hard
    Hungary Supersoft Soft Medium
    Germany Supersoft Soft Medium
    Belgium Supersoft Soft Medium
    Italy Supersoft Soft Medium
    Singapore Ultrasoft Supersoft Soft
    Malaysia Soft Medium Hard
    Japan Soft Medium Hard
    United States
    Supersoft Soft Medium
    Mexico Supersoft Soft Medium
    Brazil Soft Medium Hard
    Abu Dhabi Ultrasoft Supersoft Soft

     

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    GALERIA DE IMAGENS - A PASSGAEM DE FELIX DA COSTA POR MARROCOS

    GALERIA DE IMAGENS

     

    ANTÓNIO FELIX DA COSTA EM MARROCOS

     

    CAMPEONATO DE FÓRMULA E

     

    Conjunto de imagens da passagem de António Feli da Costa pela pista citadina de Marrocos.fe1 Copyfe2 Copyfe3 Copyfe4 Copyfe5 Copyfe6 Copyfe7 Copyfe8 Copyfe9 Copyfe10 Copyfe11 Copyfe12 Copyfe13 Copyfe14 Copyfe15 Copyfe16 Copyfe17 Copyfe18 Copyfe19 Copyfe20 Copyfe21 Copy

     

    SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

     

     

    SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

     

    NOS MEANDORS DO MUNDO DA FÓRMULA 1

     

     

     

     

     

    1.  Zak Bronw parece que vai ter de escolher nas próximas semanas se quer ser o novo Ron Dennis ou uma espécie de novo Bernie Ecclestone. Ou então se continua apenas o CEO de uma fábrica de jornais, revistas e sites de notícias, para além de patrão da sua equipa de corridas que vai dar salto para voos mais altos. Digamos que parece não haver mais gente capaz...

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    Grand Prix of Abu Dhabi: November 25 – November 27, 2016

    SELECTED SETS PER DRIVER

    The FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Grand Prix of Abu Dhabi (November 25 – November 27).

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    GALERIA DE IMAGENS - FÓRMULA E EM MARROCOS

    GALERIA DE IMAGENS

     

    FORMULA E EM MARROCOS

     

    Vitória de Buemi

     

    Buemi foi o vencedor de mais uma prova de Fórmula E, que no passado fim de semana esteve em Marrocos,sendo o podio partilhado por Bird e Rosenqvist.Quanto a António Felix da Costa foi obrigado a abandonar com problemas.

     

    Fotos de Paulo Maria /Wolrd - www.velocidadeonline.comFE1 CopyFE2 CopyFE3 CopyFE4 CopyFE5-WORLD CopyFE6 CopyFE7 CopyFE8 CopyFE9 CopyFE10 CopyFE11 CopyFE12 CopyFE13 CopyFE14 CopyFE15 CopyFE16 CopyFE17 CopyFE18 CopyFE19 CopyFE20 CopyFE21 CopyFE22 CopyFE23 CopyFE24 CopyFE25 CopyFE26 CopyFE27 CopyFE28 CopyFE29 Copy

     

     

    FÓRMULA E EM MARROCOS

    Sam Bird sobe ao 2º lugar do pódio no ePrix de Marraquexe, 2ª prova do Campeonato FIA de Fórmula E 2016-2017. A DS Virgin Racing marca os seus primeiros pontos da temporada graças ao pódio do britânico e ao 10º lugar de José Maria López

     

     

     

    DS VIRGIN RACING SOBE AO PÓDIO EM MARRAQUEXE
     
    • Sam Bird Sam Bird Sam Bird Sam Bird conquistou conquistou conquistou conquistou    o oo o    2º 22ºº  2º lugar lugar lugar lugar d dd do ePrix de o ePrix de o ePrix de o ePrix de    Marra Marra Marra Marraquexe quexe quexe quexe, ,,  , 2ª prova do Campeonato FIA de Fórmula E 2016 2ª prova do Campeonato FIA de Fórmula E 2016 2ª prova do Campeonato FIA de Fórmula E 2016 2ª prova do Campeonato FIA de Fórmula E 2016--2017 2017 2017 2017. .. .   
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    A DS Virgin Racing conquistou um merecido pódio em Marraquexe, com a subida de Sam Bird ao 2º degrau do pódio, depois de ter largado da primeira linha da grelha de partida e no final de uma jornada muito movimentada.
    No seguimento das já espetaculares sessões de Treinos Livres, numa pista escorregadia traçada nas ruas de Marraquexe, Sam Bird viria a assinar o 4º melhor tempo da primeira secção das Qualificações. Graças a mais uma grande performance na Super Pole , o britânico de 29 anos colocou-se, então no 3º lugar, acabando, depois por se instalar na primeira linha, no seguimento de uma penalização imposta a Sébastien Buemi.
    Quanto a José María López e após uma manhã complicada, o argentino teve que se contentar com o 13º lugar. Privado de um precioso tempo em pista antes da sessão de Qualificação, falhou a passagem à Super Pole. «Ao partir desta posição para a minha segunda corri da, o dia vai servir-me para ganhar experiência com o carro e neste campeonato» - confessou já na grelha de partida. 
    Quando os semáforos se extinguiram, todo o pelotão se lançou sem hesitações. Felix Rosenqvist manteve a primeira posição, diante de Bird. Após uma dezena de voltas, a corrida ficou mais animada. Jean-Éric Vergne passou Bird, mas os dois primeiros entraram nas boxes uma volta antes de Bird e Buemi, pelo que estes puderam beneficiar de uma segunda parte da corrida com maiores reservas de energia.
    Esquecendo os acontecimentos de Hong Kong, Bird voltou a sair das boxes na 4ª posição, atrás de Rosenqvist, Vergne e Buemi. Ao mesmo tempo, López aproveitou uma troca de monolugar bem sucedida para regressar depressa à pista.
     
     
     
     
     
     
     
     
     
    Durante a segunda metade da prova, Vergne recebeu uma penalização por ter excedido a velocidade na linha de boxes. Na 24ª volta, Bird ascendia ao 3º lugar, enquanto Buemi chegava à liderança, depois de passar Rosenqvist. Cinco voltas depois era López quem passava Robin Frijns para assumir o 10º lugar, após um conjunto de belas manobras e tentativas de ultrapassagem.
    Um magnífico fim de corrida permitiu a Sam Bird bater Rosenqvist graças a uma reserva suplementar de energia. O britânico conseguiu reduzir ainda a distância para Buemi, terminando num confortável 2º lugar. Já José María López cruzou a linha de meta no 10º posto, marcando assim 1 ponto para o Campeonato FIA de Fórmula E, a juntar ao pecúlio amealhado por Bird.
    «Foi excecional marcar tantos pontos. Há ainda muit o trabalho a fazer mas subir ao pódio é um primeiro sucesso,» comentou Sam Bird na Conferência de Imprensa. «A próxima etapa é ficarmos mais perto do Sébastien Buemi. Para já, ele está numa categoria à parte. Hoje, somos 19 pilotos a lutar pela segunda posição, mas tenho já algumas ideias para o apanhar em Buenos Aires.»
     
    José María arvorava um otimismo parecido:
    «O meu objetivo era estar à chegada para ganhar exp eriência e acabei a minha segunda corrida com um ponto. Isso é positivo. Vou agora abordar a minha próxima corrid a, em Buenos Aires, com mais confiança.»
     
    Alex Tai, Diretor da Equipa, acrescentou: «Este foi um resultado excelente. Sinto-me feliz po r ver o Pechito nos pontos. Graças ao Sam, pudemos perceber o real pote ncial do nosso monolugar. Agora vamos rapidamente passar para a terceira corrida do ano.»
     
    Xavier Mastelon, Diretor da SD Performance, concluiu:
    « A c o m p e titivid a d e d o n o s s o D S V-0 2 fic o u e m evidência com este primeiro pódio. Estivemos sempre competitivos na pista de Marraquexe. Começamos ago ra a ver o real potencial da nossa equipa.»
     
     
      
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    GALERIA DE IMAGENS - G.P.BRASIL F 1

    GALERIA DE IMAGENS

     

    GRANDE PRÉMIO DE F1 - BRASIL

     

    Resto das imagens do Grande Prémio de Fórmula 1 que ficou igualmente marcado pela despedida de Filipe Massa do Mundo da F 1,aliás o piloto brasileiro foi homenageado por todas as equipas presentes em InF51 CopyF52 CopyF53 CopyF54 CopyF55 CopyF56 CopyF57 CopyF58 CopyF59 CopyF60 CopyF61 CopyF62 CopyF63 CopyF64 CopyF65 CopyF66 CopyF67 CopyF68 CopyF69 CopyF70 CopyF71 CopyF72 CopyF73 CopyF74 CopyF75 CopyF76 CopyF77 CopyF78 CopyF79 CopyF80 CopyF81 CopyF82 CopyF83 CopyF84 CopyF85 CopyF86 CopyF87 CopyF88 CopyF89 CopyF91 CopyF92 CopyF93 CopyF94 CopyF95 CopyF96 Copyterlagos.

     

    GALERIA DE IMAGENS - G.P.BRASIL F 1

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

     

    GRANDE PRÉMIO DO BRASIL

     

    TUDO NA MESMA - SÓ DÁ MERCEDES

     

    Pois é, uma vez mais os Mercedes fizeram uma corrida entre si, não "passando" cartão aos seus mais directos adversários.Desta feita foi Hamilton a vencer uma corrida que teve acidentes, obrigado à entrada do safety car,.Prova disputada debaixo de chuva, mas que que não fez levar os espectadores a abandonar o autódromo de Interlagos, situado na cidade de S.Paulo, a maior da América do Sul.Com Hamilton a vencer,  para não deixar de variar, Rosberg foi segundo, ficando o pódio completo com o Red Bull Renault de Vestappen.

     

    Depois nas posições seguintes chegaram o Force India de Perez, seguido pelo Ferrari de Vettel,  o Toro Rosso de Sainz.A sétima posição foi para o Force India de Hulkenberg, seguido de Riccardo num Red Bull REnault, ficanf1 CopyF2 CopyF3 CopyF4 CopyF5 CopyF6 CopyF7 CopyF8 CopyF9 CopyF10 CopyF11 CopyF12 CopyF13 CopyF14 CopyF15 CopyF16 CopyF17 CopyF18 CopyF19 CopyF25 CopyF26 CopyF27 CopyF28 CopyF29 CopyF30 CopyF45 CopyF46 CopyF47 CopyF48 CopyF49 CopyF50 Copydo o "top ten" completo com o McLaren Honda de Fernando Alonso

     

    SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

    CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

     

     

    FALTAM 14 DIAS.

     

     

     

    Vai ser tão interessante descobrir quem ganha este Mundial F1 2016 que merecia ter dois campeões. Sobretudo, gosto desta nova atitude de Lewis Hamilton e Nico Rosberg. Não voltaram a ser os amigos da juventude. Ganharam antes ainda maior respeito mútuo.
    Rosberg parte em vantagem. Os 12 pontos de avanço permitem-lhe ser campeão com um terceiro lugar, independentemente do resultado de Hamilton. E o inglês sabe que só se acabar no pódio tem hipótese de chegar ao... título. Aqui ficam as contas antes de Abu Dhabi.



