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VELO CAB2012


SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

ALL THE NUMBERS FROM PIRELLI’S 2015 FORMULA ONE SEASON

“As we enter our sixth season of Formula One in 2016, we’re publishing our traditional end-of-year statistics, which tell the story of our 2015 programme in numbers. This was an evolutionary year, with the teams continuing to develop cars introduced to meet the new turbo hybrid regulations. As always, the development curve accelerated towards the end of the year, with the teams really getting on top of the cars and the tyres. Nonetheless, we still hit our target of between one to two pit stops per race, during a season where tyres continued to provide plenty of sporting and strategic interest. Next year, there are new tyre regulations and a brand new compound: the ultrasoft. For now though, let’s look back at everything that made 2015 an unforgettable season…”

 

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SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

Paul Hembery teve uma ideia. Mais uma vez, o director de competição da Pirelli quer resolver o problema da F1... complicando! Pode ajudar a solucionar a questão logística (da qual a Pirelli padece mais que o resto do Circo), mas quem é que quer ter três campeões de F1 no mesmo campeonato e depois um campeão final?! Paul, tu aprende a descomplicar. Deves ter sido cá um cromo na escola...
E já agora: isto das provas por zona já foi há muito inventado no WTCC, mas nem a mente "diferente" de Mr. Ribeiro chega tão longe na questão dos campeões!

 

O PODER DO DINHEIRO NA FÓRMULA 1

O PODER DO DINHEIRO NA FÓRMULA 1

 

A Indonésia entrou na OPEP e agora a indústria petrolífera e o governo do país (veja-se a carta oficial) querem colocar Rio Haryanto, quarto no GP2 no quarto ano na disciplina, na Manor F1. Resta saber se as novas regras de super-licença lhe dão pontos suficientes, mesmo tendo em conta que ganhou três corridas este ano (sempre na segunda).

 

RECORDAR É VIVER

RECORDAR É VIVER

 

Os Tyrrel de Fraçois Cevert e Jacky Stewart

 

Quando a história nos baralha!

 

 

RECORDAR É VIVER

RECORDAR É VIVER

 

Os Tyrrel de François Cevert e Jacky Stewart

 

 

Quando a história nos baralha!

 

 

 

A NOVA DECORAÇÃO DOS RED BULL

A NOVA DECORAÇÃO DOS RED BULL PARA O MUNDIAL DE FÓRMULA 1 DE 2016

 

Com a Tag-Heuer a substituir a Infiniti como principal sponsor da Red-Bull na F1, a decoração pode ficar mais ou menos assim.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI ANNOUNCES COMPOUND CHOICES AND COMPULSORY SETS
FOR THE 2016 AUSTRALIAN GRAND PRIX

  Pirelli will bring the following three compounds to the opening round of the 2016 Formula One season in Australia:
    P Zero White medium
    P Zero Yellow soft
    P Zero Red supersoft

These are the tyres that Pirelli has said must be used at some point in the race:
    One set of P Zero White medium
    One set of P Zero Yellow soft.

Each driver must have both these sets available for the race, and must use at least one of them.

There are the tyres assigned for Q3 in qualifying:
    One set of P Zero Red supersoft

Following on from the 2016 regulations, each driver must save one set of the softest of the three nominated compounds for Q3. This set will be given back to Pirelli after Q3 for those who qualify in the top 10, but the remaining drivers will keep it for the race – as is the case currently.

The teams are free to choose the remaining sets; making up 13 sets in total for the weekend.

 

O REGRESSO DA RENAULT À F 1

 

A RENAULT ANUNCIA O SEU ENVOLVIMENTO NA FÓRMULA 1 EM 2016

 

• Carlos Ghosn anunciou a sua decisão de fazer regressar a escuderia Renault de Fórmula 1 já em 2016.

 

• Com 12 títulos de construtores, a Renault é um actor emblemático da história da Fórmula 1 há quase 40 anos.

 

• A F1 é uma vitrina de desenvolvimento tecnológico e, para a Renault, um meio de acelerar o desenvolvimento de inovações para a sua gama desportiva.

 

 

«A Renault tinha duas opções: voltar a 100% ou sair completamente. Depois de uma análise profunda tomei a minha decisão: a Renault estará presente na Fórmula 1 já em 2016. E a nossa ambição é a de ganhar mesmo se, conscientemente, sabemos que isso demorará algum tempo.»  afirma Carlos Ghosn, Presidente Director-Geral.

 

Ao voltar a ser uma escuderia completa a Renault poderá tirar todo o proveito das suas vitórias. Estar presente apenas fornecendo motores mostrou que tem os seus limites e o retorno para a imagem e para o investimento demonstrou ser fraco.

 

Prosseguem os trabalhos para a concretização do acordo de aquisição do Lotus F1 Team e os principais contratos foram assinados a 3 de Dezembro de 2015.

 

A Renault está presente na Fórmula 1 há quase 40 anos. E a Renault revolucionou a Fórmula 1 ao inventar, em 1977, o motor Turbo que rapidamemte se tornou incontornável. Na sua história na Fórmula 1 a Renault obteve 168 vitórias, 12 títulos de construtores e 11 títulos de pilotos nos mais de 600 Grande-Prémio disputados!

 

Ao escolher um envolvimento pleno na Fórmula 1, a Renault confirma que o desporto é um atributo essencial da marca. E a Fórmula 1 é a mais elevada expressão da paixão pelo automóvel. Esta paixão que faz precisamente parte da identidade da marca Renault e que é materializada na sua assinatura ‘Passion for life’. A Fórmula 1 é o topo do desporto automóvel e requer nada menos que a excelência ao nível tecnológico e ao nível operacional e para a Renault será uma vitrina da tecnologia que a Renault desenvolve para os seus produtos e em benefício dos seus clientes.

 

Para a Renault, a Fórmula 1 é um meio para acelerar o seu desenvolvimento, manter-se na primeira linha do desenvolvimento tecnológico e, claro, fazer a ponte entre a alta tecnologia da F1 e a tecnologia dos automóveis de série e em particular nos domínios da electrificação e hibridação.

Para dar coerência a este envolvimento na F1, a Renault desenvolveu a sua gama R.S. reforçando os seus investimentos a este nível.

 

 

A Fórmula 1 é um vector de notoriedade e de imagem de marca em todos os mercados em todo o mundo e chega anualmente a 450 milhões de espectadores nos 5 continentes.

 

 

 

 

 

 

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SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

E é assim a vida: equipas de F1 precisam indicar os pneus para GP da Austrália até sexta-feira, quando a prova terá lugar de 18 a 20 de Março, ou seja daqui a 100 dias. O regulamento obriga a que a escolha aconteça 14 semanas antes das provas fora da Europa por forma à Pirelli ter tempo para fabricar e enviar os pneus para o destino. 
Desculpem a pergunta - alguém teve uma diarreia mental?

 

OS COMENTÁRIOS DE ECLESTONE....

OS COMENTÁRIOS DOS BASTIDORES DA F 1

 

O senhor segurança! A entrevista à Sky Sports é do melhor. Só Bernie se atreveria a dizer uma coisas destas sobre Todt e a fazer a inéssima comparação, sempre depreciativa, entre o francês e Mosley.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

SEGUNDO A PIRELLI

 

PIRELLI autorizada a testar 12 dias durante o próximo ano para preparar os pneus mais largos com vista à F1 2017.

 

SEGUNDO A OPINIÃO DE JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DE JOÃO CARLOS COSTA

 

Já tinhamos  saudades de um spy-gate! Obrigado F1 por teres sempre tema, polémica, gossip e até casos de polícia mesmo quando estamos no defeso...

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

OS F1 de 2017 podem ser assim. E se assim forem estamos no bom caminho. Outra vez maiores, mais largos, com pneus também eles de maior dimensão e asas posteriores que se vejam, para além de 5 segundos mais rápidos! 

Em busca de mais 5 segundos por colo fia a equipa técnica propôs um novo conjunto de regras de carro design para que todos os carros mais rápidos sem motor atualizações.
2017 CARROS DE FÓRMULA 1, poderá ter sua largura total aumentou de 180 cm e 200 cm, têm mais frente pneus com 30 cm trilhar em vez dos actuais 24.5 cm pneus traseiros e a cada 40 Cm em vez dos actuais 32.5 cm. Essas mudanças só iria ver carros 3 segundos uma volta mais rápida mas novas mudanças para o resto do carro vai encontrar mais 2 segundos em que poderia ser alguns dos mais dramática overhauls na autorizada carro design em anos.
O nariz do carro é proposto para ser 20 cm mais tempo com o braço da frente a 180 cm de largura dos actuais 165 cm - é que mais do que actualmente desvio permitido que dramaticamente aerodynamic melhora o desempenho e a força .

 

Google Tradutor

 

CALENDÁRIO 2016 PARA A FÓRMULA 1

CALENDÁRIO 2016 PARA O MUNIDAL DE FÓRMULA 1

 

Apenas uma alteração relativamente à versão anterior - México uma semana mais cedo. Assim já não entra em conflito com Xangai / WEC e Buriram / WTCC.

 

RENAUTL REGRESSA À FÓRMULA 1 EM 2016

RENAULT REGRESSAÀ F 1 EM 2016

 

Mais uma outra marca de regresso à Fórmula 1 em 2016

 

 Renault. Bienvenue, após quatro anos de "meia-pensão", fornecimento de propulsores

 

CASO DEVERAS CURIOSO NOS ESTADOS UNIDOS

CASO DEVERAS CURIOSO NOS ESTADOS UNIDOS

 

A edição nº 100  das 500 Milhas de Indianapolis a ter lugar em 2016,  tem a primeira história para contar: a família Brabham será a terceira a ter três gerações à partida depois dos Vukovich e dos Andretti. Matthew seguirá as pisadas do avô Jack e do pai Geoff com o Chevrolet da equipa Murray.

 

MAIS NOVIDADES PARA A FÓRMULA 1

MAIS NOVIDADES DA FÓRMULA 1

 

Timing is Everything. We will drive forward with TAG Heuer power unit in 2016.

From the milliseconds that separate victory from defeat to the finely balanced and perfectly measured rhythm of a racing engine, in motorsport timing is everything.
As the curtain falls on the 2015 Formula One season and the sport gears up for next year's challenge, the timing is right for Red Bull Racing to reveal that the team's 2016 F1 car will race with a power unit carrying the name of motorsport's most iconic timing brand – TAG Heuer.
The new partnership, which represents a shift away from F1's conventional supply systems, will see TAG Heuer take up naming rights of the team's power unit, which will be supplied by Renault. The new car will be christened the Red Bull Racing-TAG Heuer RB12.
Deepening the relationship between the team and the legendary timing house, which can call on more than half a century of heritage at the cutting edge of motorsport, TAG Heuer will become the Official Timekeeper, Official Watch Partner and Team Performance Partner of the Red Bull Racing team from 2016 in a multi-year partnership.
Welcoming the new partnership, Christian Horner, Team Principal, Red Bull Racing, said: "TAG Heuer and Red Bull are two transcendent brands which have both a passion for racing and a drive to do things differently, and this unique collaboration is further evidence of that. TAG Heuer has been an icon in the world of Formula One for many years and we're delighted that they've chosen to continue their association with the sport by teaming up with us. Our shared values of innovation and a desire to stand out from the crowd make this one of the most exciting partnerships in F1. We are also pleased to see Renault confirm its long-term commitment to F1 and would like to thank them for their contribution to the team since 2007. Their technical partnership with Ilmor gives us confidence, and we look forward to the 2016 season."
Jean-Claude Biver, CEO of TAG Heuer and President of the LVMH Watch Division, added: "Formula One is deeply-rooted in TAG Heuer's DNA, and Red Bull Racing is a young, dynamic and driven team, which perfectly fits with our marketing strategy. It will give TAG Heuer great visibility and allow us to make our partnership exciting, different and innovative. Our motto‪#‎DontCrackUnderPressure‬ will be the guiding principle behind all our actions with the support of the Red Bull Racing team and its highly contagious enthusiasm."

 

NOVA DECORAÇÃO PARA O CAPACETE DE FELIX DA COSTA

NOVA DECORAÇÃO PARA O CAPACETE DE FELIX DA COSTA

 

 

Será dentro de dias que o piloto portugues irá estrear esta nova decoração em paia uma prova da Fórmula E a ter lugar no Uruguay, na América do Sul.

 

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI explica as regras dos pneus F1 para 2016. Que saudades dos tempos em que eram apenas círculos de borracha. Hoje em dia é preciso uma licenciatura em gestão de... pneus! 

Pirelli vai seleccionem três diferentes compostos de pneu por fim de semana de cinco tipos diferentes, que incluem a nova cor roxo-Ultra-Soft (foto acima) com os quatro tipos existente composto usado anteriormente.

Como antes cada motorista receberá 13 conjuntos de pneus por semana (cada set é quatro pneus). Eles vão poder escolher os compostos por dez desses três componentes dos aparelhos disponíveis.
Os restantes dois conjuntos, será um falseou estabeleçamos escolhido por pirelli que vai ser a mesma para todos os motoristas, e pode ser de dois diferentes compostos. O ultimo set será dos compostos mais suave e estará disponível para q3.

Pirelli vai escolher os três compostos disponíveis para cada fim de semana com a fia e informar os clubes então, quem vai fazer as suas escolhas de cada raça. Se não o fazem, a fia vai nomear seus pneus. As escolhas serão mantidas em segredo até duas semanas antes de cada raça.

Mudanças também foram feitas para quando os motoristas deve renegar seus pneus durante o fim de semana. O primeiro conjunto deve ser devolvido 40 minutos no primeiro treino, uma segunda temporada no final da primeira practican, mais dois conjuntos no final da segunda practican e mais dois no final da última prática. Os aparelhos nomeados por pirelli pode ser devolvidos e deve ser mantido para usar na raça.

Top dez motoristas em qualificativas ainda vai ter a começar com os pneus são usados em q2, ter voltado seus pneus de q3. porém os outros motoristas vão poder usar o set que foi salvo por q3 durante a corrida.

 

Google Tradutor

 

SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

PARA QUE não haja dúvidas quanto ao motor do Red Bull 2016, a marca da água com aditivos acabou de publicar isto...

 

NOVO CONCEITO PARA A F 1?

 

McLaren’s conceptual vision for the future of motorsport technology.

Modelling the future is something we do every day at McLaren.
Our Formula 1 race strategists think many laps ahead when planning a grand prix pit stop, our automotive engineers build high-performance road cars for the next generation of driver; and our technologists and designers in McLaren Applied Technologies devise ways to improve healthcare, transport and many other areas of our lives.
At McLaren, we always want to take things further.
“With the futuristic McLaren MP4-X concept racecar, we wanted to peer into the future and imagine the art of the possible,” said John Allert, Group Brand Director, McLaren Technology Group.
“We have combined a number of F1’s key ingredients – speed, excitement and performance, with the sport’s emerging narratives - such as enclosed cockpits to enhance driver safety, and hybrid power technologies.”
“Formula 1 is the ultimate gladiatorial sport, and the future we envisage will be a high tech, high performance showcase that excites fans like no other sport.”
It looks visually striking, but it is beneath the skin where the changes are most apparent.
MP4-X is designed to use alternative power sources; the chassis changes shape to adapt to different aerodynamic demands; and it can communicate in the event of a failure or a problem.
This is therefore McLaren Marketing’s unique conceptual take on motor racing’s future. Discover the MP4-X in all its glory in our interactive carousel, with exclusive insights into the future supplied by the technologists and designers at McLaren Applied Technologies.
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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

After its meeting in Paris, yesterday, the FIA World Motor Sport Council formally approved the new 2016 Tyre Regulations for Formula One.

NEW REGULATIONS

  • The new regulations will apply only to the slick tyres. The rules regarding intermediate and wet tyres remain unchanged.
  • With the introduction of the new ultrasoft compound (which uses purple markings) the total number of slick compounds rises to five.

PRE-RACE TYRE NOMINATIONS AND PREPARATIONS

  • In consultation with the FIA, Pirelli will decide in advance which three compoundscan be used at each race, and communicate this information to the teams.
  • The total number of sets that can be used during practice, qualifying and racing remains the same as it is currently: 13.
  • Pirelli will nominate two mandatory race sets for each car. Furthermore, one set of the softer compound will have to be kept for use in Q3 only.
  • The two mandatory sets chosen by Pirelli can be of two different compounds, from the three that have been nominated for the race weekend. These sets will obviously be identical for each team.
  • The remaining 10 sets can be chosen by each team, from the three compounds nominated for the race weekend.
  • The teams will make their choices within a deadline set by Pirelli. They will communicate their choices to the FIA, which will in turn tell Pirelli how many tyres to produce. The choices for each car will remain secret until 2 weeks before the race. If a team does not meet the deadline, the choice will be made by the FIA.
  • Once the choices for each car have been made, the FIA will continue to assign the tyres randomly via a barcode, as is the case currently.
  • The choices made by each team can vary for each of its cars: so each driver within a team can have a different allocation.
  • The tyres will be distinguished by different coloured markings on the sidewalls, as is currently the case. 

DURING THE RACE

  • Teams will still have to give back tyres according to a certain schedule, but they can decide which tyres to give back at the following times:

             -       One set after the first 40 minutes of FP1
             -       One set at the end of FP1
             -       Two sets at the end of FP2
             -       Two sets at the end of FP3

  • The two mandatory sets nominated by Pirelli cannot be given back during practice and must be available for use in the race. At least one of these two sets must be used during the race – but the teams can decide which one.

The top 10 at the end of qualifying will still have to give back the set of the softer compound nominated for Q3, and start the race on the tyres with which they set their fastest time in Q2 (the same rule as is the case currently). All other drivers will be able to use the set that is saved for Q3 during the race.

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FIA DIVULGOU NOVIDADES PARA A F 1 EM 2016

FIA DIVULGOU AS NOVIDADES PARA 2016

 

O que muda na F1 para 2016 ficou decidido ontem pelo Conselho Mundial da FIA. Todt e Ecclestone mandatados para mudar a disciplina a partir de 2017, sendo que devem apresentar propostas até ao final de Janeiro. Novidades na alocação nos motores e nos pneus, novas regras para o VSC. Aprovado também o maior calendário de sempre com 21 corridas.

 


O mundo do Desporto Automóvel Conselho aprovou, por um número quase unânime (apenas um voto contra), Um mandato de presidente fia, Jean Todt e o representante do comercial detentor de direitos, Bernie Ecclestone fazer recomendações e decisões sobre vários temas preocupantes na fórmula um como governance, centrais e redução de custos. Senhor todt e senhor ecclestone expressa a sua intenção de estabelecê conclusões sobre estes assuntos até 31 de Janeiro de 2016.

O mundo do desporto automóvel conselho também aprovou uma série de mudanças para a f1 e normas técnicas desportivos.

Technical

O número de poder unidade fichas permitia na época de desenvolvimento serão atribuídos a seguinte nas próximas temporadas:

– 2016 – 32

– 2017 – 25

– 2018 – 20

– 2019 – 15

Qualquer nova unidade poder fabricante serão atribuídos 15 fichas no seu primeiro ano, e 32 na segunda.

O Padded áreas ao redor da carteira de cabeça foram aumentados em espessura para melhorar a segurança.

Sporting

Mudanças foram aprovadas pelo mundo do desporto automóvel conselho em relação à forma que os pneus são utilizados por equipas para incentivar estratégias diferentes raça em 2016. Estes incluem:

- o pneu fornecedor agora vai dar três-tempo seco compostos em vez de dois

- dos 13 conjuntos de secar os pneus disponível para cada motorista, o fornecedor de pneus vai escolher dois para a corrida (um dos quais devem ser utilizados na raça), E um conjunto (menos disponíveis) que só podem ser usadas em q3. cada motorista então pode escolher os restantes dez conjuntos dos três compostos disponível

- sem intermediários ou molhado-tempo pneus foram utilizados, um motorista deve usar pelo menos dois tipos de clima seco especificações dos pneus - pelo menos um desses deve ser um escolhido pelo fornecedor de pneus.

Em caso de segurança virtual carro (vsc), Drs agora vai ser re-permitiu imediatamente após o período vsc. Além disso, o vsc também pode ser usado na prática sessões para reduzir a quantidade de tempo perdido durante uma paralisação.

Centrais homologados em anteriores temporadas agora pode ser re-Homologados. Já não pode mais do que um fabricante de especificação de pu. O mundo do desporto automóvel conselho também foi aconselhado que a fia tinha acordado para ferrari para abastecer uma quarta equipe com um cliente 2015-especificação poder unidade em 2016.

O maior número de eventos do campeonato em uma temporada foi aumentada para 21 (de 20). O calendário para a fórmula 2016 fia um campeonato mundial foi confirmado.