    PRÓXIMO GRANDE PRÉMIO NO EUROSPORT 2 XTRA

     

     

    6ª FEIRA - 25 de Novembro
    08:30 / 10:40 - 1º Treino Livre F1
    12:45 / 14:40 - 2º Treino Livre F1
    14:40 / 14:55 - Notícias F1

    SÁBADO - 26 de Novembro
    08:15 / 09:15 - 1ª Corrida GP3
    09:45 / 11:10 - 3º Treino Livre F1
    12:30 / 12:45 - Notícias F1
    12:45 / 14:20 - Qualificação F1
    14:30 / 15:55 - 1ª Corrida GP2

    DOMINGO - 27 de Novembro
    08:50 / 09:45 - 2ª Corrida GP3
    10:15 / 11:15 - 2ª Corrida GP2
    11:15 / 11:50 - Bandeira Verde
    11:50 / 13:00 - Grelha de Partida F1
    13:00 / 15:10 - GP de Abu Dhabi F1
    15:10 / 16:30 - Bandeira de Xadrez

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    2016 Grande Prémio do Brasil - Corrida

     

    NO CHUVOSO GRANDE PRÉMIO DO BRASIL, LEWIS HAMILTON VENCE PARA A MERCEDES E APROXIMA-SE PELA LUTA DO TITULO

     

    NUMA ATRIBULADA CORRIDA, APENAS O CINTURATO INTERMÉDIO E OS PNEUS DE CHUVA MARCARAM PRESENÇA

     

     BANDEIRAS VERMELHAS E SAFETY CARS INFLUENCIARAM A ESTRATÉGIA. HAMILTON VENCEU, DIVERSOS PILOTOS CONDUZIRAM EM CONDIÇÕES EXTREMAS

     

     

    O piloto da Mercedes Lewis Hamilton, venceu um chuvoso e interrompido grande prémio do Brasil, utilizando apenas os pneus Cinturato Blue (composto de chuva), ao longo de dois dias maioritariamente disputados sob chuva, em Interlagos.

     

    Devido à chuva abundante, o inicio da corrida fez-se atrás do Safety car, com todos os pilotos a utilizar os Pirelli´s Cinturato Blue (composto de Chuva) de acordo com o regulamento. Outro prematuro Safety car, permitiu a algumas equipes, incluindo a Red Bull, uma oportunidade para trocar para intermédios, com Max Verstappen a regressar à corrida na quarta posição, sendo o melhor classificado com este composto.

     

    Após o acidente com o Ferrari de Kimi Raikkonen, houve um longo período com bandeira vermelha após a vigésima volta, com a corrida a iniciar novamente atrás do Safety Car. Este após a sua saída e logo ao fim de sete voltas, outra bandeira vermelha obrigou a outro recomeço atrás do Safety Car. Apenas algumas voltas mais tarde, alguns pilotos trocaram para os pneus intermédios quando a chuva continuava a cair, com a referência estabelecida pelo Daniel Ricciardo em Red Bull em determinados sectores. No entanto, a chuva forte que surgiu depois, revelou que o composto de chuva era o pneu certo para terminar a corrida.

     

    Com a corrida a iniciar debaixo de chuva, não existe a obrigação de montar qualquer composto Slick, com os pilotos a utilizar apenas os compostos intermédio e de chuva para esta atribulada corrida.

     

    Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “Fomos presenteados por um fantástico espétaculo em condições muito dificeis, com alguns pilotos a utilizar ambos os compostos de pneus, chuva e intermédios, de modo a ganhar vantagem numa corrida disputada roda a roda. Mais que tudo, estamos contentes porque os fans finalmente conseguiram ver uma corrida na totalidade, apesar dos atrasos. Foi uma corrida longa e complicada que deu momentos unicos de condução, por exemplo de Max Verstappen e Filipe Nasr a correr em casa, bem como Fernando Alonso que lutou na fase final. Todos mostraram como uma excelente condução é possivel, mesmo nestas condições extremas.”     

     

    Melhores tempos do dia por composto:

     

                            CHUVA                                 INTERMÉDIOS

    Primeiro        Verstappen 1m25.305s      Ricciardo       1m25.532s

    Segundo      Hamilton     1m25.639s      Verstappen    1m25.761s

    Terceiro        Ricciardo    1m26.013s      Bottas             1m26.062s

     

    OS TURNOS  MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

     

    Chuva (43 Voltas) -  Vettel, Rosberg, Perez, Nasr, Alonso, Kvyat, Hulkenberg, Ocon, Hamilton e Sainz.

    Intermédios (33 voltas) - Bottas

     

    A NOSSA PREVISÃO: Realmente Lewis Hamilton venceu a corrida sem realizar um “pit stop”, mas trocou duas vezes de pneus. Trocou ambas as vezes quando a corrida se encontrava interrompida pela bandeira vermelha. Hoje, a estratégia planeada não era um factor decisivo, ao invés do tempo de reação para mudar as circustâncias e proporcionar aos pilotos as melhores opções para chegarem ao fim

     

    Para mais informações: Visite o nosso novo website, regularmente atualizado com informações exclusivas, novidades e análises:

    http://www.pirelli.com/global/en-ww/brazil-2016-race

     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    2016 Brazilian Grand Prix – Race

    MERCEDES DRIVER LEWIS HAMILTON WINS A RAIN-AFFECTED
    BRAZILIAN GRAND PRIX TO CLOSE UP CHAMPIONSHIP FIGHT

    ONLY CINTURATO INTERMEDIATE AND WET TYRES USED
    THROUGHOUT THE ACTION-PACKED RACE

    RED FLAGS AND SAFETY CARS INFLUENCE STRATEGY: HAMILTON
    TAKES VICTORY, MANY GREAT DRIVES IN EXTREME CONDITIONS

    – Mercedes driver Lewis Hamilton won a wet and interrupted Brazilian Grand Prix using the Cinturato Blue full wet tyre only, following two days of largely dry running at Interlagos.

    Because of the heavy rain, the race started behind the safety car, with all the drivers using Pirelli’s Cinturato Blue full wet tyres as per the regulations. Another early safety car was used by some teams, including Red Bull, as an opportunity to change onto intermediates – with Max Verstappen rejoining the race in fourth place as the highest-placed intermediate runner.

    Following an accident for Ferrari’s Kimi Raikkonen, there was a lengthy red flag period after lap 20, with the race starting behind the safety car once more. The safety car led for only seven laps before another red flag came out, with a second re-start behind the safety car. Only a few laps later, some drivers switched onto the intermediate tyre as the rain continued to fall, with the crossover point established after Red Bull’s Daniel Ricciardo started to set purple sector times. However, heavier rain then meant that the full wet was the tyre to finish the race.

    As the race began in wet conditions, there was no longer any obligation to use any of the slick tyres, with drivers running only the full wet and intermediate throughout the entirety of the interrupted race.

    Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “We were treated to a fantastic spectacle in very tricky conditions, with some drivers using both the wet and intermediate tyres to pull off some great overtaking moves, with wheel to wheel racing. Most of all, we’re delighted that the fans finally got to see a full race distance, despite the delays. It was a complicated but long race that delivered some scintillating drives, for example from Max Verstappen and Felipe Nasr, in his home race, as well as Fernando Alonso who fought back in the closing stages – all showing that great driving is possible even in these extreme conditions”.

    Fastest times of the day by compound

    Full wet Intermediate
    First Verstappen 1m25.305s Ricciardo 1m25.532s
    Second Hamilton 1m25.639s Verstappen 1m25.761s
    Third Ricciardo 1m26.013s Bottas 1m26.062s

    Longest stint of the race:

    Wet Vettel, Rosberg, Perez, Nasr, Alonso, Kvyat, Hulkenberg, Ocon, Hamilton, Sainz 43 laps
    Intermediate Bottas 33

    Truthometer: Lewis Hamilton actually won the race without making a racing pit stop but he did change tyres twice, going from full wets to another set of wets under both red flag stoppages. Planned strategy was not really a factor today: instead it was all about reacting to changing circumstances and giving drivers the best possible chance to get to the finish.

     

     

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    HAAS NO G.P.BRASIL DE F 1

     

    Grande Prémio do Brasil: Resumo

     

     

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    Evento:  Grande Prémio do Brasil (20º round de 21)

    Data:  Domingo, 13 de Novembro

    Local:  Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo

    Layout:  4,309 quilómetros, circuito de 15 curvas

    Condições climatéricas:  Chuva, 18ºC

    Vencedor:  Lewis Hamilton da Mercedes

    Haas F1 Team:

    Esteban Gutiérrez – alinhou em 12º, abandonou(problemas eléctricos, completou 60/71 voltas)

    Romain Grosjean – Não alinhou

     


    O Grande Prémio do Brasil, que se disputou este domingo no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, São Paulo, iniciou-se de uma forma pouco auspiciosa para a Haas F1 Team. Com condições de pista molhada e difíceis, o dia de Romain Grosjean rapidamente ficou ainda mais difícil, quando colocou em pião o seu Haas VF-16 durante a volta de reconhecimento a caminho da grelha de partida.


    Grosjean foi de traseira para as barreiras de protecção na aproximação à recta da meta, tendo o seu carro sofrido danos substanciais no lado esquerdo. Com a impossibilidade dos mecânicos efectuarem reparações, o dia de Grosjean terminou ainda antes de começar. Deveria ter arrancado de sétimo, ao igualar a sua melhor performance em qualificação (Japão), antes de ter sido bafejado pelo azar.


    Isto deixou Esteban Gutiérrez, que arrancou do décimo segundo lugar, como o único representante da Haas F1 Team no penúltimo round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016.


    Gutiérrez e o resto dos seus adversários iniciaram a corrida com pneus de chuva Pirelli Cinturato Azul. As primeiras sete voltas foram realizadas atrás do Safety-Car, antes da direcção de corrida decidir libertar os pilotos no circuito de 4,309 quilómetros e quinze curvas.


    Antes do Safety-Car abandonar a pista, algumas equipas tomaram a decisão agressiva e arriscada de colocar os seus pilotos com Pirelli Cinturato Verde/Intermédio, enquanto a chuva continuava a cair. A Haas F1 Team tomou uma abordagem mais conservadora com Gutiérrez, esperando montar pneus intermédios na décima quarta volta.


    Na décima quarta volta foi também o início do segundo período de Safety-Car, desta feita devido ao despiste do Sauber de Marcus Ericsson. O Safety-Car virou para a via das boxes na décima nona volta e, quando o pelotão iniciava a vigésima, o Kimi Raikkonen entrou em pião prontamente na recta da meta. O seu Ferrari ficou seriamente danificado, quando embateu no muro interno, e isto foi o suficiente para que a direcção de corrida decidisse mostrar as bandeiras vermelhas na vigésima primeira volta.


    Gutiérrez era, então, décimo sétimo, por onde se manteve depois da situação de bandeiras vermelhas ter terminado. Apesar dos carros rodarem pela pista, não havia competição. Mais uma vez, eram liderados pelo Safety-Car até que ao fim de sete voltas, a direcção de corrida decidiu voltar a mostrar as bandeiras vermelhas, uma vez que a chuva persistente tornou a pista incapaz de permitir a competição.


    Esta situação de bandeiras vermelhas teve a duração de vinte e sete minutos, até que foi dado mais um recomeço com Safety-Car, estavam cumpridas vinte e nove voltas. A bandeira verde foi mostrada, finalmente, três voltas depois, estando então Gutiérrez envolvido numa intensa batalha no meio do pelotão, chegando a rodar no décimo segundo posto, quando estávamos na quadragésima volta. A recuperação de Gutiérrez rumo aos dez primeira foi, contudo, dificultada por uma série de problemas eléctricos, que culminaram no seu abandono na boxe depois de sessenta voltas.


    Lewis Hamilton sobreviveu a todos os elementos e venceu o Grande Prémio do Brasil. Foi a sua quinquagésima segunda vitória na Fórmula 1, ultrapassado a lenda Alain Prost na lista dos mais vitoriosos de sempre. Apenas Michael Schumacher, com noventa e uma vitórias, tem mais triunfos que Hamilton. Foi também a nona vitória de Hamilton esta temporada e a sua terceira consecutiva, mas foi apenas a primeira no Autódromo José Carlos Pace. A margem da vitória de Hamilton foi impressionante, deixando o seu colega de equipa na Mercedes, Nico Rosberg, a 11,455s. Esta vitória reduziu a vantagem de Rosberg para Hamilton no Campeonato do Mundo de Pilotos de dezanove para doze, quando falta apenas disputar uma corrida.

     

    Com vinte das vinte e uma etapas previstas no calendário de Fórmula 1 deste ano já disputados, a Haas F1 Team está no oitavo lugar do Campeonato de Construtores com vinte e nove pontos. A Toro Rosso, a sétima classificada, estendeu a sua margem face à equipa americana para trinta e quatro pontos, uma vez que Carlos Sainz terminou em sexto lugar, garantindo oito pontos. A Haas F1 Team manteve a sua vantagem de vinte e um pontos para a nona classificada, a Renault, uma vez que também esta equipa não marcou qualquer ponto.


    A Fórmula 1 tem agora um fim-de-semana de folga para voltar à acção para o final da temporada no Grande Prémio de Abu Dhabi, que se realiza no Circuito de Yas Marina no dia 27 de Novembro.



    “Bem, tenho que pedir desculpa aos fãs e a todos na Haas F1 Team. Vamos de bestiais a bestas em menos de vinte e quatro horas. O que posso dizer? Não ia sequer a fundo. Pouco mais rápido fui que o Gutiérrez e o carro entrou em pião. Foi azar. Não havia qualquer aderência naquele momento. As rodas patinaram, entrei em pião e bati. Sinto muito por todos os mecânicos. Foi um impacto forte, cerca de 30G. Tudo acontece depressa na Fórmula 1, mas estou bem fisicamente.”


     

    “Foi uma corrida divertida – foi aborrecida no início, mas foi correndo melhor quando iniciámos a corrida com pneus de chuva. As condições da pista eram muito difíceis quer com os pneus de chuva, quer com os intermédios, e tudo girava à volta de manter o carro no circuito. Estávamos a mostrar um bom andamento e senti que poderia ter uma oportunidade para marcar alguns pontos. Infelizmente, começámos a sentir alguns problemas eléctricos. Estava a ter dificuldades com a potência na travagem e nas curvas. No molhado, é a pior coisa que podemos ter. A equipa tentou tudo para as ultrapassar, mas tivemos que abandonar. Agora temos que olhar para a derradeira corrida da temporada. É outra oportunidade. Temos que permanecer optimistas e tentar fazer o melhor possível com o que temos e focarmo-nos.”



    “Foi uma corrida desastrosa para nós, mas sem ser um fim-de-semana desastroso. Até ao dia da corrida, tivemos um bom fim-de-semana. Mas hoje o Romain despistou-se na volta em que se dirigia para a grelha de partida, portanto, perdemos um carro ainda antes da corrida começar. As condições eram difíceis e tiveram o seu papel na sua saída de pista. O Esteban estava a realizar uma boa corrida, mas tivemos problemas com a  electrónica. A dado momento a MGU-K não funcionava e tivemos que abandonar quando a MGU-H deixou de funcionar devido a problemas electrónicos. Estamos satisfeitos por tudo ter terminado aqui e por podermos começar a pensar na próxima corrida.”


    O derradeiro round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016 realiza-se em Abu Dhabi no Circuito de Yas Marina, nos Emiratos Árabes Unidos. Os treinos-livres iniciam-se no dia 25 de Novembro, a qualificação no dia 26 e a corrida disputa-se a 27 de Novembro.

     

    -HaasF1Team-

     

    Sobre a Haas Automation

    A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

    Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

    A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.
     

    SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

     

    2016 Brazilian Grand Prix – Race – Infographics

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    FÓRMULA E - MARROCOS - FELIX DA COSTA SEM SORTE

     

    FÓRMULA E - MARROCOS

     

    ANTÓNIO FELIX DA COSTA SEM SORTE

     

     

     

     

    Não foi um dia fácil... Um problema eléctrico na corrida roubou-nos pontos importantes hoje, enfim há que aceitar, faz parte deste desporto... Agora é pensar em Macau, próximo fim-de-semana corrida mais louca do mundo! Quero ganhar e fazer história!

     

     

    HAAS NO G.P.BRASIL DE F 1

     

    Grande Prémio do Brasil: Resumo da Qualificação

     

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    Evento:  Qualificação para o Grande Prémio do Brasil (20º round de 21)

    Data:  Sábado, 12 de Novembro

    Local:  Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo

    Layout:  4,309 quilómetros, circuito de 15 curvas

    Condições climatéricas:  Parcialmente encoberto, 19ºC/20ºC

    Record da volta em qualificação:  1m09,822s assinado por Rubens Barrichello em 2004 ao serviço da Scuderia Ferrari na Q1

    Pole-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m10,736s)

    Resultado:

    Romain Grosjean 7º (1m11,937s)

    Esteban Gutierrez 12º (1m12,431s)

     

      • tem a duração de 18 minutos e todos os vinte e dois pilotos participam
      • os dezasseis pilotos mais rápidos passam à Q2


      Grosjean:  12º(1m12,893s), avançou para a Q2

      Gutiérrez:  14º (1m13,052s), avançou para a Q2

      Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m11,511s)

      Cutoff:  16º Jolyon Palmer da Renault (1m13,259s)

      • tem a duração de 15 minutos e participam os dezasseis pilotos mais rápidos da Q1
      • os dez pilotos mais rápidos passam à Q3


      Grosjean:  9º (1m12,343s), avançou para a Q3

      Gutiérrez:  12º (1m12,431s)

      Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m11,238s)

      Cutoff:  10º Nico Hulkenberg da Force India (1m12,360s)

       

       

      • tem a duração de 12 minutos e participam os dez mais rápidos da Q2, que lutam pela pole-position

        Grosjean:  7º  (1m11,937s)

        Pole-position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m10,736s)

        Segundo:  Nico Rosberg da Mercedes (1m10,838s)

         


        Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, qualificaram-se respectivamente, no sétimo e décimo segundo lugares para o Grande Prémio do Brasil, que se disputa no domingo no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, São Paulo.


        Grosjean registou o décimo segundo tempo na Q1, com uma volta de 1m12,893s, e Gutiérrez o décimo quarto, 1m13,052s. Apenas os dezasseis mais rápidos passaram à Q2 e, pela décima quinta vez na sua temporada de estreia, a Haas F1 Team avançou com os seus pilotos para o segundo segmento da qualificação.


        Na Q2, Grosjean alcançou o nono crono, com uma volta em 1m12,343s, e Gutiérrez o décimo segundo, 1m12,431s. Apenas os dez primeiros avançaram da Q2 para a Q3, o que marcou a segunda vez que aconteceu a Grosjean passar à Q3 esta temporada, tendo sido a primeira há três corridas atrás, no Japão.


        Grosjean esteve a alto nível no segmento final da qualificação, assegurando o sétimo tempo com uma volta em 1m11,937s, igualando a sua melhor qualificação da temporada – sétimo no Japão.


        Tanto Grosjean como Gutiérrez rodaram exclusivamente com pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio ao longo da qualificação.


        Lewis Hamilton, piloto da Mercedes, conquistou a pole-position para o Grande Prémio do Brasil. A sua melhor volta, 1m10,736s, bateu por 0,102s o seu mais próximo perseguidor, o seu colega de equipa e líder do Campeonato de Pilotos, Nico Rosberg.  Foi a sexagésima pole-position da carreira de Fórmula 1 de Lewis Hamilton, a décima primeira da temporada e terceira consecutiva e a segunda no Autódromo José Carlos Pace. Mesmo com Hamilton na pole-position, Rosberg mantém-se no comando da classificação do Campeonato de Pilotos. Detém uma vantagem em 19 pontos face a Hamilton.


        Antes de Grosjean, Gutiérrez e os restantes pilotos de Fórmula 1 participarem na qualificação, tiveram a terceira sessão de treinos-livres para preparar os seus carros para realizar uma volta rápida à pista. As condições climatéricas foram um factor, no entanto, o sol e o calor de sexta-feira foram substituídos por um céu encoberto e por uma atmosfera mais fresca, que produziu alguns pingos de chuva  imediatamente antes do exercício de uma hora.


        Grosjean e Gutiérrez entraram em pista com pneumáticos Pirelli Cinturato Azul/Chuva, mas com a pista a secar rapidamente, ambos puderam montar borrachas macias – as preferidas para a qualificação. Cada um realizou sete voltas antes de montarem outro jogo de pneus macios e foi durante a segunda série de voltas que os dois pilotos realizaram as suas voltas mais rápidas na terceira sessão de treinos-livres.


        Grosjean assinou o décimo quinto crono, 1m13,344s, na décima primeira das quinze voltas que registou. Gutiérrez passou a linha de meta por dezasseis vezes e alcançou o seu melhor registo na décima segunda passagem – 1m13,596s, o que o colocou no décimo sexto lugar, imediatamente atrás do seu colega de equipa.


        O mais rápido na terceira sessão foi Rosberg, cuja volta mais rápida foi de 1m11,740s, deixando Hamilton a 0,093s.



        “Foi bom regressar à Q3, especialmente depois das duas últimas corridas, onde não fomos além da Q1 devido a dificuldades. Aqui estivemos a experimentar novos travões, focámo-nos em fazer com que funcionem o melhor possível. Correu bem desde o início e a temperatura fresca da pista também nos ajudou. Existe ainda margem para melhorar no futuro. Estamos sempre a aprender sobre o que fazemos, mas hoje não esperávamos estar na Q3. No geral, quando fazemos com que tudo funcione bem, somos bastante rápidos, o que é bastante encorajador.”