 

Google Tradutor

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 Abu Dhabi – Test

 MORE THAN 6,020 KMS DRIVEN OVER 1084 LAPS, TESTING DIFFERENT VERSIONS
OF THE NEW ULTRASOFT COMPOUND
AND NEW CONSTRUCTIONS FOR BOTH FRONT AND REAR SLICK TYRES

 McLAREN’S DRIVER STOFFEL VANDOORNE SETS BEST TIME
AT THE END OF THE 12-HOUR SESSION RUN NON-STOP

 NEXT TYRE TESTING SESSION ON SCHEDULE:
PAUL RICARD, JANUARY 25-26, FOCUSING ON WET TYRES

 McLaren’s driver Stoffel Vandoorne set fastest time today at the end of the 12-hour tyre test organised by Pirelli on the smooth surface of the Yas Marina circuit.
The session took place non-stop throughout the day, with the expected bright sun and warm temperatures starting out at around 24°C ambient (35°C asphalt) and reaching 28° and 40° respectively by lunchtime.

All 2015 Teams took part with the following drivers:
Mercedes Pascal Wehrlein
Ferrari Sebastian Vettel Kimi Raikkonen
Williams Valtteri Bottas
Red Bull Daniel Ricciardo Daniil Kvyat
Force India Alfonso Celis Jr Niko Hulkenberg
Lotus Jolyon Palmer
Toro Rosso Carlos Sainz Jr Max Verstappen
Sauber Adderly Fong Marcus Ericsson
McLaren Stoffel Vandoorne
Manor Rio Haryanto Jordan King

The session started with all the drivers running some laps on base tyre to confirm the set-up of the cars and using P Zero Red supersoft and P Zero Yellow soft tyres: the nominated choice for the Abu Dhabi Grand Prix last weekend.

Testing with the prototype tyres (new ultrasoft compound and new constructions both front and rear) started around one and a half hours into the session. The Teams tested several different potential variations of the new ultrasoft compound, from which one will eventually be selected.
Prototype tyres were not marked with any colours or other visible markings, while base tyres carried the usual colours on sidewalls.

The test was ‘blind’: neither the drivers nor the Teams knew which kind of tyre specification they were testing. During the test, the teams were not allowed to try new parts or change any other components, keeping the focus on the tyres. With its smooth surface, consistent temperatures, and wide variety of technical corners, Abu Dhabi was a perfect venue in which to assess most key aspects of tyre behaviour. 

The session started at 9am local time and went on till nearly 9pm with no lunch break. This made it the longest single-day Formula One group test in the sport’s history.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “We had one shot when it came to testing tyres for next season, and we can be satisfied by what we’ve achieved in this test, even if we have to fully analyze the data. We’ve tested different versions of the new ultrasoft compound for 2016, which was one of the targets for this session. The ultrasoft’s target for 2016 is to introduce a compound softer than the supersoft and mainly designed as agressive choice for street circuits: with better performance than the latest version of the supersoft tyre and faster degradation, in order to allow the Teams to take a more aggressive approach to race strategy.

Whether this will produce more pit stops, or any difference in strategies, it’s too early to say for now. We will fully analyse our data and team telemetry once we get back to base. But it seems we are heading in the right direction: the ultrasoft is expected to offer more possibilities for certain races.

We also tested some different constructions for both front and rear tyres.

Fastest times of the day:
Driver Team Time Laps
Vandoorne McLaren 1m44.103s 99
Raikkonen Ferrari 1m44.456s 56
Ericsson Sauber 1m44.480s 50
J. Palmer Lotus 1m44.568s 90
Vettel Ferrari 1m44.940s 56
Wehrlein Mercedes 1m45.605s 107
Ricciardo Red Bull 1m45.805s 57
Verstappen Toro Rosso 1m45.849s 54
Hulkenberg Force India 1m45.852s 71
Bottas Williams 1m45.940s 103
Kvyat Red Bull 1m46.309s 48
Sainz Jr. Toro Rosso 1m46.995s 56
Fong Sauber            1m48.439s 57
Celis Jr Force India 1m48.545s 65
Haryanto Manor 1m49.593s 56
King Manor 1m49.661s 59

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SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

Entre o inicio de Março e o final de Novembro haverá 39 fins-de-semana disponíveis em 2016. Como é que a FIA e os promotores dos três campeonatos mundiais de velocidade conseguem fazer com que haja 8 em 12 provas do WTCC e 6 em 9 do WEC concomitantes com a F1?!? 
É que, no fundo, estamos a falar de 42 provas. Sei que há outras questões que vão para além da simples calendarização, a começar pela tradição de algumas datas, mas Meus Senhores...

 

CURIOSIDADE

CURIOSIDADE

 

A CLASSIFICAÇÃO NO MUNDIAL DE F1 DE 2015

 


 

OS RUMORES DA FÓRMULA 1

OS RUMORES DA FÓRMULA 1

 

Christian Horner diz que o nome dos motores da Red Bull para 2016 vai enfurecer Ron Dennis: só pode ser TAG, fazendo que um simples patrocínio de relógios se torne na bomba do ano! 
Ou será que avança a Nissan?

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 Abu Dhabi Grand Prix – Race – Infograhics

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MAIS UMA DOBRADINHA MERCEDES

MAIS UMA DOBRADINHA MERCEDES NA F 1

 

 

Nico Rosberg conquistou ontem no circuito de Yas Marina, em Abu Dhabi, a sua 3ª vitória consecutiva num Grande Prémio, alcançando assim 6 vitórias em 2015;

·         Lewis Hamilton terminou na 2ª posição após uma prova muito disputada, tendo mesmo assim estabelecido a volta mais rápida do circuito;

·         Os Silver Arrows alcançaram um recorde de 12 vitórias e segundas posições em 2015 ultrapassando assim o recorde de 2014;

·         Com 703 pontos no Mundial de Construtores, a equipa MERCEDES-AMG PETRONAS superou o total de pontos de 2014;

·         Lewis Hamilton terminou a época na 1ª posição com 381 pontos, seguido de Nico Rosberg com 322 pontos. 20I2446_Copy D1O2526_Copy

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

O PILOTO DA MERCEDES NICO ROSBERG, INICIOU DA POLE PARA A CONQUISTA DA SUA TERCEIRA VITÓRIA CONSECUTIVA

DUAS PARAGENS PARA A MAIORIA DOS PILOTOS EM ABU DHABI, COMPOSTOS MACIO E SUPERMACIO COM DIVERSAS ESTRATÉGIAS

UMA ESTRATEGIA ALTERNATIVA PERMITE A SEBASTIAN VETTEL (FERRARI), RECUPERAR DESDE O 15º POSTO DA GRELHA ATÉ AO QUARTO LUGAR DA META

Barcelona, 29 de Novembro de 2015 –  O piloto da Mercedes, Nico Rosberg alcançou a sua terceira vitória consecutiva da temporada, após dominar o Grande Prémio de Abu Dhabi desde a pole. O alemão utilizou uma estratégia de duas paragens, tal como a maioria dos pilotos, com a estratégia de montagem dos compostos Supermacio – Macio – Macio. Rosberg manteve a liderança e o controlo da corrida ao realizar as suas paragens antes do seu companheiro de equipe, Lewis Hamilton, com uma estratégia semelhante, mas com um segundo turno mais longo.

No entanto, os dois Mercedes viram-se ameaçados pelo Ferrari de Kimi Raikkonen que subiu ao ultimo lugar do pódio, terceiro lugar, mesmo posto com que iniciou a corrida. Com uma estratégia alternativa, permitiu a Sebastian Vettel terminar em quarto, após a arrancar do 15.º posto da grelha, depois de iniciar os dois primeiros turnos com o composto macio, ganhando posições na pista enquanto todos os pilotos montavam o composto supermacio. Realizou um ultimo turno de 16 voltas com o supermacio até à linha de meta, com um asfalto mais frio e um carro mais leve. O piloto da Lotus, Romain Grosjean, também terminou nos pontos, após iniciar com o composto macio.

Os 10 primeiros classificados utilizaram uma estrategia com duas paragens. O desgaste e a degradação estiveram sempre dentro dos limites, ao ponto que até Lewis Hamilton, em perseguição ao seu companheiro pela vitória, perguntou à sua equipe via rádio se era necessário realizar uma segunda paragem. No final,  após um turno intermédio com 30 voltas com o composto macio.

O melhor classificado entre os que realizaram três paragens foi Max Verstappen, que acabou fora dos pontos, após receber uma penalização

A “dobradinha” da Mercedes, bateu outro record para a dominadora equipa Alemã, uma vez que foi a equipe que somou mais pontos numa temporada de Fórmula 1.

 

Paul Hembery (Responsável da Pirelli Motorsport): "Como de costume, Abu Dhabi proporcionou  mais uma corrida muito tática, durante a qual a Mercedes e especificamente o Nico Rosberg, controlaram a estratégia na perfeição. Felicitações a toda a equipa pela época mais dominadora da história da Fórmula 1, observando os pontos alcançados. O desgaste e a respetiva degradação, sempre estiveram sob controlo total, mesmo utilizando em Abu Dhabi os compostos mais macios da gama, os quais possibilitaram emocionantes disputas por todo o pelotão até ao final da corrida. A nossa temporada de 2016, começa terça-feira em menos de 48 horas, onde realizaremos um longo teste de 12 horas, durante o qual testaremos o novo pneu ultra-macio, bem como os novos produtos para 2016 ”.

 

Os  tempos más rápidos do dia por composto:

 

Supermacio

Macio

Intermédio

Chuva

Primeiro

VET 1m44.550s

HAM 1m44.517s

0

0

Segundo

ALO 1m44.796s

RAI   1m44.942s

0

0

Terceiro

VES 1m45.746s

ROS 1m45.356s

0

0

O turno mais longo da corrida, por composto:

Macio

 Hulkenberg       31 voltas

Supermacio

 Merhi                28 voltas

A previsão da Pirelli:

A nossa melhor previsão para as 55 voltas de Abu Dhabi era uma estratégia com duas paragens, iniciando com o composto supermacio e trocar para o macio nas voltas 10 e 31. Rosberg seguiu a nossa estratégia delineada, parando exactamente nas voltas previstas.

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 Abu Dhabi Grand Prix – Race

MERCEDES DRIVER NICO ROSBERG TAKES
HIS THIRD CONSECUTIVE WIN FROM POLE

TWO STOPS FOR MOST COMPETITORS IN ABU DHABI, USING
SOFT AND SUPERSOFT WITH DIFFERENT STRATEGIES

AN ALTERNATIVE STRATEGY BOOSTS FERRARI’S SEBASTIAN VETTEL FROM 15TH
ON THE GRID TO FOURTH AT THE FINISH

 Mercedes driver Nico Rosberg has clinched his third consecutive win of the season, after dominating the Abu Dhabi Grand Prix from pole. The German adopted a two-stop strategy, like the vast majority of competitors, using a supersoft-soft-soft strategy. With Rosberg making his pit stops before his team mate Lewis Hamilton (on an identical strategy, but with a very long second stint) he was effectively in control of the tactics, ensuring his lead.

Both Mercedes were threatened however by Ferrari. Kimi Raikkonen finished on the podium from third on the grid while an alternative strategy allowed Sebastian Vettel to take fourth place after starting from 15th on the grid. Vettel completed two opening stints on the soft, gaining track position while all the supersoft runners stopped, before completing his own supersoft stint for 16 laps at the end of the race, in cooler track temperatures and with a much lighter car. Lotus driver Romain Grosjean also finished in the points after starting on the soft tyre.

The top 10 all used a two-stop strategy. Wear and degradation were within limits, to the point where even Lewis Hamilton – chasing his team mate for victory – questioned on team radio whether or not he needed to make a second stop at all. Then he made the pit stop, after a 30-lap middle stint on the soft tyres.

The highest-placed three-stopper was Max Verstappen, who finished outside the points following a flat-spot earlier in the race and then a penalty.

A one-two for Mercedes has broken another record for the ultra-successful German team: it is now the team to have scored most points in a Formula One season.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “As usual, Abu Dhabi delivered another very tactical race, during which Mercedes and Nico Rosberg in particular controlled the strategy perfectly. Congratulations to the entire team for the most dominant season in Formula One history, looking at the points scored. Tyre wear and degradation was well within control, even though we were using the two softest compounds in the range at Abu Dhabi, which enabled some entertaining battles all the way to the end of the race. Our 2016 season now starts in just 48 hours time when we embark on a 12-hour test throughout Tuesday, during which we will be testing the new ultrasoft tyre as well as new constructions for 2016.”       

Fastest times of the day by compound:

Supersoft Soft Intermediate Wet
First VET 1m44.550s HAM 1m44.517s 0 0
Second ALO 1m44.796s RAI 1m44.942s 0 0
Third VES 1m45.746s ROS 1m45.356s 0 0

Longest stint of the race:

Soft  Nico Hulkenberg (31 laps)
Supersoft  Roberto Merhi     (28 laps)

Truth-O-Meter
We predicted that the most likely fastest strategy for the 55 laps of Abu Dhabi was a two-stopper, starting on the supersoft and then changing to the soft on laps 10 and 31. Rosberg followed our expected two-stop strategy, stopping exactly on the laps that we forecast.

The full pit stop summary is available in the attached pdf document.

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SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORnalista joão carlos costa

 

Acabou o Campeonato do0 Mundo de Fórmula 1 em 2015.

 Em Portugal fechou-se um ciclo de uma década de transmissões na SportTv. Em Março do próximo ano começa outro. Diferente. Com vontade de trazer de volta a F1 ao lugar que ocupou no passado. Um desafio difícil quando se comemoraram 20 anos sem Grande Prémio de Portugal e 10 sem um piloto português na disciplina. Muito tem de mudar na actual F1 para a tornar mais apelativa, mas nenhuma outra disciplina do desporto automóvel tem igual reconhecimento junto do grande público. Esse é um dos factores galvanizadores para quem abarca o futuro: acreditar que é possível colocar de novo a F1 noutro patamar de reconhecimento, com um produto mais actual, procurando novos públicos.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 Abu Dhabi Grand Prix – Qualifying

NICO ROSBERG CLAIMS FINAL POLE POSITION OF THE SEASON
FOR MERCEDES ON P ZERO RED SUPERSOFT

TWO PIT STOPS EXPECTED FOR THE MAJORITY OF COMPETITORS

TYRE PERFORMANCE ON TARGET IN THE FALLING TEMPERATURES
OF THE ABU DHABI EVENING

Mercedes driver Nico Rosberg has claimed the final pole position of the season (his sixth in a row) at the Yas Marina Circuit in Abu Dhabi, following a qualifying session held in the early evening with falling track temperatures.

This has the effect of increasing performance as each session went on, meaning that the quickest times came at the end of every session. The timing of the final qualifying laps was absolutely crucial, at a race where the win has only ever come from outside of the front row once.

Many of the drivers went straight onto the supersoft in Q1, which is around 1.2 seconds faster than the soft tyre, which has also been nominated in Abu Dhabi. As a result, nearly all of the drivers in the final top 10 have no new sets of supersoft left for the race, with the more durable soft compound expected to be the favoured race tyre. Ferrari’s Kimi Raikkonen, after having been the only driver to use only the soft tyre in Q1, saved a set of new supersofts for the race. He will start from the second row of the grid alongside Force India’s Sergio Perez who set a brilliant fourth best time.

From Q2, all of the drivers used the supersoft tyre, with some drivers limiting their runs in order to save as many fresh supersoft tyres for the all-important shoot-out in Q3. Track temperatures continued to fall throughout the final Q3 session, with the Mercedes drivers enjoying a clear advantage at the head of the field as they fought for pole position.

Tyre wear and degradation remained in line with expectations throughout the sessions, with no graining or blistering reported now that the circuit has evolved with more rubber laid on the surface. This makes it likely that most drivers will adopt a two-stop strategy during the race, starting on the supersoft tyre and then completing two stints on the soft.

Track temperatures were in the region of 30 degrees centigrade during qualifying, with similar conditions expected in the race tomorrow evening. This allows a variety of strategies to come into play, especially for the drivers who find themselves out of position on the starting grid.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “Once more, Abu Dhabi delivered a spectacular qualifying session under the lights. We saw some different strategies at work during qualifying, with Kimi Raikkonen being the only driver to use just the soft in Q1, before completing just one run on the supersoft in Q2. Wear and degradation levels are exactly where we would expect them to be at this point in time, thanks to the track evolution that we anticipated over the weekend. This means that a wide variety of strategies are possible, but we’d expect most drivers to stop twice. With track temperatures falling throughout the race, the pit wall is going to have to monitor the situation and perhaps adapt the strategy to conditions as they fluctuate.” 

The Pirelli strategy predictor:
Most drivers are expected to stop twice during the 55 laps of Abu Dhabi. The mostly likely strategy is: start on supersoft, change to soft on laps 10 and 32. A three-stopper is theoretically the quickest option (start on supersoft, then change to soft on laps seven, 23 and 39) but this depends on having a car that is quick enough to overtake and gain track position, in case of traffic.

Fastest compounds in FP3:
1 Rosberg 1m41.856s Supersoft New
2 Hamilton 1m42.137s Supersoft New
3 Vettel 1m42.185s Supersoft New
Top 10 tyre use:
Rosberg 1m40.237s Supersoft New
Hamilton 1m40.614s Supersoft New
Raikkonen 1m41.051s Supersoft New
Perez 1m41.184s Supersoft New
Ricciardo 1m41.444s Supersoft New
Bottas 1m41.656s Supersoft New
Hulkenberg 1m41.686s Supersoft New
Massa 1m41.759s Supersoft New
Kvyat 1m41.933s Supersoft New
Sainz 1m42.708s Supersoft New

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 Abu Dhabi Grand Prix – Practice Sessions

MERCEDES DRIVER NICO ROSBERG GOES FASTEST
ON P ZERO RED SUPERSOFT TYRES

CONDITIONS IN FP2, RUN DURING THE EVENING,
MOST REPRESENTATIVE OF QUALIFYING AND RACE

TYRE WEAR AND DEGRADATION IN LINE WITH EXPECTATIONS
BUT MORE TRACK EVOLUTION EXPECTED

 Mercedes drivers dominated the action at the two Friday free practice sessions in Abu Dhabi, with Lewis Hamilton going fastest in FP1 on the P Zero Yellow soft tyre, and Nico Rosberg setting fastest time of the day in FP2 on the P Zero Red supersoft.

Of the two sessions, FP2 was the most representative as it ran in the same late afternoon to evening conditions that will be the case in qualifying and the race. This means that track temperatures are falling rather than rising, which has an influence on the way that the tyres behave. The teams concentrated on understanding how that influence worked today, on both tyre compounds and with differing fuel loads. However, greater evolution is expected over the rest of the weekend, which will tend to make it faster and grippier, as more rubber is laid down.

The session finished with 29 degrees of track temperature: slightly cooler than last year, with similar conditions expected for the race. There was a small amount of front graining on some cars when on supersoft. After some quite fast long runs seen today, the data collected sofar suggest two pit stops are looking likely on Sunday.

Paul Hembery, Pirelli Motorsport Director: “We saw two very busy sessions and quite a wide variation in the rate at which teams improved by switching from the soft to the supersoft tyre. This was largely a result of the changing track temperatures, which affect different cars in different ways. However, the track is still evolving, so we’ve not quite seen the full picture yet. During FP1 we experienced some thermal degradation as expected: however this stabilised during FP2, which was more representative of race conditions anyway. Nonetheless, we’d anticipate some degree of thermal degradation to remain a factor during the race, with drivers having to look after the rear tyres in particular.”

FP1: FP2:
1.Hamilton 1m43.754s Soft new 1.Rosberg 1m41.983s SuperSoft new
2.Rosberg 1m.43.895s Soft used 2.Hamilton 1m42.121s SuperSoft new
3.Raikkonen 1m44.500s Soft new 3.Perez 1m42.610s SuperSoft new

Tyre statistics of the day:

Soft SuperSoft Intermediate Wet
kms driven * 4554 1621 0 0
sets used overall ** 63 20 0 0
highest number of laps ** 24 24 0 0

* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
** Per compound, all drivers combined.

Pirelli facts of the day:

The Abu Dhabi Grand Prix, which was inaugurated in 2009, has only been won once by a driver starting from below the front row of the grid. This was courtesy of Kimi Raikkonen, who won for Lotus from fourth on the grid in 2012 and kept the world entertained on his in-car radio by reminding his team to: “leave me alone – I know what I’m doing.”

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NIKO ROSBERG

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NICO ROSBERG AIMS TO #DRIVEFORGOOD IN ABU DHABI TO FINISH 2015 SEASON IN STYLE

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  • Laureus Ambassador Nico Rosbeg could surpass €150,000 mark for #DriveforGood at Abu Dhabi Grand Prix
  • ‘I really want to finish on a high note in Abu Dhabi and at the same time raise as much as I can for Laureus’ says Nico Rosberg

 

MERCEDES AMG PETRONAS driver and Laureus Ambassador Nico Rosberg is hoping to continue his fine form and raise more money for Laureus through the #DriveforGood campaign at this weekend’s Abu Dhabi Grand Prix.

Rosberg announced in April, ahead of the Laureus World Sports Awards in Shanghai, that from the 2015 Formula One Chinese Grand Prix onwards, for the remainder of the season, Mercedes-Benz would donate 100 euros for every racing kilometre that he led during the forthcoming 17 rounds of the FIA Formula One World Championship.

Following victories at the last two Grands Prix in Mexico and Brazil, combined with the number of kilometers he has led throughout the season, Rosberg has raised over €130,000 to help improve the lives of young people around the world.