         

        “Foi uma qualificação bastante competitiva, com tempos muito próximos. Falhámos a Q3 por pouco, mas é fantástico que a nossa performance esteja de volta depois de dois fins-de-semana em que tivemos dificuldades. Agora podemos estar optmistas para a corrida de amanhã. Vou lutar pelos pontos. Sabemos do que precisamos fazer e esse será o nosso objectivo.”



        “Fizemos um bom trabalho na terceira sessão de treinos-livres para ficarmos com um carro que funciona bem para os dois pilotos. Parece que temos alguns altos e baixos, mas voltamos sempre ao topo. Na nossa última corrida não fomos além da Q1 e agora estamos na Q3 com um carro e outro ficou no décimo segundo lugar. Alcançar o nosso melhor resultado na qualificação com o sétimo lugar de Romain deve-se a um enorme esforço de toda a equipa. Ao alinhar no sétimo e no décimo segundo lugares, o nosso objectivo para a corrida será terminar nos pontos. É um objectivo difícil, mas não vamos deixar de tentar.”

         

        -HaasF1Team-

         

         

        Sobre a Haas Automation

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        SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

         

        2016 Brazilian Grand Prix – Sets available for the race – Infographics

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        SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

        CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

         

        SEGUNDO A OPINIÃO DO JONALISTA JOÃO CARLOS COSTA

         

        NO MUNDO da F1 há quem compare a performance de Max Verstappen hoje em Interlagos com a de Ayrton Senna em Donington 1993. Esta assisti ao longe; a do brasileiro ao vivo. Pode parecer igual, mas acho que não foi. Contudo, Max, hoje, roubou o show a Hamilton e este não merecia, pois fez a prova perfeita. Dito isto, o holandês realizou também uma bela corrida, tal como Felipe Nasr.

         

        HAAS NO G.P.BRASIL DE F 1

         

        Grande Prémio do Brasil: Resumo de Sexta-Feira

         

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        Evento:  1ª sessão de treinos-livres e 2ª sessão de treinos-livres

        Data:  Sexta-Feira, 11 de Novembro

        Local:  Autódromo José Carlos Pace em São Paulo

        Layout:  4,309 quilómetros, circuito de 15 curvas

        1ª sessão, condições climatéricas:  sol, 26ºC/28ºC

        2ª sessão, condições climatéricas:  parcialmente encoberto, 31ºC/32ºC

        Pilotos:  Romain Grosjean, Esteban Gutiérrez e Charles Leclerc

         

         

        Grosjean:  15º (1m14,507s), 25 voltas

        Leclerc:  21º (1m15,391s), 27 voltas

        Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m11,895s)

        Mais voltas completadas:  Valtteri Bottas da Williams (36 voltas)

         

         

        Grosjean:  15º (1m14,074s), 35 voltas

        Gutiérrez:  20º (1m14,558s), 42 voltas

        Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m12,271s)

        Mais voltas completadas:  Valtteri Bottas da Williams, Carlos Sainz Jr. da Toro Rosso e Kevin Magnussen da Renault (47 voltas cada um)

         

         

        A única viagem à América do Sul da Haas F1 Team durante o Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 iniciou-se na sexta-feira com a primeira sessão de treinos-livres para o Grande Prémio do Brasil, que se realiza no domingo no Autódromo José Carlos Pace, São Paulo.


        Charles Leclerc, o actual líder da GP3 Series e membro da Ferrari Driver Academy, realizou a sua quarta aparição numa primeira sessão de treinos-livres com a Haas F1 Team, substituindo o piloto da Ferrari Driver Academy Esteban Gutiérrez. As aparições anteriores de Leclerc ocorreram em Julho, nos Grandes Prémios da Grã-Bretanha, Hungria e Alemanha. A derradeira aparição de Leclerc ocorrerá na primeira sessão de treinos-livres do Grande Prémio de Abu Dhabi, a 25 de Novembro.


        Leclerc registou um total de vinte e sete voltas ao circuito de 4,309 quilómetros e 15 curvas ao longo da sessão de noventa minutos, tendo na décima quarta registado o seu melhor crono – 1m15,391s, efectuada com Pirelli P Zero Branco/Médio, o que o colocou no vigésimo primeiro lugar.


        O piloto regular, Romain Grosjean, tinha um programa ambicioso para a primeira sessão, dado que testou o halo e comparou componentes de travões de dois fabricantes distintos – Brembo e Carbone Industrie.


        Grosjean rodou com o halo durante a sua volta de instalação, sendo removido para a restante sessão. Rodando exclusivamente com médios, Grosjean completou vinte e quatro voltas, tendo a sua mais rápida surgido quando passou pela linha de meta pela décima sexta vez – 1m14,507s, o que o colocou no décimo quinto lugar. Grosjean efectuou as suas primeiras nove voltas lançadas com travões Brembo, antes de montar os Carbone Industrie para o resto da primeira sessão.


        O piloto da Mercedes, Lewis Hamilton, liderou a primeira sessão, com a marca de 1m11,895s, o que deixou o segundo classificado, Max Verstappen da Red Bull, a 0,096s. O líder do Campeonato de Pilotos e colega de equipa de Hamilton, Nico Rosberg, foi o terceiro mais rápido, a 0,230s de Hamilton. Rosbeg lidera Hamilton por dezanove pontos.


        Gutiérrez regressou aos comandos do Haas VF-16 na segunda sessão, registando quarenta e duas voltas ao longo da sessão. Iniciou com uma série de dez voltas realizadas com Pirelli P Zero Laranja/Duro para depois trocar para macios com o intuito de simular a qualificação. Foi durante esta série que Gutiérrez realizou a sua volta mais rápida – 1m14,558s – aquando da sua décima terceira passagem pela linha de meta, o que deixou no vigésimo posto da tabela de tempos. Gutiérrez concluiu a sua sessão com depósito cheio para realizar séries longas de voltas, iniciando uma série de treze voltas com pneus macios usados, montando depois duros usados, com os quais realizou nove voltas.


        Grosjean optou por realizar uma série de oito voltas com um jogo de médios novos para iniciar a segunda sessão. Na sua sexta volta realizou uma simulação de qualificação, utilizando os macios, de alta aderência e rápido desgaste, para ficar no décimo quinto lugar da tabela de tempos com a marca de 1m14,704s. Continuou a avaliar os novos travões no seu Haas VF-16. Grosjean terminou a segunda sessão com uma série longa de voltas. Começou com uma série de quinze voltas efectuada com pneus médios usados para depois entrar nas boxes para montar macios usados que o levou até ao final da sessão.


        No topo da segunda sessão ficaram os dois pilotos da Mercedes, Hamilton e Rosberg, com o inglês, mais uma vez, a ditar o ritmo. A sua melhor volta, 1m12.271s, deixou o alemão a 0,030s.


        No cômputo das duas sessões, os pilotos da Haas F1 Team totalizaram cento e vinte e nove voltas – 60 realizadas por Grosjean, 42 por Gutiérrez e 27 por Leclerc.



        “O mais importante do dia foi experimentar os novos travões. Estou muito satisfeito com eles. Penso que vamos mantê-los durante todo o fim-de-semana. Não estamos ainda perfeitos no que diz respeito a mapas, equilíbrio e desgaste, etc, mas a sensação é muito boa. Estamos a ter algumas dificuldades com o calor e a temperatura da pista, e a nossa tarde foi mais complicada que a manhã. Temos alguns aspectos para resolver no carro para podermos ser mais rápidos, mas pelo menos sabemos qual a direcção que temos que tomar e sabemos também o que fazer.”


         

        “Foi bom estar de volta ao volante do carro, depois de estar de fora na primeira sessão. Penso que foi importante completar o nosso programa. Foi um pouco compacto de modo a que coubesse na segunda sessão, mas correu razoavelmente bem no que diz respeito à avaliação do carro. Agora podemos melhorar o carro bastante. Não estou satisfeito com o equilíbrio, portanto, temos algum trabalho para fazer durante a noite para que possamos melhorar. Temos que optimizar tudo para amanhã.”


         

        “Foi fantástico regressar ao carro. Adoro a pista de Interlagos. É a minha primeira vez aqui. Adoro o segundo sector, especialmente. É muito interessante. Faz muito tempo desde que pilotei um carro de corridas pela última vez, dado que estamos numa longa pausa na GP3, faz ainda mais tempo desde a última vez que pilotei um carro de Fórmula 1 pela última vez. Nas minhas primeiras séries de voltas estive a adaptar-me, mas no final tudo correu bem. Efectuámos o nosso programa e a equipa disse-me que ajudei, portanto, tudo bem.”


        “Diria que tivemos uma sexta-feira anormalmente boa, dado que ultimamente, as sextas-feiras não foram boas para nós. Na primeira sessão, o Charles pilotou o carro do Esteban e o Romain o seu. Correu muito bem. Fizemos o nosso programa e realizámos progressos. Na segunda sessão o Esteban voltou ao seu carro e completamos a totalidade do programa. Parece que, assim que as temperaturas subiram, o nosso carro começa a perder velocidade e a perder aderência. Penso que, agora, sabemos como resolver isso. Ainda temos trabalho por fazer, mas felizmente as previsões indicam que as temperaturas vão descer, o que nos poderá ajudar. Mas não podemos crer na sorte, portanto, todos estamos a trabalhar arduamente para melhorarmos a performance para amanhã. Também testámos travões diferentes no carro do Romain. Parecem funcionar bem. Não tivemos problemas. Vamos agora verificar se os vamos continuar a usar ou não.”


         

        Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (11h00 – 12h00) antes da qualificação, que terá o seu início às 14h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis pilotos mais rápidos a avançarem da Q1 para a Q2. Posteriormente, os dez pilotos mais rápidos na Q2 seguem para a Q3, durante a qual lutarão pela pole-position.

         

         

        -HaasF1Team-

         

         

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        DE QUE SE RI FERNANDO ALONSO

        DE QUE SE RI FERNANDO ALONSO??

         

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        ACEITAM-SE PALPITES.....

         

        HAAS NO G.P.BRASIL DE F 1

         

        Haas F1 Team garante dupla de pilotos de 2017 ao

        assinar Kevin Magnussen para o lado de Romain Grosjean

         

        A Haas F1 Team, a primeira equipa de Fórmula 1 em trinta anos, assinou com Kevin Magnussen para que este pilote ao lado de Romain Grosjean ao longo do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 2017. Magnussen, nascido há 24 anos em Roskilde, Dinamarca, chega à Haas F1 Team com dois anos de experiência na Fórmula 1 – um com a McLaren, em 2014, e um com a Renault, em 2016. Magnussen concluiu a sua corrida de estreia na Fórmula 1 num impressionantee segundo lugar, no Grande Prémio da Austrália em 2014. Marcou sessenta e dois pontos nos trinta e oito Grandes Prémios que disputou até ao Grande Prémio do Brasil, que se realiza no Autódromo José Carlos Pace no próximo domingo.