Rosberg, who given current form, could surpass the €150,000 mark at the Abu Dhabi Grand Prix, said:

I am delighted that #DriveforGood has proved to be such a great success. The last few races have gone really well and I am very happy to be finishing the season so strongly. I really want to finish on a high note in Abu Dhabi and at the same time raise as much as I can for Laureus.

Laureus is a cause that is very close to my heart and I am very proud to work as an Ambassador for the Foundation. It’s a source of great inspiration for me to see the fantastic work that the Foundation is doing for children round the world.

 

PATRICK HEAD É AGORA SIR

PATRICK HEAD É AGORA SIR

 

FOI GALARDOADO PELA RAINHA DE INGLATERRAS

 

 

Mais do que  merecido: um dos maiores projectiistas na história da Fórmula 1 - Patrick Head, que agora passa a ser  Sir Patrick Head. Todos lhe gabam os fantásticos Williams de F1. Pessoalmente, agradeço-lhe sempre o que fez pela simplicidade do BMW V12 vencedor de Le Mans 99.

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Abu Dhabi Grand Prix Preview: November 26-29, 2015

 P ZERO YELLOW SOFT AND P ZERO RED SUPERSOFT COMPOUNDS
FOR THE FINAL RACE OF THE YEAR

 SMOOTH ASPHALT MEANS LOW TYRE WEAR AND DEGRADATION

 THE 2016 SEASON STARTS TWO DAYS AFTER THE ABU DHABI GRAND PRIX:
TEAMS WILL TEST NEW SLICK CONSTRUCTIONS AND ULTRASOFT COMPOUND

f29 Copyf30 Copyf31 Copyf33 Copyf36 Copyf37 Copyf38 Copyf39 Copyf40 Copyf41 Copyf42 Copyf43 Copyf44 Copyf45 Copyf46 Copyf47 Copyf48 Copyf49 Copyf50 Copy The 2015 championship concludes at a venue that is very familiar to Pirelli: the spectacular Yas Marina circuit at Abu Dhabi, which has been used for testing and a pre-season launch by the Italian firm, including the world’s first wet-weather test run at night. Due to the smooth asphalt, the two softest tyres in the range will be brought: soft and supersoft, as used at the slowest track on the calendar in Monaco (and at four more grands prix). The Abu Dhabi Grand Prix is held from late afternoon into the evening. As a result, track temperatures tend to drop over the course of the race, meaning that the pattern of tyre behaviour is slightly different to normal: another complex variable for teams to factor into their strategy calculations.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “It’s incredible to think that the 2015 season is over already: it seems a lot less than a year since we were at Abu Dhabi for the final race of 2014. With the championships decided the teams can obviously push to the maximum and our tyre choice in Abu Dhabi provides them with an interesting challenge: while the surface is very smooth, the tyres are still pushed quite hard due to the track layout, so tyre management becomes an important part of the strategy, particularly under acceleration in the traction areas, where it is very easy to spin the wheels. This is the same nomination as last year, so we’d probably expect another two-stop race, but track temperatures can be quite variable as the sun goes down and this can clearly have an effect on the tyres and therefore strategy. Just two days after the chequered flag on the 2015 season, we already begin testing for 2016: there will be a dedicated Pirelli tyre test from 9am to 9pm on Tuesday 1 December, with all the teams running one car to test some 2016 constructions and the new ‘ultrasoft’ tyre, which will carry purple markings at next year’s races.”

The biggest challenges for the tyres:
The falling track and air temperatures over the course of the race (which does not start until 5pm) means that the track tends to get faster as the grand prix goes on, a phenomenon that is accentuated by falling fuel loads.

Just like the previous round at Interlagos, the track runs in an anti-clockwise direction at Abu Dhabi: a relatively unusual feature, which can sometimes cause physical problems for the drivers.

The first part of the circuit effectively consists of a series of non-stop bends, which heats up the tyre compound. The compound then gets a chance to cool down on the long straight, with the cars on full throttle for around 15 seconds, with the equivalent of around 800 kilograms of downforce. 

Last year’s strategy and how the race was won: A two-stopper was the winning strategy for Lewis Hamilton last year. He started the 55-lap race on the supersoft, before changing to the soft on laps 10 and 31. Then 24 laps later, he became 2014 world champion!

Expected performance gap between the two compounds: 1.0-1.2 seconds per lap.

The Pirelli team choose their race numbers: #17, Ilaria Parolari, PA to Paul Hembery
“Definitely 17: since always. Some people say it brings bad luck, but for me that’s not true.”

Who we’re following on Twitter this week: @TheVijayMallya. With a remarkable 4.48 million followers, Force India’s team principal is more popular on Twitter than @LewisHamilton (3.06M) and the official @F1 channel (1.68M). We thought we would follow him too to see what it’s all about!

The tyre choices so far this year:

P Zero Red P Zero Yellow P Zero White P Zero Orange
Australia Soft Medium
Malaysia Medium Hard
China Soft Medium
Bahrain Soft Medium
Spain Medium Hard
Monaco Supersoft Soft
Canada Supersoft Soft
Austria Supersoft Soft
Britain Medium Hard
Hungary Soft Medium
Belgium Soft Medium
Italy Soft Medium
Singapore Supersoft Soft
Japan Medium Hard
Russia Supersoft Soft
USA Soft Medium
Mexico Soft Medium
Brazil Soft Medium
Abu Dhabi Supersoft Soft

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SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

FORMULA 1

 

RED BULL já tem motores para 2016. Carlos Gosh, o homem forte da Renault-Nissan, aceitou continuar a ceder as unidades da Renault à equipa de Milton Keynes, mas o contracto é draconiano. Para começar, a Red Bull pagará mais 50 por cento, elevando-se a factura aos 30 milhões de euros. Depois, há fortes penalizações para possível quebra do mesmo. Mais ainda, a Red Bull e os seus funcionários vão estar proibidos de fazer quaisquer críticas ao motor, o que não é fácil, pois segundo contas de outros construtores, a última versão do Renault perdeu 20 cavalos... 
Por fim, e mais importante, a marca do propulsor não será Renault, tudo indica que passará a chamar-se Infiniti, como tinha previsto há uns meses. 
Ou seja, o que está a dar é a irreversibilidade das decisões...

 

O HUMOR NA FÓRMULA 1

O HUMOR NA FÓRMULA 1

 

A equipa da McLaren foi a visada....

 

 

O FUTURISMO DA MCLAREN

O FUTURISMO DA MCLAREN

 

A braços com inumeros problemas no seu monolugar deste ano no Mundial de Fórmula 1, a McLaren já pensa no futuro, conforme as imagens anexas

 

 

McLAREN MP6/P... Fórmula 1, versão 2056, diz o criador.1 Copy2 Copy3 Copy4 Copy5 Copy

 

TAG HEUER ABANDONA MC LAREN EM DETRIMENTO DA RED BULL NA F1

TAG HEUER ABANDONA MCLAREN

 

Talvez motivado pela crónica falta de resultados, a Tag Heuer, depois de mais de duas dezenas de anos de parceria, para 2016, irá dar o seu apoio à Red Bull em detrimento da equipa liderada por Ron Dennis.

 

 

AS BRINCADEIRAS DE ALONSO E BUTTON NO G.P. DO BRASIL

AS BRINCADEIRAS DE ALONSO E BUTTON NO G.P.BRASIL

 

Pouco mais que tomar banhos de sol a McLaren foi fazer ao Brasil... Interessante é ver como os pilotos já gozam com a situação... O Ron Dennis é que não deve achar muita piada, e o  Boullier deve estar com uma cabeça....Fernando Alonso teve problemas nos treinos com o seu McLaren, e enquanto não o vieram buscar, aproveitou para tomar uns banhos de sol brasileiros-Depois no final dos treinos, tanto Fernando Alonso com Jenson Button, resolveram subir ao pódio e festejar algo, que não festejam a um largo numero de Grandes Prémios.

 

RECORDAR É VIVER

RECORDAR É VIVER

 

O NASCIMENTO DA EQUIPA DE F1 DA COPERSUCAR

 

 

A foto tem 40 anos. E faz parte da história do país que este fim-de-semana recebeu uma vez mais  a F1. 

 

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

NÃO SE CONSEGUE ultrapassar na F1? Não mesmo? Basta ter 18 anos, carradas de "T factor" e ainda mais vontade de se divertir, tudo isto aliado a uma combatividade sem par...

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 Brazilian Grand Prix – Race

NICO ROSBERG WINS THE PENULTIMATE GP OF THE SEASON
WITH A THREE-STOP STRATEGY FROM POLE

WIDE VARIETY OF STRATEGY OPTIONS AT WORK THROUGHOUT THE FIELD,
WITH A MIXTURE OF TWO AND THREE STOPS

TYRE WEAR AND DEGRADATION DROPS DURING THE RACE
AS TEMPERATURES GET LOWER

 Mercedes driver Nico Rosberg won the Brazilian Grand Prix with a three-stop strategy, running one stint on the P Zero Yellow soft tyre followed by three remaining stints on the P Zero White medium tyre.

Rosberg was able to hold off his team mate Lewis Hamilton – on a similar strategy – from start to finish, maintaining his advantage from lights to flag without losing the effective lead of the race. Track temperatures remained warm, albeit cooler than the 50 degrees seen during qualifying, while the threatened rain did not occur. The track temperature progressively dropped however throughout the race, ending up at 35 degrees, which reduced wear and degradation in the later stages.

The top three all used a three-stop strategy, but there was a wide variety of tactics at work behind them. The highest-placed two-stopper by the end of the race was Ferrari’s Kimi Raikkonen, who used the strategy to gain fourth by the end of the grand prix, finishing just off the podium behind his Ferrari team mate Sebastian Vettel.

All the drivers started on the soft tyre with the exception of Toro Rosso’s Carlos Sainz and Lotus driver Pastor Maldonado. The Venezuelan completed a long opening stint on his medium tyres, while Force India’s Nico Hulkenberg completed an even longer closing stint with the same compound – underlining the variety of strategic thinking in the closely fought race. Red Bull’s Daniel Ricciardo also adopted an alternative strategy to climb seven places from his grid position, switching from soft to medium on lap two.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “With weather conditions warm but uncertain, strategy was always going to be a key element of the Brazilian Grand Prix. Rosberg’s considered approach to tyre management over the course of the whole weekend once again proved to be a key element of his victory, which was very well deserved. However, there were a number of drivers operating a two-stop race. We saw some long stints on the medium compound that helped drivers gain track position.”

Fastest times of the day by compound:

 Medium  Soft Intermediate Wet
First  Ham 1m14.832s  Vet 1m15.614s 0 0
Second  Ros 1m14.957s  Gro 1m15.739s 0 0
Third  Vet 1m15.046s  Eri 1m15.789s 0 0

Longest stint of the race:

Medium  Hulkenberg (35 laps)
Soft  Alonso         (20 laps)
 Button

Truth-O-Meter

We predicted that the most likely fastest strategy for the 71 laps of Brazil was a two-stopper, starting on the soft and then changing to the medium on laps 17 and 44. Rosberg (and Hamilton) went for a soft-medium-medium-medium three-stop strategy, stopping on laps 14, 34 and 49. Hamilton’s identical strategy meant that he stopped one lap later than his team-mate on each occasion.

The full pit stop summary is available in the attached pdf document.

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 Brazilian Grand Prix – Qualifying

NICO ROSBERG SEALS POLE POSITION AT INTERLAGOS ON P ZERO YELLOW
SOFT TYRE, TO EXTEND HIS POLE RUN

BETWEEN TWO AND THREE PIT STOPS EXPECTED: MEDIUM TYRE EXPECTED
TO BE MAIN RACE TYRE

TYRE WEAR AND DEGRADATION REMAINS WITHIN EXPECTATIONS
ON CHALLENGING INTERLAGOS CIRCUIT

 Mercedes driver Nico Rosberg has set pole for the Brazilian Grand Prix using the Pirelli P Zero Yellow soft tyre, nominated together with the P Zero White medium this weekend. With just over a second separating the two compounds, a number of different strategies are possible for the race tomorrow.
Many competitors are expected to stop twice, but a three-stopper is also very possible. With only a small percentage probability of rain at the start of qualifying, the track remained dry throughout all three sessions. Dry weather should be the case for tomorrow’s race as well, with the short lap and heavy traffic around Interlagos making strategy all the more important when it comes to gaining track position.
Just a tenth of a second separated the two Mercedes drivers in this morning’s final free practice session and their battle continued throughout qualifying. All the drivers completed Q1 on the soft tyre (with all but two of them having run a set of mediums at the start of the session). Qualifying then continued using only the soft compound, as the drivers prioritised saving the more durable medium for the race. Lewis Hamilton (Mercedes) and Romain Grosjean (Lotus) did not use any medium tyres during the qualifying session at all.
Lap times were generally slower than they had been in the equivalent sessions last year, mostly due to the new kerbs at Interlagos, which are much higher than they used to be and do not allow the drivers to go over them.
Track temperatures peaked at 50 degrees centigrade for the all-important top 10 shoot out: the hottest seen all weekend. Most drivers completed two runs in Q3, using a set of fresh soft tyres for the final run that decided pole – which went to Rosberg for the fifth consecutive time.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “Although Interlagos takes a lot out of the tyres, which is why we’re expecting two or three stops tomorrow, the wear and degradation levels are where we would expect them to be at during this stage of the weekend. The biggest factor in the lap time has appeared to be the new layout with the kerbs, which the drivers have had to get used to since they experienced them for the first time yesterday. Track temperatures have been warm, but still nothing like the very hot conditions we found last year in qualifying. With quite a clear performance gap between the two compounds and dry weather, we’re set for a few different strategy options tomorrow, which the teams will be calculating carefully tonight.”
The Pirelli strategy predictor:
With wear and degradation levels lower than one year ago on this circuit, two different two-stop strategies are theoretically the quickest options for the 71-lap race tomorrow, although a three-stop is possible as well, depending on factors such as traffic and track position. A three-stopper would be: start on the soft tyre and then change to soft again on laps 15 and 30, before moving to mediums on lap 46 to the end. The two quickest two-stoppers are: start on soft, change to medium on lap 17, medium again on lap 44. Alternatively: start on medium, change to soft on lap 27 and then medium on lap 44. The time difference between these three strategies is minimal.

Fastest compounds in FP3:
1 Hamilton  1m12.070s  Soft new
2 Rosberg  1m12.193s  Soft new
3 Vettel   1m12.760s  Soft new
Top 10 tyre use:
Rosberg  1m11.282s  Soft new
Hamilton  1m11.360s  Soft new
Vettel   1m11.804s  Soft new
Bottas   1m12.085s  Soft new
Raikkonen   1m12.144s  Soft new
Hulkemberg   1m12.265s  Soft new
Kvyat   1m12.322s  Soft new
Massa   1m12.415s  Soft new
Ricciardo   1m12.417s  Soft new
Verstappen   1m12.739s  Soft new

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 Brazilian Grand Prix – Race – Infographics

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TUDO NA MESMA NA F1 - MERCEDES VENCE DE NOVO

 

Nico Rosberg conquistou a sua segunda vitória consecutiva este ano no Grande Prémio do Brasil;

·         Esta foi a sua 13ª vitória e a 40ª vez que subiu ao pódio na sua carreira de F1;

·         Lewis Hamilton não deu tréguas ao seu colega de equipa tendo terminado na segunda posição, alcançando mesmo assim a volta mais rápido do circuito, a sétima esta época;

·         A equipa dos Silver Arrows terminou assim em 2015 por 11 vezes no pódio, igualando a marca de 2014, e ainda com uma corrida por concretizar;

·         Com este resultado, Nico Rosberg confirmou a segunda posição no mundial de pilotos, mantendo uma vantagem para o terceiro classificado de 31 pontos.18F1GP-Brasil2015HZ7002 Copy19 Copy

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI TYRE TEST AT ABU DHABI

f10 Copyf11 Copyf12 Copyf14 Copyf16 Copyf17 Copyf18 Copyf19 Copyf20 Copyf21 Copyf22 Copyf23 Copyf26 Copyf27 CopyFollowing an agreement ratified by the FIA World Council, Pirelli will hold a tyre test in Abu Dhabi on Tuesday 1 December, after the final grand prix of the 2015 season.

Pirelli requested the Abu Dhabi session in order to develop a new construction for the 2016 slick tyres as well as to test the new Ultrasoft compound, which will form part of the P Zero F1 range next year.

The one-day test will take place from 9am-9pm continuously.

All teams will attend the test, running one car each, and they will not be allowed to try new parts nor alter the cars in any way during the test.

Pirelli will define the test programme for each car. The tyres used during this test will not be considered as part of the testing allocation for 2015 and will not show any branding or colour markings to indicate which tyre set is fitted to each car.

A very full testing program is planned due to the limited amount of time available. The full results will not be available until some days after the test is concluded, as all the data from the teams is collected and analysed.

For all these reasons Pirelli and the teams have with regret taken the joint decision to keep the test closed to the media. Pirelli will, however, be releasing a full press release at the end of the test. 

 

A IMAGEM DO ANO DA F 1

A IMAGEM do ano na F1.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 Brazilian Grand Prix – Practice Sessions

MERCEDES GOES FASTEST IN BOTH FREE PRACTICE SESSIONS,
USING MEDIUM TYRES IN THE MORNING AND SOFT TYRES IN THE AFTERNOON

CONDITIONS STAY DRY IN INTERLAGOS SESSIONS DESPITE SOME RAIN
IN THE AFTERNOON

NORMAL LEVELS OF TYRE WEAR AND DEGRADATION SO FAR,
ON A CIRCUIT WHICH IS SLOWER THAN LAST YEAR

 Mercedes drivers went first and second in both free practice sessions at Interlagos, with Lewis Hamilton using the P Zero White medium tyre to go quickest in the morning and Nico Rosberg setting fastest time of the day on the P Zero Yellow soft tyre in the afternoon.

Today was the first opportunity that the teams had to assess tyre wear and degradation on each compound heading into the Brazilian Grand Prix weekend: traditionally a key factor, due to the constant cornering during a short but frenetic and bumpy lap.

As is often the case at Sao Paulo, the weather conditions were inconsistent, with warm track temperatures in the morning but light rain at lunchtime, which dried up before the start of FP2.

The drivers used the morning FP1 session to reacclimatise to the track and determine the behaviour of the medium tyre, in ambient temperatures close to 30 degrees centigrade. In the afternoon, both the medium and soft tyres were used during FP2: complete with some long runs to assess wear and degradation on each compound with different fuel loads. With a high risk of rain returning, the teams were all straight out on track in FP2, aiming to maximise the opportunity of collecting useful data.

The session times were slower than their equivalents in 2014, due to a dirty surface and some damaged kerbs to last year, which meant that the drivers modified their lines in order to avoid them.

Paul Hembery, Pirelli Motorsport Director: “Friday’s two free practice sessions followed the established pattern of running, although the threat of rain – which never really materialised – perhaps added a certain pressure on teams to gather as much information as quickly as possible. We’ve certainly got plenty of data to analyse now, and while wear and degradation is typically high in Brazil, we are not noticing anything out of the ordinary from a tyre perspective so far. The track is still evolving so tomorrow’s comparative data will be interesting too, but we should be in for a busy race with plenty of strategies and pit stops. As always, the unknown factor seems to be the weather.”

FP1: FP2:
1.Hamilton  1m13.543s  Medium new 1.Rosberg  1m12.385s  Soft new
2.Rosberg  1m14.062s  Medium used 2.Hamilton  1m12.843s  Soft new
3.Vettel   1m14.168s  Medium used 3.Vettel  1m13.345s  Soft new

Tyre statistics of the day:

 Medium  Soft  Intermediate   Wet
kms driven *  4454  1353  0  0
sets used overall **  60  19  0  0
highest number of laps **  34  24  0  0

* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
** Per compound, all drivers combined.

Pirelli fact of the day:

Brazil is one of Pirelli’s oldest markets outside of Italy, having first been established in the country in 1929. As a result, it forms a huge part of Brazilian everyday culture, selling everything from tyres for trucks to tyres for bicycles. One of the most recent social projects that Pirelli backed in Brazil was the restoration of the iconic ‘Christ the Redeemer’ statue in Rio de Janeiro last year. Completed in 1931, the reinforced concrete statue is 38 metres tall, but suffered with damage from weather: especially lightning strikes.

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SAM BIRD VENCEU NA FÓRMULA E

 

SAM BIRD CONQUISTOU NA MALÁSIA O PRIMEIRO PÓDIO PARA A DS VIRGIN

 

Autor de uma soberba recuperação no circuito de Putrajaya, Sam Bird conformou todos os prognósticos ao alcançar o primeiro pódio da temporada 2015-16 para a equipa DS Virgin Racing. Depois de uns bons treinos livres, as qualificações de Sam Bird viram-se comprometidas por um toque na curva nº 3 do circuito malaio. Ocupando o 14º lugar na grelha de partida, os elementos pareciam jogar contra o piloto britânico de 28 anos, mas no final de uma corrida excelente, ele obteve o 2º lugar, logo atrás do vencedor, Lucas di Grassi. Esta jornada foi frustrante para o seu colega de equipa, o francês Jean-Éric Vergne, que se viu obrigado a abandonar logo na primeira curva, após um acidente com Nick Heidfeld e Jacques Villeneuve. A meio da corrida, Sam Bird efectuou a sua troca de monolugar incluído no segundo grupo de pilotos. Ficou, então, numa boa posição, pois regressou à pista no 9º lugar. Depois de todas as paragens nas boxes, a condução cautelosa de Sam Bird, bem como uma gestão eficaz da bateria, permitiu-lhe progredir na hierarquia da prova. Comprovando a mesma maestria que lhe permitiu impor-se nesta pista no ano passado, Bird aumentou ainda mais o ritmo, a três voltas da bandeira de xadrez. Aproveitando-se da luta que opunha Loïc Duval a Robin Frijns, o britânico encontrou a trajectória ideal para passar ambos os adversários, ascendendo ao pódio e depois, aproveitando a quebra de suspensão na última volta do monolugar de Jérôme d’Ambrosio, Bird apossou-se do 2º lugar final. Acumulando 24 pontos, após ter pontuado nas duas primeiras provas da temporada, o piloto da DS Virgin Racing ocupa, agora, o 3º lugar do Campeonato de Pilotos. Um resultado que ainda teve mais valor dado que um dos sistemas de recarga do monolugar de Sam Bird se avariou a menos de uma hora da partida da prova, obrigando a que equipa DS Virgin Racing tivesse, por isso, que reconstruir com enorme urgência toda a secção traseira do seu monolugar. «Quero dedicar este resultado a toda a equipa DS Virgin Racing! Todos trabalharam muito para reparar o problema que surgiu mesmo antes da partida,» declarou Sam Bird à chegada. «Estavam debaixo de uma imensa pressão, já para não falar das terríveis condições de trabalho, com o forte calor e tanta humidade sentidos! Sabemos que precisamos de andar depressa para progredir no campeonato, mas também sabemos que é preciso estar sempre no final. Foi isso que aqui fizemos hoje!» Por sua vez, Jean-Éric Vergne referiu: «Foi extremamente frustrante ver a minha corrida terminar tão depressa. Ainda não sei bem o que se passou, mas fiquei sem ter sítio para onde ir logo na primeira curva. Por outro lado, sinto-me muito contente pelo Sam e pela equipa. Foi um verdadeiro esforço colectivo!» «Estamos orgulhosos por termos conquistado um novo pódio, aqui em Putrajaya, depois de ter ganho com o Sam no ano passado,» acrescentou Alex Tai, Director de Equipa da DS Virgin Racing. «Associada à fiabilidade da cadeia de transmissão da DS, a sua tenacidade permitiu-nos obter um grande resultado. Quero também saudar os esforços de toda a equipa, que não se poupou a esforços para substituir dois componentes da viatura mesmo antes da partida.» O Campeonato FIA de Fórmula E toma agora a direcção do Uruguai, sendo que o próximo ePrix terá lugar em Punta del Este, a 19 de Dezembro.

 

Putrajaya2015-DSVirgin-0921 CopyPutrajaya2015-DSVirgin-7D2 6205_CopyPutrajaya2015-DSVirgin-1592 CopyCAMPEONATO FIA DE FÓRMULA E 2015- CAMPEONATO FIA DE FÓRMULA E 2015-16-PILOTOS PILOTOS PILOTOS Pos Nº Piloto Equipa Pontos 1 11 Lucas DI GRASSI ABT Schaeffler Audi Sport 43 2 9 Sébastien BUEMI Renault e.Dams 35 3 2 SAM BIRD DS VIRGIN RACING FORMULA E TEAM 24 4 Nick HEIDFELD Mahindra Racing Formula E Team 17 5 27 Robin FRIJNS Andretti Formula E Race Team 16 ... 17 25 Jean-Éric VERGNE DS Virgin Racing Formula E Team 0 ... CAMPEONATO FIA DE FÓRMULA E 2015- CAMPEONATO FIA DE FÓRMULA E 2015-16-EQUIPAS EQUIPAS EQUIPAS Pos Equipa Pontos 1 ABT Schaeffler Audi Sport 49 2 Renault e.Dams 36 3 Mahindra Racing Formula E Team 27 4 DS VIRGIN RACING FORMULA E TEAM 24 5 Dragon Racing 22

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Brazilian Grand Prix Preview: Sao Paulo, November 12-15, 2015

MEDIUM AND SOFT COMPOUNDS FOR ONE OF THE SHORTEST LAPS
OF THE YEAR, RUN ANTICLOCKWISE

NEW ASPHALT HAS MADE A DIFFERENCE TO TYRE WEAR AND DEGRADATION

ALL TYPES OF WEATHER POSSIBLE: FROM THE RECORD TEMPERATURES
OF LAST YEAR TO TORRENTIAL RAIN

 The P Zero White medium and P Zero Yellow soft compound have been nominated for this year’s Brazilian Grand Prix: the most popular combination of the season, which has been selected for the ninth and final time in 2015.
Brazil is one of the shortest but most intense laps of the year, with the circuit running in an anti-clockwise direction, which is quite unusual in Formula One. There is plenty of work for both the tyres and the drivers – as the Interlagos track requires a high degree of physical effort – and the situation is often made more complex by variable weather conditions. Last year, the hottest track temperatures recorded all season were in Brazil, but the race has also been affected by heavy rain in the past. If it remains dry, Interlagos is ideal territory for the versatile medium and soft slick compounds.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “Interlagos is one of those historic venues that has helped to shape the history of Formula One, so it’s a pleasure to come here and experience once more the unique atmosphere and passion from the local fans, at the end of what is our first American triple header in Formula One, with races in the United States, Mexico and now Brazil. South America and Brazil in particular is one of Pirelli’s biggest global markets, so this is a particularly important race for us, as we are so widely represented here. The changes to the asphalt at Interlagos last year altered the pattern of tyre behaviour, so it will be interesting to see how that affects tyre usage this year. Traditionally, Interlagos is quite a high-energy circuit for tyres, so we would expect to see two or three pit stops for the majority of competitors. As always though, we will only have an accurate picture of the real situation after the opening free practice sessions on Friday.”

The biggest challenges for the tyres:
The re-asphalting of the circuit last year changed the abrasion levels of the surface, and it is also possible that there will be some additional patches of new asphalt again this year. Other improvements to the circuit this year include a new pit complex.

The circuit is rear-limited, with the right-rear tyre being the most stressed due to the anti-clockwise layout – which is also the case at the next and final venue on the calendar, in Abu Dhabi.

Tyres are often subjected to combined forces at Interlagos: in other words lateral and longitudinal demands at the same time. This raises the temperature of the compound. Downforce levels are generally high, with aerodynamic and mechanical grip requirements roughly in equal proportion.

Last year’s strategy and how the race was won: There was heatwave last year, so this was not entirely typical of what we would expect to see this time. In 2014, Nico Rosberg won the race for Mercedes using a three-stop strategy. He started on the soft tyre and then changed to the medium on laps seven, 26 and 50. The highest-placed two-stopper, Kimi Raikkonen, finished seventh.

Expected performance gap between the two compounds: 0.9 seconds per lap.

The Pirelli team choose their race numbers: #77, Didem Portakal, logistics manager
“There’s a very simple reason behind this: 77 is the year of my birth, so it’s an obvious choice really.”

Who we’re following on Twitter this week: @HaasF1Team. They’ve got drivers, they’ve got a car and they’ve even got an engine. Haas is going to be the most intriguing arrival into Formula One for quite a while, and their Twitter account is the place to find out exactly how it’s all going to happen.

The tyre choices so far this year:

P Zero Red P Zero Yellow P Zero White P Zero Orange
Australia Soft Medium
Malaysia Medium Hard
China Soft Medium
Bahrain Soft Medium
Spain Medium Hard
Monaco Supersoft Soft
Canada Supersoft Soft
Austria Supersoft Soft
Britain Medium Hard
Hungary Soft Medium
Belgium Soft Medium
Italy Soft Medium
Singapore Supersoft Soft
Japan Medium Hard
Russia Supersoft Soft
USA Soft Medium
Mexico Soft Medium
Brazil Soft Medium

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DI GRASSI VENCE NA FÓRMULA E

 

Lucas Di Grassi vence na Malásia e é líder da Fórmula E

Foi a segunda vitória da carreira do piloto brasileiro na categoria dos carros elétricos. Piloto da ABT Schaeffler Audi Sport soube poupar o carro no calorão malaio e, mais uma vez, sobressaiu

O início da campanha de Lucas di Grassi na temporada 2015-2016 da Fórmula E é bastante semelhante ao que o brasileiro desempenhou na primeira temporada da história da categoria: quando em 2014 o piloto da ABT Schaeffler Audi Sport venceu na abertura em Pequim e foi segundo em Putrajaya na Malásia, o paulistano de 31 anos só inverteu os resultados na atual disputa. Foi segundo na China e venceu, na madrugada deste sábado (7), o e-Prix de Putrajaya, segunda etapa do campeonato. E é o novo líder da temporada.

"Estou muito, muito feliz. A corrida de hoje foi o melhor exemplo de que na Fórmula E o principal não é a velocidade pura, mas também um trabalho perfeito da equipe, estratégia ideal e gerenciamento tanto de energia como de temperatura", comemorou.

Sabendo da dificuldade de vencer os carros da Renault e.Dams, mais rápidos, Di Grassi teria que abusar na estratégia e no gerenciamento de seu equipamento. Foi o que ele fez. No calorão úmido de 40 graus da cidade malaia, vários competidores tiveram problemas de temperatura nas baterias de seus carros - entre eles, os dois Renault e-Dams, de Nicolas Prost e do então líder Sébastien Buemi.

"Dava para perceber o quanto estavam difíceis as condições com a quantidade de areia que se acumulou nos meus olhos e no meu carro. Foi uma corrida extremamente dura, determinada pela temperatura das baterias. Felizmente conseguimos gerenciar esta questão melhor do que os outros, e fizemos um trabalho fantástico. A equipe foi perfeita com a estratégia, conseguimos a vitória e agora estamos na liderança do campeonato", disse.

Largando da sexta posição, Lucas foi superando seus adversários até assumir a ponta pouco depois da rodada de pit stops ao ultrapassar o Aguri do português Antonio Félix da Costa e o Renault de Prost, que sofria com a temperatura da bateria com seu carro entrando em modo de segurança. Loïc Duval, parceiro de Lucas na condução do Audi R18 e-tron quattro no Campeonato Mundial de Endurance (FIA WEC), começou a se aproximar do brasileiro, mas com um toque no muro não representou mais uma ameaça e Di Grassi cruzou a linha de chegada com quase 14 segundos de vantagem para Sam Bird, da DS Virgin, o segundo colocado - uma inversão do resultado da mesma prova no ano passado.

"Fizemos tudo certo, o que merece uma boa festa. No entanto, não vamos descansar sobre os louros desta vitória: estamos indo na direção certa, mas queremos ser ainda melhores para nos manter brigando na frente", destacou Lucas, que agora lidera a disputa com 43 pontos, contra 35 de Buemi, que apesar do abandono deste sábado, fez a pole position e ainda conseguiu marcar a volta mais rápida, garantindo mais três pontos.

"Foi uma corrida muito difícil, em que a temperatura foi o fator principal. Foi um jogo de xadrez a 200 por hora, talvez a mais difícil em termos de estratégia por causa do gerenciamento de potência, de energia, de temperatura e de recuperação. Estou feliz com o resultado, liderando o campeonato. É muito importante neste estágio inicial se aproveitar de erros e problemas de adversários. O carro tem potência e confiabilidade, mas a briga vai ser dura com a Renault e vamos fazer o possível para melhorar e continuar na luta", encerrou.

Agora, a Fórmula E faz um intervalo de um mês e meio para a longa viagem da Ásia à América do Sul para a terceira etapa da temporada, no e-Prix de Punta del Este, no Uruguai, no dia 19 de dezembro.

Lucas di Grassi é patrocinado em sua campanha na Fórmula E por Eurobike, TAG Heuer, Qualcomm, e KNM.

Resultado do e-Prix de Putrajaya
Top-10
1-) LUCAS DI GRASSI (BRA), ABT Schaeffler Audi Sport - 33 voltas em 50min17s449 (média de 100,8 km/h)
2-) Sam Bird (GBR), DS Virgin Racing - a 13s884
3-) Robin Frijns (HOL), Andretti - a 29s776
4-) Stéphane Sarrazin (FRA), Venturi - a 32s628
5-) Bruno Senna (BRA), Mahindra - a 34s404
6-) Antonio Félix da Costa (POR), Team Aguri - a 36s925
7-) Daniel Abt (ALE), ABT Schaeffler Audi Sport - a 37s283
8-) Nelson Piquet Jr (BRA), Nextev TCR China Racing - a 40s623
9-) Nick Heidfeld (ALE), Mahindra - a 52s904
10-) Nicolas Prost (FRA), Renault e.Dams - a 53s695

Classificação da Fórmula E após duas etapas:
1-) LUCAS DI GRASSI - 43 pontos;
2-) Sébastien Buemi - 35
3-) Sam Bird - 24
4-) Nick Heidfeld - 17
5-) Robin Frijns - 16
6-) Stéphane Sarrazin - 14
7-) Loïc Duval - 12
8-) Bruno Senna - 10
9-) Jérôme D’Ambrosio - 10
10-) Antonio Félix da Costa - 8

 

 

ABT Schaeffler Audi Sport
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Mais uma vez, no lugar mais alto do pódio
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ABT Schaeffler Audi Sport
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Lucas di Grassi vence o e-Prix de Putrajaya, na Malásia
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Brasileiro agora é o líder da temporada
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ABT Schaeffler Audi Sport
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Piloto da ABT Schaeffler Audi Sport largou em quinto
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ABT Schaeffler Audi Sport
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Soube administrar o equipamento e foi superando seus adversários
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ABT Schaeffler Audi Sport
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No final, Lucas cruzou a linha de chegada com boa margem para o segundo colocado
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Foi a segunda vitória de Di Grassi na Fórmula E
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ABT Schaeffler Audi Sport
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No pódio, muita comemoração e a liderança do campeonato
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O pódio da etapa, com Sam Bird em segundo e Robin Frijns em terceiro
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ABT Schaeffler Audi Sport
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Próxima etapa é o e-Prix de Punta del Este, no Uruguai, em 19 de dezembro
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ABT Schaeffler Audi Sport
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Lucas di Grassi é patrocinado por Eurobike, Qualcomm, TAG Heuer, e KNM
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FALTA DE SORTE PARA ANTÓNIO FELIX DA COSTA

FALTA DE SORTE PARA ANTÓNIO FELIX DA COSTA

 

Sentimento misto, por um lado melhorarmos a performance aqui na Malásia com o 4º tempo na qualificação, mas perder um 2º lugar desta forma (problema electrónico) a sete voltas do fim é inglório... Acabei em 6º, é frustrante mas vamos olhar para o lado positivo e trabalhar forte para a próxima da FIA Formula E em Punta del Este!

 

NOVA SIMBOLOGIA

NOVA SIMBOLOGIA PARA A ANTIGA FÓRMULA RENAULT

 

O logo da nova Fórmula 3.5 V8.

 

ASTON MARTIN NA F 1?

ASTON MARTIN NA F 1 ???

 

Nos bastidores do circo da Fórmula 1 fala-se com uma certa insistência na vinda da Aston Martin, tomando o lugar da Force India.O rumor tal proporções (nada foi ainda confirmado oficialmente), que já surgem sugestões de decoração para o monolugar de 2016.A1 CopyA2 CopyA3 Copy

 

A F 1 NO MEXICO

A Fórmula 1 pelos vistos fez as pazes com o público no regresso à Cidade do México. E desta feita o truque foi imitar o ambiente do... Futebol.

 

HYPE ENERGY

 

Hype Energy announces winners of the Abu Dhabi Grand Prix Competition

 

 

 

On 2nd November, 2015, Hype Energy were thrilled to announce the winners of their Abu Dhabi Grand Prix Competition. For the past 3 months, Hype Energy fans were busy on social media as they entered the contest for a chance to win anall-inclusive trip to Abu Dhabi for two!

 

Hype would like to congratulate Prathik Khanna Neeraj and Jonathan Francis Wilde on winning the coveted prize, a once in a lifetime Sahara Force India experience at the Abu Dhabi Grand Prix. The winners will get to meet the team drivers Nico Hulkenberg and Sergio Perez during the Grand Prix Finale weekend. The winners will be busy and energised as they get a front-row view of the Grand Prix and will get to meet the Hype Energy team!

 

The contest, which began on July 16th, invited Hype Energy fans to enter on Twitter and Facebook. Fans were encouraged to follow or like Hype Energy’s social media pages and tag the friend they’d like to bring along while using Hype’s signature hashtag, #iHYPEhere.

 

Over 20,000 people entered and over 2 million people were reached as we promoted the competition on our social channels. The competition was open globally and we saw entrants from every continent.

 

Hype Energy is an official partner of the Formula One™ Sahara Force India 2015 team. The Hype Energy brand and ethos integrates seamlessly into the F1™ lifestyle and atmosphere. 

 

Hype Energy launched in 1994 as one of the first energy drinks brands in the market. It is now led by CEO, Bertrand Gachot, a former Formula One™ racing driver and 24 Hour Le Mans winner.

 

Hype Energy would like to thank everyone who entered and congratulate again the lucky winners! Keep your eyes peeled for what’s next with Hype Energy and Sahara Force India.

 

SUSIE WOLF TERMINA CARREIRA

SUSIE WOLF TERMINA CARREIRA

 

 

HA LLEGADO EL MOMENTO DE QUITARSE EL CASCO

Casi todo en la vida se reduce a la elección del momento oportuno, especialmente en mi mundo. Para mí, ha llegado el momento de quitarme el casco y descansar.

La Carrera de Campeones será mi despedida. A los 8 años ya conducía karts por una pista de la costa oeste de Escocia, por lo que considero un gran honor poder representar a mi país en una carrera que me permitirá competir con algunos de los más grandes pilotos del mundo.

Ha sido un viaje increíble con muchos momentos de gloria y también de sufrimiento. Me considero una persona privilegiada, pues he conseguido convertir mi gran pasión en mi profesión.

He tenido la suerte de ser educada por unos padres brillantes que nunca me hicieron sentir que los deportes de motor eran solo para niños y que estaba desviándome del camino preestablecido por mi género. Siempre me hicieron creer que podía conseguir lo que quisiera si me esforzaba lo suficiente y no desistía.

Con 13 años, mi sueño y objetivo principal pasó a ser la Fórmula 1. Qué cerca estuve de conseguirlo. Deseé y luché arduamente para conseguir estar en la parrilla de salida pero, teniendo en cuenta este comienzo de año y la situación actual de la F1, me temo que no va a ser posible.

Mi instinto me dice que ha llegado el momento de pasar página. Es el momento de explorar, encontrar nuevos desafíos y obligarme a conocer nuevos entornos. Para todos los deportistas es difícil saber dónde poner el límite, pero en mi caso considero que este viaje a llegado a su fin.

En retrospectiva, hay algunos momentos clave que siempre destacarán. La final del Campeonato Mundial de Karting, mi primer podio en la Fórmula Renault y ser finalista al premio BRDC al Piloto joven del año; pero por lo que más me siento agradecida es por mi gran debut con Mercedez Benz en el Campeonato Alemán de Turismos.

Era mi gran oportunidad. La aproveché y acepté el desafío. No solo fueron unos excelentes 7 años, también me brindó la oportunidad de conocer a un hombre que creía en mis  
sueños, que siempre me ha animado a dar lo mejor de mí y que sigue inspirándome todos los días. Un hombre con el que tengo la suerte de haberme casado.


Mi progreso en el mundo de la Fórmula 1 representa mucho más que a un piloto de carreras que simplemente intenta alcanzar la cumbre de su deporte. También representaba una posibilidad, la esperanza de volver a ver a una mujer en la parrilla de salida. Aproveché la situación, me contagié de la energía de mis seguidores y trabajé duro. Estaban quienes deseaban que tuviese éxito. También quienes no.


Solo puedo decir que lo dí todo. ¿Considero que la F1 está preparada para acoger a una buena piloto de carreras que pueda competir a los más altos niveles? Sí. ¿Creo que es posible para una mujer? Por supuesto. ¿Lo veremos en poco tiempo? Lamentablemente, no. Hay dos baches cruciales, uno es que no hay muchas niñas que se inicien en el pilotaje de karts desde pequeñas y otro es que no tendrían ningún modelo a seguir. A veces, se necesita ver para creer.

 

 

Quiero llamar la atención sobre estos dos baches. Me gustaría ayudar a la siguiente generación con un pequeño legado. Con la ayuda de la MSA (Asociación británica de Deportes de Motor), vamos a lanzar una nueva iniciativa cuyo objetivo principal es celebrar los triunfos conseguidos por mujeres en los diferentes deportes de motor, tanto en competiciones como fuera, pero que al mismo tiempo nos permita transmitir a las siguientes generaciones la idea de que los deportes de motor son una opción. Me atreví a ser diferente y quiero servir de inspiración a otros para que hagan lo mismo.