        “Desde que começámos a pensar em pilotos que o Kevin Magnussen está na nossa lista”, disse Gene Haas, o fundador e o presidente da Haas F1 Team. “Ele conquistou bastante num curto período de tempo e sentimos que pode alcançar ainda mais connosco. A nossa segunda temporada trar-nos-á diferentes desafios e sentimos que a dupla Kevin e Romain ajudar-no-á a desenvolver o nosso carro e o nosso crescimento”.


        Quero agradecer ao Esteban Gutiérrez por todos os seus esforços. Ele foi determinante para o nosso primeiro ano na Fórmula 1 e estamos ansiosos para que ele e Romain terminem a temporada em alta.”


        “Esta é uma oportunidade fantástica e estou muito satisfeito por fazer parte da Haas F1 Team”, disse Magnussen. “Obviamente, estou confiante nas minhas capacidades enquanto piloto de Fórmula 1, mas estou também confiante do que a Haas F1 Team poderá fazer na sua segunda temporada de Fórmula 1 e seguintes. O Gene Haas chegou à Fórmula 1 com uma visão forte e com uma forma distinta de fazer as coisas. Está a fazer com que tudo funcione e que funcione bem. Tenho uma boa forma de avaliar e estou ansioso por poder sentar-me ao volante do carro do ano que vem, o Haas VF-17”.


        Grosjean ingressou na Haas F1 Team em 2016 depois de cinco temporada com a Lotus F1 Team. O piloto de trinta anos completou já a sua centésima primeira corrida de Fórmula 1 e conquistou dez pódios, exibindo trezentos e dezasseis pontos no seu currículo. Marcou todos os vinte e nove pontos da Haas F1 Team, colocando a equipa no oitavo lugar do Campeonato de Construtores, quando faltam disputar duas corridas da sua época de estreia.


        “Há pouco mais de um ano tomei a minha decisão de vir para a Haas F1 Team e foi a melhor decisão que poderia tomar”, disse Grosjean. “Estou muito orgulhoso por fazer parte do desenvolvimento desta equipa e estou muito satisfeito por podermos continuar a crescer e a alcançar mais sucessos nos próximos anos.”


        “Queríamos um piloto experiente, capaz de desenvolver o nosso carro e a nossa equipa numa que pudesse marcar pontos e melhorar em cada Grande Prémio da temporada. O Romain realizou um excelente trabalho e foi preponderante para garantir o respeito e a legitimidade para a Haas F1 Team”, disse Haas. “Apontámos novos objectivos para a próxima temporada, com um novo carro e um novo regulamento, e a sua liderança de veterano será novamente valiosa”.


        “Como uma nova equipa com um novo carro e novos membros, foi incrivelmente importante ter feedback detalhado e com autoridade do nosso carro e dos nosso métodos para que pudéssemos melhorar. O Romain trouxe-nos experiência à nossa equipa e foi instrumental para que chegássemos onde estamos hoje”, acrescentou Guenther Steiner, o chefe de equipa da Haas F1 Team. “Este crédito tem também que ser assacado ao Esteban Gutiérrez, graças a todo o seu trabalho. O seu período com a Ferrari foi muito benéfico, dado que nos ajudou a adaptar-nos aos métodos e a tirar o máximo de partido da nossa parceria com a Ferrari. Ele e o Romain puxaram um pelo outro em pista e juntos são responsáveis pelo sucesso que a nossa equipa teve na sua primeira temporada”.


         

         

         

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        A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

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        A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 
         

        HAAS NO G.P.BRASIL DE F 1

        CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

         

         

        Ciência em São Paulo

        Haas F1 Team aponta objectivos agressivos para o Grande Prémio do Brasil 

        – A penúltima ronda do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016 disputa-se no próximo domingo no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo. O circuito de 4,309 quilómetros e quinze curvas apresenta uma das voltas mais curtas do ano, mas também uma das mais intensas.

        O circuito ondulante situado na maior cidade do Brasil é um desafio para pilotos e equipas. Realiza-se no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio e consiste no miolo, entre as curvas seis e doze, com três longas rectas entre as curvas três e quatro, cinco e seis e da curva catorze até à recta da meta, que termina no “S” de Senna, a curva um.

        O máximo de apoio aerodinâmico é a configuração preferida na secção sinuosa, mas para poder maximizar as suas potencialidades nas rectas, os carros têm que oferecer o mínimo de resistência aerodinâmica possível. Algum do apoio aerodinâmico será perdido ainda antes dos carros entrarem em pista, dado que São Paulo está a oitocentos metros de altitude.

        Tudo isto coloca o ênfase na aderência numa pista com muitos ressaltos. A Pirelli levou para Interlagos os P Zero Laranja/Duro, Branco/Médio e Amarelo/Macio, esperando-se que sejam os médios e os macios os mais utilizados.

        A Haas F1 Team tem muito trabalho pela frente no Brasil. A equipa americana colocou-se uma agenda impressionante para o fim-de-semana, bastante para lá dos habituais programas que se levam a cabo nas sessões de treinos-livres. A equipa comparará componente de um novo fornecedor de travões, testará o halo e terá em pista o líder da GP3 Series, Charles Leclerc, na primeira sessão de treinos-livres. Para além disso, a Haas F1 Team procura quebrar o ciclo de dois fins-de-semana cheios de adversidades que consumiram tempo e recursos valiosos durante o Grande Prémio do Estados Unidos e o Grande Prémio do México.

        Os pilotos, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, tiveram um Grande Prémio do México para esquecer, que se seguiu a um difícil Grande Prémio dos Estados Unidos. Ainda assim, Grosjean foi capaz de recuperar de décimo sétimo para décimo, no Circuit of the Americas (COTA), conquistando um ponto para a equipa americana em solo americano.

        A resiliência que se verificou no COTA não pôde ser replicada na Cidade do México. Problemas técnicos e uma falta de performance geral conspirou para que Gutiérrez e Grosjean terminassem, respectivamente, no décimo nono e vigésimo lugares.

        Ao preparar-se para o Grande Prémio do Brasil, a Haas F1 Team encontra-se entre a frustração da Cidade do México e a oportunidade apresentada por São Paulo. O aspecto positivo das recentes dificuldades foi a enorme quantidade informação reunida, quer durante o fim-de-semana, quer na análise que se seguiu. É por isto que a primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos já reuniu vinte e nove pontos, quando ainda estão duas corridas para terminar a sua temporada de estreia. Sempre que acertaram, capitalizaram as oportunidades. Quando não acertaram, procuraram compreender o porquê. É ciência as 320 Km/h e no próximo fim-de-semana em São Paulo haverá mais uma ronda de experiências.

        Autódromo José Carlos Pace

        Circuit Length: 4,309 km

        Voltas: 71

        Distância de corrida: 305,909 km

        Transmissão: Eurosport 2xtra

        Programa de antevisão 14h00

        Corrida: 16h00

        Sobre a Haas Automation

        A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

        Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

        A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.
         

         

        A Haas F1 Team sofreu recorrentemente alguns problemas de travões. O que vai fazer a equipa no Brasil para melhorar a situação dos travões?

        “Conduziremos um teste ou na primeira sessão de treinos-livres  ou na segunda com um fornecedor diferente de travões. É um teste para verificar como reage outro material e se os pilotos gostam ou não. Vamos tentar reunir o máximo de informação no curto espaço de tempo disponível.”

         

        Muitas equipas experimentaram o halo no cockpit durante sessões de treinos-livres . A Haas F1 Team testará o halo antes do final da temporada?

        “Sim, está planeado que o Romain o experimente durante a primeira sessão de treinos-livres no Grande Prémio do Brasil. Vamos fornecer informação à FIA. São necessários mais testes e estamos felizes por contribuir. Apesar de o halo não ser introduzido no próximo ano, é um passo em frente no sentido encontrar um dispositivo que ofereça protecção e permita aos pilotos entrar e sair do carro rapidamente.”

         

        Charles Leclerc realiza no Brasil a sua quarta aparição pela Haas F1 Team. Fale-nos do seu desenvolvimento e o que foi que trouxe para a Haas F1 Team.

        “O Charles realizou um trabalho fantástico. Completou sempre o seu programa e realizou sempre o que lhe foi pedido. É sempre difícil quando um piloto efectua apenas a primeira sessão de treinos-livres, mas ele é muito profissional e forneceu-nos boas informações. Estamos muito satisfeitos com o seu contributo. Neste momento está na GP3 Series e pode vencer o título em Abu Dhabi. Efectuará uma temporada de GP2 Series no próximo ano e veremos até aonde chegará. Se vencer a GP2 Series ou se ficar entre os três primeiros no seu primeiro ano, terá um bom futuro pela frente.”

        Novos travões, um teste com o halo e o Leclerc no lugar de Esteban Gutiérres durante a primeira sessão de treinos-livres. São muitas mudanças para um fim-de-semana. Como equilibram tudo?

        “Vamos dar o nosso melhor. Obviamente que temos muito trabalho para fazer, portanto, temos que estar focados e, de preferência, sem problemas no carro – sejam mecânicos ou electrónicos, para possamos estar bem entre a primeira e a terceira sessões e prontos para a qualificação. O que queremos evitar é outro mau fim-de-semana como aconteceu no México.”

         

        Depois de exibir com consistência uma boa performance no Grande Prémio do Japão, há três corridas atrás, as duas últimas provas – o Grande Prémio dos Estados Unidos e o Grande Prémio do México – foram de dificuldades para a Haas F1 Team. O que torna um fim-de-semana como o do Japão tão positivo e outros, como os experimentados nos Estados Unidos e no México, tão desafiantes?

        “Não é apenas uma coisa. É mais que um aspecto. Penso que o Japão era muito bom para o design do nosso carro. Quanto temos traçados rápidos com curvas rápidas, somos sempre competitivos, como aconteceu em Spa e no Japão. Nas pistas de médias/baixas velocidades temos sempre dificuldades e no México não conseguimos colocar os pneus a funcionar. Não conseguimos resolver completamente o problema, uma vez que já estamos no final da temporada. Temos ainda duas corridas por disputar e vamos dar o nosso melhor.”

         

        Após um fim-de-semana difícil, é possível aprender alguma coisa ou é simplesmente uma página que tem que ser virada para olhar para a corrida seguinte?

        “Aprende-se sempre, e devemos aprender quando as coisas não correm bem, dado que, quando tudo corre bem, é fácil aprender. Tudo é fantástico e assume-se que será sempre assim. Mas nos fins-de-semana complicados aprendemos bastante. Temos que nos manter concentrados e manter toda gente motivada para que seja possível voltar aos dias bons.”

         

        Faltam disputar duas corrias em 2016. O que quer ainda alcançar antes da temporada de estreia da Haas F1 Team terminar?

        “Seria fantástico terminar com um resultado nos pontos. Podemos alcançá-lo? Ainda não sei, mas não será por não tentarmos.”

         

        A forma como a equipa terminará a temporada terá impacto na forma como iniciará a próxima, ou será irrelevante uma vez que em 2017, devido ao novo regulamento, o carro será drasticamente diferente?

        “A forma como terminamos a temporada é a forma como entramos no defeso de inverno. Se terminamos em alta, é muito mais fácil ultrapassar o Inverno. Portanto, tentamos dar o nosso melhor para terminarmos bem. Não creio que tenha um impacto técnico na equipa. Tem mais a ver com o moral. O moral tem que ser mantido em alta. Se sairmos em alta, acreditamos em nós. Caso contrário, temos que passar por uma fase de reconstrução. É ultrapassável, mas é muito mais fácil terminar em alta.”

         

        A Fórmula 1 vai para o Brasil depois de dois fins-de-semana, nos Estados Unidos e no México, com muito público. Quais foram as conclusões que tirou desses dois fins-de-semana de corridas e o que significam para a saúde da competição e a sua popularidade na América do Norte?

        “Penso que a quantidade de espectadores nessas duas corridas diz tudo. As pessoas adoraram. Gostaram de lá estar. Penso que muitos locais poderiam aprender com estes dois eventos. Os Estados Unidos e o México realizaram um trabalho fantástico a promover os seus respectivos eventos e é por isso que tiveram tantos espectadores. Tiro-lhes o chapéu. A Fórmula 1 é popular globalmente e os Estados Unidos e o México protagonizaram um bom trabalho a maximizar essa popularidade para que as suas corridas fossem tão fortes como foram.”

         

        No ano passado, os três primeiros do Grande Prémio do Brasil usaram uma estratégia de três paragens. O que é preciso acontecer para que uma estratégia de três paragens possa funcionar, ao invés da típica estratégia de duas paragens?

        “Tem sobretudo a ver com os pneus disponíveis, mas o que aprendemos em cada uma das sessões de treinos-livres ajuda-nos a concluir o que é melhor para a corrida. É difícil dizer antes da corrida o que faremos. O que aprendemos nas sessões de sexta-feira permite-nos determinar qual será a estratégia. Podemos ainda afinar um pouco durante a sessão de treinos-livres de sábado para termos um bom plano para a corrida com diferentes opções para diversos cenários.”

         

         

        A Fórmula 1 vai para o Brasil depois de dois fins-de-semana, nos Estados Unidos e no México, com muito público. Quais foram as conclusões que tiraste desses dois fins-de-semana de corridas e o que significam para a saúde da competição e a sua popularidade na América do Norte?

        “Foi muito bom competir nos Estados Unidos. Foi a primeira corrida caseira da equipa e isso foi muito especial. Conseguimos marcar um ponto, o que foi fantástico. Existe muita paixão pela Fórmula 1 nos Estados Unidos da América e no México também. Os adeptos mexicanos são dos melhores do mundo. Penso que o mercado americano está a crescer bastante. Se continuarmos com bons resultados, e se tivermos mais algumas corridas lá, teremos uma base de fãs muito forte.”

         

        Depois de exibir com consistência uma boa performance no Grande Prémio do Japão, há três corridas atrás, as duas últimas provas – o Grande Prémio dos Estados Unidos e o Grande Prémio do México – foram de dificuldades para a Haas F1 Team. O que torna um fim-de-semana como o do Japão tão positivo e outros, como os experimentados nos Estados Unidos e no México, tão desafiantes?

        “Poderão ser as características da pista, o layout, o asfalto, a forma como os pneus funcionam. Estamos a analisar tudo o que nos aconteceu nas últimas corridas. Passamos de um boa performance para grandes dificuldades na qualificação, mas uma corrida razoável, para na última corrida não termos conseguido acertar em nada, seja do ponto de vista dos engenheiros ou da perspectiva dos pilotos. Como líder, deveria ter podido ajudar mais a equipa a encontrar uma solução, mas não conseguimos. Queremos fazer melhor e podemos fazer melhor.”

         

        Sempre que a Fórmula 1 viaja até ao Brasil, o o legado do Ayrton Senna é proeminente. De todas as suas corridas, há alguma que te tenha marcado?

        “O Brasil é sempre especial devido ao Ayrton Senna. Ele foi um dos maiores nomes da Fórmula 1. Interlagos é um local especial. Existe tanta história. No dia de corrida temos tanto apoio dos adeptos. Lembro-me do Ayrton ter vencido lá em 1991, quando não conseguia erguer o troféu por estar tão cansado e de ter dores nos braços da pilotagem.”

         

        Interlagos foi reasfaltado antes da corrida de 2014. A pista mudou muito de 2014 para 2015 e o que esperas este ano, depois de mais um ano de uso do asfalto?

        “Veremos. Esperávamos que a pista do México tivesse mudado de um ano para o outro, mas isso não aconteceu. O Brasil manteve-se muito consistente entre 2014 e 2015. Alteraram os correctores em 2015, o que foi uma pena, devido aos correctores verdes e brancos massivos. Normalmente, usamo-los bastante, mas isso já não acontece. Isso custou um pouco ao espírito da pista, mas ainda assim, é uma pista fantástica.”

         

        É uma volta curta e intensa, a de Interlagos, e é também uma das poucas pistas que se realiza no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. A direcção da volta à pista faz alguma diferença para ti, ou uma volta é uma volta, seja qual for a pista?

        “Uma volta é uma volta. Mas para ser honesto, sabemos que estamos em Interlagos e que vamos no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio devido à longa recta de meta e à longa esquerda. Magoa mais os músculos do pescoço que o normal. Dito isto, uma volta é uma volta. Seguimos pelas curvas a competir e à espera da seguinte.”

         

        Interlagos parece ser uma pista exigente fisicamente e o calor tem, por vezes, o seu papel na performance do carro e do piloto. Considerando estas variáveis, de que forma abordas a pista?

        “É uma pista muito dura, sem muitas oportunidades para descansar. Mesmo nas rectas não podemos descansar tanto como gostaríamos. Estamos em altitude, também, a 800 metros, mas vindos do México isso é nada. Contudo, não estamos ao nível do mar. As condições climatéricas podem ser desafiantes. Pode ser muito quente e húmido. É um desafio muito intenso, mas no final, é isso que procuramos.”

         

        No ano passado, os três primeiros do Grande Prémio do Brasil usaram uma estratégia de três paragens. O que é preciso acontecer para que uma estratégia de três paragens possa funcionar, ao invés da típica estratégia de duas paragens?

        “Penso que é a degradação dos pneus e a diferença de tempos entre os compostos. Digamos que temos um um pneu macio, que é muito mais rápido que um médio, mas degrada-se mais rapidamente, então é melhor parar três vezes. Se rodarmos com o médio e o seu ritmo comparativamente ao macio é favorável e a degradação baixa, devemos fazer duas paragens. É assim que é calculado.”

         

        Qual é a tua zona preferida do Autódromo José Carlos Pace?

        “É muito estreito e curto que penso que não seja possível definir uma área como favorita.”

         

        Descreve uma volta ao Autódromo José Carlos Pace.

        “Vamos na recta da meta e temos uma grande travagem para o ‘S’ de Senna. É muito complicado virar para a esquerda. Queremos estar bem colocados para a direita, a Curva 2, que nos coloca imediatamente na Curva 3 e na segunda recta. Temos uma grande travagem para a Curva 4, uma esquerda de noventa graus, uma boa curva. Então entramos no miolo – a Curva 5 é de alta velocidade a subir. É complicada. Depois temos a Curva 6, um gancho à direita. Não podemos usar o corrector tanto como usávamos. Temos então a Curva 7, uma esquerda, sem travar, apenas levantamos o acelerador. É um pouco estranha. O segundo gancho é para a direita, temos uma segunda curva de alta velocidade a descer, antes da última curva. É uma esquerda onde queremos acelerar o mais cedo possível, dado que temos uma subida até à recta da meta.”

         

         

        A Fórmula 1 vai para o Brasil depois de dois fins-de-semana, nos Estados Unidos e no México, com muito público. Quais foram as conclusões que tiraste desses dois fins-de-semana de corridas e o que significam para a saúde da competição e a sua popularidade na América do Norte?

        “É fantástico ver dois evento com tanta gente e com uma atmosfera fantástica. Penso que todos gostaram da corrida. Infelizmente para nós, não foi muito boa no que diz respeito a resultados. Muito embora os resultados não terem sido o que ambicionávamos, estes dois eventos foram muito positivos, dado que, como equipa americana, foi muito significativo ir a Austin, e depois, sendo mexicano, no México foi uma experiência fantástica.”

         

        Depois de exibir com consistência uma boa performance no Grande Prémio do Japão, há três corridas atrás, as duas últimas provas – o Grande Prémio dos Estados Unidos e o Grande Prémio do México – foram de dificuldades para a Haas F1 Team. O que torna um fim-de-semana como o do Japão tão positivo e outros, como os experimentados nos Estados Unidos e no México, tão desafiantes?

        “Penso que se deve à diferença das temperaturas e aos layouts das pistas. Suzuka é uma pista com curvas de alta velocidade e penso que se adaptou ao nosso carro muito bem. Em Austin é uma combinação de curvas de alta velocidade e de baixa velocidade. O México tem curvas lentas e isso, combinado com as temperaturas, levou a que não estivemos bem e, provavelmente, a pista torna difícil colocar os pneus em funcionamento. Penso que isso explica um pouco. Não somos tão fortes como gostaríamos nas curvas de baixa velocidade e temos que trabalhar nisso. Esperamos que no Brasil e em Abu Dhabi possamos recuperar o ritmo que demonstrámos antes de chegar a Austin.”

         

        Após um fim-de-semana difícil, é possível aprender alguma coisa ou é simplesmente uma página que tem que ser virada para olhar para a corrida seguinte?

        “Existe sempre algo para aprender, mesmo num fim-de-semana mau. Temos que apontar o que podemos melhorar e penso que tivemos alguns factos interessantes depois da corrida que analisámos no nosso esforço para tornar o carro melhor para o Brasil.”

         

        Sempre que a Fórmula 1 viaja até ao Brasil, o o legado do Ayrton Senna é proeminente. De todas as suas corridas, há alguma que te tenha marcado?

        “O Japão é uma corrida em que recordo sempre Senna, quando ele lutava pelo campeonato com o (Alain) Prost. O ano em que eles chocaram e no seguinte quando voltaram a chocar, mas os resultados foram distintos. Um campeonato foi vencido por Prost  e o outro por Senna.”

         

        Interlagos foi reasfaltado antes da corrida de 2014. A pista mudou muito de 2014 para 2015 e o que esperas este ano, depois de mais um ano de uso do asfalto?

        “Interlagos é uma pista muito agradável. Não existe uma verdadeira falha na pista. Não é uma pista muito longa, mas por outro lado, tem curvas muito diferentes entre si. Em algumas podemos usar os correctores, o que as tornam muito interessantes. Tem um bom ritmo, portanto, é sempre uma pista especial.”

         

        É uma volta curta e intensa, a de Interlagos, e é também uma das poucas pistas que se realiza no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. A direcção da volta à pista faz alguma diferença para ti, ou uma volta é uma volta, seja qual for a pista?