Finalmente, decir que estoy entusiasmada por lo que me trae el futuro y, aunque estoy cerrando esta puerta, ya estoy impaciente por abrir la siguiente. ¡Siempre para adelante!

 

 

A OPINIÃO DE NIKI LAUDA SOBRE O GP.MÉXICO DE F 1

 

Niki Lauda sobre o sucesso popular do GP do México. Já agora, se fosse possível meter Portugal na lista...

Mercedes non-executive chairman Niki Lauda believes the returning Mexican Grand Prix set a new benchmark for Formula 1 events.
Despite attendances falling at a number of venues, the return of Mexico to the calendar for the first time in 23 years sparked crowds and scenes rarely seen in F1 in recent years.
More than 300,000 passionate fans attended Autodromo Hermanos Rodriguez over the three days, creating a carnival atmosphere the like of which three-time world champion Lauda claims he had never seen throughout his time in F1.
"It was the best I've ever seen in all my life - the best, honestly, what they have produced here; I've never seen so much of this," he said.
"The way they organised it, the way it happened, the whole crowd is going with it and that's it. Unbelievable.
"You could feel the crowd on the grid. Everything worked - the cars, the people, the drivers. It was a perfect interlink, and that's why the race was so successful."
The stadium section, in particular, proved highly memorable, with the circuit scything its way through a packed 30,000-seat amphitheatre.
As to the magic ingredient, Lauda said: "The magic is the Mexicans, the magic are the organisers who made this happen.
"The way they organised the spectator places, for me it was the best I've ever seen, and then the podium right in front of all the people.
"Formula 1 got back to where you could feel it and touch it, and I think this was the most important thing."
Asked as to his message to F1 supremo Bernie Ecclestone, Lauda replied: "Copy this race for all the others.
"Now [the promoters at other venues] have seen it anyway on television, how good it can be done."


As to whether F1 should return to other more traditional venues, Lauda said: "It all depends if the organisers in South Africa or Argentina are able to do a race like this. It was perfect."

 

EQUIPAS DE FÓRMULA 1 CONFIRMAM PILOTOS

EQUIPAS DE FÓRMULA 1 CONFIRMAM PILOTOS

 

A equipa de Fórmula 1 da Red Bull confirma Ricciardo e Kvyat para 2016. Se há pilotos, é porque há motor, logo carro, logo presença no campeonato em 2016, quando muito se falava que a equipa poderia abandonar.Um assunto a ser seguido de perto-

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

A PIRELLI TEST WILL BE HELD IN ABU DHABI AFTER THE GRAND PRIX
TO TRY OUT NEW TYRES FOR 2016

ULTRASOFT COMPOUND TO MAKE ITS TRACK DEBUT

ULTRASOFT WILL HAVE PURPLE MARKINGS NEXT YEAR,
AS CHOSEN BY THE SOCIAL MEDIA COMMUNITY

 Following an agreement ratified by the FIA World Council, Pirelli will hold a tyre test in Abu Dhabi after the final grand prix of the 2015 season.

The one-day test will take place on Tuesday 1 December from 9am-9pm continuously, dedicated to slick tyre development.

Teams have been asked to run preferably race or reserve drivers, and they will not be allowed to try new parts nor alter the cars during the test.

All of the teams involve will field one car each, but participation is voluntary.

Pirelli will define the test programme for each car. The tyres used during this test will not be considered as part of the testing allocation for 2015.

The Italian tyre firm requested the Abu Dhabi session in order to develop a new construction for the 2016 slick tyres as well as test the new Ultrasoft compound, which will form part of the P Zero Formula One range next year.

The Ultrasoft will be distinguished by purple markings on the sidewall. This colour was chosen by fans who were asked to vote for either purple or silver via Pirelli’s social media channels. Purple was a resounding winner, capturing 85% of the votes.

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DI GRASSI EVOLUI NA FÓRMULA E

 

Após pódio na estreia, Lucas di Grassi mira evolução

Fórmula E faz a segunda etapa da temporada nas ruas de Putrajaya, na Malásia

O circuito de 2.560 metros da cidade de Putrajaya, na Malásia, recebe a segunda etapa da temporada 2015-2016 da Fórmula E. Palco onde, ano passado, Lucas di Grassi fez uma de suas melhores corridas depois de ter largado da 18ª posição para cruzar a linha de chegada em segundo lugar. Na etapa de abertura do campeonato deste ano, em Pequim, o brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport começou bem, também em segundo, mas a uma distância razoável do vencedor Sébastien Buemi, da Renault e.Dams.

"Foi uma corrida com resultado bom, melhor possível, já que não conseguiríamos lutar pela vitória. Os carros da Renault estão muito rápidos, então para nós acabou sendo um ótimo resultado, começando com o pé direito. Pequim foi uma boa reestreia porque é sempre muito bom abrir a temporada com um pódio. Entretanto, não competimos na Fórmula E para chegar em segundo. Por isso a preparação da equipe começou já na manhã seguinte à corrida na China. Sabemos exatamente onde temos que trabalhar para reduzir a diferença para o time de fábrica da Renault", afirmou o piloto de 31 anos.

Na temporada em que a grande novidade é a construção própria pelas equipes dos conjuntos do chamado trem de força, composto por motor elétrico e transmissão, algumas equipes se destacaram mais que outras. Claras evoluções por parte de Renault e.Dams, Mahindra, Dragon e também da ABT Schaeffler Audi Sport, equipe defendida por Lucas di Grassi, foram notadas na primeira etapa.

"A gente conseguiu estar até cinco segundos mais rápidos por volta em comparação à última temporada. É uma evolução muito grande", destacou.

Por isso, a equipe ABT Schaeffler Audi Sport adiantou os preparativos para a segunda etapa trabalhando, principalmente, na análise dos dados de telemetria tanto do carro de Lucas di Grassi como de seu companheiro de equipe Daniel Abt. O brasileiro espera agora diminuir a diferença que separa seu carro dos de Sébastien Buemi e Nicolas Prost.

"Vai ser uma briga bem difícil para vencer este campeonato. Acho que até mais difícil que no ano passado, pelo fato de eles (Renault e.Dams) estarem na frente com o carro, mas vamos melhorar e tentar evoluir o máximo para que possamos lutar por vitórias já nesta corrida. Espero que exista uma redução desta diferença entre eles e nós já neste final de semana", diz Lucas.

O treino classificatório e a corrida serão mostrados ao vivo pelo Fox Sports na madrugada deste sábado (7) às 2h30 e 3h30, respectivamente. A largada acontece às quatro horas da madrugada, no horário de Brasília.

 

 

ABT Schaeffler Audi Sport
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Fórmula E faz neste sábado (7) a segunda etapa da temporada 2015-2016
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Corrida será nas ruas de Putrajaya, na Malásia
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Lucas di Grassi parte em busca de mais um resultado positivo em sua campanha
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ABT Schaeffler Audi Sport
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"O pódio foi o melhor resultado possível", disse
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FIA Fórmula E
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Começo com pódio foi positivo, mas Lucas quer brigar por vitórias
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ABT Schaeffler Audi Sport
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"Não competimos na Fórmula E para chegar em segundo", destaca
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ABT Schaeffler Audi Sport
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Brasileiro espera evolução da equipe para alcançar a principal concorrente
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DI GRASSI EVOLUI NA FÓRMULA E

 

Após pódio na estreia, Lucas di Grassi mira evolução

Fórmula E faz a segunda etapa da temporada nas ruas de Putrajaya, na Malásia

O circuito de 2.560 metros da cidade de Putrajaya, na Malásia, recebe a segunda etapa da temporada 2015-2016 da Fórmula E. Palco onde, ano passado, Lucas di Grassi fez uma de suas melhores corridas depois de ter largado da 18ª posição para cruzar a linha de chegada em segundo lugar. Na etapa de abertura do campeonato deste ano, em Pequim, o brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport começou bem, também em segundo, mas a uma distância razoável do vencedor Sébastien Buemi, da Renault e.Dams.

"Foi uma corrida com resultado bom, melhor possível, já que não conseguiríamos lutar pela vitória. Os carros da Renault estão muito rápidos, então para nós acabou sendo um ótimo resultado, começando com o pé direito. Pequim foi uma boa reestreia porque é sempre muito bom abrir a temporada com um pódio. Entretanto, não competimos na Fórmula E para chegar em segundo. Por isso a preparação da equipe começou já na manhã seguinte à corrida na China. Sabemos exatamente onde temos que trabalhar para reduzir a diferença para o time de fábrica da Renault", afirmou o piloto de 31 anos.

Na temporada em que a grande novidade é a construção própria pelas equipes dos conjuntos do chamado trem de força, composto por motor elétrico e transmissão, algumas equipes se destacaram mais que outras. Claras evoluções por parte de Renault e.Dams, Mahindra, Dragon e também da ABT Schaeffler Audi Sport, equipe defendida por Lucas di Grassi, foram notadas na primeira etapa.

"A gente conseguiu estar até cinco segundos mais rápidos por volta em comparação à última temporada. É uma evolução muito grande", destacou.

Por isso, a equipe ABT Schaeffler Audi Sport adiantou os preparativos para a segunda etapa trabalhando, principalmente, na análise dos dados de telemetria tanto do carro de Lucas di Grassi como de seu companheiro de equipe Daniel Abt. O brasileiro espera agora diminuir a diferença que separa seu carro dos de Sébastien Buemi e Nicolas Prost.

"Vai ser uma briga bem difícil para vencer este campeonato. Acho que até mais difícil que no ano passado, pelo fato de eles (Renault e.Dams) estarem na frente com o carro, mas vamos melhorar e tentar evoluir o máximo para que possamos lutar por vitórias já nesta corrida. Espero que exista uma redução desta diferença entre eles e nós já neste final de semana", diz Lucas.

O treino classificatório e a corrida serão mostrados ao vivo pelo Fox Sports na madrugada deste sábado (7) às 2h30 e 3h30, respectivamente. A largada acontece às quatro horas da madrugada, no horário de Brasília.

 

 

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Começo com pódio foi positivo, mas Lucas quer brigar por vitórias
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Brasileiro espera evolução da equipe para alcançar a principal concorrente
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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 Mexican Grand Prix – Race – infographics

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DS VIRGIN PRONTA PARA A MALÁSIA

 

DS VIRGIN RACING QUER IMPOR-SE DE NOVO NA MALASIA

 

O Campeonato FIA de Fórmula E volta à Malásia no próximo fim-de-semana, palco onde Sam Bird, piloto da DS Virgin Racing, espera reproduzir a soberba prestação que o levou a impor-se no Circuito de Putrajaya no ano passado. Tendo como colega de equipa Jean-Éric Vergne, piloto que vai descobrir o traçado malaio, Sam Bird irá tentar repetir o verdadeiro recital de condução que o transportou até àquele que foi o seu primeiro sucesso na Fórmula E da temporada passada. Figurando entre os locais mais emblemáticos do calendário, o circuito urbano de Putrajaya segue ao longo de Putrajaya Boulevard, tendo como pano de fundo o magnífico complexo Perdana Putra, que abriga os gabinetes do Primeiro-Ministro malaio. Sétimo classificado na primeira jornada da presente temporada, corrida em Pequim há duas semanas, o londrino contabiliza 6 pontos. Já o seu colega de equipa francês cruzou a linha de chegada fora dos lugares pontuáveis, em 12º lugar. «Há, seguramente, muito trabalho em perspectiva,» afirmou Bird na capital chinesa. «Mas não poderia querer melhor que Putrajaya como cenário para a próxima jornada. A Malásia foi, sem dúvida, um dos momentos fortes da nossa primeira temporada, tal como a minha vitória em Londres.» Também premiado com o FanBoost na China, Bird espera que a sua equipa possa beneficiar regularmente de um aumento de energia suplementar, através deste sistema de votação online, único no mundo do desporto automóvel. «Fiquei deliciado e também um pouco surpreendido por ter conseguido o FanBoost em Pequim! Apenas conseguimos isso uma única vez no ano passado, por isso espero que este ano eu e o Jean-Éric possamos aproveitá-lo um pouco mais esta temporada.» «Sentimo-nos encorajados pelo ritmo demonstrado em Pequim, nomeadamente com o nosso 12º lugar na Qualificação» confessou Jean-Éric Vergne, preparado para a sua estreia em Putrajaya. «Vamos poder aproveitar estes pontos positivos na Malásia e espero ajudar a equipa a alcançar o mesmo sucesso que obteve em 2014.» «Em Pequim, não conseguimos mostrar todo o nosso potencial» referiu Alex Tai, Director da equipa DS Virgin Racing. «Devemos, portanto, reter aquilo que aprendemos na China para sermos mais competitivos na Malásia. As nossas performances no ano passado, em Putrajaya, dão-nos uma motivação enorme. Espero poder ter a sensação do dever cumprido, na noite do próximo Sábado!» Os fãs podem, desde já, fazer as suas votações no FanBoost através da aplicação oficial, o portal de internet www.fiaformulae.com/fanboost ou ainda via Twitter e Instagram, graças ao hashtag #FanBoost, seguido de #SamBird ou #Jean-Eric Vergne. CAMPEONATO FIA CAMPEONATO FIA DE FÓRMULA DE FÓRMULA DE FÓRMULA E 2015/2016 PROGRAMA ( PROGRAMA (2ª prova ª prova ª prova, Putrajaya, Malásia , Putrajaya, Malásia , Putrajaya, Malásia) Sexta-feira, 6 de Novembro de 2015 , 6 de Novembro de 2015 , 6 de Novembro de 2015 15h00 - Shakedown 16h45 - Sorteio dos Grupos de Qualificação Sábado, 7 de Novmebro de 2015 Sábado, 7 de Novmebro de 2015 07h45 - Treinos Livres 10h00 - Qualificações Grupo 1 10h10 - Qualificações Grupo 2 10h20 - Qualificações Grupo 3 10h30 - Qualificações Grupo 4 10h45 - Super Pole 14h04 - Corrida CLASSIFICAÇÃO - CLASSIFICAÇÃO -Pilotos Pilotos Pilotos CLASSIFICAÇÃO –

 

CLASSIFICAÇÃO –Equipas Equipas Equipas Lugar Equip1 Pontos 1 Renault e.Dams 30 2 Dragon Racing 22 3 ABT Schaeffler Audi Sport 18 4 Mahindra Racing Formula E Team 15 5 NEXTEV TCR Formula E Team 8 6 DS VIRGIN RACING FORMULA E TEAM 6 7 Team Aguri 4 8 Venturi Formula E Team 2 9 Andretti Formula E Race Team 1 Para mais informações sobre o DS Virgin Racing Formula E Team, siga-nos no site:

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 Mexican Grand Prix – Race

 NICO ROSBERG WINS FROM POLE IN THE HIGHEST TEMPERATURES
SEEN ALL WEEKEND

 TWO STOPS FOR THE MAJORITY OF COMPETITORS
BUT STRATEGIES AFFECTED BY SAFETY CAR

 SPEEDS GET EVEN HIGHER AS TRACK EVOLVES: VETTEL CLOCKS 366 KPH

 Nico Rosberg has won the first Mexican Grand Prix in 23 years from pole, with a two-stop strategy. Using a soft-medium-medium strategy, he beat his team mate Lewis Hamilton to secure a 10th one-two of the season for Mercedes and move back to second in the driver points standings.

Behind them, the race strategies were affected by a safety car with just 20 laps to go. This effectively allowed a ‘free’ pit stop, which meant that those contemplating another stop could do so without a big penalty.

The exception was local hero Sergio Perez, driving for Force India, who stopped only once and finished in a points-scoring eighth: reinforcing his reputation for excellent tyre management. Perez was the only one-stopper in the race, with the vast majority of drivers stopping twice and a handful stopping three times: although none of the three-stoppers managed to score points.

An extra dimension to today’s race was added by the highest track temperatures seen all weekend, despite earlier predictions of rain. With 46 degrees of track temperature and an increasing amount of rubber on the new surface, the pattern of wear and degradation seen in practice and qualifying was altered. The extra traction also helped to increase the very high top speeds seen in the thin air of Mexico, with Sebastian Vettel recording 366kph on the straight. Williams driver Felipe Massa clocked 352kph on the straight even without DRS assistance.

As the race went on and the track evolved, the medium tyre in particular came into its own, with the fastest lap being set by Rosberg (lap 67) on this compound at a pace about one second off the pole position he had set on soft tyres.

All the drivers started on the soft tyre compound, apart from the two McLarens as well as Ferrari driver Kimi Raikkonen, who started on the medium compound.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “As expected we saw two stops for the majority of competitors, at what turned out to be quite a complicated race strategically because of a surface that kept on evolving, track temperatures a full 12 degrees higher than we experienced yesterday, and a safety car towards the end of the race. Formula One’s return to Mexico has been a spectacular success, with an amazing and vibrant atmosphere from start to finish. As Nigel Mansell said when he interviewed the drivers on the podium: Viva Mexico! It’s good to know that some things don’t change: when Mexico last returned to F1 in 1986 a Pirelli-equipped car won, thanks to Gerhard Berger and Benetton, and the fans are still brilliant.”

Fastest times of the day by compound:

Soft Medium Intermediate Wet
First  Kvyat       1m21.549s  Rosberg  1m20.521s  0  0
Second  Ricciardo 1m21.625s  Hamilton 1m20.723s  0  0
Third  Sainz       1m22.172s  Bottas     1m21.585s  0  0

Longest stint of the race:

Soft  Lewis Hamilton   28 laps
Medium  Sergio Perez      53 laps

 Truth-O-Meter
We predicted a two-stopper as being the best choice for the 71-lap race: starting on the soft tyre, changing to soft again on lap 23 and then to medium on lap 46. Rosberg chose a two-stopper with a similar pit stop window to our prediction but only did one opening stint on the soft at the start of the race. He moved to the medium on lap 26 and then to the medium again on lap 46. The strategy was affected by higher temperatures than seen previously during the weekend and continuous track evolution.

The full pit stop summary is available in the attached pdf document.

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SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO O JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

ESTA PODERÁ SER UMA SOLUÇÃO...DIGAMOS INTERESSANTE PARA A F 1

 

UMA IDEIA: tornar a F1 outra vez sexy. Será que seremos capazes?

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 Mexican Grand Prix – Qualifying

 MERCEDES DRIVER NICO ROSBERG CLINCHES FOURTH
CONSECUTIVE POLE POSITION

 LEWIS HAMILTON THE ONLY DRIVER TO GET THROUGH Q1
JUST WITH THE MEDIUM TYRE

 FASTEST TOP SPEEDS SEEN IN FORMULA ONE THIS YEAR

  Mercedes driver Nico Rosberg has clinched pole position for the fourth consecutive time, using the P Zero Yellow soft tyre to set a lap of 1m19.480s. It was the 13th Mercedes one-two of the season in qualifying. The high-altitude and thin air characteristics of Mexico City, together with its long pit straight, meant that the highest top speeds were seen in Formula One this year.

Mercedes driver Lewis Hamilton was the only driver to get through Q1 using the medium tyre only, before all the drivers started Q2 on the soft tyre: worth about an extra 1.5 seconds per lap around the Autodromo Hermanos Rodriguez. The only exception was Ferrari’s Kimi Raikkonen, who did just one lap on the medium before taking no further part in the session.

With track temperatures falling in the final part of Q3, the first runs on the soft tyre were faster, sealing pole position for Rosberg from Hamilton, with Ferrari’s Sebastian Vettel in third. All the drivers in the top 10 utilised their allocation of soft tyres for qualifying and the race, meaning that they will all have used tyres tomorrow.

The strategy calculations are complex here for a variety of reasons: firstly because of the unfamiliarity with the track, and secondly because every session held so far has been run in disparate conditions, with a high degree of track evolution. This means that it has been difficult to get an accurate picture of the way that the tyres behave.

Despite some predictions of rain – which is the case tomorrow as well – conditions remained dry all day, with just a few spots of rain at the end of Q2, while track temperatures remained in excess of 30 degrees during qualifying.

The final free practice session this morning was held in warm conditions, with Rosberg finishing ahead of his team mate by just 0.014s, and 12 drivers covered by just one second.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “It was another variable day in Mexico, featuring warm weather as well as some spots of rain – so this range of conditions made it quite difficult for the teams to work out the best tactical choices. We’ve seen that tyre wear is low on account of the slippery and new surface, but track evolution is still on-going, which has closed the performance gap between the two compounds slightly as more rubber is laid down. There are a few strategy options open: while a one-stopper is entirely possible, a two-stopper might turn out to be quicker, depending on degradation rates, the individual pace of each car and the situation with traffic.” 

The Pirelli strategy predictor:
The strategy is a complex one for the Mexican Grand Prix, with weather conditions expected to be at the forefront of calculations for the 71-lap race. As wear rates are low, one stop is possible, but two stops could well be quicker. The fastest two-stop strategy is: start on soft, change to soft again on lap 23, then medium on lap 46. For a one-stop strategy, it makes no difference to the overall time whether you start on soft or medium. Those starting on soft should change to medium on lap 30, while those starting on medium should change to soft on lap 40.