        “O local não importa. A direcção da pista não afecta a nossa sensação dela. Por vezes, altera a atenção do desgaste dos pneus de um lado para o outro, mas nada que faça uma diferença real para nós ou qualquer outra equipa.”

         

        Interlagos parece ser uma pista exigente fisicamente e o calor tem, por vezes, o seu papel na performance do carro e do piloto. Considerando estas variáveis, de que forma abordas a pista?

        “Não é uma das pistas mais exigentes fisicamente, mas é bastante dura para o pescoço e ao ser realizada no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio amplifica essa característica. O esforço é realizado no sentido contrário e nenhuma das rectas é verdadeiramente uma recta – são longas curvas. Lembro-me de que na corrida o meu pescoço foi bastante exercitado.”

         

        No ano passado, os três primeiros do Grande Prémio do Brasil usaram uma estratégia de três paragens. O que é preciso acontecer para que uma estratégia de três paragens possa funcionar, ao invés da típica estratégia de duas paragens?

        “Depende dos compostos de pneus, mas ser agressivo é importante para ter uma estratégia de três paragens. É uma pista muito desafiadora para os pneus, mas o que aprendemos nas sessões de treinos-livres de sexta-feira e de sábado determina a nossa estratégia para a corrida de domingo.”

         

        Qual é a tua zona preferida do Autódromo José Carlos Pace?

        “Diria que as curvas 1, 2 e 3 têm um bom ritmo. É uma boa zona da pista.”

         

        Descreve uma volta ao Autódromo José Carlos Pace.

        “Chegamos à Curva 1 e a travagem é um pouco a subir, com o apex a surgir já a descer ainda em travagem. Ao chegar à Curva 2 tentamos colocar o acelerador a fundo para fazer a Curva 3 a fundo. Vamos então para a Curva 4, é uma travagem forte, uma curva de 90º onde temos que deixar o carro rodar. Depois vamos para as curvas 6 e 7, que é a subir – uma curva de alta velocidade para a direita, muito interessante onde vamos a muito depressa e atiramos o carro para a curva. Saímos a subir e em aproximação para a Curva 8 – uma curva onde usamos muito os correctores e que funciona como um gancho. Depois temos uma curva de 180º para a esquerda, a Curva 9, a descer com um pouco de banking, muito interessante. Vamos para a Curva 10, que é também quase um gancho com um pouco de banking. Chegamos à saída da Curva 11, onde temos que seguir a fundo. Descemos na colina para a Curva 12 – a última verdadeira curva da volta, que é uma esquerda de 90º, onde tentamos ter a melhor saída possível para a recta a subir que se segue.” 

         

         

        Autódromo José Carlos Pace

        • Número de voltas: 71 
        • Distância de corrida: 305,909 quilómetros
        • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
        • O Autódromo José Carlos Pace albergou a Fórmula 1 pela primeira vez em 1973, primeiro num traçado com 7,960 quilómetros, onde se manteve até 1977. Em 1978 rumou ao Circuito de Jacarépagua, para regressar a Interlagos nos dois anos seguintes. Em 1981 a Fórmula 1 dirigiu-se por nove anos a Jacarépagua. Em 1990 voltou definitivamente a Interlagos, depois de uma reconfiguração massiva que reduziu a extensão do circuito para 4,309 quilómetros e 15 curvas. A edição do ano passado foi o trigésimo terceiro Grande Prémio disputado no Autódromo José Carlos Pace.
        • Juan Pablo Montoya detém o recorde da volta de corrida ao Autódromo José Carlos Pace (1m11,473s), realizada em 2004 em Williams.
        • Rubens Barrichello detém o recorde da volta de qualificação ao Autódromo José Carlos Pace (1m09,822s), realizada em 2004 com a Scuderia Ferrari na Q1.
        • O Autódromo José Carlos Pace detém uma das voltas mais curtas do ano, mas também uma das mais intensa. O circuito ondulante é um desafio para pilotos e equipa. Realiza-se no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio e consiste num miolo sinuoso entre as curvas 6 e 12, com três longas rectas entre as curvas 3 e 4, 5 e 6 e da curva 14 até ao início do “S” de Senna, a Curva 1. Uma configuração máxima de apoio aerodinâmico seria a preferida para a zona estreita e sinuosa, mas para maximizar o carro nas rectas, os carros precisam de ter o mínimo de resistência aerodinâmica possível. Algum do apoio aerodinâmico é perdido ainda antes dos carros irem para a pista, uma vez que o traçado está situado a 800 metros de altitude. Tudo isto coloca ênfase na aderência num circuito com muitos ressaltos. A Pirelli levou para Interlagos os seus P Zero Laranja/Duro, Branco/Médio e Amarelo/Macio, esperando-se que os médios e os macios sejam os mais usados.
        • DYK? O nome tradicional do circuito, Interlagos, advém do facto da pista ser construída numa zona situada entre dois lagos artificiais, o Guarapiranga e o Billings, que foram criados no início dos século XX para fornecer água a São Paulo. Em 1985, o circuito foi rebaptizado como Autódromo José Carlos Pace, em honra de Pace, um piloto brasileiro que morreu em 1977 num acidente de avião. A primeira e única vitória de Pace na Fórmula 1 surgiu em Interlagos.
        • Durante o Grande Prémio do Brasil, a temperatura mínima situar-se-á entre os 15ºC e 17ºC e a máxima entre os 21ºC e 25ºC. A humidade relativa estará entre os 55% e os 98%. A velocidade do vento variará entre os 3Km/h e os 21Km/h, raramente excedendo os 29 Km/h.

        • Pirelli is bringing three tire compounds to Brazil:
         
        • P Zero Cor de laranja/Duro – Meno aderência, menos degaste (usados para séries longas de voltas)
          • Este é o pneu mais duro da gama da Pirelli. Foi concebido para circuitos que colocam muito energia nos pneus devido a curvas rápida e/ou superfícies abrasivas e que são muitas vezes caracterizadas por temperaturas ambiente muito elevadas. Este composto demora mais a aquecer, mas oferece durabilidade máxima, o que frequentemente significa ter uma papel preponderante na estratégia de corrida.

          • P Zero Branco/Médio menos aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
             
          • P Zero Amarelo/Macio – mais aderência, desgaste médio (usado para séries curtas de voltas, e para a Q1)
             
        • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
           
        • Um piloto pode usar os três jogos de Pirelli na corrida. Por exemplo, se tiver usado os P Zero Amarelo/Macio para passar da Q2 à Q3, terá que iniciar a corrida com esses pneus e tentar realizar algumas voltas bastante rápidas para ganhar alguma margem para os seus adversários antes entrar nas boxes para montar os P Zero Laranja/Duro. Depois, dependendo das circunstâncias da corrida, noutra paragem nas boxes, pode montar os P Zero Branco/Médio, permitindo ao piloto atacar durante as últimas voltas.
           
        • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Desses 13 jogos, os pilotos e as suas respectivas equipas podem escolher as especificações de dez deles entre os três compostos disponíveis. Os restantes três jogos são definidos pela Pirelli – dois tipos obrigatórios para a corrida (um jogo de P Zero Cor de laranja/duro e um de P Zero Branco/médio) e um tipo obrigatório para a Q3 (um jogo de P Zero Amarelo/Macio). A Haas F1 Team seleccionaram os seguintes jogos:
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          • Grosjean: um jogo de Pirelli P Zero Cor de laranja/Duro, cinco jogos de pneus P Zero Branco/Médio e sete jogos de P Zero Amarelo/Macio
          • Gutiérrez: dois jogos de Pirelli P Zero Cor de laranja/Duro, quatro jogos de P Zero Branco/Médio e sete jogos de P Zero Amarelo/Macio.

         

         

        SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

        SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

         

        CAMPEONATO DO MUNDO DE F1 - BRASIL

        1. A qualificaçãopara o GP do Brasil foi espectacular. E a prova tem tudo para ser ainda melhor. Não pode perder pitada no Eurosport 2 Xtra. Até porque há muito para ver ao longo de todo o dia. Fique com o horário e talvez assista ao coroar do 33º campeão do mundo de F1.

         

        LUCAS DI GRASSI NA FÓRMULA E EM MARROCOS

         

        Di Grassi faz outra grande recuperação para somar bons pontos em Marrakesh

        Brasileiro da Audi foi o recordista de ultrapassagens da corrida marroquina, saindo da 12ª posição na largada para terminar em quinto lugar, marcando importantes dez pontos

        Depois de sair em 19º para terminar em segundo na abertura da temporada da Fórmula E em Hong Kong, Lucas di Grassi engatou na sequência outra grande recuperação na categoria dos carros elétricos. Desta vez, na segunda etapa do campeonato 2016-2017, o brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport largou na 12ª posição, fez várias ultrapassagens e, sem contar com nenhuma intervenção do carro de segurança ou de quebras à sua frente, terminou na quinta posição.

        Maior "ultrapassador" da etapa de Marrakesh, Di Grassi não quer tornar estas recuperações uma rotina. "Temos objetivos bem maiores, e desta vez o quinto lugar foi o máximo que conseguimos hoje. Um final de semana razoável", resumiu.

        "Foi difícil: o nosso carro não estava se comportando bem nas condições desta pista de Marrakesh; a classificação foi muito complicada, um carro difícil de guiar; e largando de 12º, o melhor que dava para fazer era mesmo chegar em quinto, porque não houve nenhuma batida ou quebra que justificasse a entrada do safety car. Então tive que passar um por um, e estes dez pontos foram importantes para o campeonato", afirmou Lucas.

        A vitória ficou com o suíço Sèbastien Buemi, da Renault e.Dams, equipe que mais uma vez conta com um conjunto superior. "A Renault claramente ainda tem uma vantagem, assim como a Teechetah, que usa o mesmo trem de força. Vai ser um campeonato bem difícil pela frente, e os dez pontos de hoje foram vitais", ressaltou o brasileiro.

        "O quinto lugar foi o máximo que conseguimos hoje. Lutei a corrida inteira para passar os carros à minha frente. Então, por hoje, estou satisfeito com o que conquistamos. Contudo, vamos usar este intervalo que teremos até a próxima etapa para analisar tudo com exatidão e voltar com mais força em Buenos Aires. A situação não é nova: na última temporada nós melhoramos constantemente. Vamos colocar todos os nossos recursos para fazer o mesmo mais uma vez", concluiu.

        Patrocinado por Aethra, Qualcomm e KNM, Lucas di Grassi é o vice-líder da temporada com 28 pontos. A Fórmula E entra agora em um intervalo no inverno europeu e retorna com a terceira etapa no dia 18 de fevereiro em Buenos Aires.