Fastest compounds in FP3:
1 Rosberg 1m21.083s Soft new
2 Hamilton 1m21.097s Soft new
3 Ricciardo 1m21.201s Soft new
Top 10 tyre use:
Rosberg 1m19.480s Soft new
Hamilton 1m19.668s Soft new
Vettel 1m19.850s Soft new
Kvyat 1m20.398s Soft new
Ricciardo 1m20.399s Soft new
Bottas 1m20.448s Soft new
Massa 1m20.567s Soft new
Verstappen 1m20.710s Soft new
Perez 1m20.716s Soft new
Hulkenberg 1m20.788s Soft new

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 Mexican Grand Prix – Practice Sessions

NEW ASPHALT CREATES A SLIPPERY SURFACE WITH LITTLE GRIP
DURING OPENING FREE PRACTICE SESSIONS

 VARIABLE AMBIENT AND TRACK TEMPERATURES, WITH SOME SPOTS OF RAIN
DURING FP2: MORE RAIN POSSIBLE FOR QUALIFYING AND RACE

 MAJOR TRACK EVOLUTION HAS A SIGNIFICANT IMPACT ON THE TIMES DURING
BOTH SESSIONS

 A new track always creates unique challenges, with fresh asphalt frequently offering little grip due to oil in the tarmac rising to the surface, and no rubber previously laid down to enhance adhesion.

These factors meant that it was difficult for the drivers to find grip today: a situation that was complicated by the variable track and air temperatures, which culminated in light rain during FP2. Over the course of the afternoon session, the track temperature dropped by eight degrees, making it very hard for the teams to get an accurate read on tyre behaviour.

The weather in Mexico seems to be equally uncertain for the rest of the weekend, with a possibility of rain for qualifying and the race. All four compounds were run today, although only Williams driver Valtteri Bottas used the Cinturato Blue full wet for an installation lap in FP1. The intermediate, medium and soft tyres were used extensively, with the soft tyre proving to be more than two seconds per lap faster than the medium. This was due to the high degree of track evolution seen today, combined with the effect of rain in the FP2 session. The asphalt in Mexico has a very closed surface, limiting the permeability of the surface.

As usual, the drivers completed longer runs during FP2 on both slick tyre compounds: although it remains to be seen how useful this information will turn out to be. Establishing tyre temperature was one of the biggest challenges, but as the circuit rubbers in and evolves, this will become easier. Toro Rosso’s Max Verstappen was fastest in FP1 on the medium tyre: with nearly seven seconds separating the fastest from the slowest car. In FP2, Mercedes driver Nico Rosberg was quickest on the soft tyre: more than four seconds faster than Verstappen in the morning. 

Paul Hembery, Pirelli Motorsport Director: “Today was all about grip and track evolution. As usual on a new surface, there’s a very shiny new top layer of oil and grease that makes it very hard to find traction. As time goes on, the top of the surface eventually gets grated away and more rubber is laid down: but this doesn’t happen instantly. The weather today didn’t help either with very variable temperatures and then rain at the end of FP2. So this has made what’s already a very hard job for the teams in preparing for a new track even more difficult, because there isn’t enough consistent information to get an accurate picture of what conditions will be like for the rest of the weekend. However, these challenging circumstances bring out the best in Formula One, with the teams having to make the most of limited information to extract the best possible performance. Even though today was just free practice, the atmosphere was absolutely incredible: the stadium section in particular is set to be a highlight of the lap on race day.”

FP1: FP2:
1.Verstappen 1m25.990s Medium used 1.Rosberg 1m21.531s Soft new
2.Kvyat 1m26.295s Medium used 2.Kvyat 1m21.776s Soft new
3.Raikkonen 1m26.295s Medium used 3.Ricciardo 1m21.868s Soft new

Tyre statistics of the day:

Soft Medium Intermediate Wet
kms driven * 1342 2727 558 4
sets used overall ** 19 55 22 1
highest number of laps ** 30 27 11 1

* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
** Per compound, all drivers combined.

Pirelli fact of the day:
Lewis Hamilton registered a speed of 362.3kph on the speed trap in FP1. This is fractionally faster than Red Bull’s Daniel Ricciardo managed at Monza last year, when he set a benchmark of 362.1kph. Even though the cars run high wing angles in Mexico, the reduced air density at 2200 metres above sea level means that drag is minimised – enabling record top speeds.

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NOVO RECORDE PARA UM F 1?

NOVO RECORDE PARA UM F 1?

 

Felipe Masse e o seu Williams foram os  autores da maior velocidade do ano durante os treinos na Cidade no México - o Williams voou a 364,4 km/h!

 

GUTIERREZ NA HAAS F 1

 

Haas F1 Team anuncia Gutiérrez como piloto de corridas para 2016

 Numa conferência de imprensa realizada na principal sala do Museu Soumaya, o fundador e presidente da Haas F1 Team anunciou Esteban Gutiérrez como piloto de corridas da sua equipa, que realizará a sua estreia no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 em 2016.

Gutiérrez fará equipa com Romain Grosjean, que já tinha sido anunciado pela Haas a 29 de Setembro numa conferência de imprensa na sede dos Estados Unidos da equipa, em Kannapolis, Carolina do Norte. A Haas F1 Team é a primeira equipa americana desde há trinta anos.

Gutiérrez, de vinte e quatro anos, é actualmente o terceiro piloto da Scuderia Ferrari, o parceiro técnico da Haas F1 Team. Gutiérrez juntou-se à Scuderia Ferrari em 2015, depois de passar as temporadas de 2013 e 2014 na Sauber F1 Team, equipa que usa motores Ferrari.

“Conheci o Esteban através da nossa relação com a Ferrari e, depois de verificar o sucesso que lá obteve na sua função, ficou claro que ele era uma excelente escolha para a nossa equipa”, disse Haas. “Ele é jovem e sedento de sucesso, mas não inexperiente. Os seus dois anos de Fórmula 1 dão-lhe uma boa experiência de corrida e ao longo da actual época com a Ferrari como terceiro piloto pôde verificar em primeira mão as metodologias que torna a Ferrari numa potência da Fórmula 1.

Estamos felizes por ter o Esteban no seio da nossa equipa. Com ele e com o Romain temos uma dupla de pilotos forte que nos ajudará a desenvolver o nosso carro e a marcar alguns pontos na nossa temporada de estreia”.

Gutiérrez pilotará pela primeira vez para a Haas F1 Team durante o teste de pré-temporada que se realizará no Circuit de Catalunya, Barcelona, entre os dias 22 e 25 de Fevereiro. O segundo teste será também em Barcelona, entre os dias 1 e 4 de Março, e posteriormente, o Grande Prémio da Austrália será disputado a 20 de Março, em Melbourne.


“Esta é uma excelente oportunidade que decorre do tempo que passei com a Ferrari e eu tirarei o máximo de partido dela”, disse Gutiérrez. “O Gene Haas acredita em mim e eu acredito na filosofia como ele aborda a Fórmula 1. Possuir um lugar num carro competitivo com motores Ferrari é muito especial e eu aprecio a fé que ele tem em mim. Confio que juntos poderemos alcançar grandes resultados”.

Sempre dissemos que procurávamos pilotos experientes e é isso que temos com o Romain e o Esteban”, disse Guenther Steiner, o chefe de equipa da Haas F1 Team. “O Romain disputou mais Grandes Prémios, mas o Esteban tem um conhecimento profundo dos procedimentos da Ferrari. Ele aprendeu com os melhores, no seu papel de terceiro piloto, o que significa que sabe como têm desenvolvido os seus carros actuais. Ele foi muito importante nisso e será de extrema importância no desenvolvimento dos nossos carros, na Haas F1 Team”.

“Esta noite, estamos particularmente orgulhosos da Telmex e da Telcel Racing Team, não apenas pelo automobilismo mexicano, mas também pelo desporto em geral no nosso país”, disse Carlos Slim, o presidente da Telmex-Telcel Racing Team. “Hoje, podemos confirmar o talento e a experiência do Esteban Gutiérrez, que continuará a sua carreira na Fórmula 1 como piloto oficial da Haas F1 Team, com quem estamos muito satisfeitos por podermos iniciar esta nova aventura”.

Gutiérrez iniciou a sua carreira em 2004, ao disputar os três últimos eventos do Challenge Mexicano Max Rotax, em karting. Venceu a competição do Norte do México em 2006 e terminou em quarto no Mexican Grand Nationals. Paralelamente, registou cinco vitórias em cinco corridas na Camkart Challenge Mexico Series.

Em 2007 deu o salto para os monolugares, quando Gutiérrez evidenciou o seu talento na temporada inaugural da Fórmula BMW USA Series. Registou nove pole-position e venceu por quatro vezes, totalizando oito pódios, o que lhe permitiu assegurar o triunfo de Rookie do ano e o segundo lugar do campeonato.

O potencial evidenciado por Gutiérrez na América prosseguiu na Europa, quando integrou a Fórmula BMW Europe Series, em 2008. Com sete vitórias, seis delas consecutivas – Gutiérrez venceu o campeonato. Com dezassete anos, o mais jovem mexicano a vencer um campeonato internacional, Gutiérrez pôde experimentar pela primeira vez um Fórmula 1, testando com a Sauber F1 Team como prémio por ter vencido a competição europeia.


O defeso despertou o interesse da ART Grand Prix, uma das mais importantes equipas das fórmulas de promoção europeias. Juntos competiram em 2009 na Fórmula 3 Euro Series, tendo Gutiérrez registado pódios em Nurburgring, Alemanha, e Dijon, França.

A criação da GP3 Series, em 2010, permitiu a Gutiérrez e à ART Grand Prix imporem-se como a bitola. Registaram cinco vitórias, oito pódios, permitindo a Gutiérrez conquistar o título inaugural a dois eventos do final.

Com dois campeonatos em dois anos, a Sauber F1 Team contratou Gutiérrez para as funções de pilotos de testes e de reserva em 2011. Este papel permitiu a Gutiérrez continuar a competir, subindo à GP2 Series, onde venceu na quarta ronda, em Valência, Espanha. Em 2012, Gutiérrez continuou as suas funções de piloto de testes e de reserva na Sauber enquanto competia na GP2. A sua evolução foi impressionante, dado ter alcançado três vitórias a caminho do terceiro lugar no campeonato.

Depois de verificar o crescimento de Gutiérrez, a Sauber F1 Team apontou-o como piloto de corridas para a temporada de 2013 ao lado de Nico Hulkenberg. Gutiérrez efectuou a sua estreia na Fórmula 1 no Grande Prémio da Austrália em Março de 2013, qualificando-se no décimo oitavo lugar e terminando no décimo terceiro posto, o melhor estreante do plantel. Os seus primeiros pontos chegaram mais tarde, no Grande Prémio do Japão, em Suzuka, ao ver a bandeirada de xadrez no sétimo lugar.

A segunda temporada com a Sauber F1 Team produziu como melhor resultado um décimo segundo posto, conquistado na prova de abertura da temporada de 2014, no Grande Prémio da Austrália. Mas apesar da falta de resultados, a perseverança e o estilo de pilotagem de Gutiérrez despertou o interesse da Scuderia Ferrari. A equipa italiana assinou com ele para desempenhar o papel de terceiro piloto, juntando-se ao tetracampeão de Fórmula 1, Sebastian Vettel, e ao Campeão do Mundo de 2007, Kimi Raikkonen.


Em 2016, o Gutiérrez trará para a Haas F1 Team os seus conhecimentos e a sua capacidade de pilotagem, fortalecendo a parceria técnica com a Scuderia Ferrari.HaasPT FT_15003_Copy

 

BIRD CONQUISTA PRIMEIROS PONTOS

 

BIRD CONQUISTOU OS PRIMEIROS PONTOS DA DS VIRGIN RACING EM
PEQUIM
No coração da capital chinesa, Sam Bird, piloto da DS
Virgin Racing, marcou os seus primeiros pontos da
temporada, no final de uma corrida ganha por Sébastien
Buemi.
Sétimo classificado ao cair da bandeira axadrezada, o britânico
marcou seis pontos. O seu colega de equipa, Jean-Éric Vergne,
terminou a prova fora dos lugares pontuáveis, em 12º.
Ao sagrar-se vencedor do FanBoost, Sam Bird viria a beneficiar de um suplemento de energia de 100 kj
durante a segunda metade da corrida. Largando da 9ª posição da grelha, subiu rapidamente ao 6º lugar,
antes de conhecer um contratempo que o atirou para o 11º posto. O londrino de 28 anos reagiu, no entanto,
no meio do pelotão, efectuando várias ultrapassagens ousadas, progredindo na hierarquia e assegurando
preciosos pontos para a equipa na China.
«Foi uma corrida frustrante,» confessou Bird à chegada. «No entanto, foi bom ter conseguido marcar os nossos
primeiros pontos. Houve sinais positivos, mas espera-nos muito trabalho antes da jornada da Malásia. Gostaria
também de agradecer aos meus fãs, que nos permitiram ganhar o ‘FanBoost’. O apoio que nos deram, a mim
e à equipa, foi verdadeiramente incrível!»
Autor do 12º melhor tempo na qualificação, Jean-Éric Vergne teve também uma prova algo complicada com as
cores da DS Virgin Racing. O francês mostrou-se, contudo, sempre confiante nas performances demonstradas
pelo seu monolugar ao longo de todo o fim-de-semana: «Estivemos muito rápidos na qualificação,» sublinhou
Vergne. «Mesmo assim, foi uma corrida muito difícil para mim. No conjunto, Pequim foi uma experiência
muito simpática com a Fórmula E, mas agora temos que nos assegurar de que tudo irá correr bem dentro de
duas semanas.»
A DS Virgin Racing vai rumar agora em direcção de Putrajaya para o ePrix da Malásia, a 7 de Novembro
próximo. bk1947 SBL7679_Copy

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

 

2015 United States Grand Prix – Race – infographics

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O RANKING DA TITULARIDADE NA F 1

O RANKING DA TITULARIDADE NA F 1

 

A posição do mais novo Campeão de Fórmula 1, o piloto inglês Lewis Hamilton, onde se coloca na galeria dos grandes da F1. Os números não explicam tudo, mas não podem deixar de ser um enorme indicador.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

015 United States Grand Prix – Race

LEWIS HAMILTON WINS AND BECOMES A THREE-TIME CHAMPION AFTER A
RACE CENTRED AROUND TYRE STRATEGY ON A DRYING TRACK

TWO OR THREE STOPS FOR MOST COMPETITORS AT CIRCUIT OF THE AMERICAS,
WITH DIFFERENT TACTICS AT WORK THROUGHOUT THE FIELD

NO DRY RUNNING BEFORE THE RACE AS WELL AS TWO SAFETY CARS
 MAKES TYRE STRATEGY VERY COMPLICATED

 Lewis Hamilton has won the United States Grand Prix and the 2015 World Championship, following an action-packed race that went from wet to dry conditions. All the drivers started on new intermediates, waiting for the right crossover point when the track would be dry enough to move onto slicks. Both Hamilton and his team mate Nico Rosberg, who finished second, completed one opening stint on the intermediates followed by two stints on the soft tyre.

The timing of the pit stops proved to be the key to victory, with the pit wall and drivers having to make tactical calls despite no dry running before the start, which deprived the teams of the usual tyre wear and degradation information.

Two safety cars (as well as two virtual safety cars) shaped the strategy, with Hamilton stopping during the second safety car period – just before the finish – but not during the first safety car period, earlier in the race.

Those who stopped during the first safety car period looked like they had an advantage, but the second safety car period eliminated a large part of that, by allowing those who hadn’t yet stopped to do so while containing the pit lane time loss.

Hamilton emerged from his second and final pit stop in second place, but used the speed advantage of his fresh P Zero Yellow soft tyres to claim the lead from Rosberg, who had started from pole following the qualifying session this morning.

The highest-placed three-stopper was Ferrari’s Sebastian Vettel, who ended up on the podium. Vettel made his second stop onto the medium tyres, rather than the soft tyre used by his direct rivals. However, he then made a third stop during the final safety car, at the same time as Hamilton, having started from 13th on the grid.

With the race start held in wet conditions, there wasn’t the usual obligation to run both slick compounds. Most drivers chose to use the faster soft tyre throughout the dry part of the race, but Vettel was the first of the frontrunners to use the more durable medium.

Force India’s Sergio Perez was the only driver to make the intermediate-soft-medium strategy work, finishing fifth after stopping twice. The Mexican finished ahead of McLaren’s Jenson Button and Toro Rosso driver Carlos Sainz, who went from last following an off in qualifying to sixth at the race finish: also stopping three times. The highest number of pit stops was completed by Sauber’s Felipe Nasr, who was in the pits five times but still finished in a points-scoring ninth.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “After several delays and washouts, we finally got the race we had been waiting for, where the wet conditions at the start added another fascinating tactical variable rather than just being an impediment to the action. As was inevitable with no dry running before the start, the teams had to read and react to the changing situation rather than rely on prior information, so it was the drivers who were able to work with their teams best under these challenging circumstances who won out. Congratulations to Lewis for a well earned third championship title, after a brilliant season. Right to the end, the final outcome of this grand prix was unclear, ensuring a thrilling finale to the race that the fans deserved most of all, after a weekend that is certainly going to be very memorable…” 

Fastest times of the day by compound:

Soft Medium Intermediate Wet
First Rosberg 1m40.666s Perez 1m43.010s Ricciardo 1m54.194s 0
Second Hamilton 1m40.738s Vettel 1m43.403s Alonso 1m55.699s 0
Third Vettel 1m41.330s Kvyat 1m43.728s Rosberg 1m55.790s 0

Longest stint of the race:

 Soft  Alonso             30 laps
 Medium  Perez, Rossi    29 laps
 Intermediate  Rosberg, Ricciardo, Kvyat, Raikkonen, Perez, Hulkenberg, Sainz 19 laps

Truth-O-Meter
We predicted a two-stopper as being the best option for this 56-lap race, but it was hard to predict the exact way that this was going to happen due to a lack of dry running data before the start. Hamilton did indeed stop twice, starting on the intermediates and taking the soft tyres on laps 18 and 43: with a similar strategy adopted by Rosberg.

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

 

 

PIRELLI’S FIRST LAP IN MEXICO

High speeds and long straights resembling Monza, driving sections in the style of Hockenheim’s Motodrom: here is the preview of the new Hermanos Rodriguez Circuit, theatre to the 2015 F1 Mexican Grand Prix, with its hidden technical challenges.
Link:
http://www.pirelliftp.com/share/f1/2015/18_mexico-city/video/PIRELLI_Rodriguez_v3.mp4

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

 

 

PIRELLI’S FIRST LAP IN MEXICO

High speeds and long straights resembling Monza, driving sections in the style of Hockenheim’s Motodrom: here is the preview of the new Hermanos Rodriguez Circuit, theatre to the 2015 F1 Mexican Grand Prix, with its hidden technical challenges.
Link:
http://www.pirelliftp.com/share/f1/2015/18_mexico-city/video/PIRELLI_Rodriguez_v3.mp4

 

HAMILTON VENCE DE NOVO E RENOVA TITULO

 

 Lewis Hamilton alcançou a sua 10ª vitória da época e a 43ª da sua carreira de Fórmula 1, conquistando assim o seu 3º título de campeão no Mundial de Pilotos;

·         Com este resultado, Lewis Hamilton é o 10º piloto a vencer três ou mais títulos e o único inglês a alcançar este feito;

·         Nico Rosberg terminou na segunda posição conquistando o seu 12º pódio da época e o 38º da sua carreira de Fórmula 1;

·         Esta foi a 25ª vez que os Silver Arrows da Mercedes-Benz alcançam a primeira e segunda posição num Grande Prémio de Fórmula 1;

·         A equipa MERCEDES-AMG PETRONAS venceu novamente o Mundial de Construtores e mantém neste momento uma distância de 200 pontos para o segundo classificado. 89P6605_Copy

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Mexican Grand Prix Preview: Mexico City, October 29-November 1, 2015

 FORMULA ONE RETURNS TO MEXICO FOR THE FIRST TIME SINCE 1992: MEDIUM
AND SOFT COMPOUNDS FOR THE AUTODROMO HERMANOS RODRIGUEZ

 WITH NO REAL DATA FROM THE TRACK, PIRELLI AND THE FORMULA ONE TEAMS
HAVE MADE EXTENSIVE USE OF SIMULATION

 A VARIED CIRCUIT, COMBINING FAST STRAIGHTS AND CORNERS LIKE MONZA,
WITH A MORE TECHNICAL STADIUM SECTION REMINISCENT OF HOCKENHEIM

 For the first time in 23 years, Formula One returns to Mexico at a reworked version of the Autodromo Hermanos Rodriguez in Mexico City, named after Mexico’s two most famous drivers: brothers Pedro and Ricardo Rodriguez.
The circuit was originally built in 1962 in a public park, and that is not the only similarity to Monza. There are some fast straights and rapid corners that are quite similar to those of Pirelli’s home track, with the P Zero White medium and P Zero Yellow soft tyres having been nominated for the inaugural Mexican Grand Prix of the modern era.
The current circuit has been heavily revised, but still maintains plenty of the character of the original. However, with no real data from the track, Pirelli has relied instead on computer simulation to prepare for the race and decide which compounds will be most suitable.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “It’s very exciting for us to come to Mexico, to a brand new circuit but one that is steeped in tradition at the same time. Nominating the compounds for a new track is not without its challenges, but simulation – one of the most important areas of growth in Formula One technology recently – is very accurate now, although it’s inevitable that we would incline towards a more conservative choice during the first year at a new track. As always, we are still aiming for two pit stops at the Mexican Grand Prix, but the uncertain weather that is affecting a large part of North America during the next week or so will clearly have a big influence. The track has been designed with overtaking in mind, so together with the different options for strategy that will become clearer during a very important free practice day on Friday, there is clear potential for an entertaining race that allows drivers to move up through the field.”

The biggest challenges for the tyres:
The best-known corner is the fast and long right-hander called Peraltada (the final corner before the pit straight) but only half of the original profile has been retained, for safety reasons. The first half of the original Peraltada has now been replaced with a technical stadium section, similar to Hockenheim.

The circuit has the highest altitude of any Formula One venue all year: this affects both aerodynamics (as the engineers have to put on more wing to get the same effect in the thin air) as well as top speed. The turbocharged cars are expected to exceed 330kph on the 1.3-kilometre straight.

Extreme weather is currently affecting a large part of North America. This makes the weather forecast uncertain over the next few days, with a strong probability of adverse conditions in the aftermath of Hurricane Patricia. 

Last year’s strategy and how the race was won: With the last grand prix at the original circuit held in 1992, this is clearly not relevant. However, the last Pirelli winner at the Autodromo Hermanos Rodriguez was Gerhard Berger for Benetton in 1986, with a zero stop strategy! It was the first win for Berger and for Benetton – which eventually became the current Lotus F1 Team.

Expected performance gap between the two compounds: 1.3 seconds per lap (estimated).

The Pirelli team choose their race numbers: #7, Jorge Alemany, Pirelli F1 engineer
“It was the number I played football with from an early age: it brought me confidence and good results so I started to love it. 7 also looks like an upper case inverted J: the first letter of my name.”

Who we’re following on Twitter this week: @Susie_Wolff. A very different Twitter account to most that you find in Formula One, this chronicles Susie’s life both as a driver and as the wife of one the best known team principals in the sport. It’s a personal look at life behind the scenes of the circus.

The tyre choices so far this year:

P Zero Red P Zero Yellow P Zero White P Zero Orange
Australia Soft Medium
Malaysia Medium Hard
China Soft Medium
Bahrain Soft Medium
Spain Medium Hard
Monaco Supersoft Soft
Canada Supersoft Soft
Austria Supersoft Soft
Britain Medium Hard
Hungary Soft Medium
Belgium Soft Medium
Italy Soft Medium
Singapore Supersoft Soft
Japan Medium Hard
Russia Supersoft Soft
USA Soft Medium
Mexico Soft Medium

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SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

Com este artigo pode perceber-se um dos problemas da actual F1. Quando Lewis Hamilton ganhou o primeiro título mundial em 2008, 9,08 milhões de telespectadores britânicos viram a corrida live em sinal aberto. Ontem, com o directo apenas em canal pago, as audiências caíram para 1,7 milhões. No fundo, o espectáculo não está pior, deixou antes de ser atraente para 80 por cento dos espectadores - os que não querem pagar extra para ver!


 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 United States Grand Prix – Qualifying

 QUALIFYING ABANDONED AS A RESULT OF TORRENTIAL RAIN:
SESSION POSTPONED UNTIL TOMORROW MORNING

LEWIS HAMILTON FASTEST FOR MERCEDES DURING FP3 ON CINTURATO
BLUE FULL WET TYRE

 BETTER WEATHER EXPECTED FOR THE RACE TOMORROW

 The extreme weather that led to the cancellation of FP2 yesterday continued as expected overnight, resulting in qualifying being entirely moved to Sunday for the first time since the 2010 Japanese Grand Prix. Since then, in Australia 2013, Q2 and Q3 were moved to Sunday morning after Q1 took place on Saturday – again as a result of heavy rain.

The qualifying session in Austin was scheduled to take place at 1300 local time, but was then subjected to a series of half-hour delays before being abandoned entirely just before 1600, with no let-up in the weather.

Qualifying has now been rescheduled for 0900 tomorrow at Austin, when conditions are expected to improve considerably: possibly allowing the use of the P Zero White Medium and P Zero Yellow soft tyres that have been nominated for the United States Grand Prix.

The only running to take place today was the hour-long free practice session this morning, during which just the Cinturato Blue tyres were used. Rain fell throughout the session but most drivers still took the opportunity to complete plenty of laps, just in case the order for FP3 was used to form the grid tomorrow.

Hamilton was fastest in the session by eight-tenths of a second over Ferrari’s Sebastian Vettel, with the Force India of Nico Hulkenberg third.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “As an Englishman, I’m something of an expert on rain, so today we saw good weather for ducks – as we say in England – and not such good weather for Formula One cars. But it’s actually not the first time we’ve been in this situation: we successfully ran part of qualifying on Sunday morning in Australia two years ago. Looking on the positive side, the teams managed to run a number of laps on the full wet tyre during free practice this morning – which could yet be useful experience – and the weather is expected to be better tomorrow. Nobody has had much preparation time, but it’s the same for everyone and all the drivers have got a full allocation of new slick tyres for use during the race tomorrow, if conditions allow it. This potentially opens up a few different opportunities for strategy.” 

The Pirelli strategy predictor:

With very little running up to now (just FP1 and FP3, held exclusively in wet conditions) the teams have not had any chance to formulate the ideal slick tyre strategy for the 56-lap race. However, theoretical calculations would indicate that a two-stop strategy is best, as was also the case last year. At the moment, it’s hard to predict the timing of the pit stops as wear and degradation rates are unclear.

Fastest compounds in FP3:
1 Hamilton 1m59.517s Wet used
2 Vettel 2m00.380s Wet used
3 Hulkenberg 2m00.496s Wet used

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 United States Grand Prix – Practice Sessions

FP2 SESSION CANCELLED: MORE RAIN EXPECTED OVER THE COURSE
OF THE WEEKEND

 NICO ROSBERG GOES FASTEST FOR MERCEDES IN FP1 ON CINTURATO GREEN
INTERMEDIATE TYRE

SOCIAL MEDIA VOTING CAMPAIGN LAUNCHED TODAY BY PIRELLI:
WHICH COLOUR WOULD YOU LIKE NEXT YEAR’S NEW ‘ULTRASOFT’ TYRE TO BE?

 For the third race in succession, Friday’s free practice was characterised by rain, with FP2 cancelled due to the conditions making medical helicopter coverage impossible.

During FP1, both the Cinturato Blue full wet and Cinturato Green intermediates made an appearance at the Circuit of the Americas, with Mercedes driver Nico Rosberg going fastest by more than a second on the intermediate tyre, followed by two Red Bulls. Having started the session on the full wet tyre, all the drivers switched to the intermediate by the end as the track dried.

However, the rain intensified during the afternoon, causing the cancellation of FP2 after a lengthy delay to see whether or not conditions would improve.

Pirelli also launched an innovative social media voting campaign today, inviting people to vote for which colour they would like the new ‘ultrasoft’ tyre proposed for 2016 to be. To vote, just visit Pirelli Sport’s Twitter, Facebook and Instagram channels. 

Paul Hembery, Pirelli Motorsport Director: “We saw another wet Friday, which ultimately led to the cancellation of FP2: something we haven’t experienced yet and a factor that certainly puts the teams on the back foot going into tomorrow. However, it’s obviously just one of those weather events that is exceptional and under nobody’s control. From what we hear, more rain is expected so we’ll just have to wait and see what happens. In the morning, the teams were able to complete the usual long run preparations, as well as looking at crossover points between wet and intermediate, which could be important for the race. Interacting with fans has always been very important to us, so as we all hope for more action tomorrow, we’re very pleased to launch our latest social media campaign today that allows people to get involved by voting for which colour they would like our new ‘ultrasoft’ tyre to be. We’re looking forward to hearing everybody’s feedback.”

FP1: FP2:
1.Rosberg 1m53.989s Inter used Cancelled
2.Kvyat 1m55.224s Inter used
3.Ricciardo 1m55.592s Inter used

Tyre statistics of the day:

Soft Medium Intermediate Wet
kms driven * 0 0 1064 82
sets used overall ** 0 0 19 13
highest number of laps ** 0 0 19 3

* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
** Per compound, all drivers combined.

Pirelli fact of the day:

Lewis Hamilton stands on the brink of a third world title this weekend, and if he achieves this, he will become the first British driver to successfully defend a Formula One drivers’ title. In total, 15 British drivers have won the title since the world championship commenced in 1950, but none of them ever won a title back-to-back.

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A TEMPESTADE DE ONTEM NO GP F1 NOS ESTADOS UNIDOS

A TEMPESTADE DE ONTEM NOS GP ESTADOS UNIDOS

 

Mais de trinta minutos  de atraso na qualificação da F1 no Texas. Button está pronto para tudo. E a chuva não pára. Quanto à Porsche Supercup, a primeira corrida do fim-de-semana continua marcada para as nossas 10 da noite com transmissão em directo no Eurosport Internacional. A qualificação foi anulada e a grelha será definida pelos treinos livres de ontem.

 

 

Texto de João Carlos Costa - www.velocidadeonline.com

 

 

 

SEGUNDO A OPINIÃO DE JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

DRS... versão 1930 (Sunbeam Silver Bullet).

 

DI GRASSI QUASE VENCEU NA CHINA

 

Di Grassi começa bem e quase repete vitória em Pequim

Brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport terminou em segundo na abertura da temporada da Fórmula E, na China

Começou em grande estilo a segunda temporada da Fórmula E. Mais uma vez iniciando o campeonato em torno do Ninho do Pássaro, no circuito de rua de Pequim, na China, a categoria deu o pontapé inicial com várias novidades, como a construção própria dos conjuntos de força formados por motor elétrico e transmissão por parte das equipes, maior potência para a prova (170 kW, contra os 150 da temporada anterior), disputa de Super Pole e algumas mudanças no grid.

Melhor brasileiro no grid, partindo em quarto, Lucas di Grassi quase repetiu a vitória do ano anterior, quando se tornou o primeiro vencedor da história da Fórmula E. O brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport foi o segundo colocado no traçado chinês. A primeira corrida da temporada 2015-2016 foi disputada neste sábado (24) e teve vitória do atual vice-campeão Sébastien Buemi, confirmando a superioridade do conjunto da Renault e.Dams.

"Acho que o melhor que poderíamos esperar hoje era um terceiro lugar, já que os dois carros à frente eram muito velozes. Mas a nossa parada de box foi muito boa, o time trabalhou de uma maneira excelente e conseguimos subir ao segundo lugar. É um bom começo para o campeonato, mas ainda temos muito a fazer", ponderou Lucas.

"É sempre muito bom começar uma nova temporada no pódio. O troféu de segundo lugar é uma ótima recompensa por todo o trabalho duro dos mecânicos, engenheiros e patrocinadores, que não tiveram descanso no verão europeu", disse o terceiro colocado da última temporada.

A segunda etapa da temporada 2015-2016 da Fórmula E acontece dentro de duas semanas, no dia 7 de novembro, em Putrajaya, na Malásia. "Hoje nós vamos comemorar, mas amanhã vamos voltar ao trabalho e focar ainda mais para diminuir a diferença que nos separa dos concorrentes", concluiu o brasileiro.

Resultado do e-Prix de Pequim
Top-5
1-) Sébastien Buemi (SUI) - Renault e.Dams - 26 voltas em 50min08s335
2-) LUCAS DI GRASSI (BRA) - ABT Schaeffler Audi Sport - a 11s006
3-) Nick Heidfeld (ALE) - Mahindra Racing - a 15s681
4-) Loïc Duval (FRA) - Dragon Racing - a 16s009
5-) Jérôme D’Ambrosio (BEL) - Dragon Racing - a 16s514

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Conheça a categoria em: www.fiaformulae.com



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Lucas di Grassi começa a temporada no pódio da Fórmula E
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Brasileiro foi o segundo colocado na prova deste sábado (24) em Pequim
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Piloto andou sempre entre os primeiros e mostrou ritmo forte durante a etapa
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Graças a ritmo forte e boa parada nos boxes, Lucas ganhou posições
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O pódio da etapa, com vitória de Sébastien Buemi, da Renault e.Dams
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"Hoje vamos comemorar, mas amanhã vamos voltar a trabalhar mais duro ainda", diz
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Lucas di Grassi é patrocinado por Eurobike, Qualcomm, TAG Heuer, KNM e Laureus
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SERÁ ESTE O NOVO HABITÁCULO PARA A F1?

SERÁ ESTE O NOVO HABITÁCULO PARA A F1?

 


 

LUCAS DI GRASSI NA FORMULA E

 

Em palco de vitória inaugural, Lucas di Grassi inicia segunda temporada da Fórmula E

O e-Prix de Pequim abre o campeonato 2015-2016 da categoria dos carros elétricos no próximo sábado (24)

Começa neste sábado (24) a segunda temporada da história da Fórmula E, a primeira categoria movida a eletricidade sancionada pela FIA. E o palco onde se abre o campeonato 2015-2016 é o mesmo onde Lucas di Grassi fez história há pouco mais de um ano: o circuito de 3.349 metros que rodeia o Ninho do Pássaro, estádio olímpico da capital chinesa, onde o brasileiro da Audi Sport ABT Schaeffler venceu a corrida inaugural da série.

Para o campeonato que se inicia, algumas novidades em relação à temporada inaugural. Se antes todos os carros seguiam um mesmo padrão - mesmo fabricante para todas as equipes -, agora o regulamento permite que os times produzam seu próprio trem-de-força, que é o conjunto formado por transmissão, câmbio e motor elétrico, estendendo-se também à suspensão traseira.

Os cinco dias de treinos da pré-temporada em Donington Park, na Inglaterra, mostraram que os times estão bem preparados e que também trazem diferentes soluções para a liberdade que o regulamento concedeu para os times. No caso da Audi Sport ABT Schaeffler, equipe defendida por Lucas di Grassi e pelo alemão Daniel Abt, o carro tem três marchas - enquanto outras equipes usam quatro, duas, ou apenas uma.

"Estou tão ansioso como estava para o início da primeira temporada. Temos um novo pacote tecnológico com o nosso motor elétrico, a caixa de câmbio e outros desenvolvimentos que fizemos nos meses mais recentes. As impressões durante os testes foram absolutamente positivas - tanto em velocidade como em confiabilidade", destacou Di Grassi.

No caso do time do brasileiro, que lutou pelo título até a etapa final e terminou o campeonato em terceiro, os prognósticos são interessantes. Lucas estabeleceu um novo recorde no tempo de volta para a Fórmula E no traçado de Donington durante os testes.

O e-Prix de Pequim tem transmissão ao vivo pelo canal Fox Sports no Brasil. Pelo horário de Brasília, a classificação acontece às duas horas da madrugada; 45 minutos depois, uma novidade na categoria: a disputa da Super Pole, quando os melhores colocados dos grupos classificatórios definem a pole position e as primeiras posições no grid. As duas sessões serão transmitidas ao vivo. A largada para 26 voltas de corrida será dada às seis horas da manhã de sábado (24), também pelo Fox Sports.

 



Audi Sport ABT
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Vencedor da etapa inaugural, Lucas di Grassi abre a segunda temporada da F-E
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O Audi ABT Schaeffler 01, carro da equipe do brasileiro na temporada 2015-2016
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Equipes agora têm o próprio sistema de motor elétrico e transmissão
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Corrida terá transmissão ao vivo pelo Fox Sports no Brasil às 6h deste sábado
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DS VIRGIN PRONTA

 

DS VIRGIN RACING PRONTA PARA O ARRANQUE DA SEGUNDA TEMPORADA DE FÓRMULA E

 

 

DS VR_Neon_Final_Front_3-4_CopyA DS Virgin Racing vai lançar-se ao ataque das ruas de Pequim daqui a uma semana com um novo piloto, novos parceiros, um novo grupo motopropulsor e o máximo de energia! Para o tiro de partida da segunda temporada, o Campeonato FIA de Fórmula E irá reencontrar as ruas de Pequim a 24 de Outubro. A equipa DS Virgin Racing terá por ambição começar da mesma forma como terminou a época passada. No encerramento do primeiro exercício, Sam Bird brilhou em casa, ao conquistar a Final de Londres. O britânico vai querer continuar a progredir, apoiando-se numa temporada inaugural prometedora, pontuada por uma outra vitória, na Malásia. Fará equipa com um novo recruta da DS Virgin Racing, o francês Jean-Éric Vergne. Com a chegada da DS, o monolugar exibe novas cores para esta segunda temporada. Sumptuoso, o novo design representa a integração dinâmica da Marca DS e as cores características da Virgin. As cores vermelho e cromado mantêm-se, enquanto o logo DS se destaca orgulhosamente nos pontões laterais de fundo negro. A Hewlett Packard Enterprise exibe-se, igualmente, nos flancos da viatura, e a cobertura traseira mantém o violeta da primeira temporada. As mudanças não se limitam à decoração. As evoluções da regulamentação técnica permitiram às equipas – incluindo a DS Virgin Racing – desenvolver as suas próprias motorizações eléctricas para a segunda temporada. A DS Performance concebeu, assim, o grupo motopropulsor, com o intuito de aumentar a eficiência da viatura e aproveitar, deste modo, o aumento de potência autorizado para esta segunda temporada, que passa dos 150 kW para 170 kW. Este novo conjunto revelou-se muito fiável nos testes estivais, se bem que é preciso esperar pelas primeiras voltas em condições reais nas ruas de Pequim para julgar a sua real performance. Ao mesmo tempo, o denominado Fanboost foi repensado, pelo que os fãs da equipa poderão votar no Sam ou no Jean-Éric até ao sexto minuto da corrida, de modo a de permitir-lhes beneficiar de 100 kJ de energia suplementar. «Terminar a última temporada ganhando em Londres foi um momento muito especial,» declarou Sam Bird, em vésperas da jornada chinesa. «Espero que possamos continuar com este elã, para iniciarmos bem esta nova campanha. No ano passado foi também um grande acontecimento subir ao pódio, aqui em Pequim. Desta vez, irei tentar subir um, ou mesmo dois, degraus suplementares!» «Sinto-me muito orgulhoso por me ter juntado à DS Virgin Racing e sinto-me impaciente por chegar a Pequim e iniciar esta temporada da melhor forma possível,» acrescentou Jean-Éric Vergne. «Não corri nesta pista no ano passado, pelo que será interessante descobri-la e viver uma experiência nova e única num traçado urbano.» «A temporada passada passou a uma velocidade incrível,» relembra Alex Tai, Director de Equipa da DS Virgin Racing. «Por esta mesma altura, em 2014, estávamos a entrar num domínio relativamente desconhecido, o do desporto automóvel eléctrico. Aprendemos bastante ao longo desta época inaugural e reforçámos a nossa equipa. Penso que nos associámos a grandes talentos, na pista e nas boxes. Juntando tudo isto à experiência adquirida durante a primeira temporada, é razão para me sentir confiante quanto às nossas hipóteses de conseguirmos uma grande performance logo desde o arranque da época, em Pequim.» «Após o anúncio da nossa nova parceria com a Virgin Racing, em Junho passado, os últimos meses foram excitantes para a Marca.» declara Yves Bonnefont, Director-Geral da DS. «Acabámos de festejar o 60º aniversário da DS e seria fantástico continuar estas celebrações com uma corrida memorável, ainda para mais na China, que é um mercado muito importante para nós.»

 

DI GRASSI NA FÓRMULA E

 

Eurobike e Lucas di Grassi: parceria renovada e estendida

Concessionária de veículos premium continua apoiando o piloto brasileiro, agora também em sua campanha na Fórmula E

Lucas di Grassi e Eurobike formam uma das parcerias mais longevas do automobilismo brasileiro nos últimos anos. Juntos desde 2008, piloto e empresa celebram a extensão do acordo de patrocínio ao também apoiar o brasileiro na temporada 2015-2016 da Fórmula E, o primeiro campeonato mundial de carros 100% movidos a eletricidade, e chancelado pela Federação Internacional do Automóvel (FIA).

O paulistano de 31, piloto da Audi no Campeonato Mundial de Endurance (FIA WEC), já contava com o apoio da empresa na temporada das corridas de longa duração. Levando em seu macacão e capacete a marca Eurobike, Lucas conquistou dois pódios na mais importante corrida de endurance do planeta: as 24 Horas de Le Mans, onde foi terceiro colocado em 2013 e segundo em 2014, repetindo o melhor resultado geral de um brasileiro na prova.

Na Fórmula E, Lucas é o primeiro vencedor da história da categoria e terminou o campeonato em terceiro lugar. Agora, a Eurobike apoiará Di Grassi também no campeonato dos carros elétricos.