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        Grande recuperação de Di Grassi em Marrakesh: de 12o para o quinto lugar (ABT Schaeffler Audi Sport)

        Grande recuperação de Di Grassi em Marrakesh: de 12o para o quinto lugar (ABT Schaeffler Audi Sport)
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        Brasileiro foi quem mais fez ultrapassagens na segunda etapa da Fórmula E (ABT Schaeffler Audi Sport)

        Brasileiro foi quem mais fez ultrapassagens na segunda etapa da Fórmula E (ABT Schaeffler Audi Sport)
        Alta  | Web

        "Os dez pontos de hoje foram o máximo que pudemos alcançar", disse (ABT Schaeffler Audi Sport)

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        Próxima etapa acontece em Buenos Aires no dia 18 de fevereiro (ABT Schaeffler Audi Sport)

        Próxima etapa acontece em Buenos Aires no dia 18 de fevereiro (ABT Schaeffler Audi Sport)
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        SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

         

        2016 Brazilian Grand Prix – Practice Sessions

        DRY AND WARM WEATHER FOR NOW DURING
        INTERLAGOS FREE PRACTICE

        DRIVERS GENERALLY CONCENTRATE ON THE FASTEST SOFT TYRE
        BEFORE MOVING TO MEDIUM FOR LONGER RUNS

        MERCEDES FASTEST IN BOTH SESSIONS TODAY: AROUND 1.3 SECONDS
        SEPARATE MEDIUM AND SOFT COMPOUNDS

        A dry and warm Interlagos circuit meant that the drivers were able to run all three slick compounds in free practice – but it’s not yet clear what the conditions will be for the remainder of the weekend. Wet weather is forecast for tomorrow and possibly for race day as well, meaning that conditions today may not turn out to be representative.

        A Mercedes topped each of the free practice sessions, but the frontrunners were closely matched on an evolving track, with Williams driver Felipe Massa also having a spell at the head of the FP2 classification during his final home grand prix.

        Track temperatures peaked at 50 degrees centigrade by the finish of FP2, as the teams ended the session concentrating on longer runs on each compound with varying fuel loads. So far, around 1.3 seconds separate the medium and soft compounds, with the gap between hard and medium being much smaller.

        Drivers cleaned up a dirty and ‘green’ track during the first session this morning, before more rubber was laid down and they concentrated on longer runs in the afternoon, also using the harder compounds. The fastest time of the day was set by Mercedes driver Lewis Hamilton in FP1 on the soft tyre, when the teams targeted shorter rather than longer runs in cooler conditions, around half a second off last year’s pole position benchmark.

        Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “A busy day at Interlagos today, but we’ll see how useful it turns out to be over the rest of the weekend. The teams got a good initial read on the wear and degradation rates here, which seem reasonably high on the soft tyre in particular, with the right-rear tyre doing the most work over a lap of Interlagos. Whether it’s wet or dry we’re likely to see a multi-stop race, but the weather will be the key determining factor of both qualifying and the grand prix itself.”

        FP1 – TIMES FP2 – TIMES
        Hamilton 1m11.895s Soft New Hamilton 1m12.271s Soft New
        Verstappen 1m11.991s Soft New Rosberg 1m12.301s Soft New
        Rosberg 1m12.125s Soft New Bottas 1m12.761s Soft New

        FP1 – BEST TIME PER COMPOUND

        Hard Hulkenberg 1m14.358s
        Medium Hamilton 1m13.157s
        Soft Hamilton 1m11.895s

        FP2 – BEST TIME PER COMPOUND

        Hard Raikkonen 1m14.369s
        Medium Hamilton 1m13.157s
        Soft Hamilton 1m12.271s

        LONGEST STINTS OF THE DAY

        Hard Gutierrez 21 laps
        Medium Nasr 31
        Soft Rosberg 22

        Tyre statistics of the day:

        Hard Medium Supersoft
        kms driven * 279 3149 2679
        sets used overall ** 6 42 43
        highest number of laps ** 21 31 22

        * The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
        ** Per compound, all drivers combined.

        Minimum prescribed tyre pressures: 22.5 psi (fronts) 21.5 psi (rears)

        Pirelli fact of the day: Honda fans are in good company: Sao Paulo contains the world’s biggest Japanese community of any city outside Japan. As a result, sushi has become just as well established as meat on Brazilian menus, with the Japanese community based mainly in the Liberdade district, around 13 kilometres from Interlagos.

        Spotted in the paddock: A very special livery. Rather than running its usual ‘Martini’ logo, the Williams of Felipe Massa had a ‘Massa’ livery on the engine cover, helping the Brazilian to celebrate his final home race.

         

         

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        SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

         

        2016 Brazilian Grand Prix, Qualifying

        COOLER CONDITIONS FOR QUALIFYING IN BRAZIL
        AFTER SOME RAIN IN THE MORNING

        THE TOP 10 ON THE GRID WILL ALL START ON USED SOFT TYRES:
        SEEN FROM START TO FINISH OF QUALIFYING

        TWO PIT STOPS IS THE MOST LIKELY SCENARIO FOR THE RACE
        BUT WEATHER WILL BE THE DOMINATING FACTOR

        Mercedes driver Lewis Hamilton will start tomorrow’s Brazilian Grand Prix from pole position, after setting a time of 1m10.736s on the soft tyre.

        The soft compound was used from the start to the finish of qualifying. This means that all the top 10 will start the grand prix on used softs, assuming that it’s a dry race.

        While the weather forecast remains uncertain for tomorrow, qualifying remained dry in every session. There was rain in the morning though, with wet and intermediate tyres used during FP3 as well as the slicks.

        Track and air temperatures were considerably cooler than they had been on Friday, with the session starting under cloudy skies and 21 degrees centigrade ambient, plus 26 degrees on track.

        Two stops look set to be the most likely strategy for tomorrow, although there is scope for strategic variation and teams will also look to adapt their pit stop windows to take advantage of gaps in the traffic, which are especially hard to find at Interlagos. With the teams experiencing reasonably high degradation on the soft in high temperatures, those who choose to start on the medium could have a good chance to run an alternative strategy with a longer first stint.

        Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “We experienced track and air temperatures today that were a lot lower than they had been on Friday, which consequently had an effect on how the tyres behaved. The rain that fell yesterday and this morning also washed away a lot of the rubber that had been previously laid on the surface, re-starting the cycle of track evolution. With quite a speed margin between the medium and the soft, we saw just the softer tyre used in qualifying. This is what the top 10 will start on, but with variable weather and relatively high degradation on the soft, it’s going to be difficult to predict the optimal strategy tomorrow.”

        How the tyres behaved today:
        Hard: Did not play a prominent role today but could be used with medium in the race.
        Medium: Again, absent in qualifying but likely to be a key ingredient tomorrow, if it’s dry.
        Soft: Used from start to finish in quali with a speed advantage of more than one second over the medium.

        FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES

        Rosberg 1m11.740s Soft New
        Hamilton 1m11.833s Soft New
        Vettel 1m11.959s Soft New

        QUALIFYING TOP 10

        Hamilton 1m10.736s Soft New
        Rosberg 1m10.838s Soft New
        Raikkonen 1m11.404s Soft New
        Verstappen 1m11.485s Soft New
        Vettel 1m11.495s Soft New
        Ricciardo 1m11.540s Soft New
        Grosjean 1m11.937s Soft New
        Hulkenberg 1m12.104s Soft New
        Perez 1m12.165s Soft New
        Alonso 1m12.266s Soft New

        MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR

        Medium Nasr 31 laps
        Soft Rosberg 22
        Hard Gutierrez 21
        Wet Rosberg 2
        Intermediate Wehrlein 1

        BEST TIME BY COMPOUND SO FAR

        Hard Hulkenberg 1m14.358s
        Medium Hamilton 1m13.157s
        Soft Hamilton 1m10.736s

         

         

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        LUCAS DI GRASSI NA FÓRMULA E EM MARROCOS

         

        Lucas di Grassi parte para Marrakesh animado com segunda etapa da Fórmula E

        Categoria dos carros elétricos visita a África pela primeira vez; no próximo sábado (12), campeonato faz a segunda etapa da temporada em um encontro mais do que oportuno: no mesmo final de semana na cidade marroquina acontece o COP22, a conferência climática da ONU

        De 19º no grid a segundo no pódio, drama até a volta final, alguns contratempos e triunfos em poucas horas: a temporada da Fórmula E começou cheia de emoções há cerca de um mês nas ruas de Hong Kong, e a corrida foi concluída com uma festa de champanhe nas mãos de Lucas di Grassi nos principais degraus do pódio. Agora, a categoria dos carros elétricos parte para a segunda etapa da temporada 2016-2017.

        Marrakesh representa a primeira visita da Fórmula E à Africa, e a cidade marroquina traz o maior traçado da temporada, com 2,971 quilômetros de extensão. "Estamos na expectativa para a corrida de Marrakesh e posso prometer que vamos atacar com tudo mais uma vez", diz Lucas di Grassi.

        Sua ascensão do 19º para o segundo lugar em Hong Kong foi a maior recuperação de corrida já vista na história da Fórmula E, e já registrada como recorde da categoria. Curiosamente, outra parecida aconteceu também com Lucas, na etapa malaia de Putrajaya, em 2014, quando o brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport saiu da última fila para terminar também em segundo.

        "É bom saber que com otimização no gerenciamento de energia e uma estratégia perfeita da equipe a gente ainda consegue superar situações difíceis", apontou. "Meu time e nossos parceiros nunca param. Eles trabalham incansavelmente entre as corridas e estão sempre melhorando até mesmo nos menores detalhes que podem ser decisivos", afirmou.

        Lucas se diz animado principalmente pelo que foi demonstrado em Hong Kong, e não muda seus objetivos. "Tentar vencer. Se não der, buscar o pódio e somar um excelente número de pontos", crava o paulistano, patrocinado por Aethra, Qualcomm e KNM.

        Encontro oportuno - A corrida da Fórmula E no Marrocos acontece no mesmo final de semana em que chefes de estado de todo o planeta estarão reunidos, também em Marrakesh, para o COP22, a conferência sobre o clima promovida pela ONU. Durante a conferência, a Fórmula E exibirá o documentário produzido sobre a mudança climática mundial. Recentemente, Lucas di Grassi acelerou um carro da categoria na calota polar que fica localizada no ponto mais ao norte da Groenlândia.

        No COP22 estão confirmadas as presenças do presidente norte-americano Barack Obama e da chanceler alemã Angela Merkel. "Correr de carros elétricos no mesmo local e no mesmo fim de semana do COP22 é um marco e tanto. O mundo inteiro estará olhando para Marrakesh durante estes dias, e para nós é mais uma motivação em busca de um bom resultado", falou Lucas, que na última terça-feira (8) esteve em Lisboa discursando sobre o futuro do automobilismo e da mobilidade elétrica no WebSummit 2016.

        O canal Fox Sports transmite ao vivo a segunda etapa da Fórmula E. A transmissão começa às 8h45 deste sábado.

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        De 19o para 2o: recuperação que anima Lucas di Grassi para o fim de semana (ABT Schaeffler Audi Sport)

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        Brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport disputa a segunda etapa da Fórmula E (ABT Schaeffler Audi Sport)

        Brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport disputa a segunda etapa da Fórmula E (ABT Schaeffler Audi Sport)
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        Prova acontece neste sábado (12) nas ruas de Marrakesh, no Marrocos (ABT Schaeffler Audi Sport)

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        João Raposo

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