"A Eurobike é uma das empresas mais inovadoras do mercado automotivo e a Fórmula E representa uma grande oportunidade, já que se trata de uma categoria que é o futuro do automobilismo, bem como da mobilidade urbana no planeta. A Eurobike dá um primeiro passo no Brasil ao me acompanhar também nesta jornada e, desde 2008 estamos juntos evoluindo, passando da GP2 para a Fórmula 1, depois o Mundial de Endurance e agora a Fórmula E", diz o piloto.

Presente em nove cidades com 26 concessionárias, a Eurobike é líder em vendas de veículos premium no país e comercializa várias marcas de carros e motocicletas como Audi, BMW (autos e motos), Jaguar, Land Rover, MINI, Porsche, Triumph e Volvo.
Segundo Henry Visconde, presidente do Grupo Eurobike, é um prazer poder contar por mais um ano com a parceria de Lucas. "O objetivo da Eurobike é estar sempre próximo dos esportes que ligam automobilismo e velocidade à nossa marca, já que fazemos parte de uma empresa guiada pela emoção", afirmou o executivo.

Um relacionamento que se sustenta há quase oito anos. "Só tenho a agradecer por alimentarmos uma parceria tão longeva, sem deixar de destacar que a Eurobike evolui cada vez mais, inovando, e agora me apoiando também na Fórmula E", reforça Lucas.

"O potencial do Di Grassi é o fator essencial para estarmos cada vez mais presentes neste universo", conclui Visconde.


Lucas di Grassi é patrocinado por Eurobike, TAG Heuer, Qualcomm e KNM

 

 

Shiv Gohil/Audi Sport
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Eurobike e Lucas di Grassi: parceria renovada e estendida
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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

United States Grand Prix Preview: Austin, October 22-25, 2015

P ZERO WHITE MEDIUM AND P ZERO YELLOW SOFT COMPOUNDS FOR UNITED STATES GRAND PRIX, AS WAS THE CASE IN 2014

A WIDE RANGE OF CORNERS AND ELEVATIONS PROVIDES AN ALL-ROUND CHALLENGE FOR THE TYRES

 AMBIENT TEMPERATURES VARIABLE IN TEXAS AUTUMN, LEADING TO FLUCTUATIONS IN TRACK TEMPERATURE

f1 Copyf2 CopyInaugurated in 2012, the Circuit of thef3 Copyf7 Copyf8 Copyf9 Copyf6 CopyAmericas is the 10thvenue to have hosted a Formula One grand prix in the United States, and it has proved to be extremely popular since its inception. The track is well known for its spectacular elevation changes of up to 40 metres, with an uphill run to the distinctive Turn 1, which is a hairpin bend and the signature corner. The track contains an ample variety of corners, which incorporate some of the best elements from other circuits, making it a wide-ranging challenge that tests every aspect of tyre performance. The weather is equally variable, with warm conditions common during the afternoon but frequently cool temperatures in the mornings, making it reasonably hard to get an accurate read on track conditions. This year, as was the case in 2014, the versatile medium and soft P Zero tyres have been nominated.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “The United States always offers us a very warm welcome and a fantastic race weekend. Like all the other stakeholders in Formula One, America is a crucial market for us so it’s very important for us to have a race there. It’s a track that contains a bit of everything in terms of what it asks from the tyres, so we’ve brought the soft and medium compounds, which are versatile enough to cope with a wide range of demands and weather conditions. With the driver’s championship entering a decisive phase there’s obviously going to be a lot of attention on the race, and we can think of no better place to showcase Formula One. The track configuration and tyre choice offer plenty of opportunities for overtaking and strategy, with a reasonably short pit lane time loss too, so we could be on for quite an unpredictable race, which is what people want to see. It’s rarely an open and shut competition, as we saw from the wide variety of strategies used last year.”

The biggest challenges for the tyres:
In total there are 20 quite varied corners, including a tricky uphill braking area for the unusual turn one (the highest point of the track), giving the anticlockwise circuit a distinctly different feel for the drivers. The track limits are deliberately wide at the corners, in order to encourage different lines and provide opportunities for overtaking.

There are three long straights that tend to cool down the tyres, making the braking areas critical, as tyre temperature will have dropped slightly. This also then affects the turn-in into fast corners, as the compound has to get back up to temperature very quickly. In the past, track temperatures have varied from 18 to 37 degrees centigrade within one day, making tyre temperature management a vital skill.

The set-up tends to be medium downforce with an emphasis on mechanical grip from the tyres; especially at the front to aid a rapid turn-in during the fast direction changes that characterise the first half of the lap. There is roughly 60% full throttle and 10 braking events: about average for the season.

Last year’s strategy and how the race was won: Lewis Hamilton won for Mercedes from second on the grid with a two-stop strategy (in previous years, the winning strategy in Austin was a one-stopper). He started the 56-lap race on the soft tyre and then pitted for mediums on laps 16 and 33, although an early safety car affected his strategy.

Expected performance gap between the two compounds: 0.8 seconds per lap.

The Pirelli team choose their race numbers: #13, Greg Thomas, GP2 engineer
“That’s easy: 13. It’s often avoided in the motorsport world as people think it’s unlucky. But I believe that you make your own luck. And in Italy and China, 13 is considered as a lucky number anyway!”

Who we’re following on Twitter this week: @baronvonclutch. The ‘Baron’ is a prolific motoring and F1 tweeter, who somehow manages to gain access to behind the scenes photos and news, coupled with his own amusing observations. Definitely worth a look for an alternative view of Formula One.

The tyre choices so far this year:

P Zero Red P Zero Yellow P Zero White P Zero Orange
Australia Soft Medium
Malaysia Medium Hard
China Soft Medium
Bahrain Soft Medium
Spain Medium Hard
Monaco Supersoft Soft
Canada Supersoft Soft
Austria Supersoft Soft
Britain Medium Hard
Hungary Soft Medium
Belgium Soft Medium
Italy Soft Medium
Singapore Supersoft Soft
Japan Medium Hard
Russia Supersoft Soft
USA Soft Medium

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI ANNOUNCES TYRE CHOICES TO END OF SEASON

  Pirelli has completed its tyre nominations for the 2015 season, with the choices for the last four races now revealed.

For the United States and Mexico – the two back-to-back grands prix coming up – the P Zero White medium and P Zero Yellow soft tyres will be used. For Austin, this is the same nomination as last year, while simulation data has indicated that this will also be the best choice for the brand new Mexico City circuit.

The Brazilian Grand Prix at Interlagos will have the medium and soft tyres as well, as was the case in 2014. This should provide a range of strategy options and between two and three pit stops for most competitors, with conditions which could also be as hot as they were in Sao Paulo last season.

Finally, the P Zero Yellow soft and P Zero Red supersoft have been selected for Abu Dhabi: again, the same selection as 2014, on a smooth and varied circuit that the teams know well from previous testing.

The tyre choices so far:

P Zero Red P Zero Yellow P Zero White P Zero Orange
Australia Soft Medium
Malaysia Medium Hard
China Soft Medium
Bahrain Soft Medium
Spain Medium Hard
Monaco Supersoft Soft
Canada Supersoft Soft
Austria Supersoft Soft
Britain Medium Hard
Hungary Soft Medium
Belgium Soft Medium
Italy Soft Medium
Singapore Supersoft Soft
Japan Medium Hard
Russia Supersoft Soft
USA Soft Medium
Mexico Soft Medium
Brazil Soft Medium
Abu Dhabi Supersoft Soft
 

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POR CAUSA DO 2º TITULO DE CONSTRUTORES NA FÓRMULA 1

 

A MERCEDES RENOVOU O TITULO DE CAMPEÃ

 

A equipa da Mercedes da Fórmula 1 repete publicidade ao vivo com todos os que ajudaram na conquista do "bi". Um golpe de génio!

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2015 Russian Grand Prix – Race – Infographics

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

LEWIS HAMILTON WINS WITH A ONE-STOP STRATEGY FROM SECOND
ON THE GRID, RUNNING LONGER ON THE SUPERSOFT THAN THE SOFT

LOW WEAR AND DEGRADATION IN COOL CONDITONS: JUST ONE STOP
FOR MOST OF THE DRIVERS, WHO WERE ABLE TO PUSH CONSTANTLY

PIRELLI HAS REACHED COMMERCIAL DEAL TO REMAIN IN FORMULA ONE
UNTIL 2019. FORMAL FIA PROCEDURE WILL FOLLOW

Mercedes driver Lewis Hamilton has won an eventful Russian Grand Prix with a one-stop strategy. The Englishman started on the supersoft and then switched to the soft on lap 32, meaning that he spent more of the race on the supersoft tyre than the soft after starting from second on the grid. This was made possible by two safety car periods in the first part of the race. It was Hamilton’s 42nd win, equalling the recent total of Sebastian Vettel, and puts him close to another driver’s title at the next race.

As has been the case all weekend in Russia, conditions were quite cool with low track temperatures that made tyre warm-up an essential part of the race strategy.
All the drivers used the supersoft tyres at the race start apart from Pastor Maldonado (Lotus), Felipe Massa (Williams), Marcus Ericsson (Sauber) and Fernando Alonso (McLaren).

A number of drivers – but not the leaders – took advantage of the second of two safety cars (from lap 11 onwards) to make a pit stop, with Force India’s Sergio Perez emerging as the top contender of those who stopped under the second safety car. In the end, the Mexican finished third from seventh on the grid, having managed his tyres very effectively all the way to the finish.

The Toro Rosso of Carlos Sainz was forced to start from the back as the Spaniard missed qualifying due to his accident in FP3. Using a clever one-stop strategy allied with a strong race pace, he was able to climb into a points-scoring seventh place before retiring as a result of mechanical issues with six laps to go.

The low wear and degradation meant that the majority of drivers adopted a one-stop strategy: the default tactics in Russia because of the smooth asphalt surface. The two safety cars also increased stint lengths.

Before the start of the race, the news emerged that Pirelli has concluded a commercial deal to remain in Formula One for the 2017-2019 period. More details will follow as per the procedure laid down by the FIA: the governing body of world motorsport.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “First and foremost, we’re delighted to confirm that we reached a commercial agreement with Bernie Ecclestone to remain in Formula One for the 2017-2019 period. The process to the formal FIA official nomination will follow with its procedure.
Looking at the race, with very little practice time and therefore tyre information, the drivers and strategists had to think on their feet, reading the race carefully in order to react to changing situations in real time. It’s a testimony to the high level at which Formula One operates that they all rose to this unique challenge with no real issues. We saw a variety of different strategies, and some very effective tyre management that helped many drivers move up the field in an action-packed race.”

Fastest times of the day by compound:

Supersoft Soft Intermediate Wet
First Mas 1m40.881s Vet 1m40.071s  0 0
Second Ham 1m41.336s  Rai 1m40.294s  0 0
Third Mal 1m41.520s  Ham 1m40.573s  0 0

Longest stint of the race:

Supersoft Fernando Alonso (40 laps)
Soft Sergio Perez (41 laps)
Jenson Button (41 laps)

Truth-O-Meter

We predicted a one-stopper as the most likely winning scenario for the 53-lap race, and this is exactly what Hamilton chose. Our prediction said that after starting on supersoft, it would be quickest to stop for soft during a window from lap 18-22. Hamilton made his stop after 32 laps  without losing the lead, with the pit stop windows having been stretched by the appearance of two safety cars.

The full pit stop summary is available in the attached pdf document.

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

NICO ROSBERG TAKES POLE IN SOCHI ON SUPERSOFT TYRES

DRIVERS HEADED INTO QUALIFYING WITH VERY LITTLE RUNNING,
DUE TO INTERRUPTED PRACTICE SESSIONS

AROUND 1.1 SECONDS BETWEEN SOFT AND SUPERSOFT COMPOUNDS

Mercedes driver Nico Rosberg has set pole for the Russian Grand Prix using the Pirelli P Zero Red supersoft, which helped to eclipse last year’s pole (achieved on soft tyres) already during the opening runs of Q2.

This was despite the fact that there was very little running during all three free practice sessions. As a result, the teams had minimal information about tyre wear and degradation heading into qualifying, leading to several question marks about race strategy. The Sochi track is smooth and offers low grip, with any rubber that had been previously laid down on the track washed away by rain yesterday afternoon. Vettel and Nasr had not even run on the supersoft before Q1.

Ambient and track conditions remained cool all day, meaning that one of the biggest challenges was to get enough heat into the tyres on the slippery surface. As the lap times showed, most drivers managed to do this successfully.

Only the two Mercedes drivers managed to get through Q1 using the soft compound only, setting first and third fastest times thanks to Rosberg and Lewis Hamilton respectively.

From Q2 onwards, all the drivers used the supersoft tyres only, which are currently around 1.1 seconds per lap faster than the soft compound. Mercedes were again the fastest team on the red compound, maximising warm-up and performance.

Rosberg set his pole time on his final run in Q3 as the track got faster, beating Hamilton – who will line up second on the grid ahead of Williams driver Valtteri Bottas.

The final free practice session this morning was interrupted with 20 minutes to go following an accident to Toro Rosso driver Carlos Sainz. Rosberg had been fastest on the supersoft tyres at the time the session was stopped. The resulting barrier repairs forced the cancellation of the GP3 race – which again limited the amount of rubber that was on track prior to F1 qualifying.

Paul Hembery, Pirelli motorsport director: “The most important thing about today was the fact that Carlos Sainz is OK after his incident this morning. Everything else is of secondary importance. Clearly all the teams were on the back foot heading into qualifying, as there was very little clean practice time yesterday and today. As a result, there are big question marks about the optimal race strategy – especially as we have never raced here with the supersoft compound before.”

The Pirelli strategy predictor:

Because the teams did not complete many laps of dry running in free practice, it is hard to have a precise indication of strategy for the 53-lap race. However, many teams may choose a one-stop strategy owing to the low wear and degradation levels at Sochi. In which case, the fastest strategy would be to start on the supersoft and then switch to the soft between laps 18 and 22. However some teams wouldn’t discount a two stop strategy, especially if race conditions turn out to be warmer”.

Fastest compounds in FP3:
1 Rosberg  1m38.561s  Supersoft new
2 Bottas   1m39.287s  Supersoft new
3 Hamilton   1m39.363s  Supersoft new
Top 10 tyre use:
Rosberg   1m37.113s  Supersoft new
Hamilton   1m37.433s  Supersoft new
Bottas   1m37.912s  Supersoft new
Vettel   1m37.965s  Supersoft new
Raikkonen   1m38.348s  Supersoft new
Hulkenberg   1m38.659s  Supersoft used
Perez   1m38.691s  Supersoft used
Grosjean   1m38.787s  Supersoft new
Verstappen   1m38.924s  Supersoft new
Ricciardo   1m39.728s  Supersoft new

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

FELIPE MASSA SETS FASTEST FP2 TIME ON FULL WET TYRE.
NICO HULKENBERG FASTEST IN FP1 ON SOFT COMPOUND

SUPERSOFT – NOMINATED FOR THE FIRST TIME IN RUSSIA – YET TO RUN DUE
TO SOLID RAIN IN THE AFTERNOON

BETTER WEATHER EXPECTED FOR THE REMAINDER OF THE WEEKEND, MEANING
THAT TEAMS WILL FOCUS RACE PREPARATIONS ON TOMORROW

 Felipe Massa went fastest in the second free practice session using the Cinturato Blue full wet tyre, while the quickest time of the day was set by Force India’s Nico Hulkenberg in FP1 on the soft tyre.

This is the first Russian grand prix in which the P Zero Yellow soft and P Zero Red supersoft tyres have been nominated, but the softest tyre in the range is yet to be used: meaning that the team will have a busy morning tomorrow.

The two free practice sessions in Russia were both disrupted for separate reasons: a diesel spillage, which was covered in water, caused a half-hour delay to the start of FP1 while there was continuous rain throughout FP2, which meant that only seven drivers chose to set a time and some did not come out at all.

For most of the FP2 session, the track was very wet in some places and much drier in the others, making the tyre choice very complex. However, with rain falling more intensely towards the end of the hour and a half session, the track became extremely wet everywhere. As a result, the teams chose not to run extensively, because better weather is predicted for the rest of the weekend that will be more representative of race conditions.

In the morning, Force India topped the FP1 classification for the first time, with Nico Hulkenberg using the soft tyre to go fastest on his final lap of the session. Most drivers started FP1 on the intermediate tyre, to cope with the damp patch on the track, but some also used the full wet. The full wet was used from start to finish of FP2.

During the day, every single tyre in the range was used with the exception of the supersoft. However, the weather and track conditions meant that no representative lap times were set all day, with the times a long way off last year. As a result, the teams will have plenty of work to do to prepare strategy and assess wear and degradation rates in FP3 tomorrow.

Paul Hembery, Pirelli Motorsport Director: “It was a largely inconclusive day in Russia. However, that’s just part of racing and we’ve seen before that less practice time can often lead to a more unpredictable qualifying and race. The surface of the track has not evolved considerably since last year, with the newness of the asphalt meaning that it’s not as porous as more established venues, so the water remained on the track for a while. It’s a shame for the fans that they didn’t get to see more running at this fantastic circuit, but with better weather expected over the rest of the weekend, we should be in for an exciting couple of days ahead. Tomorrow, the teams will be left with a very big workload in FP3 as they prepare for qualifying and the race in just one hour of what we expect to be dry running.”

FP1: FP2:
1.Hulkemberg  1m44.355s  Soft new 1.Massa  2m00.458s  Wet used
2.Rosberg   1m44.407s  Soft new 2.Vettel  2m00.659s  Wet used
3.Vettel  1m44.986s  Soft new 3.Bottas  2m00.688s  Wet used

Tyre statistics of the day:

Supersoft Soft Intermediate Wet
kms driven *  0  1071  298  473
sets used overall **  0  20  18  14
highest number of laps **  0  15  8  12

* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.
** Per compound, all drivers combined.

Pirelli fact of the day:

The original Russian Grand Prix was actually held 102 years ago, in St Petersburg, won by local man Georgy Suvorin in a Benz. The race was run again the following year, this time won by German driver Willy Scholl in another Benz. The first project for a modern grand prix in Russia was launched in the 1980s under the title of ‘The Grand Prix of the Soviet Union’, planned for a circuit near Moscow, but this never came to fruition – until the current Russian Grand Prix was inaugurated in 2014 in the Sochi Olympic Park.

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MERCEDES JÁ É CAMPEÃ DO MUNDO NA F 1

 

Grande Prémio da Rússia entrega título de Campeão à equipa da Mercedes-AMG PETRONAS

 

lewis3 CopyLewis Hamilton_1_CopyLewis Hamilton_Copy• Lewis Hamilton conquistou o seu segundo Grande Prémio da Rússia, tornando-se assim no nono condutor a alcançar duas vitórias consecutivas num circuito novo; • Com esta vitória a equipa da Mercedes-AMG PETRONAS conquistou o título de Construtores pela segunda vez consecutiva; • Com este resultado Lewis Hamilton alcança a sua 9ª vitória esta época e a 42ª da sua carreira, igualando Sebastian Vettel; • Nico Rosberg iniciou a corrida na primeira posição mas foi obrigado a desistir na 7ª volta; • A equipa MERCEDES-AMG PETRONAS continua a liderar o Campeonato de Construtores com uma diferença de 172 pontos para o segundo classificado; • Lewis Hamilton mantém a liderança do Campeonato de Pilotos por 66 pontos para Vettel e 73 para Rosberg Pilotos Chassis No. Grelha Resultado Volta + rápida Lewis Hamilton F1 W06 Hybrid/05 P2 P1 1:40.573 Nico Rosberg F1 W06 Hybrid/01 P1 DNF 1:43.133 Estratégia Início Stop 1 No. 44 SuperSoft (Usado) Soft (Novo) No. 6 SuperSoft (Usado) DNF

 

EMERSON FITIPALDI EM DISCURSO DIRECTO

EMERSON FITIPALDI EM DISCURSO DIRECTO

 

Hoje, dia 07 de outubro, comemoro 41 anos do Bi-Campeonato Mundial, que foi o 1º Campeonato Mundial da Mc Laren.
E por coincidência, estou com um grupo de pessoas da Nova Zelândia sendo entrevistado para participar de um documentário sobre a vida de Bruce Mc Laren, que em minha opinião, foi um visionário e um super piloto e que conseguiu criar uma equipe que fez uma das melhores histórias da Fórmula 1

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃ CARLOS COSTA

 

Mais desporto motorizado no Eurosport na versão portuguesa. Vamos transmitir magazines de 30 minutos de resumo de todas as corridas da temporada 2015 / 2016 da Formula E, sempre nas noites de terça-feira a seguir às provas.

Calendário:

•October 24, 2015: Beijing, China
•November 7, 2015: Putrajaya, Malaysia
•December 19, 2015: Punta del Este, Uruguay
•February 6, 2016: Buenos Aires, Argentina
•March 19, 2016: TBD
•April 2, 2016: Long Beach, California
•April 23, 2016: Paris, France
•May 21, 2016: Berlin, Germany
•June 4, 2016: Moscow, Russia
•July 2 & 3: Two races in London, UK

 
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João Raposo

Telemóvel: +351 961 686 867
E-mail: jraposo-air@portugalmail.pt